Por José Mendes Pereira
"Não entendi nada sobre esta foto. O Adrião Pedro de Souza não era cangaceiro, e sim policial da volante de João Bezerra da Silva, que eliminou uma parte do grupo de Lampião, na madrugada do dia 28 de julho de 1928, estava na Grota do Angico, no Estado de Sergipe. Este policial foi a única baixa fatal que aconteceu nas volantes invasoras. Ele foi morto no momento da chacina, e alguns historiadores afirmam que teria sido fogo amigo. Outros dizem que teria sido morto pelo cangaceiro Elétríco, que também foi morto logo em seguida.
Professor Antônio Vilela de Souza - https://www.blogfalandofrancamente.com/2010/07/o-incrivel-mundo-do-cangaco-presente-no.html
Segundo as pesquisas do escritor Antônio Vilela de Souza informado pelo google, o soldado Adrião Pedro de Souza morreu na Grota do Angico sob a suspeita de fogo amigo ou de um disparo acidental no calor do combate. Vilela aponta que houve uma discussão prévia entre o tenente João Bezerra da Silva e o soldado Adrião, o que gerou rumores e relatos de conflito, mas o próprio pesquisador pondera que não afirma uma execução direta por parte de João Bezerra, e sim a possibilidade de confusão ou tiro acidental entre os próprios policiais durante o tiroteio.
Volante Adrião Pedro de Sousa é o primeiro da esquerda. Foto pertencente ao acervo do professor e pesquisador do cangaço Antônio Vilela de Sousa.
Já o Moita Brava, o mais alto da foto abaixo, cujo nome verdadeiro era Deolindo José Ferreira, era cangaceiro da "Empresa de Cangaceiros Lampiônica & Cia.", do cangaceiro capitão Lampião, e integrou os subgrupos do cangaço no Nordeste do cangaceiro Ângelo Roque o Labareda. Ele ficou conhecido no final de 1938 por se entregar à polícia junto com sua companheira, Sebastiana Rodrigues, e outros cangaceiros".
Laura e seu companheiro Boa Vista. Moita Brava e sua companheira Sebastiana.Fontes abaixo o que escreveram sobre o cangaceiro Moita Brava:
Origem e Atuação no Cangaço
Nome real: Deolindo José Ferreira (às vezes citado como
Delindo José Ferreira).
Grupo: Ligado ao bando e subgrupos associados ao cangaço na
divisa entre Bahia e Sergipe, sob a liderência imediata de nomes como Ângelo
Roque.
Fatos marcantes: Histórias de cordel e registros da época
relatam que ele conviveu com outros combatentes e participou de episódios
internos do bando, como a execução da cangaceira Lili após uma traição amorosa
no povoado de Baixa Funda.
A Rendição e o Fim do Cangaço
Rendição: Com o cerco policial apertando após a morte de
Lampião em julho de 1938 na Grota do Angico, Moita Brava optou por se entregar.
Data da entrega: No final de 1938 (registrado em dezembro),
Deolindo José Ferreira (Moita Brava) e o companheiro Manuel Francisco dos
Santos (Boa Vista) entregaram-se às autoridades policiais em terras baianas,
acompanhados de suas respectivas esposas (Sebastiana Rodrigues era a
companheira de Moita Brava).
Legado cultural: O nome e a pecha de Moita Brava inspiraram
posteriormente figuras na cultura popular e no cinema nacional, a exemplo de
representações de líderes de subgrupos do cangaço nas telas.
Gostaria de saber mais detalhes sobre o processo de rendição
dos cangaceiros no final do cangaço ou sobre outros subgrupos da época de
Lampião?
YouTube·O Cangaço na Literatura
CANGACEIROS KILLED AND IMPRISONED IN BAHIA ...
7 de mai. de 2025 — quantos réis não sei quem valia não sei quantos. réis e contos no caso. que a lista relação nominal dos bandidos do Nordeste morto...
Instagram·cangacoeternooficial
Na última postagem que publiquei sobre o ano de morte dos
...
30 de jul. de 2026 — Curiosidade: o cangaceiro Moita Brava serviu de inspiração para o personagem do filme “Cangaceiros de Lampião” de 1967. O falecido...
YouTube·NAS PEGADAS DA HISTÓRIA
Lili e a traição ao cangaceiro Moita Brava
4 de mai. de 2022 — inscreva no nosso canal Vamos para o
vídeo de hoje o vídeo que você verá. a seguir está baseado na obra de João de
Sousa Lima. Lam...
Fonte: https://www.google.com/search?q=Biografia+do+cangaceiro+de+Lampi%C3%A3o+o+moita+brava&rlz=1C1GCEA_enBR1168BR1168&oq=Biografia+do+cangaceiro+de+Lampi%C3%A3o+o+moita+brava&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQABjvBTIKCAIQABiABBiiBDIKCAMQABiABBiiBDIHCAQQABjvBTIKCAUQABiABBiiBNIBCTE1MjU1ajBqOagCBrACAfEFUHmRISjZmNw&sourceid=chrome&source=chrome.ob&ie=UTF-8
Incluindo na mesma fonte:
O Cangaço na Literatura - Robério Santos.
Nas Pegadas da História.
Instagran - Cangaço Eterno.
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.
E entenda que:
"Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
http://sednemmendes.blogspot.com
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