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terça-feira, 2 de outubro de 2018

NOVO LIVRO NA PRAÇA DO ESCRITOR SÉRGIO AUGUSTO DANTAS

Por Sálvio Siqueira

Novo livro na praça que será disponibilizado para o público a partir do próximo mês, outubro 2018, com a marca já registrada do pesquisador/historiador/escritor Sérgio Augusto de Souza Dantas, virá contando o que não foi dito ou escrito sobre Lampião e seu bando em terras paraibanas.

“LAMPIÃO NA PARAÍBA – NOTAS PARA A HISTÓRIA”

O livro ‘LAMPIÃO NA PARAÍBA – NOTAS PARA A HISTÓRIA’ não foi concebido com a intenção de se tornar uma obra revolucionária. O objetivo do autor foi apenas elaborar um registro perene e confiável sobre a atuação do célebre cangaceiro em terras paraibanas. Com 363 páginas e cerca de 90 fotografias de personagens envolvidas na trama - e lugares onde os episódios ocorreram -, o trabalho certamente será de grande utilidade aos estudiosos de hoje e de amanhã. 

Dividido em 19 capítulos, com amplas referências e notas explicativas, tenta-se recontar, entre outros, os seguintes episódios:

“A invasão a Jericó; fazendas Dois Riachos e Curralinho; o fogo da fazenda Tabuleiro; os primeiros ferimentos sofridos por Lampião; as lutas com Clementino Furtado, o ‘Quelé’; combate em Lagoa do Vieira; Sousa: histórico do assalto e breve discussão sobre as possíveis razões políticas para a invasão da cidade; a expulsão dos cangaceiros do município de Princesa; combates em Pau Ferrado, Areias de Pelo Sinal, Cachoeira de Minas e Tataíra; o cangaceiro Meia Noite; Os ataques às fazendas do coronel José Pereira Lima; morte de Luiz Leão e seus comparsas em Piancó; confronto em Serrote Preto; Suassuna e Costa Rego; a criação do segundo batalhão de polícia; Tenório e a morte de Levino Ferreira; ataque a Santa Inês; combates nos sítios Gavião e São Bento; chacina nos sítios Caboré e Alagoa do Serrote; Lagoa do Cruz; assassinatos de João Cirino Nunes e Aristides Ramalho; Mortes no sítio Cipó; fuga de paraibanos da fronteira para o Ceará; confronto em Barreiros; invasão ao povoado Monte Horebe; combates em Conceição; sequestro do coronel Zuza Lacerda; o assalto de Sabino a Triunfo(PE) e Cajazeiras (PB); mortes dos soldados contratados Raimundo e Chiquito em Princesa; Luiz do Triângulo; ataques a Belém do Rio do Peixe e Barra do Juá; Pilões, Canto do Feijão e os assassinatos de Raimundo Luiz e Eliziário; sítios Vaquejador e Caiçara; Quelé e João Costa no Rio Grande do Norte; combates com a polícia da Paraíba em solo cearense; o caso Chico Pereira sob uma nova ótica; Virgínio Fortunato na Paraíba: São Sebastião do Umbuzeiro e sítios Balança, Angico e Riacho Fundo; sítio Rejeitado: as nuances sobre a morte do cangaceiro Virgínio”.

A obra certamente não abrangerá o relato de todas as façanhas protagonizadas pelo célebre cangaceiro no estado da Paraíba. Muito se perdeu com o passar dos anos. Os historiadores de ontem, em sua maioria, não tiveram grande interesse em dissecar os episódios por ele protagonizados no território do estado.

A presente obra busca resgatar o que não se dissipou totalmente na bruma do tempo.

LAMPIÃO NA PARAÍBA – NOTAS PARA A HISTÓRIA, Polyprint, 2018, 363 pgs. Disponível em outubro de 2018.

Sobre o autor: Sérgio Augusto de Souza Dantas é magistrado em Natal. Publicou os livros Lampião e o Rio Grande do Norte – A História da Grande Jornada (2005), Antônio Silvino – O Cangaceiro, O Homem, O Mito (2006), Lampião Entre a Espada e a Lei (2008) e Corisco – A Sombra de Lampião (2015).

Para adquiri-lo entre em contato com o professor Pereira lá em Cajazeiras no Estado da Paraíba através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

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LIVRO VOLTA SECA



A nova edição do livro Volta Seca está vendendo muito desde ontem, quando acabar não venha comprar kkkkk reserve o seu pro WhatsApp 79 98147-2961

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ABDIAS FREIRE ANDRADE

Por Rubens Antonio
 Acima, visto à esquerda, comandando um pelotão volante.
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 Abdias companhando a exumação do tenente Geminiano.
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ANTIGA VILA DE SÃO FRANCISCO.

Berço da família Pereira. Palco de inúmeros episódios envolvendo as famílias Pereira e Carvalho, antigas inimigas. Nesse lugarejo foram batizados nove filhos do casal José Ferreira da Silva e Maria Lopes (Maria Jacoza), entre eles Virgolino Ferreira da Silva que se tornaria anos depois o mais temível e sanguinário cangaceiro da história do cangaço nordestino.

As fotografias anexadas a essa matéria foram gentilmente enviadas pelo amigo Francisco José de Lima “Tico”, membro da família Ferreira, residente em Serra Talhada/PE, ao qual agradeço imensamente pelo apoio e envio do material.

O texto a seguir escrito pelo nosso amigo doutor Helvécio Neves Feitosa descreve com riqueza de detalhes a história da histórica Vila de São Francisco.

Geraldo Antônio de Souza Júnior


HISTÓRIA DA VILA SÃO FRANCISCO

De acordo com o Padre Frederico Bezerra Maciel, em seu livro "Lampião, seu tempo e seu reinado" (Volume I, páginas 50-51, ano 1985):

"A Vila de São Francisco", hoje Pajeú, 5° distrito do município de Serra Talhada, pitorescamente enfileira sua única rua à margem esquerda do rio Pajeú, com setenta e duas casas alinhadas sob refrescantes sombras de frondosos tamarindos. Sua capela, dedicada a São Francisco das Chagas, fica retirada no antes do arruado.


Final da rua principal da antiga Vila São Francisco

A vila era antiga fazenda pertencente ao Alferes Mariano Feitosa, natural de Portugal, donde emigrou para os Inhamuns, no Ceará, e de lá para as margens do Pajeú. Impossível conceber-se indivíduo tão orgulhoso e avarento, como esse tal alferes. Não falava com pobre, não dava a mão a preto. E gabava-se ele que isto era "legítimo brio português"! Os moradores de sua fazenda que morriam tinham que se enterrar em Vila Bela, porque ele não dava, de seu latifúndio, nenhuma braça de terra para construir um minúsculo cemitério sequer. Também, quando morreu, ninguém apareceu. Morreu sozinho, sem reza nem vela, feito bicho, que cristão não era. Três dias fazia, o defunto abandonado, podre, dentro de casa.

Rua principal da Vila de São Francisco.

Antigo Hotel de dona Justa.

Casa da Vila

Ele era avô de Joaquim dos Santos Feitosa, "Joaquinzinho", da fazenda Passagem do Brejo. Francisco Pereira da Silva, um dos filhos de José Pereira da Silva, da fazenda Carnaúba, adquiriu a propriedade por compra e deu-lhe o nome de fazenda "São Francisco". Logo depois, construiu a capela. Era ele grande proprietário de muitas léguas naquela faixa do Pajeú, desde a vila de Santa Maria à fazenda Escadinha. Possuía inúmeros escravos. E, dizem, que guardava, em muita segurança, baús de couro cheios de moedas de ouro. São Francisco é vila histórica, secular, fundada talvez no primeiro quartel do século XIX, pelo mesmo Francisco Pereira da Silva, que doou patrimônio de um quilômetro de terras e traçou a rua à margem esquerda do rio Pajeú que, neste local, deslumbra por seus artísticos amontoados de pedras arredondadas.

Antiga Padaria e palanque das festas da Vila.

Foi cabeça da Comarca de Belmonte, sendo seu primeiro e único juiz de direito o Dr. Augusto Abel Peixoto de Miranda Henriques, irmão do Dr. Adauto, Arcebispo da Paraíba. A sede da Comarca foi transferida para Vila Bela. Enfim teatro de muitas lutas entre Pereiras e Carvalhos.

Na capela de São Francisco foram batizados todos os nove filhos do almocreve José Ferreira da Silva e sua esposa D. Maria Lopes, entre os quais o famoso Virgulino que se tornou "Lampião".

Capela localizada na Vila São Francisco, onde Lampião foi batizado.

Segundo os mais velhos, parece que pesa sobre a vila a lenda de "maldição do alferes", cujo corpo agourento devia ter sido queimado e não enterrado naquelas terras. Realmente, em quatro vezes a desgraça desabou negramente sobre a vila.

Primeira vez. Costumava Nhá Clemência repetir a todo mundo:

- "Isto aqui é terra de Pereira. Aqui Carvalho não toma pé".

Diziam que era caduquice dessa octagenária. O fato é que, certo dia, um Carvalho (José Lopes Dinis Carvalho) foi residir na rua.

Capela do Soldado. 

Francisco Pereira da Silva, em vez de botar o intruso pra fora, juntou a cabroeira e irracionalmente, a golpes de machado e foice, transformou a vila num montão de ruínas. Segunda vez. 1849. Uma tropa, que regressava de diligências policiais na Serra Negra, invade o nascente e próspero povoado....deixando-o em ruínas...apenas a capela e 5 ou 6 casas escaparam à selvagem fúria da soldadesca.

Terceira vez. 1919. O Coronel João Nunes, da Polícia de Pernambuco, incendiou a vila, não escapando desta vez nem a própria capela que foi depredada e seus santos quebrados.

Quarta vez. 1937. Agamenon Magalhães, governador de Pernambuco, idealizara a perenização dos rios sertanejos: Pajeú, Moxotó e Brígida, através de barragens sucessivas como no vale do Tennessee, nos Estados Unidos. Homem de ideia e ação imediata, vexou-se em beneficiar primeiramente sua terra.

Conforme o projeto no papel, a primeira barragem seria no lugar Serrinha, tendo a vila de São Francisco de ser totalmente inundada. Por isso, construiu-se, antes de tudo, outra vila próxima da antiga São Francisco e da futura barragem. Com dupla finalidade: núcleo operário de abastecimento da construção e absorvedouro das famílias da vila São Francisco. Mas, quando se fizeram as sondagens do solo, essas contra-indicaram a construção! Fracasso e prejuízos incomensuráveis! Pior de tudo, a histórica e heróica vila de São Francisco, ou Pajeú, está se desmoronando por si mesma, desintegrando-se pela ação arrasadora do tempo e pela fatalidade. Montões de ruínas de casas desabadas, umas deixando apenas a fachada, sem portas e janelas, em pé, feito fantasmas.

Atualmente (1977) apenas umas quinze casas estão ocupadas por famílias ou pessoas isoladas, paupérrimas, que vivem da agricultura de subsistência".

Pelo visto, a vila de São Francisco foi vítima da "maldição do alferes!"

Por: Helvécio Neves Feitosa

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ICONOGRAFIA DO CANGAÇO.


Por Geraldo Júnior

Em minha opinião...

... essa é uma das mais belas e fascinantes fotografias de Lampião. Nela aparece o cangaceiro Barra Nova II (Manoel Maurício) segurando, ao que parece ser, um tinteiro e Lampião que posa escrevendo, para as lentes da câmera de Benjamin Abrahão Calil Botto.

Um detalhe interessante nessa fotografia é que o chapéu de Lampião não possui as tradicionais estrelas de couro.

Essa fotografia pertence ao acervo particular do escritor e pesquisador Frederico Pernambucano de Melo.

Geraldo Antônio De Souza Júnior

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LIVRO LAMPIÃO NA PARAÍBA - NOTAS PARA A HISTÓRIA

Por Noádia Costa

O mês de outubro se inicia com grande novidade para os apreciadores da historiografia do Cangaço. Em breve teremos o lançamento do livro LAMPIÃO NA PARAÍBA- NOTAS PARA A HISTÓRIA, do pesquisador Sérgio Augusto Dantas.


Quinto livro deste renomado escritor, esta obra vem elucidar as diversas lacunas da história do Cangaço na Paraíba, tendo como grandes diferenciais: uma pesquisa séria e fundamentada em documentos , texto bem escrito e com riqueza de detalhes, movimento de escrita que irá prender a atenção do leitor.

Um livro indispensável na biblioteca de pesquisadores e apreciadores da saga cangaceira. 

Abaixo temos a capa definitiva dessa obra, que em breve estará disponível para venda. 

Para reservar seu exemplar: 
Fale com o professor Francisco Pereira Lima

franpelima@bol.com.br 
e Whatsapp 83 9 9911 8286

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BOA PARTE DESSA TURMINHA SE ENCONTRA DE NOVO NO CARIRI CANGAÇO EM SAO JOSÉ DO BELMONTE.


Encomendem meus poemas, teus cordéis. (até personalizados), nossas oficinas e palestras sobre cordel, xilogravuras e muito mais. O muito mais é que é bom. (88)98838-3940/99937-7279/99289-8688. Todos em Fortaleza, de 26 a 29 de abril no Cariri Cangaço. Pergunte-me mais

SEGURE-SE FIRME.

VAMOS ÀS GALÁXIAS.
Autor: Francisco de Assis A.S (EPARCXE)
Registrada no CEU/EDA/FBN
©TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Molhando todo meu corpo,
Cada gota lembra mais,
Que o meu banho vindouro,
Será mágico demais,
Nos transportará além,
Pra onde só há o bem.
Nosso conhecido cais.

Eu lhe trouxe pro meu mundo,
E vou te revisitar,
Quantas vezes eu quiser,
Eu ouço-te a sussurrar,
Chama-me hoje, me chama,
Voz meiga e suave, a dama,
Qu'eu gosto de escutar.

Cada gota desse banho,
uma nave espacial,
pois tu és de outro mundo,
Do espaço sideral,
No passado, no futuro,
No lado claro ou escuro,
da lua estás a brilhar.

As gotículas molhando,
É minha nave eu me importo,
Sempre viajo assim,
Pra ti me teletransporto,
pronto basta um pensamento,
Mais veloz que o veloz vento,
Eu chego e em ti aporto.

Tu estavas preparada,
Vejo pelo teu arfar,
esse teu ar de cansada,
Fala do teu desejar,
Queres que eu te complete,
Teu olhar me arremete,
Flechas pra me dominar.

O alvo você não erra,
E eu nem ousei me mexer,
Pois esse teu ser encerra,
o lado bom do viver,
Queria ser alvejado,
Por isso fiquei parado,
Deixando você vencer.

Ao me acertares você,
Me levaria pra si,
Eu viveria contigo,
pra sempre, eu conseguir,
O vencido é quem venceu,
De novo o prêmio é meu,
Sem esforço dou-me a ti.

Passeemos nas galáxias,
sim, para comemorarmos,
Sei como lá te levar,
E se de lá não voltarmos,
Me provi do que preciso,
Não falta no paraíso,
Nada, só aproveitarmos.

Levemos pouca bagagem,
De nós é o que precisamos,
Somos a nossa energia,
Amando, recarregamos,
E eu quero todo dia,
encher minha bateria,
Tu queres? Sim? Então vamos.

Será assim: Shangri-La,
E às galáxias agora,
Já vistes que as viagens,
Comigo é à toda hora,
Se agarre a mim, não se atrasa,
Ser alado. Bate a asa,
Vejo lágrimas. Você chora.


Encomendem meus poemas, teus cordéis. (até personalizados), nossas oficinas e palestras sobre cordel, xilogravuras e muito mais. O muito mais é que é bom. (88)98838-3940/99937-7279/99289-8688. Todos em Fortaleza, de 26 a 29 de abril no Cariri Cangaço. Pergunte-me mais.


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ASCRIM/PRESIDENCIA – CONFIRMAÇÃO E RETRANSMISSÃO AO CONVITE ACJUS: “SESSÃO SOLENE – RODADA DE CONVERSA-DEBATE – sobre os 30 anos da Constituição Federal e 70 da Declaração Universal dos Direitos Humanos” - OF. Nº 059/2018.

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MOSSORÓ-RN, 30 de SETEMBRO de 2018.

“ENVIADO, A TITULO DE UTILIDADE PUBLICA CULTURAL,  ATENDENDO A PEDIDOS PESSOAIS”

 ‘RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a).’ 

           
   AGRADECENDO AO EXCELENTÍSSIMO DR. JOSÉ WELLINGTON BARRETO, M.D. PRESIDENTE DA ACADEMIA DE CIENCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS-ACJUS, PELO CONVITE(RECEBIDO NA DATA ANUNCIADA ACIMA), RESERVO-ME ATRIBUIR MESMO VALOR DE PARTILHA, DIZENDO QUE É UMA GRANDE  HONRA CONFIRMAR MINHA PRESENÇA A “SESSÃO SOLENE – RODADA DE CONVERSA-DEBATE – sobre os 30 anos da Constituição Federal e 70 da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, NO DIA 05(SEXTA-FEIRA) DE OUTUBRO DE  2018, AS 19H30, NO AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL NEY PONTES DUARTE,17, CENTRO (PÇA DA REDENÇÃO JORNALISTA DORIAN JORGE FREIRE), NESTA URBE.
    A RODADA DE CONVERSA-DEBATE, contará com OS ILUSTRES: expositor, o acadêmico Prof. Dr. PAULO LOPO SARAIVA (cadeira 26) e como debatedores os acadêmicos: BRENO VALÉRIO FAUSTO DE MEDEIROS (cadeira 20), FRANCISCO MARCOS DE ARAÚJO (cadeira 29) e FRANCISCO CANINDÉ MAIA( 39).

CONTATOS E CONFIRMAÇÃO DE PRESENÇA: acjus@bol.com.br –-Contatos: (084) 98868-4824 / 99917-5970

    “CONSIDERANDO IMPERDÍVEL COMPARECER AO EVENTO, DADA A PROFUNDIDADE DOS TEMAS EM QUESTÃO, PARA MENSURAR O ELO SUSCETÍVEL ANTE AS PERSPECTIVAS DE CUMPRIMENTO EVOLUTIVO DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, FRENTE AS EXPECTATIVAS DAS DECLARAÇOES UNIVERSAIS DOS DIREITOS HUMANOS, SUSCITANDO COMPREENDER SE HOUVE OU NÃO, NO PERMEIO TEMPORAL, RETROCESSO DOS PRINCÍPIOS NOS TRATADOS INTERNACIONAIS,  NA SAPIENTE ÓTICA DO EXPOSITOR E DEBATEDORES”.

   PORTANTO, REPASSO A TÍTULO DE LEMBRETE O ASSUNTO DO ALVO CONVITE(ANEXO) DE IGUAL MODO, POR CÓPIA,  AS EXCELENTÍSSIMAS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS,  ACADÊMICOS DA ASCRIM E POTENCIAIS CANDIDATOS A ACADEMICOS DA ASCRIM, ILUSTRES PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, GOVERNAMENTAIS, PÚBLICAS, PRIVADAS E MAÇÔNICAS,  JORNALISTAS E COMUNICADORES, POR SER DO INTERESSE, CLARO, DOS MESMOS, TOMAREM CONHECIMENTO E DIGNAREM-SE, DO SEU MISTER, CONFIRMAR SUAS PRESENÇAS, JUNTAMENTE COM AS EXCELENTÍSSIMAS FAMÍLIAS CONSORTES. 
    DESTA FORMA, É DA PRAXE DESTA PRESIDENCIA, QUANDO OFICIALMENTE CONVIDADO, DIGNAR-SE RESPONDER AOS ECLÉTICOS CONVITES DO PRESIDENTE DE ACADEMIAS, EXEMPLO QUE NOTABILIZA O VIÉS DE UM PRESIDENTE CORRESPONDER A ESSE ECLETISMO, PORQUE SABE A DIFERENÇA ENTRE O LIAME DA PARTILHA E DO PRESTÍGIO QUE ASCENDE E CRESCE NO INTERCÂMBIO ENTRE OS QUE PRESTIGIAM OS ABNEGADOS DEFENSORES DA CULTURA MOSSOROENSE.
   NESTA SINTONIA, UM CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CULTURAIS E A CONFIRMAÇÃO, INTERCAMBIADOS ENTRE PARTICIPANTES E ENTIDADES SINGULARES, MERECE E FUNCIONA COMO UM “FEEDER”, EVIDENTE, REPASSADO A TODOS OS ACADÊMICOS E INTEGRANTES DE SEUS CORPOS ADMINISTRATIVOS/SOCIAIS, PELO SEU PRÓPRIO DIRIGENTE, CUJO ESSE FEEDBACK ALIMENTA, NATURALMENTE O FERVOR E A CONSIDERAÇÃO EM QUE SINGRAM OS INTELECTUAIS E SERVIDORES   DESSAS PLÊIADES.

    CONVOCANDO OS ACADÊMICOS DA ASCRIM PARA ESSE MAGNO EVENTO, COMUNICO, AOS QUE COMPARECEREM E SE IDENTIFICAREM ACADÊMICOS DA ASCRIM NO EVENTO SUPRAMENCIONADO, DEVEM CUMPRIR O RIGOR OBRIGATÓRIO ESTATUTÁRIO DE USO DO UNIFORME OFICIAL (VESTE TALAR), CONSOANTE NORMA ESTATUTÁRIA, ATRIBUTO DIGNITÁRIO DO DECORO INTELECTUAL E ORGULHO DA MORAL QUE ASSIM OS IDENTIFICA, ENTRE OS PARES, EM ATIVIDADES CULTURAIS DESSA GRANDEZA.

    NA OPORTUNIDADE, ESTE PRESIDENTE REQUER DIGNE-SE O EXCELENTÍSSIMO PRESIDENTE DR. JOSÉ WELLINGTOM BARRETO, AUTORIZAR SEJA A BANDEIRA OFICIAL DA ASCRIM COLOCADA JUNTO AO PAVILHÃO DA ACJUS  NA SOBREDITA SESSÃO SOLENE.

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,
FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE DA ASCRIM-

P.S.: 1. CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AOS  INSIGNES DIGNITÁRIOS:
  
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.
REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.
MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.
ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.
ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.
DIGNOS ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.

LEMBRETE: LEIAM O SITE PROVISÓRIO DA ASCRIM CLICANDO NO LINK https://assocescritoresmossoroenses.com/ (MATÉRIAS IMPORTANTES ENTRE OUTRAS: DETALHES DA ATIVAÇÃO DA ACADEMIA DOS ESCRITORES DA ASCRIM, POTENCIAIS CANDIDATOS A ACADÊMICOS,ETC

P.S.: ESTA É UMA CÓPIA ORIGINAL, ENCAMINHADA EM CARÁTER PESSOAL DIRETO PARA O(A)S:

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Enviado por: ascrim asescritm@hotmail.com

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O CANGACEIRO ALECRIM EM LIBERDADE

Por Urano Andrade

"Não repare o português que era na época e não olhe as falhas nas palavras. Se você entende, não há de que falar nada".

Material adquirido no Jornal "O Imparcial" - Bahia, publicado no dia 22 de Maio de 1935.

É o que menos se poderia acreditar, mas aconteceu. Quatro ex-cangaceiros que assolavam o sertão, espalhando o terror por toda parte foram soltos e enviados para Ilhéus e Itabuna, para trabalharem (honestamente, já se vê) nos campos do Sul...

Manoel Raymundo Correia, Sebastião Valentim dos Reis, Pedro Vieira da Silva (Alecrim), e Horácio Teixeira Junior (Bananeira) chegaram já a Ilhéus. Os dois primeiros eram bandoleiros de um Virgilino, bandido de Ituassu, e os dois últimos do celebérrimo Virgolino Ferreira, o Lampião, condenado a morrer de velho...

Dois desses bandoleiros foram enviados a Itabuna, ficando os outros em Ilhéus sob a vigilância da polícia...

Ora, essa “bôa gente” estava aqui na Penitenciária há cerca de um anno, tendo agora essa liberdade “devido ao bol procedimento que tiveram naquele presidio, e atendendo a outras circinstancias que militam em seu favor...”

Quaes serão estas circunstancias favoráveis aos presos, e como teria sido essa rápida regeneração que durou só um anno, depois de ninguém sabe quantos crimes?

Um criminoso comum pode, por um só crime, levar 30 annos na Penitenciaria; uns bandoleiros que foram o terror do sertão, de cujos crimes, ninguém sabe o numero certo se arrependem assim depressa, no espaço de um anno, e são postos em liberdade, embora vigiada!

Bandoleiros habituados a correr no matto denso trabalhando “vigiados” nas mattas do Sul!...

É curioso, mas parece também perigoso... E ninguém é capaz de atinar com a razão dessa concessão aos bandoleiros.

Enviado pelo pesquisador Urano Andrade, do 

Se você quiser conhecer os personagens que figuram no texto acima, clique no link abaixo: