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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

PROCURA-SE UM OTÁRIO

Por Clerisvaldo B. Chagas, 24 de novembro de 2016 - Escritor Símbolo do Sertão Alagoano - Crônica 1.596

Da Escola Lions para cima, ninguém ousava caminhar a partir das vinte horas. Era a tal bandidagem marcando território e surpreendendo transeuntes no Bairro Floresta. Um padeiro, meu aluno na escola citada, quase sempre dormia durante as aulas. Sua faina que iniciava às cinco da manhã, não permitia chegar à escola noturna sem o cochilo reparador.  Com as aulas para adultos mães e pais de família, nunca deixei de reforçar o ânimo, as notas e os interesses dos mais abnegados. O padeiro, encerrada as aulas e o cochilo, teria que subir a colina do perigo em torno das vinte e duas horas. Santana do Ipanema, onde os marginais cobravam pedágio em suas zonas, não tinha muito sossego na periferia.

Ilustração (dreamstime)

Ao terminar uma das aulas, o padeiro foi acuado a caminho de casa por dois bandidinhos que comentavam na moita: “Lá vem um otário”. Com o pulo de ambos diante do trabalhador gritando: “É um assalto!” O padeiro não se intimidou e fez alumiar uma peixeira nova de dez polegadas que acionou velocidade na fuga dos dois cabras. 

Visitando em viagens de recreio várias cidades ribeirinhas, em Alagoas, jamais durante muitos e muitos anos vi uma placa informativa de perigo e nem tipo algum de salva-vidas.  Essa é a tradição no Velho Chico, cidades e povoados completamente esquecidos do poder público. Uma pobreza de fazer dó! Ninguém sabe quantos já morreram afogados naquelas águas, sendo a imprudência sempre apontada e conduzindo a culpa. Jamais tive conhecimento de que se acusasse alguém pela morte por afogamento do estudante, da criança, do turista... De um  qualquer.

Eis que de repente, um ator famoso em evidência, convida uma atriz colega, vão para um lugar deserto e perigoso do rio, a sós. Acontece à tragédia, morre o homem afogado. Sob pressão da empregadora, PROCURA-SE UM OTÁRIO que pode ser o prefeito da cidade, um canoeiro, um vigia ou outra vítima qualquer porque não podem acusar a Sereia e nem o Nego d’Água. Mas encontraram o OTÁRIO. Dilmas Roque, Secretário de Turismo foi acusado pela promotoria de Canindé de São Francisco pela morte do ator Domingos Montagner.  Isso é coisa para o riso de quase meia hora se não fosse uma coisa tão ridícula.  Que subserviência!... Por que  a promotoria não acusou a ela mesma, promotoria, por não haver placa indicativa de perigo no rio, antes da tragédia?

Finalmente encontraram não só o OTÁRIO, mas também um BOBO DA CORTE fora da realidade. É Brasil,  Mané.



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NOSSAS TRAGÉDIAS COMUNS

*Rangel Alves da Costa
 

No Brasil, difícil não reconhecer que a ação de alguns provoca impactos desastrosos perante os demais. Por mais que a ação seja justificada por aqueles que a levam a contento, ainda assim a grande maioria será prejudicada. Não raro que são ações premeditadas para produzirem efeitos políticos ou ideológicos, sem que se considerem as nefastas consequências para a comunidade que nada tem a ver com quebras de braços ou brigas de poder.

Exemplos disso podem ser observados nas greves por meros caprichos sindicais, no fechamento de rodovias por grupos de assentados, no impedimento do funcionamento de escolas por grupos de estudantes orientados por outros interesses, nas manifestações que acabam impedindo o funcionamento dos órgãos públicos. E o exemplo maior seria a escolha de governantes e legisladores. As escolhas malfeitas de alguns nada mais servem que penalizar a sociedade como um todo.

São as escolhas feitas por alguns que produzem consequências gerais, de modo prejudicial e até lesivo. Muitas vezes, a falta de conhecimento, a baixa escolaridade, a carência de conscientização e de senso crítico, além da permissividade como massa de manobra, transforma a ação de minorias num perigoso jogo de interesses. E interesses estes que só dizem respeito mesmo a alguns que ao longe ficam observando a concretização insidiosa de seus objetivos. E verdadeiras tragédias surgem perante as ações impensadas de poucos, porém orquestradas por espertalhões que ficam ao longe monitorando os resultados.

Há uma teoria popularizada pelo ecologista norte-americano Garrett James Hardin, mas esboçada desde a filosofia antiga e aprimorada por recentes pesquisadores, denominada Tragédia dos Comuns. Pode contextualizar diversas situações, mas principalmente na afirmação de que pessoas comuns, quando passam a agir contra os interesses maiores da comunidade da qual fazem parte, acabam prejudicando a si mesmas e ao todo. Suas ações, que não podem ser dissociadas do contexto geral, por mínimas que sejam, ainda assim possuem o efeito de um simples bater de asas: produzir devastações inteiras.

O cerne da questão envolve a ação contrária ao desejo e ao pensamento da comunidade. Uma ação descontrolada de alguns sobre determinada questão terá como consequência o prejuízo de todos. Fugindo-se da estabilidade, dos meios concebidos por todos como os melhores, certamente haverá uma ruptura e uma desagregação daquilo anteriormente pactuado. Ademais, os interesses pessoais, quando exercidos de modo impensado ou mesmo egoísta, provocam não só a divisão de interesses como fragilizam o interesse geral, dado o esfacelamento do bem comum.


Há algum modo de se evitar tais tragédias, vez que somente observáveis quando os prejuízos já foram causados? Difícil, mas não impossível. Considerando que o aprendizado tantas vezes surge somente quando a lição é dolorosa, espera-se que as consequências sejam suficientemente fortes para que ao menos as reincidências sejam evitadas. Um fato concretizado, por si só, não significa que deva ser repetido, principalmente quando suas consequências se mostraram tão danosas.

Na conscientização da realidade de mundo e de vida reside o primeiro passo para que as tragédias sejam evitadas. Ora, se todo morador de uma comunidade evita, por exemplo, fazer queimadas descontroladas ou acumular lixo defronte as residências ou lugares baldios, e apenas um, com maldosa intencionalidade, faz exatamente o contrário, certamente que sua ação irá prejudicar a todos. O bueiro pode ser entupido pelo lixo jogado de apenas um morador. Um grande incêndio pode ser provocado por apenas uma fogueira de quintal. Nos exemplos dados, mesmo a conscientização da maioria encontra barreira naquela irracionalidade ou premeditação do mal.

Ora, por que a floresta é imensa, então logo se imagina que a derrubada de uma só árvore não modifica em nada a sua pujança. Mas outro, com a mesma concepção, logo vai e derruba outra árvore. E assim mais outros e mais outros. De árvore em árvore derrubada, de repente surge a primeira clareira, depois o descampado nu, até se transformar em completa devastação. O mais instigante é que todos, inclusive aqueles responsáveis pelo desmatamento, sabiam que aquela floresta era essencial à vida comunitária, pois purificando o ambiente, refrescando o ar, proporcionando um clima mais saudável á população. Contudo, a simples ação de alguns comprometeu a vida de todos.

Os poderes públicos, seja por ação ou omissão, também incorrem na proliferação de tragédias. Toda vez que se afastam de seus deveres abrem as portas para as ambições privadas, para interesses escusos que acabam produzindo danos incalculáveis a populações inteiras. Quando uma barragem se rompe e na sua voracidade lamacenta vai provocando mortes e destruições, certamente que ali estava instalada sob justificativa de desenvolvimento e progresso local. O que não dilui a certeza de que a segurança da população estava em risco. Mas a força do forte se impõe perante o fraco, e somente quando a destruição acontece é que o frágil é valorizado enquanto vítima. Assim acontece com as tragédias anunciadas.

Assim as nossas tragédias comuns. E assim porque, para alguns, tanto faz que o mundo vire se eles se mantêm de pé. Ou que eles repousem bem enquanto outros convivam com sobressaltos.

Escritor
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A CRISE FEDE E NÃO INCOMODA

Por Francisco de Paula Melo Aguiar

A corrupção nacional fede mais não incomoda os nossos “brazis” diante da ideologia de aceitar tudo calado do brasileiro dos programas sociais mantido pelo proselitismo governamental.

Francisco de Paula Melo Aguiar

A população quando doente, desrespeitado, analfabeta, etc., procura um profissional específico para resolver seu problema com mérito, capacidade profissional e científica (médico, advogado, professor, etc), é o que acontece na prática, porém, quando chega o tempo das eleições federais, estaduais e municipais, a mesma população transformada em juízes para escolher e decidir voluntariamente os destinos do país, do estado e do município, se apresenta oferecendo o voto em troca de favores pessoais privados do antes, do durante e do depois... então quem vende o voto não tem o direito de escolher o melhor quadro para lhe representar através de mandato eletivo popular para o Congresso Nacional; para as Assembleias Legislativas Estaduais e muito menos nas Câmaras Municipais, e até porque não é diferente no processo de escolha para Presidente da República, dos Governadores dos Estados e muito menos dos Prefeitos Municipais dos quase seis mil municípios brasileiros. A corrupção nacional fede mais não incomoda mesmo...
                 
Infelizmente o cenário nacional, estadual e municipal da realidade brasileira promovida pela classe política e diante dos olhos famintos e silenciosos da classe dominada pelos programas sociais (bolsa escola, minha casa, minha dívida, etc, etc), fede mais do que o lixo exposto em nossas ruas, mas não incomoda tendo em vista que "o que faz andar a estrada? É o sonho. Enquanto a gente sonhar a estrada permanecerá viva. É para isso que servem os caminhos, para nos fazerem parentes do futuro", segundo o pensamento do escritor africano Mia Couto, nascido na Beira, Moçambique – África, em sua obra Terra Sonâmbula (2007) e assim, ainda que por analogia, nós pobres mortais da Terra de Santa Cruz, via os "brazis" de Mãe Preta e Pai João: haja corrupção diante da interdisciplinaridade comportamental da política partidária de tirar vantagem em tudo e o povo assim vai continuar sendo rolete chupado...
                 
Do alto de sua observação e dedicação ao magistério, Paulo Freire (2002) nos informa que "não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esse que fazeres se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino contínuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade", o que vale dizer que a profissão, seja ela qual for e especialmente a de professor, necessita sempre de formação e atualização continuada em serviço e fora dele.
               
Ainda que por analogia nunca é demais e ou de menos pensar e agir diariamente que "o professor vai se construindo na heterogeneidade das situações vividas na experiência cotidiana, pelas práticas que expressaram interesse, vontades, valores, sentimentos diversos, materializando o conflito e a diferenciação interna da categoria nas condições dadas", no dizer de Fontana (2005, p.45). É isso que faz a diferença do saber fazer e fazer saber.
               
No meio de gente pequena quem pensa em crescer corre perigo de vida e morte, porque a inveja é a carniça retratada em pessoa com tal perfil.
               
O invejoso nunca se contenta com a vitória do concorrente em qualquer setor da atividade humana. Percebe-se isso através da frieza emocional e comportamental da realização positiva do outro, vem dai sua pequinês vivencial e temporal.
               
O material usado na construção do pensamento positivo da realidade humana é diferente do material usado pelo indivíduo ignorante de si mesmo e ou corrupto, levando aos caos todos aqueles que direta e indiretamente de si dependem. É a cultura da crise do quanto pior melhor... desde que esse tipo de individuo esteja levando vantagem para si e para sua família. Nada importa do Brasil e ou Brazis...

REFERÊNCIAS:

COUTO, Mia. Terra Sonâmbula. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, 208 p. ISBN: 9788535910445
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 25ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
FONTANA, R. A.C. Como nos tornamos professoras? 3ª ed., Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2005.

Enviado pelo escritor Francisco de Paula Melo Aguiar

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MAIS SAUDADE!

Por Walter Medeiros

Mais saudade!

Há alguns anos escrevi uma crônica sobre saudade. 
E depois dessa crônica aconteceu muita coisa...
“Uma saudade a mais” - Walter Medeiros

A jornalista e professora Nadja Lyra, coordenadora pedagógica da Escola Municipal Santa Catarina, localizada no conjunto que tem este mesmo nome, convidou-me para proferir a Aula da Saudade dos alunos do 5º ano e sugeriu que falasse sobre “Saudade”. Que coisa! Passei uma semana refletindo sobre esse tema tão fascinante, a partir de experiências próprias e versos dos poetas e músicos que tanto mexem com o nosso coração.


De cara fui logo aos anos 50, quando aprendia a ler no Grupo Escolar Professor Demócrito Gracindo (homenagem ao pai de Paulo Gracindo) em Mata Grande, cidade do alto sertão de Alagoas aonde meu pai foi parar matando mosquito da dengue, após passar pela guerra sem matar nenhum alemão. Depois que aprendi a juntar as letras e sílabas, era belo entender o que estava escrito no pára-choque branco do caminhão de Nezinho, meu vizinho: “A saudade me fez voltar”. Ficava imaginando a saudade que ele sentia a cada viagem que fazia com aquelas cargas altas de antigamente.

Em seguida, veio à mente um verso que não poderia deixar de citar na aula: “Itabira é apenas uma fotografia na parede / mas como dói!”, escrito por Drummond no seu poema “Confidências de Itabirano”. E o significado da palavra – substantivo feminino abstrato - segundo Aurélio: “Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia.”

Aí veio mais uma coisa interessante para aumentar a saudade, que tanto espaço ocupa nesse mundo: ela tem um dia para ser lembrada e comemorada. O Dia da Saudade – 30 de janeiro. Para lembrar que essa palavra não tem similar em nenhuma outra língua e que espanhóis, ingleses, franceses, alemães e outros tentam expressar o sentimento de falta com frases inteiras, tipo “ich vermisse dish” (alemães).

Aquela platéia me reconduzia mesmo era à minha sala de aula, onde Professora Josefina Canuto me ensinava e, depois, no Externato Saturnino – já em Natal, a professora Maria das Neves trazia novidades. Coincidentemente a professora de uma das turmas se chama Neves. Impossível não lembrar de Ataulfo Alves, exclamando: “Que saudade da professorinha / que me ensinou o be-a-bá!”.

Para falar de saudade não poderia deixar de citar o Fado – gênero que tanto me toca e que tocou até Roberto Carlos, ao cantar Coimbra: “Aprende-se a dizer saudade”. Fernando Pessoa, em texto saudoso: “Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: quem são aquelas pessoas? Diremos... Que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!” E é claro que citei Casimiro de Abreu , cujos poemas eu os tinha decorados, e que versificou sua saudade da infância: "Oh! que saudades que eu tenho / Da aurora da minha vida / Da minha infância querida / Que os anos não trazem mais!".

Agora estou, sem dúvida, com uma saudade a mais.


Foto 1974 - Studio da Rádio Cabugi.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Ramalho de Araújo Cardoso.

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FLORO BARTOLOMEU, O GENERAL DOS SERTÕES

 Por Fernando Pontes
Padre Cícero, Floro Bartolomeu e Lideranças de Juazeiro

Uma das figuras centrais de muitos dos episódios ocorridos em Juazeiro do Norte entre idos de 1910 até 1926 foi sem dúvidas o médico baiano Floro Bartolomeu da Costa.


Natural de Salvador, Bahia, nasceu em 17 de agosto de 1876. Formado em medicina, atuou por algum tempo pelo interior baiano, se transferindo em 1908 para o Ceará. O motivo principal foi a atração pelas riquezas das Minas do Coxa no município de Aurora, entretanto, acabaria indo fixar residência na Meca cearense quando estabeleceu uma farmácia e atendia a população.

Aproximou-se do Padre Cícero e logo angariou sua mais estreita confiança, tornando-se seu “mentor” ou “iminência parda” nas questões políticas. Foi sem dúvidas o grande responsável pelo ingresso do sacerdote na vida político-partidária. Unindo seu talento nato para a política com a liderança e carisma de Padre Cícero iria se tornar uma das mais destacadas figuras do cenário nordestino daquela época. Acabou eleito deputado estadual e federal, sendo ainda o braço direito do santo padre por ocasião de sua ascensão à prefeitura de Juazeiro do Norte.


Foi figura fundamental nos episódios da Sedição de Juazeiro, da prisão do beato José Lourenço e dos Batalhões Patrióticos; criados para combater a Coluna Prestes; quando a ele foi atribuída a ideai de trazer Virgolino Ferreira a Juazeiro e ali receber a polêmica "patente" de Capitão, desses mesmos batalhões patrióticos. Viria a falecer, vítima de angina, no Rio de Janeiro em 8 de Março de 1926, curiosamente na mesma época em que Lampião visitava Juazeiro para se incorporar ás forças do governo. Dr. Floro pelos “relevantes” serviços prestados ao governo federal acabaria sendo enterrado com honras de general do exército.

Fernando Pontes

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CONVITE!


Enviado por: 
Charles Pierre picharlesbancarios@gmail.com - sergiotaxi2502@gmail.com
silldety@gmail.com

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IMPRESSÕES PÓS-DOM MÚSICA 2016

 Por Elon da Silva Barbosa Damaceno

A experiência do Dom Música 2016 (TV Itararé) foi enriquecedora para mim. Eu, que nunca fiz aula de canto, nem tenho conhecimento técnico de música, me sinto privilegiado em ter voltado de Campina Grande com duas premiações: 3º lugar no voto do júri oficial e 1º lugar no voto popular.


Esse prêmio, dedico a todas as pessoas que acompanharam, torceram, compartilharam e votaram. Aos meus pais pelo apoio. Aos familiares que me acolheram nos dias em que precisei subir à Serra da Borborema, especialmente a Vania, Socorro (A sopa estava uma delícia), Mel, Tyrone, Sônia, Mariana, Epifânio, Ademilton, Kaline. Aos meus padrinhos, Teinha e Sineide; tias, primos e amigos que estiveram presentes na noite.


É inesquecível toda a disponibilidade e atenção de todos os que compuseram a produção do programa. Por trás do palco, há muito trabalho. Só sabe quem observa ou quem está fazendo o que é preciso para que tudo ocorra da melhor forma possível. Meus sinceros agradecimentos a Saulo Queiroz, pela paciência, bom humor, responsabilidade e compromisso, estendendo a toda a equipe da TV Itararé pelo excelente trabalho. Também a Harlann Santos e toda a Orquestra Andaluz, que botou pra quebrar, no melhor sentido da expressão. À Merlia Faustino pelas orientações valiosas de aquecimento vocal e Valquíria, pela oficina de Artes Cênicas, da qual desfrutamos. Grato também a Alexandre Tan, Eloisa Olinto e Fábio Galvão Dantas, jurados no evento.


Outro papel importante do Dom foi a geração de vínculos. É o resultado da troca de ideias, compartilhamento de experiências e sonhos. Ter conhecido cada participante foi maravilhoso. Em nenhum momento tivemos a sensação de concorrência. Pelo contrário, assistimos os ensaios uns dos outros e torcemos uns pelos outros. Voltei para Pombal, mas Campina ainda não saiu de mim. Estou com saudade e desejo que os palcos da vida tratem de instigar encontros e reencontros.

Por fim, eu não teria saído tão feliz do programa se não fosse a força e a mobilização que os amigos fizeram nas redes sociais. Do total de 8.826 votos, tive a alegria de contar com mais de 3000 (34,4%).

O sentimento, agora, é de gratidão pela presença e reconhecimento das pessoas.

Muito obrigado.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Ramalho de Araújo Cardoso.

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AMANHÃ, 26 DE NOVEMBRO DE 2016, DEBATE SOBRE O CANGAÇO NO AUDITÓRIO DA UFBA


Amanhã, 26 de novembro, DEBATE SOBRE O CANGAÇO, no auditório da Faculdade de Arquitetura da UFBA. O evento será coordenado por Edmilson Carvalho e Jorge Oliver. 


Após a exposição do tema por José Bezerra Lima Irmão, autor de “Lampião – a Raposa das Caatingas”, será aberto espaço para perguntas e intervenção de estudiosos sobre o assunto, abordando os aspectos históricos, culturais, sociais e ideológicos que gravitam em torno desse fenômeno. A entrada é franca para o público em geral. 

Escritor Oleone Coelho Fontes

Aguardam-se as presenças de Oleone Coelho Fontes, Sérgio Guerra, Valdério Lima, Antônio Olavo, Manoel Neto, Zé Guilherme, Emiliano José, Luiz Filgueiras, Celso Cotrim, Gilberto Carvalho... e VOCÊ!

Quando: 26 de novembro às 8h30
Onde: Auditório Mastaba, Faculdade de Arquitetura (UFBA)
Rua Caetano de Moura, 121 – Federação

Fonte: facebook


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=787805801360915&set=p.787805801360915&type=3&theater

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DESCOBRINDO A OBRA DE UM MESTRE...

Por Rivanildo Alexandrino

O meu envolvimento com a obra de Zé Ramalho aconteceu da seguinte maneira:

Em 1989, início da minha juventude, numa noite enluarada, estava com alguns amigos, um deles tocava violão e começou a cantar uma música (canção agalopada) que a princípio, achei muito estranha. Sua letra era de arrepiar, fiquei louco por essa música e perguntei logo de quem era, veio então a resposta:


https://www.youtube.com/watch?v=a4-jdD3i6AI

- De Zé Ramalho.

Como não conhecia, perguntei novamente:
- Mas quem é esse Zé Ramalho?

Eles responderam:

- É aquele que canta a música tal... mas não conhecia nada.

No dia seguinte, ainda com aquela música na cabeça, comecei a procurar discos (pois naquele tempo na minha cidade não existia CDs) do tal Zé Ramalho. Tarefa difícil, não encontrava em lugar algum, até que uma pessoa me disse:


- Rapaz, acho que "Nêna" tem um LP desse cantor.

Corri até a casa do amigo Nêna, que nessa época tinha um pequeno bar. E para minha satisfação, ele tinha dois discos de Zé Ramalho.

Os discos eram: "Zé Ramalho" de 1978, e "A Peleja do Diabo com o dono do Céu" de 1979.

Cara, quando eu vi a foto do Zé na capa desses discos, achei incrível, o Zé Ramalho parecia um profeta da caatinga. O cara era tão estranho quanto a música que eu tinha escutado na noite anterior.

Levei os LPs pra minha casa e comecei a escutar atentamente, e cada música diferente que começava a tocar, chamava ainda mais minha atenção. Letras longas, palavras esquisitas que nunca tinha escutado, arranjos lindos e a voz do cara era perfeita, voz de trovão.

Daquele dia até hoje não parei, comecei a colecionar tudo que encontrava sobre o Zé. Mas na minha cidade não tinha muita opção, foi quando em 1992 fui morar em São Paulo, lá sim, consegui muito material, discos, matérias de jornais e revistas, pôsteres, compactos, fotos etc.

Descobri o Fã Clube de Brasília presidido pelo amigo Willians, através dele, mandei uma carta pro Zé falando sobre a grande admiração que tinha por ele.

Passaram-se algumas semanas e um dia o porteiro do prédio onde morava me interfonou dizendo:

- Rivanildo, chegou um sedex pra você!

Fiquei admirado, pois não estava esperando nenhuma correspondência. Desci pra receber e grande foi a minha surpresa, pois a encomenda tinha sido mandada pelo próprio Zé Ramalho! Fiquei muito alegre com o que estava vendo, nem estava acreditando que o Zé Ramalho tinha me mandado alguma coisa.

Abri a encomenda e lá estava: CD, fotos, camisetas, pôsteres e todos os seus livros, tudo autografado!!! Quase não acreditei, fiquei muito feliz.

https://www.youtube.com/watch?v=W7ikTcpDYNE

Nessa época, eu tinha um Fã Clube que se chamava Kryptônia (mudei o nome para Acervo Zé Ramalho da Paraíba), um dia, assistindo um show do Zé no SESC Belenzinho, fiquei bem próximo a ele, em frente ao palco, e ele me reconheceu, pois já tinha lhe enviado algumas fotos. Ele ficou tocando e olhando pra mim, fiz sinal de positivo pra ele e ele riu, quando ele acabou de cantar a música, chamou o segurança que estava em cima do palco e lhe falou algo ao ouvido apontando pra mim. O segurança veio em minha direção, pegou no meu braço e disse:

- Cara, sobe aí que o Zé quer falar com você.

Foi outra grande alegria pra mim, era um grande sonho que estava realizando naquela noite, nem acreditava que ia conhecer o Zé pessoalmente. Fiquei esperando atrás do palco com uma ansiedade danada o Zé cantar as últimas músicas do show.

Então lá vem ele, o meu grande ídolo caminhando em minha direção, foi logo estendendo a mão e dizendo:

- E aí cara, tudo bem? e me deu um abraço.

Falei pra ele do meu Fã Clube, ele achou muito bacana e agradeceu bastante pela minha dedicação sobre ele, me disse:

- Cara, logo estarei lançando um CD novo (o CD era "o gosto da criação" de 2002), e não se preocupe que vou lhe mandar um material.

Como de fato, logo depois do lançamento do CD, ele me mandou muita coisa. Nunca esquecerei aquela data.

Depois desse dia, peguei uma certa amizade com o Zé, sempre falava com ele nos camarins, antes ou depois dos shows. O último contato que tive com ele foi em junho de 2014 num show realizado em Mossoró-RN.

Pois é, nação Ramalheana, foi assim que tudo aconteceu... e continuo com a mesma dedicação até hoje, sempre admirando mais esse grande mestre da nossa música!

Forte abraço!

Rivanildo Alexandrino. Potiguar, nordestino da gema, sertanejo, natural de Frutuoso Gomes. Admirador incondicional da arte de Zé Ramalho, o grande gênio de Brejo do Cruz.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Ramalho de Araújo Cardoso.

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O CANGACEIRO CHICO PEREIRA FOI ASSASSINADO EM TERRAS POTIGUARES

Por José Mendes Pereira

O cangaceiro Chico Pereira que era paraibano, filho de dona Maria Egilda e do coronel João Pereira, tendo este sido assassinado por um senhor chamado Zé Dias. Chico Pereira perseguiu o assassino do seu pai, levou aos pés das autoridades, e dias depois, o criminoso estava solto. Chico Pereiravingou a morte do pai e sem muito pensar, tornou-se cangaceiro. 

Os pais do cangaceiro Chico Pereira

Chico Pereira comandou vários ataques, inclusive com cangaceiros da "Empresa de Cangaceiros Lampiônica & Cia", de Virgolino Ferreira da Silva o rei do cangaço Lampião. 

Chico Pereira passou seis anos nessa vida, até encontrar a morte misteriosa numa estrada do Estado do Rio Grande do Norte, aos 28 anos de idade, a 24 de agosto de 1928, uma morte que os dias de hoje não foi esclarecida o motivo da tamanha covardia.

Alguns afirmam que foi queima de arquivo e outros dizem que foi por covardia mesmo, feita com o  cangaceiro.

Fonte de pesquisa:  http://cariricangaco.blogspot.com.br/2013/06/jarda-o-amor-de-chico-pereira.html

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FATOS QUE MARCARAM NOSSA HISTÓRIA...

Por Rivanildo Alexandrino

Um fato marcante na história de Frutuoso Gomes e quase totalmente desconhecido pela população, é que, na antiga casa do agente ferroviário, onde hoje funciona a Casa de Cultura, nasceu uma mulher que entrou para triste história do Brasil no período da Ditadura Militar.


Trata-se da jovem Anatália de Melo Alves, nascida nesta cidade em 9 de julho de 1945, filha do Agente Ferroviário Nicácio Loia de Melo. Já morando em Mossoró a jovem Anatália conheceu um rapaz chamado Luiz Alves Neto, com quem começou a namorar e casou-se tempos depois.

Em 1969 passou a atuar juntamente com o esposo, no PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário), passando a morar no estado de Pernambuco atuando nas Ligas Camponesas, aonde foi presa juntamente com o marido em 17/12/1972. Juntos foram transportados ao DOPS de Recife onde foram torturados.

Anatália foi terrivelmente torturada até a morte, como foi encontrada numa cela, no porão do DOPS em Recife em 22/01/1973.

Hoje existem vários prédios, ruas e um colégio em Mossoró com o seu nome, e a mesma foi homenageada pelo prefeito de Frutuoso Gomes dando o nome à Casa de Cultura de CASA DE CULTURA ANATÁLIA DE MELO ALVES. Nada mais justo que prestar essa homenagem a essa jovem que morreu defendendo seus ideais para um Brasil livre da Ditadura Militar.


Ainda sobre Anatália...

Quem visita a Casa de Cultura de Frutuoso Gomes, que funciona na antiga casa do agente ferroviário, tem a oportunidade de conhecer um lugar muito importante para nossa história. Ali, naquela antiga casa, nasceu em julho de 1945, Anatália de Melo Alves que ainda jovem, foi presa, tortura e morta pelo então regime da ditadura militar do nosso país.

Anatália foi encontrada morta numa cela do DOPS, em Recife, no dia 22 de janeiro de 1973.

Foto do quarto onde a mesma nasceu... Coloquei algumas fotos e artigos de jornais sobre ela no local.

Rivanildo Alexandrino. Potiguar, nordestino da gema, sertanejo, natural de Frutuoso Gomes. Admirador incondicional da arte de Zé Ramalho, o grande gênio de Brejo do Cruz.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso.

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CANGAÇO NO PIAUÍ


 Mais um livro do escritor e fundador da SBEC -  (Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço) Paulo Gastão.


Entre em contato com o autor através deste e-mail: paulomgastao@hotmail.com

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SÓ ENQUANTO NÃO VEM CANGAÇO - UM HOMEM DE CONSCIÊNCIA

Por Monteiro Lobato
BBC.com

UM HOMEM DE CONSCIÊNCIA
     
Chamava-se João Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro.
     
Nunca fora nada na vida, nem admitia a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos queriam: mudar-se para terra melhor.
     
Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o desaparecimento visível de sua Itaoca.
     
– Isto já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons – agora só um, e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está se acabando…
     
João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava dum fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível.
     
– É isso, deliberou lá por dentro. Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada de nada, então eu arrumo a trouxa e boto-me fora daqui.
     
Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que não era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada…
     
Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. É o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado – e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca!
     
João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas. Pela madrugada, botou-as num burro, montou no seu cavalinho magro e partiu.
     
Antes de deixar a cidade, foi visto por um amigo madrugador.
     
– Que é isso, João? Para onde se atira tão cedo, assim de armas e bagagens?
     
– Vou-me embora, respondeu o retirante. Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim.
     
– Mas como? Agora que você está delegado?
     
– Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. Adeus.
     
E sumiu.

(Monteiro Lobato, CIDADES MORTAS. 12a Edição. São Paulo,   Editora Brasiliense, 1965)

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NOTA DE PESAR!


Ainda consternados com o assassinato do amigo Washington Gomes Lima, bisneto de um dos principais personagens do ciclo coronelístico do sertão pernambucano, coronel "Anjo da Gia". No recente Cariri Cangaço Floresta, Washington juntamente com sua família, sua esposa Michele , e a estimada Rute, nos recepcionaram e nos proporcionaram um dia realmente inesquecível na Fazenda Poço do Ferro. 

Reforçando a Nota de nosso Conselheiro Manoel Serafim; registramos o pesar de toda família Cariri Cangaço.

Manoel Severo Barbosa.

Vejam como foi nossa visita ao Poço do Ferro com o companheiro Washington Lima: http://cariricangaco.blogspot.com.br/…/poco-do-ferro-e-mort…



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LAMPIÃO O CANGACEIRO!


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AVENIDAS DE CAJAZEIRAS ENGENHEIRO CARLOS PIRES DE SÁ

 Por: José Antônio Albuquerque

O longo trecho desta avenida vai desde a Rua Tenente Arsênio, em frente da Cadeia Pública, até as proximidades do Bairro Santo Antonio, onde se inicia a Rua Romualdo Rolim.

Todo este percurso, demanda ao Ceará, que primitivamente era denominada de Rua da Rodagem, recebendo depois o nome de Rua São José, quando na década de 60 foi pavimentada a paralelepípedos, por decisão do Engenheiro Carlos Pires de Sá Ferreira, então Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem.


Foi sempre muito movimentada pelo tráfego de veículos que percorriam a estrada, pela zona do meretrício que floresceu, ali, nas imediações do Cemitério Coração de Maria.

Quando Otacílio Jurema foi prefeito, construiu um Açougue Público e um Mercado e instituiu uma Feira Livre, para em seguida ser edificada a Capela de São João Bosco, depois transformada em Paróquia por Dom Zacarias Rolim de Moura, encravada na Praça Camilo de Holanda (Recebeu esse nome, através do Decreto nº 12, de 11 de fevereiro de 1944, baixado pelo prefeito Juvêncio Vieira Carneiro). Nos dias atuais vem se constituindo num dos pólos comerciais mais importantes da cidade e poucas são as residências ali existentes.


O Engenheiro Carlos Pires de Sá Ferreira nasceu no sítio Lagoa, município de Sousa, a 25 de abril de 1921. Filho de Antonio Pires Ferreira e Ester de Sá Pires Ferreira formou-se, em 1947, pela Escola Nacional de Engenharia. Exerceu atividades profissionais na construção da Rodovia Rio - Petrópolis foi assistente técnico do Chefe do 7º Distrito Rodoviário, com sede no Rio de Janeiro e Diretor Geral do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Tem curso de construção, melhoramento e conservação de estradas de rodagem do “Bureau of Publics Roads”, dos Estados Unidos. Residiu no Rio de Janeiro, mas não conseguimos obter informações se ainda está em atividades. 

Foto: do Acervo de Cristiano Moura


José Antônio Albuquerque. Historiador. Professor aposentado do Departamento de História do Centro de Formação de Professores da Universidade Federal de Campina Grande - Campus de Cajazeiras/PB. Diretor-Presidente do Sistema Alto-Piranhas de Comunicação.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso.

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