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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

FUTEBOL E GEOGRAFIA

Por Clerisvaldo B. Chagas, 14 de novembro de 2016 - Escritor Símbolo do Sertão Alagoano - Crônica 1.590

A bola vai rolar amanhã nas terras altas do Peru, país reconhecidamente de grandes belezas naturais. 

Costumeiramente dividida em geral por três regiões, o Peru mostra seus encantos por um lado e ruma ao desenvolvimento pelo outro. 

Foto: divulgação (Vale do Colca, Sul do Peru).

Uma das suas três regiões é chamada Costa (litoral) que fica a oeste como planície estreita, geralmente árida, com alguns vales criados por rios de ocasião. 

Outra região é o planalto, da famosa Cordilheira dos Andes, onde se encontra o pico mais alto do país, o Huascarán, a 6.768 metros de altura.

Olhando para a terceira região, iremos encontrar a selva que é uma vasta extensão de planícies cobertas pela floresta amazônica. Estendendo-se a leste, a maioria do país está localizada dentro desta área.

O Peru faz fronteira com o Equador e a Colômbia, ao norte. O Brasil fica a leste, a Bolívia a sudeste, o Chile ao sul e o oceano Pacífico a oeste.

Quanto a sua hidrografia, sabemos que os rios peruanos tem origem nos picos da Cordilheira dos Andes. Os que vão para o Pacífico são íngremes, curtos e temporários. Os afluentes do rio Amazonas são mais longos e menos íngremes, pois se originam na serra. Outros cursos d’água ainda escorrem para o lago Titicaca e são curtos com grande fluxo.

Para quem gosta de economia, os serviços representam 53% do produto interno bruto nacional, seguido pela indústria extrativa transformadora, em 22,3% e a indústria extrativa, 15%.

As principais exportações do país dos Incas são cobre, ouro, zinco, têxteis e farinha de peixe.

Muito ainda se pode dizer sobre o Peru, porém, o que vale mesmo é o rolar da bola na noite do feriado. 



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OS BICHOS

Por *Rangel Alves da Costa

Os bichos, ah os bichos! Esses bichos imundos, sedentos, famintos, cismados, vagantes, solitários, errantes, vorazes, tão bichos.

Bichos, sempre esses bichos fedidos, sebosos, asquerosos, repugnantes. Os bichos e seus cheiros putrefatos, encardidos, mofados, insuportáveis às narinas de muitos.

Os bichos soltos, escondidos, surgidos do nada. De repente vindos das imundícies, dos lixões, dos monturos, dos relentos, dos esgotos, dos canteiros pútridos, das marquises rotas.

Bichos que saltam de seus inexistentes telhados, que despontam de trás de suas portas inexistentes, que se apresentam como vindos do nada para assustar a vida e a todos.

Os bichos, ah os bichos! Bichos que aterrorizam, que fazem temer, que afastam as pessoas, que escandalizam olhos e mentes daqueles que desconhecem suas existências.

Mas que bichos são esses que surgem para confrontar o homem ciente de estar tão longe dos matos, dos monturos, dos quintais, das florestas, dos escondidos de qualquer lugar?

Que bichos são esses assim tão presentes pelas ruas, avenidas, caminhos, morros, favelas, areais, alagados, beirais pantanosos, sobre a terra e o asfalto mais citadino?

A maioria das pessoas, ainda que os conheça e reconheça, insiste em menosprezar sua existência. Tantos outros apenas fingem que não os avistam pelos seus caminhos.

Que bicho é esse que berra com fome e sede, que amanhece e anoitece sem qualquer pão, sem qualquer cuia d’água, sem qualquer certeza de que adiante encontrará uma saída?

Que bicho é esse que muge em desvalia, sofrido e angustiado, sempre em busca de repouso e descanso, mas sempre tendo de seguir adiante debaixo de todas as durezas da vida?

Que bicho é esse que geme a mais dolorosa das dores, que padece o mais terrível dos sofrimentos, que se prostrai feito em chagas pelas feridas do dia a dia?

Que bicho é esse que ruge feito fera bravia perante a selvageria de seu mundo, a brutalidade das pessoas de seu mundo, a barbárie que se alastra até onde o olho avistar?


Que bicho é esse que uiva feito lobo sofrido em cima das montanhas da inexistência, da incapacidade, da terrível situação de viver sem praticamente existir?

Que bicho é esse que grita o mais voraz dos gritos, que solta alaridos terrificantes ante a próxima dor, que brada a sua triste situação com toda a força que já não possui?

Onde estão os bichos? Nos pastos, nos escondidos, nas malhadas, nos quintais, nos labirintos, nas curvas da estrada, por trás dos tufos traiçoeiros dos matos? Não. Não estão aí.

Os bichos estão nas grandes e pequenas cidades, pelos arredores do mundo de asfalto e chão, entre as pessoas comuns da vida, entre as gentes tão cheias de si, entre todos.

Pasmem, mas os bichos nasceram de parto humano, possuem geração familiar, são dotados de nome e sobrenome, possuem corações e sentimentos, pois humanos.

Sim, os bichos são humanos. Todos humanos, ainda na infância ou já na velhice, mas todos tão humanos como aquele poderoso encastelado no poder ou sentado em cima do mando.

O bicho tem identidade com data de nascimento e filiação. O bicho está nas estatísticas da população. O bicho é um número, mas também pessoa com outra feição: bicho.

Bicho não nascido assim, porém transformado em tal pela sociedade, pelos poderes, pelos governantes, por todos nós. Criamos bichos e não os alimentamos, não fornecemos nem água nem pão, quase não os reconhecemos mais.

Nós, enquanto partes dessa sociedade desumana e materialista, desse mundo egoísta e cruel, criamos bichos e lhes negamos dignidade, geramos bichos e lhes recusamos qualquer reconhecimento humano.

Tais bichos estão recolhendo restos nos sacos de lixo das calçadas, estão fuçando os amontoados apodrecidos dos lixões, estão catando latas, papéis, papelões, pedindo esmolas.

Tais bichos socialmente criados, eis que adormecem cansados debaixo das marquises, das paredes nuas, por cima dos bancos das praças, nos becos escuros, em qualquer lugar.

Bichos perdidos num mundo de injustas riquezas, de abandonos e crueldades. Crianças de rua, pedintes, catadores, humilhados, esfarrapados de vida e sonhos, por todo lugar e tão pertinho de nós.

Aqueles mesmos bichos citados por Manuel Bandeira em seu famoso poema: 

“O Bicho

Vi ontem um bicho 
 Na imundície do pátio
 Catando comida entre os detritos.

 Quando achava alguma coisa,
 Não examinava nem cheirava:
 Engolia com voracidade.

 O bicho não era um cão,
 Não era um gato,
 Não era um rato.

 O bicho, meu Deus, era um homem”.

Os bichos, meu Deus, são humanos. Não um tigre faminto, uma onça feroz ou uma raposa carnicenta, mas um homem. Mas parecendo tão perigoso que a maioria da sociedade foge de sua presença. Que sofrer desse bicho, meu Deus!

Escritor
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A CARTA DO ÍNDIO


Um dos mais belos manifestos ecológicos e em defesa da natureza e do planeta, nas sábias palavras do bravo "Chefe Sealth" (Ts'ial-la-kum), mais conhecido atualmente como Chefe Seattle (ou ainda Sealth, "Seathle", Seathl ou See-ahth) ( 1786 — 7 de Junho de 1866), foi líder das tribos Suquamish e Duwamish, no que hoje é o estado americano de Washington. No ritmo vertical dos tambores indígenas o grande Erasmo Carlos complementa esse precioso legado, adaptando essa carta escrita em 1855 pelo Cacique Seattle - USA

Erasmo Carlos - A Carta do Índio

O grande chefe branco
Quer comprar as nossas terras
Quer nossa amizade
Mas não precisa dela
Tão certo como as estações do ano
Trarão armas na certa
Pela paz dos nossos filhos
Vamos pensar na oferta
Ninguém compra ou vende o céu

Nem o calor da terra
Como podem comprá-los de nós?
A ganância do homem branco
Empobrecerá a terra
Deixando desertos e sóis
Jamais se encontra a paz
Na cidade do homem branco

Não se ouve a primavera
Nem o crescer do campo
Porém, se aceitarmos a oferta,
Imporemos condições
Daremos nossas mãos
Homens, animais e árvores
Vivendo como irmãos
Mais depressa que outras raças
O branco vai fazer
A sua desaparecer
Restará o fim da vida,

Mulheres tagarelas,
E a luta pra sobreviver
Como um recém-nascido
Ama o bater do coração de sua mãe
Se vendermos nossas terras
Ama-a, como nós a amávamos
Protege-a, como nós a protegíamos
Ferir a terra é demonstrar
Desprezo pelo criador

Com força, poder e coração
Conserva-a para teus filhos
Nosso Deus é o mesmo Deus
Esta terra é querida por ele

Nem mesmo o homem branco
Pode mudar o nosso destino comum

Cacique Seattle,
Tribo Duwamish,
Washington, 1855,
Estados Unidos da América do Norte

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:

"O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem.

Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal ideia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.

Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exauri-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.

Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.

Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.

Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.

De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.

Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmitem a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."

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LAMPIAO E SEUS GESTOS ENGRAÇADOS:


No dia 20 de agosto de 1932, Lampião visita a cidade Nova Olinda-Ba (hoje Olindina). Lampião estando com seu bando arrecada dinheiro com as pessoas importantes da cidade.


O cangaceiro Maçarico se dirige a casa do médico Constantino, e o médico ao ver o cangaceiro, correu para dentro de casa, mas o cangaceiro o acompanhou, gritando:

- Não corra!

O médico desesperado, gritava:

 - Eu sou médico! Eu sou médico...!

O cangaceiro Maçarico tomou lhe um revólver, uma capa de chuva e seu lindo anel de formatura.

Lampião chegando, mandou o cangaceiro Maçarico sair. O médico torna a repetir que era médico.

Lampião aproveitou e pediu uma consulta. O médico o examinou e disse que o cangaceiro (Maçarico) lhe tomou algo.

Lampião foi até à porta e gritou para o cabra Maçarico, e disse que mostrasse o que havia tomado do médico e o devolvesse.


O cangaceiro mostrou o que havia tomado do médico, inclusive o seu anel de formatura. Lampião ao ver o bonito anel, arregalou o olho esquerdo (o que enxergava), e pegou dentro do bornal um simples anel, e deu ao cangaceiro dizendo:

- Tome esse para você não perder o trabalho.

Dirigindo-se ao médico, disse:

- Doutor, o senhor é médico, num tem pra que querer um revólver, só vive em casa num tem precisão de capa de chuva, e esse anel o senhor me dar de presente, num dá? ".

O doutor Constantino lhe disse:

- Mais capitão Lampião, esse anel é de minha formatura, coisa de estimação!

Lampião começou ficar impaciente e lhe disse:

- Eu só aceito presente se for de coração, o doutor me dar ou num me dar esse anel?

O médico Constantino viu que Lampião não gostou, disse-lhe:

- Eu lhe dou, capitão! Eu lhe dou o anel, capitão! É todo seu, capitão este anel!!

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AUDIÊNCIA PÚBLICA EM NATAL SOBRE IMPORTÂNCIA DA UERN


Informamos que na próxima quinta-feira (17) será realizada uma audiência pública acerca do papel da UERN para o desenvolvimento econômico, social e cultural do RN. De proposição do Dep. Fernando Mineiro (PT), a sessão solene é fruto da pressão dos segmentos da universidade na luta contra a sua privatização.

A ADUERN convida todos os professores e professoras a participar da audiência pública. Pedimos que os/as interessados/as enviem um email com nome para aduern@gmail.com ou ligue para o telefone 33122324 até quarta-feira às 12h. Disponibilizaremos transporte para Natal e alimentação para os/as presentes.

Sairemos de Mossoró às 9h ( da sede da ADUERN)  com parada para almoço às 13h já na cidade do Natal. Às 14h30 chegaremos à Assembleia Legislativa do RN, onde será realizada a audiência que terá início às 15h. A previsão de retorno é às 20h, com parada para o jantar às 19h ( lembrando que este horário pode variar conforme de acordo com o andamento da audiência). 

Jornalista
Cláudio Palheta Jr.
Telefones Pessoais :
(84) 88703982 (preferencial) 
Telefones da ADUERN: 
ADUERN
Av. Prof. Antonio Campos, 06 - Costa e Silva
Fone: (84) 3312 2324 / Fax: (84) 3312 2324
E-mail: aduern@uol.com.br / aduern@gmail.com
Site: http://www.aduern.org.br
Cep: 59.625-620
Mossoró / RN
Seção Sindical do Andes-SN
Presidente da ADUERN
Lemuel Rodrigues

C O N V I T E

A Assembleia Legislativa, através do Centro de Estudos e Debates, tem a honra de convidar Vossa Senhoria para participar de Audiência Pública com o objetivo de discutir o tema “O PAPEL DA UERN PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, SOCIAL E CULTURAL DO RN”, a ser realizada no dia 17 de novembro de 2016, às 15h, no auditório Cortez Pereira, nesta Casa Legislativa, atendendo propositura do deputado FERNANDO MINEIRO.

Contamos com sua presença!

Atenciosamente,

JOSÉ DE OLIVEIRA WANDERLEY

Diretor do Centro de Estudos e Debates

Senhor LEMUEL RODRIGUES DA SILVA
Presidente da ADUERN

· Favor confirmar presença pelos fones: 3232-5751/5752/999850725, ou pelo e-mail:

centrodeestudosdebatesalrn@gmail.com.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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VIRGOLINO FERREIRA DA SILVA LENDO O LIVRO "VIDA DE CRISTO"


Nesta fotografia Virgolino Ferreira da Silva o afamado rei do cangaço Lampião aparece lendo o livro "VIDA DE CRISTO", presente que recebeu na cidade de Capela, no Estado de Sergipe, no dia 25 de novembro de 1929, do comerciante Jackson Carvalho.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=692810144209577&set=a.270562073101055.1073741841.100004417929909&type=3&theater

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"PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO"


Com muito orgulho de um juruense nato para a Paraíba para o Nordeste e para o Brasil. Um livro épico e único com a história do cangaço em solo paraibano com cidades e regiões por onde cangaceiros deixaram um rastro de sangue suor e lágrimas. O flagelo de um tempo que o tempo não esquece.


Obrigado Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande Do Norte e Bahia pelos pedidos de Exemplares.

Obrigado Sousa, Cajazeiras, Nazarezinho, Lastro, São José de Piranhas, Princesa Isabel, São José de Princesa, Juru, Tavares. Obrigado, Sertão, que foi rota do cangaço!

Para adquirir esta obra entre em contato com o professor Pereira através deste e-mail: franpelima@bol.com.br

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O CAPITÃO LAMPIÃO VERSIFICANDO


"Me juntei a Sebastião Pereira,
Companheiro de desgraça,
Quis queimar o Pajeú
Para ver subir fumaça,
Conheci que sou valente,
Pois Lampião não desmente,
O brilho da tua raça".

Versos do rei do cangaço Lampião

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ENTERRO BIZARRO E MACABRO


Enterro bizarro e macabro com só as cabeças dos defuntos. Assim foi o enterro de: Lampião, Canjica, Azulão, Maria Bonita e Corisco. Em Salvador Bahia no dia 6 de fevereiro de 1969.


Durante muito tempo, as famílias de Lampião, Corisco e Maria Bonita lutaram para dar um enterro digno aos seus parentes. O economista Silvio Bulhões, em especial, filho de Corisco e Dadá, empreendeu muitos esforços para dar um sepultamento aos restos mortais dos cangaceiros e parar, de vez por todas, essa macabra exibição pública. 

Segundo o depoimento do economista, dez dias após o enterro do seu pai violaram a sepultura, exumaram o corpo e, em seguida, cortaram-lhe a cabeça e o braço esquerdo, colocando-os em exposição no Museu Nina Rodrigues.

O enterro dos restos mortais dos cangaceiros só ocorreu depois do projeto de lei no. 2867, de 24 de maio de 1965. Tal projeto teve origem nos meios universitários de Brasília (em particular, nas conferências do poeta Euclides Formiga), e as pressões do povo brasileiro e do clero o reforçaram. As cabeças de Lampião e Maria Bonita foram sepultadas no dia 6 de fevereiro de 1969. Os demais integrantes do bando tiveram seu enterro uma semana depois.

Virgulino morreu aos 41 anos de idade. No entanto, contabilizando-se os riscos enfrentados durante 20 anos de cangaço, a alimentação incerta, as emboscadas, os ferimentos, a falta de assistência médica, entre outros, pode-se afirmar que o rei do cangaço viveu mesmo muito tempo. 

Vale registrar, por outro lado, que Lampião e Maria Bonita possuem parentes próximos em Aracaju: sua filha, Expedita, casou com Manuel Messias Neto e teve quatro filhos (Djair, Gleuse, Isa e Cristina).

Página: 


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TERIA LAMPIÃO DEIXADO UM FILHO NA PARAÍBA?

Por Geraldo Júnior

O jornal “Diário de Notícias” em sua edição de 10 de maio de 1953, afirma que sim.
A matéria do jornal deixa clara a existência de um suposto filho do rei do cangaço, na cidade paraibana de Misericórdia (atual Itaporanga/PB).

Lamentamos! Tanto o pesquisador Geraldo Júnior como o http://blogdomendesemendes.blogspot.com, que infelizmente perdemos o recorte de jornal que comprova esta informação sobre um suposto filho do capitão Lampião no Estado da Paraíba. Não é invenção. O problema é que está havendo algo que dificulta algumas matérias permanecerem na página postada, e que já procuramos, mas não mais encontramos o recorte de jornal que foi postado na página do grupo "O Cangaço", administrado pelo pesquisador Geraldo Júnior. 

O que vocês acham a respeito desse assunto?

Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

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JUNIOR ALMEIDA: A VOLTA DO REI DO CANGAÇO NO FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS


O livro custa 45,00 Reais

Entre em contato com o professor Pereira através deste e-mail:  franpelima@bol.com.br

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91 ANOS DA MORTE DO PRIMEIRO MILITAR NAZARENO

Por Junior Almeida

Corria o ano de 1925 e Virgulino Ferreira, o Lampião, já era um nome bastante conhecido, não só no Nordeste, mas em todo país. O simples boato que o bando do célebre cangaceiro estava por perto era o suficiente para causar pânico em toda população, pois por onde passava a súcia impunha medo e desgraça. Eram poucos os lugares que Lampião e seus cabras passavam em paz. Mesmo antes de chegar ao ápice de sua “carreira” e se tornar o rei de todos os cangaceiros, o jovem Virgulino e seus irmãos já demonstravam seus instintos malignos.

*Foto da força de Nazaré. Crédito Blog Tok de História.

Foi assim no seu lugar de origem na questão com Zé Saturnino bem como vila de Nazaré do Pico, que recebeu em Poço do Negro, em suas imediações, a Família Ferreira quando essa teve que sair do Sítio Passagem das Pedras justamente pela contenda com o povo da Fazenda Pedreiras. Por onde passavam os meninos de Zé Ferreira deixavam seu rastro de dor e desordens. No dito ano a relação de Lampião com o povo de Nazaré já havia azedado, a guerra já realidade entre os nazarenos e os filhos de Zé Ferreira.

A primeira pessoa ligada à antiga Carqueja a tombar na contenda foi Luiz Gonzaga Gomes Ferraz, abastado comerciante e chefe político de São José do Belmonte, Pernambuco, em 20 de outubro de 1922, que foi morto por ordem do antigo comandante de Lampião, Sinhô Pereira, que quis lavar com sangue a honra do parente Yoyô Maroto, que fora desmoralizado com uma surra e várias humilhações em sua terra. Em 12 de agosto de 1923, outro fogo envolvendo os nazarenos e o bando de Lampião aconteceu na Fazenda Enforcado, na Serra do Pico, em Floresta, Pernambuco. No tiroteio ficou ferido o cangaceiro Miguel Piloto. Do lado de Nazaré foram feridos Pedro Gomes de Lira, Olímpio Jurubeba e Adão Thomaz Nogueira.

Depois desse embates, Gabriel de Souza, o Bié, morreu no combate do lugar “Pelo Sinal” em Princesa Izabel na Paraíba em 8 de agosto de 1924. Em 20 de novembro do mesmo ano Lampião incendiou a casa da Fazenda Lagoa do Mato, do nazareno Pedro Thomaz Nogueira, sendo o bando perseguido depois disso por Manoel Jurubeba, Manoel Flor, Inocêncio Nogueira e Levino Caboclo até chegar à Fazenda Baixas, de Antônio Feitosa, em Floresta. Lá aconteceu um novo fogo. Lampião estava acompanhado de quinze a vinte cangaceiros. De Nazaré do Pico lutaram: Euclides Flor, Olimpio Jurubeba, Eloi Jurubeba, Pedro Lira, Abel Thomaz, Manoel Thomaz e Davi Jurubeba que saiu ferido no tornozelo.

O saldo da refrega foi de três mortos. O cabra Manoel de Margarida do lado dos cangaceiros e os nazarenos Inocêncio de Souza Nogueira e Olímpio Gomes Jurubeba. A cada dia a situação entre o povo de Nazaré e Lampião piorava. Nazaré do Pico era toda armas na guerra contra o cangaço. Vários de seus filhos já faziam parte das forças volantes de estados como Pernambuco e Bahia, o que fazia aumentar o ódio de Lampião contra o povo do lugar. José Teotônio de Souza foi mais um civil que tombou pelas mãos da horda maldita. Morreu na Vila de São Caetano, município de Betânia em 24 de maio de 1925.

Em 14 de novembro de 1925 na pequena vila de nome Mulungu, na época pertencente a São Bento do Una, atualmente distrito de Sanharó em Pernambuco, o aniversário de oito anos do menino Euclides, segundo filho do casal Antônio José de Almeida e Tereza Eufrazina de Oliveira, passou como um dia qualquer. Não teve festa, almoço especial nem um bolinho sequer lembraram a data. A família não podia se dar esse luxo pois as condições financeiras não permitiam. O menino do Agreste fora batizado com o nome “ilustre” por que o sei pai já ouvira muito falar da bravura dos sertanejos de Nazaré, e se agradou do nome Euclides, que colocou no filho.

Distante mais de duzentos quilômetros dali, na fazenda Xique-Xique, em Serra Talhada, também em Pernambuco, uma força volante de qual faziam parte o xará Euclides Flor, junto com outros nazarenos, Manoel Flor, João Jurubeba, Aurelino Francisco, Hercílio Nogueira, Ildefonso Flor e o rastejador Batoque, travaram um renhido tiroteio com o bando de Lampião. Neste combate é morto com um tiro na fonte o jovem soldado Ildefonso Flor, de apenas dezesseis anos de idade, o sexto homem de Nazaré a morrer pelas armas dos cabras de Lampião, o primeiro de uma força volante dos lendários nazarenos. Mesmo com a morte do jovem Nazareno, seus irmãos e demais membros da volante, pouparam a vida de dois cangaceiros capturados na Fazenda Xique-Xique, Mão Foveira e Cancão, que posteriormente foram encaminhados para Casa de Detenção em Recife.

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SALAMANTA

Por Guilherme Machado
Salamanta

Este é um dos mais antigos e célebres personagens que durante muitos anos foi o motivo de muito medo na população da cidade de Paulo Afonso-BA. 

Eternizado com o vulgo de SALAMANTA ele era um cangaceiro de quase 2,0 metros, carrancudo, autoritário, temido e ao mesmo tempo respeitado. Seu jeito sério despertava atenção de quem o via. 

O Sr° Francisco quando em seu papel de cangaceiro SALAMANTA, incorporava completamente o espírito cangaceiro que o fez ficar conhecido em toda cidade. Ele foi juntamente com o Sr° Guilherme Luís dos Santos um dos fundadores do grupo em 1956.

(Quem tiver mais informações acerca do saudoso SALAMANTA ou histórias para contar sinta-se a vontade a partilhá-las conosco).

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