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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

TRATANDO SOBRE O CANGAÇO NA FUNDAÇÃO JOSÉ AUGUSTO

Por Rostand Medeiros

Uma tarde muito produtiva e positiva junto a Isaura Amelia Rosado Maia, Presidente da Fundação José Augusto (FJA), além da amiga Dione Maria Caldas XavierIaperi Araujo e o nobre Sergio Azol, que veio de São Paulo conversar sobre projetos ligado ao tema Cangaço.



Na ocasião foi tratado sobre a doação de duas imagens alusivas ao Cangaço – criadas por Azol – e atualmente expostas em São Paulo, que serão colocadas pela FJA no Memorial da Resistência, em Mossoró. 

Extraído do blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros 

- https://tokdehistoria.com.br/2016/10/06/tratando-sobre-o-cangaco-na-fundacao-jose-augusto/

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CANGAÇO NO PIAUÍ


Mais um livro do escritor e fundador da SBEC -  (Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço) Paulo Gastão.


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Peça logo o seu para não ficar sem ele: Livros sobre cangaço se demorar adquiri-los ficará sem eles, porque são arrebatados pelos colecionadores.

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LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS"


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HISTÓRIAS QUE O TENENTE JOÃO BEZERRA VENDIA ARMAS E MUNIÇÕES PARA O REI DO CANGAÇO", NÃO PASSA DE UMA FALÁCIA

Por Benner Britto

"Comentário de Benner Britto filho do Dr. Paulo Britto, este último, é filho do homem que eliminou Lampião das caatingas nordestinas, o tenente João Bezerra da Silva." 

Para você, leitor, entender, clique no link abaixo e depois, leia o que segue: 

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2016/10/os-ultimos-passos-de-lampiao.html

Quanto ao alegado acima, que "O coronel José Lucena chefe da polícia que sempre desconfiara que João Bezerra vendia armas e munições para o rei do cangaço", não passa de uma falácia...

O Cel. Zé Lucena era muito amigo do meu Avô, casado com uma parente de Vovó (Cyra Britto). Ainda guardamos várias cartas do Cel. Zé Lucena para Vovô, elogiando suas missões como militar exemplar!!!

Podemos saber mais no site: 

Batalhão que era denominado "Batalhão Coronel Lucena" (1977) e depois passou a se chamar "Batalhão Tenente João Bezerra da Silva" (1982).

Outro exemplo: - Louvor do Coronel Lucena comandante do II Batalhão, transcrito no III item do Boletim nº 285, do II Btl, de 17 de dezembro de 1938.

“Tendo o Sr. Capitão João Bezerra da Silva, sido desligado deste Batalhão, a fim de assumir a função na sede do Regimento. Louvo-o pelo modo brilhante com que soube ESPONTANEAMENTE cumprir as árduas missões de que foi incumbido, quando neste batalhão, mormente na campanha contra o orda de facínoras, perturbadores da paz sertaneja que há tanto tempo vinha sofrendo as agruras consequentes da ação do banditismo. Este oficial, demonstrou os NOBRES PREDICADOS de que é possuidor; trabalhador INCANSÁVEL que NUNCA OUSOU DAR TRÉGUAS a tal corja, combatendo-a BRAVAMENTE até o momento máximo em que assediou com a sua força o conjunto chefiado pelo célebre 'Lampeão' que não podendo vazar tal assédio, caiu sem vida, quando para os supersticiosos já era tido como imortal".

Essa referência acima e outras referências/citações, ao Coronel João Bezerra da Silva, feitas por pessoas de realce dentro do contexto do tema Cangaço, as mais diversas possíveis: coiteiros, soldados, oficiais, escritores, pesquisadores, autoridades militares, chefes de volantes renomados de outros Estados, e etc., poderão ser vistas nos links abaixo:

http://cariricangaco.blogspot.com.br/2011/10/citacoes-sobre-joao-bezerra-parte-i.html
http://cariricangaco.blogspot.com.br/2011/10/citacoes-sobre-joao-bezerra-parte-ii.html

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MANOEL PAU-FERRO O CANGACEIRO "CAPADOR"


Conhecido na vida do cangaço pelo vulgo de "Atividade" Manoel Pau-Ferro, nasceu na cidade  de Pão de Açúcar, município situado às margens do rio São Francisco, no Sertão Alagoano. Outros integrantes da família já militavam nas fileiras do cangaço, quando ele entrou naquela vida a exemplo do irmão, o cangaceiro "Velocidade". Manoel Pau-ferro (Atividade),inicialmente, percorreu os sertões nordestino no bando do "diabo Louro" (Corisco), posteriormente, com a criação de subgrupos passou a integrar o bando do cangaceiro José Lino de Souza "Pancada", que passou a ser líder.

O distinto, tinha uma grande habilidade na castração de pessoas, que o fazia, com a maior eficiência e naturalidade, perdeu as contas das vítimas do seu ofício. O cangaceiro "Atividade foi assassinado no dia 5 de julho de 1938" pelo, também cangaceiro "Barreira", que influenciado pela promessa de anistia, abandonou o cangaço e aliou-se as forças das volantes, e, como prova de submissão, e para conseguir redução de pena entrega as autoridades a cabeça do seu companheiro, fato ocorrido na região de Caboclo, município de Pão de Açúcar.

O gesto do cangaceiro " Barreira", foi como se, uma vez perdido seu estatuto e até mesmo sua identidade de cangaceiro, se arrogasse o direito de praticar as mesmas atrocidades dos seus algozes. Talvez, uma condição exigida pelas Forças Volantes para intimidar e desarticular seus ex-inimigos que acabara de depor as armas.

Como se não bastasse, "Barreira" teve que posar para fotografia vestido de cangaceiro ao lado da cabeça de sua vítima amarrada pelos cabelos a uma cerca. Aqui pra nós, o cangaceiro "Barreira" escapou fedendo da ação impiedosa do ofício   de Manoel Pau-ferro.

Adendo – http://blogdomendesemendes.blogspot.com

“É melhor escapar fedendo do que morto cheirando!”

http://blogsolvermelho.blogspot.com.br/2012/09/manoel-pau-ferro-o-cangaceiro-capador.html

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MORTE DE PAU-FERRO

Por Alcino Alves Costa

Certa vez, por e-mail, Alcino Alves Costa me disse que gostaria de ser lembrado através desta foto
José Mendes Pereira

Era agosto de 1937, um bando de cangaceiros congrega-se. O numeroso grupo obedece às lideranças de Corisco, Mariano, Zé Sereno e Mané Moreno. O coito foi armado no riacho das Quiribas. A turba desordeira está alegre e descontraída. Estes encontros são acontecimentos especiais, momentos em que todos se abraçam e demonstram a grande afinidade existente entre os que vivem debaixo do cangaço e enfrentam as maiores provações e ilimitados sofrimentos. As Quiribas é uma das Fazendas de Manoel do Brejinho. É assentada na parte vermelha das terras de Poço Redondo, numa distância de légua e meia (9 km).

No povoado, desde algum tempo, havia sido instalado um serviço de rádio. A novidade não incomoda os bandidos que julguem ser aquele aparelho uma peça absolutamente inofensiva.

Faz parte do destacamento do arruado um soldado, filho de Porto da Folha, chamado Miguel Feitosa. Este buraqueiro se casa com Maria, uma mocinha dali mesmo, filha de seu Luquinha, vaqueiro da Fazenda Badia.

Maria sente falta dos pais. Ansiosa, resolve ir visitá-los. Na fazendona de um dos Britto demora alguns dias. Com extremada saudade, Miguel vai à sua procura.

No primeiro cantar do galo inicia a viagem. No amanhecer chega ao Mulungu, à fazenda de Caduda. A vacaria está no curral. Aproveita e bebe leite saído dos peitos da vaca naquela mesma hora. Após uma sorridente prosa, segue estrada fora.

Deixa as terras do Mulungu e alcança as das Quribas. Seu pensamento está com Maria. Não vê à hora de abraçá-la com ternura e carinho. Sobe uma ladeira. Ao descê-la toma um susto. Avista, lá em baixo, no riacho, um número muito grande de pessoas. Medroso, se esconde nas folhagens. Não tem nenhuma dúvida. Aquela gente só podia ser cangaceiro.

Acovardado e morrendo de medo, com infindo cuidado, retorna apressando para Poço Redondo. A primeira providência que toma ao chegar é avisar ao seu comandante- sargento Ernani.

O destacamento do povoado não tinha obrigação de adentrar às caatingas caçando cangaceiros. Mas, mesmo assim, uma patrulha é formada e segue para a fazenda de Manoel do Brejinho.

O grupo está animado. Imagina que no riacho estão os asseclas que saíram daquela povoação para ingressarem “na vida”. “Os meninos do poço Redondo” viviam rondando o lugarzinho de suas origens, praticamente ao lado de seus familiares e adolescência. Puro engano. No coito estava uma caterva da mais alta periculosidade. Verdadeiros monstros do mosquetão e do crime. Dentre outros ali estavam Corisco, Mariano, Moita Brava, Mormaço e Juriti.

A pequena tropa militar é composta de oito homens: João Santana, Maranhão, Pedro Tatu, Laudelino e seu filho José que não era militar, Zé Paulino e o próprio Miguel Feitosa.

Até o Mulungu, o destacamento segue pela estrada. Dali deixa o caminho e adentram à mataria. Conhecem aquele mato e as serras daquela fazenda. Estão cautelosos. Podendo-se mesmo dizer com medo.
O riacho lá está do outro lado do morro. Vão chegando. Vão chegando. Lá embaixo está o coito. O medo aumenta. Não se aproximam. Ficam distantes, protegidos pelo socavão da serra. Confabulam. Trocam ideias. Chegam a uma covarde conclusão. Recuar. O número de bandido é muito grande e não tinha com enfrenta-lo.

Recuam e ao perceberem que estavam fora do alcance da súcia, livres de qualquer ameaça, João Santana e Pedro Tatu atiram na direção do coito. Disparam suas armas e correm. Não querem se arriscar a um confronto com os bandoleiros.

Um cangaceiro (Pau-Ferro, um dos homens de Mané Moreno e irmão de Colchete, um dos que morreram em Angico) é mortalmente ferido. Uma bala estraçalhou a sua cabeça.

Ao ver o companheiro caído, os “cabras” arrancam destemeremos, na direção dos disparos. Querem cercar os atiradores e vingar o companheiro.

Os soldados fogem espavoridos. Os bandidos perseguem-nos com vigor redobrado.  Gritando e xingando-os tentam com muito esforço alcança-los. Na correria se aproximam das casas do Mulungu. Chegam à cerca do quintal. Acham um chapéu deixado pelos fujões.

A cabroeira está enlouquecida. Estraçalha o chapéu, pepinando-o de punhal. Esbarra nas casas. Os soldados não estão. Caduda informa que eles seguiram para Poço Redondo.

Caduda era um mestre na lida com cangaceiro e soldado. Não disse aos bandoleiros que na outra casa, que ficava além do pequeno capão de mato que dividia as malhadas, estava João Santana, cansado, sem condições de seguir viagem.

O soldado teve sorte. Os bandidos abandonaram a perseguição. Também estavam cansados. Receberam algumas informações do coiteiro e retornaram. Enterraram o companheiro e viajaram para a solta da Cuiabá.

Em Poço Redondo a medrosa e fugitiva soldadesca mente e conta pabulagem. Histórias a grande aventura. Diz que o tiroteio foi forte. Com certeza haviam matado ou ferido cangaceiro. Cada soldado fanfarronava mais do que o outro. A conversa era tanta que no outro dia os soldados, acompanhados de homens do povoado, resolvem ir até o local do falso combate.

O coito está abandonado e deserto. Apenas os sinais da passagem da turba sangrenta. O local e seus arredores são inspecionados. Encontram macambiras arrancadas. No pé de um imbuzeiro. Curiosos, cavam o local, lá estava, o corpo do cangaceiro.

Tonho Biôto corta a cabeça do bandido, colocando-a em uma lata de querosene e levando-a até o povoado, onde é exibida como se fosse um extraordinário troféu.

Fonte: “livro Lampião Além da Versão Mentiras e Mistérios de Angico”
Autor: Alcino Alves Costa
Páginas: 287, 288 e 289
Edição 2ª. Edição
Ano: 2011

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JARARACA O MILAGREIRO - CORDEL

Por Gutemberg Liberato de Andrade - ALACE - Cadeira 20

JARARACA O MILAGREIRO - CORDEL  


Vou contar neste cordel
um ocorrido inusitado
dum cabra de lampião,
numa invasão no passado,
ficando um cangaceiro
que à bala foi alvejado.

Esse caso que ocorreu
num tremendo tiroteio
num ataque a Mossoró
com Virgulino no meio
pedindo quinhentos contos,
deixando o momento feio.

Com cem homens bem armados
e na frente Lampião,
pediram o pagamento
somente  quinhentos contos,
pra saírem da cidade
sem ataque àquele chão.

O acordo não sendo feito,
e nova proposição:
Baixaram pra  quatrocentos
a sua contribuição,
e o prefeito resoluto,
respondeu-lhe com um não

Começou o tiroteio
por parte de Lampião,
e a cidade guarnecida,
preparada a reação,
fez correr todo esse grupo
que fugiu para o sertão.


Um cangaceiro ferido
à bala no coração,
que ao cair estava morto
e abandonado no chão,
e o outro mesmo ferido
escapou na escuridão.

Quando foi localizado
no matagal a gemer
e a policia muito rápida
tratou logo der prender
o famoso Jararaca
já na ânsia de morrer.

Foi bem escoltado
para a Policia local,
depois de ser amarrado
foi conduzido afinal
indo pra Delegacia
numa escuridão total.

No trajeto da cadeia,
Jararaca em mau estado
gemendo e com muita dor
e após forte coronhada
ele foi morto e enterrado.


Alguns autores comentam
 que por ser um possessivo,
Jararaca não morreu
pois sendo um homem ativo
 nos deixa a grande surpresa
 de ser enterrado vivo.

O certo é que enterraram
no cemitério local,
sendo uma cova rasa
em que ficou afinal
sem ter direito sequer
a uma justo funeral.

O tempo passando rápido
e o Jararaca esquecido,
foi quando um cidadão
por todos desconhecido
constituiu um mausoléu
que o povo mantém polido


Visitei o cemitério
e estive no seu jazido,
no momento observei
que o povo mantém consigo
um respeito ao Jararaca
e o chamam, quando em perigo.

O túmulo bem cuidado
por pessoas do lugar
me disseram que fazia
só para colaborar
àquele que o visitam
ou para para promessa pagar.

Essas cova apresentava
muita cera pelo chão,
algumas velas acesas
testemunhavam então
que tinha algo diferente
ocorrendo no sertão.
  


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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SONHOS QUE ME FAZEM VIVER O PASSADO

Por José Mendes Pereira
Eu fui operador de linotypo. As letras são feitas em linhas de chumbo

Meu amigo e irmão Raimundo Feliciano:

Dizem que relembrar o passado é sofrer duas vezes, mas na verdade, tenho plena certeza que, você e todos os adeptos daqueles tempos vividos por nós naquele internato “Instituto Mário Negócio”, relembraremos até o dia em que estivermos vivos, porque não passamos por coisas ruins, tudo vivido ali, tanto no prédio “Chico de Clara” que você foi um dos internos de lá, como na Rua Alberto Maranhão (bairro Paraíba), de propriedade da industrial “Edite Souto, na Rua José de Alencar (também no bairro Paraíba), de propriedade de um senhor chamado “Antonio Nunes”; na Rua Almirante Barroso, nos igapós do bairro Pereiros, prédio de propriedade do industrial “Tertuliano Aires” (seu Terto); foram momentos que passamos como se nós todos fôssemos irmãos. 


Raimundo Feliciano e José Mendes Pereira

Ninguém se estranhava com ninguém, apenas brincadeiras sem humilhações contra nenhum de nós, surgiam vez por outra, principalmente idealizadas por você, mas era apenas uma forma de continuarmos mais unidos.

www.grafatorio.com

Hoje, amanheci como se ainda estivesse internado naquele “Instituto”, vivendo os tempos bons com nossos amigos, que alguns deles já se foram para junto de Deus, outros, nós não os vimos mais, por estarem em cidades distantes da nossa.  Mas mesmo assim, temos informações de alguns que conseguiram formar famílias e vivem divinamente bem.

O que é mais interessante, é que eu sempre sonho,  ocupando aquele espaço, que o governo nos sustentava com tudo que é necessário para o futuro de uma criança ou de um jovem. Um bando de desocupados como nós éramos, comendo do bom e do melhor, mas a sorte, é que, ninguém se tornou marginal de forma alguma, todos nós fomos bem informados pelas professoras da Instituição, principalmente por dona Caboclinha e dona Severina Rocha (infelizmente, ambas faleceram no ano de 2015) sobre a vida que nós iríamos enfrentar, com dignidade, amigos dos amigos e sem nenhum vício proibido. 

Muitos deles, inclusive você e eu, éramos viciadíssimos em fumar, mas cigarro convencional, muito embora, ofensivo, mas era e continua sendo legal diante das autoridades que perseguem tudo que é ilegal.

Esta é uma bolandeira para fazer as composições juntando 
as letras e formando os nomes dentro dela.

Mas uma das coisas que muito me faz relembrar, são sonhos sobre a Editora Comercial, que sempre naquela luta, indo e voltando para a Editora para fazer as mesmas coisas, chapas, impressões, depois de tudo encadernado, passar pela máquina aparadora, que é, o último acabamento de qualquer trabalho gráfico, inclusive livros.

Um componedor gráfico onde o tipógrafo faz os nomes juntando letra por letra

Eu não sei como é que um sonho divide o tempo, fazendo com que às 11:00 horas do dia, eu venho para casa, almoço, tomo um cochilo, e 1:00 hora da tarde, retorno ao trabalho. À noite, tomo direção à faculdade, pegando carona nas paradas de ônibus, porque nelas, passará uma porção de amigos que também irá à (UERN) - Universidade Estadual do Rio Grande do Norte.

Nesta caixa estão as letras feitas de chumbo

Às vezes, sonhando, faço horas extras na própria Editora, o melhor, o sonho divide o meu tempo bem direitinho; chegando até um mês, recebendo salário.

Linotypo - As letras são feitas na hora

No sonho, vejo as fontes de letras, todas ali ao meu redor, compondo graficamente, em um componedor e uma bolandeira, todas as matérias dos originais, mas sendo letra por letra. 

É muito engraçado, "o sonho". 

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SHOW DA MOSSOROENSE HERMELINDA LOPES A DIVA DO FORRÓ PÉ DE SERRA, EM BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS


09/10 - DOMINGO é dia de FORRÓ DA UTÓPICA
Show com HERMELINDA (TRIO MOSSORÓ)
DJ FLÁVIO comandando a pista.

Entrada: R$ 20,00 feminino e R$ 25,00 masculino
Link lista amiga:


ABERTURA da casa: 19 horas
Utópica Marcenaria
Av. Raja Gabaglia 4700
(31) 3296-2868

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NOVAS NOTÍCIAS SOBRE VIRGOLINO FERREIRA DA SILVA O SANGUINÁRIO LAMPIÃO

www.infonet.com.br

Quem for atacado pelo capitão Lampião lá da Serra Talhada de pernambuco,  é porque quer, porque aqui no Blog do "Mendes e Mendes" nós continuaremos informando o seu roteiro. 

Amigo leitor, Isto é apenas uma brincadeirinha sem prejudicar ninguém,  e nem a família do capitão Lampião. Mas o recorte de jornal é verdade mesmo.

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RELATOS


Nos meses que antecederam a data da morte de Lampião, aos 40 anos de idade, ele aparentava estar muito mais velho devido aos anos da vida dura do cangaço. 

Naquele ano de 1938, Lampião havia entrado em Alagoas e, no mês de abril, promoveu saques a diversas lojas e casas de povoados em busca de outro. O bando composto de dezessete homens, entrou em confronto com policiais, e depois voltou a se recolher na caatinga. 

Até meados de julho, apenas amigos protetores davam conta do paradeiro de Lampião, enquanto que os jornais não noticiaram ações do bando de cangaceiros e seu capitão.

As notícias viriam em seguida, confirmando a morte de Lampião e mais dez cangaceiros, vítimas de um ataque surpresa de um grupo de policiais (volante) de Alagoas, comanda pelo tenente João Bezerra.

Fonte: Jornal De Fato
Edição: 315
Ano: 2008
Data: 27 de Julho de 2008
Digitado e ilustrado por José Mendes Pereira

Este jornal foi a mim presenteado pelo pesquisador do cangaço e sócio da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço Francisco das Nascimento (Chagas Nascimento).

Nota: Desculpem-me alguma falha na digitação, sou um pouco cego. Se faltar alguma letrinha na palavra, mas você entenderá o significado.

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LIVROS DO ESCRITOR GILMAR TEIXEIRA


Dia 27 de julho de 2015, na cidade de Piranhas, no Estado de Alagoas, no "CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015", aconteceu o lançamento do mais novo livro do escritor e pesquisador do cangaço Gilmar Teixeira, com o título: "PIRANHAS NO TEMPO DO CANGAÇO". 

Para adquiri-lo entre em contato com o autor através deste e-mail: 
gilmar.ts@hotmail.com


SERVIÇO – Livro: Quem Matou Delmiro Gouveia?
Autor: Gilmar Teixeira
Edição do autor
152 págs.
Contato para aquisição

gilmar.ts@hotmail.com
Valor: R$ 30,00 + R$ 5,00 (Frete simples)
Total R$ 35,00

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NENÉM DO BAIÃO

Por Kydelmir Dantas

Edmundo Maria do Nascimento (1941-2011) – Segundo ele, começou sua vida de sanfoneiro com o nome de Neném do Rojão, porém após apresentar-se ao lado do seu ídolo maior, teve seu nome artístico trocado para Neném do Baião, dado pelo próprio Luiz Gonzaga, era um mossoroense apaixonado por forró, e admirador de o Rei do Baião.

Foi componente na primeira formação da Orquestra Sanfônica Otaviano Pinto, nos anos de 1999 e 2000; conforme o Maestro da sanfônica, sanfoneiro e compositor Cláudio Henrique: “Neném foi, sem dúvidas, uma das figuras mais relevantes e expressivas da arte folclórica-musical mossoroense”.

Neném do baião e sua sanfona

O sanfoneiro esteve presente em quase todas as edições do Mossoró Cidade Junina, tocando forró, que todo ano era montado dentro da Estação das Artes.


Era uma figura que representava, com orgulho, a cultura nordestina, se espalhando no seu ´dolo maior e cantando suas músicas. Sua simplicidade fazia com que ganhasse fãs e admiradores, além de muitos amigos(a)s. Costumava se apresentar nos shows vestido com figurino igual ao de Luzi Gonzaga. Considerado o “Luiz Gonzaga de Mossoró. O sanfoneiro morreu numa quinta-feira do dia 08 de setembro de 2011 de infarto, aos 70 anos.

Coronel Pereira e Neném do Baião

Assim, a família o homenageou colocando em cima do caixão o chapéu de couro e o gibão. Também, a camisa do Baraúnas, seu time do coração.

Kydelmir Dantas é da cidade de Nova Floresta no Estado da Paraíba; poeta, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano.


Fonte: “Luiz Gonzaga e o Rio Grande do Norte”
Autor: Kydelmir Dantas
Ano de Publicação: 2012
Páginas: 140

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