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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

O CANGACEIRO ZÉ SERENO.

 Por José Mendes Pereira


José Ribeiro Filho - o cangaceiro "Zé Sereno" nasceu em 22 de Agosto de 1913, na Fazenda dos Engrácias, no município de Chorrochó, no Estado da Bahia. Era filho de José Ribeiro e de dona Lídia Maria da Trindade. Sua mãe era irmã dos cangaceiros Antônio e Cirilo de Engrácias.

Dona Lídia também era irmã do cangaceiro Faustino, "Mão de Onça", sendo este pai do terrível cangaceiro Zé Baiano, o ferrador do bando de Lampião.

Zé Baiano andava com um ferro de ferrar animais com as iniciais "JB", as primeiras letras do seu nome. Para suas maldades alheias onde ferrava mulheres e homens, de preferência no rosto. Zé Baiano era primo carnal do cangaceiro Zé Sereno, isto é, pai e mãe eram irmãos dos pais de Zé Sereno. Zé Baiano e Zé Sereno eram primos legítimos do cangaceiro Mané Moreno.

Zé Sereno andou no bando de Lampião com sua esposa Sila, até no dia do massacre na Grota de Angico, onde mataram Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros, sobre o comando do oficial alagoano tenente João Bezerra.

Zé Sereno e Sila saíram ilesos do massacre, isto é, não foram atingidos pelas balas. O ex-cangaceiros Zé Sereno só veio a falecer em 16 de fevereiro de 1981, no Hospital Municipal de São Paulo. Sua mulher Sila faleceu no dia 15 de Outubro de 2005, também na capital Paulista.

Fonte de pesquisas:

http://portaldocangaco.blogspot.com/ do amigo Guilherme Machado


A CHEGADA DE ZÉ SERENO NO BANDO DE LAMPIÃO.

  Por Kinko Peregrine


Zé Sereno e Mané Moreno eram primos entre si. Outros cangaceiros eram primos de Zé Sereno. Eles eram da família do Engrácias.

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O AMOR...

Por Hélio Xaxá

"O amor é um fio de água
Corre manso e deságua
No lago claro do coração...
Sorriso meigo que acalma
Abraço alegre de almas
A face de Deus na sua feição."

https://www.facebook.com/helio.xaxa

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AO POETA CRISPINIANO NETO.

 

Autor José Di Rosa Maria

De verbo e provérbio tens a dominância,
Criador profundo de arranjos líricos,
Acumulador de lauréis empíricos,
Domador das forças da ignorância,
Monge que alastra toda resultância
Das trocas de sono por desenvoltura,
Águia que nos sonhos só galgou altura,
Albatroz falante que nas horas certas,
Nos ares marítimos de asas abertas
Pesca seu sustento no mar da cultura.
***
Imortal poeta, docente dos sábios,
Agrônomo das terras culturais que lavras,
Guardião dos livros, mestre das palavras,
Caçador dos dotes dos ditos ressábios,
Leitor que não ler certos alfarrábios,
Doutor que ministra cursos de leitura,
Defensor de teses para formatura,
Enciclopedista de brios e éticas,
Navio lendário de cargas poéticas
Que transcende as ondas do mar da cultura.
***
Gigantesco Aedo, viva enciclopédia
Que o Guinness book não tomou ciência,
Forma do pensar, luz da sapiência,
Menestrel das classes alta, baixa e média,
Coluna de ouro da Wikipédia,
Bússola dos regentes da Literatura,
Angelim dos templos que o clérigo procura,
Tubarão humano que traga saberes,
Que nada quilômetros bordando dizeres
Nos lençóis aquáticos do mar da cultura.
***
Sabedor ilustre das reais histórias,
Ganhador de avais invés das renúncias,
És para os que vivem das próprias pronúncias
Exemplo verbal que esculpe memórias,
Sem medo do ego das cruéis inglórias
Encaras batalhas sem ter armadura,
General de luta, de honra e bravura,
Pescador de versos vagando à deriva,
Firme no poder da fé positiva
Que salva quem cuida do mar da cultura.
***
Assim como Gandhi foi pra sua gente,
Tu és nosso grande mestre nordestino,
Platão, Aristóteles, São Tomaz de Aquino,
Porém, te serviram o suficiente...
Política na alma, sabença na mente,
Repente nas veias com muita candura
São marcas da tua folclórica figura,
Os livros te deram méritos e valores,
És considerado por nós trovadores
O patrono vivo do mar da cultura.

Autor: José Di Rosa Maria / 10-07-2020.

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LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS.

Por José Bezerra Lima Irmão

 

Depois de onze anos de pesquisas e mais de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos e estudiosos do fenômeno do cangaço o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.

Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.

O autor José Bezerra Lima Irmão

Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.

Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.

Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.

Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.

Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.
O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:

Peça através destes e-mails:

franpelima@bol.com.br

Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345


Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
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