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terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

A HISTÓRIA DOS IRMÃOS, HERMES COHIM MOREIRA E ABELARDO COHIM MOREIRA, OCORRIDO EM, OUTUBRO DE 1933, NA VILA DE MONTE ALEGRE, HOJE MAIRI

 Por Adelson Mota


Em outubro de 1933 o bando de cangaceiros de, Azulão, compostos por Azulão, Zabelê, Canjica, Arvoredo, Calais, e Maria Dórea, e outra Maria, 


quando se aproximaram de Monte Alegre, hoje Mairi, o temor tornou conta, da pequena Vila de Monte Alegre, a época o prefeito, Tomou as providências para proteger seu povo, era ele o Sr. Hermes Cohim Moreira, filho do Cel. Alexandre Ferreira Moreira, ex Intendente municipal, e também seu irmão, Abelardo Cohim Moreira, Tabelião da Vila de Monte Alegre, os Cangaceiros, não se aproximou da VILA e seguiram, fugindo, para a região dos Morrinhos, onde Mataram o Sr, Zezé Almeida e o filho.

Antes deste fato Passaram na fazenda, Carrancuda ou Carancudo, do Sr. João da Carancuda, e na fazenda, Bom Sucesso, deram Palmatória, em Dona Joana Ferreira da Silva, fizeram algumas maldades, se retiraram pra região, seguindo o curso do, Rio Jacuípe, e sitiaram - se na Fazenda Lagoa do Lino, Maracujá Serrolândia, de Dona Cyrila Moreira e Sr. Raimundo Moreira, Maracujá Serrolândia, onde foram abatidos pela Volante de José Fernandes Vieira, de Mundo Novo, José Osório de Farias, o Zé Rufino, de Jeremoabo, 


créditos da foto de, Hermes Cohim Moreira, Thayse Mendes Borges Santos Reis, cedidas ao Professor e Historiador, Rubens Antonio, Livro Cangaço na Bahia, Cavalos do Cão e Canção Agalopada, foto, de Abelardo Cohim Moreira, credito Joselita Borges, Abelardo Cohim Moreira, também foi prefeito, 1948... Adelson Mota, historiadora Amador contador de histórias do Cangaço, na Bahia e na nossa região

Veja todas as fotos clicando no link.

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O JOVEM MANOEL OLIVEIRA FIGUEIREDO, QUE LEVOU O BILHETES DE, LAMPIÃO PARA O CORONEL ANTÔNIO DE SOUZA BENTA, CORONEL BENTA,

 Por Adelson Mota

O jovem Manoel Oliveira Figueiredo, que levou o bilhete de Lampião para o Coronel Antônio de Souza Benta, Cel Benta, fato ocorrido na fazenda Cercado, do Capitão, Abilino Reis da Silva, em 06/07/1929 em Morro do Chapéu, Bahia.




A passagem do bando de cangaceiros de Lampião por, Morro do Chapéu, em 06/07/1929, Lampião depois de praticar a chacina do Brejão da Caatinga, em 04/07/1929, segue para o portal de entrada da Chapada Diamantina, e chega a dezenove quilômetros de Morro do Chapéu, e da fazenda Cercado do Capitão Abilino Reis da Silva envia um bilhete ao Coronel e responsável pela segurança, Antônio de Souza Benta, sendo portador o menino, Manoel de Oliveira Figueiredo, Manoel Berô que leva o bilhete este já conhecido nos meios dos grupos do Cangaço, certa vez indagaram ao Cel, Benta se ele teria feito um acordo com, Lampião para ele não invadir Morro do Chapéu, a resposta foi categórica respondeu o Cel, Morreu alguém em, Morro do Chapéu.

Crédito da foto, Octaviano Oliveira.

Adelson Mota, Historiador Amador contador de história do Cangaço na Bahia e na nossa região.

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FOTO DA CANGACEIRA BAIANA MARIQUINHA

Por Rubens Antonio

Ninguém havia descoberto, ainda, uma foto da cangaceira baiana Mariquinha. Foi encontrada uma por Sandro Lee, que a passou Robério Santos, que sugeriu que eu a recuperasse. Aqui, a original e o resultado de 8 horas de trabalho meu, usando 3 programas.

A cangaceira baiana Mariquinha.

Restaurada por Rubens Antoniio




As restaurações, retificações e variações foram assinadas por mim.

Adendo: 

Amigo leitor, caso você queira usar esta foto em seus trabalhos ponha o nome do pesquisador Sandro Lee, que é o verdadeiro dono da imagem. Gentilmente ele repassou para o jornalista e pesquisador do cangaço Robério Santos. Ponha também o nome do restaurador da foto, como sendo o pesquisador do cangaço Rubens Antonio. É um direito destas pessoas, já que ninguém tinha esta foto.

Agradecendo -  José Mendes Pereira.

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CANGAÇO E CONHECIMENTO (PRA NÃO ACREDITAR NA MENTIRA NEM SER MAIS UM MENTIROSO)

*Rangel Alves da Costa

Todo santo dia surge mais uma baboseira sobre o cangaço. Só faltam dizer que encontraram Lampião na porta do INSS para fazer prova de vida. E não sei se não dizem. Um diz que Lampião morreu em Minas, já outro assevera que sua morte ocorreu na alagoana Pão de Açúcar.

Um diz que morreu envenenado, já outro diz que nem morreu. Pelo jeito, Angico vai se tornando última opção como local de morte. Sim: dizem que aquelas cabeças eram de manequins, pois tudo armação para esconder a fuga acertada de Lampião. O sangue era tinta vermelha e os corpos degolados eram de mentirinha.

Todo santo dia surge uma história assim, sem pé nem cabeça, coisa que nem faz boi dormir. O pior é que muitos acreditam. E pior ainda que muitos escrevem sobre tais mentiras como se verdades fossem. E vão espalhando as aleivosias e os embustes de forma vergonhosa, mas sem vergonha alguma.

Por que tudo isso ocorre? Ora, só pode ser por falta de conhecimento histórico, principalmente da história do Cangaço. E conhecimento que implica em leitura, em pesquisa, em estudo de campo, em ter tempo para ouvir os antigos relatos e testemunhos, para ter capacidade suficiente de avaliar criticamente o dito e o escrito, extraindo de tudo as possíveis verdades. Ou as muitas mentiras.

Conhecimento que implica ainda em buscar diversos escritos sobre a mesma situação, de modo a tornar os múltiplos relatos em possível norte de entendimento. Para conhecer o Cangaço não se deve buscar as aparências ou basear-se somente em teorias conspiratórias. O Cangaço é uma colcha de retalhos que deve ser avistada no todo, desde suas raízes à junção de cada pedaço, pois um entremeado de ações e consequências. E num contexto que envolve injustiça, opressão, vingança, coronelismo, política e traição, dentre outros aspectos.

O acontecido permanece na história, os testemunhos ainda são muitos, mas gente ainda há que prefere o achismo ou o duvidoso. Tudo bem, mas será preciso um mínimo de atenção aos fatos, aos contextos e suas relações. Não se pode dizer apenas que não foi assim. Mas por que não foi assim? Então há que se demonstrar, com seriedade e provas, como de modo diferente aconteceu.

A maioria dos livros sobre o cangaço peca pelas ideologias e defesas próprias dos autores, sem buscar a devida isenção que todo escrito histórico precisa ter, mas ainda assim muitos escritos existem que são confiáveis e que – senão donos da verdade – ao menos traçam confiáveis percursos.

Os testemunhos gravados e que vão surgindo, igualmente devem ser vistos com ponderação, senso crítico e agudeza de discernimento. Até mesmo aqueles que estavam em Angico contam a mesma história de forma diferente e, na maioria das vezes, trazendo para si um protagonismo que nunca existiu. Volantes, coiteiros, cangaceiros, tudo contando a seu modo o que aconteceu de uma forma única. E assim fica difícil de saber quem está dizendo a verdade.

E eis a chave do problema. Apenas um livro ou dois não vai dar o conhecimento suficiente a ninguém. Apenas um testemunho ou dois não vai trazer a verdade a ninguém. Por isso mesmo será sempre preciso o descontentamento. Não se contentar com a história dada é a raiz da questão.

E assim, mesmo que jamais chegue a verdades absolutas sobre a história do Cangaço, a pessoa ao menos não vai querer nem ler ou ouvir baboseiras, mentiras, coisas de quem parece não ter o que fazer.

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

http://blograngel-sertao.blogspot.com/2022/04/cangaco-e-conhecimento-pra-nao.html

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O BOI VAI BERRAR

Clerisvaldo B. Chagas, 13 de fevereiro de 2024

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.013

Finalmente, após 18 anos ano de nascido, O Boi vai berrar em Maceió, na Jatiúca, precisamente na “Estaiada Choperia e Drinkeria” no dia 13 de março. Mas vai também berrar em  Santana do Ipanema no dia 20 de março no “Restaurante Santo Sushi”, no Bairro Domingos Acácio. Na verdade, trata-se do lançamento do livro O BOI, A BOTA E A BATINA, HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA, tão ansiosamente esperado no Sertão inteiro de Alagoas. Pix e convites para o grupo das 100 pessoas, virão após o dia vinte de fevereiro, oficialmente. Os que não fazem parte do grupo dos 100, poderão também receberem convites no papel. Daremos um jeito para que ninguém fique sem adquirir, o maior documentário sobre Santana do Ipanema, jamais produzido na terra.

BÁSICO DA CAPA DO LIVRO O BOI, A BOTA E A BATINA...

O livro ainda se encontra na gráfica editora, moendo até ser entregue ainda este mês. O grupo dos 100 irá adquirir o livro nos locais de lançamento, já devidamente autografados. Os que não fazem parte do grupo também poderão adquirir o seu exemplar logo após os do grupo e, autografados na hora. São 436 páginas contando toda a história desde os primeiros habitantes da Ribeira do Panema até, rigorosamente em ordem cronológica, chegar ao ano de 2006. Sesmarias, formações rurais, expedições, Brasil Colônia, Brasil Vice-Reino, Brasil Império e a Ribeira do Panema passando por todas essas fases, até o início do Século XXI. Essa história completa de Santana não é a história das elites governistas, mas sim uma história que congrega e descreve todas as camadas sociais. Um livro profundo, complexo, mas de escrita simples e cristalina onde o leitor poderá alimentar a sua alma com as 436 páginas informativas, acolhedoras e amigas.

A capa do livro, amarela e cinza, representa no mesmo plano o Museu Darras Noya, a Igreja Matriz da cidade e o céu santanense, no primeiro plano. No segundo, a silhueta da Ponte da Barragem, o coronel Lucena e o padre Bulhões. Ainda a figura do boi e a representatividade nordestina do chapéu de couro. Tudo em montagem do autor e modificado em arte pelo PC. Abaixo, estamos exibindo a capa do livro, ainda incompleta, como aperitivo. Portanto, estamos aguardando a sua presença ou no dia 13 ou no dia 20 de março, em Maceió ou Santanna do Ipanema, onde um cantor da terra abrilhantará o evento do povo.


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LAMPIÃO SEQUESTRA E MATA, VEJA COMO ESTA ATUALMENTE A IPUEIRAS LOCAL REPLETO HISTÓRIA E DOR

 Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=ZrNqbbgJZic&ab_channel=Canga%C3%A7oEterno

O PESQUISADOR José Francisco Gomes de Lima foi até às terras da Ipueiras dos Xavier para nos mostrar como está as coisas atualmente por lá e nos contar tudo sobre os fatos ali ocorridos. Se inscreva no canal Lampião, Cangaço e Sertão do amigo José Francisco. Segue o link abaixo 👇 Agradeço sempre ao meu compadre José Francisco por tudo.

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QUANDO LAMPIÃO CHEGOU EM JUAZEIRO EM 1926, A POLÍCIA DA CIDADE PLANEJOU FAZER UMA EMBOSCADA PARA O CANGACEIRO O PADRE CÍCERO TEVE QUE INTERVIR FALANDO ESSA FRASE .

 Por Lampião, Governador do Sertão


O nosso blog não confirma, mas dizem que esta frase permanece na literatura cangaceira, dita pelo padre Cícero Romão Batista. Verdade ou não, não sabemos que o vigário tenha dito isso.

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