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domingo, 11 de maio de 2014

LANÇAMENTO DE LIVRO – HISTÓRIA DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL, VITÓRIA NA FRENTE OCIDENTAL, DE MARTIN MARIX EVANS

Publicado em 08/05/2014 por Rostand Medeiros

O lançamento da M.books deste mês examina as táticas de combate preferidas pelos alemães e pelos Aliados, em um trabalho conjunto de comando e controle da artilharia, dos tanques, da infantaria e da aviação, que atingiu um nível de sofisticação jamais visto naquela época.

No início de 1918, as inovações técnicas na fabricação de tanques e aviões, e a entrada dos Estados Unidos na guerra, foram decisivas para a derrota da Alemanha em algumas frentes de batalha. A vitória só poderia ser conquistada com o uso imediato da nova e poderosa tática de combate: a “fire-waltz”, a barreira de fogo da artilharia, e do ataque das tropas de choque da infantaria.

Este livro traz o relato das batalhas na França no último ano da Primeira Guerra Mundial, em uma narrativa envolvente com depoimentos vívidos das trincheiras e dos campos de batalha feitos pelos soldados e oficiais de todas as nações, que participaram da guerra. À medida que os exércitos opostos avançavam e recuavam em meio a batalhas em lugares inóspitos e em circunstâncias adversas, Martin Evans mostra a importância dos progressos técnicos e das novas estratégias para derrotar o inimigo.

SOBRE O AUTOR: MARTIN MARIX EVANS: é historiador especialista em temas militares. Além da pesquisa e de trabalhos acadêmicos sobre a Guerra dos Boêres, a Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial, Martin trabalhou com pesquisadores locais no campo de batalha de Nasaby por mais de uma década. É autor de Passchendale: The Hollow Victory e Somme 1914-1918: Lessons in War, além de livros sobrea experiência dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial.

http://tokdehistoria.com.br/2014/05/08/lancamento-de-livro-historia-da-primeira-guerra-mundial-vitoria-na-frente-ocidental-de-martin-marix-evans

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Um livro para ler e guardar – Casa Grande e Senzala

Publicado em 25/12/2013 por Rostand Medeiros
 

Este é um daqueles livros que são imprescindíveis para o conhecimento da história deste país. É daqueles para ler e guardar.

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O livro Casa Grande e Senzala, de Gilberto Freyre, trata de abordagens inovadoras de vida familiar, dos costumes públicos e privados, das mentalidades e das inter-relações étnicas e revela mum painel envolvente e deliciosamente instigante da formação brasileira no período colonial.

O livro foi relançado em 2003 (o original foi publicado em 1933) e conta com 736 páginas.

Ao ler, você vai conferir

* Da arquitetura real e imaginária da casa-grande e dos fluxos e refluxos do cotidiano da família patriarcal, emergiram traços da convivência feita de intimidade e dominação entre senhores e escravos e entre brancos, pretos e índios que marcaram para sempre a sociedade brasileira.

* Valorizando o papel do negro na história brasileira, exaltando a miscigenação racial, desmistificando preconceitos e reconhecendo a originalidade de nossa cultura, tipicamente tropical, o livro caiu como um meteoro nos meios intelectuais.

* O autor tenta desmistificar a noção de determinação racial na formação de um povo e, com isso, refuta a ideia de que no Brasil se teria uma raça inferior, dada a miscigenação que aqui se estabeleceu.

* A linguagem do autor tinha uma irreverência desconhecida nas letras brasileiras, por vezes um tom de gozação, que chegou a provocar protestos de algumas correntes mais conservadoras.

* Para compor a obra, foram utilizados diários esquecidos, receitas de bolos e doces, análise de práticas cotidianas como o cafuné e a retirada de bichos-do-pé, nas quais se revelavam um exacerbado sensualismo.

* Setenta anos e muitas edições depois, o livro continua repercutindo. Menos por sua consagração como uma das obras fundamentais do pensamento brasileiro e mais porque o livro, como queira o autor, mantém-se vivo e contemporâneo.

Fonte - https://www.facebook.com/historiadigital

Extraído do blog Tok de História do historiógrafo Rostand Medeiros

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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Salve Olinda!!! - Dé Araújo, está na Bienal

 

O preço por ocasião do lançamento será de R$ 40,00 (Quarenta reais). 
Aquisição, via correios, acrescido do valor de R$ 10,00 (Dez reais) correspondente as despesas com envio. 
Total: R$ 50,00


Pedidos devem ser enviados para o e-mail do autor: geraldoferraz@uol.com.br ou tel (81) 9976-9216

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Trouxe lá do Cariri Conheça a história de Aurora, (CE) através da linhas de João Tavares Calixto Jr.


Um trabalho de cerca de dois anos de pesquisa, para um resultado documentado da história do município de Aurora. Importantes momentos são contados no livro "Venda Grande D´Aurora", do professor João Tavares Calixto Júnior. O autor é natural da cidade e pretende, com o livro de 300 páginas, deixar para os pesquisadores e estudantes uma fonte que mereceu um trabalho exaustivo.

A descrição de grandes acontecimentos de forma exaustiva, como a invasão da cidade por cangaceiros, promovendo uma verdadeira carnificina e a morte de grandes personalidades, como o da mártir Francisca, venerada por uma grande parcela da população como santa, estão descritos no trabalho. Os assassinatos que repercutiram e marcam a história da cidade, em alguns casos, têm até registros dos processos.

O autor destaca a importância de levar às novas gerações os registros dos principais acontecimentos, no sentido de contribuir para engrandecer a cidade. "Quero deixar essa mensagem, de que não precisamos ficar no ostracismo", afirma. Resgatar essas passagens históricas, muitas vezes fez o autor se deslocar para outras cidades, à procura de documentos. "Um mergulhar nos acervos para resgatar, de forma mais abalizada, todo o processo de construção da cidade e suas grandes personalidades", diz o escritor.

O livro, segundo ele, traz os principais apanhados históricos da cidade, de forma cronológica, desde a data da concessão da 1ª sesmaria, de 1702, até o ano da comemoração do primeiro centenário do município, em 1983. O trabalho, enfatiza o professor, é um traçado baseado em documentos histórico. "É um livro científico, em que se pretende trazer questões, não dentro de um registro oral ou apenas voltado ao aspecto folclórico, misticismo ou populismo", explica. Para João Calixto, Aurora é um município que contribuiu em vários segmentos para o cenário cearense e mundial, com as atividades do seus filhos ilustres, e tem a história contada de forma fragmentada.

A morte do filho de Bárbara de Alencar, padre Carlos José dos Santos Alencar, aconteceu em uma área que hoje é território do município de Aurora, no Sítio Serra dos Macacos. A hecatombe de 1908, conhecida como uma das maiores tragédias do coronelismo em nível de Nordeste, foi registrada na cidade. Aurora foi invadida por 600 cangaceiros, onde houve uma verdadeira carnificina. Segundo o autor, os cangaceiros vieram a mando de diversos coronéis, que se juntaram com armamentos e homens para a derrubada do coronel de Aurora, Teixeira Neto, em virtude de uma vingança política provocada pela morte de um filho de Marica Macedo. Essa história era contada antes de forma fragmentada, conforme Calixto. Na obra, há a transcrição de muitos historiadores, mas de forma detalhada. 

O livro também traz autos de inventários de diversas personalidades, autoridades antigas, os primeiros moradores, as atas das sessões da Câmara, os livros de tombo das paróquias, registros de batismos e casamentos. Todo esse material foi pesquisado, no intuito de se deter a uma análise da genealogia dos primeiros moradores do município.

Outro crime de repercussão detalhado no livro, além da morte da mártir Francisca, em 1958, conhecida como santa popular em Aurora, aconteceu em 1874, quando o padre Joaquim Machado da Silva foi acusado de assassinato na Vila das Lavras. Ele chegou a ser preso e condenado por tirar a vida de um homem, com um golpe de faca no peito. O assassinato está detalhado no livro, com base no processo original, encontrado no arquivo público do Estado. As páginas foram fotografadas, com transcrição para o livro. O lançamento contará com a presença de escritores, personalidades de Aurora, amigos familiares e entusiastas dessa história da cidade.

"Venda Grande D´Aurora", de João Tavares Calixto Júnior. Para adquirir este livro entre em contato com o autor através do email: joaojrbio@gmail.com ou dos fones (88) 3511-2430 / 9906 - 3789.
Resenha de Elizângela Santos

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Outra leva de novidades...



...E relançamentos que compõem a mini bienal do maior encontro de cangaceirólogos do Brasil

Lampião, morreu assim pela 4ª vez

Lampião foi envenenado?

Esta pergunta tem sido feita com muita constância pelos pesquisadores interessados na vida de Lampião. E a resposta foi dada pelo médico Dr. Leandro Cardoso duramente apresentação dos resultados de seus estudos a este respeito, através das analises feitas sobre os prováveis venenos utilizáveis à época, e seus respectivos efeitos nas vítimas, contribuindo assim para elucidar as questões levantadas a este respeito.

O mesmo trabalho encontra-se transcrito na integra no presente livro, e foi apresentado em primeira mão na 2ª edição do Cariri-Cangaço.



Alguém traiu Lampião? A entrevista feita com Joca Bernardo, traz a resposta a esta pergunta, dada de viva voz pelo mesmo ao autor deste livro, reincidente entre os estudiosos do assunto.

• Valor de lançamento : R$ 45 (Quarenta e cinco reais)

"Dé Araújo" será imortalizado por Geraldo Ferraz


Trata o presente trabalho, em especial, da biografia, resumida, de um cidadão sertanejo, que, achando-se injustiçado, resolveu pegar em armas para executar sua vingança. Na sua espetacular trajetória de vida, tornou-se cangaceiro – ao ingressar no grupo liderado pelo Sinhô Pereira incorporou-se a Força Pública de Pernambuco, virou desertor, reassumiu as fileiras do cangaço – mais uma vez sob o comando do Sinhô Pereira e, logo  a seguir, ficou sob a chefia do temível Lampião -, até o momento que não mais compactou com os bandoleiros, e, finalmente, sendo convencido por familiares e amigos, a tentar a sorte no Sudeste brasileiro, se incorporou no Regimento de Cavalaria da Força Pública de São Paulo e tornou-se um militar exemplar.

• Valor de lançamento R$ 40 (Quarenta Reais).

Aninha e Paulo resgatam um capitulo perdido



Sítio dos Nunes de Flores, vive Saga cangaceira é o fruto da parceria entre a professora e pesquisadora Ana Lúcia Granja e Paulo Medeiros Gastão.

Um relato de crimes praticados por cangaceiros no distrito de Sítio dos Nunes, Estado de Pernambuco. O Processo é instaurado na Comarca de Flores e se passa no ano de 1928. 

Este documento encontra-se na integra, sendo o primeiro a ser lançado para deleite dos leitores do cangaço em território nacional.

Lembramos aos aficionado do cangaço que a tiragem da 1ª edição é limitada. Sendo de agradável leitura e trazendo fatos nunca descritos desde o primeiro livro que retrata o cangaço.

• Valor de lançamento R$ 15,00 (Quinze reais)

Posteriormente faremos a divulgação e forma de aquisição para os rastejadores de todo país. E como bem disse o confrade Honório de Medeiros - " Preparem os corações e mentes, aficionados da história do Sertão nordestino: Vem aí o...


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terça-feira, 20 de agosto de 2013

O LIVRO DO FOTÓGRAFO JAECI GALVÃO

Publicado em 20/08/2013 por Rostand Medeiros
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Para aqueles que gostam da história da capital potiguar (e creio que para grande parte da minha geração) certamente a maior referência quando se desejava conhecer como era Natal no passado, sempre foi contemplar o maravilhoso trabalho do fotógrafo Jaeci Galvão.

Não quero dizer que os trabalhos de Bruno Bougard, Manuel Dantas, João Alves de Melo e outros fotógrafos que clicaram a terra potiguar não merecem respeito e consideração. Longe disso. Apenas quero dizer que para mim, foi vendo o trabalho de Jaeci, que sonhei com uma Natal que não existe mais e não conheci.

O trabalho deste homem é de tal forma uma referência, que ao observarmos muitas das fotos antigas que ele realizou, contemplamos com maior nitidez a nossa história.

Agora o trabalho e a vida de Jaeci Galvão está em um maravilhoso livro, realizado pelo seu filho, o igualmente talentoso Fred Galvão.  Intitulado “JAECI, O DIVINO DA FOTOGRAFIA”, a obra possui 278 páginas, com muitas fotos do trabalho de Jaeci Galvão junto a nossa sociedade, fotos históricas da cidade de Natal e instantâneos que mostram toda a vida de um homem que trabalhou buscando o melhor ângulo de uma cidade chamada Natal.

O lançamento de “JAECI, O DIVINO DA FOTOGRAFIA” ocorre nesta quarta feira, dia 21 de agosto de 2013, ás seis da noite, no tradicional Iate Clube de Natal. O valor do livro é de R$ 50,00.

Parabéns ao amigo Fred Galvão por “JAECI, O DIVINO DA FOTOGRAFIA”!

http://tokdehistoria.wordpress.com/2013/08/20/o-livro-do-fotografo-jaeci-galvao/

Não deixe de ler neste mesmo blog do Rostand Medeiros

A HISTÓRIA DO TIROTEIO NO SÍTIO TATAÍRA E A INCRÍVEL RESISTÊNCIA DO CANGACEIRO MEIA-NOITE

Extraído no blog do historiógrafo e pesquisador do cngaço Rostand Medeiros

http://tokdehistoria.wordpress.com
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domingo, 5 de maio de 2013

NOVO LIVRO DO GRANDE JOÃO BARONE


Publicado em 04/05/2013 por Rostand Medeiros
A capa do novo livro de João Barone

João Barone, ou João Alberto Barone Reis e Silva é carioca, torcedor do Fluminense, nascido em 5 de agosto de 1962 e o consagrado baterista da banda Paralamas do Sucesso, junto com Bi Ribeiro e Herbert Vianna.

Além de grande músico, João Barone é um aficionado por assuntos da Segunda Guerra Mundial. Filho de um dos mais de 25 mil pracinhas que lutaram na Itália, afirma que as narrativas das experiências vividas pelo seu pai naquele conflito eram um assunto comum em sua casa. Com o passar do tempo Barone ampliou e aprofundou o conhecimento sobre o tema e agora está lançando o seu segundo livro sobre o maior conflito da história da humanidade. Intitulado 1942 – O Brasil e sua Guerra Quase Desconhecida, já tem lançamentos agendados nas seguintes datas e locais;

Porto Alegre: 9/5, Fnac Barra Shopping, às 19:39hrs;
Curitiba: 13/5, Saraiva Krystal Shopping, às 19:39hrs;
Recife, 16/5, Saraiva Riomar Shopping, às 19:39hrs;
Salvador: 20/5, Saraiva Salvador Shopping, às 19:39hrs;
Rio: 21/5, Livraria da Travessa Shopping Leblon, às 19:39hrs,

Além do lançamento de 1942 – O Brasil e sua Guerra Quase Desconhecida (Nova Fronteira, 288 páginas, R$ 35,90), João possui junto com seu irmão um núcleo de projetos onde estão produzindo um documentário intitulado O Caminho dos Heróis (o segundo que ele produz sobre o Brasil na guerra) e em breve vão realizar uma mini série sobre o assunto, que certamente terá extrema qualidade.

Em 1942 – O Brasil e sua Guerra Quase Desconhecida, João Barone revela e analisa a participação do Brasil no conflito que sangrou o mundo. Dirige sua pesquisa pelo passado do pai e do país para unir dados, curiosidades e histórias emocionantes de uma campanha incrível que muitas vezes o próprio brasileiro desconhece. Em um encontro que tivemos recentemente, o autor me comentou que este seu livro se destinava a apresentar interessantes informações para aqueles que não tem muito conhecimento sobre este assunto e ajudar a diminuir grande parte do desconhecimento existente sobre o tema.


Neste tocante o novo livro de Barone vem bem a calhar, pois a participação da Força Aérea e da Força Expedicionária Brasileira nos campos da Itália, mesmo sendo forças de combate relativamente pequenas, possuí sua importância histórica, onde estes homens e mulheres representaram bem o nosso país, o único entre os Sul-Americanos a ter enviado tropas e lutado na Europa.

Entretanto as mudanças políticas ocorridas no Brasil, principalmente após 1964, fizeram com que muitos se desinteressassem pelo tema e até mesmo desprezassem aqueles que desejavam aprofundar estudos e pesquisas. No passado as pessoas que gostavam deste assunto eram facilmente taxados de belicistas, direitistas, adoradores da ditadura e por aí vai!

Eu moro na cidade Sul-Americana que teve a maior e mais efetiva participação neste conflito e anteriormente percebia claramente que aqui, afora alguns círculos específicos, não havia tanto interesse no debate mais aprofundado em relação ao tema e na produção de materiais informativos. Já no meio acadêmico local era normal uma maior carga de questionamentos por parte dos mestres e quando alunos desejavam seguir pesquisando e produzindo sobre este tema, era normal existir uma certa decepção nos rostos destes.

João ao lado de um caça P-47 da FAB que atuou na Itália

Felizmente nos últimos anos a visão sobre a pesquisa em relação a participação de nosso país na Segunda Guerra Mundial sofreu muitas mudanças. Foram lançados muitos livros, documentários, filmes e criados grupos de pesquisa que lutam pela preservação desta memória. Mesmo sendo questionável a qualidade de muito do que foi produzido, não podemos esquecer que foi bastante aprofundado o conhecimento do conflito humano, dos problemas, anseios e sofrimentos pelo que passaram aqueles mais de 25 mil brasileiros que estiveram na Itália. Através desta mudança se conheceu com maiores detalhes as sagas e dores dos que sofreram os ataques de submarinos nazifascistas, ou perderam parentes nos afundamentos dos navios brasileiros e o papel da Marinha do Brasil no conflito.

Sem dúvida que na história da minha cidade, a Segunda Guerra Mundial é o período no qual Natal sofreu suas maiores e mais acentuadas mudanças em sua demografia, no comportamento de sua gente, na sua cultural, em sua economia e em outras situações. E por aqui ainda existe muita coisa para se pesquisar.

Através dos materiais  sobre a Segunda Guerra Mundial que publiquei no nosso blog Tok de História, um dia recebi uma mensagem do João Barone e a partir daí iniciamos uma série de contatos, que culminou em um proveitoso encontro aqui em Natal, na última oportunidade que os Paralamas do Sucesso tocaram em nossa cidade.

João Barone o autor deste blog, após o último show dos Paralamas do Sucesso na capital potiguar

Conheci uma pessoa muito simples, acessível e me espantou o quanto ele é extremamente conhecedor da história da participação brasileira neste conflito. Pelo devotamento que João Barone dedica ao estudo, atenção e zelo pela pesquisa deste assunto, certamente que seu novo livro 1942 – O Brasil e sua Guerra Quase Desconhecida será um sucesso e terá destaque na minha estante.

Rostand Medeiros
Natal, Rio Grande do Norte

Extraído do blog "Tok de História" do historiógrafo e pesquisador do cangaço: Rostand Medeiros









sexta-feira, 19 de abril de 2013

Novo livro na praça Professor da Univasf revela registros e singularidades do cangaço de Lampião.


Dois anos de pesquisa, mais de 200 livros consultados, 203 entrevistas realizadas são alguns dos subsídios que deram origem à obra Lampião: Um Estudo de Buscas e Essências. O livro de quase 700 páginas, escrito pelo professor da Univasf - Universidade Federal do Vale do São Francisco, Aroldo Ferreira Leão reúne registros de um dos mais conhecidos personagens do sertão nordestino, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, contextualizando-o em uma abordagem cronológica das histórias que envolveram o cangaço no ambiente sertanejo do início do século passado. A primeira edição, publicada pela Editora Bagaço.

As informações extraídas de jornais da época, uma ampla pesquisa bibliográfica e em arquivos públicos, e centenas de anotações advindas dos depoimentos dos entrevistados por Aroldo Leão, estão compiladas em 19 capítulos que abrangem estudos e relatos e que resultaram em literatura com foco na cultura nordestina e traços do tempo do cangaço. Fatos que até hoje inspiram historiadores, repentistas e o povo sertanejo.


“A minha literatura é antes humana, cuja temática é para engrandecer o sertão, é também um resgate de nossa cultura que merece ser preservada”, frisa o autor. Ele ressalta ainda: “Parte do acervo documental utilizado na minha pesquisa poderá ser perdido”, alerta Aroldo. Ele explica: “Os originais depositados em arquivos públicos, que também foram fontes de consulta para este trabalho, estão mal conservados, esfarelando”, revela.

Entre os dados apresentados no livro está o registro da primeira vez que Lampião é citado pela Imprensa. Segundo Aroldo, foi em 1922, no Jornal Diário de Pernambuco que “copiou notícia publicada no Diário de Alagoas,” disse. O livro também exibe ilustrações e reproduções de fotografias e documentos. Dá destaque a capas de folhetos de cordel, revistas e jornais, títulos e reportagens com referências a Lampião. Imagens que enfocam raridades como momento de descontração no cangaço, até a famosa cena das decapitações.

Lampião: Um Estudo de Buscas e Essências é essencialmente o encontro desses registros orais e documentais com as percepções do autor; narrativa das viagens e passagens do cangaceiro mais famoso do país que enveredou pelos estados do Nordeste e que figura como um dos mais populares símbolos da região, presente na música, na poesia e no imaginário popular.

Resenha de Klene Barreto de Aquino
www.univasf.edu.br

Interessa? O livro tem 700 páginas. Preço R$ 75,00 (Setenta e cinco reais) com frete incluso, para todo o Brasil. Onde comprar? Com o revendedor oficial Professor Pereira através do E-mailfranpelima@bol.com.br ou pelos tels. (83) 9911 8286 (TIM) - (83) 8706 2819 (OI).

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Novo livro na praça - Lampião em Alagoas


"Lampião em Alagoas" foi escrito pelo já consagrado escritor, romancista, pesquisador e historiador Clerisvaldo B Chagas, em parceria com o professor e pesquisador Marcello Fausto.

Tive a grata satisfação de receber das mãos de um dos protagonistas desse trabalho, o professor Marcello Fausto, a obra, logo que saíu do “forno”. Posso abalizar o trabalho como sendo um riquíssimo teor literário e histórico para Alagoas.

Clerisvaldo B Chagas - Foto Vandécio Gomes www.maltanet.com.br

O assunto Cangaço de há muito vem sendo discutido em todo o Brasil e até no exterior. Quase sempre dividido entre a paixão e a revolta, muitos foram os escritores que falaram dos cangaceiros nordestinos. Mas poucos foram os que buscaram se aprofundar no assunto a fim de passarem, de uma forma imparcial, para os sequiosos pelo tema a verdadeira história de um dos piores momentos vividos por esta região, que muitas vezes pareceu ter sido fadada ao sofrimento eterno.

Lampião em Alagoas é o primeiro livro que fala exclusivamente da história da passagem de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, e seu bando, por terras alagoanas.

Como citam os autores, “os veteranos escritores do cangaço, ávidos por novidade, não irão encontrá-las em nosso trabalho, cujo mérito está apenas na organização sequenciada do que já foi dito por vários pesquisadores do estado e fora dele”. Esta obra é interessante pela forma como está sendo apresenta, cronológica e didática, facilitando assim a leitura, sobre a passagem do maior líder do cangaço de todos os tempos no sertão de Alagoas na década de 30.

*Resenha de Sérgio Campos
O livro tem 468 páginas. 

Preço R$ 55,00 (Cinquenta e cinco reais) com frete incluso, para todo o Brasil. 
Onde comprar? 
Com o revendedor oficial e "exclusivo" Professor Pereira através do E-mail franpelima@bol.com.br ou pelos 
tels. (83) 9911 8286 (TIM) - (83) 8706 2819 (OI)

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sábado, 15 de dezembro de 2012

Convite!!!


Lançamento do livro "Lembrar e Escrever, não é só querer..." de autoria do  Manoel Cavalcanti de Souza o ex-volante"Neco de Pautilia".


Finalmente o sonho se realiza. O evento ocorrerá no dia 21 de dezembro de 2012, as 18 horas, no Espaço Cultural João Boiadeiro, Floresta-PE. 
Para maiores informações e aquisição de exemplares, falar com Alaíde Cavalcanti (filha de Seu Neco) , Contatos Fone (87) 9927 5853. por email:alaidecavalcanti@hotmail.com

Créditos da informação:

Arthur Denis Carvalho

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sábado, 24 de novembro de 2012

Falando nisso... Luiz Cazuza

Por: Ângelo Osmiro Barreto

Luiz Cazuza e as rapaduras de Lampião

LUIZ CAZUZA

No ano de 1999 recebi convite do meu amigo Paulo Medeiros Gastão, primeiro presidente da SBEC (Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço) para participar d Tributo a Virgulino, evento a ser realizado em Serra Talhada, no Estado de Pernambuco, coordenado pelo escritor William. Combinamos de nos encontrar no sertão pernambucano, já conhecia Paulo de algum tempo, entretanto somente através de telefonemas ou cartas.

Paulo Medeiros Gastão

Até então, também não conhecia os locais onde aconteceram alguns episódios da história do cangaço, somente os livros eram minhas fontes de pesquisa.

Cheguei à Serra Talhada, ainda na sexta-feira, acompanhado de minha esposa, Socorro, grande incentivadora das minhas pesquisas.

No sábado pela manhã nos dirigimos à Fazenda São Miguel, reduto da família Saturnino/Nogueira, sem conhecermos ninguém. Saímos perguntando e acabamos encontrando o local do evento. Como estava ansioso para conhecer os locais que tanto me fascinavam nas leituras,    chegamos muito cedo à Fazenda São Miguel, local do Tributo a Virgulino naquele ano.


Estava entretido olhando as fotos expostas na parede do clube da fazenda, quando se aproximou de mim e de minha esposa, um senhor já bastante adiantado nos anos, mas de uma simpatia ímpar. Perguntou de onde éramos e o que estávamos fazendo ali. Quando respondemos de onde vínhamos e o que viéramos fazer em Serra Talhada, aquele senhor do riso fácil, disse não acreditar que havíamos viajado do tão longe para conhecermos aquelas histórias. Com sua espontaneidade não foi difícil para minha esposa à aproximação com as pessoas do lugar. Aquele senhor começou a nos mostrar os personagens daquelas fotos expostas na parede. Como principiante nas pesquisas em loco, fiquei encantado quando ele falou que era sobrinho de José Saturnino das Pedreiras, o primeiro inimigo de Lampião, estava convivendo com gente que fez da história, até então só conhecia as histórias dos livros, era fascinante.

Zé Saturnino - maior inimigo de Lampião

A empatia foi tão mágica que naquela mesma noite, dormimos na casa de uma filha sua, casada com um sobrinho, Ilma e João, dois irmãos que ganhamos nas veredas do sertão.

Havíamos nos hospedados no hotel em Serra Talhada, planejávamos voltar no final da tarde para dormirmos e retornarmos à Fazenda no dia seguinte para o encerramento da programação. Entretanto aquela gente que acabávamos de conhecer, simplesmente não nos deixou voltar, fomos acolhidos com uma simpatia e hospitalidade tão grande que não nos deixaram ir mais para o hotel, ficamos hospedados na casa de João e Ilma durante toda realização do evento. Foram dois dias maravilhosos que jamais se apagarão de nossas memórias, de vez em quando recordamos com uma saudade maravilhosa àqueles dias. Depois disso já estivemos várias vezes na Fazenda São Miguel, sempre muito bem recebidos, mas o encanto daquela primeira vez é inesquecível.

Luiz Cazuza

Esse preâmbulo é para falar na figura ímpar do seu Luiz Cazuza, aquele simpático senhor do começo dessa história, uma pessoa que desfruta do maior carinho de todos aqueles que tiveram o prazer de conhecê-lo, e eu sou um deles. 

Seu Luiz foi contemporâneo de cangaceiros, quando era adolescente, conheceu o jovem Virgulino Ferreira, o famoso Lampião.

Percorremos juntamente com seu Luiz Cazuza e João Nogueira, seu sobrinho e genro, toda aquela região onde ocorreram várias peripécias do cangaço, algumas vezes também acompanhado de seu filho o escritor José Alves Sobrinho.

Manoel Severo e João Gomes de Lira

Visitamos Neco de Pautilha e Tenente João Gomes de Lira, ex-volante que deram combate com cangaceiros, dona Minô (filha de Zé Saturnino) e outras pessoas da região, nos deliciávamos e aprendíamos com aquelas conversas impressionantes entre aquelas remanescentes de uma época tão rica de história para o nosso Nordeste. Era a histórias ali, passando na frente dos meus olhos. 

Em 1910, seu Luiz Cazuza completou século de vida, uma dádiva de Deus. Luiz Alves de Barros, o Luiz Cazuza nasceu no dia 06 de setembro de 1910, na Fazenda Pedreira no município de Serra Talhada, no sertão pernambucano, filho de José Gomes de Barros e Maria Alves de Barros. Era sobrinho de Zé Saturnino da Pedreira, o primeiro inimigo de Lampião. Casou-se com Dona Tereza Alves de Barros, sua prima, em 1935, com quem teve onze filhos. Na juventude era conhecido nas ribeiras do Pajeú como exímio tocador de harmônica, animador de festas nas ribeiras do sertão pernambucano.

Presenciou quando adolescente as escaramuças entre seu tio e padrinho Zé Saturnino e o cangaceiro Lampião, Saturnino era irmão de sua mãe.

Morando naquelas ribeiras não poderia ficar à parte das brigas entre seu tio e o famoso cangaceiro, conversamos inúmeras vezes com seu Luiz Cazuza, sempre nos encantando com suas histórias sobre o cangaço, sobre o sertão, sobre o seu amor aquela terra que o viu nascer, crescer e envelhecer.

Deixaremos registradas aqui algumas dessas histórias relatadas pelo meu amigo Luiz Cazuza, a propósito, quando nos conhecemos ele me apelidos de Luiz Pedro do Retiro, o velho cangaceiro que acompanhou Lampião por longos anos, e que seu Luiz também conheceu.

No final da tarde daquele longínquo ano de 1927, quando seu Luiz já se preparava para o jantar, que no sertão daquele tempo era feito muito cedo, de repente aponta Genésio Vaqueiro, um sertanejo das redondezas, meio assustado e um tanto apressado. Trazia um recado de ninguém menos que Lampião, o terro do sertão. O chefe bandoleiro mandava dizer que precisava falar urgente com Luiz Cazuza.

O jovem Luiz ficou assustado, afinal seu tio era inimigo de Lampião, apesar dele pessoalmente, assim como seu pai, não haver se envolvido diretamente na briga, o recado era para meter medo. Não comparecer ao chamado era uma imprudência sem limite, apesar do medo o jovem sertanejo atendeu de pronto ao chamado.

Lampião o aguardava em lugar conhecido por Cacimba do Gado, local demarcado, dirigiu-se rapidamente para lá, encontrou uma cena que jamais esqueceria, Lampião acompanhado de mais quatro ou cinco homens, todos maltrapilhos e aparentando cansaço e fome.

Aquele pequeno grupo era o remanescente do numeroso contingente que havia atacado a cidade de Mossoró e apavorado o Rio Grande do Norte, os homens estavam em estado lastimável.

Lampião já conhecia Luiz e toda sua família, sabia do seu parentesco com Saturnino, afinal de contas haviam sido vizinhos, a propriedade de seu pai fora vizinha a fazenda dos Nogueira.

A primeira pergunta que Lampião fez, foi saber como andava Zé Chocalho, apelido depreciativo pelo qual tratava José Saturnino, por conta das brigas existentes entre eles. Luiz respondeu que fazia tempo que não o via, tentando não prolongar o assunto.

Lampião expõe seu problema, disse estarem vindo de longe, estavam com fome, precisavam de mantimentos, perguntou ao jovem sertanejo o que teria para comer.

O sertanejo das ribeiras do Pajeú, disse não saber se por sorte de Lampião ou sua, acabara de comprar uma carga de rapadura para vender, e traria logo, logo, era só o tempo de ir buscar. Junto às rapaduras Luiz trouxe também queijos à vontade, o que agradou muito ao rei do cangaço. Recebidos os mantimentos, Lampião tirou do bolso um maço polpudo de dinheiro, conta, reconta e põe novamente no bolso, pedindo a Luiz Pedro para pagar, alegando não ter dinheiro trocado para efetuar o pagamento.

Nessa hora seu Luiz disse que o medo aumentou, pois a reação de Luiz Pedro, o cangaceiro do Retiro, foi surpreendente, reclamou de Lampião pela sovinice e ainda perguntou para que Lampião queria tanto dinheiro, para levar para o inferno? 

O cangaceiro Luiz Pedro

Perguntou Luiz Pedro ao Chefe. Mesmo assim Luiz Pedro retirou um maço de notas do bolso e repassou para Luiz de Cazuza sem contar. Seu Luiz guardou o dinheiro, também sem contar, queria mesmo era deixar aquele lugar, sair do meio daquelas feras, qualquer minuto a mais era correr perigo. Lampião dispensou a presença de Luiz e agradeceu o serviço prestado pelo sertanejo.

Chegando a sua casa, já aliviado por sair do meio daquele covil de feras, Luiz Cazuza foi contar a quantia recebida e se surpreendeu, o dinheiro recebido dava para comprar pelo menos dez cargas de rapaduras, mas seu Luiz ainda hoje conta, o medo que teve naquela tarde, passada na companhia dos cangaceiros de Lampião, dinheiro nenhum pagaria aquela aflição.

Outra história curiosa que nos foi contada pelo seu Luiz Cazuza, aconteceu também na Fazenda São Miguel.

Estava em casa descansando da labuta diária, ao longe viu se aproximando uma volante, quando "a força" chegou, percebeu que a maioria dos soldados não eram da região, e sim do Recife, segundo seu Luiz, "cabras pé de moça", ou seja, não eram acostumados com a caatinga, estavam vestidos e calçados desapropriadamente para percorrer as veredas do sertão. Os soldados calçavam botas, o que chamou a atenção do sertanejo.

A volante era comanda pelo sargento Domingos, aproximaram-se da casa da fazenda, e o comandante com toda arrogância que um ser humano pode ter, chamou o jovem Luiz aos gritos, e mandou-o arranjar água para tropa. Luiz foi sem pestanejar e muito menos sem protestar, não era doido para discutir com soldado, isso naquela época era assinar sentença de morte. Feito o serviço, pensando haver  cumprido o que o sargento havia ordenado, Luiz se surpreende com mais gritos do sargento Domingos, abusado ao extremo ordenou que o rapaz fosse buscar mais água, e não demorasse. Mais uma vez Luiz cumpriu as ordens sem reclamar. Entretanto, estava presente naquela tropa um soldado que era originário daquelas plagas, o soldado chamou a atenção do sargento quanto à família daquele rapaz, perguntou se o comandante da tropa sabia de quem aquele rapaz era sobrinho.

O sargento mostrando mais uma vez arrogância, respondeu que não sabia e nem interessava saber. O soldado advertiu ao sargento que ele deveria querer saber, afinal aquele rapaz o qual ele estava aos gritos, humilhando, era sobrinho do Sargento José Saturnino, se ele sonhasse que algum membro de sua família estava sofrendo qualquer tipo de humilhação, ainda por cima de companheiros das volantes, a coisa não iria prestar.

Nesse instante o sargento mudou logo de postura, e se dirigiu ao jovem Luiz perguntando porque ele não havia dito antes que era sobrinho de Zé Saturnino. Nesse instante seu Luiz disse que criou coragem, afinal agora tinha respaldo. E falou com toda confiança e certa soberba. "E ei hei de andar dizendo todo tempo: Sou sobrinho de Zé Saturnino, sou sobrinho de Zé Saturnino, sou sobrinho de Zé Saturnino..."

Seu Luiz Cazuza com o seu riso fácil, disse que naquele momento, após a intervenção do soldado, se sentiu seguro e resolveu tirar uma casquinha com o sargento.

No dia 28 de Março de 2011 Luiz Cazuza deixou esse plano, após mais de um século de existência, com aquele seu sorriso aberto, sua alegria contagiante, certamente encontrará o caminho da Luiz.

Só um capítulo do seu mais recente livro "ASSIM ERA LAMPIÃO e Outras Histórias ", pgs 169/174.

Escaneada por
IVANILDO ALVES SILVEIRA
Colecionador do cangaço
Natal/RN

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