Seguidores

terça-feira, 9 de junho de 2026

HOJE, NA HISTÓRIA...

 Por Guilherme Machado Historiador

#HojeNaHistória Em 4 de junho de 1898 nascia, em Serra Talhada, Pernambuco, Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, uma das figuras mais conhecidas e controversas da história brasileira.​
#HojeNaHistória Em 4 de junho de 1898 nascia, em Serra Talhada, Pernambuco, Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, uma das figuras mais conhecidas e controversas da história brasileira.​
Sua trajetória no cangaço teve origem em conflitos entre sua família e grupos rivais do sertão pernambucano. Durante esses confrontos, seu pai, José Ferreira, foi morto em uma ação policial em 1921, enquanto sua mãe, Maria Lopes, faleceu pouco tempo depois. Segundo a versão mais difundida da história, essas perdas aprofundaram o desejo de vingança de Virgulino e contribuíram para sua entrada definitiva no cangaço, caminho que o transformaria no mais famoso líder desse movimento.​
Lampião atuou no sertão nordestino durante as primeiras décadas do século XX, período marcado por seca, desigualdade social, conflitos locais e forte presença de grupos armados na região. Ao lado de seu bando, percorreu diversos estados do Nordeste, tornando-se um personagem central da cultura popular brasileira.​
Sua trajetória divide opiniões até hoje. Enquanto alguns o enxergam como símbolo de resistência sertaneja, outros destacam a violência associada às ações do cangaço. Essa complexidade fez de Lampião uma figura amplamente estudada por historiadores e constantemente retratada em livros, filmes, músicas e produções culturais.​
Lampião morreu em 28 de julho de 1938, aos 40 anos, durante uma emboscada policial na Grota do Angico, em Sergipe.​
Sua trajetória no cangaço teve origem em conflitos entre sua família e grupos rivais do sertão pernambucano. Durante esses confrontos, seu pai, José Ferreira, foi morto em uma ação policial em 1921, enquanto sua mãe, Maria Lopes, faleceu pouco tempo depois. Segundo a versão mais difundida da história, essas perdas aprofundaram o desejo de vingança de Virgulino e contribuíram para sua entrada definitiva no cangaço, caminho que o transformaria no mais famoso líder desse movimento.​
Lampião atuou no sertão nordestino durante as primeiras décadas do século XX, período marcado por seca, desigualdade social, conflitos locais e forte presença de grupos armados na região. Ao lado de seu bando, percorreu diversos estados do Nordeste, tornando-se um personagem central da cultura popular brasileira.​
Sua trajetória divide opiniões até hoje. Enquanto alguns o enxergam como símbolo de resistência sertaneja, outros destacam a violência associada às ações do cangaço. Essa complexidade fez de Lampião uma figura amplamente estudada por historiadores e constantemente retratada em livros, filmes, músicas e produções culturais.​
Lampião morreu em 28 de julho de 1938, aos 40 anos, durante uma emboscada policial na Grota do Angico, em Sergipe.
facebook.com

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

O ESCRAVO QUE ENGRAVIDOU A SINHÁ E SUAS 3 FILHAS | VINGANÇA DA SENZALA.

 Por Um minuto pra mim.

A Vingança da Senzala: Segredos e Sangue na Fazenda Monte Alegre.

No coração pulsante do Vale do Paraíba, em 1833, um segredo inimaginável uniu quatro mulheres da mais alta nobreza brasileira. Elas cometeram um ato impensável, guardado a sete chaves dentro das paredes grossas da Casa Grande da Fazenda Monte Alegre. Foi uma conspiração silenciosa e mortal que, para salvar a honra imaculada de uma família tradicional, exigiu um preço terrível, pago em sangue inocente e silêncio perpétuo.

Mas o que levou a esse ato extremo? E qual foi o destino final dessas mulheres atormentadas? O que aconteceu nos detalhes sórdidos desse caso é o que você vai descobrir hoje. Eu sou Carlos Mota, historiador e pesquisador das origens esquecidas e muitas vezes ocultas do Brasil. Hoje você vai conhecer mais uma história real, crua e visceral que marcou o país e que quase foi apagada dos registros oficiais pela vergonha e pelo poder.

Antes de começarmos essa jornada ao passado, inscreva-se no canal e conte nos comentários de onde você está nos ouvindo. Assim, mais pessoas poderão descobrir essas histórias que o tempo e os poderosos tentaram calar. Prepare-se, respire fundo, porque a emoção começa agora.

Estamos em Vassouras, na província do Rio de Janeiro. O ano é 1833. Este é o epicentro do poder cafeeiro do Brasil Imperial, o lugar onde o ouro verde brotava da terra fértil. Era um mundo de barões arrogantes e fortunas obscenas, uma riqueza erguida sobre o trabalho forçado, o suor e a vida de milhares de almas cativas trazidas da África. Aqui, a honra de uma família e a pureza da linhagem valiam mais do que qualquer vida humana, especialmente se essa vida tivesse a pele escura.

A Fazenda Monte Alegre era um verdadeiro império. Sua matriarca era a Baronesa Isabel Soares de Andrade, uma viúva de presença gélida e olhar penetrante, que governava suas terras vastas e seus escravizados com mão de ferro e coração de pedra. Sua obsessão, que beirava a loucura, era a manutenção das aparências sociais e a honra intocável de seu sobrenome. O poder da Baronesa era absoluto, tanto sobre os trabalhadores acorrentados na senzala quanto sobre suas próprias filhas, criadas sob o jugo de sua vontade.

Com ela viviam as três jovens, criadas na sombra dessa rigidez implacável e sufocante. Maria Clara, a mais velha com 25 anos, era pragmática, orgulhosa e já estava prometida em casamento a um rico comerciante da Corte, uma união de conveniência e status. Ana Rosa, de 22 anos, era conhecida pela devoção quase fanática; vivia entre a Capela da Fazenda e seus aposentos, rezando por pecados que ninguém conhecia. E Josefa, a mais nova, com apenas 19 anos, de natureza sensível, sonhadora e profundamente melancólica, parecia carregar uma tristeza antiga nos olhos.

A vida na Casa Grande era um teatro de etiqueta e falsidade. Os jantares eram servidos em porcelana francesa fina, com talheres de prata, mas o ar era denso, pesado, carregado de tensão não dita. As janelas altas, sempre abertas para a brisa, traziam o som distante e constante dos grilhões da senzala e dos cânticos tristes dos escravos. Era a trilha sonora macabra da Fazenda Monte Alegre.

Dentro da casa, movendo-se silenciosamente entre esses mundos opostos, estava Domingos.

Domingos não era um trabalhador do eito, marcado pelo sol brutal e pelo açoite diário do feitor. Ele era um "escravo de dentro", um reprodutor de confiança, responsável pelos aposentos, pela segurança e pelos serviços pessoais da família. Era um homem alto, forte, de beleza marcante e inteligência aguçada, cuja presença masculina era uma anomalia constante naquele ambiente dominado por mulheres reprimidas. Ele era, aos olhos da lei dos homens, um objeto, uma propriedade sem alma, mas era também um homem de carne e osso, com desejos e sentimentos.

No isolamento sufocante da fazenda, longe dos olhos da sociedade da vila, as fronteiras morais tornaram-se turvas e perigosas. A solidão profunda daquelas quatro mulheres, presas em suas próprias vidas de gaiolas de ouro, encontrou a presença diária, viril e inevitável daquele homem. Relações complexas de poder, submissão, carência e desejo impossíveis de definir foram estabelecidas na escuridão dos corredores e quartos.

O castelo de cartas ruiu no inverno rigoroso de 1833. Não foi um escândalo público, gritado nas ruas, mas um horror descoberto em privado, entre quatro paredes.

Josefa, a mais nova e frágil, foi a primeira a cair doente. Os desmaios frequentes e a palidez mortal foram diagnosticados pela velha ama de leite da casa, uma escravizada liberta de confiança: gravidez. A Baronesa Isabel reagiu com fúria vulcânica à deshonra de sua filha mais nova, ameaçando deserdá-la. Mas enquanto investigava o culpado, pressionando a jovem, a verdade se expandiu como uma doença contagiosa.

Ana Rosa, a beata, confessou seu próprio estado em lágrimas desesperadas durante uma reza na capela. Maria Clara, a orgulhosa, revelou com frieza calculista que também esperava um filho, colocando em risco seu casamento vantajoso. O pânico se instalou na Casa Grande. Três filhas, três gestações simultâneas e secretas.

A Baronesa, ao confrontar as filhas com indignação, sentiu o próprio chão desaparecer sob seus pés. Ela, a matriarca intocável, a viúva de honra inabalável, percebeu com horror que também estava grávida. Quatro mulheres, quatro ventres crescendo na mesma casa, ao mesmo tempo, sob o mesmo teto.

A pergunta era óbvia e aterrorizante: Quem?

A resposta era impossível, impensável, mas foi sussurrada com medo. Um único nome: Domingos.

A dimensão da catástrofe era total, bíblica. Não se tratava apenas de pecado carnal ou de uma falha moral passageira. Tratava-se de linhagem, herança, pureza de sangue e da própria estrutura social do Império. O nascimento de quatro crianças mestiças, filhas de um escravizado, não era apenas uma mancha na honra que pudesse ser lavada; era a aniquilação completa da família. Toda a estrutura de poder e prestígio dos Soares de Andrade ruiria em semanas, transformando-as em párias sociais.

A Baronesa Isabel agiu rápido, movida pelo instinto de sobrevivência. Sua frieza habitual retornou como uma máscara de aço, cobrindo o medo. Naquela mesma noite, ela convocou o seu confessor pessoal, Padre Inácio, um homem que servia a Deus nos altares, mas obedecia cegamente à aristocracia cafeeira nos bastidores. Ele chegou da vila de Vassouras em sua mula, coberto pela escuridão da noite e por uma capa preta.

A reunião secreta aconteceu na capela fria e úmida da fazenda, diante das imagens sacras. O cheiro de velas de cera derretida e mofo testemunhou a conspiração nefasta....

https://www.facebook.com/poesistindo/photos/o-escravo-que-engravidou-a-sinh%C3%A1-e-suas-3-filhas-vingan%C3%A7a-da-senzalaa-vingan%C3%A7a-d/1471492854651565/

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

EU E MEU ZABELÊ NO COITO DO CURURIPE (LOCAL DA MORTE DO CANGACEIRO CANÁRIO)

Por Eangel Alves da Costa

EU E MEU ZABELÊ NO COITO DO CURURIPE (LOCAL DA MORTE DO CANGACEIRO CANÁRIO). O pai catando histórias de volantes, coiteiros e cangaceiros, e o filho no rastro do pai pelas veredas do sertão.

Cangaceiro Canário - https://es.pinterest.com/pin/241083386290050600/

https://www.facebook.com/rangel.alvesdacosta

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com