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quinta-feira, 23 de abril de 2026

LOCAL DA MORTE DO CANGACEIRO COCADA - RASO DA CATARINA 2026

Por Aderbal Nogueira
 https://www.youtube.com/watch?v=OxEdTmkpA0I

Chegamos ao coiro da Pedra Preta, um local ermo onde o cangaceiro Cocada foi executado por seu companheiro de bando, Esperança. Foi morto e degolado em troca de salvo-conduto. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com #lampiao #cangaço #maria bonita #cangaceiros

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

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MANIAS DE JERÔNIMO DIX-NEUF ROSADO MAIA

 Por: José Mendes Pereira

Dix-neuf Rosado e sua esposa Odete Rosado

Jerônimo Dix-neuf Rosado Maia (19º filho) era natural de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte. Filho de Jerônimo Rosado Maia, nascido em Pombal, no Estado da Paraíba, e de dona Isaura Rosado,  sendo esta irmã de dona Maria Amélia Henrique Maia, a primeira esposa de Jerônimo Rosado. Dix-neuf Rosado tinha 20 irmãos, conhecidos como a família numerada de Mossoró. 

Dix-neuf Rosado era casado com dona Odete Rosado, e pai da ex-prefeita Fafá Rosado. Dona Odete faleceu  no dia  15 de outubro de 2012, em Mossoró.

http://telescope.zip.net

Jerônimo Dix-neuf Rosado Maia morava neste palacete, construído pelo banqueiro Sebastião Fernandes Gurgel, proprietário da Casa Bancária S. Gurgel. 
https://blogcarlossantos.com.br/a-fabulosa-historia-de-miguel-faustino-do-monte-sera-lancada/

Em 1928, foi vendido para o comerciante e industrial local, Miguel Faustino do Monte, ex-funcionário do coronel Delmiro Gouveia. Em 13 de setembro de 1933,  o palacete entrou para a História Oficial, foi o Catete Mossoroense. Nesta data, instalaram-se o Presidente Getúlio Vargas e sua comitiva presidencial. 

Coronel Delmiro Gouveia

Após  a solenidade do hasteamento da Bandeira Nacional, foi dado como instalado o Governo Provisório da República do Brasil. Em 1945, novamente o Palacete foi vendido ao Sr. Dix-neuf Rosado, industrial e político local, permanecendo em poder da família até a presente data.

Como todo ser humano tem suas manias Jerônimo Dix-neuf Rosado não era diferente, exigia cumprimento aos tratos, dado a palavra, não voltava atrás. 

Se ele dissesse que chegaria em determinado local tal hora, tal hora ele estaria ali, nem mais nem menos minutos. 

Se ele dissesse que  honraria um compromisso às três horas da tarde, não adiantava o sujeito chegar antes ou depois da hora marcada. Tinha que ser às três horas mesmo.

Quando ele e dona Odete viajavam para um lugar mais distante do Estado, Petrolina, por exemplo, onde mantinham uma empresa..., um iria de avião, o outro seguiria no ônibus, pois se acontecesse um acidente, só morreria um. 

Quando mandava um dos seus empregados fazer depósitos bancários, dividia o dinheiro em duas partes iguais, uma porção seria colocada em um dos bolsos do empregado, a outra parte seria colocada em outro bolso, pois se fosse roubada ou perdida, saldaria a metade do valor a ser depositada.  

Certa vez, aproveitando a ausência de dona Odete, em sua casa, e não gostando de um pé de coco com dois metros de altura, o qual frondava viçosamente no seu jardim, ordenou a um dos seus jardineiros que o arrancasse pelo tronco. 

Sabendo do zelo que dona Odete tinha pelo coqueiro, o empregado disse-lhe que não iria fazer isto, pois quando ela retornasse da viagem, com certeza iria se zangar com ele, por ter arrancado o que ela mais gostava do seu jardim.

Dix-neuf Rosado esbravejou, dizendo-lhe que quem mandava em sua casa era ele, e não o empregado, e exigiu que cumprisse a sua ordem, do contrário, seria  demitido imediatamente. Mas tivesse cuidado para não maltratar o coqueiro, pois depois que fosse arrancado pelo tronco, iria precisar dele.

Depois de dada a ordem Dix-neuf saiu pelos fundos da casa em direção a sua retífica, que fica (continua no mesmo lugar com outro nome de fantasia, Montec),  na Avenida Alberto Maranhão.

http://montecrn.com.br/#

O empregado não tinha outra solução, o jeito para permanecer ganhando o seu salário era meter a chibanca e arrancar o pé de coco. 

Com uma sofrida tarefa de três horas finalmente o pé de coco estava sobre o solo, e de imediato o empregado foi comunicar ao patrão que o coqueiro já estava livre do jardim.

Ao chegar, Dix-neuf viu a miserável palmeira encostada ao muro, e virando-se  para o empregado, disse-lhe: 

- Quando eu ordenar uma atividade para você, faça-a. Se eu te pago, não há como me recusar.

- E agora seu Dix-neuf, o que eu faço com o pé de coco?

- Agora o plante no mesmo lugar. Faça sempre o que eu determinar.

- Mas seu Dix-neuf, o trabalho que ele me deu para ser arrancado, agora vou ter que plantá-lo?

- Se você tivesse me obedecido logo, não estaria com este trabalho de plantá-lo, depois regá-lo,...

Minhas simples histórias

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

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O ALFAIATE FORNEDOR DE MUNIÇÃO A LAMPIÃO

Por José Cícero Silva - Aurora.

A história emblemática do cangaço lampiônico no Cariri cearense não se deu focada apenas em seus personagens centrais, como há muito conhecemos ainda hoje. De sorte que foram tantas as figuras periféricas, mas sem as quais parte importante desta grande saga cangaceira jamais teria ocorrido como tal ocorreu, ou seja, sem o protagonismo de todos eles. Multidão de coadjuvantes das mais diversas nuances psicológicas e sociais. Desde a antiga vila de Macapá(Jati), até os municípios de Porteiras, Brejo Santo, Aurora, Jardim, Missão Velha, Barbalha, Barro, Juazeiro, entre outros. De tal sorte que destaco aqui a figura quase esquecida do alfaiate Júlio Pereira. Morador de Juazeiro que chegou inclusive, a prestar seus serviços de alfaiataria para o próprio padre Cícero. Ele, Júlio Pereira, que após casar-se com uma irmã do famoso Antônio Joaquim de Santana - cel. Santana da Serra do Mato em Missão Velha herdou uma boa gleba de terra na Gameleira do Pau, vizinha às terras do dito coronel. O que logo o fez admirar os muitos cangaceiros que por ali passavam com frequência. Especialmente os que compunham o bando do rei do cangaço. Tanto que, sempre que sabia da presença de Lampião na serra; selava seu cavalo e partia de Juazeiro num só fôlego para à Gameleira. De modo que aos poucos foi se tornando o principal fornecedor de armas(brancas e de fogo) e munições para o bando de Virgulino e boa parte da jagunçada dos coronéis da época. Exigia altas quantias em dinheiro de Lampião, o que na maioria das vezes eram feitas de maneira antecipada. Como aconteceu como os preparativos para à trama da invasão à Mossoró. Munição comprada à pedido do próprio cel. Isaías Arruda e Zé Cardoso, cujo encontro ocorreu na fazenda Ipueiras em Aurora.

O mesmo era tido como um verdadeiro contrabandista bastante requisitado pelos potentados da região. Falhou apenas na última entrega à Antônio da Piçarra, o que culminou com o cerco da volante comandado pelo tenente Arlindo Rocha ao bando de Lampião em cujo episódio aconteceu a morte do cangaceiro Sabino Gomes(das abóboras); morto com um tiro no estômago no coito da Piçarra, quando o bando aguardava o envio da munição oriunda do Juazeiro. Encomenda que nunca chegou ao bando, nem tampouco o dinheiro que foi pago.

Exitoso em seus negocios,

Júlio Pereira se tornara um intrépido e arrogante homem comerciante. Principalmente em 1928 após o seu parente Jose de Matos Peixoto ascender ao alto posto de presidente do estado do Ceará.

Se sentido poderoso quis desafiar o coronel Santana em alguns momentos. Causando ao famoso caudilho de Missão Velha algumas contrariedades. Não presumiu ser aquilo um desafio arriscado. Até o dia que mandou desaforos destemperados à filha do temível cel. Santana. Um erro fatal. E assim conheceu seu trágico fim, quando foi assassinado numa manhã de domingo, enquanto consertava a cerca do seu sítio Gameleira, contíguo ao do coronel. Um tiro saído das altas moitas de mufumbo rimbombeou no ar quebrando o silêncio daqueles grotões serranos. A bala atravessou seu peito. Morte fulminante. Sendo encontrado somente no dia seguinte por vaqueiros. Matos Peixoto ao saber do fato entrou em ação. Usou seu poder político. Mandou para o Cariri uma guarnição inteira da polícia militar a fim de investigar o crime. Logo foi indiciado e preso como autor do disparo um filho bastardo do coronel. Ficando o acusado detido no antigo presídio de Juazeiro, até os início dos conflitos decorrentes da revolução de 30; quando em dezembro daquele ano conseguiu fugir para a 'ermidão' da Serra do Mato, até que todo imbróglio caísse de vez no esquecimento total. Assim findou a vida de Júlio Pereira, o principal fornecedor de armas e munições do cangaço lampiônico no Cariri.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10233035321126869&set=a.10202538902575465

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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quarta-feira, 22 de abril de 2026

CASAL DE PROFESSORES DE JARDIM DE PIRANHA VISITA A VIÚVA DO EX-CANGACEIRO ASA BRANCA.

 Por: José Mendes Pereira

Maria Inês Lopes de Araújo, Francisca da Silva Tavares e Francisco Borges de Araújo

O casal de professores da cidade de Jardim de Piranhas, Francisco Borges  de Araújo e sua esposa Maria Inês Lopes de Araújo, no dia 24 de Dezembro de 2012, fizeram uma visita à viúva do ex-cangaceiro Asa Branca e visitaram o seu túmulo, e o túmulo  do cangaceiro Jararaca, ambos sepultados no Cemitério São Sebastião - na cidade de Mossoró. O cangaceiro Asa Branca faleceu no ano de 1981, morte natural, e seus restos mortais estão guardados em um túmulo que fica aos fundos do túmulo do Jararaca.

  
A professora Maria Inês Lopes de Araújo, Francisca da Silva Tavares, a viúva do cangaceiro Asa Branca e o professor Francisco Borges de Araújo.


O professor e pesquisador do cangaço Francisco Borges de Araújo  ao lado do túmulo de Antonio Luiz Tavares - o cangaceiro Asa Branca.


Professor Francisco Borges de Araújo no túmulo do cangaceiro Asa Branca.


À esquerda foto de Antonio Luiz Tavares - o cangaceiro Asa Branca. O que está centralizado é Francisco da Silva Tavares, filho do cangaceiro e foi assassinado aos 24 anos, morte feita por seu primo. Mas posteriormente o assassino foi assassinado. O motivo, coisas banais. 

Segundo dona Francisca da Silva Tavares a senhora que aparece ao lado direito é uma parenta do cangaceiro. O cangaceiro Asa Branca era natural do município de Cajazeiras do Rio do Peixe, no Estado da Paraíba.


O professor Francisco Borges de Araújo ao lado do túmulo de José Leite de Santana - o cangaceiro Jararaca. Este cangaceiro foi covardemente assassinado pelos policiais de Mossoró, cinco dias após a tentativa de invasão feita pelo cangaceiro Lampião. Ele era natural de Buíque, no Estado de Pernambuco. 


Professor Francisco Borges de Araújo ao lado do túmulo de José Leite de Santana - o cangaceiro Jararaca. Este nasceu em Buíque - no Estado de Pernambuco. 


Foto do prefeito Rodolfo Fernandes e seus familiares. Apesar de ter sido o idealizador de não se render a Lampião, Rodolfo Fernandes não era Mossoroense. Era filho natural de Porta Alegre-Rn.


O professor Francisco Borges de Araújo encostado ao túmulo do ex-prefeito de Mossoró - Rodolfo Fernandes de Oliveira.


O professor Francisco Borges de Araújo dentro da Capela de São Sebastião - no Cemitério São Sebastião em Mossoró-Rn.


O casal de professores ao lado do túmulo de Antonio Lázaro Fernandes, conhecido por Júnior, fora cunhado da professora Inês. Esta foto foi feita no dia 24 de Dezembro de 2012 - no Cemitério São Sebastião - em Mossoró-Rn.


Maria Inês Lopes de Araújo dentro da Capela de São Sebastião. As duas fotos que aparecem são os padres: Padre Guido e Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, ambos faleceram em 2009. O padre Quido era pároco da Igreja de São José, e o Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti era da Catedral de Santa Luzia, e diretor das três emissoras de rádio: Rádio Rural de Natal, Rádio Rural de Caicó e Rádio Rural de Mossoró.


A professora Maria Inês Lopes de Araújo dentro da Capela de São Sebastião em Mossoró.


O casal de professores Francisco Borges de Araújo e Inês Lopes de Araújo no memorial dos cangaceiros em Mossoró-Rn.


O casal de professores no memorial dos cangaceiros na cidade de Mossoró no Rio Grande do Norte.

Todas as  fotos foram feitas pelo meu neto Anthony D'Karlos Mendes, no dia 24 de Dezembro de 2012, no Memorial de Lampião - na cidade de Mossoró-Rn.

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

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