Seguidores

quarta-feira, 7 de junho de 2023

LIVRO

 Por Gilmar Teixeira

Tá faltando você ler o livro "Quem matou Delmiro Gouveia? " E aí vai ficar lendo o resumo do livro na mídia, saiba tudo da vida desse ícone nordestino e a elucidação dessa misteriosa morte, lendo o nosso livro você vai saber de todos esses detalhes, faça aqui o seu pedido e leve prá casa um pouco de nossa história!

https://www.facebook.com/photo/?fbid=229535829815439&set=a.123289737106716

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

LIVROS

   Por José Bezerra Lima Irmão

Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.

Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.

Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.

Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.

Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.

Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.

A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.

Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.

......................

Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.

Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.

Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.

Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),

Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.

A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.

As Revoltas Tenentistas.

Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...

Vejam aí as capas dos três livros:



https://www.facebook.com/profile.php?id=100005229734351

Adquira-os através deste endereço:

franpelima@bol.com.br

Ou com o autor através deste:


http://blogdomendesemendes.blogspot.com  

MOSSORÓ/RN/06/06/2023.

 Por José Di Rosa Maria.



https://www.facebook.com/jose.ribamar.3939

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

BUSTO EM BRONZE DO TENENTE JOÃO GOMES DE LIRA. NAZARENO COMBATENTE DA LUTA CONTRA O CANGAÇO LAMPIÔNICO.

 Por Geraldo júnior

Membro da temível Força Volante de Nazaré que cujos membros eram conhecidos por Nazarenos, João Gomes de Lira atuou na luta contra o cangaceirismo e o banditismo nos sertões do Nordeste.

Hoje na entrada da localidade Nazaré do Pico, distrito de Floresta no estado de Pernambuco, podemos ver essa mais que merecida homenagem a esse personagem de extrema relevância histórica que através do livro que escreveu, contendo suas memórias, prestou um importantíssimo serviço à cultura e as histórias cangaceiras e nordestinas.

Minha continência.

Geraldo Antônio De Souza Júnior

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2483690181794863&set=a.110305082466730

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

OCO DE PAU

 Clerisvaldo B. Chagas, 7 de junho de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.100

Para Janete Martins, Ivan Caju e Paulo Décio

 

OCO DE PAU (FOTO: STOCK)

Andando pela caatinga compacta, vez em quando, o homem rural descobria uma árvore ocada, no tronco ou no galho. O oco de uma árvore poderia ser lugar de ninho de alguns tipos de pássaros ou ponto certo de alguns tipos de abelhas. Nem todos os pássaros e nem todos os tipos de abelhas utilizam esse defeito da árvore como morada. Mas é muito interessante quando o homem, munido de machado e vasilha limpa, bota abelhas para correr e se apodera do mel existente, delicioso e em grande quantidade.

Quando não havia banco, o agropecuarista utilizava o oco de pau para esconder dinheiro, bem como enterrava cédulas e moedas dentro de caixotes ou de baú de couro. Segundo o filho do cangaceiro Corisco, Silvio Bulhões, a melhor maneira que os cangaceiros de Lampião encontraram para esconder e armazenar munições, era em oco de pau, dentro de recipientes de vidro vedados com cera de abelha. Inclusive, após a época de cangaço, foram encontrados por acaso, pelos catingueiros, essas preciosidades da história cangaceira.

Corre um perigo grande quem se arrisca no meio da caatinga, colocar a mão no oco de pau.  Como foi dito, muitas cobras não gostam de morar em oco de árvore, mas isso não a impede de visitar esses pontos em busca de ovos, de filhotes e de pássaros adultos.

Já aconteceu inúmeras vezes descobertas de dinheiro antigo dentro de oco de pau, supondo-se que tenham sido ali depositados e o dono tenha falecido antes de retirá-lo e sem ter dito nada a ninguém. Seria uma espécie da tão famigerada botija das lendas sertanejas.

O oco de pau pode acontecer de várias formas, mais verticais, mais redondos e de outras formas, mas todos exigem cuidados durante sua verificação. Inclusive também já foram encontradas armas curtas e armas longas, supondo-se que a maioria delas tenha sido depositada por cangaceiro com armas sobrando e para aliviar o peso nas suas caminhadas. Nesse caso a árvore era bem marcada num papel ou no mapa da cabeça. Dificilmente o cangaceiro recuperava a arma, até porque por ali não passava mais devido as circunstancias das jornadas.



http://blogdomendesemendes.blogspot.com

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO FÓRUM DO CANGAÇO DA SBEC E O CARIRI CANGAÇO NO PAÍS DE MOSSORÓ

 

Acontece entre os dias 09 e 13 de junho de 2023 o XIX Fórum do Cangaço da SBEC, em Mossoró. Em uma iniciativa inédita o Fórum recebe o Cariri Cangaço para num evento único e que promete muitas emoções a partir de um conjunto qualificado de conferências e debates, visitas técnicas e uma espetacular feira de livros; com lançamentos e muita coisa boa de se ver, aprofundar, discutir e se apaixonar.

Vem com a gente: O Cariri Cangaço em Mossoró no XIX Fórum do Cangaço da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço.

Cariri Cangaço
Território de Grandes Encontros

https://cariricangaco.blogspot.com/2023/05/programacao-completa-do-forum-do.html

http://

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

QUER COMPRAR LIVROS SOBRE CANGAÇO?

 Por José Mendes Pereira

atodeler.net

O MAIOR ACERVO DE LIVROS À VENDA SOBRE OS TEMAS NORDESTE E CANGAÇO. GARANTIA DE QUALIDADE E ENTREGA DO MATERIAL.

Se você gosta do tema cangaço, principalmente quando se trata sobre o velho guerreiro capitão Lampião, e se interessar comprar algum ou alguns dos livros que ele tem em sua livraria, procura contactar com o professor Pereira, lá no Estado da Paraíba,  na fantástica cidade de Cajazeiras, através deste endereço eletrônico.

franpelima@bol.com.br

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

SÓ COMO ARQUIVO EM NOSSO BLOG - FILHA DO REI DO CANGAÇO PROCESSA REDE DE MOTÉIS POR PROPAGANDA: “MARIA BONITA, ACENDA O LAMPIÃO”

 Por Mariane Góis

Expedita Ferreira Nunes, única filha de Maria Bonita e Lampião, entrou com um processo contra uma rede de motéis que foi parar foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A empresa veiculou uma campanha publicitária na qual havia um trocadilho com os nomes de Maria Bonita e Lampião, pais de Expedita.

A herdeira do casal solicitou indenização de R$ 80 mil reais, além da retirada da frase do comercial. A rede colocou outdoors em cidades de Pernambuco e Sergipe com o slogan: “Maria Bonita, acenda o Lampião”.

A campanha publicitária foi feita em 2011, quando Expedita entrou com uma ação no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE). No entanto, nesta terça-feira (17), o caso teve um novo desdobramento e foi julgado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O relator do processo, ministro Marcos Buzzi, indeferiu o recurso solicitado pela empresa. Ainda não houve julgamento definitivo e uma nova data para julgamento será marcada.

 https://diariodoagreste.com.br/filha-do-rei-do-cangaco-processa-rede-de-moteis-por-propaganda-maria-bonita-acenda-o-lampiao/

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

LAMPIÃO E LUIZ GONZAGA

Por Clerisvaldo B. Chagas
Capa de disco do Rei do Baião (Foto: Divulgação)

Lá nas paragens de Exu, Pernambuco, quando Gonzaga ainda era menino, queria porque queria conhecer o Virgolino Ferreira que atingia o Ápice da fama. Acompanhando o velho Januário, tocador de fole, pelos bailes da região, o futuro sanfoneiro ia treinando com o instrumento e a música que se traz no sangue.

Todos já sabiam que Lampião também tocava sanfona de oito baixos. Esse era um dos ferrenhos motivos pelos quais Luiz queria conhecê-lo, embora tenha dito mais tarde que Virgolino tocava desafinado e que havia gente no bando que tocava direito.

A família de Luiz não queria contato com o bando de Lampião, alegando as atrocidades cometidas pelo bandido. Pelas pistas escorregadias da entrevista do cantador, vamos nos situar em 1926.

Quando correu o boato de que Lampião iria a Juazeiro do Norte, Luiz Gonzaga animou-se uma vez que Exu era ponto de passagem do cangaceiro. E no segundo boato, quando se falou na aproximação do marginal, muitas famílias de Exu abandonaram suas casas e foram se esconder no mato.

Gonzaga protestava em ficar, mas a mãe não consentiu. Passaram a noite em um esconderijo da caatinga. No outro dia, na dúvida, a mãe de Gonzaga indagou se ele tinha coragem de ir até à rua, saber se Lampião já havia passado. Gonzaga foi. E quando retornou ao esconderijo, veio brincando aos gritos que todos corressem que Lampião estava chegando. O resultado é que levou uma boa pisa de todos.

O povo que havia corrido para passar a noite no mato se arrependeu e voltou. Somente sua família permaneceu isolada na caatinga. O futuro artista diz que perdeu a única oportunidade de conhecer Lampião, além de levar a surra.

Tempos na frente, já no Rio de Janeiro, Gonzaga iniciava a vida com a sanfona e tocando coisas alheias, em trajes elegantes. Quando começou a tocar em indumentária de cangaceiro e compondo suas músicas nordestinas, as portas começaram a se abrir. Assim o Brasil ganhou um dos maiores artistas da história e se fechou para um possível cangaceiro medíocre do grupo de Lampião.

A música de Gonzaga fez o Brasil feliz.

Clerisvaldo B. Chagas, 8 de março de 2018

Crônica 1.857 – Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

https://www.alagoasnanet.com.br/v3/lampiao-e-luiz-gonzaga/

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

 

LOUVANDO A RAPADURA

 Clerisvaldo B. Chagas, 6 de junho de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.899

Você gosta de rapadura? Rapadura fabricada da cana-de-açúcar e vendida nas bancas de feira do interior nordestino? Pois saiba que a rapadura é originária do século XVI, fabricada inicialmente nas ilhas Canárias, de domínio espanhol. Nesse mesmo século a rapadura começou a ser fabricada nos primeiros engenhos do Brasil e, inclusive, era alimentação dos escravos. A rapadura foi formada para transportar o açúcar em pequena quantidade para as pessoas, pois o açúcar granulado tinha problema de transporte, na época. Sua forma é de tijolo com muita facilidade para ser transportada, além do seu sabor gostoso de açúcar mascavo. Já foi muita vendida embalada em palha de bananeira, mas atualmente já se encontra em supermercados com embalagens modernas e cortadas em pedaços menores.

RAPADURA, O DOCE NORDESTINO

A rapadura é feita da moagem da cana, cujo caldo é cozinhado até determinado ponto, peneirado, colocado em formas e esfriado; ocasião em que se pode se acrescentar amendoim, coco, mamão ou abóbora para variar o sabor original. Todas as fases do fabrico, desde a escolha da cana, merecem atenção com vários detalhes em cada uma delas para que se obtenha um produto de boa aparência e qualidade.

Os primeiros engenhos de cana-de-açúcar impulsionaram a economia de Alagoas e proliferavam entre Penedo e a zona da Mata. Esporadicamente, no Sertão, havia engenhos rapadureiros em algumas localidades altas que favoreciam o plantio dessa gramínea, Em Mata Grande, mesmo, maciço do Sertão, havia seus engenhos de rapaduras que exportavam para diversos lugares, em caçambas de burros cargueiros

A rapadura contém ferro e vitaminas do Complexo B, além de cálcio e fósforo. Por tudo isso, previne anemias, melhora o sistema nervoso, previne cãibras e osteoporose. Fazia parte da alimentação básica de cangaceiros e forças volantes, consumida com farinha. Lampião gostava de assaltar os almocreves de rapaduras. A Alemanha já comprou rapadura do Nordeste para as crianças das escolas de lá, contra anemia. O nosso café da zona rural era adoçado com rapadura, mas ainda existe essa prática sadia e saborosa. E por fim, o ditado sertanejo para situações boas e difíceis: rapadura é doce, mas não é mole não.

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2023/06/louvando-rapadura-clerisvaldo-b.html

http://blogdomendesemendes.blogspot.com