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domingo, 1 de fevereiro de 2026

MINHA RELAÇÃO COM O CANGAÇO.

Por Antonio Neilton Medeiros

Peço licença para compartilhar um pouco da minha relação com o tema do cangaço. Meu interesse por esse assunto vem desde a infância, ouvindo os mais velhos falarem sobre a resistência de Mossoró ao bando de Lampião. Lembro que, quando criança, ao passar próximo à Igreja de São Vicente de Paula — onde ficou uma das principais trincheiras dos mossoroenses no fatídico 13 de junho de 1927 — eu parava para observar as marcas de tiros deixadas pelo combate. Aquilo sempre me impressionava.

Naquele tempo, porém, meu conhecimento era bem limitado. Eu só sabia que Lampião havia tentado invadir Mossoró, que um mossoroense chamado Manoel Duarte matou o cangaceiro Colchete e feriu Jararaca, que acabou sendo capturado e enterrado ainda com vida, motivo pelo qual muitos passaram a considerá-lo santo. Eu não tinha noção da existência de livros, pesquisas acadêmicas ou estudos mais aprofundados sobre o cangaço.

Como muitas crianças da minha geração, cresci sem internet, à qual só tive acesso mais constante na adolescência, nas famosas lan houses, na época do Orkut e do MSN (rsrs). Foi nesse período que, movido pela curiosidade, resolvi pesquisar no Google sobre Lampião e o cangaço. Para minha surpresa, encontrei uma infinidade de blogs, sites, fóruns e, mais tarde, canais dedicados ao tema.

Mesmo assim, enfrentei um obstáculo curioso: tinha vergonha de dizer que gostava do assunto. Enquanto a maioria dos meus amigos falava de jogos, redes sociais e outras coisas, meu interesse era outro. Só na fase adulta consegui externar esse gosto com mais naturalidade. Hoje, compro livros, escrevo sobre o tema, mantenho perfis no Instagram e no Facebook voltados ao cangaço e sigo estudando sempre que posso.

Enfim, o cangaço não é apenas um tema de estudo para mim — é uma paixão construída ao longo da vida.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=890832536979519&set=a.265693016160144

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com