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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

CABO PEREIRA...

Por Valceli Veresconde.

Meu inesquecível amigo é conselheiro.. "CABO PEREIRA". Foi um atuante no Exército Brasileiro. quando atuou como "CABO DE DIA".quando servia a corporação. do T.G...07.188... sediada na cidade de Mossoró/,Rn... da qual, também fiz parte.no ano..1961...

Na qual constava uma turma, de noventa e nove atiradores. Meu número era o "99". E nome de guerra ( VALCELI)...a turma era comandada. por dois instrutores... eram eles.

https://mossoronoticias.com.br/campanha-solidaria-do-tiro-de-guerra-arrecada-alimentos-em-mossoro/

Os Sargentos... MAURILIO( filho da cidade de Marilia/SP....onde faleceu. e o Sargento "LEITE"..não tenho conhecimento. das suas origens, me falha a memória. no momento, peço minhas desculpas....obrigado e um bom dia...para todos.. AMÉM.

ADENDO:

Meu grande amigo Veresconde, eu também passei por lá no ano de 1970, e tive o prazer de ser aluno militar do cabo Pereira. Era uma pessoa decente, amigo de todos os atiradores. Fomos de lá!

https://www.facebook.com/valceli.veresconde.2025

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

QUEM FALOU A VERDADE, VILA NOVA, O CANGACEIRO BALÃO OU O VOLANTE MANÉ VÉIO?

  Por José Mendes Pereira


No dia 14 de novembro de 1938, Iziano Ferreira Lima, o afamado cangaceiro VILA NOVA, natural de piranhas, era alto, magro, de cor morena, e com um olhar forte e imponente, pertencia ao subgrupo de Lampião, e era afilhado do cangaceiro Luís Pedro, afirmou ao “Jornal Carioca A Noite”, que estava na Grota do Angico no momento do ataque das volantes ao grupo de cangaceiro do capitão Lampião, na madrugada de 28 de julho de 1938. Vejam o que ele fala:


“ – Escapei pela misericórdia de Deus, afirma. Vi quando o CHEFE (o chefe que ele se refere é Lampião) caiu se estrebuchando pelas forças do tenente Ferreira (ele fala no tenente Ferreira, mas ele quis se referir ao tenente João Bezerra da Silva). 

Tenente João Bezerra

Meu padrinho Luiz Pedro caiu ferido nos meus pés. Pediu que o matasse, logo. O que fiz, foi apanhar o seu mosquetão e fugir para as bandas do riacho, onde o fogo era menor. 

O cangaceiro Zé Sereno

Depois da fuga fui me esconder na Fazenda Cuiabá, onde me encontrei com ZÉ SERENO e outros que puderam fugir do cerco. Ali soubemos que junto com o capitão tinha morrido mais 11 cabras, inclusive D. Maria Bonita”. 

Ele fala que junto com o capitão haviam morrido mais 11 cabras. Verdade, lógico que lá morreram contando com Lampião 12. 11 cangaceiros e o volante Adrião Pedro de Souza.

O cangaceiro Balão - fonte pesquisada - http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/2009/08/cangaceiro-balao-sensacional-entrevista.html

Já o cangaceiro Balão, afirmou à “Revista Realidade” em novembro de 1973, sobre Luiz Pedro o seguinte:

- Luís Pedro ainda gritou: "Vamos pegar o dinheiro e o ouro na barraca de Lampião". Não conseguiu, caiu atingido por uma rajada. Corri até ele, peguei seu mosquetão e, com Zé Sereno, conseguimos furar o cerco. Tive a impressão de que a metralhadora enguiçou no momento exato. Para mim, foi Deus.

As duas entrevistas destes dois cangaceiros cedidas ao "Jornal Carioca A Noite", e à Revista Realidade, ficam meio confusas, que cabe aqui esta pergunta? 

O cangaceiro Luís Pedro carregava dois mosquetões no momento em que tentava fugir do cerco policial? 

O cangaceiro Vila Nova disse que pegou o mosquetão do Luís Pedro e deu no pé. O Balão também afirma a mesma coisa.

Também as duas afirmativas deles, deixam a gente novamente com dúvidas, sobre a morte do cangaceiro Luís Pedro. Por quê?

Volante Mané Veio que segundo ele, assassinou o cangaceiro Luíz Pedro

O volante Mané Veio disse aos pesquisadores e repórteres que foi ele quem assassinou o cangaceiro Luís Pedro, e pelo que ele diz, levou um bom tempo para matá-lo. Saiu perseguindo, perseguindo entre pedras, e ele tentando salvar a sua vida, mas finalmente o assassinou.


Sobre a morte do cangaceiro Luís Pedro você poderá ler em ”Lampião Além da Versão, Mentiras e Mistério de Angico”, escrito por Alcino Alves Costa.

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

LIVRO...

 Por Antonio Neilton Medeiros

Excelente livro do autor Sérgio Dantas a respeito do ataque de Lampião a Mossoró. No livro, o autor realiza uma das mais consistentes revisões historiográficas sobre o ataque empreendido pelo bando de Lampião à cidade de Mossoró. Longe de reforçar narrativas épicas ou teorias conspiratórias, o autor opta por dissecar os acontecimentos à luz de documentação, depoimentos e cruzamento de fontes, revelando que a chamada “grande investida” não foi fruto de articulação política, mas antes uma tentativa audaciosa de obtenção de recursos financeiros.

Um dos pontos centrais da obra é a desconstrução da tese de que o ataque teria motivações políticas. Dantas demonstra que não há evidência consistente de envolvimento do governador José Augusto de Medeiros em qualquer trama para facilitar ou incentivar a invasão. Ao contrário, a descrença do governador na possibilidade de Lampião atacar uma cidade do porte de Mossoró explica a ausência de medidas preventivas mais robustas.

Da mesma forma, o livro desfaz a suposta ligação entre o ataque de Mossoró e a investida de Massilon Leite a Apodi. O autor evidencia que os episódios não compuseram um plano integrado. Inclusive, durante a marcha rumo a Mossoró, Massilon tentou nova incursão contra Apodi em 12 de junho de 1927, reforçando a autonomia dos movimentos. Com exceção do próprio Massilon, os cangaceiros envolvidos na ação de Apodi não participaram do combate em Mossoró.

Outro mérito da obra está na revisão de personagens frequentemente envolvidos em teorias conspiratórias. Tilon Gurgel é inocentado de qualquer participação na suposta “trama”. A captura de seus irmãos — entre eles o Coronel Antônio Gurgel, que produziu um diário valioso durante o cativeiro — seria ilógica caso houvesse conluio. A libertação final dos reféns, inclusive, ocorreu sem pagamento de resgate, graças à perseguição policial.

A atuação da polícia potiguar também é reavaliada. Dantas demonstra que não houve omissão deliberada das forças de segurança. O início do combate nas proximidades da casa do prefeito não teria significado simbólico ou político, mas decorreu das condições geográficas e estratégicas da Mossoró de 1927.

O autor igualmente enfrenta mitos consolidados pela tradição oral. Jararaca não foi executado por “falar demais”; outros cangaceiros deram depoimentos e não foram mortos de imediato. O suposto telefonema de São Sebastião (atual Governador Dix-Sept Rosado) alertando Mossoró sobre a aproximação do bando é descartado por ausência de provas documentais. Formiga não era espião dos cangaceiros. O cangaceiro gravemente ferido e morto pelos próprios companheiros foi Manuel Antônio, o Dois de Ouro.

A obra também traz importantes esclarecimentos sobre os cangaceiros ligados a Mossoró. Pela cadeia local passaram Mormaço, Bronzeado, Jararaca e Asa Branca, mas apenas Jararaca e Mormaço participaram do ataque. Asa Branca, embora tenha fixado residência na cidade após cumprir pena, não esteve no episódio de 13 de junho. No cemitério de Mossoró encontram-se sepultados Jararaca, Asa Branca e Colchete — dado que reforça a materialidade histórica do evento.

Um ponto particularmente revelador é o depoimento do ex-cangaceiro Moreno, que afirmou que Lampião evitava falar sobre Mossoró. Segundo ele, o chefe do bando só aceitou a empreitada por insistência de terceiros, como Isaías Arruda, seduzido pela promessa de dinheiro fácil. A derrota, portanto, teria marcado profundamente o imaginário do próprio líder cangaceiro.

Ao final, o que Sérgio Dantas oferece não é apenas uma narrativa do ataque, mas uma verdadeira anatomia crítica do fracasso. A obra reposiciona o episódio de Mossoró dentro da dinâmica econômica e estratégica do cangaço, afastando interpretações conspiratórias e reafirmando a importância da pesquisa documental para o estudo do fenômeno.

Minhas conclusões: Lampião e seus "patrões" não tinham somente Mossoró na mira. Se assim fosse, Lampião tinha feito a marcha até Mossoró na maior discrição possível. Não como fez, matando, roubando, sequestrando, assim que entrou no Rio Grande do Norte. Acho que a ideia era mesmo atacar o RN até onde pudessem. Em relação à ideia de o ataque ser de cunho político, assassinar Rodolfo Fernandes, fico a me perguntar se não seria mais eficiente a contratação de um ou dois pistoleiros para a empreitada ao invés de um bando de cangaceiros que dificilmente marchariam do Ceará a Mossoró sem serem percebidos.

 Enviado pelo redator acima.

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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PRÉ-VENDA DE LIVRO.

  Por Robério Santos

Pronto, está aí o preço, WhatsApp e benefícios! Quem quer?

https://www.facebook.com/roberio.santos

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DANDARA E EU.

   Por José Mendes Pereira

Vi Dandara (era assim que eu a chamava), pela primeira vez deitada sobre uma pedra de granito na área de sol do meu quarto. Pelo seu tamanho, acho que ela ainda estava na sua plena infância, vivendo no meio de muitas que com ela viviam. Eu não conhecia ninguém da sua família, mas certo dia, a vi acompanhada de outra já adulta, e acho que era a sua mãe, que a protegia dos perigos do mundo. Ali, cada passo que ela dava, a sua mãe também dava, como quem se estivesse ensinando por onde ela deveria seguir a sua trajetória da adolescência, que logo, logo, não demoraria chegar.

https://www.decolores.com.br/pt_BR/post/granito-para-area-externa-muito-mais-durabilidade-e-elegancia

O dia todo Dandara ficava sobre a pedra de granito da área de sol do meu quarto, e cada vez que eu chegava no ambiente restrito, eu a via me observando dos pés à cabeça, sabia que a qualquer momento eu iria tomar banho.

Eu nunca fiz nada para que ela fosse embora dali, e com a continuação do tempo, eu me pus a conversar com ela. Mas a Dandara nunca abriu nem se quer a sua boca para me responder. Também pudera! Ela não falava, não ria e nem sorria, apenas comia, bebia e se divertia como qualquer criança saudável a todo instante.

Quando eu pegava a toalha e sabonete para tomar banho, às carreiras, Dandara saía de cima da pedra de granito, e era a primeira a entrar no banheiro, e ficava aguardando que eu ligasse o chuveiro. E assim que a água deslizava sobre o chão do banheiro, ela caía no banho, correndo de um lado para o outro, feliz na vida, nadando naquela água que corria para o ralo do piso, e com isso, molhava todo o seu corpo.

A felicidade de quem está na infância tudo é igual. Ninguém tem comportamento diferente. Toda criança sente feliz quando brinca com qualquer coisa, até mesmo um banho de água fria faz rir e sorrir exageradamente. Dandara não ria e nem sorria, mas era igualzinha a todas as crianças do mundo, se sentia feliz no meio daquele banho de água fria.

Mas como nem tudo é mar de rosas, certo dia, ao entrar no quarto, não encontrei Dandara. Pus-me a invocá-la, mas não deu nem sinal de vida. Procurei-a por todos os lugares do quarto, até mesmo por debaixo da cama, mas não estava lá. Parecia que ela tinha ido passear ou se divertir com as suas coleguinhas.

Fiquei ali interrogando a mim mesmo: Será que Dandara foi levada pela sua mãe, que a poucos dias eu a vi seguindo-a como se estivesse a protegendo? Mas não. A sua mãe já tinha sido morta por um perverso assassino. Vi o seu corpo em plena rua, e não fiquei com dúvida nenhuma, aquele corpo era da mãe da Dandara. E continuei procurando, e bem melhor que eu não tivesse a procurado, porque, a dor foi grande quando a vi morta com as suas vísceras de fora e com os olhos fora da sua cabeça. Para mim, foi uma dor que eu senti irreparável. 

Dandara era simplesmente uma Pererequinha ainda muito jovem, e um pé maldito pisou sobre ela, tirando-lhe a vida para sempre.

Oh, que saudade da minha amiguinha! Ela se foi para sempre. Adeus, Dandara!

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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TUDO NO SEU TEMPO.

 Clerisvaldo B. Chagas, 23 de fevereiro de 2026

Escritor SÍmbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3367


É verdade. O nosso estado é pródigo em histórias regionais de esperas, em décadas e quase em século. Entre essas famosas esperas por benefícios ou por soluções radicais, estão a Ponte de Penedo, o asfalto do povoado Carié a cidade de Inajá (Pernambuco), o asfalto Olivença – Batalha, direto, e entre muitas outras paciências de Jó, os trechos asfálticos santanenses, Centro – Bairro Bebedouro/Maniçoba e o trecho de terra da antiga rodagem Santana – Olho d’Água das Flores (Rua São Paulo – travessia do rio Ipanema (pelas antigas Olarias) até a AL-120. Estas últimas, mais de 70 anos de espera, desesperanças e descréditos nos políticos. É pena já terem partidos os antigos proprietários daquelas olarias que me viram brincar: José Cirilo, Eduardo Rita, Senhor Cristino (Piduca).

É bem verdade que após esses dois últimos trechos citados ganharem o benefício asfáltico, ainda não tive oportunidade de visitá-los, mas pelo menos um deles, vi de longe. Maniçoba/Bebedouro foi marcado como lugar já habitado antes mesmo da fundação da cidade, em 1787. Pertence ao hoje Bairro Maniçoba/Bebedouro, o mais antigo documento sobre Santana do Ipanema. Dali saiu o primeiro registro de venda de terras, no município. Já as olarias faladas acima, ficavam na margem direita do rio Ipanema, na passagem chamada antes de “Minuíno”. Foram essas olarias, mais conhecidas que impulsionaram as construções da cidade, fornecendo, tijolos, as três e uma fornecendo também telhas. E da que fabricava telhas (de Eduardo Rita) levávamos barro para fabrico de máscaras de Carnaval.

A propósito, para melhorar essa possível fonte de pesquisa, os proprietários das três olarias famosas de Santana tinham também outras atividades. José Cirilo possuía caminhão e conduzia mascates para as feiras das cidades circunvizinhas; Eduardo Rita, também era proprietário de caminhão; Seu Piduca possuía mercearia poderosa no centro de Santana. E voltando ao tema inicial, cheguei numa idade em que devo ser pesquisado e não procurar pesquisas. Mas, como foi preciso esperar quase um século pelas mudanças citadas acima eu não poderia negar o que vi e aprendi. Para os jovens, nada de mais, apenas um trecho de asfalto. Para os antigos, fim de mundo com asfalto (impensável) chegando por todas as bibocas. De fato, tudo tem seu tempo.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/02/tudo-no-seu-tempo-clerisvaldo-b.html


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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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