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sábado, 10 de janeiro de 2026

DÉ ARAÚJO: O HOMEM QUE COLOCOU O APELIDO EM LAMPIÃO.

Por Geraldo Júnior

Segundo uma das versões mais apresentadas na historiografia do cangaço a respeito do surgimento do apelido de Lampião, aponta Dé Araújo, na época cangaceiro, como o autor do apelido de Lampião, na época conhecido ainda como Virgolino. O fato teria ocorrido durante um confronto entre o bando de Sinhô Pereira, do qual Dé Araújo e Lampião faziam parte, contra força militar volante. Após o término do confronto, Dé Araújo teria comentado que o clarão provocado pela carabina (Papo Amarelo) de Lampião se parecia com o claro produzido por um Lampião à gás, muito utilizado nos sertões do Nordeste em tempos passados. E assim teria surgido o apelido daquele que em pouco tempo se tornaria o maior cangaceiro de todos os tempos.
Lembrando que Dé Araújo abandonou o cangaço e ingressou na carreira militar.
Foto: Site: Genealogia Pernambucana.
Para efeito de curiosidade.
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Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal Cangaçologia.

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MOSSORÓ EXPULSOU O BANDO DE LAMPIÃO A BALA - DISSE NÃO À EXTORSÃO DO CANGACEIRO - UM GRANDE FATO NA HISTÓRIA DO NORDESTE - FATOS E FOTOS!

 Por Valdecir Alves

Mossoró nos dias atuais - Em destaque a Catedral Diocesana de Santa Luzia

Igreja São Vicente de Paula - Construída por retirantes na Seca de 1915
Uma das trincheiras para impedir que Lampião invadisse Mossoró

 Dia 13 de junho de  1927, após dizer não a Lampião, que cobrou 400 contos de reis (em moeda da época 400  milhões de reis – atualmente uns 20 milhões de reais) para não invadir a cidade, começava um tiroteio entre moradores da cidade e os cangaceiros, que se dividiram em 03, forçando a cidade a levantar várias trincheiras, sendo as principais: a  Estação Ferroviária, hoje uma casa de cultura; a sede da prefeitura, hoje Palácio da Resistência e a trincheira no Campanário da Capela de São Vicente de Paula, que Lampião denominou de “ Igreja da Bunda Redonda” .

Igreja São Vicente de Paula - Construída por retirantes na Seca de 1915
Marcas de bala no campanário = onde ficaram mossoroenses

Do Jornal o Mossoroense sobre a história da Igreja:

 “Aquele templo é uma dádiva de suor, sangue e lágrimas dos retirantes de 1915. Merece um poema à memória de um êxodo forçado”. E o próprio professor Barreto faria esse poema, quando apelava: 

Mossoroenses, quando passardes diante da Igreja de São Vicente de Paula, prestai o vosso culto, não só ao orago do templo, como aos seus construtores, quase todos desaparecidos já, porém, ainda mais rendei o vosso preito àqueles humildes grandes, que fabricaram, de graça, o material para o citado templo”.

Igreja São Vicente de Paula - Construída por retirantes na Seca de 1915
Marcas de balas no campanário - onde ficou a resistência de Mossoró

Findando com a expulsão dos cangaceiros, a morte de alguns deles e a prisão do temível Jararaca, enterrado vivo no cemitério da cidade, após cavar sua própria cova. O interessante é que hoje é visto como santo pelo povo, devido a crueldade com que foi morto. Recebendo o seu túmulo visita de milhares de pessoas em dias de finado e ao longo de todo ano. Na verdade mais prestigiado que o túmulo de muitos políticos famosos nacionalmente, enterrados no mesmo cemitério e ao longo do ano utilizado pelos gatos e outros animais como abrigos. Mostrando que nem sempre o séquito que em vida rodeia os poderosos permanece uma vez morto. Ironicamente ao contrário do cangaceiro.

Igreja São Vicente de Paula - Construída por retirantes na Seca de 1915
Marcas de balas no campanário = onde ficaram mossoroenses

Mossoró, depois de Natal, é a maior cidade do Rio Grande do Norte. Tem  quase 300.000 habitantes e uma economia poderosa, baseada sobretudo no petróleo e na produção de sal marinho. Uma das grandes e poderosas cidades da Região Nordeste. A origem do nome Mossoró está ligada  ao rio, à beira do qual floresceu, Rio Mossoró, nascido na chapada do Apodi, que rasga a terra com vigor, criando seu leito, rompendo-a, por isso tendo o nome ligado à ruptura, que em Tupi Guarani é Mossoró. O que rompe, o que rasga poderosamente. 

Placa de homenagem aos heróis que expulsaram Lampião de Mossoró em 13/06/1927

Num lugar assim, Lampião deveria ter pensado duas vezes antes de tentar invadir e ser expulso de forma humilhante, assim historicamente a cidade ligou seu nome ao famoso personagem Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, a exemplo de Juazeiro do Norte, que jamais ousou invadir, pois temia Padre Cícero com seu poder religioso e político. Bom destacar também que Mossoró foi a primeira cidade do Rio Grande do Norte a libertar seus escravos, a exemplo de Redenção no Estado do Ceará.

Placa de homenagem aos heróis que expulsaram Lampião de Mossoró em 13/06/1927

Anualmente, em frente  à igreja que funcionou como trincheira é encenado um musical chamado: CHUVA DE BALA NO PAÍS DE MOSSORÓ, que remonta todo o fato histórico e mantém viva a memória. 

Prefeitura de Mossoró - Palácio da Resistência - uma das Principais Trincheiras

O cordelista Zé Lacerda, no Cordel: JARARACA – O CANGACEIRO ARREPENDIDO.  
(link: http://www.cordelnarua.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=2765774  ) falou assim de Jararaca:

Já falei da Jararaca
Num cordel anterior
Disse que esse cangaceiro
Em santo se transformou
Sua vida e desacato
Mas não expliquei o fato
Que o povo o beatificou.

A injustiça o transformou
Num terrível cangaceiro
Aliou-se a Lampião
Se tornando um desordeiro
Os cantos que ele passou
E os crimes que praticou
Contei no cordel primeiro

Naquele grande entrevero
Que Massilom projetou
De assaltarem Mossoró
Jararaca se animou
Afoito, sempre na frente,
Mas a coisa ficou quente
Pois Mossoró revidou. 

Abaixo fotos do Memorial ao Cangaço e à Resistência:

Monumento ao Cangaço e à Resistência de Mossoró

Com Gilberto - Mossoroense que nos guiou pelos monumentos e história

Placa com fotos dos heróis da Resistência de Mossoró
Único caso em que Lampião foi derrotado numa invasão
MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA

Aviso de possível invasão a Mossoró - cidade já rica em 1927
MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA

Mossoroense capturado  por Lampião manda aviso que Mossoró
Deve pagar o resgate de  400 contos de reis
O equivalente a 400 milhões de reis da época
MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA

Bilhete do Próprio Lampião ao prefeito de Mossoró
Ameaçador - Foi invadir e houve o conflito e bateu em retirada

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

Valdecy Alves - Ativista
MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

O LENDÁRIO CANGACEIRO LAMPIÃO - VIRGULINO FERREIRA
MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

MEMORIAL DO CANGAÇO E DA RESISTÊNCIA
Paineis de Cangaceiros

Um mistério fica no ar: POR QUE O SANTIFICADO É UM CANGACEIRO E NÃO UM DOS RESISTENTES? POR  QUE NÃO SANTIFICARAM O PREFEITO DE MOSSORÓ QUE LIDEROU A RESISTÊNCIA?  POR QUE AS FOTOS DOS HERÓIS DA RESISTÊNCIA SÃO TÃO PEQUENAS E A DOS CANGACEIROS PAINEIS ENORMES? PARECE QUE O POVO DE MOSSORÓ NÃO SE IDENTIFICOU MUITO COM OS HERÓIS DA RESISTÊNCIA! Que interesses realmente defenderam??? De toda forma foram bravos sim! Com a palavra os historiadores.  Abaixo fotos do túmulo do Cangaceiro Jararaca, ou melhor São Jararaca:

Foto odo Túmulo do cangaceiro  Jararaca
Santificado pelo Povo - Enterrado Vivo

Foto odo Túmulo do cangaceiro  Jararaca
Santificado pelo Povo - Enterrado Vivo
Túmulo mais visitado em dia de finados e ao longo do ano inteiro

Foto odo Túmulo do cangaceiro  Jararaca
Santificado pelo Povo - Enterrado Vivo
Túmulo mais visitado em dia de finados e ao longo do ano inteiro

SOBRE A FAMOSA SANTIDADE DO JARARACA DIZ A MÍDIA, que é fato:

O jornal Gazeta do Oeste em 12 de junho de 1994 publicou uma entrevista com o bioquímico, e hoje Assessor de Comunicação da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), Paulo Medeiros Gastão, onde o Jornal perguntava sobre o fato da devoção hodierna à Jararaca quando muitas pessoas acham que ele obra milagres e a visão do pesquisador, respondeu: "A história do milagre se confunde muito com o misticismo, com a conduta cultural de um povo. Jararaca, apenas foi consagrado, por conta de sua bravura. O povo sempre busca o menor para enaltecê-lo. Nós sentimos isso no próprio cemitério, quando o túmulo de Rodolfo Fernandes, não recebe o mesmo número de visitas correspondentes ao túmulo onde está Jararaca".


Valdecy Alves visita o Túmulo do cangaceiro  Jararaca
Santificado pelo Povo - Enterrado Vivo
Túmulo mais visitado em dia de finados e ao longo do ano inteiro

https://valdecyalves.blogspot.com/2011/12/mossoro-expulsou-o-bando-de-lampiao.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES:

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.


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BIOGRAFIA DE GONZAGA.

 Por: Kydelmir Dantas


Não deixando de reconhecer o trabalho da Dominique Dreyfus, sobre o Rei do Baião. Uma das biografias mais completas que conhecemos. Eis, abaixo alguns livros que foram publicados, sobre ou com citações e/ou a biografia de LUIZ GONZAGA:


DREYFUS, Dominique. Vida de viajante: a saga de Luiz Gonzaga. 2 ed. São Paulo: Editora 34, 1997. 
GARCEZ, Lucília; OLIVEIRA, Jô. Luiz Lua. Belo Horizonte: Editora Dimensão, 1998. 

OLIVEIRA, Antônio Kydelmir D. de. Os Três Pilares da Música Popular Nordestina: Luiz Gonzaga - Jackson do Pandeiro - João do Vale. Fundação Vingt-Un Rosado / Coleção Mossoroense. Mossoró-RN. 1998.
OLIVEIRA, Gildson. Luiz Gonzaga: o matuto que conquistou o mundo. 7 ed. Brasília: Letraviva, 2000.

VIEIRA, Sulamita. O sertão em movimento: a dinâmica da produção cultural. São Paulo: Annablume Editora, 2000;

RAMALHO, Elba Braga. Luiz Gonzaga: síntese poética e musical do sertão. São Paulo: Terceira Margem, 2000;

MOTA, José Fábio da. Luiz Gonzaga: O Asa Branca da Paz. Universidade Vale do Acaraú.  Sobral. 2001.

ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. A Invenção do Nordeste e Outras Artes. 2ª ed. Recife: Massangana, 2001.

ARLÉGO, Edvaldo. Luiz Gonzaga: O Pernambucano do Século. Editora Edificante. Recife, 2004.
MELLER, Luiz Ernesto. Luiz Gonzaga, uma vida iluminada. Recife, 2004.

SANTOS, José Farias dos. Luiz Gonzaga: a música como expressão do Nordeste. São Paulo: Ibrasa. 2004.
ARCOVERDE, Luiz; MERGULHÕES, Eronildes. Luiz Gonzaga o eterno cantador. Olinda: Editora Livro Rápido – Elógica, 2005. 

ÂNGELO, Assis. Dicionário Gonzagueano, de A a Z.. 1ª ed. São Paulo: Parma, 2006.

ECHEVERRIA, Regina. Gonzagão e Gonzaguinha: uma História brasileira. Rio de Janeiro, Ediouro, 2006. 

AUSTREGÉSILO, José Mario, da Silva Lima. A Oralidade e a Imagética em Luiz Gonzaga: uma análise de conteúdo da obra musical do Rei do Baião. Recife, Faculdade Maurício de Nassau, 2006. 

BARBOSA, José Marcelo Leal. Luiz Gonzaga: suas canções e seguidores. Teresina, Editora Halley, 2007.

PIMENTEL, Luiz. Mestres da Música no Brasil. Ed. Moderna, 2007. 

TELES, José. O Baião do Mundo. Recife, Fundação de Cultura da Cidade do Recife, 2008.

AUSTREGÉSILO, José Mario. Luiz Gonzaga: O homem sua terra e sua luta. Fundação de Cultura do Recife. 2008. 

CRUZ. Nelci Lima da. Vida e Trajetoria de um Mito chamado Luiz Gonzaga. Santa Luz – BA. 2010.

BARBOSA, José Marcelo Leal. Homenagens Especiais ao “Eterno Rei do Baião”. 2010. 

TELES, José. Luiz Gonzaga. Fundação de Cultura da Cidade do Recife. 2011.

LOPES, Cacá. Vida e Obra de Gonzagão – O mais completo cordel ilustrado sobre Luiz Gonzaga. Ensinamento. São Paulo. 2011.

COSTA, Antonio Francisco & MEDEIROS, José Nobre de. Porque o Rei é Imortal. Editora. Salvador – BA. 2011.

VIANA, Arievaldo. O Rei do Baião - Do Nordeste para o Mundo. Planeta Jovem. 2012.

ARLÉGO, Edvaldo. Luiz Gonzaga Centenário. Editora Edificante. Recife, 2012
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Kydelmir Dantas
Sócio da SBEC, Conselheiro Cariri Cangaço
MOSSORÓ - RN

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES:

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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1924 – A MAIS ANTIGA LISTA TELEFÔNICA DE NATAL.

 Publicado em 25/12/2013 por Rostand Medeiros

 

Autor – Rostand Medeiros

Trago para os leitores do nosso blog TOK DE HISTÓRIA, diretamente da minha coleção de fotos das antigas páginas do jornal natalense “A República”, aquela que acredito ser a mais antiga lista telefônica da capital potiguar.

DSC05572Lista telefonica de Natal1 - Copy

DSC05573Lista telefonica de Natal2 - Copy
 
Nesta época eram poucos os telefones em Natal e maioria deles estavam instalados em repartições e empresas. A leitura desta lista vai apresentar ao leitor do nosso blog algumas características desta pequena capital nordestina, que talvez nem tivesse 35.000 habitantes em 1924.
NOTA  - Todos os direitos reservados

http://tokdehistoria.wordpress.com/2013/12/25/1924-a-mais-antiga-lista-telefonica-de-natal/

Extraído do blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros.

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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