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quarta-feira, 1 de novembro de 2023

𝐎 𝐁𝐀𝐍𝐃𝐈𝐃𝐎 𝐃𝐀 𝐂𝐀𝐀𝐓𝐈𝐍𝐆𝐀

Por Guilherme Velame Wenzinger

Essa foto foi publicada no Diário de Notícias em agosto de 1932 identificando-o como um "bandido das caatingas", sem mais nenhuma informação. E aí, acreditam que possa ser um cangaceiro ou seria um membro de alguma força volante?

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NOTA DE PESAR!

O Relembrando Mossoró vem comunicar o falecimento de dona Claudenice de Moura Nunes Fernandes (Nicinha). 

Nossos sentimentos aos familiares e amigos!

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"EDUCADAMENTE, MOEMA COVÊLLO, NETA DO EX-CANGACEIRO LUIZ PADRE RESPONDEU PERGUNTAS QUE EU LHE FIZ".

 Por José Mendes Pereira

Eu fiz algumas perguntas e aqui estão 2, que a jovem Noema Covêllo, neta do ex-cangaceiro Luiz Padre, que era primo do Sinhô Pereira, e educadamente, ela me respondeu todas. Aqui estão as minhas perguntas e a as suas respostas:

JM -Quantos filhos seu avô Luiz Padre teve, e quais os nomes deles? 

Noema Covêllo - Foram 4 filhos homens: Meu pai Hagahús Araújo e Silva, Antonio, Vilar e Wilson. Todos nasceram em Patos de Minas - MG, para onde meu avô se refugiou após casar com Amélia Póvoa (com 13 anos de idade) em Dianópolis - TO.

JM - 2 - É verdade que um ou dois filhos formaram-se em medicina?

Noema Covêllo - Nenhum dos filhos fez medicina. Segundo meu pai, meu avô deu todas as condições para que os filhos estudassem. Mas somente o caçula, Wilson, 
formou-se em Odontologia em Uberaba - MG.  Antonio formou-se em Contabilidade já depois dos 50 anos, em Goiânia - GO. Meu pai e Vilar terminaram o ginasial, o que corresponde a oitava série atualmente. 
Meu pai, apesar de não ter curso superior, fez muitas pontes e bueiros nas rodovias do antigo Goiás, hoje Tocantis. Orgulho em dizer que nenhuma caiu. Rsrsrs. Apesar de nenhum filho ter cursado medicina, o neto (meu irmão mais velho) é médico, formado pela UFMG. E duas bisnetas concluíram Medicina recentemente. 3 netos e 2 bisnetos formaram em Engenharia Civil e 7 são advogados.

Estou fazendo a árvore genealógica do tronco do meu avô e sua esposa Amelia. Quando finalizar, lhe enviarei.

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O VILAREJO E O TEMPO

Por José Cícero da Silva

Hoje, não mais que quatro almas ainda me reconhecem naquela vila, imagino. E eu, afora a capelinha do santo padroeiro beirando o abandono, quase nada reconheço mais dos meus idos anos de menino. Nem as estradas de chão batido, nem os coqueirais, nem os verdejantes baixios de cana, nem o riachinho, nem os caminhos, nem os aveloz das cercas, nem as sombras frescas dos arvoredos. Nem o casario, nem os cambiteiros, nem os engenhos antigos. Tampouco as matas circundantes, nem as cacimbas, nem os tabuleiros. Nada esperou tranquilo como eu, o seu destino. Nem o bater do sino sobrevivera à finitude implacável do tempo, como igualmente à completa e injustificável indiferença dos contemporâneos que agora só enxergam banana e só pensam em dinheiro. Enfim...Onde foi parar todo mundo. Cadê os meninos e todas as pessoas do meu tempo? Que fim levou meu vilarejo e toda aquela gente de outrora? Agora, além das lembranças; tudo lá tem um gosto amargo de saudade e de vazio absoluto. Cada coisa resolveu de vez ocupar o seu lugar devido no ostracismo do tempo, como na própria solidão dos sentimentos. Nada mais.

Eis a derrota total, da memória pelo fantasma cruel do esquecimento.

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