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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Estreia hoje!!!

O Massacre de Angico - A morte de Lampião

Um dos capítulos mais complexos da História do Brasil, os últimos dias da saga de Lampião, é a peça teatral  da autoria do pesquisador do cangaço, Anildomá Willans de Souza, direção de José Pimentel, no município de Serra Talhada.  A produção é da Fundação Cultural Cabras de Lampião, que teve o projeto aprovado pela Funarte / Ministério da Cultura.
A temporada irá acontecer no período de 25 a 29  de julho, na Estação do Forró. O diretor já está no município de Serra Talhada em longas jornadas de ensaios com os atores e atrizes, além de figurantes e técnicos. O papel de Lampião será vivenciado por Karl Marx, a Maria Bonita terá vida pela atriz alagoana Roberta Aureliano. O elenco que se destaca está assim composto:


Lampião..............................Karl Marx
Maria Bonita......................Roberta Aureliano
Dona Bela..........................Gorete Lima
Giboião...............................Gilberto Gomes
Padre Cícero......................Taveira Júnior
Getúlio Vargas...................Feliciano Félix
Zé Saturnino......................Taveira Júnior
Assistente I..........................Beto Filho
Assistente II......................... Marcos Fabrício
Assistente III........................Humberto Cellus
Pedro de Cândido...............Carlos Silva
Soldado...............................Taveira Júnior
Luiz Pedro...........................Diógenes de Lima
Zé Sereno............................Carlos Amorim
Sila....................................... Karine Gaia
Enedina................................Danúbia Feitosa
Dulce....................................Leandra Nunes

O massacre de Angico – A morte de Lampião retratará os últimos momentos dos cangaceiros chefiados por  Lampião, arranchados no leito de um riacho seco, na fazenda Angico, Sertão de Sergipe, onde foram massacrados juntamente mais dez companheiros, entre eles, sua mulher, Maria Bonita,  no dia 28 de julho de 1938. Mas na construção do enredo são mostradas cenas do passado marcantes na história do Rei do Cangaço, como suas desavenças com o primeiro inimigo José Saturnino, seu encontro com Padre Cícero para receber a patente de capitão do Exercito Patriótico, uma das cenas será no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, sede presidencial da época,  onde o presidente Getúlio Vargas determina o fim do cangaço, várias outras cenas ligadas ao imaginário popular, com a cabroeira dançando xaxado, a traição de Pedro de Cândida, até culminar com a morte do casal mais famoso do cangaço, fazendo o expectador mergulhar na história, com uma arrojada trilha sonora, efeitos de luz e efeito especiais.

Um espetáculo que vai reafirmar o estado de Pernambuco como o palco dos maiores espetáculos teatrais do Brasil. E, nesse caso, um grande autor, um consagrado diretor, para contar essa história de TRAIÇÃO, AMOR E ÓDIO, que tem como palco, os confins do sertão, na primeira metade do século passado.

Figurantes
Cangaceiros:

1.     Mannoel Lima
2.     Anderson Cristhian
3.     Gildo Alves
4.     Leandro Soares
5.     Marcelo George
6.     Bruno Vieira
7.     Franklin Gomes
8.     Gilberlanio Santos
9.     José Francisco de Souza
10.    Antonio Carlos Amaral
11.    Sandino Lamarca
12.    Genésio Ferreira
13.    Odair José
14.    Kaká Ericsson
15.    Cícero Alves
16.    Freddye Pichôty
17.    Miguel Taveira
18.    Givanildo Pereira
19.    Diego Adriano
20.    Markfon Dantas

Mascarados:

1.     Carlos Silva
2.     Gorete Lima
3.     Juliana Guerra
4.     Karina Santiago
5.     Adriana Morais
6.     Victor Ferraz
7.     Gilberto Gomes
8.     Milena Raquel
9.     José Adriam
10.   Vitória Lima
11.   Andriele Caroline


Realização
Museu do Cangaço
Ponto de Cultura Cabras de Lampião
Vila Ferroviária, S/Nº - Centro
CEP: 56.903-170
Serra Talhada - Pernambuco
Tel: (87) 3831 3860 / 9938 6035
E-mail: cabrasdelampiao@gmail.com
www.pontodeculturacabrasdelampiao.blogspot.com
lampiaoaceso.blogspot.com

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Estreando na capital baiana


Volta Seca no teatro

Release: Espetáculo solo baseado na vida do cangaceiro Volta Seca, integrante do bando do Rei do Cangaço, Lampião. A montagem constrói uma tessitura peculiar, que se afasta da imagem clássica e recorrente do cangaço e do nordestino. O espetáculo constrói atmosferas diferentes, que tanto aproximam a plateia da experiência mística, das batalhas sangrentas, como dos medos, desejos e sofrimentos do personagem, compondo, assim, um panorama mais próximo do carismático, misterioso e imprevisível Volta Seca. A localização do cangaço se liberta da concepção geográfica para ganhar a conotação mais humana e universal possível.

“Escrito em um ato para o teatro, o texto é documental e revela as perseguições das volantes, os momentos de descontração do bando e, de maneira particular, a própria saga da personagem. Um dos maiores fenômenos populares do Brasil, misto de banditismo e heroísmo no imaginário coletivo, o cangaço de Lampião desafiou as autoridades e sobreviveu por 20 anos às investidas das unidades volantes da polícia.”, revela o diretor Fabio Nieto Lopez.

Apesar da referência histórica, e do encontro da plateia com seu personagem no palco, próximos uns dos outros, esse momento não faz referência unicamente a uma história distante, porque o plano dessa “prosa” aparentemente improvisada se dá em um ambiente onírico, articulando a linguagem teatral em sua concepção poética, inventiva, sonora e plástica. Nesse plano de possibilidades, Volta Seca é o anfitrião.

Os fatos históricos foram transformados em cena na peça teatral "O cangaceiro Volta Seca", escrita e interpretada pelo ator e dramaturgo Edmar Dias.

Serviço
O quê: Peça Volta Seca – O sentinela do cangaço
Onde: Espaço Xisto Bahia (Rua General Labatut, 27, Barris – Salvador)
Quando: 5/7 a 26/7 e 2 e 9/08 (Quintas) 20hs
Quanto: R$ 20 e R$ 10
Classificação: 14 anos
Realização: Edmar Dias e Fábio Nieto Lopez
Site: www.espetaculovoltaseca.blogspot.com.br
Tels: (71) 3117 6155 / 9330 9385 / 9121-1940
E-mail: espetaculovoltaseca@gmail.com

http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/2012/07/estreando-na-capital-baiana.html

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Teatro ao ar livre


Ensaio fotográfico do espetáculo "O Massacre de Angico - A morte de Lampião"

José Pimentel tem um novo desafio pela frente, juntamente com atores de Serra Talhada, Recife e Alagoas, está dando forma e trazendo à tona um dos capítulos mais complexos da História do Brasil, os últimos dias da saga de Lampião, com a peça teatral chamada “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”, de autoria do pesquisador do cangaço, Anildomá Willans de Souza,  no município de Serra Talhada.  A produção é da Fundação Cultural Cabras de Lampião, que teve o projeto aprovado pela Funarte / Ministério da Cultura.

A estréia está prevista para acontecer no período de 25 a 29  de julho, na Estação do Forró. O diretor já está no município de Serra Talhada em longas jornadas de ensaios com os atores e atrizes, além de figurantes e técnicos – os técnicos de luz serão os mesmos que cuidam da Paixão de Cristo do Recife, sob a coordenação do Alexandre Veloso, assim como a cenografia será cuidada pelo Tibi, responsável por Nova Jerusalém e a Paixão de Cristo do Recife. Vê-se, portanto, a dimensão do espetáculo. O papel de Lampião será vivenciado por Karl Marx, a Maria Bonita terá vida pela atriz alagoana Roberta Aureliano. O elenco que se destaca está assim composto:



Lampião.............................Karl Marx
Maria Bonita.......................Roberta Aureliano
Dona Bela...........................Gorete Lima
Giboião...............................Gilberto Gomes
Padre Cícero.......................Taveira Júnior
Getúlio Vargas.....................Feliciano Félix
Zé Saturnino.......................Taveira Júnior
Assistente I.........................Beto Filho
Assistente II........................Marcos Fabrício
Assistente III.......................Humberto Cellus
Pedro de Cândido...............Carlos Silva
Soldado..............................Taveira Júnior
Luiz Pedro...........................Diógenes de Lima
Zé Sereno............................Carlos Amorim
Sila......................................Karine Gaia
Enedina................................Danúbia Feitosa
Dulce...................................Leandra Nunes


O espetáculo mostrará os últimos momentos de Lampião e Maria Bonita em Angico, Sertão de Sergipe, onde foram massacrados juntamente com  nove companheiros, no dia 28 de julho de 1938. Mas na construção do enredo são mostrados cenas do passado marcantes na história do Rei do Cangaço, como suas desavenças com o primeiro inimigo José Saturnino, seu encontro com Padre Cícero para receber a patente de capitão do Batalhão Patriótico, uma das cenas será no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, sede presidencial da época,  onde o presidente Getúlio Vargas determina o fim do cangaço, várias outras cenas ligadas ao imaginário popular, com a cabroeira dançando xaxado, a traição de Pedro de Cândido, até culminar com a morte do casal mais famoso do cangaço, fazendo o expectador mergulhar na história, com uma arrojada trilha sonora, e efeito especiais.


O MASSACRE DE ANGICO – A MORTE DE LAMPIÃO vai reafirmar o estado de Pernambuco como o palco dos maiores espetáculos teatrais do Brasil. E, nesse caso, um grande autor, um consagrado diretor, para contar essa história de TRAIÇÃO, AMOR E ÓDIO, que tem como palco, os confins do sertão, na primeira metade do século passado. Segue abaixo registros do ensaio fotográfico e gravação do VT.

Veja o ensaio completo no Ponto de Cultura Cabras de Lampião do sertão, na primeira metade do século passado. Segue abaixo registros do ensaio fotográfico e gravação do VT.

sábado, 12 de maio de 2012

O julgamento simulado de Lampião "em versão compacta"

Por: Aderbal Nogueira

Mais um feito de Aderbal Nogueira para a posteridade.

Um tribunal fictício com profissionais de direito reais, envolvidos num processo histórico. Evento organizado por Anildomá Willans presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião no Sítio Passagem das pedras, terras que pertenceram à Dona Jacosa, avó de Lampião no dia 13 de Abril de 2000, 65 anos após sua morte.
Eis o elenco
Assis Timóteo: Juiz
Luiz Lorena (In memoriam): Promotor
Franklin Machado: Advogado
Antonio Amaury: Assistente de defesa

Uma encenação, mas de valor jurídico.


ADENDO

Processos contra cangaceiro Lampião encontram-se guardados no Memorial do Poder Judiciário de Alagoas. Reportagem da TV Tribuna com apresentação de Fernanda Lins e 
participação deJairo Luiz.


Uma produção da Laser Vídeo

quinta-feira, 22 de março de 2012

Maria na terra de Gabriela

O confrade Pawlo Cidade convida

Clique para ampliar
Quando você se embrenha pela caatinga...


Minha mãe dizia que o pai do meu pai tinha sido cangaceiro. Não sei se ela dizia para meter medo em mim e em meus irmãos ou se era mesmo verdade. O certo é que eu fiquei com aquilo na cabeça e a história do cangaço e seus homens me perseguiram. Esta admiração pelas histórias de Virgulino e seus cabras me fizeram criar um projeto que nasceu em 1994, quando montei "Lampião", de Raquel de Queiroz; em seguida, em 2002, concebi e dirigi "Arapuca - tragédia sertaneja", também sobre o cangaço. E por fim, em 2008, estreiamos "Cangaço", que narra a trajetória dos últimos dias de Lampião até a fatídica manhã de 28 de julho de 1938.

Ficamos dois anos em cartaz com "Cangaço", ganhamos três prêmios e fizemos mais de trinta apresentações. Quando pensei que já havia encerrado o ciclo sobre Lampião, eis que escrevo "A Casa de Santinha", texto que narra a vida de Maria Bonita até o dia em que ela foi embora com Lampião. Não sei se montarei algum dia. Talvez, quem sabe.

O fato é que quando você se embrenha pela caatinga, bebe na caneca, arranca os espinhos da pantorrilha e sente o sol escaldante arder o lombo, dificilmente esquece a história deste movimento.
- É, Santinha, quem sabe um dia a gente se encontre atrás da ribalta.
Pescado no sitio de cumpadi Pawlo: Espetáculo Cangaço

Repescado no blog: Lampião Aceso

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Vídeo: O julgamento simulado de Lampião "em versão compacta"

Mais um feito de Aderbal Nogueira para a posteridade.



          Um tribunal fictício com profissionais de direito reais, envolvidos num processo histórico. Evento organizado por:


Anildomá Willans, presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, no Sítio Passagem das pedras, terras que pertenceram à Dona Jacosa, avó de Lampião, no dia 13 de Abril de 2000, 65 anos após sua morte.



Eis o elenco

Assis Timóteo: Juiz



Luiz Lorena (In memoriam): Promotor
Franklin Machado: Advogado


Antonio Amaury: Assistente de defesa


Uma encenação, mas de valor jurídico.




ADENDO
 
          Processos contra cangaceiro Lampião encontram-se guardados no Memorial do Poder Judiciário de Alagoas. Reportagem da TV Tribuna com apresentação de Fernanda Lins e participação de Jairo Luiz.
          
Estes vídeos e conteúdos foram extraídos do
blog: "Lampião Aceso", do amigo Kiko Monteiro.