Seguidores

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

UM TESOURO ENTERRADO HÁ MAIS DE MIL ANOS NA ALEMANHA É ENCONTRADO POR UM PROFESSOR E SEU ALUNO DE 13 ANOS UTILIZANDO UM DETECTOR DE METAIS


O rei viking Harald Gormsson poderia ter enterrado o tesouro enquanto fugia de seus inimigos.

Os historiadores supõem que durante seu reinado legou um sistema unificado e converteu a Dinamarca ao cristianismo, mas Harald Gormsson aparentemente também deixou outra coisa: um tesouro enterrado na ilha Rügen, na Alemanha, que foi recentemente descoberto por um arqueólogo amador e uma criança de 13 anos.

Editorial BBC World
Fonte – http://www.bbc.com/mundo/noticias-43788902?ocid=socialflow_twitter

A descoberta inclui anéis, broches, pérolas, colares trançados, um martelo de Thor e até 600 moedas divididas, das quais pelo menos 100 correspondem ao tempo em que Harald Gormsson, ou Harald Blåtand – um rei viking que também era conhecido como Harald Dente azul – que governou sobre o que hoje em dia é a Dinamarca, o norte da Alemanha, o sul da Suécia e partes da Noruega, aproximadamente entre os anos 958 e 986.

Dente azul liderou campanhas militares contra os nobres francos que governavam partes da França e da Alemanha durante a era carolíngia.

Muitas das moedas encontradas têm o desenho da cruz.

No ano de 950, ele se converteu ao cristianismo e estabeleceu várias dioceses na Dinamarca.

REPORT THIS AD

No entanto, por volta do ano 980 ele foi forçado a fugir para a Pomerânia, após ser derrotado em uma batalha naval por forças leais a seu filho Sweyn Forkbeard, que assumiu o trono dinamarquês.

Pesquisa intencional

A descoberta dessas peças antigas foi feito em janeiro por René Schön e seu pupilo Luca Malaschnitschenko, de 13 anos, que pertencem a um grupo de arqueologia amadora, que encontraram o tesouro em uma área ao norte da ilha Rügen usando um detector de metais.

René Schoen e seu aluno Luca Malaschnichenko, de 13 anos, foram os primeiros a encontrar o local onde o tesouro foi enterrado.

Então eles tropeçaram no que pensavam ser um pedaço de alumínio sem valor. No entanto, em uma inspeção mais profunda, eles perceberam que era uma moeda de prata.

O que aconteceu foi mantido em segredo até que uma equipe de especialistas foi mobilizada para realizar escavações em uma área de cerca de 400 metros quadrados.

“Este tesouro é o maior achado de moedas da época de Harald Dente azul na região sul do Mar Báltico e, portanto, tem grande importância”, disse Michael Schirren, o principal arqueólogo responsável pelas escavações.

Os especialistas escavaram em uma área de 400 metros quadrados.

O local de descoberta, Schaprode, está localizado a poucos quilômetros de Hiddensee, uma ilha e um município da Alemanha localizado no distrito de Rügen, Estado de Mecklemburgo, na Pomerânia Ocidental, onde no século XIX foi encontrado um conjunto de 16 peças de ouro da época deste rei viking.

Especialistas acreditam que o tesouro foi enterrado ao mesmo tempo em que Harald Dente azul fugiu para a Pomerânia, onde morreu em 987.

“Este é o caso incomum de uma descoberta que parece corroborar o que as fontes históricas dizem”, disse o arqueólogo Detlef Jantzen.

Extraído bo blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

VIRGOLINO FERREIRA TINHA FIRMA RECONHECIDA EM DOIS CARTÓRIOS.

Por Sálvio Siqueira

Segundo o encontrado, a firma de Virgulino Ferreira foi reconhecida em dois cartórios de duas cidades distintas. Um em Vila Bela, hoje Serra Talhada - PE, em 09 de fevereiro de 1933, e a outra na cidade do Recife capital do Estado pernambucano, em 25 de agosto de 1934. A primeira pelo Sr. Antonio Timótheo de Lima e a segundo pelo bacharel de Franca (França) Marinho.

As datas dos dois reconhecimentos coincidem com a já estadia e implementação do reinado de Lampião em terras baianas e sergipanas.

Pergunta-se:

Seria o mesmo Virgolino Ferreira - o Lampião?

Se positivo, quem teria ido as duas cidades e aos dois cartórios fazer o reconhecimento da assinatura? o próprio?



http://blogdomendesemendes.blogspot.com

FESTA NO SERTÃO DE BATALHA



Clerisvaldo B. Chagas, 28 de agosto de 2019
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.171

Quem gosta de festa no Sertão, prepara-se para a 370 Expobacia Leiteira na cidade de Batalha-AL. Este é um dos maiores eventos da pecuária leiteira do Nordeste. Como sempre, o acontecimento será no Parque Mair Amaral e calcula-se em mais de mil animais em exposição, entre os dias 2 a 5 de outubro. Haverá palestras, torneios leiteiros, julgamentos, feira de produtos e exposição de animais. Além disso, contará comshow de Geninho Batalha e Xand Avião. A Feira da Agricultura Familiar estará presente mostrando sua força e variedade. Festa no campo da Agricultura Familiar e do Produtor Rural.
BATALHA. (FOTO: ÂNGELO RODRIGUES/ACERVO B. CHAGAS).
Muita coisa já foi divulgada dessa promoção que envolve a Prefeitura de Batalha, A Secretaria de Estado da Agricultura, a Associação dos Criadores de Alagoas (ACA) e Sindicato dos Produtores de Leite de Alagoas (Sindleite). O torneio leiteiro, segundo as expectativas, poderá contar com 150 produtores, tanto do Sertão quanto da zona da Mata. Como se vê, com a 370Edição, a Exposição de Batalha virou acontecimento tradicional na zona do leite, alagoana, no Nordeste e no Brasil. Fora os negócios financeiros com metas ambiciosas, a Exposição Leiteira é um grande espetáculo rural e popular.
Batalha faz parte do coração da Bacia Leiteira e fica bem ali, pertinho. A cidade tem muito a oferecer aos seus visitantes com suas histórias, barzinhos, pontos aprazíveis e a fascinante culinária sertaneja. Além disso, sua posição geográfica permite um tour pela vizinhança que poderá se estender às belezas naturais do rio São Francisco. 
Outubro vem aí.
Vai perder?
http://blogdomendesemendes.blogspot.com

OS CABRAS DE NAZARÉ



Dentre as forças para combater Lampião, o maior caçador de cangaceiros foi Manoel de Sousa Neto. Foi seguramente o mais famoso chefe de volante da campanha contra Lampião, estima-se que Manoel Neto travou 35 combates contra Lampião. Entre os companheiros era chamado mané fumaça. Os cangaceiros chamavam-no cachorro azedo.O povo de Nazaré nunca gostara dos Ferreira (familia de Lampião) foram inimigos mais rancorosos de modo que todos os nazarenos ingressaram na polícia.

Fonte: IRMÃO José Bezerra L. -2014- Salvador/BA

Foto: Força Nazarena ao comando do bravo tenente Manoel Neto (o primeiro a frente de todos). Foto colhida no sertão da Bahia em plena campanha contra o banditismo naquele estado, autor: desconhecido

Acesse, participe, divulgue e compartilhe
Perguntas, respostas, dúvidas, correções e sugestões serão postas no campo destinado aos comentários
Pedro Ralph Silva Melo (adm. do grupo)


http://blogdomendesemendes.blogspot.com

A IMPORTÂNCIA DE LEMBRAR OS ASSASSINADOS POR LAMPIÃO. ARTIGO MEU, POSTADO EM 28 DE AGOSTO DE 2016.


Por Raul Meneleu
Cassimiro Gilo sobrevivente da chacina - (com o neto Djalmir - filho de D. Dejinha)

Hoje 28 de agosto celebra-se a lembrança de um dos maiores crimes cometidos por Lampião e seus cangaceiros. Trata-se do assassinato de uma família quase em sua inteireza, onde apenas um dos filhos do patriarca escapou por não se encontrar em casa, Cassimiro Gilo, com 15 anos de idade. Ontem, 27 de agosto de 2016, foi celebrado a missa marcando 90 anos da chacina da família, onde o Grupo Florestano de Estudos do Cangaço - GFEC, organizou a Missa de 90 anos da chacina da família Gilo.

Estiveram presentes os membros remanescentes da família e os amigos João de Sousa Lima, Marcos de Carmelita, Cristiano Ferraz, Manuel Serafim, Lourinaldo Teles, Betinho de Numeriano, Giovane Macário e Ana Amélia, que atuam na história do cangaço, relembrando através de seus escritos as perversidades de Lampião e seus cangaceiros. A família Gilo e convidados ouviram o Padre italiano Giovanni Malacrida, da paróquia de Floresta realizar a Missa de 90 anos da chacina da família Gilo.

A MORTE DE MANOEL DE GILO

Quando estive no local do ataque de Lampião à casinha de pau a pique onde Manoel Gilo residia com familiares, encontrei apenas um desvão cavado, onde vim a saber que era um compartimento tipo porão, onde era usado para armazenar gêneros alimentícios e sementes. Segundo nossos guias, os amigos Marcos Antonio de Sá e Cristiano Ferraz, autores do livro "As Cruzes do Cangaço", já havia pouca munição restante e os
"rifles esquentaram tanto que chegaram a queimar a coronha e tinham de ser colocados dentro de um coxo com água, para tentar resfriá-los. Lampião percebeu a posição de onde os tiros estavam sendo disparados, passando perto deles, e ordenou que os cangaceiros atirassem mais na direção das telhas, conseguindo atingir os que estavam naquele local, chegando a derrubar a linha da casa. A aflição e o desespero tomaram conta de todos. A casa de barro feita de pau a pique já se encontrava completamente destruída, devido à quantidade de tiros. A luta estava chegando ao fim, os Gilo não tinham mais a quem recorrer. A artilharia pesada em cima deles não dando trégua pouco a pouco foi tirando o ânimo dos sitiados. A morte com seu cajado anunciava a sua chegada. Do outro lado, Lampião e sua horda de malfeitores cantavam gritos de vitória, anunciando o fim da batalha. Por volta das onze horas a munição dos Gilo acabou e o tiroteio foi cessado. O silêncio dominou o ambiente. Dentro da casa os homens estavam mortos, restando apenas Manoel Gilo, que estava ferido e com as mãos em carne viva, devido ao aquecimento das armas. As mulheres não foram atingidas pelos disparos e estavam todas dentro do aloque. Pacífica segurava o filho pequeno, Manoel, que chorava muito. Dona Alexandra, Lulu e Maria Pequena estavam em prantos, vendo seus familiares e amigos mortos. Lulu ainda não sabia que o seu pai, João Gabriel de Barros, o Janjão, tinha sido assassinado pelos bandidos, junto ao amigo Chico de Rufina. Os cangaceiros derrubaram a porta da casa, retiraram Manoel e o levaram à presença do chefe. Lampião olhou para Manoel e disse: - Manoel de Gilo, se você garantir de andar comigo eu garanto o resto da sua vida. E Manoel respondeu: - Eu num garanto não, porque a minha família já se acabou toda e eu num posso andar com você não. Manoel, segurado pelos cangaceiros, perguntou a Lampião o motivo de ele ter atacado a sua família, dizendo que nunca fora seu inimigo. Lampião, sentindo a fibra e a coragem do sertanejo, então falou: - Você pensou que podia mangar de mim, Mané de Gilo? Quem fez, eu vim aqui foi essa carta que você mandou pra mim. Lampião apresentou a famigerada carta, e Manoel defendeu-se, dizendo: - Essa carta é uma mentira, por que eu num sei ler e nem escrever, como é que eu ia escrever? No que Lampião disse: - Rapaz, cuma é essa história? E Manoel de Gilo virou-se para Horácio e continuou: - Isso ai tudo foi por conta desse bandido, desse ladrão safado, que me jogou nessa ratoeira. Nesse momento Lampião já começava a acreditar nas palavras. Foi quando Horácio, sem dar tempo ao seu desafeto defender-se, chegou sorrateiramente por trás de Manoel e fez disparo com seu parabélum, atingindo-o mortalmente na altura do pescoço. Lampião percebeu então o que tinha se passado, a trama na qual ele tinha sido envolvido, fora usado por Horácio para concretizar a sua traiçoeira vingança. Os cangaceiros arrastaram os corpos, colocaram no terreiro da casa e saquearam todos os objetos de valor que enconiraram. Lampião, revoltado com a atitude de Horácio, pensou em matá-lo. Discutiram, os dois titãs se encararam e por pouco não aconteceram mais mortes. Aos pés da quixabeira que ficava no terreiro, uma cena macabra, sete corpos espalhados pelo chão, entre eles: Gilo Donato e os filhos Manoel de Gilo, Evaristo Gilo, Joaquim Gilo, Henrique Damião (genro), Permínio (parente) e José Pedro de Barros (vizinho e parente). Dona Alexandra, encostada na árvore, desconsolada com o filho Manoel no colo, afagava seus cabelos lavados de sangue, perplexa, em estado de choque, sem conseguir acreditar no que tinha acontecido. Um pouco afastado da casa, junto à cerca, estava morto Ernesto do São Pedro, que pagou com a vida sua lealdade à família Gilo. Perto dali, junto aos escombros restantes da casa de Ezequiel Damião, estavam os corpos de Chico de Rufina e João Gabriel de Barros (Janjão). No Riacho do Arcanjo, localizado na estrada que ligava Floresta ao povoado de Barra do Silva, embaixo de uma quixabeira, estava Pedro Alexandre, assassinado pelo cangaceiro Barra Nova. Alexandre Ciríaco fora deixado no local onde morreu, a cerca de duzentos metros do epicentro da tragédia." - Trecho do livro AS CRUZES DO CANGAÇO pg 123

Como vimos nesse relato cheio de detalhes, presenciamos novamente naquele local a tragédia, a dor sentida, usando cada um de nós de empatia, por aqueles que passaram por tal sofrimento.

Urge que estejamos alertas para fazermos sempre essas celebrações em lembranças dos assassinados por tão famigerado bandido que assolou o sertão nordestino no século dezenove. Urge que em nossos próximos encontros de estudiosos da Saga Cangaço, façamos-nos lembrar de famílias destruídas por cangaceiros tais como Lampião, Corisco, Gato e outros, que infelizmente alguns teimam em "branquear" suas histórias com um manto de justiceiros, o que nunca foram.

Lampião era um bandido feroz e desalmado e em sua sanha assassina matou a muitos e destruiu lares. Abaixo apenas para lembrar esses acontecimentos deixo registrado a apresentação da tragédia feita à família Gilo e logo abaixo, outra tragédia praticada nos estertores do cangaço, logo após a morte de Lampião, que foi o assassinato de outra família no sertão alagoano; a família do Vaqueiro Domingos Ventura, para que os amigos tenham conhecimento:

A Chacina da Família Gilo por Lampião 



A narrativa abaixo, do Senhor Celso Rodrigues, foi feita para mais de uma centena de pesquisadores, historiadores e admiradores do tema Cangaço. Foi proferida na Fazenda Patos, no município de Piranhas no Estado de Alagoas, Brasil, que foi o palco de uma das maiores atrocidades desse cangaceiro Corisco para vingar a morte de Lampião, o Rei dos Cangaceiros. Corisco matou seis pessoas e degolou suas cabeças e as enviou para o Tenente João Bezerra, comandante das Volantes que trucidaram Lampião, Maria Bonita e alguns cangaceiros. Eram as vítimas pessoas inocentes que não tiveram nada com a morte de Virgulino Ferreira, o Lampião. Foi o próprio delator quem indicou a Corisco que a traição, tinha vindo da família do vaqueiro, o Senhor Domingos Ventura. Foram assassinados além dele, sua esposa e mais quatro membros de sua família.

A Vingança de Corisco no Palco dos Inocentes 

Raul Meneleu 


http://blogdomendesemendes.blogspot.com

CABEÇA DE LAMPIÃO


Acervo do  Francisco Alvarenga Rodrigues




"É Lampião - dizia o soldado - Olhem o olho cego dele..." 

Enquanto isso, as cabeças de Maria Bonita e dos demais cangaceiros jaziam sobre a pedra fria...

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

"UMA FUNÇÃO CURIOSA"


Acervo do Pedro Melo

Sabonete era o secretário de Maria Bonita. Polia-lhe as joias, ocupava-se de seus recados, de suas finanças, farmácia, armas e tudo o mais da esfera pessoal, desfrutando nessa curiosa função de mordomo das caatingas, do agrado de sua rainha e do capitão seu rei.

Fonte: MELLO Frederico P. D. -2013- São Paulo/SP
Foto: Maria Bonita recolhe suas joias por Sabonete, autor Benjamim Abraão

Acesse, participe, divulgue e compartilhe👍
Pedro Ralph Silva Melo (adm. do grupo)


http://blogdomendesemendes.blogspot.com

BREJO SANTO E O ÚLTIMO DIA DA GRANDE FESTA DO CARIRI CANGAÇO 10 ANOS

Por Manoel Severo

Brejo Santo, uma das mais tradicionais cidades da região sul do estado do Ceará, localizada a 500 km da capital alencarina, Fortaleza, recebeu o último dia do grande Cariri Cangaço 10 Anos. Com forte vocação desenvolvimentista, Brejo Santo é uma das cidades polos do Cariri cearense, tornando-se ponto de referência para toda região. Atualmente com cerca de 51 mil habitantes possui uma história forte e peculiar ligada ao fenômeno do cangaço e coronelismo dos finais do século XIX e as primeiras décadas do século XX. Para resgatar um pouco dessa memória recebeu o Cariri Cangaço em um dos momentos mais importantes de sua festa de 10 anos.

Público recorde lota as dependências do Cine Teatro Professor Júlio Macedo Costa
 Brejo Santo recebe com festa o Cariri Cangaço 10 Anos 

Cine Teatro Professor Júlio Macedo Costa; um dos mais bonitos equipamentos culturais do sul cearense; acolheu a manhã solene de abertura do último dia do Cariri Cangaço 10 Anos. Com suas dependências completamente lotadas, pesquisadores de todo o Brasil puderam conhecer mais de perto um pouco da história e dos muitos episódios marcantes que tiveram em Brejo Santo seu principal cenário.  

A Mesa solene da abertura contou com as presenças da prefeita municipal, Teresa Landim, do deputado estadual Guilherme Landim, do vice-prefeito Bosco Sampaio, da presidente da câmara municipal, vereadora Carmem Martins; do curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo; do secretário municipal de cultura Dr Miram Basílio, dentre outras autoridades. Com cerimonial do jornalista Faria Junior, o evento teve seu inicio com Hino Nacional Brasileiro para logo em seguida haverem as falas das autoridades, representadas pela prefeita Teresa Landim e pelo deputado estadual Guilherme Landim.

Em suas palavras a prefeita Teresa Landim falou da "satisfação e a honra do Cariri Cangaço escolher Brejo Santo para compor a programação de seus 10 anos" e completou: "Hoje é um dia mais que especial, Brejo Santo recebe o mais qualificado e respeitado evento sobre o cangaço, de todo o Brasil, para nós é motivo de muita alegria".


A manhã de festa seguiu com as apresentações artísticas de dança, xaxado, cordel e poesia, além do mais autêntico forró de raiz sertanejo, os destaques ficaram por conta da bailarina Glícia, de Brejo Santo, do casal Quirino Silva e Célia Maria, de João Pessoa; do artista mirim Pedro Popoff - "O menino do cordel e do baião" de Bauru, São Paulo e Luiz Forró de Natal.


"As apresentações artísticas são parte integrante das programações do Cariri Cangaço. Elas promovem a integração das artes e da cultura dos vários rincões sertanejos, assim sempre que viajamos com nosso Cariri Cangaço, levamos nossos artistas e recebemos os artistas da terra, isso é muito bacana" revela a Conselheira Cariri Cangaço, pesquisadora Juliana Pereira.

Quirino Silva e Célia Maria na festa do Cariri Cangaço em Brejo Santo

"O xaxado foi difundido como uma dança de guerra e entretenimento pelos cangaceiros, notoriamente do bando de Lampião, no início dos anos 1920, em Vila Bela, atual Serra Talhada. Na época, tornou-se popular em todos os bandos de cangaceiros espalhados pelos sertões nordestinos"
 Quirino Silva e Célia Maria na festa do Cariri Cangaço em Brejo Santo

O Autêntico xaxado nordestino...


Pedro Popoff - "O menino do cordel e do baião"; 13 anos, é um dos astros mirins do Cariri Cangaço. Paulista de Bauru e neto de Russos, Pedrinho é um apaixonado pela cultura do sertão e apresentou um conjunto de cordéis na manhã solene em Brejo Santo. "O Cariri Cangaço tem essa força, é incrível como contagia a todas as gerações e idades. Temos nossos artistas mirins representados pelo Pedrinho Popoff, a querida Cecília do Acordeon, o Pedro Lucas do Museu, a Deisiely do Acordeon, a linda Francine Maria, essas crianças estão sempre viajando o nordeste inteiro acompanhando o Cariri Cangaço, isso é maravilhoso" confessa o Conselheiro Cariri Cangaço Manoel Serafim, de Floresta, 
Pernambuco.
Pedro Popoff - "O menino do cordel e do baião"; 13 anos, é um dos astros mirins do Cariri Cangaço. Paulista de Bauru e neto de Russos, Pedrinho é um apaixonado pela cultura do sertão...

 Pedro Popoff e a festa do Cariri Cangaço 10 anos em Brejo Santo

A manhã ainda reservava o lançamento do livro do escritor Dr Wanderlei Landim, "Voo do Zabelê", a obra do autor e renomado brejossantense que teve a apresentação do médico Dr. Welilvan Landim. Na oportunidade o Sr. Wanderley Landim foi agraciado com comenda de Honra ao Mérito Cultural, pelos relevantes serviços prestados à Cultura do Cariri. 


DrWanderlei Landim e o lançamento de "Voo do Zabelê"

A solenidade seguiu com um conjunto de homenagens prestadas pelo Conselho Alcino Alves Costa, do Cariri Cangaço; representado por Manoel Severo. Receberam os Diplomas de "Amigo do Cariri Cangaço" ,  a prefeita Teresa Landim, o deputado Guilherme Landim, a presidente da câmara Municipal, Carmem Martins e o secretário de Cultura, Dr . Miram Basílio.

 Prefeita Teresa Landim e diploma de "Amiga do Cariri Cangaço"
Ex-deputada Gislaine Landim recebe em nome do filho, deputado Guilherme Landim e presidente da câmara Carmem Martins
Secretário de cultura Dr Miram Basílio e Manoel Severo

"O Diploma de Amigo do Cariri Cangaço é uma distinção à personalidades que se destacam no fomento e defesa da cultura e tradições nordestinas; o Cariri Cangaço sente-se honrado em poder prestar essas homenagens através do Conselho Alcino Alves Costa", revela o Conselheiro Cariri Cangaço Narciso Dias, de João Pessoa.

 Manoel Severo: "Quanta honra chegarmos à querida Brejo Santo..."
 Manoel Severo:"Brejo é sem dúvidas uma das cidades mais tradicionais e fortes de nosso Ceará"
Manoel Severo:"Meu amigo Miram Basílio é o grande responsável por essa grande festa"
Manoel Severo e o ex-prefeito José Landim

Em suas palavras o curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo ressaltou "a grande força e a tradição de Brejo Santo" como também falou do grande apoio por parte da Prefeitura Municipal de Brejo Santo através da prefeita Teresa Landim e toda sua equipe, e finalizou: "Temos aqui que ressaltar o espetacular trabalho do Secretario de Cultura, Turismo e Eventos, meu amigo Miram Basílio, na verdade o grande responsável por este grandioso Cariri Cangaço 10 anos em Brejo Santo" 

Manoel Severo e a concessão das Comendas aos "Personagens Históricos do Sertão" 

Seguindo-se a programação foi a vez do Cariri Cangaço prestar homenagens a grandes vultos e personalidades da história de Brejo Santo que tiveram destaque dentro da historiografia do cangaço e coronelismo. Receberam a Comenda "Personagem Histórico do Sertão" ; o coronel Chico Chicote, o capitão Arlindo Rocha, o lendário Antônio da Piçarra, Antônio Gomes Grangeiro, a família do Major José Inácio do Barro e o ex-cangaceiro Moreno, do bando de Lampião.

Djalma Inácio de Lucena recebe a Comenda em homenagem a Chico Chicote da Guaribas
"Chico Chicote era tido como desordeiro contumaz; quando bebia quase sempre acabava se envolvendo em problemas. Por seu temperamento difícil ,já tinha sobre seus ombros vários crimes e um número sem fim de inimigos. Dentre esses se destacava a família Salviano, mentora da tragédia de Guaribas.Entre Chico Chicote e Lampião sempre houve um respeito mútuo , apesar da distância; Lampião que até ali não tinha inimigos no estado do Ceará, acabou sendo o álibi perfeito para o início da trama que daria cabo a vida de Chico Chicote.A manhã daquele primeiro de fevereiro de 27, avançava nas Guaribas. A força comandada pelo tenente José Gonçalves Bezerra, após o assassinato do grupo de Antônio Gomes Granjeiro em Salvaterra e Antônio Marrocos no terreiro de Chico Chicote, iniciava um dos mais terríveis cercos da história do cangaço. De dentro de casa, acompanhado apenas pela esposa, Dona Geracina, da filha Josefa, do filho Vicente Inácio, e os cabras Sebastião Cancão e Mané Caipora; Chico Chicote numa das resistências mais célebres do sertão, sustenta uma verdadeira chuva de bala de seus oponentes, que mantinham Guaribas quase que totalmente cercada."

 Dona Mundinha Grangeiro e Mano Grangeiro recebam a Comenda 
de Antônio Gomes Grangeiro "in memoriam"
 Mano Grangeiro e palavras de gratidão ao Cariri Cangaço
Dona Mundinha, prefeita Teresa Landim e Mano Grangeiro
Monumento em homenagem a Antônio Grangeiro no local de sua morte

"Hoje neste dia 27 de julho de 2019 aqui no Cine Teatro de Brejo Santo, eu e mamãe, Raimunda Grangeiro Neves, recebemos, das mãos do meu querido amigo, Manoel Severo Barbosa, Presidente do Conselho Curador do Cariri Cangaço, a Comenda de Personagem da História do Sertão, concedida ao meu avô materno, Antônio Gomes Grangeiro (In Memoriam). Meu avô morreu no histórico e trágico acontecimento conhecido como "Fogo das Guaribas", assassinado pelo famigerado Tenente Zé Bezerra, que estava à frente da volante das forças policiais do Ceará, em 2 de fevereiro de 1927. Quatro meses depois do bárbaro assassinato de vovô, minha avó, Celina Grangeiro, dava à luz aquela que viria a ser minha mãe, hoje nonagenária, e única filha viva de Antonio Grangeiro. Gratidão ao Cariri Cangaço pelo reconhecimento. Foi muito emocionante pra nós." Confessa um emocionado Mano Grangeiro.

 Manoel Severo, Wilton Santana Filho, Arlindo Rocha Filho e esposa
Arlindo Rocha Filho e as palavras de gratidão em nome do pai, Tenente Arlindo Rocha
"Arlindo Rocha veio a ser um dos principais perseguidores dos bandos cangaceiros; participou de muitos combates contra os bandos, um desses foi o famoso combate da Serra Grande no dia 26 de novembro de 1926 que a época pertencia a Flores-PE, e hoje ao município de Calumbi-PE, saindo Arlindo com um ferimento no queixo, outros episódios marcantes onde o militar estava entre os protagonistas foram o cerco à Guaribas de Chico Chicote e o cerca à Piçarra, quando foi baleado e morto o cangaceiro Sabino das Abóboras"

"O Conselho Alcino Alves Costa do Cariri Cangaço presta justas homenagens a estes verdadeiros ícones da historiografia do cangaço e do sertão. Personagens como o grande tenente Arlindo Rocha, o lendário Antônio da Piçarra, o Major Zé Inácio do Barro, os protagonistas e vítimas de uma das maiores chacinas do sertão; Chico Chicote e seu Antônio Grangeiro, sem falar no ex-cangaceiro Moreno, um dos mais destacados do bando de Lampião, aqui não fazemos homenagens ao banditismo ou a cangaceiros, apenas registramos as figuras lendárias e personagens históricos" confirma o Conselheiro Cariri Cangaço Ivanildo Silveira, de Natal.

 Dr Miram Basílio passa às mãos de dona Ivanilda Leite e Vílson, a comenda em homenagem ao lendário Antônio da Piçarra.
Wilton Santana Filho, ou simplesmente Vílson da Piçarra, como é conhecido o neto que foi criado por Antônio da Piçarra que com emoção fala do momento especial da homenagem ao avô e o respeito e admiração ao Cariri Cangaço.
"...Muito se tem falado sobre o meu avô Antônio da Piçarra, mas poucos sabem da real e verdadeira história de sua ligação com Lampião. Veja: Minha avó tinha fortes ligações com a família de José Saturnino de Vila Bela, no Pajeú e meu avô acabou tendo essa forte ligação com Virgulino, é a vida! Agora sobre o cerco e a morte de Sabino aqui na Piçarra, meu avô não pôde fazer nada, a volante estava em sua casa e mantinha sob ameaça sua esposa e filhos, não tinha saída, teve que levar os homens ao local onde estavam os cangaceiros..."Vílson da Piçarra
 O Conselheiro Cariri Cangaço , secretário de cultura da cidade de Barro, Sousa Neto, autor da festejada obra "Major Zé Inácio do Barro" entrega a Comenda a Maria do Socorro Martins Cardoso , representante da família...
Manoel Severo e Dra Socorrinha
Dra. Socorrinha, ex-primeira dama da cidade de Porteiras, lembra a presença do Cariri Cangaço em Porteiras por duas vezes e a homenagem à sua família
Major Zé Inácio do Barro
p
O último registro da manhã foi a entrega da Comenda de "Personagem Histórico do Sertão" ao ex-cangaceiro Moreno; representado por seus filhos; Neli Conceição e Inacinho; primos, sobrinhos e outros familiares. "Moreno nasceu em Tacaratu; Pernambuco, mas passou sua infância e adolescência em Em Brejo Santo. Na última vez que veio a Brejo Santo por ocasião das gravações do filme "Os últimos cangaceiros" na conversa com os parentes, entre risos, lágrimas e versos improvisados, reviveu a sua adolescência sofrida marcada por um ardente desejo de ser soldado de Polícia. O destino, entretanto, lhe foi cruel. Terminou levando uma surra da Polícia de Brejo Santo, sob a acusação injusta de ter roubado um carneiro. Quando saiu da cadeia, matou o homem que o denunciou e que era o verdadeiro ladrão do carneiro. A partir daí virou uma fera. Matou e castrou alguns dos seus perseguidores. Ele nega estes crimes, dizendo que não assassinou ninguém em Brejo Santo. Mas, a própria família confirma as atrocidades praticadas por Moreno que, com 19 anos, fugiu para a Paraíba. Em Cajazeiras, matou mais um. Fugiu para Alagoas, onde já chegou com a fama de valente, dai entrar no cangaço foi um pulo." revela Antônio Vicelmo.
Neli e Inacinho recebem Comenda de "Personagem Histórico do Sertão"
Inacinho, filho de Moreno e Durvinha no registro de Personagem da História do Sertão a seu pai, ex-cangaceiro Moreno.
Conselheira Cariri Cangaço, Neli Conceição e a Comenda de Personagem da História do Sertão a seu pai, ex-cangaceiro Moreno 
Neli Conceição, Manoel Severo e Inacinho
 Neli Conceição, Louro Teles e Inacinho
Neli Conceição, Louro Teles e Inacinho
Aline Melo, Juliana Pereira e Junior Almeida

"A caravana Cariri Cangaço fiel ao propósito de desbravar as entranhas da história e cultura nordestina! Salve salve a brilhante iniciativa e os seus fazedores. Pelas vias do fazer cultural, somos todos construtores de um processo educacional que evidencia a cultura nordestina em seus detalhes outrora repousados em cada espaço que ocorreu. Cenários e personagens revistos no Cariri, um momento promissor para a historiografia nordestina. Avante! Cariri Cangaço no Ceará, edição de 10 anos de fundação da instituição. Conhecer cenários, personagens e histórias fortalecem a cultura e o fazer educacional, que entra nas trilhas do nordeste. Momentos de celebração e sempre renovados aprendizados. Viva a cultura sertaneja" festeja o pesquisador Urbano Silva de Caruaru, Pernambuco.

 Luiz Forró e Glícia no autentico forró de raiz sertaneja

A última etapa da programação no Cine Teatro de Brejo Santo marcou a entrega de troféus de honra ao mérito cultural por parte do Secretário de Cultura, Turismo e Eventos, historiador Miram Basílio à várias personalidades da vida cultural e educacional de Brejo Santo, num autentico reconhecimento ao trabalho desenvolvido em defesa da  cultura regional.

Secretário de Cultura, Turismo e Eventos, historiador Miram Basílio; grande responsável pelo Cariri Cangaço em Brejo Santo

"As terras localizada no sopé da Chapada do Araripe, eram habitadas pelos índios Kariri, antes da chegada das entradas no interior brasileiro durante o século XVII. Os integrantes das entradas, militares e religiosos, mantiveram os primeiros contatos com os nativos, estudaram todas a região dos Cariri, catequizaram os indígenas e os agruparam em aldeamentos ou missões.Os resultados destes contatos e descobrimentos desencadearam notícias que na região tinha ouro em abundância e em seguida desencadeou-se uma verdadeira corrida para os sertões brasileiros, onde famílias oriundas de Portugal, sonhando com as riquezas de terras inexploradas e com a esperança de encontrar o minério, que as levariam a aumentar o seu patrimônio material, além de aumentar o seu prestigio pessoal com a corte portuguesa. A busca do metal precioso, nas ribanceiras do rio salgado, trouxe para a região do sertão do cariri, a colonização e com consequência a doação de sesmarias, o que permitiu o surgimento de lugarejos e vilas. Brejo Santo como núcleo urbano surgiu neste contexto, ao redor de uma fazenda."
o
Brejo Santo fica a 500 km da capital do Ceará, Fortaleza
"No ano de 1858 existia, onde hoje se situa a cidade de Brejo Santo, duas casas: uma propriedade do Coronel Aristides Cardoso dos Santos e uma pertencente a viúva de Antonio José de Sousa, Senhorinha Pereira Lima, onde o tropeiro se abastecia de farinha, arroz, fumo, bebida, descansava os animais e depois partia em rumo de Jardim. Neste mesmo ano, chegou a Brejo Santo, o Coronel Clementino Cavalcanti, José Francisco da Silva, sua esposa Ana Maria Gomes da Silva e seus filhos. Pouco a pouco, o povoado foi crescendo, surgindo novas casas, bodegas e com uma tendência sempre ascendente de desenvolvimento, foi concedido os Foros do Distrito."
Coronel Basílio Gomes da Silva
o
"Por iniciativa de Basílio Gomes da Silva, filho de José Francisco da Silva, foi enviada uma carta ao Dr. Antônio Luiz dos Santos solicitando a criação da freguesia de Brejo dos Santos. Com a Lei Provincial numero 1.708, de 25 de julho de 1876, criou-se a paróquia, separando, assim, das paróquias de cidades vizinhas, entretanto, somente em 02 de setembro de 1877 é que o Padre Francisco Lopes Abath chegou a cidade. Com a frequente expansão populacional e comercial, Brejo dos Santos tornou-se vila pelo decreto numero 49, de 26 de agosto de 1890, de autoria do Governador do Estado, Coronel Luiz Antônio Ferraz, criando, assim, a "Villa de Brejo dos Santos”. Finalmente, a vila passou a cidade pelo Decreto-Lei Estadual numero 448, de 20 de dezembro de 1938, com o topônimo simplificado de Brejo Santo. A cidade de Brejo Santo somente tomou a configuração física dos dias atuais com a Lei numero 1.153, de 22 de Novembro de 1951, ficando, por conseguinte, assim constituído: Brejo Santo (Sede do Município) São Felipe e Poço (Distritos), perdendo com a referida lei o distrito de Porteiras, que passou a configuração de cidade."

Carla Mota e Pedro Popoff
Vilson da Piçarra, Kael Rocha e Paulo de Tarso
Voldi Ribeiro 

A grande festa da família Cariri Cangaço 10 Anos na cidade de Brejo Santo
 Manoel Belarmino, Rose Souza, Rangel Alves da Costa, Ingrid Rebouças, Rubelvan Lira, Maria Oliveira e Voldi Ribeiro.
Bruno Yacub, Ingrid Rebouças e Manoel Severo
Zé Tavares, Geraldo Ferraz e Jorge Figueiredo
David Junior e Manoel Severo
Ze Tavares e Bismarck Oliveira
A isso chamo Cariri Cangaço !!!
 Rangel Alves da Costa, Ingrid Rebouças e Rubelvan Lira
Kael Rocha, Junior Almeida, Arlindo Rocha Filho, Ze Tavares e Calixto Junior

Luiz Antonio, Quirino Silva, Clênio Novaes, Ze Irari, Ivanildo Silveira, Ze Tavares, 
Noadia Costa e Jorge Remigio
Daniel Cruz e Rubelvan Lira
 Narciso Dias, Junior Almeida e Vilson da Picarra
 Jose Irari, Arnaldo Nogueira, Clenio Novaes e Quirino Silva
Junior Almeida, Elane Marques, Sabino Bassetti e Juliana Pereira 
 A grande festa do Cariri Cangaco em Brejo Santo...
 Sulamita Buriti
Urbano Silva e Abreu Mendes
Valdir Nogueira, Ivanildo Silveira, Ze Tavares, Noadia Costa,e casal Bismarck Oliveira


Cariri Cangaço 10 Anos
Cine Teatro Professor Júlio Macedo Costa
27 de Julho de 2019
Brejo Santo, Ceará


http://blogdomendesemendes.blogspot.com