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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

FEIRAS E FEIRAS

Clerisvaldo B. Chagas, 26 de janeiro de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3351

FEIRA DE SANTANA (FOTO: B. CHAGAS).

As feiras tiveram início há cerca de 500 anos antes de Cristo. Dizem que primeiramente as feiras começaram com simples trocas locais em torno dos castelos medievais e foram evoluindo até chegar nas condições de hoje. Em Santana do Ipanema, um dos seus fundadores, o padre Francisco Correia, já indicava, em determinado momento que a feira semanal deveria ser aos sábados e não aos domingos, como havia alguns esboços. Com êxito da feira em dia de sábado, criou-se, então, outra feira semanal no meio da semana, passando a funcionar às quartas. Até o presente momento é assim que funciona. Porém, a feira da quarta-feira, sempre é mais fraca, uma espécie de complemento. A feira da quarta supera a feira do sábado somente uma vez por ano que é no dia de Semana Santa.

Pois, no dia de ontem iria haver uma feira que no caso seria a 4O Feira Familiar da CARSIL, Cooperativa de Santana do Ipanema. O evento aconteceria no estacionamento da própria CARSIL, no Bairro do Monumento. Ótima oportunidade para que os seus cooperados ganhassem mais um pouco de dinheiro e a clientela adquirisse produtos frescos e de boa qualidade. Recebi o convite na noite anterior e tudo indicava que seria um sucesso aquela festa rural. Já houve feira camponesa defronte a EMATER, perto da Caixa Econômica, onde também houve apresentações dos “Profetas das Chuvas”.,

Feira é sinônimo de festa e é de fato uma grande festa, ponto de encontro entre a população rural e urbana e vendas de produtos, boas palestras, história curtas e compridas, namoros, “bicada” e glosa no balcão da bodega de esquina, História, Geografia, Economia, Sociologia. E sobre a feira de Santana, disse um embolador:

Viva a feira de Santana

Viva todo pessoá

Viva a feira de Santana

Tu quer peito pra mamar?

https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/01/feiras-e-feiras-clerisvaldo-b.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

 


FOTOS GERÔNCIO CALAÇA GEÔNCIO CALAÇA.

 Por Créditos: Guilherme Velame Wenzinger

Foto em baixa qualidade do volante Gerôncio Calaça, à esquerda, e um companheiro de luta. Foto da década de 30. Calaça foi quem abateu o cangaceiro Manoel Victor em Junho de 1937 nas proximidades de Tacaratu(PE), quando integrava a volante de Arlindo Rocha, o famoso "Queixo de Prata". Acervo da família.

https://lampiaoaceso.blogspot.com/2026/01/fotos.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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LAMPIÃO EM CAPELA

Por Antônio Corrêa Sobrinho

Amigos,

"LAMPIÃO EM CAPELA - O Telegrafista e Jornalista Zozimo Lima Assistiu, Vivenciou e Contou a História" é um livro virtual (e-book), 131 páginas, cuja Capa, Apresentação e Composição trago agora.
Os interessados em obter o PDF com a íntegra do trabalho, inclusive autografado, deposite o valor de 7 reais na conta Pix 14930994500 (Antonio Correa Sobrinho), informando o endereço (WhatsApp ou e-mail) para envio do PDF.
APRESENTAÇÃO
Entre os episódios que compõem a história do Cangaço – o banditismo que imperou no interior do nordeste brasileiro, desde o último quarto do século XIX a meados do XX –, a presença saqueadora de Virgulino Ferreira da Silva, o “Lampião”, na cidade de Capela, na noite de 25 e madrugada de 26 de novembro de 1929, é, sem dúvida, um dos mais conhecidos, comentados e emblemáticos.
Investida que representou não apenas uma ação ousada, mas também uma demonstração inequívoca de coragem, destemor e atrevimento do “rei do cangaço”; demonstração também de espírito negocial, contrastando com a violência habitual do seu grupo, apesar das circunstâncias tensas, dramáticas e, naturalmente, atemorizantes que a sua presença provocou, ou seja, sem desordem, sem violência e sem atentado à vida de qualquer cidadão.
A audácia da ação se evidencia ainda mais quando se observa o contexto geográfico. Capela e a vizinha N. Sra. das Dores – de onde Lampião viera após saqueá-la, com o objetivo de assaltar a então chamada “Princesa dos Tabuleiros” – localizam-se na zona da mata sergipana, a poucas horas do litoral, próximas e facilmente acessíveis à capital Aracaju. Tratava-se, portanto, de regiões distantes das áridas terras do sertão, ambiente natural e estratégico das ações cangaceiras, o que tornava a empreitada ainda mais desafiadora.
O feito ganha maior relevo quando se considera que Capela era o berço político do presidente do Estado de Sergipe, o usineiro Manoel Correia Dantas. A administração municipal encontrava-se sob o comando de um dos seus sobrinhos, Antão Correia de Andrade, enquanto a chefia da polícia estadual era exercida por outro sobrinho, Heribaldo Dantas Vieira.
Nas décadas de 1920 e 30, o município de Capela era um dos centros da economia canavieira, e de produção de algodão, com o maior número de engenhos e usinas de Sergipe, a exemplo da São José, Junco, Proveito, Flor do Rio, N. Sra. da Purificação, Palmeira, São Francisco, Solta Calumbi, Recurso, Palmo, Sítio Novo, Gravatá, Tabocal, Coqueiro, Jataí, Abadessa, Flor da Índia, Resende, Cruz Braúna, Passagem, São Domingos, Cangaleixo, Flores, Santa Clara, dentre centenas de outras propriedades rurais.
A pujança econômica refletia-se também no comércio local. Capela possuía, à época, pelo menos 65 casas comerciais dedicadas à venda de calçados, tecidos, gêneros alimentícios, miudezas e ferragens, pertencentes a comerciantes, como José Antônio Dias, Jackson Alves de Carvalho, Leal & Filho, Luiz Melo, Marieta Cabral, Neildes Andrade Morais, Raimundo Francisco dos Santos, Tavares Barreto, Manoel Joaquim de Moura, Augusto Costa Carvalho, Abdon Cabral, Alcino José Lopes, Antônio de Melo Cabral, Ana Ferreira de Couto, Amálio Oliveira, Adelino Félix de Oliveira, Alfredo Assis Santos, Euclides Silva, Alberto Mendonça, Agenor de Souza Barbosa, Diocleciano Menezes, Edson Cabral, Ezequiel Manuel de Almeida, Francisco José dos Santos, Guilherme & Filho, José Calazans, Antônio Tavares Barreto.
Em 1929, o município de Capela contava com aproximadamente 8 mil habitantes e apresentava um nível de urbanização significativo para os padrões da época. Dispunha de escola, cineteatro, sociedade literária, gabinete dentário, escritório de advocacia, farmácia, barbearias, alfaiatarias, joalheria, bilhares, banda de música, estação ferroviária, asilo para crianças desamparadas, olaria, fábrica de calçados, de gelo e bebidas. Somava-se a isso a presença institucional do Estado: Correios e Telégrafos, Justiça, Coletoria, Exatoria, Quartel de Polícia, Intendência.
Atacar Capela, naquele contexto, constituiu uma das mais ousadas aventuras de Lampião. Sem disparar um único tiro, sem cometer violência física e mantendo interações amistosas e festivas com a população, o episódio assume contornos quase cinematográficos, tanto pela narrativa quanto pela dramaticidade dos acontecimentos.
Todavia, não fosse o registro de quem presenciou e viveu os fatos – a passagem de Lampião por Capela, em 1929, poderia esta notícia ter se reduzido a mais uma nota efêmera na imprensa nacional sobre ilicitudes supostamente praticadas por este famanaz. O diferencial reside no olhar atento, lúcido e privilegiado do telegrafista e jornalista Zozimo Lima.
A reportagem intitulada “LAMPIÃO EM CAPELA – INFORMAÇÕES INTERESSANTES COLHIDAS PELO CORRESPONDENTE DO CORREIO – A ATITUDE DIGNA DO INTENDENTE ANTÃO CORREIA – LAMPIÃO ACHA QUE A VIDA DO CANGAÇO É BEM DIVERTIDA – OUTRAS NOTAS”, publicada no CORREIO DE ARACAJU, de 29 de novembro de 1929, três dias após o ocorrido, permanece como a versão mais fiel e consistente dos fatos, de autoria de Zozimo Lima, texto jamais contestado.
Eu soube da incursão de Lampião em Capela na década de 1980, por meio das leituras de Lampião, seu Tempo e seu Reinado, do padre pernambucano, Frederico Bezerra Maciel, e Lampião, o Rei dos Cangaceiros, do norte-americano Billy Jaynes Chandler. A surpresa veio ao descobrir que o telegrafista detido por Lampião era Zozimo Lima, sogro da minha tia materna, Jacy Lima, esposa de George Lima.
Zozimo, que retornara do Sul em julho de 1928, para onde fora ainda adolescente à busca de melhores oportunidades, em Capela exercia a chefia dos Correios e Telégrafos e atuava como correspondente do jornal Correio de Aracaju.
Ao saber do encontro de Zozimo com Lampião, logo descobri que a mencionada reportagem do Correio de Aracaju era do próprio Zozimo Lima. No próprio artigo ele se revela: “Interrogado Lampião pelo autor destas notas, se não pretendia deixar a vida que levava, teve como resposta: – Qual moço, não há mais jeito. Deixe lá que a vida do cangaço é bem divertida”. Lampião e Zozimo tinham praticamente a mesma idade.
Durante anos, a autoria desta reportagem permaneceu obscurecida, reflexo de uma prática comum dos jornais d’época: a proteção dos seus correspondentes, cujos nomes raramente apareciam nas suas publicações. Tal circunstância levou diversos autores a utilizarem o texto sem identificar seu autor, infelizmente, contribuindo para distorções, omissões e, nalguns casos, incorreções e invenções.
Somente com pesquisas posteriores consolidou-se o reconhecimento de Zozimo Lima como o verdadeiro autor do relato primordial sobre a presença de Lampião em Capela. Historiadores do cangaço passaram a reconhecer a centralidade de sua narrativa, ou seja, de um relato de quem realmente a viveu.
O pesquisador e escritor Archimedes Marques, no seu valioso livro – Lampião e o Cangaço na Historiografia de Sergipe (2017), o primeiro dos três volumes até agora publicados, sobre Zozimo Lima diz o seguinte: “Relacionado ao texto do jornalista Zozimo Lima publicado no Correio de Aracaju, de 29/11/1929, foi a partir daí que todos os historiadores se basearam para escrever as suas histórias pertinentes, por isso serem todos eles bem parecidos uns com os outros, com algumas exceções, aberrações por melhor dizer, com muitas invencionices etc.”
Verdade, mestre Archimedes, a história do cangaço é um campo de batalha de narrativas – a da passagem de Lampião por Capela é uma delas. Daí as muitas divergências no caminho que conduz ao lugar mais próximo da realidade, da verdade, com todas as suas circunstâncias e contextualizações; lamentavelmente, é um mal de que padece toda a história do cangaço.
José Bezerra Lima Irmão, autor do importante compêndio Lampião – A Raposa das Caatingas (2014), sobre Zozimo Lima diz o seguinte: “É de sua lavra o primeiro relato dessa passagem de Lampião por Capela, publicado pelo Correio de Aracaju, de 29/11/1929, no qual se basearam todos os que escreveram sobre esse fato – embora praticamente ninguém o cite”.
O intelectual Luiz Antônio Barreto, no seu artigo – “ZOZIMO LIMA, A CRÔNICA E A HISTÓRIA” (www.infonet/2004), enaltece a reportagem de Zozimo Lima sobre a presença de Lampião em Capela ao dizer ser a melhor e mais creditada fonte da aventura inicial do capitão Virgulino em terras sergipanas.
Certa feita, no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, conversando com o autor de Lampião e Zé Baiano no povoado Alagadiço, Antônio Porfírio de Matos Neto, referindo-se à presença de Lampião em Capela e por vezes em Frei Paulo, disse: “Antônio, meu amigo, o que teve em Capela e faltou em Frei Paulo foi um Zozimo Lima”.
No meu O Fim de Virgulino Lampião – O que Disseram os Jornais Sergipanos (2006), trago na íntegra esta reportagem de 1929 e Zozimo Lima como seu autor, imaginando ser esta a primeira reprodução num livro sobre cangaço.
Como sabemos, Lampião retornou à Capela, para nova investida, quase um ano depois, em 16 de outubro de 1930, quando foi recebido à bala por heroicos capelenses, como Josias Mota, Adroaldo Campos (Dudu da Capela), Ivo Figueiredo, Acioly Meneses, Hércules Dórea, Josias Mota, Otaviano da Mota Cabral, Jackson Alves de Carvalho, Juarez Leal, Honorino Leal, Xavier Padeiro, Floriano Rocha (Mano Rocha), Aurélio Alves, Nao Dores, Oricema Campos, Osório Ribeiro. Zozimo Lima se encontrava na cidade e não pegou em armas, mas seu irmão Galileu Lima participou da defesa bélica.
Dois propósitos me levaram a produzir este livro. O primeiro, reconhecer e valorizar Zozimo Lima como o principal intérprete do episódio que projetou Capela no cenário nacional e marcou a sua história, imortalizou personagens, além de se constituir num dos episódios mais interessantes da história do cangaço.
O segundo, reunir, num único volume, textos jornalísticos que registraram a presença de Lampião em Capela, conjunto este complementado por crônicas, narrativas, ilustração em quadros e iconografia, para os fins de permitir ao leitor uma visão ampla e crítica deste histórico acontecimento.
Zozimo Lima nasceu no dia 4 de abril de 1899, na cidade sergipana de Capela. Foi um homem de imprensa – escreveu por mais de 60 anos –, iniciando-se no jornalismo na década de 1910, na A Tribuna, de Santos, no litoral paulista. Tornou-se um notável cronista. Suas “Variações em Fá Sustenido”, no Correio de Aracaju e, depois, na Gazeta de Sergipe, eram bastante lidas e apreciadas. Zozimo foi um homem de letras, um literato, um intelectual. Presidiu a Academia Sergipana de Letras (ASL) e a Associação Sergipana de Imprensa (ASI). Como servidor público, dirigiu os Correios e Telégrafos em Sergipe, na década de 1960. No final da vida, foi condecorado com a “Medalha do Mérito Jornalístico”, concedida pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Zozimo Lima faleceu em Aracaju, no dia 19 de janeiro de 1974.
Encerro a apresentação deste meu LAMPIÃO EM CAPELA, agradecendo ao meu filho Thiago, pela capa e diagramação; igualmente, ao Prof. Robério dos Santos, pela sua constante colaboração e apoio aos meus singelos trabalhos, ao Dr. Archimedes Marques, pelas referências ao meu nome em suas obras, à Biblioteca Pública Epifânio Dória, à Biblioteca Nacional, à Universidade Federal de Sergipe (UFS) e ao Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, pela disponibilização dos seus acervos físicos e digitais.
Aracaju, janeiro de 2026.
__________________
COMPOSIÇÃO DO LIVRO
1. Notícias, notas, pareceres publicados nos jornais de época: Correio de Aracaju (SE), A GAZETA (SP), A NOITE (RJ), DIÁRIO DA MANHÃ (SE), JORNAL DO BRASIL (RJ), A TRIBUNA (SP), JORNAL DO COMÉRCIO (RJ), CORREIO PAULISTANO (SP), O PAÍS (RJ), A RAZÃO (CE), DIÁRIO DA MANHÃ (PE), A MANHÃ (RJ), O MUNICÍPIO (AC), DIÁRIO DE PERNAMBUCO (PE), A BATALHA (RJ), GAZETA DE SERGIPE (SE), DIÁRIO DE NOTÍCIAS (RJ); CORREIO DA MANHÃ (RJ), JORNAL PEQUENO (PE), ALTO MADEIRA (RO), CADASTRO COMERCIAL INDUSTRIAL E AGRÍCOLA (SE), O DIA (PR), JORNAL DO RECIFE (PE), O ESTADO (SC), O MALHO (RJ), PRAÇA DE SANTOS (SP), ESTADO DE FLORIONÓPOLIS (SC) e A TARDE (BA).
2.A íntegra do capítulo IX (UMA SALAMANTA NA CAPELA) do livro de Nertan Macedo, LAMPIÃO – CAPITÃO VIRGULINO FERREIRA.
3. Trecho do livro de Joaquim Góis, LAMPIÃO – O ÚLTIMO CANGACEIRO, e de Juarez Conrado LAMPIÃO – ASSALTOS E MORTE EM SERGIPE.
4. Reportagem assinada pelos jornalistas Fernando Portela e Claudio Bojunga, do jornal O ESTADO DE S. PAULO (Jornal da Tarde), de 30/07/1973 – “CAPELA SE RENDE E LAMPIÃO VAI AO CINEMA”.
5. O pequeno conto “O HOMEM NA TORRE”, do jornalista e escritor Joel Silveira.
6. CRÔNICAS de Zozimo Lima com menção a Lampião em Capela.
7. “VIDA DE LAMPIÃO” – ilustração em quadrinhos das passagens de Lampião por Capela e N. Sra. das Dores, em Sergipe, nos anos de 1929 e 30, de 1938, produzida pelo jornal A Noite (RJ) – Suplemento: Seção de rotografia.
8. ICONOGRAFIA.

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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MANHÃ ESPECIAL...

Por Aderbal Nogueira

 Hoje foi uma manhã especial, Rubelvan Lira filho do volante João Gomes de Lira e Alonso Cavalcante, filho do também volante Neco de Pautilha.

Expedição Rota do Cangaço visitando lugares e vivendo experiências únicas de histórias e também muitas emoções.

Ter as porteira abertas nas quebradas do Sertão e sermos recebidos tão calorosamente e algo indescritível.

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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LAMPIÃO COM A SUA FAMÍLIA...

Por Volta Seca

 Lampião com a família, em sua visita a Juazeiro em março de 1926

1 - Antônio, irmão
2 - Anália, irmã
3 - Joaninha, cunhada (casada com João Ferreira)
4 - Maria Mocinha, ou Maria Queiroz, irmã
5 - Angélica, irmã
6 – Lampião
7 - Zé Paulo, primo
8 - Venâncio Ferreira, tio
9 - Sebastião Paulo, primo
10 - Ezequiel, irmão
11 - João Ferreira, irmão
12 - Pedro Queiroz, cunhado (casado com Maria Mocinha, que está à sua frente, sentada)
13 - Francisco Paulo, primo
14 - Virgínio Fortunato da Silva, cunhado (casado com Angélica)
15 - ZÉ DANDÃO, agregado da família.

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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