Luiz do Dia.
Em maio de 1995, eu enterrei uma jovem de 26 anos que havia morrido em um acidente de carro na rodovia. Quando o cemitério municipal de CIA Norte estava prestes a fechar, vi uma mulher parada diante do túmulo dela, de costas, com a cabeça baixa. Chamei, mas ela não respondeu. Quando me aproximei, a mulher se virou, e o que vi mudou minha vida. O que ela me disse naquela tarde tirou meu sono por muitos dias.
Meu nome é Jonas César da Silva. Hoje tenho 64 anos, mas naquela época tinha 33 e trabalhava havia quatro anos como coveiro no cemitério municipal de CIA Norte, no interior do Paraná. Eu havia aprendido a respeitar aquele lugar. Ali, silêncio não era vazio; era parte do trabalho. Cada sepultura guardava uma história, uma família e uma despedida. Eu fazia meu serviço com cuidado e voltava para casa, procurando não levar a dor dos outros comigo.
Naquela segunda-feira, cheguei cedo. O cemitério ainda estava vazio quando um colega mais velho me avisou que, no fim da tarde, haveria o enterro de uma jovem chamada Lucia. Ela tinha morrido cinco dias antes, junto com outros dois jovens, quando voltavam de uma festa em outra cidade. O acidente havia sido grave, e o caixão precisaria permanecer fechado.
Perto das cinco da tarde, a família chegou. Havia poucas pessoas. Uma senhora vestida de preto, que logo percebi ser a mãe, algumas parentes e alguns homens calados. O caixão branco foi colocado diante da sepultura, com uma fotografia pequena de Lucia apoiada sobre ele.
Durante a cerimônia, notei que a mãe parecia sustentar o próprio corpo apenas pela força de vontade. Em determinado momento, ela colocou as mãos sobre o caixão e falou tão baixo que quase pensei ter imaginado: “Eu avisei. Eu tentei avisar.”
Aquelas palavras me atingiram de uma maneira que não consegui explicar. Eu já tinha visto muitas mães se despedirem dos filhos, mas havia naquela mulher uma culpa profunda, como se estivesse tentando voltar no tempo. Depois da oração, todos foram embora aos poucos. A mãe foi uma das últimas a sair. Antes de partir, olhou longamente para o túmulo.
Quando terminei minhas tarefas, fui guardar as ferramentas. Foi então que vi, do outro lado do cemitério, uma mulher parada junto à sepultura de Lucia. Vestia roupas escuras, semelhantes às da família. Pensei que fosse algum parente que precisava de mais alguns minutos sozinho.
O problema era que o portão fecharia às seis. Voltei para avisá-la. De longe, chamei com educação, dizendo que o cemitério estava fechando. Ela não se mexeu. Chamei novamente, um pouco mais alto. Nada.
Aproximei-me devagar. O silêncio parecia diferente naquele trecho, mais pesado, quase imóvel. Quando estava a poucos metros dela, a mulher finalmente se virou.
Era uma jovem de cabelos escuros. O rosto era simples, mas familiar de uma maneira impossível. Olhei para ela, depois para a fotografia sobre o túmulo. Meu corpo inteiro gelou.
Não uma semelhança de família. Não uma prima parecida. Era Lucia.... Leia mais no primeiro comentário
https://www.facebook.com/photo/?fbid=122115789369370670&set=a.122111261847370670
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.
E entenda que:
"Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video "O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
http://sednemmendes.blogspot.com
http://blogdomendesemendes.blogspot.com