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domingo, 31 de julho de 2016

GOSTO DE PESSOAS

*Rangel Alves da Costa

Gosto de pessoas, de pessoas simples, humildes, verdadeiras, apenas pessoas, e mais ainda quando são sertanejas. E sendo de Poço Redondo, possuem moradia e repouso no meu coração.

Gosto de pessoas assim como Marcello, agora autointitulado Ratzinger, que cordialmente acrescento Cardeal Marcello Ratzinger. Marcelo é pessoa de fé, que ama sua igreja, sua paróquia, seus ofícios no dia a dia com santos e liturgias. Pessoa meiga, inteligente, afetuosa, um bom amigo para se prosear por horas inteiras.

Gostava muito de pessoas assim como Neném de Dona Clotilde, recentemente falecida, mas que ainda se faz como presente todas as vezes que visito ou passo defronte a casa de sua mãe. Guardo retratos ao seu lado, sentindo prazer em estar à sua presença e ouvindo sua voz tão pouca e tão significativa. Na última visita, levei uma caixa de chocolate. Experimentou, não gostou, mas depois deu um sorriso de satisfação. Foi embora e me deixou saudades.

Gosto de pessoas assim como Dona Lisiê, ribeirinha das bandas do Bonsucesso, hoje aportada em Poço Redondo, um doce de amiga que me alegra a alma. Desde muito que a conheço, desde os tempos que o meu pai era prefeito e a encontrava sempre na prefeitura ou visitando a casa de Dona Peta. É também Costa, certamente com parentesco, com muitas pessoas ali de Bonsucesso. Mas o que mais me encanta é avistar seu sorriso ainda distante. Quando me aproximo, então sinto uma aura boa envolvendo o abraço.

Gostava de pessoas assim como meu amigo Juquinha, ou Leto, como mais conhecido. Juquinha ainda tinha muitos encontros marcados com a vida, mas partiu cedo demais. Possuía características muito incomuns a quem vivia rodeado de amigos: vivia num mundo somente seu, de modo silencioso, reflexivo, falando apenas o bastante para ser compreendido. Nas suas palavras, a verdade, eis que nunca gostou de se envolver com conversinhas e disse-me-disse. Por que pensava mais do que falava, preferia o som do silêncio e o prazer da presença de um ou outro amigo que estivesse à altura de seu coração.


Gosto de pessoas assim como aquele velho que encontro nas minhas andanças sertanejas e sinto que se alegra à minha presença, que se sente surpresa em ser reconhecido e por isso mesmo lança palavras tão cativantes como verdadeiras. Gosto de pessoas assim como aqueles que foram amigos na infância e ainda me chegam com palavras e abraços todas as vezes que os encontro pelas ruas e estradas. É de pessoas assim que eu gosto. Como no passado eu gostava de prosear em pé de balcão com pessoas como Abdias, João Paulo, Galego, Chico de Celina, Liberato, qualquer um que chegasse aboiando ou encourado.

Gosto de pessoas assim como minha prima Nininha, ou a Rainha Nininha do Reinado do São José. E gosto ainda mais pela sua luta, pelo seu esforço, pelo seu incansável afazer seja debaixo do sol ou da chuva, da lua ou do clarão, a todo instante que seja preciso fazer. Saio caminhando, sigo pela estrada de chão, mas quando chego ao seu reinado, sempre avisto a princesa no meio do mato, de vara à mão tangendo animais, cuidando dos porcos, pesando ração, fazendo queijo, tudo sem parar. E ainda tem tempo de sorrir quando se aproxima de alguém. E ainda tem tempo de servir a todos que dela necessitem. Miudinha, a danadinha, mas nenhuma mulher com tamanha postura e decência de vida.

Gosto de pessoas que não vivem sem causa, que não se cansam de defender suas ideias, que se preocupam com a cultura, com a história, com as tradições do lugar. Gosto de pessoas assim como Quitéria de Bonsucesso, como Belarmino, como Damião Rodrigues, como João Vítor e os demais que cuidam da Capela do Poço de Cima. Gosto de cada menino que corre em cima de um cavalo de pau para preservar nossa cultura, de cada sertanejo que ecoa no pífano a nossa tradição, de cada moço e moça que faz do xaxado uma permanência histórica. Ah, como gostava de Dona Alzira e seu leilão, seu pífano, sua dança, sua alegria contagiante.

Gosto de pessoas assim. Citei somente algumas de propósito, para causar ciúmes. Gosto de todo mundo. E não importa que gostem de mim ou não. Gosto de gostar, e pronto, sem meias palavras ou falsidades.

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

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ANIVERSÁRIO DO PROFESSOR E ESCRITOR BENEDITO VASCONCELOS MENDES


AMIGOS, sempre comemorei meu aniversário com eventos culturais.  De 2003 a 2014 marquei meus natalícios (31 de agosto), com as realizações das tradicionais JORNADAS CULTURAIS DO MUSEU DO SERTÃO, onde amigos, familiares, poetas, artistas, historiadores e escritores passavam um dia de cultura e lazer nas instalações do MUSEU DO SERTÃO, da Fazenda Rancho Verde, nos arredores de Mossoró. Participaram destes eventos culturais, várias Academias de Ciências, Academias de Letras, Institutos Históricos e outras entidades culturais, de várias cidades, de diversos Estados nordestinos. 

Em 2015, por motivo de doença não tive condições de realizar a XIII Jornada Cultural do Museu do Sertão. Este ano, 2016, pretendo, em vez da famosa Jornada Cultural, publicar o livro 


"História da Minha Vida Profissional", que deverá ser lançado por ocasião da Feira do Livro de Mossoró. 

O dia do meu septuagésimo aniversário (31-08-2016, quarta-feira) passarei na praia com todos os meus filhos e netos, em uma comemoração familiar.

Enviado pelo autor

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CADA DIA QUE PASSA UM POUCO DA HISTÓRIA DO CANGAÇO E OBVIAMENTE DO NORDESTE... VAI DESAPARECENDO.

Por Geraldo Júnior

Recentemente estive no Cemitério Chora Menino aqui na cidade de São Paulo/SP, local onde está enterrada Dona Mocinha (Maria Ferreira Queiroz) irmã de Lampião e me deparei com uma simples sepultura coletiva com capacidade para a colocação de até oito cadáveres, conforme informações obtidas junto à administração do cemitério.

Túmulo de Dona Mocinha (Maria Ferreira Queiroz).

Não bastasse isso, me deparei com uma sepultura sem nenhuma identificação e coberta por lama e folhas secas caídas das árvores do local. Decepcionado com a situação eu resolvi chamar alguns funcionários do cemitério para juntos limparmos a laje do túmulo e durante determinado momento encontrei submerso em meio ao barro e ao mato uma placa de mármore (Foto) com a inscrição/identificação com o nome de Dona Mocinha (Maria Ferreira Queiroz). Após uma rápida limpeza na laje e na placa de identificação montei o cenário para a realização do registro fotográfico conforme vocês podem conferir logo abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=wkxPK-alvYc - www.youtube.com

Confesso que fiquei decepcionado com o estado deplorável do local que se encontrava em total abandono no momento da minha visita, mas também quero deixar claro que o meu objetivo não é julgar e nem condenar ninguém, família ou administração do cemitério, e sim mostrar às pessoas interessadas ou que venham a se interessar em conhecer esses locais, que em pouco tempo eles não mais existirão.

Em São Paulo, dona Mocinha carrega o tataraneto no colo (Foto: Glauco Araújo/G1) - http://g1.globo.com/Noticias/Brasil

O que me deixa sinceramente chateado é o fato de saber que em pouco tempo os restos mortais de Dona Mocinha serão descartados e o espaço desocupado para dar lugar à outros cadáveres.

Dina Mocinha, Dr. Antonio Amaury... - blogdomendesemendes.blogspot.com

Se nada for feito as futuras gerações de pesquisadores e estudiosos não terão a oportunidade de conhecer “in loco” esses locais e apenas o conhecerão através de fotografias impressas em algum livro, Sites, redes sociais e outros meios de comunicação.

Foto: Geraldo Antônio de Souza Júnior
https://www.facebook.com/groups/ocangaco/
https://www.facebook.com/groups/ocangaco/1275006042512511/?notif_t=like&notif_id=1469997804941641

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NOTÍCIA DO Marcos De Carmelita Carmelita


Segundo sua esposa Silvânia: "Ele acorda, se alimenta e dorme. Está muito depressivo e está tomando vários medicamentos. Às vezes, fica delirando, mas as dores de cabeça estão mais amenas. 

Ainda falta fazer uma bateria de exames, contudo, não voltará a ser o mesmo de antes. Ele não tem mais condições de exercer suas funções policiais. Que pena! 

O livro corroeu sua mente, ele fez esforço além do limite".

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VEJA MENINO PEDRO MOTTA POPOFF ENTREVISTA CANGAÇO TV CÂMARA

https://www.youtube.com/watch?v=sywVZ_-q7yg&feature=youtu.be

 PEDRO DO CORDEL E DO BAIÃO PEDRO MOTTA POPOFF 

Pedro Motta Popoff tem uma segurança nas respostas que faz admirar. Uma criança com tanto talento nesta idade.


Vejam o talento desta criança assistindo ao vídeo.

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NOS CAMINHOS DE LAMPIÃO

Por Pedro R. Melo
Na foto da esquerda para direita: Lampião, Ponto Fino, Virgínio (Moderno), Luiz Pedro, Mariano, Corisco, Mergulhão e Arvoredo.

Depois de intensas perseguições e combates sofridos, Lampião decidi deixar Pernambuco, atravessa o Rio são Francisco e ressurge na Bahia, marcaria a nova fase do cangaço.

Lampião e seu reduzido grupo em passagem no povoado de Pombal, atual Ribeira de Pombal, Bahia 17 de Dezembro de 1928.

Cangaceiros: 
Pedro Ralph Silva Melo (Administrador)

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1671092039880922&set=gm.1587604181539736&type=3&theater

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VIRGOLINO FERREIRA DA SILVA

Virgolino Ferreira da Silva - Foto do acervo Jose Irari

Virgolino Ferreira da Silva o Lampião, nesta foto ele (Lampião) já passava dos vinte anos.


Se Antônio José Rodrigues Cavalcante o humorista Tom Cavalcante tivesse nascido no mesmo período que nasceu Lampião poderia pagar caro por isso, pois sem dúvida, seria o sósia do cangaceiro Lampião.

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LAMPIÃO NO CINEMA.

Do acervo do pesquisador do cangaço Guilherme Machado

1937 - No Cine Moderno, durante a projeção restrita do Filme "Lampeão".

O INÍCIO DO CINEMA CEARENSE E A PRESENÇA DE ADHEMAR ALBUQUERQUE E BENJAMIN ABRAHÃO.

Não pretendíamos transcender, nesse trabalho, à recuperação do documento histórico relativo aos exibidores que trouxeram o cinema à nossa cidade e desenvolveram suas atividades como empresários desse gênero de arte.

Sentimo-nos obrigados, entretanto, a dedicar um registro especial ao pioneirismo na produção cinematográfica em nosso Estado, estabelecendo uma referência dos primeiros tempos e para lembrar que aqui medrou o entusiasmo pela produção cinematográfica, mesmo em condições adversas.


Não há muitas fontes sobre aqueles que ousaram realizar os primeiros filmes. Em nossas pesquisas nas fontes primárias, muitas delas destruídas pelo trágico incêndio na Biblioteca Pública do Estado do Ceará, encontramos, entretanto, a notícia sobre o primeiro filme feito no Ceará.

No dia 1º de abril de 1910, o Cinema Rio Branco, exibia o documentário "A Procissão dos Passos", com o destaque na publicidade para o fato de ser este "o 1º filme rodado no Ceará". Além dessa informação, não temos nenhum outro esclarecimento. Desconhecemos quem o teria feito, se algum conterrâneo ou algum cineasta visitante que aqui tenha aportado. Um segundo filme produzido em nossa terra, igualmente sem os créditos de seus realizadores, foi o "Ceará Jornal", exibido no Cinema Riche, no dia 26 de fevereiro de 1919.

Não há dúvidas, entretanto, quanto ao pioneirismo na produção documental, de qualidade técnica, do cearense Adhemar Bezerra de Albuquerque, nascido em Fortaleza, em 19 de julho de 1892, e falecido, aos 83 anos de idade, no dia 17 de julho de 1975. Paralelo à sua atividade artística, foi funcionário por 40 anos do Bank of London. Aqui constituiu família, casando-se com Lasthenia Campos de Albuquerque, tendo o casal nove filhos: Francisco Afonso, Antonio Afonso, Paulo Afonso, Pedro Afonso, Suzana, Lastenia, Maria Lucíola, Marta e Luis Afonso.

Sua criatividade artística teria uma manifestação inicial no campo da fotografia e do cinema, com destaque para a criação da Aba Film, empreendimento definitivo no ramo de fotografia, e que alcança até hoje, sob a direção de seu filho, Antônio Albuquerque, o melhor padrão de qualidade.

Tem-se o ano de 1924 como a data de lançamento de seus primeiros filmes, documentários em 35 milimetros, de aspectos e acontecimentos da Fortaleza e cidades interioranas. De fato a imprensa local registra com louvor o esforço de Adhemar Albuquerque, comentando o filme "Temporada Maranhense de Foot-Ball no Ceará (1924, 2 atos, realização de Adhemar Albuquerque, com o seguinte conteúdo: Fases dos jogos: Ceará 4 x 2 Maranhenses; Maranhenses 2 x 0 América; Maranhenses 2 x 1 Fortaleza; Guarany 4 x 0 Maranhenses), por ele lançado no Cinema Moderno, no dia 15 de outubro de 1924. Sobre essa estréia, publicou o "Correio do Ceará" (16.10.1924):

UM "FILM" CEARENSE

O "Cine Moderno", exhibiu, na noite de hontem, um "film" cearense, esmeradamente confeccionado, producto exclusivo do esforço louvável, da intelligencia artística e do bom gosto do nosso patrício, o sr. Adhemar Albuquerque.

Trata-se de uma interessante cinta cinematographica, dividida em 2 partes, da temporada maranhense de "foot-ball", no Ceará, contendo phases dos jogos que se realizaram, flagrantes das archibancadas e do movimento de "torcedores" e gentis "torcedoras" para o "field" da "A.D.C.", no Alagadiço, onde se feriram as pugnas. Há ainda outros aspectos do desembarque dos desportistas visitantes, dos "teams", captains, juizes e auxiliares na temporada.

As photographias são de todo escellentes. O "film" é nitido, circumstanciado e de passagens bem apanhadas.

É digno de nota ter sido tal "film" todo e inteiramente confeccionado nesta capital por aquelle nosso conterraneo que se torna, assim, merecedor de encomios.

A cinta ainda será exhibida no proximo domingo, nos cinemas "Moderno" e "Majestic".

A produção do pioneiro Adhemar Albuquerque passa a ser uma constante nas décadas de 20 e 30, tendo na fase inicial da produção silenciosa, como o maior destaque para "O Juazeiro do Padre Cícero e Aspectos do Ceará" (1925, documentário, 5 partes), cujo lançamento ocorreu no Cinema Moderno, a 8 de dezembro de 1925, com reapresentação no mesmo cinema a 11 de fevereiro de 1927. A publicidade dizia: "Um filme que mostra os costumes do nosso povo, cenas de nossa terra... O Juazeiro- Vistas da Cidade - Dias de feira - O movimento das ruas - O Padre Cícero - Os devotos - A multidão - A excursão Presidencial - Paisagens - Trechos da Viagem - O açude de Cedro - Fortaleza - Panorama da Cidade - A chegada do Padre Macêdo - Ponte de desembarque - Crato - Barbalha - Quixadá, etc."

Ainda, nos primeiros anos da produção de Adhemar Albuquerque, identificamos os seguintes lançamentos: "A Festa no Iracema" (1926, Aba Film, curiosos aspectos das danças na noite de 31 de dezembro) - exibido no Moderno a 16.5.1926; "A Indústria de Sal no Ceará" (1926, Aba Film, 1 ato) - exibido no Moderno a 16.5.26; "A Visita do Dr. Washington Luís ao Ceará" (1926, Aba Film, 2 atos; "completas reportagens cinematográficas da "Aba Film", desde a chegada do vapor "Pará", a estadia e visitas de sua Excia., até ser recebido em Paraíba") -Moderno, 12 10.26; "A Parada Militar de 7 de Setembro" (1926, Aba Film, 1 ato; "23º Batalhão de Caçadores, Polícia Estadual, Colégio Militar, Tiro de Guerra nº 38, Liceu do Ceará, Colégios: Cearense, Castelo, São Luiz, etc.") - Moderno 12.10.26; "Inauguração dos Filtros no Açude do Acarape do Meio para Abastecimento d'água em Fortaleza" (1927, Aba Film, 1 ato, natural) - Moderno, 1.1.28; "O Banquete Oferecido pela Colônia Cearense, no Rio, ao Dr. Matos Peixoto" (1 ato) e "A Visita de S.Excia. Dr. Matos Peixoto ao cais do Porto, no Rio" (1 ato) - exibidos também no Cinema Moderno, a 18.7.28.

Os filmes brasileiros e as produções cearenses despertam ainda mais a atenção do nosso público, quando ocorre a transição do cinema silencioso para o sonoro. A população de Fortaleza é tomada de vivo entusiasmo quando o Moderno, exibe a 29 de novembro de 1931, o filme sonoro "Cousas Nossas" (1931, Byington & Cia., São Paulo, produtor Alberto Byinton Jr., dirção Wallace Downey, fotografia Rudolph Lustig e Adalberto Kemeny, som Moacir Fenelon, com Procópio Ferreira. Paraguaçu, Batista Jr., Jaime Redondo, Arnaldo Pescuma, Jararaca e Ratinho, Estefânia de Macêdo, e outros). No ano seguinte ao lançamento desse grande êxito de bilheteria e de crítica que foi "Cousas Nossas", aparece no "Correio do Ceará" (31.3.1933) a seguinte apreciação sobre as realizações brasileiras e da Aba Film, em particular, com algumas expressivas sugestões:

https://www.facebook.com/groups/ocangaco/permalink/1274286629251119/

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UMA FOTOGRAFIA POUCO CONHECIDA DO SUBGRUPO DO BANDO DE LAMPIÃO LIDERADO PELO CANGACEIRO ZÉ SERENO.

Por Geraldo Júnior
Fotografia pertencente ao acervo de Carmosita dos Santos.

UMA FOTOGRAFIA POUCO CONHECIDA DO SUBGRUPO DO BANDO DE LAMPIÃO LIDERADO PELO CANGACEIRO ZÉ SERENO.

Essa fotografia veio ao conhecimento geral há pouco tempo, graças ao compartilhamento realizado nas redes sociais pelo amigo Claudinei Pereira.

O registro fotográfico foi realizado no ano de 1937, no distrito de "AMPARO DE SÃO FRANCISCO", que na época, pertencia ao município de Propriá/SE. Fotografo não identificado.

Na fotografia da esquerda para a direita vemos; MARINHEIRO (MARINHEIRINHO), ZÉ SERENO, NÃO IDENTIFICADO, SARACURA, NÃO IDENTIFICADO.

Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo)
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=616371421860091&set=gm.1274008069278975&type=3&theater

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sábado, 30 de julho de 2016

DOIS LIVROS DO ESCRITOR LUIZ RUBEN BONFIM

Autor Luiz Ruben Bonfim

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luiz.ruben54@gmail.com
graf.tech@yahoo.com.br

Luiz Ruben F. de A. Bonfim
Economista e Turismólogo
Pesquisador do Cangaço e Ferrovia

http://josemendespereirapotiguar.blogspot.com.br
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POÇO REDONDO TEM CULTURA, SIM SENHOR!

*Rangel Alves da Costa

Poço Redondo tem cultura, sim senhor! Nesta sexta-feira ficou demonstrado que quando o povo resolve mostrar seus valores permanentes, suas tradições e suas riquezas históricas e culturais, todos os escondidos aparecem em festa, em beleza, em identidade, em valorização das raízes. E de todas as raízes, desde as primeiras gestações familiares aos que atualmente manifestam seu orgulho de pertencimento sertanejo.

E foi um dia de reencontros e de compartilhamentos. Num evento onde se celebrava a cultura poço-redondense e a memória daqueles que enveredaram pelos caminhos do cangaço, o que se viu foi uma celebração das origens e das gestações familiares. E de repente o reencontro alegre e saudoso, através de retratos e objetos, com aqueles que formam a grande árvore da genealogia sertaneja.

E assim foi possível que os de agora reencontrassem os seus já distantes no tempo. Ali, como num álbum antigo, as feições que tanto orgulharam Poço Redondo e permanecem como exemplos de tenacidade e obstinação. Ali, como num retrato emoldurado, toda a realidade de um povo que possibilitou o que agora somos. Por que através de personagens da história poço-redondense, árvores genealógicas foram construídas de modo a permitir que o distante se fizesse tão presente na feição de cada um que ali estava em honrosa celebração.

Um Poço Redondo cheio de história, de memória e de valor, sim senhor! Ali Adília como tronco maior de uma geração familiar inteira, desde os filhos aos bisnetos, tataranetos e aos que virão. E assim com a família de Sila, com as raízes de Zabelê, com os frutos gerados por todos aqueles que um dia deixaram o bando de Lampião para gestarem famílias, estas mesmas que hoje em dia enobrecem não só Poço Redondo como todo o sertão.


Zé de Julião celebrado com a honra merecida. O ex-cangaceiro, político e renomado sertanejo estava ali retratado em si, na sua força e obstinação, mas também nos seus filhos e filhos destes. Já no dia 27, um documentário exibido sobre sua trajetória além do cangaço, já deixava claro o quanto Poço Redondo deve se orgulhar desse seu filho. E assim por que Zé de Julião não foi apenas mais um personagem importante no contexto histórico sertanejo, mas aquele que sonhou em nome de seu povo e pagou com a morte o sonho bonito que teve.

Também Alcino celebrado pela sua trajetória pessoal e sua persistente luta pelo reconhecimento e valorização de nossa história. E alguém me confidenciava que tudo ali parecia com Alcino, que tudo ali se amoldava ao coração sertanejo de Alcino. Uma verdade, pois tudo ali representado já havia sido pensado, pesquisado, escrito e divulgado por Alcino. Mais que uma homenagem, o permanente reconhecimento de sua luta pela valorização do seu povo e sua terra.

Em meio aos estandes, e de repente a Maranduba, a Guia, o Angico, cada recanto tão importante tanto no passado como no presente. Ora, num simples banner, mas toda a família Marques estava ali, toda a família Nascimento, as raízes e os frutos dos Vito, toda a família Braz e tantas outras famílias ali presentes e compartilhando as feições antigas com as de agora, pois seus parentes também ali em celebração. E surgindo Zefa da Guia como exemplo vivo da vastíssima riqueza do nosso sertão.

Tudo muito bonito, muito organizado, demonstração sem igual de que é possível fazer quando se tem comprometimento. Fruto de uma construção coletiva, com a participação de professores da rede municipal de ensino, alunos e colaboradores. A semana inteira em preparativos para a culminância do que ontem foi majestosamente avistado. E uma coisa não fácil de ser feita: um culto ao passado, com toda a pujança do nosso passado. Por isso mesmo o reconhecimento do empenho da prefeitura municipal e da secretária municipal de educação, através da obstinada Rogéria Dantas. Sua equipe também foi de fundamental importância para o brilhantismo do evento. Todos de parabéns.

E quando, no palco, os pífanos dos Vito ecoaram, então a culminância se fez perfeita: o melhor que temos com o melhor que podemos fazer. E fazemos bem feito, pois temos cultura, sim senhor!

Escritor
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O CANGAÇO NO 26° FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS

Antonio Vilela Professor, escritor, pesquisador sobre o Cangaço. Foto: Rodolfo Vieira


Nesta semana, o professor Antonio Vilela foi entrevistado pelo  O Jornalista  no 26° Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), sobre o cangaço. Vilela é professor de História, pesquisador a mais de 40 anos e escritor de 4 livros.

FIG é um dos maiores eventos culturais do Brasil, a sua característica é a pluralidade, uma dessas diversas culturas entra o cangaço. O Cangaço foi um movimento de banditismo ocorrido no Nordeste, liderado por Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião. 

Uma  das autoridades sobre Lampião e seu bando, é o Professor Universitário Antonio Vilela. Vilela pesquisa a mais de 40 anos sobre o bandoleirismo nordestino. Escreveu 3 livros sobre o assunto, os quais são: O Incrível Mundo do Cangaço vol 1 e 2, A Outra Face do Cangaço e Lampião de Mocinho a Bandido. 

Também esteve com os cangaceiros e por vários Estados falando sobre o Cangaço.

Confira a entrevista com Antonio Vilela sobre o cangaço e suas obras clicando no link abaixo: 

https://ojornalistablog.wordpress.com/2016/07/28/o-cangaco-na-26-festival-de-iverno-de-garanhuns/.

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DE VOLTA À BELA CIDADE DE QUEIMADAS BAHIA

Por Guilherme Machado

De Volta à bela Cidade de Queimadas Bahia

Uma Pausa, em frente ao antigo casarão do quartel onde Lampião prendeu e depois assassinou os 7 soldados a sangue frio, tendo o seu afilhado o Cangaceiro Volta Seca, sangrando e bebendo o sangue dos 6 policiais, isto aconteceu em 1928. 

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2015/03/corpos-dos-sete-soldados-mortos-em.html

O facínora Volta Seca tinha 14 anos de idade. No final da chacina Lampião deu vida e liberdade ao chefe do destacamento, o Sargento Evaristo Carlos Costa.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=916330951804164&set=gm.1274163955930053&type=3&theater

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TÚMULO DO PREFEITO DE MOSSORÓ RODOLFO FERNANDES MARTINS DE OLIVEIRA

Por Geraldo Júnior

TÚMULO DO “PORTALEGRENSE” RODOLFO FERNANDES INTENDENTE (PREFEITO) DE MOSSORÓ/RN QUE COMANDOU A RESISTÊNCIA LOCAL CONTRA O ATAQUE DE LAMPIÃO E SEUS COMANDADOS À CIDADE EM 13 DE JUNHO DE 1927.

Um homem que não se intimidou diante das exigências feitas pelo célebre cangaceiro que exigia na ocasião a quantia de 400:000$000 (Quatrocentos Contos de Réis) para que o ataque não fosse concretizado.


Rodolfo Fernandes organizou a defesa da cidade e obteve êxito em seu planejamento, fazendo com quê Lampião, além de perder dois importantes homens de seu bando (Jararaca e Colchete), levasse na bagagem uma das maiores derrotas de todo o seu currículo cangaceiro.

Este é o professor Francisco Borges de Araújo da cidade de Jardim de Piranhas no Estado do 
Rio Grande do Norte

Nesse mesmo ano Rodolfo Fernandes veio a falecer (16/10/1927). Seu corpo está enterrado no Cemitério São Sebastião na cidade de Mossoró/RN, conforme podemos observar na fotografia do Jazigo logo abaixo.


Vou utilizar uma frase “batida” e conhecida, mas propícia para o complemento do texto...

... “SAIU DA VIDA... PARA ENTRAR NA HISTÓRIA”.
LÁ EM MOSSORÓ NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE.
Foto: George Valery (Mossoró/RN)

Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo O Cangaço)

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ASCRIM/PRESIDENCIA OF. Nº 165/2016 – AGE Nº 06B DE 28.07.2016 -AGRADECIMENTOS MOSSORÓ(RN), 29 DE JULHO DE 2016.


É PRAXE DA ASCRIM AGRADECER AOS QUE ESTIVERAM PRESENTES ÀS SUAS ATIVIDADES CULTURAIS,  NOS SEUS "ATOS SOLENES".

DESTA FORMA, AGRADECEMOS TER CONTADO COM SUA HONRADA PRESENÇA E EXCELENTÍSSIMA FAMÍLIA AOS "ATOS SOLENES DA ASCRIM” NO DIA 29.10.2015. NA OCASIÃO FORAM DIPLOMADOS OFICIALMENTE DIRETORES DA DIRETORIA EXECUTIVA DA ASCRIM, BEM COMO ACONTECEU A DIPLOMAÇÃO E ENTRONIZAÇÃO, NA MESMA OPORTUNIDADE FIZEMOS A OUTORGA DE TÍTULOS MERITÓRIOS A PESSOAS FÍSICAS QUE SE DESTACARAM EM PROMOVER, DEFENDER E DIVULGAR A CULTURA, ALÉM DA PUBLICAÇÃO DAS FRASES ENFOCANDO A TEMÁTICA DO FORUM PERMANENTE HISTORIOGRAFIA DA ORIGEM E CONTINUIDADE DO POVOAMENTO DE MOSSORÓ.

PELAS FALHAS, REITERAMOS, PENHORADAMENTE, NOSSAS DESCULPAS. 

DO MESMO MODO, AGRADECEMOS AOS QUE CONTRIBUÍRAM DIRETA E INDIRETAMENTE PARA O SUCESSO DAS SOLENIDADES DO DIA 28.07.2016.

AOS QUE ESTIVERAM AUSENTES, POR FORÇA E MOTIVO DE ORDEM SUPERIOR, REITERAMOS NOSSO CONVITE PARA CONTINUAR INTEGRALIZANDO OS QUADROS SOCIAIS DA ASCRIM. DESTARTE, MESMO CONVITE É RENOVADO AOS NOSSOS HABITUAIS E FUTUROS CONVIDADOS.

OUTROSSIM, COMUNICAMOS  AOS QUE ESTIVERAM PRESENTES E ASSINARAM O LIVRO DE PRESENÇAS DA ASCRIM, RECEBERÃO, OPORTUNAMENTE, UMA CARTA OFICIAL COM TIMBRE DA ASCRIM, EM RECONHECIMENTO DE MÉRITO CULTURAL PARTICIPATIVO. ESSE RECONHECIMENTO TEM CARÁTER DE ESTÍMULO MERITÓRIO AOS ASSOCIADOS PARA QUANTIFICAÇÃO DE PONTOS À OBTENÇÃO DE OUTROS TÍTULOS MERITÓRIOS HONORÍFICOS DA ASCRIM. 

PARABENIZANDO OS NOVOS ASSOCIADOS REGULARES INSCRITOS QUE TOMARAM POSSE, ONTEM, NOS “ATOS SOLENES ASCRIM”, DESEJAMOS VOTOS DE PERENE CONTINUIDADE DE SUCESSO LITERÁRIO.

CONTANDO COM O APOIO DE TODOS, PRINCIPALMENTE DAS MULHERES, INVOCO DEUS NOS AJUDE PODER PERSISTIR NESTA LUTA CULTURAL.

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO - PRESIDENTE DA ASCRIM

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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LIVROS SOBRE CANGAÇO É COM O PROFESSOR PEREIRA


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Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo o Cangaço)

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SESSÃO DA ACJUS-ACADEMIA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS


Importante Sessão Magna da ACJUS - Academia de Ciências Jurídicas e Sociais, realizada ontem às 19:30 horas (29-7-2016), no Auditório da OAB - Mossoró, quando tomaram posse 6 novos Confrades e Confreiras (Jane, Ludimilla, Vanda, Auxiliadora, Canindé e Sérgio Coelho). 

O Coral da ACJUS, tendo á frente três Acadêmicos (Welma, Jane e Paulo Fernandes) protagonizou um espetáculo belíssimo.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço Benedito Vasconcelos Mendes

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NOTÍCIA SOBRE A SAÚDE DO ESCRITOR E PESQUISADOR DO CANGAÇO MARCOS DE CARMELITA


Segundo me informou hoje Dona Silvânia esposa do Marcos de Carmelita que, ele ainda está dormindo. Comunicou também que ela terá que conseguir um médico para autorizar o uso de dois medicamentos, pois só tem dois comprimidos, e tem que ser antes dele acordar, do contrário, ele gritará com dores fortíssimas.

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

CANGAÇO UM MOVIMENTO RELACIONADO AO BANDITISMO


Daniel Jorge Silva, o cangaço foi um movimento relacionado ao banditismo, que a princípio visava único e exclusivamente o saque, como era o caso dos cangaceiros Cabeleira e Lucas da Feira, apontados como os pioneiros na atividade.


Com o passar dos anos surgiram alguns grupos, como foi o caso de Jesuíno Brilhante, que buscava a vingança e a sobrevivência, este se apropriava apenas de bens de grandes fazendeiros/coronéis e dos governos, repartindo parte da pilhagem com a população pobre e carente, sem esquecer que esse cangaceiro agia como uma espécie de "Juiz" em um sertão esquecido pelas autoridades e entregue aos desmandos dos poderosos.


Antônio Silvino e Sinhô Pereira buscavam simplesmente vingança contra seus desafetos, e essa busca por "justiça" os tornaram aos olhos das "autoridades" fora-da-lei.


Lampião a princípio utilizou o escudo da vingança, ou seja, alegava estar no cangaço para vingar a morte dos pais, com o passar do tempo viu no cangaço um negócio e com essa visão, permaneceu até o dia de sua morte.


Portanto, caro amigo, podemos concluir que foram vários os motivos que levaram ao surgimento de bandos cangaceiros no Sertão nordestino, porém os principais motivos foram a vingança e o saque (Pilhagem).

Espero ter ajudado.

Fonte: facebook
Página: Geraldo Júnior

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ASCRIM/PRESIDENCIA OF. Nº 165/2016 – FRASE FOPHPM” -


MOSSORÓ(RN), 28 DE JULHO DE 2016.

PREZADOS SENHORES INTEGRANTES DA COFOPHPM,

(ORDEM ALFABÉTICA).: BENEDITO VASCONCELOS MENDES, ELDER HERONILDES DA SILVA, GERALDO MAIA, JOSÉ ROMERO ARAÚJO CARDOSO, LEMUEL RODRIGUES DA SILVA, MILTON MARQUES MEDEIROS, RICARDO LOPES, TANIAMÁ VIERA DA SILVA BARRETO E WILSON BEZERRA MOURA(COORDENADOR DA COFOPHPM),  

CONFORME ANUNCIADO, EM NOSSA CONVOCAÇÃO E CONVITE PARA HOJE, AGE 06B, 28.07.2016, CADA UM DOS SENHORES  LEU SUA “FRASE ENFOCANDO A TEMÁTICA DO FOPHPM”:

 “GRUPO DAS FRASES ENFOCANDO A TEMÁTICA DO FOPHPM” 

=FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO: “EXTASIO-ME ANTE A CAPACIDADE VELOZ DA LITERÁCIA DOS ESCRITORES MOSSOROENSES, LUZÍDIO QUE DESCORTINA ANTIGOS CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS COMO DIAGNÓSTICO DE NOVAS PERSPECTIVAS ÀS MUDANÇAS SOCIAIS E AOS EMPREENDIMENTOS CULTURAIS”.(08.MAR.2016).

=BENEDITO VASCONCELOS MENDES: "Os missionários carmelitas, que ajudaram a fundar Mossoró, foram testemunhas oculares da miscigenação genética das três etnias que viviam no sertão nordestino (branca, tapuia é negra). Presenciaram a mistura das culturas europeia, africana e indígena na formação cultural dos mossoroenses” (28.07.2016)

=ELDER HERONILDES DA SILVA: ”Proferiu a frase, de improviso, por ocasião dos “ATOS SOLENES DA ASCRIM” na AGE 06B, no dia 28.07.2016. A mídia gravada pela TCM será anexada a ESTE GRUPO DAS FRASES.”

=GERALDO MAIA: ”Proferiu a frase, de improviso, por ocasião dos “ATOS SOLENES DA ASCRIM” na AGE 06B, no dia 28.07.2016. A mídia gravada pela TCM será anexada a ESTE GRUPO DAS FRASES.”

=JOSÉ ROMERO ARAÚJO CARDOSO: “Terra dos Monxorós, colonizada inicialmente por Religiosos Carmelitas, relicário de grandes e sagradas causas humanas guiadas pelo estoicismo de sua gente impávida e guerreira.” (26.07.2016).

=LEMUEL RODRIGUES DA SILVA:

=MILTON MARQUES MEDEIROS: ”Proferiu a frase, de improviso, por ocasião dos “ATOS SOLENES DA ASCRIM” na AGE 06B, no dia 28.07.2016. A mídia gravada pela TCM será anexada a ESTE GRUPO DAS FRASES.”

=RICARDO LOPES:Embora não seja escritor, deixou o seu LIVRO, “LEGADO”, DE FOTOS, NA SUA VISÃO, ENFOCANDO A TEMÁTICA DO FOPHPM”por ocasião dos “ATOS SOLENES DA ASCRIM” na AGE 06B, no dia 28.07.2016.

=TANIAMÁ VIERA DA SILVA BARRETO: “Interpelo: Mossoró, tu que és a curva do significado da história de luta do seu bravio povo, qual é o ponto de conexão da sua verdadeira origem com os labirintos imaginários dos seus historiadores? Seriam os traçados geodésicos das suas revoluções cartográficas? Ou as marcas lineares e compactas dos dizeres euclidianos? Estas são indagações que me inquietam e aguçam minhas incertezas sobre o(s) significado(s) da historiografia do povoamento de Mossoró. Contudo, sou adepta do pensamento de F. Roosevelt: “Sempre que te perguntarem se podes fazer um trabalho, responde que sim e te ponhas em seguida a aprender como se faz”. Estou compondo o Fórum Permanente da Historiografia da Origem e Continuidade do Povoamento de Mossoró, aprendendo como se faz.”(27.07.2016).

=WILSON BEZERRA MOURA(COORDENADOR DA COFOPHPM):”A História não só relata os fatos, como  demonstra a realidade de acontecimentos marcantes na sociedade e engrandece a humanidade em seus diferentes tempos pelo que fez e produziu."(27.07.2016).

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,
FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO, PRESIDENTE DA ASCRIM

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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