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quarta-feira, 18 de março de 2026

MANOEL DE OTÍLIA (DIREITA), MEMBRO DA TRIBO PANKARARÉ.

Por Geraldo Júnior

Tribo que ainda hoje habita o Raso da Catarina na Bahia e que forneceu inúmeros de seus membros ao bando de Lampião. Destaque para o cangaceiro Gato (Santílio Barros), apontado como um dos mais sanguinários e cruéis cangaceiros de toda a história do cangaço.
A fotografia em questão foi registrada no último mês de abril, na cidade pernambucana de Serra Talhada, terra natal de Lampião.

https://www.facebook.com/GeraldoJunior2017

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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CANGACEIRO JARARACA (José Leite de Santana). Fotografias do CANGAÇO restauradas.

Por Geraldo Júnior

O temível e famoso cangaceiro Jararaca (José Leite de Santana), antigo integrante do bando de Lampião que foi baleado e preso no dia seguinte ao ataque do bando à cidade norteriograndense de Mossoró. A fotografia em questão foi registrada pouco tempo após sua prisão ocorrida no dia 14 de junho de 1927, ou seja, um dia após a tentativa de invasão à cidade, e na imagem podemos observar no peito do cangaceiro um ferimento feito à bala durante o ataque à cidade. A imagem foi restaurada através de IA e pode haver equívocos na restauração, como é o caso da aplicação do ferimento. Me digam o que vocês acharam. Deixem seus comentários.
Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal Cangaçologia.

https://www.facebook.com/GeraldoJunior2017

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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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ACIDENTE...

Por Robério Santos

Anote na agenda: hoje, 18 de março de 2026 completamos 80 anos do maior acidente de trem da história do Brasil. E foi em Sergipe! Exatamente 18:30 (horário do ocorrido), postaremos nosso documentário de 40 minutos. Deixem nos comentários QUERO ASSISTIR e enviarei o link.

https://www.facebook.com/jose.mendes.pereira.52603

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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

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O GOSTO DA FÉ E O PESO DA TRADIÇÃO

Por Valdir José Nogueira de Moura

​No alto sertão do Pajeú, onde o sol madruga para castigar o barro e o orvalho insiste em benzer a caatinga, existe um rito que o tempo não ousou apagar. São 169 anos em que o povo de São José do Belmonte interrompe a lida para erguer os olhos ao seu Padroeiro. Mas, para além das rezas e do incenso que perfuma a nave da igreja, a devoção se manifesta também no brilho do cobre e na brancura do leite.

​Antigamente, quando o novenário chegava ao fim, um silêncio respeitoso dava lugar ao alarido festivo do leilão. E, entre bodes, sacos de milho e bordados finos, um objeto em particular carregava o peso de uma linhagem: a forma com o colossal queijo da Fazenda Oiticica.

Secular e imponente, aquela peça de madeira não servia para o gasto diário. Era uma forma sagrada, despertada apenas uma vez por ano para dar corpo à oferta do Major Joaquim Leonel Pires de Alencar e de sua esposa, Donana. Na cozinha da fazenda, dezoito litros de leite fresco eram transformados, sob o olhar zeloso de Siá Donana, na prenda mais cobiçada da festa.

​O leilão era o palco de um teatro de generosidade e orgulho. Os coronéis e comerciantes, com seus chapéus em riste e o prestígio à flor da pele, entravam em uma disputa onde perder era, na verdade, a maior vitória. O ofertante, vendo sua própria dádiva ser apregoada, empurrava o lance para cima, desafiando o bolso e a sorte. Quantas vezes o Major não viu seu próprio queijo retornar à Oiticica por um preço absurdo, apenas para que o dinheiro servisse à pintura da Matriz ou às toalhas do altar?

​Hoje, aquela forma repousa no silêncio da Casa da Cultura de São José Belmonte. Não molda mais o leite, mas continua a moldar a nossa identidade. Ao olhá-la, não vemos apenas um utensílio de madeira; vemos a herança de um tempo em que a fé se provava na mesa, e a caridade era temperada com o brio de quem sabe que, no Sertão, a tradição é o único patrimônio que a traça não corrói.
https://www.facebook.com/jose.mendes.pereira.52603/posts/pfbid02WZJ9DgX1KJaiR6yA2nQis2wQWowN7yyeL25WyTnJwhUPMW6BLZcvALQ2pdXiYH4l?notif_id=1773853480180184&notif_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

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MEU CADEADO É UM NÓ

Autor José Di Rosa Maria


A minha casa é de pobre,
Eu nunca fui fazendeiro,
Nunca possuí dinheiro,
Nem sou de família nobre,
Não tenho ouro, nem cobre;
Resido num cafundó
Onde só vejo mocó,
Gato, raposa e macaco,
Minha maleta é um saco,
Meu cadeado é um nó.
Ando todo esmolambado,
Mas já me acostumei,
Nunca me endividei,
Porque não compro fiado;
Faltando carne de gado
Escapo com carijó,
Eu aprendi com vovó
Não tropeçar em buraco;
Minha maleta é um saco,
Meu cadeado é um nó.
Meu cantador de viola
Era João Paraibano,
Mas agora é Caetano
Que cantando não se enrola;
Minha fruta é graviola,
Meu passatempo é xodó,
Viver padecendo só
Não é nem será, meu fraco...
Minha maleta é um saco,
Meu cadeado é um nó.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2928509804012273&set=a.125013001028648

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O LIVRO (OU OS LIVROS) DE ADERBAL NOGUEIRA.

Rangel Alves da Costa

Pesquisadores do cangaço Aderbal e Rangel

Muito tem se falado – e até cobrado – acerca de livro sobre o Cangaço escrito por Aderbal Nogueira, renomado pesquisador, cineasta, profundo conhecedor das entranhas não só do mundo cangaceiro, mas também do misticismo sertanejo e da religiosidade matuta. Não esquecendo ainda que Aderbal é também condutor ao conhecimento de tudo isso, vez que suas expedições se tornaram obrigatórias a todos aqueles que desejam pisar no chão e sentir de perto toda a moldura dos sertões cangaceiros, ribeirinhos, beatos e místicos, dentre outros. Todo o material recolhido através de filmagens é transformado em informação acessível a todos, através de seus canais nas redes sociais. Mas o povo sempre quis mais. O desejo do povo é ter em mãos escritos de Aderbal. Até já comentamos – eu e ele - sobre tal possibilidade, mas outro dia o próprio Aderbal fez uma postagem como se quisesse dizer que “talvez”, que “ainda há tempo para que tudo aconteça”. E certamente irá acontecer, pois conhecimento, informações acumuladas e visões realistas dos fenômenos, ele tem de sobra, e principalmente a isenção “desapaixonada” daquilo que pesquisou. Pois bem. Aderbal é escritor da imagem, do som, da voz do outro, das entranhas do sertão e das ribeiras são-franciscanas. Contudo, ninguém se admire se qualquer dia aparecer o primeiro livro de sua lavra, e outros logo em seguida. Eu, na condição de amigo e admirador de Aderbal, sugiro dois enfoques principais em seus dois primeiros livros: as expedições do Cangaço (relatos de suas experiências como guia aos interessados pelos locais e histórias do cangaço), e os confrontos e contrapontos nos depoimentos de cangaceiros, volantes e coiteiros (seria a análise das entrevistas e depoimentos de importantes personagens do cangaço, confrontando os diversos relatos sobre os mesmos temas ou episódios). Apenas uma pretensão de minha parte, mas uma esperança sem fim que assim aconteça. Ou melhor, Aderbal, escreva sobre o que melhor lhe aprouver, mas escreva homi de Deus! Abraço do amigo. Na foto abaixo, eu e Aderbal.

https://www.facebook.com/rangel.alvesdacosta

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INDIGNAÇÃO.

Por Abdias Filho

Enquanto Corisco reverberava sua ira pela região do Baixo São Francisco em Alagoas, em Salvador na Bahia, um tenente da polícia militar daquele estado lê incrédulo e ressentido que outro oficial pegara o homem que ele tanto sonhou capturar. Zé Rufino, que antes de virar caçador de cangaceiro tinha sido sanfoneiro, já somava mais de 20 cabeças no currículo e sonhava entrar para a história como o policial que pegou o Rei do Cangaço.

Quando era sanfoneiro, recebeu dois convites presenciais de Lampião para que virasse cangaceiro. Lampião dizia:

- "Ói, conheço cara de homem valente... você só presta pra duas coisas nesse Sertão; virar 'macaco', ou cangaceiro... depois me diga".

Ele tinha razão, mas Rufino escolheu a farda. E agora, lia entristecido, que outro policial entrou para a história como o matador do Rei do Cangaço... não era justo.

Zé Rufino pensou:

- Já que estão perdendo tempo com comemoração, vou atrás dos chefes que ainda estão vivos, começando por Corisco.

Se você deseja adquirir meu livro LAMPIÃO - OS PRINCIPAIS CHEFES DE SUBGRUPOS, fale comigo no Zap 89 99467-5262 ou adquira pela loja da UICLAP, AMAZON LIVROS OU CLUBE DE AUTORES, pesquisando pelo título do livro.

Para me INCENTIVAR a contar mais histórias como esta, ME SIGA, e entre no meu grupo ESTUDOS DO CANGAÇO!

https://www.facebook.com/photo/?fbid=3388821271291653&set=a.128861163954363

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EX-CANGACEIRA DADÁ, COMPANHEIRA DO EX-CANGACEIRO CORISCO.

 Por Cangaçologia

Ex-cangaceira Dadá, companheira do cangaceiro Corisco "Diabo Loiro", em uma fotografia "restaurada" através de IA.
A fotografia original foi registrada por Benjamin Abrahão em meados da década de 1930. A imagem foi alterada e pode conter equívocos, inclusive foi inserido um sorriso no rosto da personagem que não consta na fotografia original, mas que serve para efeito de curiosidade.
Forte abraço, Cabroeira!
O que vocês acharam?
Obs.: Comentários ofensivos serão excluídos e o responsável banido e denunciado imediatamente. Conto com a colaboração de todos.
SIGAM e CURTAM o canal (Página) Cangaçologia para receber todas as nossas atualizações e ficar a par de todas as histórias e acontecimentos que envolvem a história a respeito do fenômeno cangaço, que aqui serão publicadas.
Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal (Páginas) Cangaçologia.

https://www.facebook.com/photo?fbid=1264257322517687&set=a.419872530289508

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