Clerisvaldo B. Chagas, 22 de setembro de 2026.
Escritor Símbolo do Sertão
Alagoano
Crônica: 3481
Já falei tantas vezes da Rua
Antônio Tavares, que parece não ter mais o que dizer. A primeira Rua de Santana
do Ipanema, que se formou vizinha ao Centro Comercial. O terreno quase plano vizinho
ao Comércio, facilitou a construção das primeiras e reduzidas casas de
negócios, continuação do Centro. Mas, muito importante para a consolidação da
rua, foi a construção ali da chamada depois, Cadeia Velha, fundada nos finais
do século XIX. A rua se desenvolveu compridona até a outra extremidade, onde
teve início a Rua e Bairro São Pedro. Além de ser a rua dos artesãos
(alfaiates, flandreleiros, seleiros, sapateiros, barbeiros...) possuía cinco
fábricas: de vinagre, de calçados, de colchões, de malas e de carne-de-sol,
cujos proprietários eram, respectivamente: Antônio, Oscar, Júlio, Zé Limeira e
Otávio “magro”.
Já no Bairro São Pedro, ligado à
Rua Nova e à Rua Antônio Tavares, havia duas fábricas: a de calçados,
pertencente ao senhor Elias e, a de mosaicos de piso, do proprietário Zezito
Tenório. Nos anos 60/70, a moda da construção, era substituir o piso de cimento
das residências, por peças de mosaicos, com estampas variadas. O
piso de porcelanato de hoje, era o mosaico de antes. Todas as fabriquetas
citadas acima e os artesãos diversos, dinamizavam a economia de Santana do
Ipanema, a partir daquela rua ainda poeirenta e pioneira da cidade. O
calçamento em paralelepípedos, só aconteceu na década de 70, mesmo assim de
duas vezes, entre prefeitos, duas gestões uma não ligada a outra.
Fora a Cadeia Pública que foi
construída antes do fim da Abolição dos Escravos, a Rua Antônio Tavares, nunca
possuiu outra repartição pública, escolas, farmácias, armazéns... Em
épocas de procissão, todas passavam por ela. Por ali transitava muitas gente
vinda da zona rural do leste em dias de feira, carros de boi, cavalos,
jumentos, burros e boiadas. De um ponto da rua dava-se para se avistar as
horas no grande relógio da Igreja Matriz de Senhora Santa Ana. A altura
da rua em relação ao rio Ipanema permitia se contemplar cenário belíssimos pela
sua parte sul.
https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/09/o-que-rua-boa-clerisvaldo-b.html
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta!
Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo.
Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
http://sednemmendes.blogspot.com
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