Seguidores

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

LIVROS VIDA E POESIA - Fragmentos - ( Humberto Rodrigues Paz)

 Por Humberto Paz

Um ensaio literário recheado de poesia e fatos históricos e do cotidiano.
EM BREVE circulando e à venda em locais a serem definidos.

AGUARDEM!

https://www.facebook.com/humberto.paz.3939

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer, não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

EZEQUIEL VERDADEIRO OU UM IMPOSTOR?

 Por José Mendes Pereira


É meio pruético, assim dizia o humorista coronel Ludugero. Não sou especialista, mas este senhor não passou de um impostor. Foi perguntado a ele quantos irmãos ele tinha, e não soube respoder o total.

Aparentemente, parece ser a mesma pessoa, mas nem tudo que parece, é.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

VAMOS LEVANTAR OUTRO ASSUNTO POLÊMICO.

Por Geraldo Júnior

No ano de 1984 apareceu na cidade de Serra Talhada em Pernambuco um senhor que dizia ser Ezequiel Ferreira da Silva (Ezequiel Profeta dos Santos) irmão de Lampião que, ao que apresenta a história escrita e documentada até então, teria sido morto durante o combate ocorrido na Lagoa do Mel no dia 24 de abril de 1931, quando Lampião e seus homens atacaram de surpresa a Força Policial Volante baiana comandada pelo então Tenente Arsênio Alves dos Santos, que naquela ocasião havia parado junto a um tanque d’água (Tanque do Touro) para a tropa beber água e descansar da estafante viagem que fazia pelos sertões, principalmente o baiano, na caça aos bandoleiros.

Durante o ataque-surpresa por parte dos cangaceiros contra a Volante o Tenente Arsênio Alves dos Santos, mesmo em meio à intensa fuzilaria, consegue alcançar a metralhadora que transportavam naquela ocasião (Hotchkiss) e dispara contra os atacantes, cessando momentaneamente o avanço inimigo, dando dessa forma tempo para que ele e alguns soldados que ainda resistiam, conseguissem fugir do local. Cessado o tiroteio do lado cangaceiro havia um morto. Era ele Ezequiel Ferreira irmão de Lampião. Essa é a versão “oficial”, se assim podemos dizer, contada e documentada até o presente momento.

Cinquenta e três anos depois do ocorrido chega à Serra Talhada/PE um senhor residente no Estado do Piauí, dizendo ser Ezequiel Ferreira e que naquela ocasião estava vindo à região em busca de documentos para dar entrada em sua aposentadoria. Segundo ele a sua morte foi arquitetada por Lampião, foi realizada uma trama, para que ele pudesse sair do cangaço de forma que não acarretasse a posterior perseguição por parte dos inimigos. Em seu lugar teria sido morto outro cangaceiro pertencente ao bando.

Em Serra Talhada o suposto Ezequiel Ferreira procurou familiares e amigos que conheceu ainda durante sua juventude, tendo inclusive, não se sabe perfeitamente por quais motivos, sido reconhecido por muitos que o conheceram no passado. Por outro lado estudiosos e pesquisadores a exemplo de Hilário Luchetti e Magérbio Lucena, que inclusive fotografaram e gravaram entrevista com o personagem em questão, afirmaram se tratar de um impostor, por desconhecer fatos e nomes de pessoas próximas à ele.

Essa gravação (Vídeo) foi apresentada a um reduzido número de estudiosos do assunto e dividiu as opiniões.

Após esse acontecimento o suposto Ezequiel Ferreira deixou a região do Pajeú não retornando mais. Falecera no estado do Piauí. Deixando para trás essa dúvida terrível que ainda hoje perturba o pensamento de estudiosos do tema.

Se essa história tem se confirmado certamente mudaria o rumo da história cangaceira, pois levantaria dúvidas quanto a outras histórias e reforçaria outras versões que diz respeito a outras supostas simulações de mortes de cangaceiros e tudo que foi escrito sobre esse fato até então teria que passar por correções.

Diante dos fatos e evidências... qual a sua opinião?

A morte de Ezequiel Ferreira teria sido uma “armação” arquitetada por Lampião ou esse personagem seria simplesmente um impostor?

Deixem suas opiniões.

Geraldo Antônio de Souza Júnior

Adendo - blogdomendesemendes - Infelizmente não coloquei a fonte, mas é um material do pesquisador Geraldo Júnior.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

ELEGANTE, BONITA, BEM PRODUZIDA, PASTA EM UMA DAS MÃOS, MAS TÃO DESVALORIZADA!

Por José Mendes Pereira

Do alto de um sótão observei o seu jeito que aparentemente despreocupada, vinha caminhando pela rua, de salto alto, sempre procurando um jeito para colocá-lo sobre as pedras, talvez, temendo ficar agarrado entre uma e outra. Elegante, bonita, bem produzida, pasta em uma das mãos, morena, os seus cabelos longos e lisos voavam através do vento que nascia no Norte e se dirigia para o Sul. Uma elegância perfeita, lustrosa, bem produzida, sem defeito. Que pena que é tão desvalorizada!

Não senti o cheiro do seu perfume devido à distância, mas sei que com aquela elegância toda, ela estava muito bem perfumada, muito cheirosa, e só podia ser secretária executiva de uma autoridade qualquer, quem sabe, de um prefeito municipal, de um esculápio que não era empregado do "SUS", de um advogado de fama, de um delegado, de um promotor de justiça, ou de um juiz que bate o martelo na mesa e sentencia um réu qualquer para pagar, por detrás das grades o seu erro. Toda sua sabedoria estava enfiada numa bolsa luxuosa, 
segurada por uma das suas belas mãos. comprada talvez por 1x5,

Mesmo um pouco distante do sótão, vi que o seu olhar era brilhante, cheio de esperança, agradecendo o que fez ontem com perfeição, no hoje que começa e no amanhã que há de vir. Sorriso nos lábios diante de todo o seu rosto. A alma fazia crer, que aquele dia, seria mais um belo espetáculo que iria apresentar para os seus assistentes apreciarem e julgarem o seu trabalho. Não é num trapézio que ela apresenta o seu espetáculo, porque não é trapezista, e nem tão pouco moça de circo, aquela que faz os espectadores admirarem o seu vai e vem nos instrumentos de espetáculos; nem pensar em ser uma assistente de autoridade qualquer, mas apresenta o seu espetáculo que instrui, informa e forma a todos aqueles que sentados a esperá-la numa sala de aula entre quatro paredes.

Aos poucos ela foi sumindo, sumindo e não a vi mais. Nem de perto e nem de longe. Ela caminhou para ocupar o seu ofício em qualquer lugar.

Fiquei pensando um bom tempo sobre aquela mulher que elegantemente passeava entre as ruas do meu bairro. Desci do sótão e perguntei a uma senhora que varria a sua calçada se a conhecia. E sem demora, a resposta chegou:

- Eu a conheço muito! Ela é minha prima.

- Ela trabalha aqui por perto?

- Ela é professora de uma escola que funciona do outro lado deste quarteirão...

- Sabe me informar quanto ela ganha?

- Um pouco mais de....

Não suportei. A minha mente desmoronou os meus neurônios como se o meu célebre tivesse sido banhado por uma porção de sangue vencido.

Tão elegante, tão bonita, bem produzida, pasta em uma das mãos, e dentro da pasta carregava o seu material de trabalho, mas tão desvalorizada!

O que faz o Congresso Nacional que deixa um professor ganhar um pouco mais de...?

Tanta elegância, tanto carinho pela educação, tanto esforço, tanto amor pelos seus discípulos, tanta esperança que um dia isso poderá mudar..., entra ano e sai ano, e a educação continua de mal a pior, triste, doente, na UTI da irresponsabilidade de um congresso que só pensam em si. Um país tão rico e tão lindo...

Somente os professores continuam sonhando todos os dias que Deus dá, e insiste dizendo que vale a pena sonhar, mesmo sendo desvalorizados. A esperança na verdade é a última que morre, e não adianta abandoná-la.

Sou professor aposentado e vejo que todos aqueles que continuam no ofício, sonham que um dia virá o melhor, mas é muito impossível que isto venha acontecer. 

http://blogdomendesemendes.blogspot.com 

ADERBAL NOGUEIRA COM JOSÉ CORDEIRO E ELIAS MARQUES...

 Por Aderbal Nogueira

Você é louco, não tem o que fazer, vai se arriscar nessas estradas e levar poeira e calor no sertão? Vai lavar uma roupa que é melhor.

Lavar roupa eu lavo e muito, sempre que to viajando rsrsrs.

Era só o que ouvia quando comecei a viajar em busca de histórias, hoje sei que valeu a pena. Cresci como pessoa, ganhei amigos em todos os lugares e meus videos devem servir a muitas pessoas como fonte de pesquisa.


Com José Cordeiro, um dos que estavam numa trincheira em Mossoró e Elias Marques, volante que participou do cerco a Angico.

https://www.facebook.com/groups/179428208932798/

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

1999 COM CHEFE INDÍGENA DA TRIBO DOS PANKARARES NO RASO DA CATARINA...

Por Aderbal Nogueira

1999 com chefe indígena da tribo dos Pankarares no Raso da Catarina, ano 2001 em Poço Redondo com Vânia Galceran e os saudosos Paulo Gastão e Alcino Alves Costa.

Saudoso Paulo Gastão, Vânia Galceran, Saudoso Alcino Alves Costa e o cineasta Aderbal Nogueira.

Nessa época contávamos o sertão do Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe e Bahia em busca dos remanescentes do tempo do cangaço. Tempo de muitas emoções, alegrias, perigos e muito aprendizado.

https://www.facebook.com/groups/179428208932798/

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

13 DE JUNHO DE 2027 VEM AÍ.

Por Eriberto Monteiro Ofical.

Prestes a comemorar 100 de um dos acontecimentos mais marcantes de sua história: a resistência ao ataque do bando de Lampião, ocorrido em 13 de junho de 1927. O episódio tornou-se símbolo da coragem e da determinação dos mossoroenses que se organizaram para defender a cidade da investida dos cangaceiros.

Sob a liderança do então prefeito Rodolfo Fernandes, civis e militares participaram da organização de um sistema defensivo, com a instalação de trincheiras em pontos considerados estratégicos para enfrentar os invasores.
Entre essas posições, uma das mais importantes estava localizada na residência do próprio prefeito, imóvel que, posteriormente, passou a integrar a estrutura administrativa municipal e que hoje conhecemos como Palácio da Resistência, sede do Poder Executivo mossoroense.
Na ocasião, a residência foi preparada para enfrentar um possível ataque. Fardos de algodão foram utilizados como proteção na parte frontal do imóvel, enquanto homens armados ocuparam posições no telhado e na retaguarda, compondo um sistema de defesa destinado a dificultar a aproximação dos cangaceiros.
A casa de Rodolfo Fernandes tornou-se, assim, um dos principais símbolos da resistência mossoroense.
Quando fui convidado para participar da produção de um documentário televisivo dedicado à resistência de Mossoró ao bando de Lampião. A equipe responsável pelo trabalho reuniu pesquisadores e estudiosos da história local, buscando apresentar diferentes aspectos daquele acontecimento.
Durante as gravações, surgiu uma questão que considero particularmente interessante do ponto de vista da pesquisa histórica: a identificação do imóvel retratado em uma conhecida fotografia da trincheira de Rodolfo Fernandes.
Alguns participantes levantaram a possibilidade de que a construção registrada na imagem não fosse a residência do prefeito, mas a casa vizinha, localizada na esquina.
O argumento apresentado estava relacionado à posição estratégica desse segundo imóvel, que, por sua localização, poderia oferecer melhores condições de observação e defesa contra a aproximação dos invasores.
A própria equipe do documentário considerou plausível essa interpretação, chegando à conclusão de que a fotografia poderia representar a residência da esquina, e não a casa de Rodolfo Fernandes.
Entretanto, minha interpretação, fundamentada nas pesquisas que venho realizando, é diferente.
Durante meu depoimento, apresentei uma informação que considero fundamental para compreender a disposição das trincheiras naquela região.
Segundo os relatos históricos que consultei, a casa da esquina, vizinha à residência de Rodolfo Fernandes, chegou a ser considerada para integrar o sistema defensivo. Entretanto, a posição teria sido abandonada por decisão do próprio prefeito.
"A casa da esquina, vizinha à residência do prefeito, seria utilizada como trincheira. Rodolfo Fernandes, porém, achou por bem abandoná-la, mesmo que essa decisão pudesse tornar sua própria posição mais vulnerável ao ataque", relato do livro A Marcha de Lampião, de Raul Fernandes.
É importante observar que a escolha não significa, necessariamente, que o imóvel deixasse de apresentar vantagens estratégicas. Pelo contrário, sua localização poderia contribuir para a proteção das posições próximas.
No entanto, de acordo com a interpretação que sustento, decidiu-se não manter homens naquela residência.
Como alternativa, três defensores foram deslocados para a torre da Capela de São Vicente, outro ponto importante do sistema de defesa organizado para enfrentar os cangaceiros.
Essa informação ajuda a compreender por que a casa da esquina, embora aparentemente favorável à instalação de uma trincheira, não teria sido utilizada da maneira inicialmente planejada.
Minha convicção de que a fotografia retrata a residência de Rodolfo Fernandes, atual Palácio da Resistência, não surgiu de uma interpretação isolada.
Ela foi construída a partir da leitura de livros, da consulta a relatos e do acompanhamento de pesquisas relacionadas ao ataque de Lampião a Mossoró.
Naturalmente, reconheço que a investigação histórica não pode ser conduzida com base apenas em convicções pessoais. É necessário examinar documentos, confrontar depoimentos, analisar fotografias e considerar novas interpretações sempre que surgirem elementos capazes de ampliar nosso conhecimento.
Entretanto, considero igualmente importante que diferentes pesquisadores tenham espaço para apresentar suas conclusões, independentemente do tempo de experiência ou do reconhecimento que possuam.
A pesquisa histórica não deve ser privilégio exclusivo dos estudiosos considerados mais experientes ou consagrados. A contribuição de cada pesquisador precisa ser avaliada pela consistência de suas fontes, pela coerência de seus argumentos e pela disposição em submeter suas interpretações ao debate.
Não pretendo ser dono da verdade. Muito menos desconsiderar o trabalho de pesquisadores que dedicaram décadas ao estudo da história mossoroense.
Sei reconhecer a importância da experiência e da produção historiográfica daqueles que vieram antes de nós. Mas também acredito que o conhecimento histórico se fortalece quando diferentes interpretações são discutidas com respeito, responsabilidade e fundamentação.
A resistência de Mossoró ao bando de Lampião continua despertando interesse entre pesquisadores, historiadores, memorialistas e admiradores da história do cangaço.
Mesmo depois de tantas décadas, ainda existem aspectos daquele episódio que merecem estudos mais aprofundados, especialmente no que diz respeito à disposição das trincheiras, à identificação dos imóveis utilizados na defesa e à participação dos personagens envolvidos.
A fotografia atribuída à trincheira de Rodolfo Fernandes é um exemplo de como um registro visual pode suscitar diferentes interpretações e estimular novas investigações.
Para esclarecer definitivamente a questão, seria importante reunir fotografias de diferentes épocas, plantas antigas dos imóveis, documentos relacionados à organização da defesa e depoimentos históricos capazes de confirmar a localização exata das posições ocupadas pelos defensores.
Até que surjam evidências documentais capazes de modificar minha interpretação, continuo sustentando que a fotografia retrata a residência do prefeito Rodolfo Fernandes, imóvel onde hoje funciona o Palácio da Resistência, e não a casa vizinha, situada na esquina.
Acredito, igualmente, que essa residência vizinha, embora apresentasse uma localização estrategicamente favorável, acabou não sendo utilizada como trincheira, conforme os relatos que fundamentam minha pesquisa.
Essa é minha conclusão até o presente momento. Não uma verdade absoluta, mas uma interpretação construída a partir das fontes e informações às quais tive acesso.
Afinal, pesquisar é também reconhecer que o conhecimento está em permanente construção. Novos documentos podem surgir, fotografias podem revelar detalhes até então despercebidos e testemunhos podem contribuir para rever interpretações consideradas consolidadas.
A história não se encerra nas convicções de um pesquisador. Ela se renova a cada descoberta.
E é justamente essa possibilidade de descobrir, questionar e compreender melhor o passado que continua alimentando minha paixão pela pesquisa histórica e pela preservação da memória de Mossoró.
O que vocês acham a respeito das minhas informações e convicções ? Tem procedência que a casa vizinha a do prefeito tenha sido utlizada como trincheira ? Vocês já ouviram falar a respeito dessa informação ?
MOSSORÓ DO PASSADO — preservando imagens, histórias e memórias da nossa cidade.
Ajude a fortalecer ainda mais esta página, comentando, curtindo e convidando seus amigos. Juntos cresceremos, descobriremos ainda mais sobre MOSSORÓ DO PASSADO e contaremos a sua história.
Na postagem, seguem as imagens para efeito de comparação argumentativa.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=122192439350623275&set=pcb.3095193984008983

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com