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segunda-feira, 19 de junho de 2017

LIVRO “O SERTÃO ANÁRQUICO DE LAMPIÃO”, DE LUIZ SERRA


Sobre o escritor

Licenciado em Letras e Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em Linguagem Psicopedagógica na Educação pela Cândido Mendes do Rio de Janeiro, professor do Instituto de Português Aplicado do Distrito Federal e assessor de revisão de textos em órgão da Força Aérea Brasileira (Cenipa), do Ministério da Defesa, Luiz Serra é militar da reserva. Como colaborador, escreveu artigos para o jornal Correio Braziliense.

Serviço – “O Sertão Anárquico de Lampião” de Luiz Serra, Outubro Edições, 385 páginas, Brasil, 2016.

O livro está sendo comercializado em diversos pontos de Brasília, e na Paraíba, com professor Francisco Pereira Lima.

Já os envios para outros Estados, está sendo coordenado por Manoela e Janaína,pelo e-mail: anarquicolampiao@gmail.com.

Coordenação literária: Assessoria de imprensa: Leidiane Silveira – (61) 98212-9563 leidisilveira@gmail.com.

Você também irá adquir esta obra com Francisco Pereira Lima E-mail: franpelima @bol.com.br

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CAGEPA DEVE ANTECIPAR FIM DO RACIONAMENTO EM CAMPINA GRANDE


Meus Prezados,

A notícia da Cagepa, de antecipação do término do racionamento de água de Campina Grande, está fora de contexto. Não se deve falar no término do racionamento, estando o canal da transposição interrompido em Custódia (PE). Nesse caso, a principal fonte hídrica que abastece a represa de Boqueirão, não está fluindo. Se ainda está chegando um bom fluxo de água na represa, conforme informado pela Cagepa, este é devido ao trânsito das águas oriundas do bombeamento em Itaparica. Além do mais, o MPF-PB constatou riscos e falta de um plano emergencial de manutenção para o canal da transposição, cujas ações avaliadoras e reparadoras já estão em curso, providenciadas pelo Ministério da Integração. Portanto, um pouco mais de cautela em relação ao racionamento de Campina, seria a medida mais sensata para a condução, em bons termos, desse grave problema ocorrido no canal que abastece a represa de Boqueirão de Cabaceiras, e que vem preocupando todos os paraibanos.


Abraço

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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OS DOIS IRMÃOS — A HISTÓRIA DE ANEPU E BATAU.

Por Pedro Monteiro

Senhoras e senhores e demais público! É com muita alegria que anuncio o mais recente rebento da minha modesta lavra, Os dois Irmãos — A História de Anepu e Batau! A obra tem por base um conto Egípcio escrito em papiro e descoberto em 1852, no museu da Inglaterra. O papiro está assinado pelo escriba Anana, período da 19ª dinastia dos Faraós (1200 a.C.). 

Aqui narrado em 73 estrofes setilha de Cordel, com ilustração de Nireuda Longobardi e publicado pela Edicon. Abaixo, as estrofes iniciais:




Nos alinhavos dos versos
Teço na mente um sarau.
No seio da realeza,
Gesta de primeiro grau,
Clareio a minha memória
Para narrar a história
De Anepu e Batau.

História que foi contada
Para o príncipe herdeiro,
De nome Seti Mernefta,
Na sucessão o primeiro.
Miamum, o seu genitor,
Anana, o preceptor,
E razão deste roteiro.

Há mais de trinta e dois séculos,
Como um bom educador,
Anana contava história
Para o pequeno senhor,
O primeiro na fileira,
Do Egito, nação guerreira,
Seu futuro imperador.

Dos personagens narrados
Aqui em versos, por mim,
Uma mulher enfeitiça
O seu cunhado e, por fim,
Com ódio e paixão teimosa
Numa trama curiosa,
Cujo começo é assim:

— Eram dois irmãos unidos,
Sendo o Anepu casado.
Batau, mais jovem e solteiro,
Pela cunhada, tentado
Com afã nada indiscreto,
Porém ele agiu correto,
Neste dilema narrado.

(...)

Batau ficou assustado
Temendo a situação,
Ao perceber o intento
Da mulher do seu irmão,
Com um olhar diferente,
Como se fosse corrente
Atando seu coração.

Expondo maldosamente
O seu corpo escultural,
Embelezando os cabelos
Com destreza sensual.
De forma desinibida,
Ela o abraça e convida
A um ato de amor carnal.
Contatos com o autor:

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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NOVO LIVRO NA PRAÇA "O PATRIARCA: CRISPIM PEREIRA DE ARAÚJO, IOIÔ MAROTO".


O livro "O Patriarca: Crispim Pereira de Araújo, Ioiô Maroto" de Venício Feitosa Neves será lançado em no próximo dia 4 de setembro as 20h durante o Encontro da Família Pereira em Serra Talhada.

A obra traz um conteúdo bem fundamentado de Genealogia da família Pereira do Pajeú e parte da família Feitosa dos Inhamuns.

Mas vem também, recheado de informações de Cangaço, Coronelismo, História local dos municípios de Serra Talhada, São José do Belmonte, São Francisco, Bom Nome, entre outros) e a tão badalada rixa entre Pereira e Carvalho, no vale do Pajeú.

O livro tem 710 páginas. 
Você já pode adquirir este lançamento com o Professor Pereira ao preço de R$ 85,00 (com frete incluso) Contato: franpelima@bol.com.br 
fplima1956@gmail.com
http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/2016/08/novo-livro-na-praca_31.html

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ATRAÇÕES NO MAR

Clerisvaldo B. Chagas, 19 de junho de 2017
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica 1.685

 E falando sobre o relevo submarino ele apresenta algumas regiões com sua profundidade e suas formas. Ramos da Geografia e ciências afins desvendam, aprofundam e esclarece os mistérios oceânicos. Aqui apenas limitamos o conhecimento mais simples, como uma puxada sem muito compromisso da terra para as águas.

Falésia na praia do Gunga, Alagoas. (Imagem gov.)
E se os oceanos não nos despertam grandes interesses, mas pelo menos o seu encontro com a terra sempre foi um atrativo para todos.
Assim temos a plataforma continental que se estende pela orla marítima chegando a atingir duzentos metros de profundidade. Essa parte recebe sedimentos dos rios retirados dos continentes, inclusive alimentação para os peixes. Sofre as ações de geleiras, ventos, enxurradas e correntes marinhas. A maior parte da riqueza oceânica se encontra na plataforma continental como os animais aquáticos e o petróleo, por exemplo.
O talude continental vem logo após a plataforma, sendo uma região com grande declividade que pode chegar a três mil metros de profundidade.
A região pelágica é correspondente aos fundos dos oceanos podendo atingir até os cinco mil metros em sua fundura.
Considerando ainda a região abissal, pode se dizer que aí estão as maiores profundidades das águas marítimas. A região é formada pelas chamadas fossas submarinas com mais de cinco mil metros de profundidade, podendo chegar aos onze mil metros. Os estudos dizem que nessa região existem poucos seres vivos devido à baixa temperatura e também a falta de nutrientes.
Os pesquisadores apontam como o lugar mais profundo dos oceanos, a depressão Challenger pertencente à Fossa das Marianas, lado leste das Filipinas.
Como a riqueza do mar se concentra na plataforma continental, todos os países que têm condições de proteger seu mar da pirataria de outros países, reivindicam maior área na plataforma para proteger essas riquezas.
A Oceanografia (ciência do mar) fornece inúmeras respostas a quem deseja se aprofundar no assunto.


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SEM MACARRONADA, STROGONOFF OU CARNE FRITA

*Rangel Alves da Costa

Aos domingos, em grande parte das residências é dia de uma comida especial, diferenciada, mais apetitosa ou apenas para sair da rotina. Um dia de macarronada, de lasanha, de strogonoff, de cozidos gordos, de lombos assados, de iguarias de todo jeito.
Mas ali, naquela casa, o domingo vai passar sem macarronada, lasanha, strogonoff, cozidos gordos, lombos assados, sem qualquer tipo de iguaria. Já não teve nada para o café da manhã, certamente não terá para o almoço e a janta.
Aliás, em muitas moradias se torna absolutamente desnecessário que se use os termos café da manhã, almoço ou janta, para nomear as normais refeições do dia. Nestas residências empobrecidas, de miséria absoluta ou chegando a este patamar, é apenas o de comer. O de comer na manhã, ao meio-dia, depois da boca da noite.
Amanhece e anoitece sem ter o de comer. Sem ter o de comer na panela, no prato, em riba da mesa. O adulto sofre, entristece, fica agoniado, mas acaba suportando forçadamente. Mas diferente quando há criança que precisa ser alimentada.
Nada mais triste que um lar onde a criança passa fome pela ausência absoluta de comida, onde a infância esmorece por falta de alimento, onde a pele chega ao osso por falta de pão. E também nada mais ao pai e à mãe ouvir o choro do seu e nada ter para aliviar a fome.
Nestes lares, em tantos lares espalhados pelas distâncias, sertões adentro e escondidos do meio do mundo, não há farinha seca muito menos feijoada, não há pão com ovo e muito menos risoto, não há tripa assada com farinha e muito menos frango ao molho pardo.
Casa de barro, levantada na ripa e no cipó, com móveis de tamborete, de tronco e resto de madeiro, com esteira fazendo às vezes de cama, com fogão de lenha e prato de plástico ou alumínio, não conhece a fartura nem o sabor da macarronada ou da carne frita bem temperada.


Sorte na vida quando há fubá de milho para um cuscuz, uma papa, um mingau. Vida feliz quando há um pão, uma bolacha, um bolachão, um pedaço de qualquer coisa. Grande acontecimento quando a panela ferve e nela uma carne com água e sal, tempero e um cheiro bom que chega a se espalhar pelos ares.
Mas no domingo nenhum macarrão, nenhuma macarronada, nenhum sarapatel, nenhum buchada, nenhum frango assado ou cozido, nenhum pernil de porco. Nenhuma cerveja, nenhum guaraná, nenhum vinho, nenhuma bebida gelada. Mas a mesma família de carne e osso como as demais famílias. Mas no prato a diferença.
Não significa dizer que as famílias empobrecidas vivam na eterna penúria, sem comida à mesa ou algum alimento no seu dia, mas tão somente que sua sobrevivência é muito diferente daquela de mercadinho, de feira, de compra disso ou daquilo. E no domingo o nada ou quase nada como alimentação.
Convidados não chegam aos casebres para o almoço, churrasqueiras não são abrasadas nas casas pobres e tristes, isopores não são preparadas para guarnecer bebidas nas casas carentes de quase tudo. Há mesas, porém nelas o vazio perante olhares que tantas vezes choram suas carências.
Quando há quintal e neste duas ou três galinhas, talvez o almoço seja exatamente farofa de ovo, ovo com pão, ovo com cuscuz, ovo com ovo. Acaso a galinha vá pra panela, em dois ou três dias e novamente a fome sobre a mesa e sem o ovo do dia a dia. Por isso a pobreza tudo faz para não puxar o pescoço daquela que lhe forneça a esperança do alimento.
Enquanto isso, enquanto a mesa vazia se mostra imensa perante barrigas vazias e olhares entristecidos, talvez as sobras do fausto almoço dominical sejam logo lançadas em lixeiras, em sacos plásticos em vasilhames para os monturos. É o desperdício diante da fome.
Mas assim mesmo a vida. Enquanto uns adormecem depois do farto e sortido almoço, outros apenas tentam enganar, de olhos abertos ainda que adormecidos, a fome mais feia do mundo.

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

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IAMAKÁ


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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CORDELARIA FLOR DA SERRA


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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INVASÃO E RESISTÊNCIA - OS 90 ANOS DA DERROTA DE LAMPIÃO NO CONFRONTO COM O POVO DE MOSSORÓ - LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE - PARTE I

Por José de Paiva Rebouças
Jornalista José de Paiva Rebouças - Fonte: Blog do Josenias Freitas

Antes de pisar em Mossoró, o mais conhecido cangaceiro da história nordestina realizou uma peregrinação de mais de 200km, espalhando medo, terror e sangue. Mas talvez ele não tivesse vindo se não fosse o ataque de Massilon a Apodi, uma parte da história que poucos conhecem ou dão atenção.

Fonte: http://cariricangaco.blogspot.com

Para a maioria dos pesquisadores, o grande incentivador do ataque de Lampião a Mossoró, em 13 de junho de 1927, foi Massilon Leite, capanga de coronéis da Paraíba que teve vida curta no cangaço.

Fonte da imagem - http://sorayavieira.com.br

Natural de Timbaúba dos Mocós-PB, segundo pesquisa de Honório de Medeiros esta figura emblemática do cangaço da década de 1920 viveu em Cacimba de Areias, em Patos/PB, depois do Sítio São Joaquim, em Pombal/PB,até, finalmente, chegar ao Sítio Japão, no município de Luiz Gomes/RN onde viveu até sumir do mapa. 

Fonte da imagem: http://lavrasce.blogspot.com.br

Massilon ou Benevides como também é chamado, teria sido o responsável por persuadir o coronel Isaías Arruda a convencer Lampião do ataque. Coiteiro afoita do Ceará, Arruda era chefe político em Missão Velha/CE e costumava dar guarida aos cangaceiros no município de Aurora/CE, onde também tinha propriedade.

Fonte da imagem: http://blogdomendesemendes.blogspot.com

O argumento principal para fazer a cabeça de Virgolino, no entanto, foi a invasão promissora de Massilon à cidade de Apodi, no dia 10 de maio de 1927, atendendo solicitação do fazendeiro Décio Holanda de Pereiro/CE.

Genro de Tylon Gurgel, chefe político de Pedra de Abelha, distrito da zona rural apodiense onde hoje é o município de Felipe Guerra, Hollanda queia notoriedade política para ele e para o sogro.


Tylon Gurgel - Fonte: http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Na oposição, vivia de atacar a família Pinto, especificamente o presidente da Intendência Municipal, Francisco Ferreira Pinto e era perseguido politicamente por isso. 


Acontece que a oligarquia Pinto tinha ligação com o poder em Apodi desde 1780 quando tomou posse na cidade o capitão Pinto Machado. Esse grupo se tornou tão poderoso que possuía representação política em toda região - de Portalegre à Mossoró.

Como Décio Hollanda não conseguiu assumir a posição desejada, só lhe restou a vingança. Para isso, procurou o coronel Isaías Arruda. Este, por sua vez, contratou Massilon Leite para montar um grupo e pôr em prática o crime encomendado. 

Continuaremos amanhã com o título:
"Massilon Leite e a tomada de Apodi"

Fonte: Jornal De Fato
Revista: Contexto Especial
Nº: 8
Página: 9 e 10
Ano: 6
Cidade: Mossoró-RN
Editor: José de Paiva Rebouças
E-mail: josedepaivareboucas@gmail.com

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AGUARDEM!

Por José Mendes Pereira

A partir de hoje, 19 de junho de 2017, irei publicar em nosso blog o material da Revista Contexto, publicado pelo "Jornal De Fato" de Mossoró, com o título "INVASÃO E RESISTÊNCIA - OS 90 ANOS DA DERROTA DE LAMPIÃO NO CONFRONTO COM O POVO DE MOSSORÓ", tendo como editor o jornalista José de Paiva Rebouças que gentilmente, através de e-mail, autorizou-me as postagens em nossa página. 

Jornalista José de Paiva Rebouças - Fonte: Blog do Josenias Freitas

Lembrando que as postagens serão divididas em partes I, II, III..., para que o leitor leia todo o material publicado na revista citada acima, e possa arquivá-lo gradativamente.

Comunico ao leitor que é um excelente material, e não deixe de acompanhar todas as postagens que durante alguns dias serão feitas no nosso blog: http://blogdomendesemendes.blogspot.com.

Aguardo a sua visita ao blogdomendesemendes.

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EXPEDITA FERREIRA FILHA DO CASAL CANGACEIRO "LAMPIÃO E MARIA BONITA" E SILA EX INTEGRANTE DO BANDO DE LAMPIÃO...

Por Geraldo Júnior

EXPEDITA FERREIRA FILHA DO CASAL CANGACEIRO "LAMPIÃO E MARIA BONITA" E SILA EX INTEGRANTE DO BANDO DE LAMPIÃO...

... em fotografia registrada durante um encontro ocorrido na cidade de Aracaju/SE. Provavelmente ocorrido na década de 1980.

Fotografia pertencente ao acervo da família do casal cangaceiro Sila e Zé Sereno.

Geraldo Antônio de Souza Júnior

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