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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

CRÂNIOS DE ANTÔNIO DE iNGRÁCIAS E DE EZEQUIEL, O "PONTO FINO", IRMÃO DE LAMPIÃO.

 Por Robério Santos

Crânios de Antônio de Ingrácias e de Ezequiel, o “Ponto Fino”, irmão de Lampião, dispostos sobre o fêmur do próprio bandido. Ao lado, o chapéu de couro do cangaceiro Assucar/Açúcar e o maior punhal já registrado no Nordeste, pertencente à Catigueira e legado a Gato. 

(Fonte: A Tarde, 21 de março de 1934).

ADENDO:

"Sobre esta foto, onde aparece o crânio do cangaceiro Ezequiel Ferreira da Silva, irmão de Virgolino Ferreira da Silva - o famoso capitão  Lampião, é que, é uma comprovação que ele foi assassinado em um combate com forças policiais no Estado de Sergipe. Relatos indicam que ele foi ferido na barriga em um tiroteio ocorrido nas proximidades da Lagoa do Mel, na fazenda Touro, em abril de 1931. 

Alguns afirmam que a sua morte foi inventada por Lampião para que ele saísse do cangaço, fugisse para o Estado de Minas Gerais. Pura invenção!". - J. Mendes Pereira.

https://www.facebook.com/roberio.santos

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado! Não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

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SUSI RIBEIRO NORA DOS CANGACEIROS SILA E ZÉ SERENO E LILIANE PEREIRA SOBRINHA DA EX-CANGACEIRA LÍDIA PEREIRA.

 Por Susi Ribeiro 

Susi Ribeiro é nora dos cangaceiros Sila e Zé Sereno - Foto do acervo da Susi Ribeiro

Boa noite, amigo José Mendes Pereira:

Venho com muita alegria, deixar registrado aqui, um dia muito feliz em minha vida.

Em Janeiro deste ano, eu e meu esposo Ivan Antunes de Campos, em nossa viagem pelo interior da Bahia, visitamos muitos lugares de grande valor histórico e cultural nas regiões de Paulo Afonso/BA, Alagoas e Sergipe.

Os cangaceiros Sila e Zé Sereno estão circulados

Finalmente eu, nora do ex-casal de cangaceiros Sila e Zé Sereno (pais de meu primeiro e já falecido esposo Wilson Ribeiro de Souza) iria conhecer o palco dos relatos da vida de meus sogros, os locais onde Lampião e seu grupo viveram, lutaram, sofreram, enfim, conferir registros históricos e conhecer pessoas que conviveram com eles na época do Cangaço.

Após conhecer Angico, seguimos com um guia turístico para o sertão de Paulo Afonso, onde visitamos vários Povoados e casas, trilhas e estradas por onde o Subgrupo de meu sogro Zé Sereno teria passado, inclusive quando este ainda era apenas um integrante do subgrupo de seu primo, o temível cangaceiro Zé Baiano, que ficou conhecido por sua crueldade ao assassinar sua companheira Lídia, a mais bela cangaceira e por após esse acontecimento ter se tornado o ferrador de mulheres.

Susi Ribeiro e Wilson Ribeiro - Foto do acervo da Susi Ribeiro

Entre os vários povoados, chegamos ao Povoado Salgadinho, que me despertou muita atenção. Lá estava a casa, já em ruínas, da famosa ex-cangaceira Lídia de Zé Baiano.

Ao lado desta, a casa de seus descendentes, Sr. Terto e Sr. Manoel com a esposa Sra. Atení e os filhos Tânia e Marcos. Fomos recebidos alegremente por Tânia, com quem fiz muita amizade.

Ali, a sombra de uma árvore, ficamos conversando por horas. Eu ouvia com atenção, parecia que os relatos de meus sogros sobre a vida no sertão, ganhavam vida, cor, forma diante de meus olhos.

O cangaceiro Zé Baiano companheiro da cangaceira Lídia Pereira

Senhor Terto, o sobrinho mais velho de Lídia, ainda se lembra dela, pois quando criança, sentiu muito a entrada da tia para o Grupo de Cangaceiros.

Segundo ele, Lídia era uma moça de 15 anos quando entrou para o Cangaço, ao lado de Zé Baiano. Era alta, esbelta, cabelos à cintura, muito negros, que lhe " serviam de esteira" e uma personalidade forte, decidida.

Nos emocionamos com essa Família, pessoas simples, humildes, trabalhadores incansáveis do sertão: plantando, colhendo, esperando chuva, cuidando da criação, da casa, da lavoura.

Povoado Salgadinho/sertão de Paulo Afonso/Bahia - Janeiro de 2015: Tânia, Ivan, Eu e Senhor Manoel, sobrinho da cangaceira Lídia. - Foto do acervo da Susi Ribeiro

Pessoas religiosas, respeitadoras, com uma formação moral e ética que há muito não mais é vista nas grandes cidades, principalmente do Sudeste do Brasil.

Encanto, alegria, um sentimento de amizade muito grande tomou conta de meu coração.

Em Março, voltei à casa deles, onde tive a oportunidade de permanecer por vários dias! pude então sentir como é a vida do sertanejo no nordeste.

Foto da casa da cangaceira Lídia - Foto da Susi Ribeiro

Me encantei, me identifiquei muito com os costumes, com a comida, com a religiosidade. Tudo no sertão é maravilhoso: as pessoas são ricas em sentimentos, são solidárias, unidas, em uma palavra: São humanas! Ao voltar para minha casa no interior de São Paulo, nunca mais deixamos de nos comunicar por telefone.

Povoado Salgadinho/sertão de Paulo Afonso/Bahia - Março de 2015: Marcos, Tânia e eu. - Foto do acervo da Susi Ribeiro

Aqui, só faltava uma coisa, conhecer a sobrinha de Sr. Terto, a sobrinha neta da cangaceira Lídia, Liliane Pereira, nascida no povoado e que com seus pais, tinha se mudado para Jacareí, também interior de São Paulo.

Foi então, depois de muito conversarmos pela internet, que no último dia 21 de Dezembro, fomos à sua casa, em Jacareí, onde ela mora com seus dois sobrinhos, Vítor e Nathan, respectivamente de 3 e 8 anos de idade, lindos, filhos de sua falecida irmã Cristiane Pereira.

Eu e Liliane Pereira em sua casa em Jacareí-SP, Dezembro de 2015 - Foto do acervo de Susi Ribeiro

Passamos horas conversando, almoçamos com ela, brinquei muito com as crianças, muito alegres, muito queridas. Pude sentir novamente o coração simples, honesto, puro, das pessoas que vivem a vida com simplicidade e alegria.

Liliane é uma moça muito bonita, mas a maior beleza que sinto nela é, sem dúvida seu coração, sua luz! Uma pessoa muito querida, meiga, corajosa, de muita fé, que cuida dos sobrinhos como se fossem seus próprios filhos, que não se preocupou com mais nada ao abraçar a missão de se tornar, além de tia, também a mãe deles. Mesmo ainda muito jovem, Liliane Pereira traz a maturidade e a confiança na Providência Divina.

Eu e meu esposo Ivan com Liliane Pereira e seus sobrinhos, Vítor e Nathan em sua casa em Dezembro de 2015 - Foto do acervo da Susi Ribeiro

Sem dúvida, uma pessoa, que veio confirmar em minha mente e coração, a integridade e os valores de sua família. Liliane Pereira é, sem sombra de dúvidas, a descendente direta da Cangaceira Lídia, que traz geneticamente seus traços de beleza.

Esperamos, que algum dia, os historiadores e pesquisadores do tema Cangaço ainda encontrem alguma foto de Lídia, pois até o momento ninguém a tem.

Família Pereira, meus mais queridos amigos! Obrigada por tudo, por toda doçura, por todo o carinho, pela hospitalidade, pela atenção, pela alegria com que vocês nos receberam, desde o primeiro momento em que nos viram, no sertão de Paulo Afonso/Bahia!

Observação: - Amigo Mendes, segundo Francimary Oliveira mencionou no grupo Ofício das Espingardas dizendo o que segue:  “Eu sou nora do irmão do homem que matou sua tia avó Lídia”. 

Até Breve!
Obrigada pela oportunidade, amigo José Mendes Pereira!

Enviado para postagem neste blog por Susi Ribeiro nora dos cangaceiros Sila e Zé Sereno.

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Quando estiver no trânsito, cuidado! Não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

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DECLARAÇÕES DO EX-CANGACEIRO “VILA NOVA“... afilhado de Luiz Pedro, em 14-11-1938.

 

Fonte do texto e da foto:  Jornal A Noite - Acervo: Volta Seca

IZIANO FERREIRA LIMA. Alto, moreno, cabelos quase escarapinhados, o verdadeiro tipo de cangaceiro, austero, parecendo mesmo que, quando no cangaço, não brincava. Responde, porém, a todas as perguntas com solicitude. Conta com três anos no cangaço, já tendo passado por inúmeros combates, tendo, as vezes, até cinco encontros por dia com as polícias de diversos Estados.

Sempre fez parte do Grupo de Lampião e Luiz Pedro, sendo afilhado desse último. É natural da cidade de Piranhas, onde ainda, mora sua família, sendo filho de Francelino Ferreira Lima.

--“ Gostava – disse - da vida do cangaço . Mas, depois da desgraceira de LAMPIÃO, fiquei com vontade de me entregar à polícia. Depois da morte de Lampião, ninguém mais tem sossego ou alegria. O Capitão fez uma falta medonha a gente. Senti muito a sua morte, como a de LUIZ PEDRO e de D. Maria Bonita, que Deus os tenha. 

VILA NOVA esteve no combate de Angico. –“Escapei pela misericórdia de Deus , afirma. Vi quando o CHEFE caiu se estrebuchando pelas forças do tenente Ferreira (Bezerra). Meu padrinho Luiz Pedro caiu ferido nos meus pés. Pediu que o matasse, logo. O que fiz, foi apanhar o seu mosquetão e fugir para as bandas do riacho onde o fogo era menor. Depois da fuga fui me esconder na Fazenda Cuiabá, onde me encontrei com ZÉ SERENO, e outros que puderam fugir do cerco. Ali soubemos que junto com o Capitão tinha morrido mais 11 cabras, inclusive D. Maria Bonita. 

Declarou está muito satisfeito, apesar de se encontrar preso. Pois se não morre o “Capitão“, nunca deixaria a vida do cangaço, só quando não mais servisse para nada. Achava a vida boa, porque sempre tinha muito dinheiro e podia andar enfeitado de ouro. Finalizou.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta ‎

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SOBRE A DEGOLA E A MORTE DE MARIA BONITA.

 Por Sabino Bassetti


O então soldado Antonio Vieira, disse a mim e a outras pessoas, que ao chegar no local Zé Panta de Godoy estava cortando a cabeça de Maria, que isso aconteceu bem próximo a ele. Não havia como Maria pedir pela vida, pois, ela já havia levado um tiro de fuzil na barriga e outro nas costas.

José Sabino Bassetti (Escritor e Pesquisador do cangaço)

Fonte: facebook
Página: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)
Grupo: O Cangaço

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

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Fotos do pesquisador do cangaço Narciso Dias

José João Souza - O monumento histórico da Polícia Militar de Pernambuco, está localizado às margens da BR-232, no Sítio Pitombeira, município de Custódia, foi feito em homenagem aos policiais militares pernambucanos que morreram em cumprimento do dever no dia 14 de fevereiro de 1926, emboscados por componentes da Coluna-Prestes.

HISTÓRIA DA BATALHA

O combate em si, foi uma grande armadilha urdida pelos oficiais da Coluna Miguel Costa-Prestes, seu nome correto, tenentes-coronéis Djalma Dutra e João Alberto. (Livros: A coluna prestes, de Neill Macaulay, página 205, e o Cavaleiro da esperança, de Jorge Amado, página 149). Assim, os rebeldes dessa Coluna (que estavam na área esperando uma ligação com o tenente Cleto Campelo, que acabou falecendo em Gravatá), haviam interceptado nos fios do telégrafo, uma mensagem sobre o deslocamento de Custódia para Vila Bela (Serra Talhada) de uma tropa da Força Pública de Pernambuco, de 137 homens, transportada em cinco caminhões dos efetivos dos 1º, 2º, 3º Batalhões, Regimento da Cavalaria e Companhia de Bombeiros, (Boletim Geral da Força Pública, de 12 de fevereiro de 1926), sob o comando do coronel João Nunes, comandante Geral. No terceiro caminhão, vinham o tenente da PM José Coutinho da Costa Pereira, no quinto, o tenente da PM Olímpio Augusto de Oliveira e o capitão Luiz Sabino de Azevedo e, na retaguarda, o comandante João Nunes, em automóvel.

Na localidade Umburanas/Imburanas ou Pitombeiras, os rebeldes arquitetam uma emboscada, colocando na estrada um chapéu de tipo engenheiro, de cortiça, como isca! Por volta das 9h de 14/02/1926, (domingo de Carnaval), um soldado mandou parar o veículo para apanhá-lo. Em seguida, todo o comboio parou. O coronel João Nunes, vinha à retaguarda, em companhia, do seu secretário, tenente Sidrak de Oliveira Correia e outros oficiais. Imediatamente, dos serrotes laterais, surgiram os fogos cruzados das metralhadoras inimigas, ceifando a vida de inúmeros soldados.

Após seis horas de combate, o coronel João Nunes, ao escurecer, conseguiu romper o cerco dos rebeldes, (em número quase cinco vezes superior, e entocados) rumo à Custódia, perdendo quatro dos cinco caminhões, que foram queimados. No dia seguinte, em Custódia, a tropa, reorganizou-se e partiu ao encalce da força rebelde (História da PMPE – major da PM Roberto Monteiro, página 78, e revista APMP 1985 – página 10). A munição que se achava no quinto caminhão, que regressou a Custódia com o capitão Luiz Sabino de Azevedo, não foi perdida (Jornal A Província, de 27/02/1926, e Diário de Pernambuco de 27/02/1926).

De acordo com o Boletim Geral da Força Pública, de 12 de março de 1926, morreram oito soldados: Isídio José de Oliveira, (2º Batalhão), Castor Pereira da Costa, Ercias Petronillo Fonseca e Manoel Bernardino Fonseca (Regimento de Cavalaria), José Sebastião Bezerra, Pedro Cosme Alexandrino, Antônio Cassemiro Ferreira e Luiz José Lima Mendes, (Companhia de Bombeiros). (Livro: Epopeia de bravos guerreiros – Jorge Luiz de Moura e Carlos Bezerra Cavalcanti). Os feridos foram três soldados, Amaro do Espírito Santo e Benevenuto Cardoso Silva, (do 2º Batalhão) e Severino Lino dos Santos, (do Regimento de Cavalaria). No mencionado Boletim, o comandante João Nunes enaltece suas bravuras e sacrifícios no campo de luta, em defesa da legalidade.

Aqueles soldados foram sepultados no local, numa cova única, à beira da estrada, de acordo com o major da PM João Rodrigues da Silva, em artigo publicado na Revista Guararapes, em janeiro de 1950, – Os mortos do Riacho do Mulungu, onde assinala que pela voz do povo, o número de mortos se eleva a mais de 40 praças. Esse monumento foi construído durante o Comando Geral do Coronel Manoel Expedito Sampaio, em 1961 (Informação do coronel Cícero Laurindo de Sá).

Na fria placa de mármore, ficou o registro da reação daqueles heróis, que precisam ser lembrados e nominados todos os anos, àquele 14 de fevereiro de 1926, pois, transpuseram os umbrais da glória e precisam ser inseridos nos anais da grande história da PM e de Pernambuco.

Publicado no Jornal do Comércio em 05 de Maio de 2008, escrito por Jorge Luiz de Moura (Comandante Geral da PMPE, a época).

Fonte: facebook
Página: Narciso Dias

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O RAPOSA DAS CAATINGAS É SUCESSO NACIONAL.

 

Se você ainda não comprou este fantástico trabalho do escritor José Bezerra Lima Irmão, só restam poucos livros. Então procura adquiri-lo o quanto antes, pois os colecionadores poderão comprar os poucos que restam. Seja mais um conhecedor das histórias sobre cangaço, para ter firmeza em determinadas reuniões quando o assunto é "cangaço". 

São 736 páginas.
29 centímetros de tamanho. 
19,5 de largura. 
4 centímetros de altura.
Foram 11 anos de pesquisas feitas pelo autor 

É o maior livro escrito até hoje sobre "Cangaço". Fala desde a juventude  e namoro dos pais de Lampião. Quem comprou, sabe muito bem a razão do "Sucesso a nível nacional do Raposa das Caatingas". 

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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ESPEDITO SELEIRO, FILHO DO CRIADOR DA SANDÁLIA DE LAMPIÃO, VIROU GRIFE VALORIZADA NO MUNDO DA MODA E DO DESIGN

 Fernanda da Escócia de nova Olinda (CE) para a BBC Brasil


"O cabra chegou para meu pai e disse que queria uma sandália diferente, de solado quadrado, sem marca da curva da sola do pé. Mostrou um modelo desenhado. Meu pai disse que fazia. Dias depois o cabra veio buscar a encomenda e perguntou a meu pai se ele sabia para quem era a sandália. 'Não é para você?', meu pai perguntou. 'Não, é para o Capitão Virgulino'. 'Pois leve a sandália e nem precisa pagar'".

É assim que Espedito Velozo de Carvalho, o Mestre Espedito Seleiro, 77 anos, resume como surgiu a sandália mais famosa de tantas de seu ateliê em Nova Olinda, cidade do interior do Ceará, a 500 km de Fortaleza.

A sandália de solado quadrado era mesmo para o Capitão Virgulino Ferreira, o Lampião, chefe do bando de cangaceiros que impunha medo, respeito e fascínio no interior do Nordeste nos anos 1930.

O solado quadrado, sem indicar qual era a frente da sandália, tinha um propósito: despistar as volantes, como eram chamadas as equipes policiais que caçavam os cangaceiros pelo sertão. "O solado quadrado deixava uma pegada quadrada, de modo que a volante não conseguia saber para que lado Lampião tinha ido, se estava indo ou voltando", explica Espedito Seleiro.

O filho do criador da sandália de Lampião se transformou, nos últimos anos, em uma assinatura valorizada no mundo da moda, do cinema e do design. Espedito (assim mesmo com S) Seleiro fez peças para marcas como Farm, Cavallera e Cantão.

Em 2006, participou da São Paulo Fashion Week. Sua obra foi tema da exposição "Da Sela à Passarela", que passou por São Paulo e Rio de Janeiro. É criação de Espedito Seleiro o gibão colorido de couro usado pelo personagem do ator Marcos Palmeira no filme O Homem que Desafiou o Diabo (2007).
  

Seleiro apareceu no programa da global Regina Casé, cliente de suas sandálias. Recebeu em 2011 a Ordem do Mérito, concedida pelo Ministério da Cultura a personalidades do setor. Seu trabalho cheio de referências do sertão, com couro colorido e enfeitado, atraiu os designers Humberto e Fernando Campana, que fizeram em 2015 uma parceria com Seleiro para uma linha de móveis intitulada Coleção Cangaço, juntando madeira, palhinha e couro, e os móveis são a novidade em seu trabalho.

"É bom variar, fazer coisas novas", filosofa o artesão.

TALENTO E APRENDIZADO

Ainda menino, Espedito aprendeu com o pai, Raimundo Seleiro, que aprendeu com o pai dele, Gonçalves Seleiro, filho de Antônio Seleiro, a arte de tratar e transformar o couro de boi e de cabra em peças usadas pelos vaqueiros, como selas, cintos e chicotes.

Para vaqueiro, mesmo, ele nunca teve talento: no primeiro dia em que montou no cavalo para laçar um boi levou uma queda tão feia que desistiu da profissão.

Quando ele ainda era criança, sua família fugiu da seca e trocou o sertão dos Inhamuns, área mais árida do Ceará, pelo quase sempre verde Cariri, na região sul do Estado, divisa com Pernambuco. Aos 16 anos, em busca de uma vida melhor, Espedito foi embora para o Paraná. Ficou três anos, sempre trabalhando com couro, e voltou para o Cariri.

Um dia, cansado de tantas peças parecidas - sandálias de couro são uma tradição no interior do Ceará, vendidas em cada esquina e cada mercado popular-, viu que precisava inovar. Usando produtos naturais, como a tintura da casca do angico, árvore comum na região, tingiu o couro.


O criador das sandálias coloridas ganhou a admiração da então secretária de Cultura do Ceará Violeta Arraes - de uma família tradicional do Cariri e irmã de Miguel Arraes, cearense que fez carreira política em Pernambuco, Estado que governou três vezes.Fez sandálias vermelhas, azuis, amarelas e roxas, cheias de desenhos. Levou para um conhecido no mercado vender. No outro dia vieram pedir mais, e as sandálias coloridas abriram caminho para que ele se diferenciasse dos demais artesãos.

O diretor de TV e cinema Guel Arraes, filho de Miguel Arraes, também se tornou cliente das sandálias de couro de Seleiro, e a fama do artesão foi se espalhando.

Um dia, o educador Alemberg Quindins, criador da Fundação Casa Grande, premiada organização de Nova Olinda que capacita crianças e jovens para as artes, pediu a Seleiro que fizesse uma sandália igual à de Lampião para uma exposição sobre o Cariri.

Seleiro tinha guardado os desenhos do pai e reproduziu a sandália "cobertão", de solado quadrado. "Mudei o nome para sandália Lampião. E quando me pediram um modelo para mulher, fiz a sandália Maria Bonita", explica o artesão.

TRADIÇÃO E INOVAÇÃO

Do Cariri para o Brasil, aos poucos o E.S. de Espedito Seleiro, numa letra bem desenhada, foi marcando sandálias, bolsas e mochilas em couro que se espalharam no circuito fashion.

O trabalho atraiu também a atenção da pesquisadora Heloisa Bueno Rodrigues, que fez de Seleiro personagem principal de sua dissertação de mestrado defendida em outubro de 2015 no Programa de Cultura e Territorialidades da UFF (Universidade Federal Fluminense) e intitulada Espedito Seleiro: filho dos Inhamuns, mestre do Cariri e artista do Brasil.


Num estudo sobre economia criativa e cultura, apresentado num seminário na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, a pesquisadora analisa como Seleiro se diferenciou dos demais artesãos ao inovar dentro da tradição popular, mantendo sua identidade. Ao mesmo tempo, explica que o trabalho de Seleiro não é só produto de sua sensibilidade individual de artista, mas resultado de um conjunto de conhecimentos, histórias e tradições.

"O Ceará é muito marcado pelo que historiadores como Capistrano de Abreu chamam de civilização do couro, um ciclo econômico baseado na criação de gado. A obra de Espedito Seleiro traduz essas tradições dos vaqueiros, dos cangaceiros, dos ciganos, desses homens que se espalharam pelo interior do Nordeste. E ele conseguiu manter sua originalidade dentro dessa tradição, conseguiu se diferenciar", afirma a pesquisadora.

Assim como aprendeu o ofício em família, Seleiro ensina o que sabe aos filhos, netos e sobrinhos, e juntos eles mantêm a cooperativa Associação Familiar Espedito Seleiro, que reúne 22 profissionais.

Mestre Seleiro é um professor exigente, que acorda de madrugada, cobra qualidade em cada passo do trabalho e manda recomeçar tudo se achar algo errado. "Eu ensino, eles fazem, eu vejo se ficou bom. Se estiver boa, assino a sandália. Se estiver ruim, desmancho e mando fazer de novo".

Em sua oficina, entre aprendizes e cortes de couro, Seleiro recebe quem chega e tem sempre tempo para um dedo de prosa. Ao lado da oficina criou o Museu do Couro, que conta a história de sua obra e também a saga dos vaqueiros no sertão.

Seleiro sabe que é imitado por muitos, mas não liga. Às vezes pensa em registrar sua marca, às vezes não. De olho nas novidades, investe em capas para celulares e tablets e selas de moto. Comprada na lojinha de Seleiro em Nova Olinda, a sandália Maria Bonita custa R$ 80.

Entre bolsas, mochilas, carteiras e sandálias, as peças trazem tons e desenhos inusitados. Lembram vestidos coloridos numa quadrilha, disputas de vaquejadas, cangaceiros em luta, leques ciganos, flores brotando - e todas as cores do sertão em dias de chuva depois dos meses de seca.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/12/1724368-filho-do-criador-da-sandalia-de-lampiao-vira-icone-do-mundo-fashion.shtml?cmpid=compfb

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https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado! Não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com