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domingo, 15 de julho de 2018

“PAJEÚ EM CHAMAS: O CANGAÇO E OS PEREIRAS”


Quem interessar adquirir esta obra é só entrar em contato com o professor Pereira através deste e-mail: franpelima@bol.com.br
Tudo é muito rápido, e ele entregará em qualquer parte do Brasil.

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NOVO LIVRO NA PRAÇA "O PATRIARCA: CRISPIM PEREIRA DE ARAÚJO, IOIÔ MAROTO".


O livro "O Patriarca: Crispim Pereira de Araújo, Ioiô Maroto" de Venício Feitosa Neves será lançado em no próximo dia 4 de setembro as 20h durante o Encontro da Família Pereira em Serra Talhada.

A obra traz um conteúdo bem fundamentado de Genealogia da família Pereira do Pajeú e parte da família Feitosa dos Inhamuns.

Mas vem também, recheado de informações de Cangaço, Coronelismo, História local dos municípios de Serra Talhada, São José do Belmonte, São Francisco, Bom Nome, entre outros) e a tão badalada rixa entre Pereira e Carvalho, no vale do Pajeú.

O livro tem 710 páginas. 
Você já pode adquirir este lançamento com o Professor Pereira ao preço de R$ 85,00 (com frete incluso) Contato: franpelima@bol.com.br 
fplima1956@gmail.com

http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/2016/08/novo-livro-na-praca_31.html

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CANGAÇO - FATOS CURIOSOS.

Um breve depoimento do senhor Manoel Dantas Loyola o ex-cangaceiro Candeeiro II.

Nesse vídeo que foi produzido pelo documentarista Aderbal Nogueira (Fortaleza/CE), Candeeiro II fala sobre os treinamentos dos cangaceiros que eram ministrados por Lampião em meio a caatinga.

Geraldo Antônio de Souza Júnior 

ALI NA RUA DOS VAQUEIROS E NOUTROS LUGARES DE POÇO REDONDO

*Rangel Alves da Costa

Pouca gente de Poço Redondo ainda sabe da Rua dos Vaqueiros e muito menos de sua importância no contexto histórico da cidade. Infelizmente não é um fato isolado. Sim, quase todos sabem onde fica o Alto de Tindinha, o Alto de João Paulo e o Poço de Cima. Mas de sua história, sua importância, a motivação para os nomes, o significado na história do município? E o Tanque Velho, o Gado Manso, o Campo do Luizão?
Certamente que muitos dirão que os mais jovens não têm obrigação alguma de conhecer. Certamente alguns dirão que o passado deve ser enterrado com o seguinte epitáfio: O que passou não interessa! Ledo engano. Desde os sobrenomes familiares, num percurso desde avôs, bisavôs, tataravôs, tudo é importante se conhecer. Basta uma olhada para as primeiras raízes dos Sousa, dos Feitosa, dos Lucas, dos Sá, dos Cardoso, por exemplo, para se ter um livro aberto sobre a história de Poço Redondo.
Alguém já procurou saber o porquê de a Rua de Baixo ficar numa parte alta da cidade e a Rua de Cima ficar na parte mais baixa? Coisa sem importância, alguns dirão. Mas não é assim não. Quem não conhece sua história familiar nem as raízes e fatos peculiares de seu berço de nascimento é um verdadeiro apátrida de si mesmo e de sua terra.
Algum jovem estudante dirá que o nome Riacho Jacaré vem do fato de aquele riozinho que corta a cidade ter sido, no passado, lugar de muitos jacarés de beira d’água. O que o professor dirá, confirmará ou não? Ou vai contar outra história? Difícil que o próprio educador se saia bem pelo fato do desconhecimento histórico. Não todos, mas grande parte dos professores de Poço Redondo sequer sabe o porquê de “Poço Redondo”.
Tô inventando não. Conheço o interesse pela história de Poço Redondo como a palma da mão. Mas uma só mão, pois a outra ainda é carente de muita sabedoria e conhecimento. Alegro-me quando ouço novos causos sobre João da Bicha, sobre Julinho do Cassimicoco, sobre Tonho Bioto, sobre Tonho Doido, sobre Nalvinha, sobre Expedido, Manezinho Tem-Tem, sobre Seu João Fotógrafo, sobre Zé Goiti, Zé Aleixo, Dudu Ribeiro, Agenor da Barra, sobre João de Virgílio, sobre Maninho e Zé de Bela. Sobre Zé de Julião, então. Será que vale a pena se debruçar sobre a história grandiosa e espetacular de Dionízio Cruz?


Gente, as molduras e os retalhos do passado, as relembranças de pessoas de Poço Redondo ou que marcaram presença no seu cotidiano, é o que nos tornam conhecedores e mais aproximados com toda a sua existência. Pois bem, voltando à Rua dos Vaqueiros, então pergunto: o que você sabe sobre a Rua dos Vaqueiros e o porquê desse nome? Atualmente, quem andar pela Avenida Alcino Alves Costa estará caminhando sobre a Rua dos Vaqueiros, a mesma que também é chamada de Rua de Baixo e já foi Avenida 31 de Março e Avenida Poço Redondo.
Sim, todos estes nomes para uma só avenida. E Rua dos Vaqueiros pelo fato de ser naquele local que moravam alguns dos mais importantes vaqueiros de Poço Redondo, ou residiam, conviviam ou possuíam famílias ali. Vaqueiros da estirpe de Mané Cante, de Tião de Sinhá, de Abdias, de Bastão Joaquim, dentro tantos outros. Nas suas calçadas cotidianamente estavam Humberto Braz, João Paulo, Chico de Celina e muito mais. Localidade de moradia de Ulisses, de Neguinho, de Messias de Zé Vicente, de Liberato, de Ireno Cirilo, de Né Cirilo, de Manezinho de Céu.
Por ali também a vaqueirama que retornava das lidas ao entardecer e iam molhar a goela com casca de pau. Os Vito só viviam por ali, até mesmo Alzira que quando amanhecia com o lenço virado na cabeça também experimentava uma quixabeira. Galego do Alto, o ferreiro maior, descia de seu mundo e só retornava já calibrado de casca de pau. Rua também dos aboios, das toadas, dos causos e proseados sobre a rotina sertaneja. Alcino e Dona Peta também já moraram ali. Eu já morei ali.
Hoje é Rua dos Vaqueiros apenas na memória, mas tudo bem. Também na memória aqueles vaqueiros que tanto orgulho ainda nos lega. Na mesma Rua dos Vaqueiros onde antigamente as sertanejas passavam com potes e latas na cabeça em direção ao tanque. Hoje está muito diferente. Quase tudo comércio. Apenas Dona Marietinha ainda sentadinha na sua calçada para avistar saudosamente o passado.

Escritor
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O MAIS NOVO IMORTAL


Por Archimedes Marques

Tenho absoluta convicção no poder inspirador da arte, da literatura, da música e na consequente capacidade transformadora da cultura perante o nosso povo. Por isso que cuidamos desses temas com tanta atenção, um cuidado que visa funcionar como poderoso estímulo aos tantos talentos literários e culturais que o nosso Estado de Sergipe possui.


Com muito orgulho saímos ontem (29/04/2017) em noite chuvosa de Aracaju a Lagarto para prestigiar a posse de um homem simples, mas um homem de valor, um homem que honra a sua terra, as terras sertanejas e nordestinas pelas quais caminha em busca de melhor entender e dispor ao público a nossa história.

Assim, rendo as minhas homenagens ao mais NOVEL IMORTAL da Academia Lagartense de Letras, querido amigo Kiko Monteiro, também nobre Conselheiro do Cariri Cangaço.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10202871347980364&set=gm.638273473048267&type=3&theater&ifg=1

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O USO DA PALMATÓRIA..!


Por Voltaseca

Na década de 1940 eram muito comum serem usadas em escolas para castigar os alunos que não se comportavam devidamente, ou que não aprendiam a lição, como devia. Até o Padre Cícero Romão Batista possuía uma dessas para castigar os pecadores. Geralmente, as PALMATÓRIAS eram feitas de madeira de lei e, aguentavam todo tipo de agressão.

Foto: Museu de Petrolina - Cortesia

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TRIGÉSIMO QUARTO VÍDEO CANGAÇO - POETAS E CANGAÇO

Por Aderbal Nogueira

Lampião e o Cangaço na visão dos poetas, aqui cantado por famosos e anônimos do meio das pesquisas.https://youtu.be/sx8KCLOECPo

https://www.youtube.com/watch?v=ZRCiaWjpHvM&feature=share

Publicado em 13 de jul de 2018

Poemas e canções sobre o cangaço.
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“RESOLUTÓRIOS DO PRESIDENTE DA ASCRIM Nº 02”

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(C O N T I N U A Ç Ã O)
“RESOLUTÓRIOS DO PRESIDENTE DA ASCRIM Nº 02”
(*“OS OLHOS DO DONO É QUE ENGORDAM BOI”)
   O LOGARÍTIMO DESSE PRESSUPOSTO TEÓRICO DA EXPRESSÃO “OS OLHOS DO DONO É QUE ENGORDAM BOI”, ESTAMPA-SE NO OLHAR E GESTO DE CADA ACADÊMICO DA ASCRIM, QUANDO O VEMOS GARBOSO, OSTENTANDO COM ORGULHO OS ARQUÉTIPOS OFICIAIS DA ASCRIM, NOS EVENTOS MAGNOS DA PRÓPRIA, BEM ASSIM NOS EVENTOS SOLENES DE NOSSAS COIRMÃS CULTURAIS E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS/PRIVADAS.
   ESSE PRIMOR DO ACADÊMICO REVELAM OS DÍSTICOS DA ENTIDADE A QUE SÃO FILIADOS, HONRAM A REPRESENTATIVIDADE, O DECORO INTELECTUAL E A DIGNIDADE DE PERTENCER A INSTITUIÇÃO DA QUAL SÃO MEMBROS, TITULARIDADE EMBLEMÁTICA EXUBERANTE DESSE CULTOR!
     REPETIMOS, AS DOAÇÕES OU PATROCÍNIOS RECEBIDOS PELA ASCRIM, É FUNDAMENTAL, QUANDO ACONTECE, MESMO EM RARAS EXCEÇÕES, MESMO DE ÍNFIMO VALOR, RELEVANDO IMPORTE DA BONÍSSIMA INTENÇÃO DE EFEITO PREVALENTE, IMPULSIONANDO AÇÃO PERFICIENTE PARA UMA ACADEMIA HONRAR OS COMPROMISSOS, CUMPRIR AS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E CULTURAIS, PRECONIZADAS NOS SEUS OBJETIVOS SOCIAIS.
    QUALQUER ENTIDADE CULTURAL COM AS CARACTERÍSTICAS, OU NÃO, DA ASCRIM, É CONSABIDO, ENCONTRARÁ DIFICULDADES PARA SOBREVIVER SE NÃO TIVER O COMPROMETIMENTO DO AFILIADO EM SUA DEFESA. LONGE DE SER UM ELEMENTO COERCITIVO, ENFATIZA CUMPRIR UM DEVER. É UM PARADIGMA JURAMENTADO PELO ACADEMICO, NO ATO DE SUA ENTRONIZAÇÃO, DIPLOMAÇÃO E POSSE, QUE AUXILIA ENTENDER A PRECÍPUA EXPRESSÃO SILOGÍSTICA “OS OLHOS DO DONO É QUE ENGORDAM BOI”.
    DIANTE TODO O EXPOSTO, COMPREENDENDO OS ÓBICES DE TODA NATUREZA, PROPUGNAR, NOS AJUDA SUPERAR DESAFIOS SIMPLES E COMPLEXOS; CAPITALIZA O APOIO E ZELO DE CADA ACADÊMICO, PARA O SUCESSO E PROGRESSO DA NOSSA ASCRIM.
        NO ENSEJO, DE LEVEZA PRAGMÁTICA, INFORMAMOS, OFICIOSAMENTE, QUE ESTAMOS NO LIMIAR DE CONCLUIR O REGISTRO CARTORÁRIO DA ASCRIM, ELEMENTO CRUCIAL DE INFRAESTRUTURA JURÍDICA PARA CONSECUÇÃO DOS IMPORTANTÍSSIMOS PROJETOS E ATIVIDADES DA ASCRIM, VEICULADOS ABUNDANTEMENTE EM VÁRIOS CANAIS DE COMUNICAÇÃO.
     NA MESMA VIA AMENA, MORMENTE VIVENCIANDO AS HIPÓTESES VIÁVEIS, CONFORME PRECEITO ESTATUTÁRIO, NESTE 3º ANIVERSÁRIO, VALIDAMOS OFICIALMENTE A ATIVAÇÃO DA “ACADEMIA DOS ESCRITORES MOSSOENSES-ASCRIM”, POR OCASIÃO DA AGE-011/2018 NO DIA 09.07.2018, PUBLICADA NA ASCRIM RESOLUÇÃO Nº 003/2018.” DESSARTE, ASSUNTO QUE TRATAREMOS OPORTUNAMENTE EM DETALHES, A NOTABILIZAÇÃO DO NASCIMENTO DE MAIS UMA ACADEMIA EM MOSSORÓ, NÃO EXAURE A TÔNICA CONSENSUAL LITERÁRIA NO CONTEXTO DOS IMORTAIS, NEM TRANSBORDA O CELEIRO DOS LITERATAS E CIENTISTAS DE MOSSORÓ; AVULTA A RESSONÂNCIA DOS INTELECTUAIS, GRASSANDO EFERVÊNCIA CULTURAL, PROEMINENTE CONSOLIDÁRIO DAS LETRAS NO “PAÍS DE MOSSORÓ”. A FUSÃO DA ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES MOSSOROENSES E DA ACADEMIA DOS ESCRITORES MOSSOROENSES NA MESMA ENTIDADE DA SIGLA ASCRIM, NÃO DIVIDE NEM DIMINUE O TRABALHO A QUE ELAS, DIAMETRALMENTE, SE PROPONHAM REALIZAR EM PROL DA CULTURA, PRINCIPALMENTE DA LITERATURA, ESPECIALMENTE DOS ESCRITORES MOSSOROENSES. 
   SIGAMOS, SEM DESTEMOR. CONTINUAREMOS NOSSAS *ATIVIDADES CULTURAIS: PUBLICAR A “II ANTOLOGIA DOS ESCRITORES DA ASCRIM-I ANASCRIM”, A “I EDIÇÃO DA COLEÇÃO DOS ESCRITORES MOSSOROENSES-I COLEASCRIM”, A “II ABERTURA AO LIVRO DO ESCRITOR MOSSOROENSE-II ABLEM (FEIRA DO LIVRO DE MOSSORÓ 2018), O  “I FORUM PERMANENTE HISTORIOGRAFIA ORIGEM E CONTINUIDADE DO POVOAMENTO DE MOSSORÓ-II FOPHPM/IIª ETAPA-CONCLUSÃO MARCO ZERO DE MOSSORÓ”, AS “QUINTANAS LITERÁRIAS”, O “FOLHETIM DA ASCRIM, A “I REVISTA LITERÁRIA DA ASCRIM(NO PRELO)”, A “II ASCRIM DEBATE ITINERANTE”, O “BLOCO OS INTELECTUAIS-ANO II”, A “II SEMANA TRIBUTO CULTURA DR. MILTON MARQUES DE MEDEIROS”(PRECONIZADA NA AGE-011/2018), A OUTORGA DA MEDALHA “ASCRIM TRIBUTO CULTURA E TELEVISÃO DR. MILTON MARQUES DE MEDEIROS”, OUTORGADAS A 12 PERSONALIDADES DA SOCIEDADE MOSSOROENSES-NOMES ESCOLHIDOS PELA PRESIDENTE DA TCM DRA ZILENE MARQUES(ANO I-PRECONIZADA NA AGE-011/2018), A INSTITUIÇÃO DO TÍTULO HONORIFICENTÍSSIMO “PRESIDENTE DESIGNADO DA ASCRIM”, OUTORGADAS AOS ACADÊMICOS DA ASCRIM DR. ELDER HERONILDES DA SILVA E AO PROF. WILSON BEZERRA DE MOURA  (PRECONIZADA NA AGE-011/2018), A “INSTITUIÇÃO TÍTULO HONORÍFICO “EMBAIXADOR INTERNACIONAL DA LITERATURA DA ASCRIM”, OUTORGADA A ACADÊMICA DA ASCRIM, DRA. MARIA DO SOCORRO CAVALCANTI, VICE-PRESIDENTE DA ALACE, SEM ESQUECER A “I SEMANA TRIBUTO CULTURA DR. MILTON MARQUES DE MEDEIROS(IN MEMORIAM” ONDE SE CONTÉM O “II FESTIVAL DIVERSIDADE CULTURAL, LANÇADOS NA BIBLIOTECA MUNICIPAL NEY PONTES DUART(PRECONIZADAS NA AGE-011/2018); A VISITA DIVULGATIVA DOS TRABALHOS DA ASCRIM, PELO PRESIDENTE, ÀS UNIVERSIDADES E ENTIDADES CULTURAIS QUE SE DIGNARAM RECEBER A COMITIVA DA ASCRIM; O LANÇAMENTO DO CLIP “CANÇÃO PARA MOSSORÓ”, MÚSICA E LETRA DE AUTORIA D CONFRADE DR. DIÓGENES DA CUNHA LIMA, DE JOÃO WILSON MENDES EM PARCERIA COM ROBERTO LIMA, INTERPRETADA PELA CANTORA E DIRETORA DE ASSUNTOS ARTÍSTICOS DA ASCRIM GORETTI ALVES, ARRANJO MUSICAL DO MAESTRO GIDEÃO LIMA, INSTRUMENTOS MUSICAIS VIOLINO,  PIANO EFLAUTA POR HALISSON, MAESTRO DO CORAL DA UERN, HONRARIA PRESTADA A DR. MILTON "IN MEMORIAM" EM HOMENAGEM AO PROGRAMA DE SUA AUTORIA “MOSSORÓ DE TODOS OS TEMPOS”, IDEALIZADO PELA INTELECTUAL ESCRITORA MOSSOROENSE LÚCIA ROCHA.  ENFIM, TANTAS OUTRAS ATIVIDADES CULTURAIS EM DEFESA DA CULTURA DE MOSSÓRO, PRINCIPALMENTE DOS ESCRITORES MOSSOROENSES, QUE SERÃO DIVULGADAS OPORTUNAMENTE.
    AOS QUE PERMANECEM INTACTOS PARA, JUNTOS, CONTINUARMOS A MISSÃO INERENTE À EXPRESSÃO “OS OLHOS DO DONO É QUE ENGORDAM BOI”, GARANTIMOS FIRMEMENTE CONDUZIR, HONRADAMENTE, A BANDEIRA DA ASCRIM, ASSOCIAÇÃO E ACADEMIA, DEFENDENDO-AS EM TODOS SEUS EMPREENDIMENTOS, CONTRA TUDO E CONTRA TODOS, ESPECIFICAMENTE OS QUE TENTAREM DENEGRIR SUAS IMAGENS OU AFRONTEM A LEGALIDADE DE EXISTÊNCIA DAS MESMAS    !
    VISANDO MELHORARMOS E CRESCERMOS SALUTARES,  CONTAMOS COM TODOS ACADÊMICOS DA ASCRIM, AGRADECEMOS O APOIO DOS PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E CONGÊNERES, CONFRADES, CONFREIRAS E AGRADECEMOS O IRRESTRITO ESTÍMULO DAS AUTORIDADES, BEM ASSIM DE TODA SOCIEDADE DE MOSSORÓ E NORTE-RIO-GRANDENSE, DE IGUAL MODO FAMILIARES, AMIGOS E SIMPATIZANTES DA CULTURA.
SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS
FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE DA ASCRIM-
*POSFÁCIO DE ALGUNS LEGADOS DA ASCRIM QUE INTEGRARÁ O CALENDÁRIO DAS GRANDES FESTAS CULTURAIS DE MOSSORÓ.
MOSSOROENSES !
“oportet non studere sed studuisse”
*EXCERTOS DO OPÚSCULO “ENSAIOS DOS RESOLUTÓRIOS DO PRESIDENTE DA ASCRIM”

Enviado por: asescritm@hotmail.com

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JOÃO MOSSORÓ-CUSTE O QUE CUSTAR- UM CANTO DE AMOR

https://www.youtube.com/watch?v=woUGQmZulAI

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COM TEMÁTICA FILOSÓFICA E REFLEXIVA APRESENTAMOS LIVROS DO AUTOR TITO MELLÃO LARAYA


Francisco Mellão Laraya brasileiro,  solteiro, advogado, músico clássico e escritor, natural de São Paulo, nasceu em 1.957, Católico Apostólico Romano, formado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Como escritor retrata o quotidiano com forte influência de Fernando Pessoa.

Recebeu os seguintes títulos e condecorações: Acadêmico Correspondente da Academia Rotaria de letras, Artes e Cultura, Prêmio de Excelência Literária do Rotary, Medalha Luiz Vaz de Camões, o título  de Barão das Letras, Comendador Grão Colar da Embaixada da Poesia, Embaixador da Poesia, prêmio Carlos Drumond de Andrade, Construtor da Brasilidade, além de participar da Academia de Artes e Letras de Fortaleza, e do Rotary Club.

“Enquanto no primeiro há dúvidas para encontrar o caminho, mas a semente deste já brota em suas páginas, no segundo se depara com o objetivo do caminho, não há mais só dúvidas, mas o livro é repleto de certezas.”

Boa leitura!

Escritor Tito Mellão Laraya, é um prazer contarmos com a sua participação na revista Divulga Escritor. Conte-nos o que inspira na construção de seus textos literários?

Tito Laraya - O que me inspira na construção de meus textos é a obra de Fernando Pessoa, alinhado com uma interminável seção de psicoterapia, que gentilmente nas páginas do meu escrever convido o leitor a fazer, onde procuro o meu eu, e convido ao meu leitor a seguir o mesmo caminho.

O que a escrita representa para você?

Tito Laraya - A palavra escrita representa para mim o encontro de mim comigo mesmo.

Que temáticas estão sendo abordadas em “Muito Barulho por Nada”?

Tito Laraya - O livro é uma coleção de crônicas sobre o ser ou não ser ético, uma coisa que muito falta nos dias de hoje. E abranda o lado interior de cada um, tanto na política, como no dia a dia, sem esquecer-se de passar pela sociedade. Escrito de uma forma simples, algumas vezes sarcástica, sem nunca perder o bom humor.

Como foi escolhido o título?

Tito Laraya - O título é o de uma comédia de Willian Shakespeare, como abordo a temática da dúvida do ser, presente na obra do bardo inglês, principalmente em Hamlet, resolvi utilizar o mesmo título em minha obra.

Apresente-nos um dos textos publicados nesta obra literária?

A REFLEXÃO

O ato de refletir é uma forma de se reinventar. Nenhuma pessoa reflete sobre onde não há problemas, é necessária uma crise para pensar, aonde se chega à conclusão de remodelar o que há.

A coragem de viajar sobre o infinito dos pensamentos, caminhando pelo desdobramento das ideias, encarando não só a realidade, como também a interpretação dela, leva o ser humano a se mudar.

Talvez não seja no todo, mas em partes, e juntando as partes de um dia, com os pedaços de outro, em algum tempo tem-se uma nova forma de encarar a realidade.

Alguns fazem isto escrevendo, e a forma deste diálogo imaginário transborda nas letras impressas, nas folhas de um papel, outros fazem meramente pensando, e quando chegam a conclusões resolvem escrevê-las, mas não acham tempo, situação ou oportunidade, na verdade gravam no fundo da alma as impressões deste passeio, através das profundezas do ser.

Uma música toca ao longe, me chama novamente a realidade, eu que estava absorto nos meus pensamentos.

Acabo de voltar de uma viagem no meu pensar, dizem que não se volta da travessia da mesma forma com que começou.

E vou vivendo meu quotidiano pensando, mudando, crescendo: Uma metamorfose ambulante!

Além de “Muito Barulho por nada” já temos o lançamento no prelo de “Meu mundo e nada mais” o que os diferencia?

Tito Laraya - Enquanto no primeiro há dúvidas para encontrar o caminho, mas a semente deste já brota em suas páginas, no segundo se depara com o objetivo do caminho, não há mais só dúvidas, mas o livro é repleto de certezas.

A capa do primeiro livro é uma confusão de cores onde mais se parece com uma enorme interrogação, no segundo a imagem nítida de D. Quixote, um personagem que no seu viver sabia ver o belo.

Onde podemos comprar os seus livros?

Muito barulho por nada, por meio dos links abaixo:

Cultura
   -  Saraiva  -  Martins Fontes  -  Travessa  -  Chiado
Meu mundo e nada mais, em breve, na livraria da Empório Editora
Demais livros podem ser encontrados por meio do link abaixo:

Os seus livros estão em alguns bibliotecas nacionais e internacionais. Comente.

Tito Laraya - Tem livros nas seguintes bibliotecas entre outras: Braziliana da USP, Florestan Fernandes da USP, Mario de Andrade, Coimbra, Biblioteca de Congresso Americano, de Roma, Turim Veneza, Vaticano, entre outras.

Quais os seus principais objetivos como escritor?

Tito Laraya - O meu sonho de mudar o mundo nunca morreu, mas a minha arma de revolucionário sempre foi uma caneta, portanto meu objetivo como escritor é fazer um mundo melhor para cada um.

Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista. Muito bom conhecer melhor o escritor Tito Mellão Laraya. Agradecemos sua participação na Revista Divulga Escritor. Conte-nos, em sua opinião, o que cada leitor pode fazer para ajudar a vencermos os desafios no mercado literário brasileiro?

Tito Laraya - A resposta é simples: Lerem mais livros.

Site do autor:
Página no Facebook:

Divulga Escritor, unindo você ao mundo através da Literatura

Todo nosso conteúdo pode ser reproduzido por quem desejar em seu site, blog, portal... desde que preserve os direitos autorais. Em nome de todos literários, o nosso muito obrigado!

Este material tinha sido enviado pelo saudoso escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso.

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sábado, 14 de julho de 2018

TRIGÉSIMO TERCEIRO VÍDEO CANGAÇO - NECO DE PAUTILHA E LUIZ DE CAZUZA

Por Aderbal Nogueira

Um grande encontro e muitas histórias para recordar.

https://www.youtube.com/watch?v=JC4NOUcuP_o

Publicado em 25 de mar de 2014

Dois grandes nomes da história do cangaço, Neco de Pautilha e Luiz de Cazuza. Neco, florestano que pertenceu às forças volantes e perseguiu o bando de Lampião por 6 anos e Cazuza, que conheceu Lampião quando ainda era Virgulino.
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MATANDO BODE

Clerisvaldo B. Chagas, 13 de julho de 2018
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 1.941

Aos sábados, com o pouco dinheiro no bolso, o menino saía para gastá-lo na feira. Procurava broa, quebra-queixo com castanha ou amendoim, tijolo de jaca, de raiz de imbuzeiro... Descia pelo estreito e imundo Beco do Mercado de Carne construído pelo coronel Lucena Maranhão. Na outra esquina do beco ficava a Casa Vieira. Por trás do seu quintal o monturo cheio de mato ralo, trilhas, onde os homens urinavam e amarravam os cavalos em que vinham para a feira. Mas descobri que ali os matutos matavam bodes, rapidinhos, para suprir o Mercado de Carne ou às bancas espalhadas.

Feira de Santana, anos 60. (foto: livro 230)
O cabrito era abatido na hora, com um macete de madeira, sem mais delongas, e pendurado ligeiro por uma das patas, numa trave rude, com corda de caroá. O matuto saía tirando o couro do animal, iniciando pela pata amarrada, numa rapidez de ladrão. Eu admirava aquela faquinha amolada que só a gota serena, retirando o couro sem um golpe errado, sequer.
Depois era passear na feira, vê os porcos engradados na Rua do Barulho, contemplar esteiras de caboclos, abanos, vassouras e chapéus de palha no início da Rua Tertuliano Nepomuceno ou ver e comprar besta com caçuás e boi de barro na feira das panelas. Ali, um cabra vendendo o “óleo do peixe-elétrico”, acolá um cordelista oferecendo e cantando folhetos; uma cega bonita tocando sanfona; o repentista Zéquinha Quelé balançando o ganzá; e, mais à frente, dois emboladores em desafio: “Viva a feira de Santana/Viva todo o pessoá/ Viva a feira de Santana/ Tu quer peito pra mamar?”.
Hoje em dia ficamos abismados com as ações que travam e roubam os direitos do povo brasileiro. Levam o dinheiro da merenda escolar; sucateiam o transporte dos estudantes; não concluem obras de relevo; não mantêm médicos nos postos de saúde;  Surrupiam verbas de hospitais; fraudam orçamento público e criam leis para abafar os gritos populares, dentre outras misérias que levam o nome de Estado de Direito.
E quando vamos passar a limpo o calendário vivido, temos a impressão de que o povo virou cabrito e vive pendurado na trave, amarrado de caroá, igualzinho aos bodes do monturo da Casa Vieira. O macete de pau e a peste da faca amolada de tirar o couro passaram das mãos do matuto para as garras dos políticos do Brasil.


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TRIGÉSIMO SEGUNDO VÍDEO CANGAÇO - NIREZ

Por Aderbal Nogueira

Uma outra polemica,mas que eu Aderbal acho bastante plausível. Albuquerque tinha visão empresarial e pode sim a ideia ter partido dele, segundo nosso amigo Miguel Nirez Azevedo

https://www.youtube.com/watch?v=sgR2V7XdAbQ

Publicado em 8 de jan de 2011

Novo relato sobre as filmagens do bando de Lampião por Benjamin Abraão.
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MAIS UM EVENTO NA BAHIA SEMINÁRIO 80 ANOS DA MORTE DE LAMPIÃO


Os 80 anos da morte de Virgulino Ferreira da Silva (Lampião) serão lembrados em seminário promovido pelo Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, de 24 a 26 de julho, sempre a partir das 16h30. No encontro, com inscrição gratuita, haverá exibição de vídeos, lançamentos de livros e conferências.

Serão palestrantes, os especialistas José Bezerra Lima Irmão, Oleone Coelho Fontes, José Dionísio Nóbrega e Renato Luiz Bandeira, com os respectivos temas: A figura de Lampião no contexto histórico e no ambiente em que ele viveu, Lampião no Cumbe do Major Antonino, Retrospectiva do Cangaço no Nordeste Brasileiro.

Para falar sobre Lampião, cangaceiro brasileiro que atuou no Nordeste Brasileiro, exceto Piauí e Maranhão, conhecido como o Rei do Cangaço, os escritores irão apresentar ao público o Lampião: homem e o mito; O Nordeste do início do século XX; O mundo dos coronéis, jagunços, vaqueiros, tropeiros, curandeiros, beatos, fanáticos, cantadores, repentistas, secas e epidemias; Como Virgulino se tornou Lampião; Principais combates de Lampião Lampião na Bahia; Maria Bonita, a primeira-dama do cangaço; Angico: o Armagedom na Caatinga.

Ao citar o escritor Oleone Coelho Fontes, autor de “Lampião na Bahia”, o também escritor Renato Bandeira, que escreveu o “Dicionário Biográfico dos Cangaceiros e Jagunços”, destaca na referida publicação: “Lampião era perceptivo, cauteloso, observador, inteligentíssimo, detalhista, ladino, estrategista de gênio, artificioso, líder inconteste, improvisador singular, carismático... Seus feitos foram muitos como cangaceiro e chefe supremo do cangaço. Foram atributos que lhe assegurou sobreviver a um cerco permanente que teve a longa duração em mais de duas décadas, de 1916 a 1938, travando mais de 200 combates com os quais se envolveu em seus 22 anos na vida de julho de 1938”.

A trajetória do Cangaço, desde o século XVIII até o final do movimento por volta de 1940 também será destaque no seminário. Cada personagem será abordado dentro de uma ordem cronológica que ajudará o público a compreender como se desenrolou a saga, compreendendo a importância de cada cangaceiro e de que forma eles atuavam dentro do movimento. Uma visão clara, sucinta e emocionante para reviver a passagem de Lampião, seus inimigos e aliados, na história do povo do Nordeste brasileiro.

A inscrição par o seminário pode ser feita clicando aqui – O IGHB é uma das instituições apoiadas pelo Fundo de Cultura/Estado da Bahia. Funciona de segunda a sexta, das 13h às 18h. Tel. 71 3329 4463/Assessoria: Cleide Nunes – 71 999745858.

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LEIA OU BAIXE 'DE GRÁTIS' TERRITÓRIO DOS CORONÉIS, DE ALBERTO S. GALENO



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ANTONIO SILVINO 1907 - O ATAQUE DO CANGACEIRO A BARRA DE SÃO MIGUEL - PB

Por João Paulo França
Antônio Silvino - Jornal do Commercio (1915)

No fim do século XIX e início do século XX o Brasil assistiu a emergência do fenômeno do cangaço, cujo expoente foi Lampião e seu bando. Todavia, na região da divisa entre Pernambuco e Paraíba o principal nome do cangaço foi o conhecido Antônio Silvino. Vejamos uma imagem do mesmo:

Antônio Silvino e seu bando passaram diversas vezes pelo território do município de Barra de São Miguel- PB, como veremos nesta e em outras reportagens desta série. Contudo, o principal ataque ocorreu no dia 26 de janeiro de 1907, quando a Barra de São Miguel era ainda a Sede do município de Cabaceiras e possuía uma rentável mesa de rendas.

A seguir, vejamos como a imprensa da época noticiou este ataque. Segue reportagem do Jornal A República de Natal - RN, que reproduz matéria do jornal paraibano A União.


Jornal A República (1907)

Segue a transcrição literal do relato jornalístico:

Antonio Silvino

A ultima façanha

Sobre a ultima façanha de Antonio Silvino, o ataque da villa da Barra de S. Miguel, na Parahyba, lemos o seguinte, na ,:

Segundo informações fidedignas recebidas dessa villa sertaneja, eis o que se passou por ocasião da estada ali do bandido Antonio Silvino.

No dia 26 de janeiro, depois de 11 horas da noite, entrou o grupo formado de 13 cangaceiros, inclusive o chefe, na villa, onde não havia a menor noticia da sua aproximação. Cerca de uma hora antes, estiveram na casa do delegado de policia, cidadão Nicolau Vitalino Correia de Araujo, distante da villa um kilometro e obrigara o mesmo delegado a acompanha-lo e a servi-lhe de guia.

Ao entrar na villa, Antonio Silvino dirigiu-se a cada uma das residências das praças de policia, que em um número de três guarneciam a localidade e foi prendendo-as cada uma por uma vez. Tomou-lhes as armas e os fardamentos, e obrigou-as a acompanha-lo.

Presa e desarmada a ultima praça, dirigiu-se o facínora á casa de João Anastácio, ex-praça do Batalhão de Segurança, que a cerca de quatro annos sutentara fogo contra ele na povoação do Boqueirão.

A voz do delegado, prisioneiro de Antonio Silvino, João Anastacio abriu a porta, sendo subitamente amarrado pelo grupo e arrastado para a rua, onde recebeu grande numero de açoites e duas facadas.

Depois seguiu o grupo para a casa do capitão Manoel Henrique do Nascimento Araujo, escrivão da Mesa de Rendas, ao qual intimou a entregar todo o dinheiro existente na repartição, no que foi obedecido.

Assim passou ás mãos de Silvino a quantia de trezentos e tantos mil reis, único dinheiro existente na Mesa de Rendas porque o respectivo administrador major Deodato Pereira Borges, tinha vindo pouco antes á capital recolher a arrecadação do ultimo trimestre.

Os bandidos obrigaram o referido escrivão a abrir a repartição, onde se apoderaram de todos os livros, papeis e estampilhas que conduziram para a rua e queimaram completamente. Silvino recomendou então ao escrivão que da arrecadação que fizesse, guardasse-lhe cada mez 50$000, que ele viria ou mandaria buscar.

Foram d’ahi á casa do subdelegado de policia, Candido Casteliano dos Santos, contra quem Antonio Silvino estava prevenido, e que recebeu a exigência de um conto de réis, sob pena de ver incendiado o seu estabelecimento comercial.

O sr. Candido Casteliano respondeu que não dispunha de quantia tão elevada porque fizera pouco antes remessa para a praça do dinheiro apurado, pelo que Silvino aceitou a importância de 400$000, tirando porem fazendas no valor de 200$000.

Exigiu e recebeu 50$000 do cidadão Olyntho José de Vasconcelos, 1º suplente do Substituto do Juiz Seccional.

Mandou esbordoar uma praça do destacamento de nome Pedro Rodolpho, porque esta declarou que só se entregara sem resistência por ter sido sorprehendida.


Tudo se fez no maior silencio de modo que as pessoas, que se achavam agasalhadas no interior das casas não presentiam o que se passava na rua.

Antes de retirar-se, Antonio Silvino mandou bater na porta do tenente-coronel Manoel Melchiades Pereira Tejo,(Foto) que até então ignorava o que se estava passando, e que despertando, abriu a porta.

D’elle exigiu Silvino café para si e seus companheiros no que foi satisfeito, retirando-se da villa ás 3 horas da madrugada.

Fonte:

Jornal A Republica. 13 de fevereiro de 1907, Natal. Ano 19, número 33

Jornal do Commercio, 02 de janeiro de 1915, Manaus. Ano 12, número 3340

Pesquei em Portal de Memórias de Barra de São Miguél

E eu repesquei no blog do pesquisador Kiko Monteiro http://lampiaoaceso.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com