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sexta-feira, 24 de abril de 2026

POR QUE INVADIR O BRASIL É UM PESADELO PARA OS EUA. Só como arquivo em nosso blog.

 Por Top 10 Channel

https://www.youtube.com/watch?v=HrsxPKu3o9g

E se os Estados Unidos decidissem invadir o Brasil amanhã? A pergunta pode parecer um absurdo, mas quando olhamos para a geopolítica global, os recursos naturais em jogo e o poder militar de ambos os países, a resposta é muito mais complexa (e surpreendente) do que você imagina. Neste vídeo, analisamos um cenário hipotético extremo: como seria uma guerra entre o Brasil e os EUA? Você vai descobrir por que a superioridade militar americana esbarraria em um pesadelo logístico, na força impenetrável da Floresta Amazônica e na tecnologia de defesa brasileira que o mundo respeita — com destaque para o lançador múltiplo ASTROS 2020 e o temido míssil tático de cruzeiro, o "Matador" (AV-TM 300). Além das armas e dos caças Gripen, entenda por que a verdadeira guerra do século XXI não é travada com bombas, mas com a economia. 🚀 Junte-se à nossa comunidade de Membros:    / @canaltop10   📱 Não esqueça de seguir o Top 10 no Instagram, Facebook e TikTok para curiosidades e vídeos curtos exclusivos! 👇   / canaltop10     / _top10canal   https://www.facebook.com/profile.php?... CONTATO PROFISSIONAL: contato@top10company.com.br

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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ENTREVISTA COM VIÚVA DE VOLTA SECA | CNL | 1904

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=jQ-lR_EKRDw

Entrevista feita em 2019.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional de ódio. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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ENTREVISTA COM DADÁ | CNL | 646

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=-zSvYnvt-1A

COMPRAR LIVRO https://www.amazon.com.br/Marca-Rob%C... A Musa do Cangaço Direção: José Umberto Dias Brasil, 1982, 35mm, p&b, 18', documentário A visão interna do cangaço feita por Dadá, mulher de Corisco, sub-tenente do grupo de Lampião. Ela presta um depoimento sobre sua vivência entre os cabras de Lampião, o rei do cangaço, destacando a sua forma de organização como grupo, o modo de comportamento, a luta pela sobrevivência, os códigos de honra, as táticas de guerrilha aplicadas e os amores dos cangaceiros. O documentário se propõe revelar o papel da mulher e sua participação efetiva nesse fenômeno de luta armada no Nordeste brasileiro. Este vídeo foi exibido por Jerusa Pires Ferreira durante sua exposição no Amazônias: paisagens, narrativas, sentidos - Cultura e Pensamento - em Belém do Pará, em outubro de 2010. Categorias Curta-metragem / Sonoro / Não ficção Material original 35mm, BP, 15min, 440m, 24q, Kodak, 1:1'37 Data e local de produção Ano: 1982 País: BR Cidade: Salvador Estado: BA Certificados Certificado de Produto Brasileiro 71/82. Gênero Documentário Termos descritores Nordeste; História; Comportamento social Descritores secundários Mulher; Cangaço T ermos geográficos Nordeste Prêmios Melhor Produção Baiana (J.U. Dias) e Prêmio Pólo Cinematográfico na Jornada de Curta Metragem, 1982, Salvador - BH. Melhor Filme em 35mm e Melhor Fotografia em 35mm no Festival de Curta e Média Metragem de Niterói, 1983, RJ. Produção Companhia(s) produtora(s): Embrafilme - Empresa Brasileira de Filmes Produção: Dias, José Umberto Direção de produção: Vergne, Márcia Produção - Dados adicionais Financimento/patrocínio: Polo Cinematográfico da Bahia; Embrafilme Direção Direção: Dias, José Umberto Assistência de direção: Fraga, Gilmar Fotografia Direção de fotografia: Diniz, Vito; Abrahão, Benjamin; Mendes, Lúcio; Rodrigues, Alonso Som Som direto: Luz, Alcyvando Montagem Edição: Dias, José Umberto Canção Título: Muié Rendeira; Autor da canção: Norte, Zé do; Título: Maria Bonita Autor da canção: Miranda, Marlui Identidades/elenco: Dadá

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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FILHA DE LAMPIÃO QUER A VOLTA DO CANGAÇO - PUBLICADO EM 2.000

Por KAMILA FERNANDES - DA AGÊNCIA FOLHA, EM FORTALEZA

Expedita Ferreira filha de Lampião e Maria Bonita

Última descendente viva de Lampião e Maria Bonita, Expedita Ferreira Nunes, 66, acredita que só a volta do cangaço pode melhorar as condições de vida no sertão nordestino.

Ela nega que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra seja um herdeiro do que chama de luta social de seu pai: ""Eles querem bandalheira".

Com a morte de João Ferreira Batista, o João Peitudo, Expedita passou a ser a única pessoa reconhecidamente filha do casal de cangaceiros que tomou conta do sertão nas décadas de 20 e 30.

Como era apenas uma menina de cinco anos quando seus pais morreram, numa emboscada policial na Grota de Angicos (divisa entre Alagoas e Sergipe) em 1938, as lembranças de Expedita são muito vagas. "Quando ele chegava para me visitar, eu ficava com medo das roupas, das armas, daquela gente toda." Agora, diz, o medo que sente no dia-a-dia é diferente, maior.

Expedita é dona-de-casa e tem quatro filhos. Vive em Aracaju (SE) e tem como principal diversão viajar.

Lampião (1898-1938) e Maria Bonita (1911-1938) casaram-se em 1930. Ela, aos 19 anos, passou por três abortos espontâneos antes de dar à luz Expedita. O cangaceiro teve outros filhos pelo sertão, de outras mulheres -lendas falam que ele chegou a ter uma espécie de harém com 17 moças. A seguir, trechos da entrevista.

Folha - Na época do seu pai, o cangaço ditava as leis no sertão.

Expedita Ferreira Nunes - Hoje é o contrário: o sertão é que está dominando o cangaço. A violência está descontrolada, sem limites. Não tem governo.

A televisão está aí para ensinar como é que se abre um carro, como se mata, tudo isso. Hoje em dia dá até medo de sair de casa.

Folha - O cangaço podia ser visto como uma forma de luta social no sertão nordestino. Hoje nós temos, no campo, o MST. O que a sra. pensa desse movimento?

Expedita - Está faltando uma autoridade para acabar com essa safadeza, porque há muitos que têm terra e se fazem de sem-terra para ficar fazendo bandalheira. Não é luta social nenhuma. Onde existe uma luta social que vai destruir as coisas dos outros, onde é que já se viu isso?

Folha - Mas não era isso que Lampião fazia?

Expedita - Ele não destruía assim, não. Ele tirava dos ricos para dar aos pobres. Ele pedia, se não dessem, aí ele tirava. Mas para destruir, de maneira nenhuma. Os sem-terra estão destruindo tudo na vida, como têm muitos por aí que têm as coisas, vendem, para ficar sem terra, para cair na bandalheira.

Folha - Se Lampião vivesse hoje, como seria?

Expedita - Ele num instante acabava com isso. Precisava de um homem de pulso, o Brasil precisava de um homem de pulso, um homem que tenha coragem de dizer "isto e é isto".

Folha - A sra. lembra do seu pai e da sua mãe?

Expedita - A lembrança é pouca, mas tenho de pequena até hoje. Quando ele chegava em casa e me pegava, me abraçava. Eu tinha medo das roupas, daquele povo todo que vinha com ele, das armas, eu tinha medo de tudo. Mas ele me pegava, me botava no colo.

Folha - Quem criou a sra.?

Expedita - O Manuel Severo e a Aurora, até os oito anos. Eu fui criada por eles sabendo que eles eram meus pais, mas que eu tinha outros pais. Eles não me enganaram, nem podiam. Meu tio João Ferreira terminou de me criar. Meu avô tinha uma fazenda e ele ajudava o meu tio a me fazer estudar e tudo, até eu fazer 18 anos, quando me casei.

Folha - O que falavam dos seus pais na época?

Expedita - Não falavam muita coisa, não. Era um assunto meio proibido, porque muita gente achava que ele era um criminoso. Tinha medo dele. Só depois de muito tempo, quando meus filhos começaram a perguntar, a se interessar, é que eu fiquei sabendo tudo o que ele fazia mesmo.

Folha - Para a sra., o que mudou no sertão daquele tempo para cá?

Expedita - O sertão não muda. Só muda o perigo, que está maior. Cada vez pior. Toda a vida teve seca, não tem diferença.

Folha - A sra. vota?

Expedita - Não quero votar mais não. Não tem homem para mais ninguém votar não, não existe.

Folha - O que a sra. acha que está faltando para o país?

Expedita - Uma pessoa de pulso, muito pulso. Essa pessoa não existe. Morreu com Lampião.

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https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0307200023.htm

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quinta-feira, 23 de abril de 2026

ENTREVISTA

 Por João de Sousa Lima

Cedendo entrevista hoje para a TVE-BAHIA, falando sobre as histórias de Paulo Afonso.

https://www.facebook.com/photo?fbid=26748937004700431&set=a.414751525212338

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1847 - A ESCRAVA PROIBIDA: CABELOS E OLHOS FLAMEJANTES - ELA FOI ABUSADA TRÊS VEZES POR SEMANA ATÉ SE TORNAR...

Por Vozes Urbanas

Há uma história que o Brasil do século XIX tentou enterrar demasiado fundo para que ninguém o pudesse encontrar. Uma história que não deveria ter acontecido, que não deveria ter chegado até onde chegou e que ainda assim aconteceu com uma jovem cujos olhos azuis verdeados não combinavam com nada em redor, cujos cabelos dourados brilhavam como ouro velho sob o sol implacável de um março brutal.
Ela não tinha correntes nos pulsos naquele momento. Tinha algo pior. Tinha documentos assinados que diziam que ela pertencia a outro ser humano. E nesse dia, em 1847, numa praça poeirenta no coração de São Paulo, ela subiu os degraus de um palanque de madeira podre e olhou para uma multidão de homens que a fitavam como quem examina um animal de raça.
E ela não baixou os olhos, não tremeu, não chorou, porque ela já tinha chorado tudo o que tinha para chorar. E o que restava dentro daquele corpo de pouco mais de 20 anos não era desespero, era plano. O calor húmido daquele março de 1847 colava-se à pele como piche. A praça do Mercado de São Paulo cheirava a suor, a terra batida, o fumo do cigarro e ao desespero humano que nenhuma palavra da língua portuguesa consegue descrever com justiça.
Havia dezenas de pessoas naquela praça, negociantes, curiosos, agricultores de chapéu de aba larga e botas reluzentes, todos reunidos para participar em algo que a história oficial tentaria suavizar durante gerações. leilão, um leilão de seres humanos. E no centro de tudo aquilo, numa plataforma de tábuas gastas, erguia-se um homem de barriga saliente, voz de trovão e dentes manchados, que dava pelo nome de Tavares, um comerciante português que fazia fortuna vendendo vidas como se fossem mercadorias importadas, porque para ele e para aquela sociedade era
exatamente isso que eram. O coronel Augusto Mendonça tinha 52 anos, um bigode espesso que escondia a crueldade discreta de um sorriso e olhos pequenos que calculavam o valor de tudo o que antes mesmo de perguntar o preço. Ele não estava ali porque precisava de trabalhadores. A sua propriedade rural, uma das mais extensas da região, com plantações de café que se estendiam por léguas e léguas de terra vermelha, já contava com mais de 200 almas submetidas às suas ordens.
Ele estava ali porque era vaidoso, porque uma semana antes, num jantar em casa de um barão local, havia visto um homem ser admirado por todos os presentes por causa de uma escravizada de aparência singular. E o coronel Augusto Mendonça não suportava a ideia de que alguém tinha algo que ele não tinha. Era essa a natureza daquele homem....
Leia a história completa na seção de comentários

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