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domingo, 18 de abril de 2021

PARA DESOPILAR E RECORDAR

 https://www.youtube.com/watch?v=Ias6-s8OTxg&ab_channel=Kadupopmusic

José Roberto (Cantor)

José Roberto Sá, conhecido como José Roberto, (Salvador, 25 de setembro de 1952) é um cantor e compositor brasileiro. Teve auge na carreira durante a Jovem Guarda onde emplacou grandes sucessos como "Benzinho", "Pra nunca mais chorar" e "Lágrimas nos olhos". Possui mais de 45 anos de carreira.

Nascido em Salvador vivia cantando musicas de Cauby Peixoto, Nelson Gonçalves e Antonio Dias, ídolos da década de 1960. Descobriu o dom artístico em 1966, quando se apresentou em uma programa de calouros chamado "Céu ou Inferno". Acompanhado pelo maestro "Carlos Lacerda", fez sua apresentação interpretando uma música italiana e recebeu nota "8".

Se tornou um cantor profissional em 1967 quando foi para o Rio de Janeiro a convite de "Evandro Ribeiro", na época um gerente geral de uma gravadora "CBS" (hoje Sony Music). "Mãe Iê" e "Deixa meu cabelo em paz" foram seus primeiros sucessos.

Durante a carreira, José Roberto foi interprete de grandes canções. "Eu não presto, mas eu te amo" que também foi gravada pelo cantor Demétrius e "Lágrimas nos olhos", composta por Raul Seixas, abriram os caminhos de sua trajetória no Estado de São Paulo. Na época de lançamento de "Lágrimas nos olhos", foi também lançada a canção "Skyline Pigeon" do britânico Elton John que tomou o primeiro lugar nas paradas de sucesso no Brasil deixando José Roberto em segundo lugar. José Roberto tem 18 LPs gravados além de diversas coletâneas em CD.

Vida Pessoal[editar]

Foi casado com uma das bailarinas do programa do Chacrinha chamada "Angélica a quem compôs uma canção de mesmo nome. Deste casamento teve um filho e uma filha, dos quais já lhe deu um neto cada um. O divórcio com a ex chacrete foi amigável. Atualmente é casado com a ex modelo fotográfico Adriana Curvelo.

Curiosidades[editar]

Durante uma entrevista cedida a Rádio 9 de julho José Roberto foi perguntado se tinha medo de morrer. Em resposta o cantor afirmou que não tinha medo da morte, mas sim medo de como iria morrer, pois há muitos tipos de morte. Afirmou ter medo de ser assassinado e de sofrer na hora da morte. Gostaria morrer como seus familiares, sem sofrimento.

 https://pt.everybodywiki.com/Jos%C3%A9_Roberto_(Cantor)

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ADÍLIA A VAIDOSA.

 Por Alves Heverson

Adília em 2002, meses antes de falecer aos 82 anos.

Nasceu em Sergipe no ano de 1920. Entrou para o cangaço em 1936 aos 16 anos de idade. Extremamente vaidosa, adorava se maquiar e usar adornos de ouro e prata. Por 2 anos viveu o inferno nas mãos do companheiro Canário que por várias vezes tentou matá-la. 

Entregou-se às volantes em 1938 após a morte de Lampião. Ficou 4 dias presa. Em liberdade se casou e constituiu família.

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/

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ARIANO SUASSUNA: NÃO TROCO O MEU "OXENTE" PELO...


https://www.pensador.com/frase/NTk2MDE0/

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FESTA DE CANTADORES

 Por José de Rosa Maria



Hoje às dezenove e trinta

Vai ter festival aqui.

E eu vou com Zé Albino

Cantar como Bem-ti-vi...

Josué ou Serrador-

Na festa do cantador...

Janailson de Apodi.

 

https://www.facebook.com/photo?fbid=1554643758065558&set=a.125013001028648

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sábado, 17 de abril de 2021

RASTEJADORES - HOMENS-CHAVES DAS VOLANTES POLICIAIS NO COMBATE AO CANGAÇO. FINAL.

https://www.youtube.com/watch?v=NydctEvbSVo&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Cangaçologia

DOCUMENTÁRIO: RASTEJADOR, SUBSTÂNTIVO MASCULINO. Origem: Canal Thomaz Farkas. Sinopse: Relato de um rastejador, que ajudava as volantes a encontrar rastros dos cangaceiros na caatinga e seus conhecimentos para sobreviver neste ambiente. Batista e Joaquim Correia Lima são profissionais que trabalharam como rastejadores, pessoas dedicadas a caçar animais e que posteriormente foram usadas para rastrear pessoas, servindo como fiel e eficiente auxiliar nas volantes, durante o movimento do cangaço no nordeste brasileiro. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. Forte abraço... Cabroeira! Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia e Arquivo Nordeste. Data e local de produção Ano: 1969 País: BR Cidade: São Paulo Estado: SP Certificados Certificado de Produto Brasileiro: B0600502100000 de 28.04.2006. Data e local de lançamento Data: 1972.08.28 Local: Rio de Janeiro Gênero: Documentário. Termos descritores: Caça; Agricultura; Nordeste; História; Fazenda; Igreja Católica Descritores secundários: Alimentação; Cangaço. Termos geográficos: Santa Brigida - BA. Produção: Produção: Farkas, Thomaz. Produção executiva: Pallero, Edgardo; Muniz, Sergio. Distribuição: Companhia(s) distribuidora(s): Difilm - Distribuição e Produção de Filmes Brasileiros Ltda. Argumento/roteiro: Roteiro: Cinema de Cordel Pesquisa: Muniz, Sérgio Direção: Direção: Muniz, Sérgio Assistência de direção: Trevisan, João Silvério Fotografia: Direção de fotografia: Farkas, Thomaz. Assistência de câmera: Trevisan, João Silvério Som: Som direto: Lopes, Sidnei Paiva Montagem Edição: Muniz, Sérgio. Assistente de montagem: Machado, Maria Alice. Dados adicionais de música: Instrumentista: Calunga, Antonio - berimbáu de bôca. Locação: Nordeste. Identidades/elenco: Batista Lima, Joaquim Correia Narração: Bastos, Othon.

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RASTEJADORES - HOMENS-CHAVES DAS VOLANTES POLICIAIS NO COMBATE AO CANGAÇO. PARTE I.

https://www.youtube.com/watch?v=mcmVfDRj968&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Cangaçologia

DOCUMENTÁRIO: RASTEJADOR, SUBSTÂNTIVO MASCULINO. Origem: Canal Thomaz Farkas. Sinopse: Relato de um rastejador, que ajudava as volantes a encontrar rastros dos cangaceiros na caatinga e seus conhecimentos para sobreviver neste ambiente. Batista e Joaquim Correia Lima são profissionais que trabalharam como rastejadores, pessoas dedicadas a caçar animais e que posteriormente foram usadas para rastrear pessoas, servindo como fiel e eficiente auxiliar nas volantes, durante o movimento do cangaço no nordeste brasileiro. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. Forte abraço... Cabroeira! Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia e Arquivo Nordeste. Data e local de produção Ano: 1969 País: BR Cidade: São Paulo Estado: SP Certificados Certificado de Produto Brasileiro: B0600502100000 de 28.04.2006. Data e local de lançamento Data: 1972.08.28 Local: Rio de Janeiro Gênero: Documentário. Termos descritores: Caça; Agricultura; Nordeste; História; Fazenda; Igreja Católica Descritores secundários: Alimentação; Cangaço. Termos geográficos: Santa Brigida - BA. Produção: Produção: Farkas, Thomaz. Produção executiva: Pallero, Edgardo; Muniz, Sergio. Distribuição: Companhia(s) distribuidora(s): Difilm - Distribuição e Produção de Filmes Brasileiros Ltda. Argumento/roteiro: Roteiro: Cinema de Cordel Pesquisa: Muniz, Sérgio Direção: Direção: Muniz, Sérgio Assistência de direção: Trevisan, João Silvério Fotografia: Direção de fotografia: Farkas, Thomaz. Assistência de câmera: Trevisan, João Silvério Som: Som direto: Lopes, Sidnei Paiva Montagem Edição: Muniz, Sérgio. Assistente de montagem: Machado, Maria Alice. Dados adicionais de música: Instrumentista: Calunga, Antonio - berimbáu de bôca. Locação: Nordeste. Identidades/elenco: Batista Lima, Joaquim Correia Narração: Bastos, Othon.

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A MEMÓRIA DE UM COMBATENTE CANGACEIRO.

Por Geovan Farias

https://www.facebook.com/groups/508711929732768

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VIÚVA FALA SOBRE CHICO ANYSIO DEIXAR FILHO FORA DO TESTAMENTO: 'A RELAÇÃO DELES ERA COMPLICADA’ - "SÓ COMO ARQUIVO NO BLOG"

 

Nesta segunda-feira, dia em que completa 8 anos da morte de Chico Anysio, Malga de Paula, viúva do comediante, concedeu uma entrevista ao canal "Na Lata", de Antônia Fontenelle, falando pela primeira vez sobre a anulação do testamento do ex-marido. A escritora e empresária, de 50 anos, contou como era a relação de Lug de Paula, o intérprete de Seu Boneco, da "Escolinha do Professor Raimundo", com o pai. Para quem não sabe, o nome de Lug ficou de fora da partilha de bens do comediante.

“A relação deles era muito complicada. Eu fiquei casada com o Chico durante 14 anos, e nesse momento tiveram umas cinco, seis, sete vezes que o Lug desaparecia. Ele implicava com alguma coisa que o pai ou os irmãos tivessem feito e desaparecia, não falava com ninguém”, contou Malga.

Ela também lembrou que Lug não compareceu ao velório do pai: “Os irmãos ficaram muito chateados com isso. Chamavam ele porque o pai estava morrendo. Ele não veio e dizia ‘que o pai já tinha morrido há muito tempo’. Quando o pai morreu, ele não veio, na cremação do pai, ele não veio, na missa de sétimo dia, ele não apareceu. Na missa de um mês, ele ficou furioso com a minha secretária, que deixou um recado para ele", lembra ela.

Malga lembrou como Chico Anysio se referia a Lug: “Apesar desse relacionamento complicado, ele amava o Lug. "Ele achava que o Lug era o filho mais talentoso que ele tinha”.

Ela acredita que Chico tirou o nome do filho do testamento num momento de impulsividade, quando o comediante estava internado num hospital.

"Ele estava bravo com o Lug por alguma razão e chamou o testamenteiro incompetente e mandou tirar o filho do testamento. Três meses depois de fazer esse testamento, o Chico foi para o CTI e veio a falecer. Tenho certeza que se o Chico tivesse vivido mais um ano, ele teria mudado", lembra ela, contando que o filho só apareceu quando soube que o nome dele não constava no testamento.

Divisão do patrimônio

Inventariante do testamento, Malga di Paula conta na entrevista que Chico deixou os bens materiais para ela e o patrimônio intelectual para os seis filhos. "Não faço a menor ideia de quanto realmente vale", afirma. Malga diz ainda que não fala com os filhos do comediante desde da morte do ex-marido e confirmou que o apresentador Silvio Santos chegou a oferecer, na época, R$ 70 milhões pelo patrimônio intelectual de Chico.

https://extra.globo.com/famosos/viuva-fala-sobre-chico-anysio-deixar-filho-fora-do-testamento-relacao-deles-era-complicada-24324229.html

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" TÚMULO DA FAMÍLIA PEREIRA ".

 Por Luís Bento

Cemitério Público de JATI-CE.

Foi sepultada neste " Túmulo " em 15 de julho de 1972, " Alina Epolina de Sá, Dona Lina, primeira companheira de Sebastião Pereira da Silva, Senhor Pereira, primeiro chefe Cangaceiro de Lampião.

Alina Epolina de Sá, nasceu em 02 de fevereiro de 1903, em Vila Bela atual Serra Talhada Pe,

Filha de: José Oliveira de Souza e

Filomena Epolina de Sá.

Certidão de Óbito:

Fonte, Cartório Silva

Tabelião, Wilton da Silva Brito.

Pesquisador:

LUÍS BENTO

JATI 17/04/21/.

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REVISITANDO A FAZENDA ESPADUADA QUE PERTENCEU AO CÉLEBRE CORONEL BAIANO JOÃO SÁ.

Por Geraldo Júnior 

https://www.youtube.com/watch?v=6N3zZ2rdP6E&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Cangaçologia

INSCREVAM-SE TAMBÉM NO CANAL "ARQUIVO NORDESTE". ACESSEM: https://www.youtube.com/channel/UCjSU...​ Visitamos novamente a famosa Fazenda Espaduada que no passado pertenceu ao célebre coronel baiano João Sá, notório coiteiro de Lampião e um dos coronéis mais influentes do estado da Bahia em sua época. Os amigos pesquisadores e colaboradores do canal, José Francisco Gomes de Lima e Sandro Leite Cavalcanti "Sandro Lee" estiveram na fazenda e fizeram uma minuciosa varredura por toda a extensão da fazenda e no interior da casa grande, como nunca antes realizada. Uma viagem ao passado rumo ao tempo dos jagunços, cangaceiros e coronéis. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. 

Forte abraço... Cabroeira! Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia e Arquivo Nordeste. 

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https://www.youtube.com/channel/UCDyq...

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CANGAÇO - CERCADO PELA VOLANTE - PEDRO DE TERCILA

 Por Aderbal Nogueira

Terceiro vídeo em sequência de seu Pedro de Tercila. Agradeço aos amigos Jairo Luiz Oliveirae Washington Rodrigues por essas imagens importantíssimas de um amigo e coiteiro de Lampião. 

https://www.youtube.com/watch?v=ZleJ3cvLEHc&fbclid=IwAR05-YoJ3Jrz8J5vBF4RSEEJZxyoIdrmjJsm1s3wxmiB19jSFcNS1VDbRGs&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Seu Pedro era vaqueiro do coronel Eronildes. Quem ainda não assistiu as duas primeiras partes elas estão no meu canal no youtube "Aderbal Nogueira cangaço".

https://www.youtube.com/watch?v=ZleJ3cvLEHc&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

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PUBLICAÇÃO DE GRUPO Lembranças em papel A MORTE DE JARARACA NA LITETATURA DO CANGAÇO

Por Marcílio Falcão - Professor de história da UERN

Resumo:

O presente artigo analisa a produção da escrita morte do cangaceiro jararaca ( José leite de Santana) à partir das obras Lampião em Mossoró( Raimundo Nonato), A flor de romances trágicos ( Câmara Cascudo) e A Marcha de Lampiãoà Mossoró ( Raul Fernandes), debatendo sobre as construções das narrativas sobre o assassinato do cangaceiro Jararaca, em 19 de junho de 1927 na cidade de Mossoró.

Em 1955, RaimundoNonato pública pela Potengi, o livro " lampião em Mossoró" . O autor reuniu muitos documentos sobre ataque dos cangaceiros a Mossoró. Notícias de jornais, depoimentos de autoridades civis e militares, boletins bibliográficos da coleção mossoroense, trabalhos em literatura de cordel como os de José Pereira lira ( a derrota de lampião em Mossoró) e " À vida de Lampião nos sertões" bem como o diário do coronel António Gurgel e os depoimentos dos cangaceiros Francisco Ramos de Almeida ( mormaço) Miguel Inácio dos Santos ( casca groca) é Manoel Ferreira( bronzeado) que apresentam informações sobre a presença de lampião no Rio Grande do Norte e a trajetória dos seus comandados em Mossoró.

Quando se refere à morte de Jararaca, Nonato utilizá as i formações e impressões do livro " nos tempos de lampião", do escritor cearense Leonardo Mota. Publicado em 1930, foi esse trabalho que apresentou de forma impressa, os primeiros comentários sobre a possibilidade de Jararaca ter sido assassinado pela polícia em Mossoró. No entanto, essa versão só ganha força, em Mossoró com RaimundoNonato ( lampião em Mossoró, 1955) é Câmara Cascudo ( flor de romances trágicos,1966) quando suas obras passam a ser lidas tanto pela elite local, como nos espaços de leitura da cidade ( biblioteca Municipal do colégio diocesano.

A partir de "lampião em Mossoró" , outros escritores se debruçam em comentar sobre as condições em que ocorreu a morte de Jararaca é produzir outros comentários sobre o acontecimento. Assim, após 28 anos as notícias sobre o falecimento de Jararaca reaparecem e apresentam detalhes omitidos em 1927. À maior parte dessas particulidades parte da publicação de LeonardoMota, que escrevendo sobre o acontecimento, comentava sobre o fim de um dos mais perigosos cangaceiros que o sertão conhecerá, estando o seu corpo no cemitério São Sebastião, em Mossoró.

O que continuava intrigando não eram os diversos é contraditórios relatos que levaram a sua morte do cangaceiro, mas os significados que passam a ser dados a essas narrativas sobre a morte de Jararaca. Porque levou tanto tempo para o trabalho do escritor ser utilizado? As lembranças sobre o ataque traziam à tona as lembranças sobre a trajetória de Jararaca em Mossoró. Os relatos dos jornais locais, que na época só publicaram pequenos fragmentos do acontecimento, com poucas informações, cedia espaço após três décadas as narrativas que tinham sido silenciadas.

Citando Leonardo da Mota, RaimundoNonato pública a versão que afirma que "jararaca morreu, mas não foi de morte morrida, foi de morte matada" é ampliando-a, do memorialista cearense, cita que ao chegarem ao cemitério, os policiais mostraram ao cangaceiro: uma cova aberta lá no canto, quase fora do

" sagrado" e lhe perguntaram para o que era aquilo... foi quando jararaca falou froncado e destemido. Saber de certeza não sei não mas estou calculando...

Não é para mim? Agora isso só se faz porque me vejo nessas circunstâncias, com as mãos inquiridas e desarmado! Um gosto não deixo pra vocês: é se gabarem de eu pedir que não me matassem.

Matem!matem!, que matam mas é um home! Fique sabendo que vocês vão matar o homi mais valente que pisou nesta.

Essa narrativa apresenta jararaca como o cangaceiro valente, destemido, que não se curva diante dos seus inimigos, mesmo que seja em condições que levam à sua morte. Jararaca é apresentado como um sujeito que desafia seus inimigos mesmo em condições desfavoráveis. Não foge de seus posicionamentos, não pede perdão ou misericórdia aos seus carrascos. Mantem-se a imagem do homem valente, destemido, corajoso, que não se curva diante dos seus adversários. Nota-se que essas narrativas divulgam certas características dos cangaceiros que estavam presente no imaginário popular, isto é, os cangaceiros são idealizados como sujeitos FORTES e corajosos até na hora da morte.

A idealização de Jararaca como o homem mais valente que já pisou nesta terra vai de encontro da dubiedade da imagem do cangaceiro para uns, era sanguinário, frio e cruel, mas para outros era um ser valente, vingador, cumpridor da palavra é que protege os amigos.

Jararaca passa a ser apresentado como um sertanejo valente, destemido, que não se abate diante da morte anunciada. Sua vida de cangaceiro é a tensão de suas atividades no cangaço em torno da violência podem ter contribuido para transformar suas preocupações diante da morte, a ponto de te-la como algo muito próximo. As empreitadas as vilas e pequenas cidades no intuito de saquea-las, fizeram com que o apego ao sagrado fosse uma constante a esses indivíduos, mas isso não impedia que o perigo da morte não estivesse presente no quotidiano desses indivíduos.

Por outro lado existe a possibilidade do desespero ante a morte anunciada. Nessas condições, as expressões, matem! Matem! Podem funcionar como válvula de desespero diante da morte real ou de sua possibilidade. Essas expressões levam os escritores depoentes a recorrer em e produzirem lembranças sobre tal situação, mesmo sabendo que a morte não é " fácil de ser encarada como fato corriqueiro", banal e sem significado mesmo sendo essa sua única condição. Querer dar a morte um significado é uma tentativa da nossa espécie para nós proteger do desconhecido e da própria morte. O significado sobre a morte, nesse caso, passa a ser produzidas em memórias fragmentadas diferentes, presentes nas obras sobre o cangaço, e que fez circular a noção de morte trágica como condição que favorece uma ressignificacao do ser social ( no caso o cangaceiro jararaca) diante da morte, permitindo-lhe a possibilidade do perdão pelos crimes cometidos em sua vida de cangaceiro.

Assim, quem morre em junho de 1927 é o cangaceiro jararaca, e quem nasce para uma nova vida, é o homem José leite de Santana, isso se torna possível na medida em que os crimes praticados é justificado por sua trágica morte. É nesse momento que as práticas religiosas presentes na sociedade brasileira, através do catolicismo popular, são visíveis e produzem a distinção entre o ser cangaceiro( marcado pela experiência de um espaço social marcado pela exclusão e violência que fez produzir a imagem do cangaceiro) e o homem José leite de Santana, vítima de uma feroz agressão. Essas condições são gerenciadas pela presença de longas tradições cristãs no imaginário religioso em relação à morte trágica. Sensibiliza-se com o outro, ou com " a morte do outro, mostram a complexidade da formaçãocultural do nordestino no que diz respeito à suas práticas e posturas em relação ao mistério da morte.

Essas obras fizeram circular os acontecimentos que marcaram a morte de Jararaca como uma transgressão da polícia de Mossoró em 1927. Com mais rigor, o Leonardo Mota , narra a cena de morte do cangaceiro da seguinte forma:

Por trás dele um soldado, naturalnente de combinação com os outros, deu-lhe um tiro de revolver na cabeça. À bala pegou bem no mole do pé do ouvido, lá nele. O jararaca amunhecou das pernas e caiu de olho virado. Aí, os soldados o empurraram com os pés para dentro da sepultura. Só demoraram enquanto tiravam os ferros das algemas. Quando o cadáver rolou para a cova, fizeram luz é espiaram:o finado tinha caido de bruços. Mas ninguém se embarcou com isso:por cima do corpo ainda quente, as pás de terra deram o serviço.

A morte trágica é narrada de forma objetiva. Jararaca foi morto sumariamente, sem tempo para se defender e Ainda foi jogado na cova como um animal que não tiveram direito a um sepultamento. Seu corpo, segundo Leonardo é profanado no ato do sepultamento, mas com espanto o autor permite entendermos que não houve nenhuma piedade por parte dos construtores da situação em relação ao corpo que fora jogado na cova.

Nas duas obras citadas, percebe-se as diferentes formas de expor a trajetória de Jararaca após sua prisão. Na primeira o cangaceiro aparece recorrendo ao sagrado como única forma de se livrar daquela situação, isso favorece sua redenção diante dos que se sensibilizaram com sua trágica morte. Na segunda, encontramos uma narrativa que apresenta de forma minuciosa o desenrolar de um extermínio frio e calculado, quando a vítima se mantém irredutível diante da polícia e os desafia não temendo a situação que o levaria à sua morte é continua citando a forma como veio a óbito o cangaceiro é a maneira como seu corpo foi sepultado.

Em uma cultura influenciada pelo catolicismo, cujos valores relacionados à piedade e misericórdia são marcantes, a sensibilidade dos indivíduos com as narrativas orais e escritas das atrocidades cometidas por jararaca, em sua vida de bandoleiro, ganham novo sentido é passam por um processo de ressignificacao, tendo como suporte para tal a justificativa de que sua trajetória de bandido era culpa de uma sociedade que excluía é conduzia à condição de bandido.

CâmaraCascudo escreveu em flor de romances trágicos(1966) um breve comentário sobre a vida do cangaceiro Jararaca, desde sua participação no exército, até sua morte em Mossoró. À narrativa do trabalho de cascudo é ancorada por escritores como José Otávio Pereira lima, João Martins de Ataíde é LeonardoMota, ambos tecem comentários sobre o cangaceiro, os dois primeiros através da literatura de cordel.

Cascudo organizou essa obra que os fatos são narrados à partir de versos, seguidos de brevissimos comentários, onde jararaca representa o pior dos cangaceiros. Busca -se uma sequência cronológica que dê sentido à sua trajetória, desde a participação no exército, entrada no cangaço, ataque à Mossoró, sua prisão e morte.

O último poema do livro é intitulado:vida e morte de Jararaca, nele são expostas certas particulidades da relação que jararaca mantinha com suas vítimas, na maioriadas vezes um assassino frio e cruel. É importante frisar que esses poemas circulavam com facilidade em Mossoró, facilitando o acesso dessa literatura as camadas mais humildes da população local, bem como a reafirmação(ou nao) dessas representações de Jararaca. Embora jararaca fosse apresentado como o piordos cangaceiros, por sua violência, não se deve esquecer que essa literatura também faz descrições sobre sua morte é mantém a imagem que caracterizou os cangaceiros como feras vis e asquerosas como apresentam as estrofes abaixo:

No dia 19 à madrugada,

A noite estava escura e tenebrosa,

O tenente em condução bem preparada,

Transportou a fera vil e asquerosa,

Na estrada jararaca quis correr,

Foi pior, que mais tarde veio a morrer!

Pesada luta a fera assim travou

é quase que fugia dessa vez

Se não fora um soldado que o agarrou

Com força destemida altivez

Jararaca foi morto de punhal,

E enterrado num puro lamaçal

CASCUDO,Camara jararaca,2 Ed. Mossoró.

Fundação vingt un

Rosado

ICOP

REVISTA DO

INSTITUTO

CULTURAL

DO OESTE

POTIGUAR

NÚMERO12

SETEMBRO DE 2010

 https://www.facebook.com/groups/GrupoCangacologia/?multi_permalinks=4014663328590610&notif_id=1618663586072286&notif_t=group_activity&ref=notif

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sexta-feira, 16 de abril de 2021

LIVRO CORISCO A SOMBRA DE LAMPIÃO

A recomendação bibliográfica de hoje: 
CORISCO: A Sombra de Lampião, de Sérgio Augusto S. Dantas. 
Um excelente livro sobre essa figura emblemática do Cangaço. 
CORISCO. Livro Novo. Preço 50,00 Com frete incluso. Pedidos: 

franpelima@bol.com.br e 
whatsapp 83 9 9911 8286.

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“PAJEÚ EM CHAMAS: O CANGAÇO E OS PEREIRAS”

 

Recebi hoje do Francisco Pereira Lima (Professor Pereira) lá da cidade de Cajazeiras no Estado da Paraíba uma excelente obra com o título "PAJEÚ EM CHAMAS O CANGAÇO E OS PEREIRAS - Conversando com o Sinhô Pereira" de autoria do escritor Helvécio Neves Feitosa. Obrigado grande professor Pereira, estarei sempre a sua disposição.


O livro de sua autoria “Pajeú em Chamas: o Cangaço e os Pereiras”. A solenidade de lançamento aconteceu no Auditório da Escola Estadual de Educação profissional Joaquim Filomeno Noronha e contou com a participação de centenas de pessoas que ao final do evento adquiriram a publicação autografada. Na mesma ocasião, também foi lançado o livro “Sertões do Nordeste I”, obra de autoria do cratense Heitor Feitosa Macêdo, que é familiar de Helvécio Neves e tem profundas raízes com a família Feitosa de Parambu.

PAJEÚ EM CHAMAS 

Com 608 páginas, o trabalho literário conta a saga da família Pereira, cita importantes episódios da história do cangaço nordestino, desde as suas origens mais remotas, desvendando a vida de um mito deste mesmo cangaço, Sinhô Pereira e faz a genealogia de sua família a partir do seu avô, Crispim Pereira de Araújo ou Ioiô Maroto, primo e amigo do temível Sinhô Pereira.

A partir de uma encrenca surgida entre os Pereiras com uma outra família, os Carvalhos, foi então que o Pajeú entrou em chamas. Gerações sucessivas das duas famílias foram crescendo e pegando em armas.

Pajeú em Chamas: O Cangaço e os Pereiras põe a roda da história social do Nordeste brasileiro em movimento sobre homens rudes e valentes em meio às asperezas da caatinga, impondo uma justiça a seus modos, nos séculos XIX e XX.

Helvécio Neves Feitosa, autor dessa grande obra, nascido nos Inhamuns no Ceará, é médico, professor universitário e Doutor em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal), além de poeta, escritor e folclorista. É bisneto de Antônio Cassiano Pereira da Silva, prefeito de São José do Belmonte em 1893 e dono da fazenda Baixio.

Sertões do Nordeste I

É o primeiro volume de uma série que trata dos Sertões do Nordeste. Procura analisar fatos relacionados à sociedade alocada no espaço em que se desenvolveu o ciclo econômico do gado, a partir de novas fontes, na maioria, inéditas.

Não se trata da monumentalização da história de matutos e sertanejos, mas da utilização de uma ótica sustentada em elementos esclarecedores capaz de descontrair algumas das versões oficiais acerca de determinados episódios perpassados nos rincões nordestinos.
Tentando se afastar do maniqueísmo e do preconceito para com o regional, o autor inicia seus estudos a partir de dois desses sertões, os Inhmauns e os Cariris Novos, no estado do Ceará, sendo que, ao longo de nove artigos, reunidos à feição de uma miscelânea, desenvolve importantes temas, tentando esclarecer alguns pontos intrincados da história dessa gente interiorana.

É ressaltado a importância da visão do sertão pelo sertanejo, sem a superficialidade e generalidade com que esta parte do território vem sendo freqüentemente interpretada pelos olhares alheios, tanto de suas próprias capitais quanto dos grandes centros econômicos do País.

Após a apresentação das obras literárias, a palavra foi facultada aos presentes, em seguida, houve a sessão de autógrafos dos autores.

Quem interessar adquirir esta obra é só entrar em contato com o professor Pereira através deste e-mail: 
franpelima@bol.com.br
Tudo é muito rápido, e ele entregará em qualquer parte do Brasil.

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VIÚVA DO EX-CANGACEIRO ASA BRANCA

Por José Mendes Pereira

Ao lado esquerdo da foto aparece o cearense e proprietário da Laser Vídeo, pesquisador do cangaço e cineasta Aderbal Nogueira. 

Ao centro é dona Francisca da Silva Tavares, viúva de Antonio Luiz Tavares, o ex-cangaceiro Asa Branca que morreu de morte natural em Mossoró, no dia 12 de novembro de 1981. 

E ao lado direito está o engenheiro agrônomo, professor, poeta, escritor, pesquisador do cangaço, do Trio Mossoró e do rei do baião Luiz Gonzaga do Nascimento, Kydelmir Dantas, da cidade de Nova Floresta, no Estado da Paraíba, mas por muitos anos residiu em Mossoró. 

Dona Francisca da Silva Tavares é da cidade de Brejo do Cruz, mas há muitos anos que reside em Mossoró, e está sempre assim, em gesto  risonho, prestativa, educada, e adora usar roupas estampadas.

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NO CUME DA SERRA TALHADA - PERNAMBUCO.

Por Geraldo  Júnior 

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CONHEÇA A VIDA TRISTE QUE TEVE MAITÊ PROENÇA

Maitê Proença Gallo (São Paulo28 de janeiro de 1958) é uma atrizapresentadoraescritora brasileira.

Família e educação

Filha da professora Margot Proença e do Procurador de Justiça Augusto Carlos Eduardo da Rocha Monteiro Gallo, Proença nasceu em São Paulo, tendo sido criada em Campinas. A artista possui origem portuguesa, sendo seus avós maternos e paternos portugueses.[1] Aos cinco anos de idade, foi matriculada na Escola Americana de Campinas, que era destinada principalmente a filhos de norte-americanos residentes no Brasil, onde aprendeu a falar inglês fluentemente.[2][3] Com uma criação extremamente rígida, tinha que passar a maior parte do tempo estudando, e o pai a proibia de ver televisão[4] e de ter amigos.[carece de fontes]

Aos doze anos de idade, Proença passou por uma grande tragédia: seu pai suspeitava que sua esposa mantinha um relacionamento extraconjugal[5] e, enfurecido, assassinou a esposa com onze facadas.[6] Ele não foi preso e acabou sendo absolvido em dois julgamentos;[6] Proença foi testemunha de defesa do pai, o que facilitou o processo.[6][7] Toda sua família materna ficou contra Proença, por ter ido a favor do pai no processo, e deixaram de manter contato com ela.[8] Aos dezesseis, foi morar em Paris sozinha para terminar seus estudos, e seu irmão voltou para o Brasil.[9][10]

De volta ao Brasil, Proença decidiu sair do pensionato luterano que morava, e pediu abrigo a um padre, passando a residir em um quarto nos fundos da igreja.[11][12] Aos dezenove, prestou vestibular para várias faculdades, e chegou a iniciar o curso de graduação em Psicologia, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), mas não o concluiu. Optou por viajar para diversos países da EuropaÁfrica e Ásia.[13] Também decidiu deixar o tratamento psicológico, mas sua depressão e ansiedade estavam fortes demais, e então se viciou em drogas e álcool, contando em entrevistas ter sido usuária de cigarroscocaína,[14] ayahuasca,[15] chá de cogumelo e cannabis[14] durante três anos.[16][17] Mais tarde, afirmou que cessou o uso das drogas facilmente, declarando: "Larguei todas as drogas que usei sem qualquer sofrimento."[18]

Carreira

Em 1979, Proença estreou como atriz de televisão na novela Dinheiro Vivo. Inicialmente, sua participação estenderia-se somente a uma ponta de uma semana, porém sua personagem acabou ficando até o final da novela.[19][20] No mesmo ano, já estava contratada pela Rede Globo[21][22] e participaria da novela Coração Alado, mas sofreu um acidente de carro que afetou sua coluna, afastando-a de suas atividades por quase um ano.[23] Foi convidada a viver sua primeira protagonista na novela As Três Marias, dividindo o título de mocinha com as experientes Nádia Lippi e Glória Pires.[24] Para viver a personagem, foi obrigada a mudar-se de cidade, e pediu um alto salário, pago na época somente para atores do primeiro escalão. Acordo feito e Proença topou o desafio de protagonizar a novela, porém, segundo ela mesma dizia, o alto salário não pagava todas as críticas e pressões que sofria, fazendo-a odiar o trabalho de atriz. Chegou a pensar em abandonar a carreira, porém além de ter um contrato com a Globo, já possuía bastante mídia, havia estampado diversas capas de revistas e batido recordes de audiência, dando bastante lucro à empresa contratante, e foi desaconselhada a sair.[25][carece de fonte melhor]

Em 1981, Proença foi convidada a participar da telenovela Jogo da Vida, sob direção de Roberto Talma, uma forte influência e principal responsável por fazê-la repensar na decisão de abandonar a carreira artística.[26][carece de fonte melhor] Em 1982, encenou o espetáculo Mentiras Alucinantes de um Casal Feliz, tendo como parceiro de cena Armando Bogus.[27] Em 1983, participou da novela Guerra dos Sexos, na pele de Juliana.[28] Em seguida, transferiu-se para a Rede Manchete, onde protagonizou a minissérie A Marquesa de Santos.[29] Em 1985, retornou à Globo e integrou o elenco da novela Um Sonho a Mais.[30] Em 1986, recebeu convite para participar do remake de Selva de Pedra, porém recusou, alegando que a Manchete havia apresentado uma proposta melhor.[carece de fontes] De fato, nesse ano, fez a interpretação da cortesã Dona Beija na novela homônima, um dos grandes sucessos da emissora que impulsionou sua carreira.[31] Dona Beija foi a primeira novela a utilizar o recurso do banho na cachoeira, causando um certo escândalo na época e dando audiência. Proença protagonizou as primeiras cenas de nudez em uma novela do horário nobre no Brasil, as quais se tornariam ícones daquela produção: a cortesã tomando seus banhos em uma cachoeira.[32][carece de fonte melhor]

A partir desse trabalho, após atuar na novela Corpo Santo, de 1987,[33] Proença voltou para a Rede Globo[34] e continuou a despontar sempre em papéis marcantes na dramaturgia nacional. Ainda nesse ano, trabalhou na novela Sassaricando, como a fotógrafa Camila, contracenando com o ator Edson Celulari,[35] com quem dividiu os sets de filmagens dos longas Sexo Frágil e Brasa Adormecida; esse último lhe rendeu o Prêmio de Melhor Atriz do 2º Rio Cine Fest.[36] Também encenou o espetáculo La Malasangre[37] e protagonizou o filme A Dama do Cine Shanghai, ao lado de Antônio Fagundes,[38] conquistando o Prêmio de Melhor Atriz no II Festival de Cinema de Natal e também no XV Festival dos Melhores do Ano do Cine Sesc.[39] Depois, apresentou dois programas jornalísticos, o Programa de Domingo e Diálogo, ambos pela Manchete.[carece de fontes] Em 1989, de volta à antiga casa, protagonizou a novela O Salvador da Pátria, fazendo par romântico com Lima Duarte.[40] Também rodou os longas O Beijo e Kuarup,[carece de fontes] além de encenar a peça Na Sauna.[41] Nesse mesmo ano, outra tragédia na sua vida: seu pai cometeu suicídio.[6]

Em 1996, Proença integrou o elenco fixo da série A Vida Como Ela É[42] e, em 1997, rodou o curta Vox Populi,[43] ganhando o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Salvador.[44] Depois, em 1998, filmou os longas A Hora Mágica[45] e Paixão Perdida,[46] além de ter atuado na novela Torre de Babel, em um dos personagens centrais, novamente ao lado de Tony Ramos.[47] Em 1999, interpretou a rainha da FrançaAna da Bretanha, no seriado Os Três Mosqueteiros, da Globo,[48] e foi ainda a protagonista de Tolerância. O filme gira em torno de um casal e o confronto que estabelecem entre seus sonhos, ideais, teorias e a realidade, passando por situações , como a de adultério, têm sua tolerância "esticada" e acabam por perceber que talvez sejam menos "civilizados" do que gostariam.[49] Participou também do filme Bufo & Spallanzani[50] e estrelou a novela Vila Madalena, ao lado de Cristiana OliveiraEdson CelulariHerson Capri e Marcos Winter.[51]

Proença ainda dedicou mais tempo ao teatro. Em 2000, protagonizou o espetáculo Isabel, pelo qual foi bastante elogiada pela crítica, [52] além de ter sido indicada à categoria de Melhor Atriz para o Prêmio Shell.[carece de fontes] Em 2001, após uma participação especial na telenovela Estrela Guia como a hippie Kalinda,[53] protagonizou Dona Yatá no filme A Selva, uma co-produção de EspanhaPortugal e Brasil protagonizada também por Cláudio Marzo e pelo ator português Diogo Morgado.[54] Também participou do filme Viva Sapato!, na pele de uma cômica jornalista americana.[55] Em 2002 assinou, pela primeira vez sozinha, uma produção de teatro, levando aos palcos o monólogo Buda.[carece de fontes] Ainda atuou na comédia Com a Pulga Atrás da Orelha, como Madame Chandebise, uma divertida e desconfiada mulher que tenta tirar à prova a fidelidade do marido,[56] e também encenou o espetáculo Paixão de Cristo, na Nova Jerusalém do sertão pernambucano, como Maria.[57]

Em 2003, Proença estreou na revista Época com uma coluna de crônicas.[58] Suas crônicas quinzenais conquistaram o público por seu estilo estilo franco, delicado e inteligente.[carece de fontes] Simultaneamente, destacou-se na temporada daquele ano do seriado adolescente Malhação[59][carece de fonte melhor] e também rodou o filme Jogo Subterrâneo.[60] Em 2004, esteve presente no elenco de Da Cor do Pecado, na pele da cômica Verinha, uma mulher fútil, falida, mãe da antagonista principal da novela, Bárbara de Giovanna Antonelli.[61][62] Continuou também a publicar suas crônicas para a revista Época e, no ano seguinte, lançou seu primeiro livro, Entre Ossos e a Escrita, que reuniu 50 crônicas publicadas na revista Época entre 2003 e 2004.[63][64] Também em 2005 fez uma participação especial na telenovela A Lua me Disse, como a milionária Maria Regina.[65] Nesse mesmo ano, ainda escreveu sua primeira peça, Achadas e Perdidas, que ficou em cartaz por três anos consecutivos.[66][carece de fonte melhor]

A partir de 2006, Proença passou a integrar o time de apresentadoras do programa Saia Justa, do GNT, ao lado da jornalista Mônica Waldvogel, da atriz Betty Lago, da filósofa Márcia Tiburi e da cantora Ana Carolina.[67] Em 2007 finalizou seu segundo livro, Uma Vida Inventada, que mistura ficção a fatos reais num jogo de pistas falsas proposital; lançado em 2008, o livro obteve grande sucesso, ficando em primeiro lugar no ranking da revista Veja, além de permanecer inúmeras semanas entre os dez mais vendidos na categoria Ficção.[68][4] Também escreveu a peça As Meninas, em parceria com Luiz Carlos Góes, que estrearia somente em 2009.[69][70]

Em 2008, Proença viajou para Bali, na Indonésia, para gravar as primeiras cenas de Três Irmãs, novela que marca seu retorno à TV depois de dois anos sem atuar nos folhetins globais.[71][72] Em seguida, estreou o filme Onde Andará Dulce Veiga?, no papel da protagonista Dulce Veiga, cantora e atriz que após um período de sucesso desaparece misteriosamente nos anos de 1960.[73] Juntamente com Irene Ravache gravou o audiobook de Uma Vida Inventada, lançado em agosto na Bienal do Livro de São Paulo.[carece de fontes] Em setembro daquele ano, em IbitipocaMinas Gerais, numa fazenda de amigos, sofreu um acidente ao cair de um cavalo, machucando o pescoço e a coluna;[74] ainda assim, continuou gravando Três Irmãs e o programa Saia Justa, narrando ainda o programa Belezas Francesas, além de telebiografias sobre Maria CallasBrigitte Bardot e Sophia Loren para o canal GNT.[carece de fontes] Também participou de um sketch dos comediantes portugueses Gato Fedorento, no qual tentava imitar a pronúncia europeia da língua.[75]

Em 2009, Proença produziu, além de envolver-se também na assistência de direção, a peça As Meninas.[carece de fontes] Posteriormente, em junho, foi convidada pela autora Glória Perez para participar da novela Caminho das Índias, no papel de Nanda, uma mulher rica que sofre um golpe.[76] Em 2010, foi demitida do Saia Justa,[77][78] e passou a integrar o elenco da telenovela Passione, da Globo, no papel de Stella, uma mulher rica, mãe zelosa, infeliz com o casamento. Enquanto seu marido dá mais atenção à empresa da família e ao trabalho por ser um importante executivo, ela o trai com rapazes mais jovens.[79][80] Em 2012, interpretou a Sinházinha em Gabriela.[81]

Considerada por muitos uma das mais belas atrizes brasileiras, Proença já foi capa de revistas masculinas, como a edição brasileira da revista Playboy.[82][83] Foi uma das raras mulheres a ganhar um suplemento especial na revista.[84] Em 1987, após tantas recusas de convites para posar nua, finalmente aceitou, tornando-se um dos maiores símbolos sexuais do Brasil.[85][carece de fonte melhor] A edição vendeu 630 mil exemplares, o maior número de vendas no mercado editorial até então. Posaria uma segunda vez, em 1996, aos 38 anos, na paisagem da Sicília, e reconfirmaria o sucesso; desta vez, a revista alcançou a marca dos 720 mil exemplares vendidos.[83][86]

Em 2015, Proença estrou na novela Alto Astral como Kitty.[87][88][89] Em 2016, entrou para novela das 23h, Liberdade Liberdade[90][91] Após muitos anos de contrato fixo com a Rede Globo e fazendo parte do primeiro time da emissora, fãs são surpreendidos com a demissão da atriz em 2016, o que foi muito noticiado em sites e revistas. A atriz ficou revoltada com a emissora, na qual dedicou toda sua vida profissional.[92]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mait%C3%AA_Proen%C3%A7a#:~:text=Filha%20da%20professora%20Margot%20Proen%C3%A7a,tendo%20sido%20criada%20em%20Campinas.&text=Ele%20n%C3%A3o%20foi%20preso%20e,o%20que%20facilitou%20o%20processo.

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