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sexta-feira, 10 de junho de 2022

ANDRÉS ZAMBRANO O ESTRANGEIRO QUE PEITOU LAMPIÃO

Por Diário de Pernambuco

Imagine-se no início do ano de 1936, andando a pé pela caatinga. A 14 léguas de Águas Belas, em Pernambuco, de repente você é surpreendido por bandoleiros armados. Levado até Lampião, é acusado de ser espião da polícia, mesmo falando castelhano. Após levar uma coronhada no peito, já de pé mas seguro por dois homens, diz na cara do rei do cangaço: “O senhor deve me tratar como eu mereço. Sou um estrangeiro e tenho direito a ser respeitado. O senhor está desrespeitando a sua lei e o seu governo”.

O autor desta suposta resposta, que saiu vivo para contar a história, publicada no Diário de Pernambuco no dia 22 de fevereiro de 1936, chamava-se Andrés Zambrano, um venezuelano de 22 anos, capitão de um grupo de 20 escoteiros que resolveu conhecer toda a costa brasileira, partindo de Caracas no dia 12 de dezembro de 1934.

O Diario apenas reproduziu o relato que Zambrano deu, no Rio de Janeiro, ao Diario da Noite, outro jornal dos Diários Associados. Para a imprensa do Sudeste do país, relatos sobre a brutalidade de Lampião sempre atraíam leitores e a existência de um estrangeiro que conseguiu ser libertado depois de enfrentar o maior dos cangaceiros era mais do que o esperado.

Na verdade, Andrés Zambrano, que apareceu na redação do diário carioca vestido de uniforme cáqui, com galões de capitão e um grande chapéu de feltro, de abas largas, era espalhafatoso demais para descrever o ocorrido da forma como realmente aconteceu.

Segundo a conversa de Andrés Zambrano, os escoteiros estavam merendando à sombra de uma árvore quando foram cercados por 24 cangaceiros. Os venezuelanos receberam ordem de acompanhar o bando, andando cerca de cinco léguas em uma caatinga fechada. Ao chegar no esconderijo, Lampião estava contando dinheiro e perguntou quem eram aqueles rapazes fardados. “Quem é o chefe deste batalhão?”, inquiriu Virgulino. Foi quando Andrés Zambrano se apresentou, afirmando ser da Venezuela e não trabalhar para a polícia.

Depois de ter exigido respeito no tratamento, ele teria ouvido Lampião dizer que a “lei era ele”. Os escoteiros foram todos amarrados depois de ficarem devidamente nus. Morreriam no dia seguinte, como vingança à perda de quatro cangaceiros por causa do último ataque do tenente Manuel Neto.

Lampião não teria ido com a cara do estrangeiro insolente. Mandou servir café salgado para ele e depois água com pimenta. A história só não teve fim ali mesmo porque por volta da meia-noite teria aparecido Maria Bonita. Ela teria se interessado pela confusão e conversado com os escoteiros. Convenceu Lampião a soltá-los, depois dos “visitantes” terem dado sua palavra de honra de que não informariam à polícia o paradeiro do bando.

Aos repórteres do Diário da Noite, Zambrano teria ainda afirmado que Maria Bonita quis saber da sua idade e dito que ele era bem bonitinho, batendo no seu ombro. E ele nu, amarrado na árvore…

No dia seguinte, os venezuelanos foram soltos. Perderam as roupas, uma máquina fotográfica e o equivalente a quatro contos de réis. Da turma toda, somente Zambrano resolveu continuar suas andanças pelo Brasil. Foi assim que ele apareceu, vivinho da silva, na redação do jornal carioca. Contando uma história que Lampião não iria gostar nem um pouco.

Pesquei no Diário de Pernambuco

http://lampiaoaceso.blogspot.com/search/label/Andr%C3%A9s%20Zambrano

E eu repesquei no blog Lampião Aceso do Kiko Monteiro

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

HOMENAGEN PÓSTUMA AOS NAZARENOS QUE FORAM MORTOS POR LAMPIÃO.

 Acervo da  pesquisador Verluce Ferraz.

https://www.facebook.com/photo?fbid=5536314203073400&set=gm.3168794610047174

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LIVRO DO ESCRITOR JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO

    Por José Mendes Pereira

Você leitor, e eu, vamos participar do casamento de José Ferreira da Silva (Santos) com a dona Maria Sulena da Purificação (Maria Lopes) pais dos irmãos Virgolino Ferreira da Silva, Antonio Ferreira da Silva, Levino Ferreira da Silva e Ezequiel Ferreira Silva.

Vamos chegar devagarinho! Pés às alturas, como se nós estivéssemos flutuando em um picadeiro de circo, silêncio total, sem pigarrearmos em momento algum, para vermos o que irá acontecer durante esta união familiar. Não se preocupe, os irmãos Ferreiras não estão aqui entre nós, eles ainda irão nascer, primeiro Antonio Ferreira, depois Levino Ferreira, depois Virgolino Ferreira e por último (dos homens) Ezequiel Ferreira da Silva.

O casamento destes famosos e futuros pais de 4 cangaceiros você irá adquirir toda história no livro: "Lampião a Raposa das Caatingas", do escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão - a partir da página 70.

Esta maravilhosa obra você irá encontrá-la através deste e-mail: franpelima@bol.com.br, com Francisco Pereira Lima, o professor Pereira, lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba.

A maior obra já escrita até hoje sobre cangaço, e sobre a família Ferreira, do afamado Lampião.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/.../lampiao...

Fotos:

1 - Livro: "Lampião a Raposa das Caatingas";

2 - José Ferreira da Silva e Maria Sulena da Purificação os pais de Lampião;

3 - O autor do livro José Bezerra Lima Irmão.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

" A SEREIA" - Elias Rodrigues

 Por F2 Vídeos Natal

https://www.youtube.com/watch?v=tn4dPUG_hTc&ab_channel=F2V%C3%8DDEOSNATAL

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ELIAS WAGNER - EU NÃO TOMEI A GOTINHA - LANÇAMENTO 2018

 Por Elias Wagner

https://www.youtube.com/watch?v=ilgD1RpwXzA&list=RDD81y41U9JeA&index=6&ab_channel=EliasWagner

Musica: Eu não tomei a gotinha Autor: Elias Wagner ISRC: BXELW1800023

Elias Wagner nasceu no Córrego de Santo Antônio, município de Rio Bananal em 09 de junho de 1968.

Filho do Sr. Orlando Wagner e Srª. Isabela Klippel Wagner, Elias é o penúltimo dos nove irmãos, e aos dois anos, em 1970, por não ter tomado a vacina contra a Poliomielite teve paralisia infantil; e ficou deficiente físico perdendo o movimento das pernas.

Teve um início de vida difícil, mas as provações não paravam por aí, pois ainda criança, uma grande perda veio abalar ainda mais a sua vida. Pois dona Isabela (sua mãe) veio a falecer quando este tinha apenas quatro anos.

Elias Wagner cresceu ouvindo o pai tocar gaita que chegava da roça cansado mas tocava todas as noites.

Elias estudou somente até a quarta serie, para ir a escola seu pai “Orlando Wagner” fez um carrinho de madeira e todos os dias seu irmão Delmar Wagner “Chico” o levava ao colégio; Na escola Elias já mostrava interesse musical, fazia versos, paródias. Com 16 anos sua irmã “”Maria Wagner”” deu a Elias um violão de presente e desde então Elias nunca mais parou de cantar.

1992 seu pai “Orlando Wagner” morre ” derrame cerebral” Elias se vê sozinho morando na cidade de Governador Lindemberg – ES e conhece um rapaz por nome de Emídio que começa a organizar pequenos shows em bares e assim Elias começa a sobreviver das suas canções, o povo da cidade se organiza e promove festas, rifas para comprar equipamento para o show de Elias.

1999 Elias grava o primeiro CD “Tudo e nada” e a região começa a cantar as musicas de Elias Wagner; Shows em todo Estado do Espirito Santo. “2001” lança o segundo CD “É assim que eu amo” canção que mais tarde em 2006 foi regravada pelo cantor Amado Batista e é sucesso em todo Brasil.

2003 já morando na cidade de Linhares e fazendo shows no Espirito Santo, na Bahia, Minas Gerais Elias lança o terceiro CD “A primeira vez” que é mais um marco na trajetória de Elias.

23/08/2004 Com o lançamento do CD ao vivo Elias Wagner lança o primeiro DVD ao vivo na Expolinhares com 17 mil pessoas presentes que cantaram junto com Elias.

Ao todo são 12 CDs e 3 DVDs em toda a sua carreira de sucesso e fãs espalhados por todo Brasil.

A história de Elias Wagner fica conhecida por todos em 2006 com o lançamento da musica ” Eu não tomei a gotinha” que vendeu + de 100 mil copias no Estado.

Elias é tocado nas emissoras de radio do país e acumula admiradores de suas canções que retratam momentos da vida… “Fatos amorosos, e musicas motivacionais contando e cantando a sua própria história.

21/08/2015 Elias Wagner é o convidado especial para a gravação do DVD Amado Batista 40 anos com a canção de autoria de Elias “Sou igualzinho a você” e assim segue a história de um homem lutador que acredita no ser humano e na capacidade de cada um e sabe que quando se tem fé; Tudo é possível para quem tem Deus no coração.

Musicas de Elias Wagner que são um marco na trajetória do cantor… ” É assim que eu amo” Sou igualzinho a você” “Restam seis unidades” “A primeira vez” “Meu testamento” “Dois apaixonados” ” Eu não tomei a gotinha” “A luz do seu olhar” ” Um menino sonhador” e + uma serie de sucessos que o povo canta junto com Elias Wagner.

Elias já fez vários shows em todos os municípios do Espírito Santo, no Extremo Sul da Bahia, leste de Minas Gerais e vários municípios do Maranhão.

Hoje, Elias reside no município de Linhares – ES

Nos shows Elias faz questão de falar sobre a importância da vacinação, das dificuldades que um deficiente físico encontra no meio social, falando da importância do ser humano e de como é possível acreditar em um sonho por mais impossível que pareça…

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