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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

SEU GALDINO E A ONÇA LEITEIRA.

  Por José Mendes Pereira


- Dionísia, minha velha, gritava seu Galdino, o diabo das ovelhas do morador da viúva estão todas dentro do nosso cercado. Não se pode mais criar nada nas nossas terras. Ele sabe que as suas ovelhas são umas verdadeiras ladras, e as solta perto do meu cercado.

- Calma, meu velho! Calma! - aconselhava-o dona Dionísia. É melhor ter paciência. Intrigas com vizinho já se parece morte.

- Mas por que ele não as coloca no cercado de cima, se lá é bem mais farto o parto do que ali? - dizia ele com ignorância.

Enquanto isso, se ouvia o toc, toc de um animal que vinha caminhando. Era seu Leodoro Gusmão, montado em um lustroso cavalo de campo, que havia tomado emprestado à fazendeira dona Chiquinha Duarte, para a captura de um boi mandingueiro.

Fazendeira dona Chiquinha Duarte

- Apeie-se, compadre Leodoro, para tomar um cafezinho. A Dionísia acabou de fazer, e está bem quentinho... Dionísia, trás um cafezinho para o nosso compadre! – gritou seu Galdino em direção à cozinha.

E virando para o seu Leodoro, perguntou-lhe:

- Conseguiu ver o seu boi mandingueiro nos cerrados, compadre?

- Infelizmente não o vi, compadre Galdino. O parto está muito unido ainda, e torna-se difícil ver qualquer vivente naquelas matas fechadas.

- Mas assim é que é bom, compadre! Muito pasto e os nossos animais não morrerão de fome; ao contrário, eles estão nadando no meio da fartura.

- Deus nos livre de seca! Nossa! Só trás sofrimento para nós e para os animais. - Disse seu Leodoro.

- Quando eu vejo a fartura, me lembro de quando ainda não era fazendeiro. O sofrimento era grande. Nós morávamos nos fundos das terras do fazendeiro Chico Duarte, lá bem próximo à Favela.

Fazendeiro Chico Duarte esposo da dona Chiquinha Duarte

Eu vivia de campear gado bravo nos cerrados. Eu era vaqueiro de aluguel. Nunca fui vaqueiro de fazendeiro nenhum. O fazendeiro me dizia o bicho que precisava no seu curral, e me dava uma radiografia completa. A cor do animal, o ferro, se era adulto ou ainda novilho, tudo, sem faltar nada. E a partir das características do vivente, eu me mandava em busca dele, e só retornava para casa com ele na frente, mascarado e com chocalho...

- Mas o senhor sempre campeava sozinho, compadre Galdino? Interrompeu-lhe seu Leodoro.

- Sim senhor! Nunca precisei de vaqueiros para tanger gado comigo. E naquele tempo as onças viviam passeando por todos os lugares. Todos os dias, nas fazendas, amanheciam bezerros mortos e estraçalhados pelas danadas.

- E o senhor tinha medo delas?

- Nunca tive medo de tal animal. Eu a tratava como se fosse um cachorro, com uma diferença apenas, de grande porte.

- Eu não tenho medo, compadre Galdino. Eu evito de vê-las, porque elas são traiçoeiras, e não se deve dar chance a esse tipo de animal.

Seu Galdino precisava urgente contar uma história sobre onça a seu Leodoro. E de imediato, deu início a uma de suas aventuras.

- Certa vez, eu precisava de uns cabos para as minhas ferramentas. Os meus dois filhos, os que moram lá na grande São Paulo, o Artur e o Severino ainda eram pequenos, o mais novo com sete anos, e o mais velho com oito. A nossa situação era de lástima, porque os fazendeiros não estavam precisando de serviços dos vaqueiros, vez que os rebanhos estavam muito bem, obrigado. Naquela época, eu ainda nem sonhava em possuir fazenda. Mas, o senhor sabe, que quem é pobre, sofre por tudo. E o pior é a falta de alimentos. A minha casa estava sem nada, apenas água no pote e nada mais. O que ainda tinha em casa era açúcar, e quando um deles sentia fome, a Dionísia fazia garapa, isto no intuito de amenizar a fome do menino.

- Os meus filhos também foram criados bebendo garapa, compadre. - afirmava seu Leodoro para reforçar o que dizia seu Galdino...

- Pois bem, já que eu iria tirar os cabos para as minhas ferramentas, e como a situação andava de pior a pior, que o senhor sabe que quem anda pelas matas, vez por outra encontra uma fruta, mel de arapuá..., levei o Artur e o Severino, pois se caso eu encontrasse frutas ou mel, eles aliviariam um pouco a fome. Mas eu os levei, não só para isto, também para conhecerem as terras que eles teriam que passear por elas quando atingissem a adolescência, à procura de animais. E nós seguimos por uma vereda feita por bodes, e bem próximo ao Pai Antonio, que o senhor o conhece muito bem, do Soutinho, avistamos um animal que se escondia por detrás de uma árvore derreada. 

Dona Edith Souto e Soutinho

E fomos nos aproximando daquele bicho, para termos a certeza que vivente era. Mas com muito cuidado, pois eu temia que poderia ser uma onça, e já que os meus filhos andavam comigo, talvez acontecesse um ataque contra nós, feito por ela. E lentamente, fomos mais perto, e adivinhe, compadre, o que era!?

- Eu suponho que era uma rês pastando bem escondidinha. – Dizia seu Leodoro.

- Que rês que nada, compadre! Era uma enorme onça, em pé, diante de nós. Os meninos ficaram assustados. Mas para consolá-los, eu os disse que não tivessem medo, que ela não iria lhes fazer nenhum mal.

- Meu Deus, uma onça! – exclamou seu Leodoro.

- E vi logo que era uma onça parida, porque as suas mamas estavam muito inchadas, como se ela tivesse perdido os seus filhotes. Mas em nenhum momento, ela demonstrou insatisfeita com a nossa presença. Mas com receio, que ela poderia atacar os meus filhos, coloquei-os trepados em uma árvore, pois se ela tentasse me atacar e eu corresse, ela não conseguiria subir, para estrangular os meus garotos. E fui me aproximando mais dela, e nas mãos, eu levava um enorme facão, mais uma corda que eu a conduzia amarrada em minha cintura. A onça era tão mansa, mas tão mansa, que nada fez contra mim. Fiquei alisando o seu corpo, repuxando o couro, e a danada se era covarde, naquele dia se tornara um cordeiro. Olhando as suas tetas, desejei secá-las. Mas com medo que ela se revoltasse contra mim, continuei alisando o seu couro, e com a outra mão, fui peando as suas patas traseiras. Ali, eu iniciei secar as suas tetas.

- O senhor estava tirando leite da onça, compadre?

- E eu brinco, compadre Leodoro!? Como eu já havia peado as suas patas traseiras, cheio de certeza que ela era uma verdadeira amiga, pedi que o Artur descesse da árvore, para que eu o arriasse em uma das patas dianteira da onça, para facilitar a esgotada do leite, que com certeza, seria melhor para eu mungi-la.

- O senhor arriou o seu filho na onça, compadre Galdino? - Perguntava seu Leodoro com espanto.

-Arriei-o! Eu notei logo que a onça era uma lesada..., eu achando que era um desperdício, já que o leite era de boa qualidade, chamei o Severino para mamar nela, porque ele sentia fome. A onça nem ligava, e me parece que ela estava achando boa aquela arrumação. Como ela estava tranquila, desarreei o Artur das mãos da onça, e ordenei-o que fosse mamar também. Eles ficaram com os as barrigas enormes, porque a onça tinha muito leite.

- E depois, compadre, a onça não se revoltou com vocês?

- Pois diga! De forma alguma! Eu vendo que ela era uma besta, isto é, muito mansa, peguei a corda, fiz um cabresto, encabrestei-a, e meus filhos e eu fomos para casa montados nela.

- Que bom que um dia, nos tabuleiros, eu me encontrasse com essa mesma onça, compadre Galdino, para a Gertrudes passear montada nela nesse nosso sertão sofrido.

História contada, seu Leodoro resolveu ir embora, pois precisava fazer algumas compras lá em Mossoró.

- Até mais tarde, compadre! - Disse e saiu galopeando vagarosamente em direção à sua casa.

- Até, compadre...!

Seu Leodoro não tinha mais espaço para guardar a tamanha mentira do seu Galdino.

- Vai-te corno! - Dizia seu Galdino. Quem irá sempre montar na Gertrudes sou eu, e não onça nenhuma!

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixe-me pegar outro.

Se você gosta de ler histórias sobre "Cangaço" clique no link abaixo:

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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http://blogdomendesemendes.blogspot.com

CANINDÉ QUEIROZ, FUNDADOR DA GAZETA DO OESTE E DA RÁDIO GAZETA DO OESTE.

  Por José Mendes Pereira

Eu nunca fui funcionário do Jornal Gazeta do Oeste, mas, não por muito tempo, tive a oportunidade de fazer horas extras na gráfica daquele jornal, e fui apresentado ao diretor Canindé Queiroz pelo então companheiro José Ferreira, posteriormente conhecido o "Ferreira da Gazeta", porque antes, na Casa de Menores Mário Negócio, nós fomos adeptos, e além do mais, trabalhamos na Editora Comercial S.A. 

Mas o tempo que passei no jornal, não passou de dois meses, e como meu auxiliar, eu tinha o amigo Alberto, irmão da professora Albinha, como era conhecida na educação, cuja, foi minha professora de português.

O saudoso Ferreira da Gazeta. 

Desisti de continuar por lá, devido o horário de trabalho no jornal ser  a noite, e atrapalhava com a minha faculdade, e  durante o  dia, eu era funcionário da Editora Comercial. 

Tive também a honra de ser operador desta máquina abaixo por alguns anos, que em Mossoró, só existiam 4. Uma na Editora Comercial S.A., que eu a operava. Outra no jornal "Gazeta do Oeste" e duas no jornal O Mossoroense.

Esta máquina para quem teve a oportunidade de conhecê-la, disse o gráfico Railton Melo, que foi uma das invenções mais maluca que Ottmar Mergenthaler desenvolveu em sua cabeça; Incrível! 

Mas mesmo com toda essa mecânica, eu desmontava quase tudo dela, para manutenção, e depois eu montava novamente sem sobrar nenhuma peça. 

Veja o que escreveu Wilian Robson sobre o famoso jornalista de Mossoró, o nosso conterrâneo Francisco Canindé Queiroz e Silva.

Memória. O que eu sei sobre Canindé Queiroz. Quem conviveu com Canindé, sabe que existiram duas figuras distintas: a destemida da coluna diária e a sensível do convívio

Por William Robson - abr 8, 2022

Na manhã do dia 7 de abril de 2022, data em que se celebra o Dia do Jornalista, tomo conhecimento da morte do jornalista Canindé Queiroz. Parte da minha vida jornalística foi ao lado dele, em diversas situações: como repórter, editor em vários segmentos, editor-assistente e diretor de redação do seu jornal, a Gazeta do Oeste. Não tenho como me dissociar da figura impressionante de Canindé. Inclusive, a Gazeta, que costumávamos grifar com letras maiúsculas (GAZETA), e vou continuar, foi minha primeira experiência enquanto profissional. Escola onde convivi também com outros grandes jornalistas.

Canindé Queiroz, em seu escritório, em 2002

A GAZETA se notabilizou por ser o “jornal de Canindé” e, ao mesmo tempo, por consolidar-se como relevante central de informações da sociedade mossoroense. Na página 5 do seu jornal, fundado em 1977, estava a coluna “Penso, Logo…”. Canindé abordava os mais diversos temas, em escrita elegante e recheada por seu conhecimento intelectual notável. A política era o carro-chefe do espaço de meia página na vertical que ocupava. E de lá saíram muitas polêmicas também, como a famosa coluna agredindo as freiras do Colégio Sagrado Coração de Maria. Não poupava nos palavrões e nos apelidos pejorativos contra aqueles que o contrariavam.

Estes episódios não foram suficientes para atenuar a façanha de Canindé em oferecer a Mossoró um jornalismo forte. E de oferecer a oportunidade a jovens que gostariam de seguir nesta atividade, antes mesmo do surgimento da faculdade de jornalismo. Cheguei na GAZETA em 1995, através de sugestão do jornalista Emerson Linhares, que deixara o diário e onde editava o caderno de cultura. Como já colaborava com o jornal, através de artigos sobre música e cinema, fui convidado. O editor-geral na época era o Pedro Carlos. E, com poucos dias de trabalho, deslumbrado e feliz, eu, com pouco mais de 20 anos, fui apresentado para Canindé Queiroz.

Quem conviveu com Canindé, sabe que existiam duas figuras distintas: a destemida da coluna diária e a sensível do convívio. Não admitia que ninguém agredisse os seus jornalistas. Era brincalhão e atencioso com todos.  Preocupado com os problemas de cada um. E sempre companheiro de dona Maria Emília. Mas, também exigia dedicação quase que exclusiva à GAZETA, coisa que todos faziam sem maiores dificuldades, afinal, a gente adorava aquilo tudo. Ás vezes, lembrava muito o Assis Chateaubriand, na biografia do Fernando Morais. “Chatô, o Rei do Brasil”, aliás, era um dos livros preferidos do jornalista.

Ao lado da esposa Maria Emília, e com padre Sátiro, Canindé celebra a primeira edição da GAZETA, em 1977

Enquanto fui editor, entre 2000 e 2002, tive convivência direta com ele. Aprendi muito observando as conversas, estratégias, perspicácia e discernimento de Canindé sobre os temas locais, sobremodo, os políticos. Constantemente recebia visitas em seu gabinete, onde eu, já na condição de editor-geral, passava boa parte do tempo discutindo os rumos do jornal, detalhes gráficos e linha editorial. Ele estava sempre entusiasmado e apostava em toda novidade que eu trazia dos congressos que participava pelo país. Orgulhava de sua equipe e de ter, segundo ele, “o melhor jornalista de política do RN” na época, o Carlos Santos.

Governadores, prefeitos, senadores, artistas nacionalmente conhecidos, jornalistas renomados, religiosos, ativistas, todos tinham de passar pelo escritório de Canindé Queiroz, caso pisassem na Terra de Santa Luzia. A influência de Canindé, num mundo sem internet, era imensa. O que ele publicava em sua coluna, ganhava repercussão instantânea e absurda, que estremecia a cidade, a ponto de provocar inveja aos melhores digital influencias atuais. A força de sua máquina de escrever espraiava pelo Estado.

Os anos 90 e início dos anos 2000 foram os mais emblemáticos para a GAZETA e para Canindé. Desafiador também, porque a internet estava começando e modificando as estruturas do jornalismo. Lembro que conseguimos transpor a GAZETA para a web, quando Canindé foi terminantemente contra. Ele não queria, mas apoiava. Depois, se rendeu. Mostrava-se encantando com a possibilidade de acessar bibliotecas antes inescrutáveis.

Foi neste período que o jornal foi segmentado. Até então, era um caderno apenas, de pouco mais de 20 páginas. Convencemos Canindé de que o período exigia que atendêssemos a públicos variados. Ele aceitou, na condição de que sua coluna não deixasse a “página 5 do primeiro caderno”. E assim aconteceu. Este espaço ficou tão marcado que outros jornalistas se espelharam e escolheram a página 5 como referência para as suas colunas. O que fazia a diferença não era só o espaço, mas o conteúdo também.

Este período foi marcante ainda pela qualidade da equipe que inovou no jornalismo impresso da época. De Esdras Marchezan a Ivonete de Paula. De Carlos Santos a Dorian Jorge Freire. De Julierme Torres a Paulo Linhares… Foram muitos. Sem falar de nomes do passado igualmente importantes, como Kleber Barros, Emery Costa, Milton Marques, Nilo Santos, Phabiano Santos, Renato Severiano, Gutemberg Moura, só para citar alguns.

Canindé estava sempre presente na redação e na diagramação, onde costumava brincar com todos da equipe, como Abel Rodrigues, Galdino, José Ferreira. À noite, escrevia a sua coluna, martelando a sua Olivetti. Praticamente, fechava o jornal, ao lado de Ferreira e o revisor. Muitas vezes, entrava a madrugada com a gráfica esperando apenas as suas notas. Do original o Canindé lia e relia por muitas vezes, riscando expressões e acrescentando trechos com caneta. Depois, Ferreira passava tudo para o computador e, enfim, para a impressão.

E  inegável a contribuição de Canindé Queiroz para o jornalismo mossoroense. Com a GAZETA e o “vetusto O Mossoroense”, como costumava se  referir ao jornal centenário de nossa cidade, o jornalismo local se transformou. Tudo o que vemos hoje  tem a parcela valiosa de Canindé Queiroz.

A geração de jornalistas formada na GAZETA aprendeu com Canindé. Sua escrita, a forma de fazer jornal, os incentivos, as críticas e os conselhos que extrapolavam a redação. A GAZETA encerrou suas atividades em 2016, após 38 anos de atuação, jornal que se confundiu com a vida de Canindé.

Como o jornalismo não é, mas está sendo (parafraseando Paulo Freire), em Mossoró, ele segue o espírito do fundador da GAZETA.

Abril sempre foi um mês que esperávamos com expectativa na redação pelo aniversário do seu jornal. Este mês agora se eterniza celebrando o jornalismo, a GAZETA e Canindé Queiroz. E, por isso, sempre estará vivo!

https://williamrobson.com.br/o-que-eu-sei-sobre-caninde-queiroz/

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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"SOMOS MUITOS SEVERINOS NESSA VIDA SEVERINA QUE NÃO NOS DEIXA E NÃO PERMITE ABATER."

Por Valdir José Nogueira de Moura

​Do sertão, da terra e do sentimento retirante, a simplicidade do campo se une aos aprendizados mais profundos da vida. A dificuldade aqui não paralisa: ela impulsiona a vontade de caminhar e vencer.
​Na foto, estou com madrinha Severina Pereira da Silva, fortaleza de mulher típica do sertão. Neta do cangaceiro Luiz Padre e da índia Cariri Ana Capela, ela reside pertinho da histórica Pedra do Reino Encantado do Rei D. Sebastião.
​A verdadeira riqueza da nossa terra está nas suas histórias e no seu povo!

https://www.facebook.com/search/top?q=valdir%20jos%C3%A9%20nogueira%20de%20moura

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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