Por José Mendes Pereira
Como é costumeiramente, vez por outra, agrônomos da “EMATER” passarem nas propriedades com o objetivo de analisar, propor, acompanhar, orientar e responsabilizar-se tecnicamente por tecnologias de produção junto ao produtor rural, visando a produção de alimentos e outros produtos, com sustentabilidade econômica, social e ambiental, seu Galdino Borba(Gato) de Mend(onça) recebeu em sua casa o engenheiro agrônomo Antonio dos Santos Lima, tendo acontecido uma demorada e calorosa palestra sobre a produção de alimentos.
E no decorrer desta, seu Galdino resolveu falar sobre formigas, que quase terminaram de cortar toda sua plantação de milho. E esta, se passou no meio de um excelente cafezinho, feito pela sua esposa, a dona Dionísia. E iniciou dizendo:
- Dr Antonio dos Santos Lima, graça a Deus, o inverno tem sido muito criador, só não estou satisfeito é com as formigas de roças que têm dado um abalo dos danados na minha lavoura. Eu tenho sofrido muito com elas. Como o senhor é agrônomo, o que eu devo fazer para que elas não mais ataquem o meu plantio de milho?
- A formiga cortadeira ou saúva como a chamamos seu Galdino, é um inseto bastante resistente, e por isso fica difícil combatê-la. Para iamenizar, o senhor tem que identificar o tamanho do formigueiro para saber aplicar o inseticida. O que nós costumamos ver no campo é um monte de terra. Debaixo deste monte de terra existe toda uma estrutura que faz parte de uma única morada de formiga. – Explicava o engenheiro agrônomo Antonio Dos Santos Lima.
Ali, seu Galdino estava atento nas explicações do profissional da EMATER.
- No interior do ninho, continuava o profissional, estão as câmaras, seja para alimentação e para proteção da rainha, seja para servir de lixeira. Como o senhor tem conhecimento. As formigas não comem as folhas que elas as transportam até uma roça. O que elas fazem com as folhas? Elas picam e lá irá nascer fungos, os quais crescem usando o substrato das folhas e eles é que servem de alimentos para as formigas. Ao lado da panela, ou câmara de fungos, há a lixeira, uma estrutura que serve para depósito de resíduos e sobras..., e assim...
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- Eu já estou entendendo a sua explicação Dr. Antonio, e tenho certeza que compreendi tudo direitinho. Mas como nós estamos falando sobre formigas cortadeiras, a conhecida por nós, camponeses por “formiga de roça”, vou contar ao senhor o que certo dia aconteceu comigo.
- Que bom seu Galdino, poderá ser até um aprendizado para minha vida agronômica. – Disse o Dr. Antonio.
- Pois bem, as formigas começaram a atacar a minha lavoura, e como eu não tinha outra solução, isto é de espantá-las do meu roçado, fui obrigado a castigá-las com uma pulverização esverdeada. Fui à Mossoró, comprei formicida, mais um fole, e no dia seguinte, bem cedo, arrumei-me na intenção de só voltar para casa quando eu achasse a trilha delas para encontrar o formigueiro. Fui ver no roçado se elas estavam por lá, mas ao chegar, vi logo o prejuízo que as formigas fizeram na minha lavoura. A maior parte das plantas estava sem folhas e algumas com os caules cortados.
- Eu acredito seu Galdino, que o senhor ficou muito desgostoso. Só em ver a sua lavoura estragada...
https://prefeiturademossoro.com.br/noticias/novo-complexo-viario-integra-ponte-de-144-metros-e-sinalizacao-moderna-para-ampliar-mobilidade-esporte-e-seguranca/16033
- Fiquei, sim senhor! Sair à procura do seu ninho. Tirei em busca da ponte do Angico que fica bem próxima à Mossoró (este rio, Dr. Lima, não é o que passa dentro da cidade de Mossoró), mas sempre observando a trilha que elas deixaram. Segui mais adiante, chegando às terras do Duarte Filho. Lá para às 10:00 horas do dia, tive sede. Parei um pouco sob uma quixabeira. Bebi água apanhada de um pequeno riacho que corria dentro da propriedade citada.
- E a trilha das formigas seu Galdino, continuava?
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- Continuava, sim senhor! E eu continuei andando e sempre com cuidado de ser atacado por onças, aquela região nunca deixou de ser morada delas. E não é que bem próximo ao Alto da Madeira, cujo, o senhor não o conhece, mas é muito familiar por todos da região, olhando para o lado direito vi uma onça preta que malhava e dormia entre uma ramagem meio triste, isto é as folhas sem clorofilas. Ela sentindo o cheiro de humano, acordou meio assustada. Sem querer mexer com ela, eu sair me afastando. Mas quando ela se levantou veio para cima de mim. O que eu fiz, foi dar-lhe uma carreira das danadas. Com medo, ela saiu aos grunhidos dos diabos.
- Ela estava sozinha, seu Galdino?
- Não senhor. Ela estava acompanhada com 3 filhotes..., pois bem, a tarde chegou e eu já estava no Palheiro do Zé da Volta.
- E de lá de onde o senhor saiu para alcançar o Palheiro de Zé da Volta, como afirma o senhor, é muito longe?
- Nossa! É pra mais de 5 léguas. – Dizia seu Galdino.
- O senhor percorreu tudo isso a pé?
- Usando apenas os meus dois pés. E felizmente encontrei o ninho das formigas.
- Nessa distância toda, o senhor achou o ninho das formigas que atacavam a sua lavoura, seu Galdino?
- O que o senhor acha, se eu estava procurando o ninho?
- E como foi que o senhor descobriu que o ninho encontrado era realmente a morada das formigas que atacavam a sua lavoura.
- Muito fácil, Dr., muito fácil! O veneno que eu comprei era de cor esverdeada. E quando eu assanhei o formigueiro saíram uma porção delas ainda melada com o veneno que eu havia aplicado na tarde anterior.
- Que descoberta hein, seu Galdino!
- E eu brinco Dr.! Não dou chance a formigueiro safado de jeito nenhum...!
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video "O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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