Por Juazeiro do Norte de antigamente
Fatos que ocorreram no dia 12 de FEVEREIRO, que fizeram a história do Juazeiro do Norte de antigamente.
Por Juazeiro do Norte de antigamente
Fatos que ocorreram no dia 12 de FEVEREIRO, que fizeram a história do Juazeiro do Norte de antigamente.
Por Robério Santos
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Por Histórias do Brasil
Miguel Inácio dos Santos, mais conhecido como Casca Grossa, nasceu em Tacaratu, Pernambuco, e integrou o bando de Lampião ainda no primeiro período da chamada era lampiônica. Antes de ingressar no cangaço, trabalhou na fazenda Poço do Ferro, propriedade do coronel Ângelo da Gia, figura apontada como coiteiro do famoso chefe cangaceiro. Seu apelido não veio por acaso: apesar da aparência juvenil, Miguel ganhou fama pela resistência física e pela postura considerada “braba” nos combates, demonstrando coragem acima do que sua pouca idade aparentava.
Por Luiz Gonzaga-Rei do Baião.
Por Luiz Gonzaga Rei...
Em 1982, o "Rei do Baião" foi a grande estrela da Unidos de Lucas, escola de samba da Zona Norte do Rio de Janeiro conhecida como "O Galo de Ouro".
Por Tesouros Reais.
José Rosa, mais conhecido pela
alcunha de Alecrim, foi um dos cangaceiros que integraram o bando de Lampião,
figura central do cangaço e apelidado de “Rei do Cangaço”. Embora não tenha
ocupado posição de comando como outros chefes de subgrupo, Alecrim fazia parte
do núcleo de confiança do líder nos anos 1930, atuando como um soldado leal em
meio à intensa rotina de deslocamentos, confrontos e perseguições que marcavam
a vida no sertão nordestino.
As informações sobre sua vida
antes do ingresso no cangaço são escassas, algo comum entre muitos integrantes
do bando. Sabe-se que era natural da região da Serra da Guia, no município de
Poço Redondo, em Sergipe. O apelido “Alecrim” seguia a tradição do cangaço de
adotar nomes inspirados em plantas, animais ou características marcantes. De
acordo com o livro Cangaceiros de Lampião de A a Z, de Bismarck Martins, os
cangaceiros conhecidos como “Alecrim 2” e “Moeda” eram os irmãos José Rosa e
João Rosa, ambos naturais da mesma região.
Durante sua permanência no grupo,
Alecrim participou das incursões típicas do bando de Lampião, enfrentando as
chamadas volantes, forças policiais móveis organizadas para combater o cangaço.
A vida era marcada por constantes fugas, emboscadas, negociações com coiteiros
e pela sobrevivência na caatinga, ambiente que moldou tanto a estratégia quanto
a resistência física dos cangaceiros.
O episódio mais documentado de
sua trajetória ocorreu em 28 de julho de 1938, quando o bando estava acampado
na Grota do Angico, também em Poço Redondo. Naquela madrugada, o grupo foi
surpreendido por uma volante comandada pelo tenente João Bezerra. O ataque foi
rápido e decisivo. Alecrim foi um dos 11 cangaceiros mortos no confronto
inicial, antes que houvesse possibilidade de reação organizada. Assim como
Maria Bonita e o próprio Lampião, teve a cabeça decepada após a morte.
As cabeças dos cangaceiros foram
expostas publicamente em cidades como Piranhas e Santana do Ipanema, como forma
de demonstrar o fim do grupo, e posteriormente encaminhadas ao Museu Nina
Rodrigues, em Salvador, onde permaneceram por décadas antes de receberem
sepultamento definitivo. A morte de Alecrim está diretamente associada ao
episódio que simboliza o declínio definitivo do cangaço no Brasil. Seu nome
permanece ligado à queda do bando de Lampião e ao encerramento de um dos
períodos mais emblemáticos da história do sertão nordestino.
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Por Robério Santos
Por Tesouros Reais.
Por Helton Araújo