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segunda-feira, 20 de novembro de 2023

𝑬𝑿-𝑪𝑨𝑵𝑮𝑨𝑪𝑬𝑰𝑹𝑶 𝑪𝑼𝑹𝑰𝑶

 Por Guilherme Velame Wenzinger

Fotografia do ex-cangaceiro Curió concedendo uma entrevista. 11 de Outubro de 1977.

Foto do arquivo público de Pernambuco, pertencente ao Museu da Imagem e do Som, disponível na internet, em sua página 26.

https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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CAPELA DE SANTO ANTÔNIO

 Por Lemuel Rodrigues.

Atividade na Capela de Santo Antônio-Alunos da Disciplina Diálogos Paulo Gastão do curso de História da UERN no dia 27/10/23.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2657605251081883&set=a.102622333246867

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LAMENTÁVEL!

 Por Luiz Benicio

Essa é, ou melhor. . . Era. Uma das igrejas mais antiga da cidade de Mossoró - RN. A igrejinha do Porto de Santo Antônio, centenária, enfim está indo ao chão, desmoronando.

Por algumas vezes tentamos ajudá-la, buscamos ajuda junto a paróquia de São José ( a qual ela pertence ), mas não foi possível, procuramos a Diocese de Mossoró, na pessoa do Bispo Manzzana, mas também não houve interesse por parte da diocese.

Procuramos envolver o IFRN, levando alguns professores especialistas em restauração para ver a igrejinha, e o que poderia ser feito por ela, mas também não foi o suficiente, enfim, tentamos de várias maneiras procurar uma forma de não deixá-la cair, mas infelizmente não não houve interesse por parte de quem deveria ser os mais interessados. Estava fora dos nossos limites, das nossas condições, o que podíamos fazer era procurar ajuda junto á quem deveria ter interesse, e a responsabilidade de fazer alguma coisa pra não deixá-la cair, mas infelizmente por falta de sensibilidade e consciência desses DESINTERESSADOS, não houve o socorro necessário á igrejinha.

Foi ao chão uma das mais antigas igrejas de Mossoró.

Fica aqui, a nossa indignação, e a nossa tristeza por vermos esses patrimônio cultural e religioso indo ao chão, por pura falta de interesse de quem deveria ter o interesse maior.

Imagem: autoria desconhecida.

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/posts/pfbid02VUjQnw1dCser6qmZvRbuFkMeWLQCqmNPJSoi9EoRq55Ceu85z1BNzuX6RRNmf38Ll?comment_id=294057940272724

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PEDRA SUSPENSA (TERRITÓRIO SIBERIANO).

Por Victor Mendes - Editor de uma revista online sobre curiosidades!

Parece que estava prestes a cair, mas não.

Na reserva Ergaki existe um milagre da natureza: um bloco de pedra pesando cerca de 600 toneladas à beira do abismo.

A pedra está em uma posição tão instável há milênios e ninguém consegue acreditar como ela mantém sua posição.

Todo o seu aspecto: o declive e a pequeníssima superfície de contacto com a rocha mostram claramente a instabilidade da situação.

https://pt.quora.com/Como-%C3%A9-a-Rocha-Suspensa-do-Territ%C3%B3rio-de-Krasnoyarsk

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HERON CID CESAR SOARES DE MADRID, FILHO DO RADIALISTA JOSÉ MARIA MADRID

Por Heron Cid Cesar Soares Madrid

Amigo José Mendes, me permita tratar você assim a partir de agora, pois sendo amigo do meu pai (José Maria Madrid), também sinto como se fosse meu.

Eu sou filho do segundo relacionamento dele. Ele conheceu minha mãe em Sousa, Sertão da Paraíba, quando foi trabalhar na Rádio Jornal, uma emissora da cidade.

Com ela - na década de 80 - teve dois filhos; eu e meu irmão Hernon Hilário Soares de Madrid.

Quando eu era ainda bem pequeno, três ou quatro anos talvez - ele saiu do Sertão, voltou a Mossoró e se separou dela.

Cresci sem qualquer contato com ele: aos 8 anos estive com ele - por iniciativa de minhas tias e irmãs dele - em Natal, por cerca de um mês.

Foi o primeiro e último contato. Praticamente três anos depois soubemos da morte dele em Mossoró, nos perversos trilhos do trem cuja linha praticamente inexistia, coincidentemente entre a cidade e Sousa.

Somente depois da morte fui começar a saber quem era meu pai, um dos grandes e admiradores jornalistas do Rio Grande do Norte.

O fato causou em mim - que já tinha pendores pelo rádio - grande impacto e influência. Passei a me mirar na sua história e abracei com obstinação a missão de seguir sua profissão.

Meu pai nunca me deu nada, materialmente falando, mas me deixou a maior herança e patrimônio: o dom da comunicação. E foi exatamente o homem com o qual não convivi que mais influenciou na minha vida.

Comecei muito cedo na profissão. Aos 13 anos já estava nos mesmos microfones que anos tinha servido para ecoar a bela voz dele. Coisas do destino.

Me graduei jornalista pela Universidade Federal da Paraíba em 2006. Desde 2007 atuo na imprensa Paraibana. Hoje tenho programas de rádio e TV em João Pessoa e sou diretor-presidente do Portal MaisPB, além de assinar um Blog pessoal na internet.

Podes conferir no www.maispb.com.br ou no heroncid.com.br (Blog).

Te mando aqui um link de uma entrevista recente que dei a um colega aqui de João Pessoa em que falo de meu pai.

https://youtu.be/u153oT5opM8

Tenho o projeto de escrever um livro sobre a vida dele. Já estive com meus irmãos aí em Mossoró e com a ex-esposa dele, Dona Claudette.

Preciso de sua ajuda para recuperar outras histórias com ex-colegas dele. Entrevistei em 2012 o fotógrafo José Rodrigues.

Recuperei alguns documentários na voz dele e seus últimos programas na radio Princesa de Assú.

Muito obrigado pelo seu contato. Fico feliz demais com seu retorno. Espero falar mais sobre ele.

Deus abençoe tua vida!

Heron Cid Cesar Soares de Madrid 

Enviado do meu iPhone

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VIRGULINO FERREIRA DA SILVA, "LAMPIÃO", 1927.

Por Reinaldo Elias - Colorizando o Passado

Acervo do Museu do Ceará - Fortaleza, CE, Brasil. O registro fotográfico foi realizado quando seu grupo invadiu e saqueou a cidade de Limoeiro do Norte, no interior do Ceará, em 15 de junho de 1927.

"Lampião foi o mais famoso chefe cangaceiro que existiu no país e teve atuação entre 1922 e 1938. Ele era de uma família de posição razoável, mas que se viu despossuída de tudo por uma disputa de terras. Lampião liderou um grupo de homens que aterrorizou o interior do Nordeste com seus saques. Foi morto em uma emboscada, em 1938."

"Virgulino Ferreira da Silva nasceu em Serra Talhada, no estado de Pernambuco, em 7 de julho de 1897, e pertencia a uma família de lavradores que levavam vida dura, mas tinham algumas posses. Conhecido na história brasileira como Lampião, sua data de nascimento é alvo de polêmica, uma vez que suas biografias apresentam diferentes datas.

Em 1921, Virgulino Ferreira aderiu ao bando de Sinhô Pereira, um dos cangaceiros de maior expressão no Nordeste. Nesse bando, ele prosperou como cangaceiro, tornando-se o mais famoso e temido do Brasil. Ficou conhecido como Lampião porque sua capacidade de atirar rapidamente fazia com que ele iluminasse a noite.

Sob a liderança de Sinhô Pereira, Lampião aprendeu muito. Ele foi ensinado a sobreviver no cangaço, a esconder seus rastros, a evitar confrontos abertos com a polícia e a como se comportar nos ataques. Em julho de 1922, Sinhô Pereira abandonou o cangaço, e Lampião assumiu a liderança do grupo.

Lampião então passou a liderar ataques contra propriedades e cidades à procura de riqueza. Ele saqueava o que podia, pedia resgate de determinados itens que saqueava, e, muitas vezes, extorquia determinados locais, exigindo um pagamento para que ele não os atacasse. Ele também soube desenvolver uma rede de coiteiros que o auxiliavam sempre que fosse necessário.

Lampião liderou seu bando de cangaceiros de 1922 até 1938, promovendo inúmeros ataques nesse período. Ele enfrentou por diversas vezes as tropas volantes, isto é, as forças policiais móveis que atuavam no combate aos cangaceiros. Entretanto, ele evitava confrontos muito abertos para não ter perdas de homens e desperdícios de munição.

Durante suas andanças, Lampião conheceu Maria Gomes de Oliveira, mulher que fazia parte de uma família de coiteiros. Ela ficou conhecida como Maria Bonita e apaixonou-se por Lampião, abandonando seu marido para ficar com o chefe cangaceiro. Ela aderiu ao bando de Lampião em 1930, e tornou-se a primeira mulher a fazer parte do cangaço.

Até então, as mulheres não faziam parte do cangaço, mas, devido a Lampião, isso mudou, e os seus homens passaram, em geral, a ser acompanhados por suas mulheres. A chegada de Maria Bonita se deu já na fase decadente do cangaço e contribuiu para que as medidas de segurança dos cangaceiros se afrouxassem porque os períodos de descanso tornaram-se maiores. Juntos, Lampião e Maria Bonita tiveram uma filha, em 1932, chamada Expedita Ferreira Nunes."

"Em 27 de julho de 1938, Lampião e seus homens se estabeleceram para descansar na fazenda Angicos, localizada em Poço Redondo, no estado de Sergipe. Acontece que a posição de Lampião foi denunciada (não se sabe até hoje por quem), e as tropas volantes foram ao encontro do seu bando.

Na madrugada do dia 28 de julho de 1938, o bando de Lampião foi pego de surpresa por um ataque das tropas volantes. Seu líder foi atingido por três tiros e faleceu no local. Seu cadáver foi decapitado e sua cabeça foi levada para diferentes locais em exibição de sua morte. Isso se deu porque ele era um dos homens mais caçados do Nordeste.

Outras teorias surgiram explicando sua morte. Alguns pesquisadores afirmam que ele pode ter sido envenenado um dia antes do ataque, enquanto outros apontam que ele pode ter fugido e se escondido pelo restante de sua vida. Essas hipóteses, entretanto, não são aceitas, e considera-se que ele foi realmente assassinado no ataque surpresa."

Texto: Daniel Neves Silva (Professor de História)

 https://www.facebook.com/photo/?fbid=903828447774274&set=a.643721087118346

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O CANGACEIRO CALAIS

Jovem, olhar sereno, aparentava ser calmo e sem experiência. Para aqueles que acham isso, triste engano, por trás desse rosto tranquilo e jovial se escondia um dos seres mais cruéis e perigosos que já pisaram nas hostes do cangaço.

Pedro Silvino do Nascimento ou Pedro de Ciana, ficou popularmente conhecido no mundo hostil do cangaço como " CALAIS ". Apesar de ser jovem, sua ações criminosas eram extensas.

Assassinatos, estupros, castrações, tortura entre outros, são alguns dos métodos que constam no repertório sombrio de Calais.

Um cangaceiro que ficou famoso por marcar o rosto de mulheres com ferro quente de marcar animais, foi Zé Baiano, mas o que muitos não sabem é que Calais e seu parceiro de crimes o também cangaceiro Arvoredo já usavam essa prática bem antes e com muito mais frequência.

Calais também ficou conhecido por ser homem de "reza forte", se invultava no meio dos combates mais adversos, desaparecia como um fantasma. Diz a tradição oral, que por diversas vezes saiu com vida onde não se tinha de perspectivas de salvação.

Perdeu duas companheiras no cangaço, Joana e Delmira, ambas tombaram sem vida em meio a ataques de seus inimigos e Calais como sempre conseguindo fugir. Mas a sorte desse baiano acabou no ano de 1937, quando já vivia pelos matos solitário, cometendo seus crimes. Foi morto enquanto buscava tirar da vegetação rígida das caatingas recursos para sua sobrevivência.

Até hoje paira sobre sua morte a dúvida no campo de pesquisa de quem de fato foi o seu algoz, para uma grande parte dos pesquisadores, Teófilo Pires, para outros João Crisipa. Ao certo, o que se sabe, é que naquele dia 22 de dezembro de 1937 tombava sem vida o " Feiticeiro das Caatingas ".

Obs : Após ser gravemente ferido por disparo de arma de fogo, diz a tradição oral, que Calais persistia em não morrer, mesmo diante de um quandro aparentemente irreversível. Foi quando notou-se em seu pescoço um " Patuá", assim que tirado do corpo do cangaceiro o mesmo deu seus últimos suspiros e morreu.

Por : Helton Araújo

Foto : Eronides de Carvalho

Edição Arquivo Digital Helton Araújo

Apoio : Adelsomota Mota

Atenção : Existem várias versões para morte de Calais.

https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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𝑷𝑹𝑬𝑺𝑶𝑺

Acervo jaozin jaaozinn 

Fotografia do cangaceiro Faustino de Souza, o Pai do Matto, e a mulher apelidada de Bahiana Caturrada, 1932.

No interior do estado da Bahia, a força volante comandada pelo Tenente Manoel Netto, na região de Jatobá de Tacaratu/BA, acaba capturando o bandoleiro Pai do Matto que, segundo a informação, seduzia nos povoados mulheres que seriam levadas para o grupo e depois deixadas para trás.

Ainda, no mesmo local, é aprendida também uma mulher pela alcunha “Bahiana Caturrada”, que passou cerca de dois anos no grupo do Rei do Cangaço, ganhando esse apelido pelo mesmo. Acabou sendo abandonada.

Em outra informação aponta que Faustino era tio dos cangaceiros Jurema e Nevoeiro. Um dia, o cangaceiro passou em uma fazenda por nome Volta, entrou no local e pediu sal, farinha, canoa para poder atravessar o rio e comida. Entretanto, fora capturado pelo morador Octacíllio Rodolpho –algoz de seus sobrinhos e do bandoleiro Juremeira (ou Jureminha)– junto com o seu sobrinho que tinha 19 anos, onde amarraram o cangaceiro e entregaram para a força volante de Manoel Netto, que se encontrava em Jatobá, levando o bandido para o presídio de Santo Antônio da Glória/BA.

𝑭𝑶𝑵𝑻𝑬𝑺: 𝑱𝒐𝒓𝒏𝒂𝒍 𝑷𝒆𝒒𝒖𝒆𝒏𝒐/𝑷𝑬 - 1932; 𝑱𝒐𝒓𝒏𝒂𝒍 𝑨 𝑵𝒐𝒊𝒕𝒆/𝑹𝑱 - 1937.

. 𝑪𝑨𝑵𝑮𝑨𝑪̧𝑶 𝑩𝑹𝑨𝑺𝑰𝑳𝑬𝑰𝑹𝑶.

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CASA ONDE NASCEU LAMPIÃO.

 Por Judson Carlos Judcarlos


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PADRE CÍCERO ASSINANDO PATENTE DE LAMPIÃO.

 Por Judson Carlos Judcarlos

Padre Cícero assinando o título de capitão para Virgulino ferreira (Lampião).

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