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domingo, 27 de setembro de 2026

A MSTERIOSA VIDA DE LAMPÃO;

Por Cicinato Ferreira Neto

Para alguns, um chefe cangaceiro que deixou seu nome gravado na História. Para outros, um bandido cruel. Virgulino Ferreira, o Lampião, teve uma vida – e uma morte – cheias de mistérios.

- Por que entrou no cangaço?

- Como conseguiu resistir a mais de vinte anos de perseguições policiais?

- Como estabelecia a sua rede de colaboradores?

- Como a polícia conseguiu chegar ao seu esconderijo?

No livro A Misteriosa Vida de Lampião, a trajetória do rei dos cangaceiros é acompanhada com detalhes, ano a ano, desde a sua entrada no cangaço até o massacre de Angico. Episódios são apresentados em versões diferentes, informando e estimulando o leitor à análise do que realmente pode ter ocorrido.

O livro tem:

- 18 capítulos,

- 25 fotografias,

- 626 notas explicativas e conta com extensa bibliografia.

- Edição em capa dura e papel PÓLEN.

Entre em contato pelo WhatsApp 88.999911060.

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! 

Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. 

Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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sábado, 26 de setembro de 2026

NO CARMO FINDOU SEUS DIAS O FILHO DO BARÃO DO PAJEÚ.

Por ​Valdir José Nogueira de Moura

​O vento que corta o Vale do Pajeú costuma carregar mais do que a poeira avermelhada da terra; carrega histórias que o tempo soprou até virarem lenda. Ontem, 25 de setembro de 2026, o Distrito do Carmo, entre os rincões de São José do Belmonte, alcançou 86 anos de sua fundação. E, nas entranhas dessa terra próspera, o nome do coronel Antônio Andrelino Pereira da Silva ainda ecoa como o murmúrio distante de um tempo de imponência e pólvora. Filho do Barão do Pajeú, nascido nos estertores de setembro de 1865, Antônio Andrelino carregou no sangue a altivez da terra e a sina dos homens que parecem maiores do que a própria vida.


​Na mocidade, diziam-no invencível e febril. Era dono de um espírito festivo e perdulário, um homem que não media o tamanho do mundo nem o valor das coisas: chegou ao desatino belo e trágico de trocar uma gleba inteira de terras por um negro escravizado apenas porque o homem trazia no peito o dom da viola e a magia da cantoria. Era a fartura em estado bruto, a juventude gasta em versos, cavalos e festas.

​Mas o tempo no Sertão cobra seu preço em ferro. Com a morte do pai, a coroa invisível do poder caiu-lhe sobre os ombros. Assumiu o comando político e a liderança nas lutas, governando a antiga Vila Bela entre o fim de um século e o raiar de outro. Porém, quando a primeira derrota política bateu à sua porta — pelas mãos do Monsenhor Afonso Antero, que se elegeu prefeito de Vila Bela —, o orgulho enrijecido do coronel não soube dobrar os joelhos. A política virou convulsão, o Pajeú sangrou, e o nome dos Pereiras e dos Carvalhos cravou-se na memória popular em uma espiral de desavenças e tocaias.

​Ainda assim, debaixo da casca rija do chefe político, havia a palavra. Irrequieto, Antônio Pereira chegou a firmar um pacto de paz definitiva com os Carvalhos diante de uma comissão presidida por um juiz de Direito, vinda do Recife e nomeada pelo Governador do Estado. Mas a tragédia sertaneja não respeita assinaturas: alguns parentes, instigados por vizinhos inimigos, quebraram o armistício, deixando o coronel em pânico. A angústia fez morada na Fazenda Pitombeira, entre sombras de ameaças, agra

​Pressionado pelo destino, o homem que um dia mandara na região desfez-se do que tinha e partiu. Foi o começo da longa travessia em busca de um descanso que a vida lhe negou. No Brejo Santo, Ceará, na Fazenda Poço, investiu o resto de suas forças, para logo depois ver-se despejado por maquinações jurídicas. Sem lar e sem pão, vagou para Conceição do Piancó, onde a morte lhe levou Dona Marica, deixando-o ainda mais despojado do mundo.

​Foi justamente no jovem povoado do Carmo que a poeira da estrada finalmente baixou. Acolhido pela generosidade de seu parente Vicente de Souza França, o velho coronel encontrou ali um porto seguro para o seu ocaso. Com o emprego de professora conseguido para sua filha Rosinha, sua única e fiel companheira, Antônio Pereira viveu os seus derradeiros momentos no aconchego daquela comunidade nascente.

​Aquele que outrora decidira o rumo de tantas vidas agora assistia, sentado na calçada da casa em que morava, o mundo girar em outra rota. Alquebrado, com o coração cansado falhando a cada pulsar, via a grande figura do passado diminuir diante da modéstia do presente.

​Nas primeiras horas da manhã de 16 de abril de 1948, o coronel fechou os olhos pela última vez, quase esquecido pelas grandes multidões que um dia o aplaudiram. O Sr. João Pereira de Menezes (João de Ciba), seu parente, levou-o para ser sepultado na cidade de Belmonte. No outro dia, saindo da residência do Sr. Cornélio Maranhão, na Praça Pires Ribeiro, onde foi velado, atravessou as ruas rumo ao cemitério de Belmonte sob poucas passadas, em um cortejo tímido — apenas os filhos, alguns parentes e os raros amigos que sobram quando a glória se esvai.

​Ali, no jazigo do Dr. Arcôncio Pereira da Silva, baixou à terra não apenas o filho do Barão, mas o último capítulo de um Sertão de paixões excessivas. E hoje, São José do Belmonte guarda em seu solo o descanso final de quem viveu a fartura, a guerra e o silêncio da história.

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 Cuidado, não discuta! 

Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

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MARIA BONITA, A RAINHA DO CANGAÇO

Por Abdias Filho

Consta que ela apreciava passarinhos fritos no óleo de côco babaçu. Quando o grupo estava acoitado nas terras de algum coiteiro de confiança, Maria pedia que junto com o leite e o cuscuz ou beiju, viessem também as juritis fritas.


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 Cuidado, não discuta! 

Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

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A POLÍCIA EXECUTA OS IRMÃOS DO CANGACEIRO ARVOREDO

Por Helton Araújo

Em 1929, a trupe cangaceira, tendo entre seus nomes Lampião e Corisco, seguia com suas ações criminosas. Entre os acontecimentos de maior repercussão estavam o incêndio da estação de Itumirim e a execução de cinco militares em Brejão da Caatinga, entre eles o bravo cabo Antônio Militão da Silva.

Pois bem, nesse contexto e sob grande pressão pública, a polícia precisava dar uma resposta. E o destino lhes deu os “cordeiros” que precisavam para o sacrifício.

Em 10 de julho de 1929, chegaram à região dois parentes do cangaceiro Arvoredo. Um, tido como irmão, era José Gomes de Lima (ou da Costa); o outro, que se dizia primo, era Raphael Gomes Lima. Eles haviam vindo a Jaguarari-BA para cobrar uma dívida de mais de 400 mil-réis que lhes era devida por pessoas da localidade.
Acabaram detidos sob o pretexto de serem parentes e possíveis integrantes do bando de cangaceiros. Isso apesar de as autoridades saberem que possuíam família e negócios dignos em Santo Antônio da Glória e que não tinham qualquer pendência legal.
Permaneceram detidos por vários dias, sendo interrogados por alguns oficiais, até caírem nas mãos do capitão José Galdino de Souza. Esse seria o grande azar deles.
Os dois foram conduzidos para Bonfim, atual Senhor do Bonfim, onde ficaram presos juntamente com outros dois detentos: Alyrio Francisco dos Santos, conhecido como Pará, e João Alves de Lima, ex-soldado da polícia mineira.
A notícia da chacina dos soldados de Brejão da Caatinga se espalhava cada vez mais, e a pressão aumentava à medida que novos detalhes do ocorrido vinham à tona.
Então, eis chegado o dia da vingança.
Usando um pretexto aparentemente absurdo, o capitão Galdino, acompanhado de um grupo de aproximadamente 20 militares, colocou os prisioneiros em um trem e seguiu viagem. Durante a noite, a locomotiva foi parada na altura do km 374, a cerca de 16 quilômetros do arraial de Itumirim.
Alguns soldados receberam a ordem de descer. Segundo o pretexto apresentado, eles deveriam abrir trincheiras para combater Lampião, caso o bando retornasse pelo local que havia atacado pouco antes.
O que os homens não sabiam é que estavam, na verdade, cavando suas próprias covas.
João Alves, por possuir experiência militar, percebeu o que estava acontecendo. Em um momento de descuido, abandonou tudo e saiu em disparada. Alyrio, o Pará, também compreendeu a situação e conseguiu fugir.
Os primos — ou irmãos, conforme as diferentes versões — não tiveram a mesma sorte. Foram alvejados. Ali teria acontecido todo tipo de atrocidade e, por fim, o chamado “sangramento”.
Os militares ainda tentaram capturar os fugitivos, mas sem sucesso. E essa fuga acabaria trazendo grandes problemas para a polícia no futuro.
Quanto aos corpos, um deles foi colocado dentro de uma das covas e coberto. O outro ficou mais exposto, recebendo apenas uma cobertura superficial de vegetação. Os urubus fizeram o restante do trabalho.
O problema para a polícia é que João Alves passou a ser perseguido e, entre tantas situações que não caberiam neste pequeno post, a verdade sobre o ocorrido acabou chegando ao conhecimento do coronel Alfredo Barbosa, que, segundo os relatos, era simpatizante de alguns cangaceiros e possuía inimigos políticos que poderiam ser prejudicados com a revelação do caso.
Como o Brasil é Brasil desde sempre, o episódio teve suas voltas e reviravoltas. O caso chegou aos tribunais, mas terminou com os oficiais de patente mais elevada sendo absolvidos. A responsabilidade pelas mortes e ocultação dos cadáveres acabou recaindo sobre simples soldados contratados.
O caso do km 374 foi uma execução bárbara cometida pela polícia contra homens que, segundo os relatos e as fontes sobre o episódio, eram inocentes. E, por meio de um verdadeiro “jeitinho político”, aqueles que ocupavam as posições mais altas acabaram escapando da responsabilização pela morte dos prisioneiros.
Na imagem, vemos o delegado Chagas Filho, à esquerda; o médico Egas Moniz Júnior, ao centro; e auxiliares junto a uma das covas, no km 374. A distância em relação à linha férrea pode ser percebida pela composição que aparece ao fundo.
Texto: Helton Araújo
Foto: Jornal A Tarde, de 01/08/1929
Créditos para pesquisa: livro Cangaço na Bahia, de Rubens Antônio (in memoriam); Canção Agalopada.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=2512701472561635&set=gm.1629640735490075&idorvanity=414354543685373

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