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terça-feira, 23 de maio de 2017

A SERRA GRANDE FOI PALCO DO MAIOR COMBATE DE LAMPIÃO CONTRA AS FORÇAS VOLANTES EM 26/11/1926.

Por Cristiano Ferraz e Marcos de Carmelita
Chegando nas proximidades da Serra. Neste local os Cangaceiros e posteriormente as Volantes se reuniram. Aqui também foram sepultados dez volantes mortos no combate. — com Marcos De Carmelita Carmelita em  Calumbi, Pernambuco, Brazil.

A Serra Grande foi palco do maior combate de Lampião contra as Forças Volantes em 26/11/1926. 

Lampião com pouco mais de cem cangaceiros combateu mais de trezentos soldados e contratados das Forças Volantes pernambucanas. 

Na luta foram mortos pelo menos dez soldados e não há registro de baixas nas hostes cangaceiras. O Tenente Optato Gueiros afirmou em livro de sua autoria que Antônio Ferreira fora abatido naquele combate. Sua morte só viria a ocorrer realmente cerca de um mês depois em terras da Fazenda Poço do Ferro, do Coronel "Anjo da Jia" em Ibimirim-PE.

Sepultura dos Volantes mortos no combate. — em  Calumbi, Pernambuco, Brazil

Com Marcos De Carmelita CarmelitaLouro Telese Marquinhos no Juazeiro junto à sepultura dos soldados. — em  Calumbi, Pernambuco, Brazil
O local de onde Lampião esperou a chegada das Volantes e combateu Manoel Neto. — em Calumbi, Pernambuco, Brazil
Com Marcos De Carmelita Carmelita e Louro Telesprocurando vestígios de munição no local onde o Tenente Arlindo Rocha foi baleado no queixo. — em  Calumbi, Pernambuco, Brazil
Trincheira construída pelos Cangaceiros próximo ao local onde o Tenente Arlindo Rocha foi baleado. — em  Calumbi, Pernambuco, Brazil
Parte da Serra à esquerda da trilha onde o Tenente Arlindo foi baleado. — em  Calumbi, Pernambuco, Brazil
Vista de cima da Serra no local onde Lampião se encontrava durante o combate. — em  Calumbi, Pernambuco, Brazil
A Serra Talhada vista do local onde Lampião se encontrava durante o combate — em  Calumbi, Pernambuco, Brazil
Com Marcos De Carmelita CarmelitaLouro Teles e Marquinhos no local onde Lampião estava durante o combate da Serra Grande. — com Louro Teles em  Calumbi, Pernambuco, Brazil.
Vista panorâmica do local onde Lampião combateu.— em  Calumbi, Pernambuco, Brazil
Cápsulas de fuzil calibre 7,62 mm (duas) e rifle calibre .44 (uma) e projéteis dos dois calibres (um de cada calibre), encontrados na área do combate.— em  Calumbi, Pernambuco, Brazil

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1925 - PRÉDIO DOS CORREIOS E TELÉGRAFOS NA CAPITAL PARAHYBANA.

PorJerdivan Nóbrega de Araújo 

1925 - Prédio dos Correios e Telégrafos em 1925 e nos dias atuais.

O prédio concluído em 1925, abriga, hoje secretarias municipais, mas ainda pertence aos correios. Fica localizado na esquina das avenidas Guedes Pereira e Beaurepaire Rohan, ladeando a Praça Pedro Américo.



Jerdivan Nóbrega de Araújo

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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LEMBRANCINHAS DISTRIBUÍDAS NA MISSA DE TRIGÉSIMO DIA DO FALECIMENTO DO PROF. MILTON MARQUES. LOCAL DE REALIZAÇÃO: IGREJA MATRIZ DE SANTA LUZIA/MOSSORÓ-RN


Lembrancinhas distribuídas na missa de trigésimo dia do falecimento do Prof. Milton Marques. Local de realização: Igreja Matriz de Santa Luzia/Mossoró-RN.



Crédito das duas últimas imagens: Martha Cristina Maia Cristina 

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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O CANGAÇO E A MAÇONARIA POR:ALFREDO BONESSI


O Cangaço encontrou em Virgulino Ferreira a maior liderança de grupo, superando em muito outros chefes que o antecederam, nas mais variadas formas de agir do bando de cangaceiros. Pelo que se apurou em pesquisas, por estudantes do cangaço, os irmãos Ferreira se desentenderam com um vizinho por questões da invasão de animais em roçados  – e  a situação evoluiu aponto de um grupo emboscar o outro, causando ferimentos em alguns e prisão para outros.Enquanto esse vizinho entrava para a polícia, os Irmãos Ferreira entravam para um grupo de salteadores.
Nessa época, já era publico e notório o espírito de desordeiros que alimentava a índole dos Ferreiras – comportamento no modo de vida que nunca se alterou, e que acabou por  eliminar da vida sertaneja  os irmãos Ferreira, não sem antes arrastar para a vida de crimes e para a morte seu irmão mais novo Ezequiel Ferreira e seu cunhado Virgínio.   
Essa atitude ocasionou também  a morte da mãe, por exaustão e desgosto,  e do pai deles, assassinado covardemente por uma volante comandada pelo Aspirante Lucena, que mais tarde foi o responsável pelo fim do cangaço no sertão, graças a estratégia adotada de informação, contra-informação, e pelo elevado movimento e circulação de volantes pelas áreas de atuação dos bandos de cangaceiros.


Lampião e família em foto de 1926 e Juazeiro do Norte
Por um erro de alguns escritores, primitivos no tema cangaço, acreditou-se que Virgulino Ferreira entrou para a vida do cangaço para vingar a morte do pai – isso não é verdade. A rigor nunca Virgulino vingou alguém, nem mesmo seus chefes de grupo quando esses foram mortos por civis ou pelas mãos da policia. O que se viu na sua vida de crime foram mortes movidas por desobediências no cumprimento de suas ordens, como foi o caso dos trabalhadores da rodovia,  e a marcação a ferro nos rosto e nas partes íntimas das mulheres de alguns militares, por estarem de vestidos curtos e cabelos cortados.
O fato é que o cangaço era meio de vida para Virgulino Ferreira, diferente do cangaço por justiça de Antonio Silvino e do cangaço por vingança de Sinhô Pereira. Para isso Virgulino se impôs no sertão como um  indivíduo cruel, estando em mando acima dos poderosos coronéis da região, sendo até enganado por alguns, como foram os casos do coronel Zé Pereira de Princesa e do coronel Izaias Arruda, que ficou com mais de sessenta contos de réis do cangaceiro, e que o enviou para uma viagem sem volta até Mossoró, e que na volta o cercou com fogo no mato e mais de quatrocentos soldados da policia de tocaia.
Ao contrário do que muita gente pensa, Virgulino teve vida boa no cangaço, no interior das fazendas, ao redor das fogueiras, nas comidas gostosas feitas pelas mulheres dos fazendeiros,  ao som fanhoso do ronco dos foles, bebericando bebidas finas, tomando banho de perfumes, comercializando armas e munições entre os seus, pedindo dinheiro aos poderosos, sequestrando pessoas influentes, assaltando  cidades e vilas, atemorizando os comerciantes e forçando mulheres a praticarem sexo  com ele e com o grupo.



Lampião reinou absoluto  pelo sertão por longo tempo, e não se deu conta do número de estradas de rodagem que aumentavam dia-a-dia, das estações de rádio que se fechavam ao redor dele, do grande números de pessoas contrarias ao seu movimento, porque os cangaceiros atrapalhavam o comércio, e ainda,  pelo crescente  número de informantes aliciados pela  polícia e decididas a trabalharem para ela, e como principal fator,  a inclusão de sertanejos como parte integrante das volantes, quer como graduados, quer como guia e rastejadores, que conheciam bem o terreno e sabiam das artimanhas de  viver e combater nas caatingas.
Assim sendo a vida de Lampião estava por um fio naqueles meses de 1938, até que por um emaranhado de situações, fatos, iniciativas e  decisões, o destino aplicou um golpe derradeiro em Virgulino e seu estado maior do cangaço, no amanhecer de 28 de julho de 1938, quando a volante do tenente João Bezerra o cercou na grota de Angicos e abriu fogo contra os cangaceiros que estavam acabando de acordar.
Muito tempo depois alguns estudiosos do assunto tentaram justificar a morte de Lampião, criando diversas teses sobre o fato acontecido, como envenenamento, traição, e outros culparam o sobrenatural para o fato dos cangaceiros terem sido pego de surpresas e não esboçarem nenhuma reação e serem mortos com tanta facilidade.



O fato é que Lampião foi negligente em sua segurança quando ocupou esse local, um buraco que só tinha uma saída. Além do erro de ficar muito próximo de Piranhas, sede de volantes, e de Santana de Ipanema, local onde era o centro de movimentação da força. Apesar de chegar aos seus ouvidos, pelos informantes,  na tarde de quarta-feira,  que a policia tinha tomado  um determinado destino, bem ao contrário do seu esconderijo, fato esse que fez com que relaxasse na vigilância  e na segurança do acampamento.
Entendemos que o trabalho de Pedro de Candido e de seu irmão Durval  foi fundamental  para o êxito da operação policial, porque guiaram a volante, a noite e sobre as encostas do monte das Perdidas, ao lado do monte Angicos, tendo pela frente o monte das Imburanas, fator esse  primordial para o silencio  e eficácia de  toda a operação.
Se os cangaceiros operassem como uma força de combate imbuída de exterminar  a policia – mas esse não era o seu objetivo – nesse dia do combate de Angicos, poderiam ter se reunido fora do cerco e voltado ao campo da luta e dizimado o grupo de policiais que, descuidados, tratavam de disputar entre si a posse dos bens e do dinheiro dos cangaceiros mortos.
O resultado desse fato foi o fim do cangaço, muitos comerciantes que deviam dinheiro de agiotagem aos cangaceiros tiveram suas dívidas quitadas, muitos soldados da volante ficaram ricos e importantes, alguns deles se tornaram fazendeiros, um deles viajou até para a França, o assunto Angicos correu o Brasil de ponta a ponta e foi notícia até no exterior.


Volante de Joao Bezerra que deu cabo de Lampião em Angico, foto:Piranhas em 1938
Hoje, estudantes procuram uma causa para a existência do cangaço, mas não a encontram. Se Virgulino tinha um sonho, uma meta, um objetivo, um ideal, ninguém ficou sabendo, nem mesmo a sua companheira, que nesse dia e noite, derradeiros, brigou muito com ele -  sua voz triste e cansada ainda ressoa pelas pedreiras de Angicos:
“dexa essa vida, homi”.
A sublime Ordem Maçônica... 

Para aquele que era conhecido como um homem valente e matador de Lampião, acostumado com a vida sertaneja cheia de imprevistos e  surpresas, o convite para ingresso na Ordem Sublime lhe causou uma certa inquietação. Seu padrinho o alertou sobre isso: era preciso ter muita coragem, determinação, paciência, porque o trabalho era exaustivo, longo, cheio de altos e baixos – era necessário ter uma vontade firme - uma vontade de vencer -  que superava todas as provas existentes na  vida mundana.
Além das provas porque tinha que passar, dos juramentos de fidelidade, no trabalho cansativo nas pedreiras, lapidando a pedra bruta, também era necessário empreender várias viagens, por lugares incertos, sob tempestades e relâmpagos, em mares tenebrosos, em busca da verdade e da fé, para que o mundo fosse melhor e mais justo. Depois que as pedras estivessem polidas, poderia ser construído o templo de Salomão – um templo de virtude e de sabedoria.
Na construção do templo empregaria as ferramentas do pedreiro, seria então um pedreiro livre: a régua, o esquadro, o compasso, o nível, o prumo, e o malho seriam os seus instrumentos de aperfeiçoamento social da pedra bruta. Quando a pedra bruta estivesse polida, seria um mestre no uso desses instrumentos.



Era preciso também deixar a vida mundana e vestido de noivo casar com a nova vida – e assim teria que passar também por um prova difícil ao se fazer o balanço da vida, uma verdadeira reflexão, dentro do porão da consciência, onde teria que fazer um testamento, conhecer  de perto o alimento da terra,  e tomar conhecimento do livro máximo de todas as religiões. Depois enfrentaria de igual para igual, o senhor dos mundos, na pessoa de um bode preto, no fundo de sua consciência – vencido esse bode preto, venceria o mundo.
A impressão que teve o nosso corajoso candidato era que não estava mais vestido, que seria um simples condenado, que encapuzado e descalço seguiria para um  patíbulo. Antes de mais nada, teria que vencer o luxo e as vaidades e se desapegar dos bens mundanos.
O tempo passou e o novo candidato se houve com muita coragem e valentia. Venceu as tenebrosas viagens, quase naufragou nas durezas da vida, passou por inúmeras tempestades e relâmpagos, trabalhou duro nas pedreiras, conseguiu deixar polida a pedra bruta, subiu pela escada da virtude, do conhecimento,  do mérito,  e tornou-se um nobre cavaleiro da rosa e da cruz – hoje mora no oriente eterno, junto com os seus irmãos.
Alfredo Bonessi, pesquisador
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FABRÍCIA KELLY COM O LIVRO MULHERES CANGACEIRAS


Mulheres Cangaceiras é o último livro publicado do escritor e pesquisador do cangaço João de Sousa Lima. 

Se você quiser adquirir esta obra entre em contato com o autor através deste e-mail: joao.sousalima@bol.com.br

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PORTO DO CAPIM / JOÃO PESSOA.

Por Jerdivan Nóbrega de Araújo
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Porto do Capim / João Pessoa.
Só um povo sem rumo não enxerga essa beleza. Eu fiz parte da comissão de estudos para revitalização desse local no governo Cícero Lucena. A obra era financiado pelo governo espanhol e eu representava o movimento sindical. 

Jerdivan Nóbrega de Araújo

O que é o Porto do Capim?

O Porto do Varadouro, popularmente conhecido como Porto do Capim, denominação que se acredita que surgiu devido à quantidade de capim que ali desembarcava para alimentar os animais que serviam de transporte naquela época, era o porto principal da cidade de João Pessoa quando o Porto de Cabedelo ainda não existia.

Em 1920, o Presidente Epitácio Pessoa (1919-1922) mandou fazer um Porto Internacional na bacia do Sanhauá em frente ao porto original. Obra que nunca se concretizou, houve desvio de recursos e falta de estudos para sua viabilidade. Hoje ainda, existem vestígios de concreto armado fincadas as margens do Sanhauá. A partir de 1935, com a inauguração do Porto de Cabedelo, e a efetivação do transporte ferroviário de João Pessoa para Cabedelo, o porto da cidade foi sendo gradualmente desativado, gerando a decadência da área sendo com o passar dos anos ocupado por famílias carentes. Hoje o local vive o abandono, pois faltam saneamento e condições básicas de vida.

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Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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segunda-feira, 22 de maio de 2017

LAMPIÃO NÃO ENTROU EM SANTANA

Clerisvaldo B. Chagas, 22 de maio de 2017
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica 1.674


Enfurecido feito demônio, o bandido Lampião desceu do Juazeiro do Norte enganado com a suposta patente de capitão. Uns tirinhos bestas aqui outros acolá, penetrou e deixou Pernambuco para se aventurar em Alagoas.
Até hoje as perguntas de curiosos ainda são as mesmas de 1926. Indagam pelo motivo de Lampião não ter entrado na cidade de Santana do Ipanema. Embora o marginal não tenha invadido à cidade, saiu fazendo arrastão pelo extenso município em sítios e fazendas até desaguar na vila de Olho d’Água das Flores pertencente a Santana na época.
Escritores presentes na cidade como Oscar Silva e Valdemar Cavalcanti registraram a agitação formada na urbe com a notícia de aproximação de Virgolino com mais de cem homens. Ambos são irônicos e fazem referências às promessas feitas por pessoas exóticas, possivelmente não sadias do juízo, Carneiro e Maria Cabeça Amarrada. Maria era uma beata que só vivia na igreja. Outros comentaram que a padroeira do município era uma santa e que Lampião prometera a ele mesmo não invadir lugares que tivesse santa como padroeira. Outra hipótese fala em negociação secreta do chefe do bando com algum mandachuva da política. Não deixando de aparecer opiniões, o próprio cangaceiro santanense Gato Bravo diria mais tarde em entrevista para jornal que Lampião não entrara em Santana, graças a ele, Gato Bravo.
A realidade é que depois de muita gente se esconder no mato e a saída de dois automóveis rumo a Palmeira dos Índios. Haveria resistência.
Santana procurou se defender de improviso movida pela resolução de civis. Foi apresentado 25 atiradores do Tiro de Guerra 33, unidade do exército que funcionava no chamado “sobrado do meio da rua”. Estes eram comandados pelo instrutor Brigada Antônio Ribeiro Cavalcante. Do quartel que funcionava na antiga Rua do Sebo, na Cadeia Velha, saíram 15 homens dispostos à luta. A resistência foi organizada pelo prefeito Benedito Melo, padre Bulhões e o juiz Manoel Xavier Accioly. Não foi registrado o número de civis, mas dizem que nunca tinha sido vistos tantos rifles pelas ruas de Santana. Com os quarenta militares e um bom grupo de homens resolutos, barricadas foram feitas em pontos estratégicos, mas o bando passou ao largo de Santana do Ipanema.
E de todas as hipóteses apresentadas, a mais lógica era o receio de Virgolino ser perseguido pelo exército após um possível ataque. Ele queria ver o cão, mas tinha um receio da peste da farda verdinha do Exército Brasileiro.
O certo mesmo é que a cidade de Santana do Ipanema ficou livre de um longo trauma naquele mês de junho de 1926.


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O MELHOR DA VIDA.

 Por Mirian Praxedes Gurgel
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Melhor a essência do que a aparência.
melhor a verdade do que a mentira
melhor a tristeza sincera do que uma falsa alegria.
melhor a beleza interior que a física.
melhor o sorriso sincero do que um sentimento de dó falso.
melhor um abraço sincero, que certos com falsidade
melhor uma casa sem nada, mas com alegria, do que uma mansão cheia de tristezas.
melhor ser pobre feliz do que ser rico e não ter felicidade.

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Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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JOSÉ FERREIRA PAI DE LAMPIÃO IRÁ SE MUDAR PARA OLHO D'ÁGUA DE FORA

Por José Mendes Pereira
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Infelizmente, recentemente, tomei conhecimento que José Ferreira da Silva pai dos Ferreiras, irá fazer a segunda mudança juntamente com esposa e filhos para Alagoas, num lugar chamado de "Olho D'água de Fora".

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Esta é a segunda vez, que após as desavenças com o seu vizinho Zé Saturnino, José Ferreira da Silva, o patriarca da família Ferreira, se muda para outra localidade, e, claro, cada mudança que o velho Ferreira faz, aos poucos, o seu patrimônio está se acabando. 

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Cantor e cordelista Pedro Motta Popoff

Como nós não podemos segui-lo até lá, porque poderemos encontrar os perseguidores da família Ferreira, vamos ficar por aqui, acompanhando tudo através de jornais, revistas, principalmente, segui-lo no livro "Lampião a Raposa das Caatingas", de autoria do escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão, a partir da página 95. 

José Bezerra Lima Irmão
José Bezerra Lima Irmão autor desta obra
O livro você o encontrará através deste e-mail:  

franpelima@bol.com.br

com o professor Pereira (Francisco Pereira Lima), lá na cidade de Cajazeiras, no Estado da Paraíba. Não deixa para depois! Conheça tudo sobre os Ferreiras adquirindo esta maravilhosa obra.

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REGULAMENTO - PRÊMIO A CARTA - 2017


REGULAMENTO

01 – O Prêmio A CARTA é o momento das sábias vozes destinadasa abertura das festividades em homenagem a Luiz Gonzaga, produzidas pelo Parque Cultural “O Rei do Baião”, neste ano de 2017.

02 – Trata-se de uma conversa sentimental dos amantes da causa gonzagueana, com o Trio Nordestino, em sua primeira e original formação: Lindú (voz e sanfona), Coroné (zabumba) e Cobrinha (triângulo), que receberam as bênçãos de Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião”, durante sua trajetória musical.

03 – É o elo de ligação do ato inaugural do dia 19 com o grito do povo nordestino no tradicional Festival de Músicas Gonzagueanas (FESMUZA), no dia 20 de agosto do corrente ano de 2017.

04 – Os autores da Carta poderão “falar” com Lindú, Coroné e Cobrinha sobre diversificados temas: Sonhando, Propondo, Saudando, Denunciando, Recomendando e Sanfonzagando e o maior histórico desse momento é que as Cartas serão transformadas em livro, somando às de 2015, 2016 e com a do corrente ano de 2017, numa só obra.

05 – O concurso estará dividido em duas categorias: Infanto-Juvenil e Adulto

06 – Premiação:

Adulto
Prêmios
1º Lugar
R$ 250,00; Troféu TRIO NORDESTINO e certificado de participação
2º Lugar
R$ 150,00; Troféu TRIO NORDESTINO e certificado de participação
3º Lugar
R$ 100,00; Troféu TRIO NORDESTINO e certificado de participação
Infanto-Juvenil
Prêmios
1º Lugar
R$ 250,00; Troféu TRIO NORDESTINO e certificado de participação
2º Lugar
R$ 150,00; Troféu TRIO NORDESTINO e certificado de participação
3º Lugar
R$ 100,00; Troféu TRIO NORDESTINO e certificado de participação
07 – Os demais colocados receberão certificado de participação, que serão enviados virtualmente por e-mail fornecido pelo participante.

08 – O prazo para as inscrições é de 17 de abril a 31 de julho de 2017.

09 – As inscrições podem ser realizadas na Fazenda São Francisco, zona rural de São João do Rio do Peixe (PB), ou ainda no endereço: Rua Dr. José Guimarães Braga, 70, Vila do Bispo, Cajazeiras (PB), CEP – 58.900-000, pelos telefones: (83) 99615-7942 / (83) 99379-1893, Pelo e-mail: chicocardoso.caldeirao@gmail.com
10 – Maiores informações no site www.caldeiraodochico.com.br no bloggonzagaodobrasil.blogspot.com.br e no programa “Caldeirão Político”, na Rádio Oeste da Paraíba.

11 – O participante deve enviar uma Carta, em formato Word, fonte Times New Roman, tamanho da fonte: 12, com o conteúdo não ultrapassando uma página, anexar uma fotografia recente para ser utilizada no livro, além de um breve currículo em folha separada.

Fazenda São Francisco, maio de 2017.

Francisco Alves Cardoso
Presidente do Parque Cultural “O Rei do Baião”

Luiz Claudino de Oliveira Florêncio
Coordenador de Planejamento

Francisco Álisson de Oliveira
Produtor Cultural

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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