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terça-feira, 14 de abril de 2026

NOSSOS BLOGS RELEMBRANDO O SAUDOSO DR. PAULO GASTÃO

  ANGICO POR PAULO GASTÃO

Paulo Gastão, Severo, Lemuel e Aderbal

Angico se constitui no calcanhar de Aquiles do cangaço lampiônico. A construção do mito e seus asseclas desmoronam de forma vertiginosa. Se desejam o término do cangaço com o episódio de Angico, considero uma aberração, final trágico e desabonador da saga de homens assassinos, porém, valentes e destemidos. 

A história dos cangaceiros deve ser vista de vários ângulos. 
A descrição concebida pelos escritores, jornalistas, pesquisadores deixam Gengis Kan, Napoleão, Júlio César (O imperador), Al Capone, Billys the Kid, Kelly (e seu bando), Hitler e muitos outros, fichinha frente aos cangaceiros.

O cangaceiro Candeeiro me fez o seguinte relato, em sua residência na vila de Guanumbi, no município de Buíque, estado de Pernambuco: 

“Na noite anterior ao ocorrido, ou seja, 27 de julho de 1938, Lampião reuniu seus homens e assim falou: “-Amanhã cedinho vou viajar. Vou embora para Minas ou Goiás. “Quem quiser ficar, fica, quem quiser ir comigo se prepare.” Continua o chefe cangaceiro: “-Não posso mais ficar por aqui, pois, vou começar a matar até meus amigos; voltar para Pernambuco, não volto, pois, lá só tenho inimigos e a matança vai continuar. Assim o melhor é terra nova, onde ninguém me conhece”. A conversa foi encerrada e todos foram dormir pensando na decisão e na hora de ficar ou seguir o comandante. Tenho este depoimento gravado, com testemunhas na hora da gravação. 


Manoel Dantas Loiola, o Candeeiro; por Márcio Vasconcelos
 
De última hora é colocado um parente que dizem, ser de Lampião e de nome José. Foi arranjada máquina de costura para confeccionar roupa para o rapaz. Não é descrito como o mesmo lá chegou, e muito menos após o tiroteio do dia seguinte, qual teria sido seu destino. Até parece com história de Dom Sebastião, Rei de Portugal. O belo e valente monarca foi lutar no norte da África e após a renhida luta, ninguém encontra o Rei. Caracteriza-se que Dom Sebastião havia se “encantado”. Não se fala em morte em ambos os momentos.

Os cachorros pela primeira vez estavam sonolentos e teriam perdido o faro. Dormiam nas pernas dos seus donos. Junto aos cachorros deveriam estar às sentinelas que devem ter esquecido as suas responsabilidades junto ao grupo. Falha lamentosa. 

Naquela manhã chovia na área. Comprove esta afirmação no livro de João Bezerra, onde solicita aos seus comandados que: “-Tenham cuidado em pisar no chão para não fazer barulho com as folhas secas”. Parece-nos que a chuva não atingia as folhas, enquanto o restante do chão corria água. 

A coragem da volante (grupo de militares) era tamanha que o comandante permitiu o uso de cachaça para quem desejasse criar coragem. Esta declaração me foi prestada por um membro da volante que ainda está vivo. 
Aos registros feitos por todos que escreveram sobre o tema, mostram que as relações entre o chefe cangaceiro e o militar aconteciam para um jogo de 31, compra e venda de armas e munição, além de um bom trago de bebida especial. Sendo o coito a margem de um caminho, que liga a casa da fazenda ao Rio São Francisco, logo mais abaixo, verificamos que as descrições, todas, todas são falhas, pois na realidade não existia nenhuma segurança para com a permanência do grupo.

Volante do Tenente João Bezerra

As águas que correm no riacho do Tamanduá descem com muita velocidade até o rio, desde que a serra forma um plano inclinado muito acentuado. Tempo de inverno, água no riacho, onde fixar a tolda e dormir? Cangaceiros acordados, inclusive o chefe, que manda o companheiro de nome Amoroso ir buscar água logo abaixo do coito, no poço (formado na época das chuvas) que fica a 200 metros para fazer o café. Amoroso é baleado com um tiro de fuzil. Este momento não foi o suficiente para deixar os cangaceiros em condição de luta?A polícia queria os cangaceiros ou o ouro e dinheiro que eles transportavam? Por que a retirada dos anéis, cortando-se os pulsos e levando-se o conjunto, mãos e anéis? 

O governo da Bahia oferecia 50:000$000 (cinquenta contos de réis), a quem entregasse Lampião vivo ou morto. Não se tem notícia do ganhador do prêmio milionário. Por quê? 
Quem nominou as cabeças errou gravemente. Muitos escritores colocam nos seus relatos que metade das cabeças tem o mesmo nome. A partir do meio (fotos das cabeças) para cima seja como Deus quiser. Encontraram um cangaceiro que só aparece naquele momento chamado de Desconhecido? Até então não existe nenhuma informação sobre este personagem? Por outro lado Amoroso foi baleado ou morto, em primeiro lugar, e seu nome é totalmente esquecido. Como explicar?


Cabeças dos cangaceiros decepadas

Se a volante possuía duas metralhadoras não ficava um pé de macambira para contar a história. Por que conseguiram se salvar muitos cangaceiros? O cerco não foi cerco. É piada. 

Durval Rosa, irmão de Pedro de Cândido, em depoimento a mim prestado e registrado em fita de vídeo, declara que na noite anterior ele desceu a serra e foi levar um saco de balas, dividido em duas porções, em cima de um jumento. “Era muito peso”, dizia o entrevistado. Para que tantas balas? Que desejaria o capitão fazer com o material?

Existia a compra de armas e balas, porém, se quem servia de intermediário para que farto material chegasse às mãos dos bandidos? Um militar que atuou na volante que chegou a Angico foi curto e grosso. “-A polícia!” Minha intenção é fazer um artigo, porém, se nas páginas de um jornal coubesse as informações, conclusões a que cheguei escreveria um livro. E mais, o livro já estaria em fase de acabamento. Existindo alguma dúvida do leitor, lhe faço um convite – vamos ao estado de Sergipe e lá você encontrará os elementos que lhe darão o norte de toda a história. Não sou o dono da verdade, porém, não quero lhe deixar enganado, nem tão pouco morrer na ignorância, na mentira. A história do povo nordestino e dos cangaceiros é outra, não se iluda. Caso o leitor não fique satisfeito, farei um outro artigo ainda mais contundente sobre o episódio. Chega de tanto embuste. 
O matador dos onze cangaceiros diz que feito o cerco tiveram que recuar. Ora, difícil era chegar perto daquelas feras, quanto mais, ter a chance de ir e voltar. Momento único desde o início do cangaço no século anterior. 

O suicídio de Luiz Pedro é fantástico. É advertido ao cangaceiro que Lampião estava morto e que ele fosse à luta. Ao chegar junto ao amigo, assim falou: “-Compadre, eu lhe disse que lutaria com você até a morte”. No trajeto, o Pedro perdeu a coragem que foi possuidora desde os tempos em que esteve no Rio Grande do Norte, em 1927. 


O conceito de cerco efetuado pela volante não determina a figura geométrica do círculo. Acredito que definir como lua crescente é razoável. Teria que se deixar uma válvula de escape e ela existiu. Os cangaceiros se evadiram em busca da parte da alta da fazenda e, por incrível que pareça, não foram perseguidos. A saída esteve sob comando do Ten. Bezerra. 
Que você acha disto? 

Houve traição? Existe divergência. Um grupo diz que não. Outro diz que sim. Quem traiu? Afirmam que o grande traidor foi o homem que se caracteriza como seu matador, ou seja, João Bezerra. E o envenenamento? No coito o cangaceiro Zé Sereno avisou: 

“-Capitão, a tampa da garrafa tem um pequeno furo”. O chamamento da atenção não foi levado em consideração. Por quê?
 
Se salva Sila. Personagem único que ficou para contar a história. Foi a predestinada para fazer o relato em nome de todos os sobreviventes. Por quê? O que na realidade aconteceu o que não podia existir divergências nos relatos? Impossível. Se vamos a uma festa, ou a qualquer lugar, cada um tem uma visão própria do ocorrido. Os primeiros escritores deixaram-se levar na conversa. O resultado é o que aí está.

Fonte:http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Blog do amigo José Mendes
ADENDO:

Amigo Manoel Severo:

Este texto, o escritor Paulo Medeiros Gastão havia o escondido no seu acervo, talvez.
Mas em 2009, eu fui removido de uma escola para outra, aguardando a aposentadoria, e como eu já caminhava para ser inativo, não me deram sala de aula (que felicidade!), colocaram-me na biblioteca.
Incomodado, li uma porção de livros, que depois encontrei este trabalho do escritor e pesquisador do cangaço 
Dr. Paulo gastão em uma revista. O que fiz? Digitei-o e hoje nós o temos em nossos blogs.

https://cariricangaco.blogspot.com/2011/03/angico-por-paulo-gastao.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre 

chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

LAMPIÃO GALO CEGO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=7DNXAPMUBek

Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com #lampiao #cangaço #maria bonita #cangaceiros

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FÁBIO PORCHAT E ROBÉRIO SANTOS (A ORIGEM DO CANGAÇO) | CNL | 1168.

 Por Robério Santos - O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=Lhl04Pgj_14

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segunda-feira, 13 de abril de 2026

O DESTINO ENTRE AS PEDRAS E AS URNAS – A TRAJETÓRIA DE JOSÉ ONIAS DE CARVALHO

Por Valdir José Nogueira


Nas terras de São José do Belmonte, em 1901, o sol do sertão de Pernambuco batizou José Onias de Carvalho. Ele nasceu sob o signo da tradição e do rigor dos Carvalho, uma linhagem que entendia que, no sertão, o nome de um homem era sua maior propriedade. Mas o destino de Onias não seria selado apenas pelo solo pernambucano. Em 1918, o vento mudou. O barulho das disputas políticas e familiares — os célebres conflitos com a família Pereira — forçou alguns membros dos Carvalho a uma retirada estratégica. O jovem José, com apenas 17 anos, viu a poeira de Belmonte ficar para trás enquanto a família buscava refúgio em Aquidabã, em Sergipe. Ali, o pernambucano percebeu que, se a terra mudava, a política era a linguagem universal que ele dominava. Onias não era homem de silêncios. Sua voz logo ecoou em Propriá, às margens do Rio São Francisco. Naquela cidade ribeirinha, ele fincou raízes e construiu um reduto. Foi prefeito, sentindo no aperto de mão do povo a base para voos maiores. O "estrangeiro" de Pernambuco tornou-se o líder sergipano que o povo confiava para levar suas dores até a capital. Sua vida tornou-se uma costura geográfica e política rara. Atravessou o rio não apenas como viajante, mas como representante. José Onias conseguiu o feito de ser a voz de dois estados: foi deputado estadual em Sergipe e também em Alagoas, unindo as margens do São Francisco sob sua influência. No Rio de Janeiro e em Brasília, o homem de Belmonte ocupou a cadeira de deputado federal por seis mandatos. No plenário, não era apenas o político de carreira; era o sobrevivente de uma migração forçada, o filho de Antônio Onias de Carvalho Barros e Maria Francisca da Luz Barros que transformou o exílio familiar em um império de representatividade. José Onias de Carvalho faleceu deixando um legado de resistência. Ele provou que um homem pode sair do seu torrão natal, mas as raízes de coragem que trouxe de São José do Belmonte foram as mesmas que alimentaram sua árvore política em todo o Nordeste.
Um Apelo à Memória de Belmonte
Hoje, o nome de José Onias de Carvalho corre o risco de silenciar-se sob o peso das décadas, tornando-se um desconhecido para muitos de seus conterrâneos. É um paradoxo doloroso: o homem que honrou o chão de São José do Belmonte em tantas tribunas, de Sergipe a Capital da Nação, hoje é um vulto esquecido na própria terra que lhe deu o berço e a coragem. Este é um chamado a todos os belmontenses. Valorizar figuras como José Onias não é apenas um exercício de saudosismo, mas um ato de identidade e orgulho. Uma terra que não cultua seus grandes filhos perde a bússola de sua própria história. Que a trajetória de José Onias — o belmontense que se fez líder em três estados e brilhou na política nacional — seja resgatada nos bancos escolares, nas conversas de calçada e nos registros oficiais de Belmonte. Infelizmente, enquanto outras cidades o homenageiam, em sua terra natal ele é um vulto ignorado.O MEU APELO É DIRETO: Aos nossos Vereadores — muitos dos quais desconhecem a riqueza da nossa própria história — fica o desafio: José Onias de Carvalho merece, no mínimo, o nome de uma rua em São José do Belmonte! Não se justifica que um vulto dessa magnitude permaneça invisível no mapa da cidade que o viu nascer. É hora de valorizar quem fez história! José Onias de Carvalho merece esse reconhecimento.
Valdir José Nogueira de Moura
NOTA: Oferecida a sua Irmã Tercina, a fotografia mostra a cerimônia de posse do belmontense José Onias de Carvalho na Câmara Federal, Rio de Janeiro, no dia 25 de junho de 1951. A respectiva foto representa a mesa da Presidência da Câmara, no momento em que José Onias lia o compromisso legal, ladeado pelo Presidente Nereu Ramos e pelo Secretário Rui Santos.

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A LEOA

Por Abdias Filho

Na falta de homens na linha de frente, uma figura feminina despontou, empunhando uma pistola e cuspindo fogo e impropérios na direção dos macacos: Sérgia Ribeiro, a Dadá de Corisco.
A mulher virou uma fera, e só não atirava de mosquetão porque não tinha um sobrando no grupo.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=3416309268542853&set=a.327503074090170

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