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sexta-feira, 27 de outubro de 2023

CURIOSIDADE

Acervo do Fagner Ferreira

Devido a uma atual seca no coração da Floresta Amazônica, enigmáticas gravuras antigas datadas de entre 1.000 e 2.000 anos atrás emergiram de um leito de rio. Essa descoberta marca apenas a segunda vez que esse notável fenômeno foi testemunhado.

Localizadas onde o Rio Negro e o Rio Amazonas se encontram, nos arredores de Manaus, Brasil, as raras gravuras, datadas de entre 1.000 e 2.000 anos atrás, retratam água, animais e pequenos rostos humanos. Os arqueólogos estão impressionados com isso porque o grupo de rostos humanos só foi revelado uma vez antes, em uma seca regional de 2010.


Normalmente, essas gravuras antigas ficam submersas para sempre. No entanto, uma seca recente reduziu os níveis de água para o mais baixo em mais de um século. Conhecidas como "Caretas," as principais questões que agora confrontam os pesquisadores na Amazônia são: quem esculpiu essas petroglifos e o que eles significam?


Jaime Oliveira do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) acrescentou comentando o ressurgimento desses petroglifos que os antigos habitantes da Amazônia também enfrentaram períodos de seca "mais severos do que estamos experimentando agora". Pode-se concluir que, para terem criado essas gravuras, o rio estava seco ou talvez nem existisse. E se essa descoberta de animais e humanos esculpidos não fosse o suficiente, de acordo com um relatório da VOA, se a seca continuar, os arqueólogos acreditam que mais petroglifos serão revelados ao longo do leito do rio.


O que significam as gravuras?
Feitas com machados de pedra lascada, Oliveira descreveu o grupo de petroglifos como "arte gráfica complexa". Além disso, o arqueólogo disse que essas pequenas figuras humanas "transmitem emoções, tanto alegria quanto tristeza".


Portanto, quando interpretadas corretamente, as gravuras revelarão "importantes insights sobre as sociedades que viveram neste local". E, como os rostos representam diferentes emoções, também representam "estados de espírito". Esse fato permite que os arqueólogos especulem sobre o que as pessoas celebraram e sofreram durante aquele período.






- Fico feliz por tais achados.

Mais uma peça no quebra-cabeças da história da humanidade no Planeta Terra.
Texto e pesquisa por Fagner Oliveira
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Fonte
⛲️
Desculpe inserir a fonte por link, estava na correria do trabalho e o texto foi previamente escrito, mas não coloquei a descrição da fonte... enfim

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OS DETALHES DO REI DO CANGAÇO, O LAMPIÃO.

 

Os detalhes do Rei do Cangaço. Juazeiro do Norte(CE), Março de 1926.

Amorim Garcia disse:

Esse era o rei do cangaço. Vestido a seu critério. Representando bem os cangaceiros como chefe Mor. E por sinal, a sua bravura e coragem. E com os vestimentas bem a seu tipo, os anéis as botas, e fuzil e cartucheira pronto pra cuspir fogo nos combates dos sertões nordestinos. Muito boas as histórias de Lampião. Gosto demais.

Luis Bento
Supercolaborador
Antes de chegar a Juazeiro, adentrou no Ceará pelo então distrito Macapá hoje Jati-CE. Dia primeiro de março pernoitou no sitio Baião município de Jati, no outro, muito cedo chegou a sede do distrito Macapá, na companhia do sub-delegado Né Pereira. No Macapá foi recebido como legalista pelo tenente Francisco Azevedo e o sargento Veríssimo Alves Gondim. A população entrou em pânico por instantes, pois não entendiam tal situação, cangaceiros e volantes se confraternizando em meio ao distrito.

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O VELHO MOTA DA CHARANGA.

 Por José Mendes Pereira e Zuleide Mota


Antônio Mota da Silva mais conhecido como “O VELHO MOTA DA CHARANGA”, nasceu em Apodi, no Estado do Rio Grande do Norte, no dia 18 de março de 1912, e faleceu em Mossoró, na Casa de Saúde Dix-sept Rosado, no dia 19 de maio de 1984, a causa da morte, “problemas cardíacos”.

Residiu por toda sua vida em Mossoró, no bairro Santo Antonio, à Rua Melo Franco, nº 843. Era casado com Maria Nery Mota, natural da cidade de Upanema, no Estado do Rio Grande do Norte, nascida no dia 15 de março de 1917, e faleceu no dia 11 de agosto de 2008, na Casa de Saúde Wilson Rosado em Mossoró.

O Velho Mota da Charanga era pai dos seguintes filhos:

Francisco Canindé Mota, este foi assassinado no Rio de Janeiro, no ano de 1980, a causa, reagiu um assalto e foi morto pelo seu agressor.  

Maria Zulier Mota Bezerra reside em Mossoró à Rua Melo Franco. 

Maria Zulene Mota Bezerra que já é falecida. 

Maria Zélia Mota de Paiva, também já falecida. 

Antonio Mota da Silva Filho, o grande Carestia, como era alcunhado em Mossoró, também já é falecido.

Zuleide Mota

Por última, Zuleide Mota, já é aposentada, e de dezembro a maio , isto é 6 meses, ela reside no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, no bairro Copacabana, e os outros 6 meses, fixa residência nos nos Estados Unidos, na cidade de Nova York, onde viveu por quase 30 anos, junho, julho, agosto e setembro. Os meses outubro e novembro, ela passa em Los Angeles, na Califórnia, isso porque continua trabalhando na mesma atividade de trinta anos.

Em sua companhia reside Tâmara Cristina a filha mais velha, e tem outra filha por nome de  Cindy Lee, e está fazendo universidade na Califórnia, em San Diego, e trabalha na Apple.

Mas às vezes ela viaja, pois faz Free Lances, quando tem chances em Estádios de Esportes, ou Shows. A sua profissão copiou do seu pai (cozinheira). Normalmente faz campeonatos de Tênis e de Basebol e futebol Americano.

A razão de ainda estar nos Estados Unidos, hoje, é que ela está em tratamento médico, e por ordens médicas não pode viajar. Fez uma cirurgia no dia primeiro de dezembro, e tem outra para fazer a qualquer hora, e já deu início a uma bateria de exames, repetir tudo que já fez mais de 3 vezes, coisas de Americano. Assim que fizer a cirurgia, ela vem se recuperar no Rio de Janeiro.

O Velho Mota da Charanga era católico, devoto de São Francisco e todo ano ia ao Canindé com toda família. Era aluisista de morrer, apaixonado pelo partido do cigano feiticeiro Aluísio Alves. 

Foi dono de uma Roleta, mais ou menos nos anos quarenta, que funcionava na entrada do beco das frutas bem próxima ao mercado central, e no final de cinquenta, abriu o conhecido e famoso "Buraco do Tatu". 

Era um Quiosque que ficava sob uma Tamarindeira, no largo entre a Avenida Alberto Maranhão e a Avenida Rio Branco, seguindo da Estação de trem, no sentido Santo Antônio. Ali era frequentado por todas as pessoas importantes de Mossoró. Para café da manhã, almoço e jantar, comida de primeira qualidade, e às vezes, ele liberava música ao vivo.

O Velho Mota da Charanga pela manhã cedo, todos os dias, fora premiado com dois importantes clientes que tomavam café e em seguida, seguiam para as suas atividades. Um era o afamado cardiologista de Mossoró Dr. José Leão, e o outro era o Professor Solon Moura. 

O Velho Mota da Charanga era uma pessoa muito espirituosa, alegre, e que todos gostavam dele. Muito honesto e íntegro. Como ele gostava de festas, muitos pessoas pensavam que o Velho Mota da Charanga era farrista, mas na verdade, o que ele queria mesmo, era estar sempre acompanhado de toda família.

Quando o Velho Mota da Charanga deu adeus a este mundo, houve um certo desentendimento por parte dos amigos, mas a causa deste, todos que fizeram parte da sua amizade, queriam pagar as despesas da Casa de Saúde e da Funeral.

O Velho Mota da Charanga durante toda a sua vida, só trabalhou para construir amigos, amigos...!!!

http://blogdomendesemendes.blogspot.com