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domingo, 18 de janeiro de 2026

O COLIBRI.

  Por José Mendes Pereira

Todas as tardinhas, eu me deslocava para o quintal da minha casinhola, na intenção de usufruir um pouco dos ventos que vinha do Norte, e posteriormente direcionava-se para o Sul. E lá, eu me aconchegava a uma touceira de babosa viçosa, que em anos longínquos, eu tinha plantado uma muda que adquiri no meu amado berço "BARRINHA", e com o passar dos anos, ela foi se expandindo, até que formou uma ramagem bastante verde e de forma arredondada.  

E todas as tardinhas, um colibri chegava e entre as folhas espessas da babosa, enfiava o bico fino e alongado nas flores em desenvolvimentos, e ficava sugando os néctares das flores. E em um pequeno espaço de tempo, ele se apoderava de um voo entre o pomar frutífero verdejante, em direção a um outro lugar. O colibri desaparecia, e minutos depois retornava, e com a sua lentidão, repetia tudo o que tinha feito antes. Eu ali, apenas acompanhava os pequenos movimentos das suas asas e corpo. O colibri tinha diversas cores, mas a que mais predominava, era a azul celeste.   

E com o passar dos dias, ele foi permitindo que eu me aproximasse cada vez mais dele. O colibri ficava como se estivesse paralisado, e apenas com uma tremura nas asas e no seu pequeno corpo, eu notava que ele estava em movimentos. 

https://br.freepik.com/fotos-premium/um-por-do-sol-acima-das-nuvens-com-o-sol-brilhando-por-entre-as-nuvens_46463957.htm

Mas quando ele percebia que no horizonte, um lençol amarelado formado por nuvens encarneiradas, dando sinal aos viventes do planeta, que o pai da natureza já estava se preparando para se deitar, o colibri tomava o último voo daquele dia, e desaparecia no gigantesco espaço do universo. Depois disso, só no dia seguinte, ele retornava para repetir tudo de novo, colhendo os novos os néctar das flores que a natureza tinha autorizada a sua reprodução. 

Certo dia, eu me apoderei de uma maldade de humano devastador, e tentei capturá-lo, mas o colibri não permitiu a minha ignorância, e apossou-se de um voo, e foi-se embora para nunca mais voltar. Nunca mais o vi!                 

Será que o colibri já tinha completado o seu ciclo vital aqui na nossa amada terra, e foi recolhido pela natureza, paralisando os seus movimentos para sempre?

https://www.alamy.com/stock-photo/dead-hummingbird.html?sortBy=relevant

Será que o pobre e infeliz colibri confiou em um humano, aproximando-se do perverso, logo  foi alvejado pela sua  carabina caçadora, que em vez de proteger os animais, findou eliminando-o com o seu instinto maldito?

Ou será que o colibri descobriu que eu pertenço a uma espécie de animais que rouba, mente, devasta, difama, odeia, desfaz do seu próprio criador, explode, implode, mata os rios, polui os mares e a natureza, com as suas invenções malditas, extingue os pássaros e os animais, e faz cilada para matar o seu semelhante?   

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho.

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SAUDOSA CANTORA MEIRE PAVÃO.

  Por Edgar Tolentino

Meire Pavão

A jovem guarda tinha uma grande constelação de estrelas, entre as muitas cantoras, havia uma que se destacava desde 1962, seu pai letrista e compositor era o Teotônio Pavão, hoje iremos homenagear sua filha Meire Pavão, que fez grande sucesso com a música o que faço do latim, infelizmente veio a falecer em 2008, aos 60 anos mais deixou sua obra musical para seus fãs.

Meire Pavão, nome artístico de Antônia Maria Pavão (Taubaté2 de junho de 1948 –Santos31 de dezembro de 2008), foi uma cantora de música popular brasileira.[1][2] Era irmã do também cantor Albert Pavão.[3]

https://luciazanetti.wordpress.com/2013/01/01/04-anos-sem-meire-pavao-uma-homenagem-a-ela/

No ano de 1964 assinou contrato com a gravadora Chantecler e gravou seu primeiro disco O que eu faço do Latim? com a banda The Jet Black's.[4]

https://www.youtube.com/watch?v=VWv4zE5gjiE

Em 1965 ganhou o troféu de Rainha do Twist oferecido pela TV Excelsior. No mesmo ano seu disco Bem Bom foi enviado para a gravadora norte-americana Paradise. O disco foi tocado nas rádios americanas.[1]

Era considerada sucessora de Celly Campello.[1]

Morreu aos 60 anos de câncer.

https://www.youtube.com/watch?v=K_z6im3rOm4

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"CHURRASCARIA O SUJEITO" - MOSSORÓ NOS TEMPOS DE OURO DA JUVENTUDE ENLOUQUECIDA PELA EXPLOSÃO MUSICAL.

   Por José Mendes Pereira

Churrascaria O Sujeito enchente 1961 - www.azougue.org

Nos anos 60, do século XX, a música brasileira deu fama  à Bossa Nova. Belas letras elaboradas, harmonia sofisticada e uma batida nova que mesclava o jazz com o samba. Era a grande juventude da Zona Sul do Rio da cidade maravilhosa que renovava a arte musical brasileiro. 

https://www.youtube.com/watch?v=ysLSzqReCJU

A Jovem Guarda explodia no movimento musical surgido no Brasil, trouxe uma nova sonoridade e estilo para a música brasileira, influenciada pelo rock and roll internacional, especialmente pelos Beatles. O movimento não apenas impactou a música, mas também a moda e o comportamento dos jovens da época, criando um estilo próprio e marcante. 


Esta imagem acima retrata os momentos da inauguração da Churrascaria O Sujeito, em 08 de junho de 1958, na cidade Mossoró-RN. Presentes figuras importantes da sociedade local, políticos, empresários e religiosos. Identificados: 

1. João Newton da Escóssia, (1926), ex-prefeito municipal, período de 1977-1982; 

2. Vingt Rosado, (13/01/1918-02/02/1995), ex-prefeito, deputado estadual e federal, 

3. Antônio Rodrigues de Carvalho, (13/06/1927-03/12/2009), ex-prefeito municipal nos períodos de 1958-1963, e 1969-1973, 

4. Monsenhor Raimundo Gurgel, (1916-1974); 

5. Boanerges Perdigão, (1909-1971), Boanerges Perdigão era o verdadeiro proprietário da Churrascaria "O Sujeito".

Paulo Gutemberg de Noronha Costa (1906-1987), um dos pioneiros da radiofonia mossoroense, Era sócio da Sociedade de Cinemas de Mossoró, e da Rádio Difusora de Mossoró, de Areia Branca e da Editora Comercial S.A. 

Mota Neto, conhecido como Motinha, (1914-1981), ex-prefeito e deputado estadual e federal, Mário Moraes e outros não identificados. 

Imagem da inauguração do "O Sujeito" é do acervo do escritor e historiador Lindomarcos Faustino.

Rio Mossoró dentro da cidade.

Lembrar de "O Sujeito" é reviver a nossa juventude de antes, de ontem, aqueles tempos de ouro, ouro de melhor quilate, ouro misturado com doses românticas e olhares apaixonados, entre àquela multidão de pessoas que procurava acasalar-se, pelo menos naquela saudável noite, naquela temperatura fria, vindo do rio que ainda vivia alegremente, sem nunca pensar em morrer; em meio da linda iluminação das luzes negras, afogadas com as mais famosas músicas da época, como por exemplo: The Fevers com o seu “Mar de Rosa”. 


Esta música foi muito tocada naquela casa, e o operador do som colocava uma outra, e outra, mas logo estava com ela de volta. O motivo dela ter sido tão rodada, porque o som é excelente para quem sabe dançar, e até mesmo para quem não dança nada. Ela ajuda o dançarino ou o principiante se balançar no jogo de cintura. 


"O Sujeito" amparava também as belas músicas do "Renato e seus Blue Caps" com a música Playboy, que fazia sucesso em todos os locais da cidade, e outros tantos cantores famosos da época.

Renato e seus Blue Caps - Playboy (Áudio Oficial).

O sujeito não tinha férias, era de verão a verão, e todas as noites as suas dependências estavam lotadas de jovens que vinham de várias escolas de Mossoró. Aulas terminadas, os alunos faziam carreiras para o tablado de O Sujeito, que amparava todos os seus visitantes ou festeiros.

https://www.youtube.com/watch?v=K2i9xdn_8aw

Apesar do seu tamanho não tão grande, A "Churrascaria o Sujeito" foi um dos melhores clubes da cidade, com portas abertas, e pagar entradas, só quando eram contratados cantores.

https://www.youtube.com/watch?v=_G0XjaKrPLY&pp=0gcJCfwAo7VqN5tD

O “Sujeito” deixou muitas recordações nos corações daqueles que nos anos 60 e 70, frequentavam diariamente aquela casa de diversão. Nunca mais teremos uma outra churrascaria chamada "O Sujeito". Todos aqueles que por lá passaram, tinham o desejo de participar de uma festa feita com exclusividade 
para os antigos frequentadores de lá. 

https://www.youtube.com/watch?v=t-80W0paxKw

A nossa Mossoró tem história, o certo é que muitos guardam em suas lembranças, sem compartilharem com outras pessoas, que apenas, vez por outra, ouvem pequenos comentários dos fatos que se passaram nas décadas de 60 e 70, com a explosão musical.

https://www.youtube.com/watch?v=O8yCfW_ktUM&list=RDEMxBF1AaQoWO2a3s7iw11IfA&start_radio=1&rv=f4qDs3IFVOI

O Brasil não teve como segurar a juventude, mas todos aqueles que faziam partes dela, era em prol de divertimentos, de boas causas. Era uma verdadeira tranquilidade. O sujeito saía à noite para se divertir em qualquer casa de shows em bairro de Mossoró, e tinha certeza que iria voltar em paz. Hoje é tudo diferente..., a certeza de voltar em paz para casa, é uma grande incerteza.

https://www.youtube.com/watch?v=p070DrUFj_g

O grande amigo Expedito De Assis lembrou e me fala em comentário que eu esqueci, que todos daquela época, inclusive ele e eu, enfrentávamos as águas do rio Mossoró em período de muito inverno, quando elas em abundâncias transbordavam por todos os lugares, e invadiam o tablado de "O Sujeito". Não é que nós enfrentávamos o rio, e sim, sobre o tablado da Churrascaria, elas se espalhavam. Foi um tempo muito bom, inesquecível para todos nós que éramos jovens naquelas décadas que se foram. Nos dias de hoje, só lembranças ficaram em nossas mentes. Nunca mais viveremos aqueles anos de "OURO" com letra maiúsculas.

ESTA CRÔNICA ABAIXO, ESCREVEU AMÓS OLIVEIRA, DO PORTAL DO RN.

CHURRASCARIA O SUJEITO

Foi a Churrascaria O Sujeito, por muito tempo, o principal ponto da noite mossoroense. Vida noturna sem a intensidade que viria depois, mas não menos emocionante, e que se iniciava geralmente nos horários dos cinemas, sete, sete e meia e raramente ia além da meia-noite. A denominação churrascaria talvez nem fosse a mais adequada.

Era mais um bar com clima um pouco de boite, porém, em vez do ambiente fechado que caracteriza essa categoria, tinha uma estrutura aberta, proporcionando uma vista panorâmica do rio, da velha ponte e da parte da cidade em torno. Sua decoração com chapéus de couro e de palha, arreios, gibão e coletes de couro, chocalhos, peneiras e abanadores de palha e outras peças semelhantes, expressava um ineditismo para a época, não só na cidade, mas no Brasil pois lembrava um cotidiano de interior nordestino em um país atraído por uma estética importada, europeia e urbana.

https://www.youtube.com/watch?v=N9EgM6L2C4Y

As águas do rio movimentadas vagamente pela brisa que à noite vinha no rastro do vento nordeste que soprara forte durante a tarde, compunha um quadro de amenidade e reverberava os boleros e canções saídos da hi-fi na voz de Connie Francis, Edie Gorme e Trio Los Panchos, Trio Irakitan, Dick Farney, Sinatra, Nat King Cole, Lucho Gatica e o novato Altemar Dutra, inspirando namoros ou a simples convivência de amigos.

https://www.youtube.com/watch?v=G2SsXmY9U8g

Confraria da cerveja, do Whisky ou do sugestivo “cuba libre” acompanhados dos petiscos onde o filé com batatas fritas representavam o que havia de mais sofisticado para uma culinária sem o internacionalismo atual. Chegar dirigindo um automóvel era um diferencial, para alguns até ostentação, mas vir a pé não causava estranheza. Carro particular ainda era luxo acessível a poucos.

O ambiente seria hoje considerado simples. E era, de fato, simples. Entretanto alguns elementos o tornavam, em certo grau, elitizado: a organização, o padrão musical, o bar e a cozinha direcionavam-se a um público um pouco mais exigente. Nesse aspecto uma concorrência viria apenas com o surgimento posterior da Churrascaria Brasa e do Bar Umuarama e, algum tempo depois, da icônica Boite Snob.

Assim como outros estabelecimentos, a Churrascaria O Sujeito pode ser considerada emblemática de uma época na história mossoroense. Uma cidade com uma região central onde o principal comércio dividia espaço com residências de famílias de melhor poder aquisitivo, rodeado por uns poucos bairros que, com o crescimento horizontal da área urbana, aos poucos passaram a constituir o que se pode chamar de um centro expandido.

https://portaldorn.com/churrascaria-o-sujeito/

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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DR. PAULO GUTEMBERG DE NORONHA COSTA.

   Por José Mendes Pereira

"Tive a honra de ser seu funcionário na Editora Comercial S.A. durante 12 anos, e por ele, fui colocado como estagiário no controle da Rádio Difusora de Mossoró durante três meses. Mas a minha preferência, foi pela Editora, onde ali eu manuseava letras de todas as fontes, achei mais interessante do que rádio. Nunca me arrependi de ter desistido do controle de rádio". 

Dr. Paulo Gutemberg nasceu no dia 12 de abril de 1926, na cidade de Mossoró. Era filho de Antônio de Araújo Costa Filho e Maria Mavignier de Noronha da Costa. Cursou o Primário e Ginasial no Colégio Diocesano Santa Luzia. Formado Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade do Ceará, em 1949, e foi orador da turma. Após a sua formatura em Direto, retornou à Mossoró, e só passou a exercer a profissão, algum tempo depois. 

Juntamente com seu irmão Renato de Araújo Costa e outros sócios, Paulo Gutemberg fundou as Rádios: Rádio Difusora de Mossoró, em 07 de setembro de 1950. A Rádio Difusora de Areia Branca Ltda, Editora Comercial S/A, e os cinemas Cine Caiçara, Cine Jandaia e Cine Miramar de Areia Branca. 

Na cidade de Mossoró ele exerceu as seguintes atividades profissionais como advogado, professor, jornalista e radialista, tendo sido um dos pioneiros da radiofonia desta urbe. Foi diretor-superintendente da Rádio Difusora de Mossoró, por longos anos, redator e um dos dirigentes do Jornal do Oeste; poeta e compositor, tendo sido um dos compositores do Hino da Resistência de Mossoró. 

Diretor da empresa e proprietário dos Cinemas “Caiçara” e “Jandaia”, em Mossoró e “Miramar”, em Areia Branca; Diretor da .; Diretor da Editora Comercial S/A e do Jornal Oeste; Deputado Estadual à Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, entre os anos de 1963 a 1966; Diretor Jurídico da Fiação e Tecelagem de Mossoró S/A – FITEMA, 1966 a 1967; Diretor do Núcleo do SESI, em Mossoró; Delegado Regional da Fazenda Estadual, com sede em Mossoró, entre os anos de 1964 a 1966; Secretário de Administração da Prefeitura de Mossoró; Professor de português da Escola Normal de Mossoró, em 1951 e professor concursado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Ele foi candidato a deputado estadual por mais de uma vez. Dr. Paulo era casado com Maria Helena Nogueira e dessa união nasceram os filhos: Constância Maria Nogueira da Costa, Paulo Roberto Nogueira da Costa, Luiz Antônio Nogueira da Costa e Ricardo Jorge Nogueira da Costa.

No dia 19 de março de 1987, a cidade de Mossoró perdeu o seu empresário Paulo Gutemberg de Noronha Costa, conhecido e tratado por todos, simplesmente como Dr. Paulo Gutemberg, tendo falecido na capital Natal-RN, vítima de um infarto no miocárdio. 

Dr. Paulo ganhou como homenagem uma rua com seu nome, localizada no Loteamento Gurilândia, bairro Santo Antônio, através da Lei N° 620/92 de 23 de março de 1992, uma proposta do então vereador João Newton da Escóssia Júnior, que também já faleceu.

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THEOPHANES FERRAZ TORRES.

  Por Francisco Alvarenga Rodrigues

Theophanes Ferraz Torres nasceu na cidade de Floresta - PE, aos 27 de dezembro de 1894, filho, primogênito, de Fernandina Ferraz e Antônio Miguel Torres, e faleceu em 11 de setembro de 1933, na cidade de Vila Bela. Bravo militar com uma longa ficha de serviços prestados à Pátria, foi o responsável pela captura do famoso cangaceiro Antônio Silvino em 1914.





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