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domingo, 8 de novembro de 2020

PEÇA LOGO ESTES TRÊS LIVROS PARA VOCÊ NÃO FICAR SEM ELES. LIVROS SOBRE CANGAÇO SÃO ARREBATADOS PELOS COLECIONADORES.

 Por José Mendes Pereira


A primeira obra é "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" que já está na 5ª. edição, e aborda o fenômeno do cangaço e a vida do maior guerrilheiro das Américas. Um homem que não temeu às autoridades policiais  e muito menos aqueles que lutavam contra a sua pessoa, na intenção de desmoralizá-lo nas suas empreitadas vingativas, e eliminá-lo do solo nordestino. Realmente foi feito o extermínio do homem mais corajoso e mais admirado do Nordeste do Brasil, na madrugada de 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, no Estado de Sergipe, mas não em combate, e sim, através de uma emboscada muito bem organizada pelo alagoano tenente João Bezerra da Silva. 


O Segundo livro da trilogia do escritor é: "FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE" com 332 páginas, e um grande acervo de fotos relacionado ao assunto. 


O terceiro livro da trilogia também do escritor José Bezerra Lima Irmão é: "CAPÍTULOS DA HISTÓRIA DO NORDESTE" resgata fatos sobre os quais a história oficial silencia ou lhes dá uma versão edulcorada ou distorcida: o "desenvolvimento" do Brasil, o desumano progresso de colonização feito a ferro e fogo, Guerra dos Marcates, Cabanada, Balaiada, Revolução Praieira, Ronco da Abelha, Revolta dos Quebra-Quilos, Sabinada, Revolta de Princesa, as barbáries da Serra do Rodeador e da Pedra do Reino, Guerras de Canudos, Caldeirão e Pau-de-Colher, dando ênfase especial à saga de Zumbi dos Palmares, Invasões Holandesas, Revolução Pernambucana de 1817, Confederação do Equador e Guerras da Independência, incluindo o 2 de Julho, quando o Brasil se tornou de fato independente... São assunto que dá gosto a gente lê-los.  

Adquira-os com o professor Pereira através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

ou com o autor através deste g-mail: 

josebezerralima369@gmail.com

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O CANGACEIRO ANTONIO SILVINO VIVEU E MORREU EM CAMPINA GRANDE

Nascido no dia 02 de Setembro de 1875, em Afogados da Ingazeira-PE, filho de Francisco Batista de Morais e Balbina Pereira de Morais, Manoel Batista de Morais, mais conhecido como "Né Batista", era irmão de Higino, Zeferino e Francisco Batista de Morais.

Foi a partir da morte do seu pai, conhecido como "Batistão do Pajeú" que, em companhia do irmão Zeferino, enveredou pelos caminhos do cangaço, no ano de 1896.

Movido pelo sentimento de vingança, mata Desidério, o assassino do seu pai, adota o nome de Antonio Silvino e se torna um dos mais temidos cangaceiros que precederam Lampião, liderando o bando do seu finado tio Silvino Ayres.

No auge da sua vida como bandoleiro, atuou em cidades do Compartimento da Borborema. Agiu em cidades como Fagundes, Esperança, Monteiro, Alagoa Grande e, tendo Campina Grande como centro das suas investidas, haja visto a presença de coiteiros na região e pela amizade que detinha com fazendeiros locais, dentre ele, o Coronel Eufrásio Câmara, adversário do prefeito Cristiano Lauritzen.

No ano de 1907, a sociedade de Campina Grande vivia a expectativa da chegada do trem da Great Western pela primeira vez, em meio a ansiedade gerada com a promessa de Antonio Silvino de tombar o trem no dia da sua inauguração. Silvino já havia arrancado trilhos, prendido funcionários e sequestrado engenheiros da compahia ao longo da implantação do sistema ferroviário no Estado da Paraíba. 

Segundo o 'fac-simile' da reportagem da chegada do trem em Campina Grande, publicado no Diário de Pernambuco em 06 de Outubro de 1907, "[...]No dia da inauguração da estrada de Campina, Antonio Silvino, esteve no Alto Branco, onde soltou diversas girândolas, naturalmente festejando aquelle dia. Nesse logar declarou que o trem de Campina correria sómente três vezes, o numero necessário para as moças da referida cidade conhecerem-no. Ainda esteve no Geraldo e no Areial de Alagoa Nova, a 15 kilometros de Campina Grande, roubando, trucidando, matando animais e comettendo os maiores desatinos. Ante-hontem, à noite, chegou em Campina Grande uma força federal que anda em perseguição do bandido.

(CLIQUE AQUI PARA LER A ÍNTEGRA DO FAC-SIMILE

Na Paraíba teve no Major Joaquim Henriques seu principal perseguidor. Porém, fora preso em Pernambuco no ano de 1914, pelo delegado do município de Taquaritinga, o Alferes Teófanes Ferraz Torres. Nesta época, o governador do vizinho estado era o General Dantas Barreto, ex-Ministro da Guerra do governo Hermes da Fonseca.

Levado para cumprir pena, era o preso 1122, ocupando a cela 35 da antiga Casa de Detenção do Recife.

Dotando-se de comportamento exemplar, após 22 anos de pena, foi libertado em 1937 após receber um indulto do então presidente Getúlio Vargas.

Como homem livre, adota a residência da prima Teodolina Aires Cavalcanti, localizada na esquina da Rua João Pessoa com a Arrojado Lisboa, onde hoje se localiza uma agência de veículos, em frente à Praça Félix Araújo.

Em Campina Grande viveu de 1937 a 1944, quando enterrou sua alcunha, e dividia a vida caseira com a freqüência à Igreja Congregacional da Rua 13 de Maio; embaixo do braço, não mais o rifle e, sim, a Bíblia Sagrada.

Manoel Batista de Moraes, ou melhor, Antonio Silvino faleceu por volta das 19:00hs do dia 28 de Julho de 1944, na casinha de taipa que lhe acolheu em Campina Grande, sete anos após sua saída da prisão.

O cangaceiro teve oito filhos gerados com várias mulheres. Sua última esposa lhe deu quatro filhos.

Antônio Silvino (de chapéu), em frente a Casa de Detenção

Foto: Antonio Silvino, o cangaceiro o homem o mito/Reprodução

Foi enterrado no Cemitério do Monte Santo, de onde, dois anos e meio depois, seus restos mortais foram transferidos para outro local desconhecido no campo santo, pelo fato de ninguém nunca ter reclamado os ossos do bandoleiro.

Seu local de sepultamento, hoje, possui um marco com uma placa de cimento, erguido pelo historiador João Dantas que junto ao pesquisador Olavo Rodrigues intenta a implantação de uma placa de bronze em referência ao cangaceiro.

Prof. Mário Vinicius Carneiro ao lado do marco erguido sob o local onde fora sepultado Antônio Silvino o Cemitério do Monte Santo. - Agradecimentos ao professor pela foto do túmulo de Antônio Silvino

"Antonio Silvino é um dos principais cangaceiros, morreu e está enterrado em Campina Grande, mas praticamente não existe referência de sua passagem por essa cidade" (pesquisador Olavo Rodrigues para o Diário da Borborema, em matéria do jornalista Severino Lopes)

Fontes Pesquisadas:

Diário da Borborema (http://www.diariodaborborema.com.br/2010/08/01/cotidiano2_0.php)

Diário de Pernambuco (http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/01/brasil2_0.asp)
Jornal O Norte (http://www.jornalonorte.com.br/2010/08/01/diaadia5_2.php)
Blog Lampião Aceso (http://lampiaoaceso.blogspot.com/2009/11/um-cangaceiro-na-detencao.html)

Vitrine do Cariri (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino)

Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino)
(*) BARBOSA, Severino. "Antonio Silvino: O Rifle de Ouro - Vidas, Combates, Prisão e Morte do 
Mais Famoso Cangaceiro do Sertão". 2ª Edição - CEPE, Recife. 1979.

 http://cgretalhos.blogspot.com/2018/01/o-cangaceiro-antonio-silvino-viveu-e.html#.X6hIGEVKjIV

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O REI ANTES DE LAMPIÃO: ANTÔNIO SILVINO, O MAIS FAMOSO DE UMA FAMÍLIA DE CANGACEIROS

 Por André Nogueira

Antônio Silvino - Fundação Joaquim Nabuco

ENTRANDO NO CANGAÇO AOS 21 ANOS PARA SE VINGAR DA MORTE DO PAI, QUE TAMBÉM ERA BANDOLEIRO, ESSE BANDIDO SE TORNOU O MAIS FAMOSO DO NORDESTE.

Antônio Silvino foi um dos mais famosos cangaceiros da História do Brasil, sendo muitas vezes tratadas como o Rei do Cangaço que antecedeu Lampião, mesmo que ele tenha vivido até mais tempo que o capitão Virgulino, por não ter sido morto pelas forças policiais. Nascido na cidade pernambucana de Afogados de Ingazeira e batizado como nome de Manoel Baptista de Morais, ele foi um dos mais influentes na cultura nordestina.

Quando pequeno, Silvino era conhecido pelos apelidos de Batistinha e Nezinho, e adentrou ao cangaço bem cedo, por influência do pai — que também era bandoleiro. Aos 21 anos, Batistão de Pajeú foi assassinado na região da caatinga pernambucana, numa disputa por terras, o que levou os filhos Manoel (que se referiria como Antônio) e Zeferino a uma busca por vingança.

Manoel mudou o nome para Antônio Silvino em homenagem a um tio, também este cangaceiro, de nome Silvino Aires Cavalcanti de Albuquerque, conhecido entre os bandoleiros como Rifle de Ouro, que acolheu e auxiliou os meninos após a morte de Batistão. A família partiu para uma vida de crimes e vingança pelo sertão nordestino.

Suas façanhas e assassinatos hediondos fizeram com que o cangaceiro se tornasse o mais famoso do Nordeste, passando a liderar a maior parte dos bandos, ao herdar a soberania que o pai e o tio tinham.

Antônio (segundo à esquerda em pé) num bando / Crédito: Wikimedia Commons

Antes da hegemonia de Lampião nenhum bandoleiro tivera a força que Silvino criou, superando o nome de Jesuíno Brilhante e de tantos outros homens fortes do Cangaço. Silvino, porém, muitas vezes demonstrava uma consciência social maior que a de seu sucessor.

A influência e o poder de Antônio Silvino o fizeram importante alvo das volantes, que viam sua cabeça como imponente prêmio. Porém, o cangaceiro era muito articulado e por anos conseguiu fugir dessas figuras da polícia, com ajuda de coronéis, coiteiros e populares. No início da carreira, ele foi perseguido pelo mais famoso caçador de cangaceiros da época, o alferes Joaquim Henriques de Araújo.

Ainda foi alvo das Polícias de estado da Paraíba, Pernambuco e Alagoas, tendo como inimigos fundamentais Teófanes Ferraz Torres e outros tantos oficiais nordestinos. Porem, por dezoito anos, ele perambulou a caatinga sem ser preso, cometendo assaltos e assassinatos em diversas localidades.

A busca de Silvino, claro, era pelo enriquecimento pessoal e por vinganças particulares, mas isso não impediu que o cangaceiro atuasse contra homens poderosos em suas façanhas. A mais famosa dela ocorreu contra membros de alto escalão de uma empresa estrangeira que construía uma rede ferroviária no interior nordestino, a Great Western.

Na ocasião, Silvino sequestrou os engenheiros da obra num trecho entre a Paraíba e Pernambuco, fazendo-os de refém e expropriando suas terras à força. Fazendo-os fugir, muitas dessas terras foram arrendadas pela própria família de Antônio, cuja ação foi bem vista por muitos sertanejos pobres locais.

Antônio com bengala e chapéu na saída do Centro de Detenção de Recife / Crédito: Divulgação

Porém, sua vida de banditismo acabou em 1914, quando, num ataque nas proximidades de Taquaritinga, no agreste de Pernambuco, quando o citado alferes Teófanes Torres —durante a administração do estado pelo general Dantas Barreto —, conseguiu capturá-lo  e levá-lo à prisão.

Foi encaminhado a Recife pela polícia, onde passou a cumpri pena na Casa de Detenção da capital, como prisioneiro 1122. Ficou conhecido na instituição por um comportamento exemplar e educado, conseguindo credibilidade entre os guardas e possibilidade de sair mais cedo. Então, finalmente, em 1937, recebeu um indulto do presidente Getúlio Vargas e foi liberado.

Casa de Teodulina Cavalcante era localizada na Rua Arrojado Lisboa, em Campina Grande - Fonte (*)

Passou a viver uma vida tranquila, distanciando da rotina de bandoleiro onde conseguira fama. Passou a morar em Campina Grande, na Paraíba, junto a sua prima numa casa de campo, até que morreu em 1944.

Teodulina Cavalcante (Prima) - Fonte (*)

+Saiba mais sobre o tema através dos livros abaixo, disponíveis na Amazon:

Maria Bonita: Sexo, violência e mulheres no cangaço, de Adriana Negreiros (2018) - https://amzn.to/3a02dog

Lampião e Maria Bonita, de Liliana Iacocca (2004) - https://amzn.to/2FG393s

Santinha: A História de uma Guerreira, de Naldo Guedes (2015) (eBook) - https://amzn.to/2TbqHF7

Os últimos dias de Lampião e Maria Bonita, de Victoria Shorr (2019) - https://amzn.to/2R3uXUB

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EX-CANGACEIRO CANDEEIRO

https://www.youtube.com/watch?v=IXK_sFxwUyA&feature=youtu.be&fbclid=IwAR21WW68xdDMb3wKjedJh2BncM5cEfSwObwtOlh_YdbprYK3PmYQj2mGOP4

Declarações.

Mais um vídeo com o selo e qualidade Aderbal Nogueira

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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MORRE A CANTORA VANUSA AOS 73 ANOS POR INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA

Vanusa morreu na madrugada deste domingo, 8

A cantora Vanusa morreu na madrugada deste domingo, 8, na casa de repouso em que estava vivendo em Santos, litoral de São Paulo. Segundo divulgado pela assessoria de imprensa da artista a Jovem Pan, um enfermeiro do local percebeu por voltar das 5h30 que “ela estava sem batimentos cardíacos”. Foi constatado que a morte foi ocasionada por uma insuficiência respiratória. No sábado, 7, um dia antes de morrer, a cantora estava bem e feliz com a visita da filha mais velha, Amanda, e chegou a cantar, brincar e não teve problemas para se alimentar. Vanusa ficou internada de agosto a setembro no Complexo Hospitalar dos Estivadores, em São Paulo, após ter depressão e enfrentar problemas gerados pelo excesso de medicamentos de tarja preta. Rafael Vannucci, filho mais novo da cantora, cuidará dos trâmites do enterro.

Relembre a trajetória da artista

Vanusa Santos Flores deixa três filhos, Amanda, Aretha e Rafael, e sua marca na música. A artista nasceu em Cruzeiro, interior de São Paulo, no dia 22 de agosto de 1947, mas foi criada nas cidades mineiras de Uberaba e Frutal. A carreira na música começou aos 16 anos, quando se tornou vocalista do conjunto Golden Lions e foi em uma das apresentações que o agente Sidney Carvalho a convidou para ir morar na capital paulista. O sucesso começou em 1966, últimos anos da Jovem Guarda, quando se apresentou na extinta TV Excelsior e foi contratada pela RCA Victor. A música Pra Nunca Mais Chorar teve grande repercussão e ela chegou participar das últimas edições do programa Jovem Guarda, na Record TV.

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O primeiro álbum foi gravado em 1968 e fez sua estreia com compositora em parceria com David Miranda. Depois disso, ela emplacou vários sucessos como Manhãs de Setembro e Paralelas. Vanusa também se arriscou como atriz e protagonizou ao lado de Ronnie Von a novela “Cinderela”, da Rede Tupi, em 1977. A arista soma 23 discos, mais de três milhões de cópias vendidas e recebeu cerca de 200 prêmios. Sua autobiografia foi publicada 1997 com o título “Vanusa – A Vida Não Pode Ser Só Isso!”, mas depois de lançar o livro, muita coisa aconteceu na vida da cantora.

Na carreira, ela estrelou o musical “Ninguém é Loira por Acaso”, espetáculo escrito e produzido por Léa Penteado e lançou um álbum com músicas inéditas que foi produzido por Zeca Baleiro. Vanusa também esteve envolvida em algumas polêmicas, em 2009, por exemplo, ela viralizou na internet ao cantar errado o Hino Nacional na Assembleia Legislativa de São Paulo. A cantora, que já enfrentava uma depressão, contou na época que tinha tomado um forte remédio antes de apresentar no evento. Outro episódio que virou assunto foi a entrevista que a artista deu para Gugu Liberato, em 2016, na qual falou da relação com a filha Aretha Marcos. Nos últimos meses, a cantora vinha enfrentando problemas de saúde e preocupando a família e os fãs.

 https://jovempan.com.br/entretenimento/famosos/morre-a-cantora-vanusa-aos-73-anos-por-insuficiencia-respiratoria.html

ANTÔNIO MARCOS E VANUSA

BIOGRAFIA DE ANTÔNIO MARCOS

Antônio Marcos Pensamento da Silva (São Paulo8 de novembro de 1945 — São Paulo, 5 de abril de 1992) foi um cantorcompositorhumorista e ator brasileiro.[1]

Biografia

Antônio Marcos começou trabalhando como office-boy, vendedor de varejo e balconista de loja de calçados antes de passar pelos programas de calouros, chegar ao rádio e finalmente à televisão. De 1960 a 1962, destacou-se no programa de Estevam Sangirardi, cantando, tocando violão e fazendo humorismo.[2]

Em 1965, com 19 anos integrou o coral Golden Gate e atuou nas peças Pé Coxinho e Samba Contra 00 Dólar, de Pascoal Lourenço, no Teatro de Arena. Convidado por Ramalho Neto, gravou seu primeiro disco pela RCA Victor, como integrante do conjunto Os Iguais, tornando-se logo solista e fazendo sucesso com a música "Tenho Um Amor Melhor Que O Seu" (Roberto Carlos).[2]

Em 1969, participou do V Festival da MPB da TV Record interpretando "Tu Vais Voltar", a canção ficou em 4°lugar e Antônio Marcos conquistou o prêmio de "Melhor Intérprete" do festival.

A partir daí, seguiram-se outros sucessos, como "Oração De Um Jovem Triste" (Alberto Luís) e "Como Vai Você" (com Mário Marcos).[2] Foi lançado no cinema por J. B. Tanko, no filme Pais Quadrados... Filhos Avançados (1970), participando também de Som, Amor E Curtição (1972) e de outros, além de atuar em peças teatrais, como Arena Conta Zumbi (Teatro de Arena, direção de Augusto Boal, 1969) e Hair (Teatro Aquarius, direção de Altair Lima, 1970).[2] Atingiu seu maior sucesso em 1973, com "O Homem De Nazaré" (Cláudio Fontana), que seria lançado no ano seguinte em espanhol.[3] Um de seus últimos sucessos foi a canção-tema de O Profeta, telenovela da TV Tupi na qual participava sua futura esposa Débora Duarte. Já casado com a atriz, participaria com ela da telenovela Cara a Cara da TV Bandeirantes, na qual também interpretava a canção-tema.[2]

Durante a década de 1980, sua carreira entraria em declínio. Como consequência, Antônio Marcos se tornaria usuário de álcool e outras drogas, que levariam a sua internação em clínicas de reabilitação.[1] Em 1991, pretendia lançar um LP contendo uma versão de "Imagine", de John Lennon, mas Yoko Ono, viúva de Lennon, vetou a versão, o que, aliado à falência da gravadora Esfinge, impediu o lançamento do disco.[2]

Morte

Morreu em 5 de abril de 1992, vítima de insuficiência hepática, consequência do alcoolismo.[1] Após sua morte, foram lançados os CDs Acervo (1994, coletânea RCA/BMG) e Aplauso (1996, coletânea RCA/BMG).

Vida pessoal

Antônio Marcos foi casado quatro vezes. A cantora Vanusa foi sua primeira esposa, com quem teve as filhas Amanda nascida em 1971 e Aretha Marcos (também cantora). Depois casou-se com a atriz Débora Duarte e com ela teve a também atriz Paloma Duarte nascida em 1977. Também foi casado com a modelo Rose, com quem teve um filho chamado Antônio Pablo. Também teve um caso com a atriz Miriam Mota, na época com quatorze anos de idade, com quem teve Manoel Marcos.[4] Nos últimos anos de sua vida, vivia com Ana Paula, filha de Cleonice Rossi Braga e enteada de Roberto Carlos.

[5] https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Marcos#:~:text=6%20Liga%C3%A7%C3%B5es%20externas-,Biografia,tocando%20viol%C3%A3o%20e%20fazendo%20humorismo.

 BIOGRAFIA DE VANUSA

Vanusa Santos Flores, conhecida como Vanusa (Cruzeiro22 de setembro de 1947 —Santos8 de novembro de 2020), foi uma cantoracompositora e atriz brasileira.[1]

Biografia

Vanusa Santos Flores nasceu em 22 de setembro de 1947, na cidade de Cruzeiro, estado de São Paulo, sendo criada nas cidades mineiras de Uberaba e Frutal. Aos dezesseis anos, tornou-se vocalista do conjunto Golden Lions. Em uma das apresentações foi ouvida por Sidney Carvalho, da agência de propaganda Prosperi, Magaldi & Maia, que a convidou para ir a São Paulo.[2]

Em 1966, durante os últimos anos do movimento cultural Jovem Guarda, apresentou-se no programa O Bom, de Eduardo Araújo, na extinta TV Excelsior de São Paulo. Logo, foi contratada pela RCA Victor e ganhou êxito com a canção "Pra Nunca Mais Chorar" (Eduardo Araújo e Carlos Imperial). O sucesso a fez participar do programa Jovem Guarda, da TV Record, em suas duas últimas edições.[3]

Em 1968, gravou seu primeiro álbum, estreando ainda como compositora em três canções, uma delas em parceria com David Miranda. Cinco anos depois, em seu quarto LP, já como contratada da gravadora Continental, lançou seu maior sucesso: "Manhãs de Setembro", composta com Mário Campanha. Em 1975, lançou outro hit: "Paralelas", uma composição de Belchior. Em 1977, protagonizou ao lado de Ronnie Von a telenovela Cinderela 77, da Rede Tupi.[3]

Em 1997, publicou sua autobiografia: "Vanusa - A Vida Não Pode Ser Só Isso!", pela editora Saraiva. Em 2005, participou de vários concertos comemorativos aos 40 anos da Jovem Guarda. Em 2015, lançou seu primeiro álbum de canções inéditas em vinte anos: "Vanusa Santos Flores", produzido por Zeca Baleiro.[3] A cantora foi casada duas vezes: com o músico Antônio Marcos e com o ator e diretor de televisão Augusto César Vannucci.[2]

Problemas de saúde e morte

Wikinotícias tem uma ou mais notícias relacionadas com este artigo: Brasil: cantora Vanusa morre em São Paulo

Em março de 2009, ao participar do primeiro encontro estadual para agentes públicos na Assembleia Legislativa de São Paulo, Vanusa cantou o Hino Nacional Brasileiro de forma desafinada e errada. Mais tarde alegou a má interpretação por estar sob a ação de um remédio contra labirintite, errando a letra.[4][5] No ano seguinte, a cantora voltou a ter problemas em outra apresentação, ao cantar no Parque do Idoso, em Manaus, em um evento em homenagem ao Dia dos Pais. Ela errou a letra de Sonhos de Um Palhaço de seu ex-marido Antônio Marcos, e para compensar o equívoco, cantou um trecho de Como Vai Você, outra canção de Antônio Marcos. Segundo ela, sempre confundia as duas canções.[6]

Em setembro de 2020, a cantora foi internada na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital dos Estivadores, em Santos (SP), após ter apresentado quadro de pneumonia. No mês seguinte obteve alta hospitalar, depois de 32 dias de internação. Vanusa sofria de outras doenças, como uma síndrome demencial, semelhante ao mal de Alzheimer. Todos esses problemas foram causados por um histórico de depressão pelo qual a artista passou durante a década de 2000, que a tornou dependente de remédios e bebidas alcoólicas.[7][8]

Depois da alta hospitalar, Vanusa retornou para uma casa de repouso em Santos, onde estava morando havia dois anos. Morreu na madrugada de 8 de novembro de 2020, vitimada por uma insuficiência respiratória.[9][10]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vanusa#:~:text=Vanusa%20Santos%20Flores%20nasceu%20em,vocalista%20do%20conjunto%20Golden%20Lions.&text=Em%201997%2C%20publicou%20sua%20autobiografia,!%22%2C%20pela%20editora%20Saraiva.

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AMIGOS DO CANGAÇO

Por José Mendes Pereira 


Da esquerda para a direita:

O professor Wescley Rodrigues, Adryanna Karla Paiva Pereira minha filha, A professora e pesquisadora do cangaço Ana Lúcia Granja de Souza, Minha cunhada Luzia Paiva Fernandes, professor, escritor e pesquisador do cangaço Antonio Vilela e sua esposa...

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O SOLDADO JOSÉ PEREIRA LEAL O MURUNDU, QUE, COM DISPAROS DE METRALHADORA, ATINGIU MORTALMENTE A CHRISTINO GOMES DA SILVA CLETO, O CORISCO.

 Por Rubens Antônio

Esta foto pertence ao acervo do baiano professor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio.

https://www.facebook.com/josebezerralimairmao.bezerra

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SERRA TALHADA E SÃO JOSÉ DO BELMONTE NO ESTADO PERNAMBUCO...

 Por Geraldo Júnior

... foram dessa vez as cidades escolhidas para a realização de minhas pesquisas em torno do Cangaço e suas ramificações.

Acompanhado do meu estimado confrade Luiz Ferraz Filho "Luizão", começamos por Serra Talhada onde filmamos na conhecida SERRA DO CIGANO, que possui uma história ligada ao Cangaço, que em breve vocês terão conhecimento.

Na continuação seguimos até a cidade de São José do Belmonte, onde adentramos e filmamos o interior da casa que pertenceu ao coronel Luiz Gonzaga Gomes Ferraz, assassinado dentro a residência, por Lampião e seus seguidores. Fato que ocorreu no dia 20 de outubro de 1922.

Para fechar as filmagens, gravamos algumas entrevistas com o confrade Valdir José Nogueira, um dos mais destacados conhecedores da história local (Diretor Municipal de Cultura de São José do Belmonte.

Meu agradecimento mais que especial à dona Pergentina Neta Nunes Machado (Proprietária da casa que pertenceu ao coronel Luiz Gonzaga), pela recepção carinhosa e por nos permitir filmar fora e dentro da residência.

Assim como agradecer ao confrade Clênio Novais e família, que também nos receberam maravilhosamente bem em sua chácara, onde podemos "traçar" uma autêntica galinha caipira e tomar aquela velha e boa cachaça "enraizada" que, quando ingerida, leva até um pedaço do fígado do "bebedor" de cachaça. Kkkkkkkkkkk

Bom demais.

A saga continua.

Forte abraço a todos e sem esquecer de lembrar que todas as fotos e filmagens serão em breve publicadas no canal YouTube... Cangaçologia.

Geraldo Antônio de Souza Júnior

https://www.facebook.com/

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O CANGACEIRO GITIRANA E O TRISTE FIM DE CRISTINA

Por NAS PEGADAS DA HISTÓRIA
https://www.youtube.com/watch?v=jqkb9ThHPxI&ab_channel=NASPEGADASDAHIST%C3%93RIA

DICA DE LIVROS SOBRE O CANGAÇO: Apagando Lampião – Vida e morte do rei do cangaço https://amzn.to/3lVgiZf Maria Bonita: Sexo, violência e mulheres no cangaço https://amzn.to/3jc56FY Cangaços https://amzn.to/2H2xQnM Lampião e Maria Bonita: Uma história de amor entre balas https://amzn.to/35cf7Oo Lampião. Herói ou Bandido? https://amzn.to/31gQj6O Lampião, as mulheres e o Cangaço https://amzn.to/31dFtOL O Cabeleira: 155 https://amzn.to/2H0jTXu Assim Morreu Lampião https://amzn.to/2IHhCAP A história de lampião contada através dos cordéis https://amzn.to/3lWeAXB O covil do diabo https://amzn.to/3k9jaBx De olho em lampião https://amzn.to/37i9ukG Benjamin Abrahão: Entre anjos e cangaceiros https://amzn.to/3lOxu2K Um repórter do futuro no bando de Lampião https://amzn.to/2IFptim O Governador do Sertão https://amzn.to/31gcwlv #Cangaço CANAL DA ROSINHA ACESSE: https://www.youtube.com/channel/UCE32...

Gitirana e Chofreu.

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CANGAÇO CAMPINA - "AS MULHERES NO CANGAÇO"

 Aderbal Nogueira - Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=5yvkifmPvuM&t=280s&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Palestra de João de Sousa Lima durante o evento Cangaço Campina 2019.

https://www.youtube.com/watch?v=5yvkifmPvuM&t=280s&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

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