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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

MOSTRA CULTURAL: GEOGRAFIA DO NORDESTE. - UERN - MOSSORÓ/RN. DIA: 09 DE OUTUBRO DE 2017 - LOCAL: PÁTIO DA FAFIC/UERN - MOSSORÓ/RN. RESPONSÁVEL: PROF. MS. JOSÉ ROMERO ARAÚJO CARDOSO (DGE/FAFIC/UERN)


ASCRIM/PRESIDENCIA –“MOSTRA CULTURAL: GEOGRAFIA DO NORDESTE. - UERN - MOSSORÓ/RN. DIA: 09 DE OUTUBRO DE 2017”- OF. Nº 115/2017.

MOSSORÓ-RN, 11 de OUTUBRO de 2017.

=REENVIADO A PEDIDOS, EM CARÁTER DE UTILIDADE PÚBLICA=

 ‘RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a).’ 

PREZADO PROFESSOR E PESQUISADOR, DR. ROMERO CARDOSO.
M.D. DIRETOR DE RECURSOS DE ACERVO CULTURAL DA ASCRIM,

   MUITO NOS HONRA PARABENIZAR PELO TRABALHO ABNEGADO DE CULTURA DIVERSIFICADA, EMPREENDIDO PELO TALENTO DA SUA LAVRA!

   ADMIRAMOS A CORAGEM E PERTINÁCIA COM QUE INTELECTUAIS DA SUA ESTIRPE, EM MEIO A TANTOS INFORTÚNIOS QUE SE NOS ATINGEM,  GESTIONAM E OS SUPERAM, TRANFORMANDO AS DIFICULDADES EM ENSURDECEDORES BONS TRABALHOS DESSA GRANDEZA.

   PARABENS ! RETRANSMITA O SINETE DESSA HONRARIA A TODOS QUE, JUNTOS, SEGUEM NA MESMA TRILHA EM DEFESA DA HISTÓRIA DOS NOSSOS VALORES CULTURAIS.

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE DA ASCRIM-

P.S.: CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AO(A)S  INSIGNES DIGNITÁRIOS:

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.
REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.
MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.
ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.
ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.
ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM. 

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

OS HOMENS DA MATEMÁTICA EM SANTANA

Clerisvaldo B. Chagas, 11 de outubro de 2017
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica 1.756
 
Detesto essa tal Matemática, mas tenho comigo que os versados na Matéria são cabras inteligentes. Fui consorciando com alguns colegas quando a danada aparecia, para conseguir chegar às aprovações. Tome Geografia, História, Redação... Dê-me Matemática. Foi assim com Renato Cavalcante, com José Ialdo Aquino e com José Maria Amorim, respectivamente, colegas em diferentes etapas de estudos. Mas quanto aos professores, lembro-me da fase de Admissão ao Ginásio e do próprio Curso Ginasial. O professor Aloísio Ernande Brandão, estava sempre presente lecionando História, Geografia e Matemática. E às vezes eu ficava pensando como cabia tanta inteligência naquela cabeça pequena.
Por isso ou por aquilo, no deparamos com outro professor de matemática, cujo nome era Genival. Parece-me que o homem trabalhava no IBGE. Mas o Ginásio Santana funcionava à base de colaboração de pessoas como comerciantes, bancários, comerciários e outros com algum saber. (Aliás, fui professor ali de Ciências, Biologia, História e Geografia. Minha esposa tomou conta de turmas durante anos, mas nunca fomos reconhecidos). Voltando ao Genival, era um senhor de meia idade, magro e calado. Gostava de beber umas e outras e vezes sem conta chegou embriagado no estabelecimento. Nessas ocasiões, tremia muito e derrubava o giz constantemente. Era uma situação de constrangimento, mas meus colegas afirmavam que quanto mais bêbado, mais eficiência havia nas aulas de Genival Copinho. Uma excelente pessoa.
Depois chegou da cidade de Capela, o professor Eli. Trazia Matemática suficiente para o Curso Médio e tornou-se fonte de consultas dos demais. Ernande, após a sua passagem, foi homenageado merecidamente com nome  de Colégio no Bairro Camoxinga. O anexo do Colégio Estadual, apelidado Cepinha, foi desmembrado e ganhou o nome de Escola Estadual Prof. Aloísio Ernande Brandão. (Fui professor em todas elas). Sempre com tendência apenas para as Ciências Sociais, não posso deixar de admirar os amantes da Matemática, da Química, da Física e dos seus desdobramentos modernos das grandes invenções e descobertas. 
Matemática não mudou, continua sendo a mesma MATAMATA do passado.
·         Problema técnico estar impedindo enviar ilustrações.
 

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EXÉQUIAS A UM HOMEM BOM

*Rangel Alves da Costa

Morreu. Assim como todo mundo morre ele morreu. Um homem bom, generoso, dadivoso enquanto viveu. Só lhe restavam as exéquias.
Num ritual católico, as exéquias são os préstimos de despedida, são os ritos e as últimas homenagens prestadas ao defunto. É momento solene onde se pranteia e onde se reconhece em palavras as qualidades daquele em partida.
No velório perfumado a flores brancas, a crisântemos e girassóis, envolto em velas chamejantes, lenços molhados e lágrimas derramadas, olhos e corações apertados pela tão triste despedida. Um homem bom estava de partida.
Ao fundo da sala, de braços abertos numa cruz amadeirada, um Cristo cabisbaixo, entristecido, parecia sentindo a mesma dor daqueles presentes. Amigos e mais amigos, parentes, consanguíneos, raízes plantadas ao longo de uma vida que ali se despedia.
Com a palavra o vigário: “Que desse corpo que parte e dessa alma que fica o exemplo de um bom. Um cristão em plenitude, talvez com o nome escrito nas páginas sagradas. Sim, pois foi na vida um evangelista pregando o bem e fazendo o bem”.
Com a palavra o confrade: “No teu último livro, página eterna de um poeta brilhante, talvez antecipasse sua despedida, meu bom amigo. Eis o que escreveste: Viver, partir, nada mais ser. Ou ser pela eternidade aquilo que viu, que não se foi na partida e que sempre será, pois flor fincada em raiz...”.
Enquanto os discursos se alongavam e os pratos escorriam entre as faces enrubescidas, uma perguntava a outra, baixinho: “De que ele morreu, estava doente?”. E a outra respondia: “Eu soube apenas que morreu de tristeza. Depois que pularam o muro e destruíram seu jardim, daí em diante nunca mais foi o mesmo, foi definhando cada vez mais...”.


Mas a conversa já era bem diferente noutras bocas e noutros ouvidos: “Morreu enquanto escrevia versos. Estava sentado à escrivaninha quando lhe veio um colapso fatal. E dizem que pendeu a cabeça bem em cima do último escrito: por que o outono lhe parecia a própria morte...”.
“Não. Já me contaram diferente. Dizem que ele morreu ao entardecer e enquanto ouvia um noturno de Chopin. Como se sabe, ele era apaixonado por música clássica, por Bach, Beethoven, Wagner, Strauss e muitos outros. Estava com uma taça de vinho à mão quando o noturno tomou os espaços. Então, embevecido pela canção, lentamente foi caminhando até a janela e diante aquela luz mágica do poente, apenas pronunciou: Você? e depois a taça estilhaçou pelo chão. E o homem estava morto”.
“Talvez não. Não acredito que tenha sido assim. Quem ouviu ele fazendo aquela pergunta, indagando por algo misterioso surgido além da janela, à sua frente. Por isso creio que não. No meu entendimento, conhecendo como ele era, morreu apenas por que quis morrer. Os poetas morrem apenas quando querem morrer. Não todos, mas alguns, escrevem tanta coisa bonita que passam a ter certeza que são eternos. Então apenas se desprendem do corpo físico e permanecem nas suas escritas, nos seus versos...”.
Certamente que não houve consenso sobre as reais causa da morte. Com efeito, ninguém sabia. Viúvo, solitário, convivia apenas com os seus livros, as suas folhas de papel, os seus versos e seus pensamentos. Mas tanto faz que tenha morrido de uma forma ou de outra. Na verdade, foi encontrado sentado, como que adormecido, num velho banco de seu jardim.
Com a palavra o vizinho de tantos anos: “Ah meu velho amigo, ainda ontem te avistei caminhando entre as flores. Conversava com colibris, com as flores, com borboletas e passarinhos. Será que estava se despedindo de seus melhores amigos?...”.
E de repente, pela janela, borboletas, colibris e outros passarinhos, entrando em lento voo. E sobre o falecido planando em despedida.

Escritor
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REVELAÇÃO DE UMA IRMÃ DO REI DO CANGAÇO: LAMPEÃO NÃO FOI MORTO PELA POLÍCIA

Material do acervo do pesquisador do cangaço José João Souza

Primeira reportagem da série "As Façanhas do Rei do Cangaço", publicada no Jornal O POVO em 22 de novembro de 1948.

A partir do dia 22 de novembro de 1948, o Jornal O POVO passou a publicar uma série de 11 reportagens sobre a vida criminosa de Virgulino Ferreira, conhecido como Lampeão e seu bando de cangaceiros.

A primeira reportagem teve o título "Revelação de uma irmã do rei do cangaço:

Lampeão não foi morto pela polícia" que foi escrita pelo jornalista e farmacêutico José Geraldo da Cruz.

"Na verdade, ninguém está em melhores condições do que José Geraldo para fazer a crônica emocionante da capital do fanatismo e do cangaço, a única terra que Lampeão respeitou e amou. O chefe da UND, antecipa-nos alguns itens da sua narrativa sensacional. A respeito do Rei do Cangaço, de cuja trajetória sangrenta o Nordeste ainda está cheio de marcas, afirma-nos que o célebre bandido não foi morto pela polícia. E, antes que externássemos nossa surpresa e incredulidade, acrescentou:

- A fonte onde obtive esta informação é a melhor possível: uma irmã do próprio Lampeão, que residiu em Juazeiro e morreu recentemente. Era conhecida aqui por todo o mundo. Pena é que você não a tenha encontrado viva. Mas eu lhe posso dar todos os detalhes sobre o assunto, e qualquer juazeirense os confirmará. Chamava-se Virtuosa Ferreira e morava à rua Santa Rosa. Sou padrinho de um filho dela. Virtuosa se correspondia com seu mano, Lampeão (Virgolino Ferreira), de quem, mensalmente recebia dinheiro. Quando foram estampados nos jornais as cabeças dos cangaceiros trucidados pela polícia de Alagoas, ela ria-se diante daquela que era atribuída a Lampeão, exclamando que seu irmão não era aquele, pois morrera num recanto do interior da Bahia. Tinha bilhetes comprovando tudo isso."



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A MORTE E A MORTE DE DELMIRO GOUVEIA

Por Vandeck Santiago

Hoje faz cem anos da morte de um nordestino que sonhou com um Nordeste industrializado e desenvolvido. Na luta para concretizar o seu sonho, enfrentou oligarquias estaduais, brigou com empresa estrangeira, agrediu a golpes de bengala o político mais poderoso de Pernambuco na época (Rosa e Silva, em 1899), desafiou coronéis da região e abriu uma fábrica no Sertão alagoano que transformava camponeses e ex-flagelados da seca em operários, e os tratava como cidadãos. Não podia acabar bem. Por volta das 21h de 10 de outubro de 1917, quando lia jornais na varanda de casa, foi morto a tiros de rifles, disparados por pistoleiros. Nunca se descobriu o mandante, ou mandantes, do crime.


Delmiro Gouveia — este era o seu nome — morreu cedo (tinha apenas 54 anos), mas deixou em torno de si uma série de imagens míticas, como a de pioneiro do desenvolvimento do Nordeste, de mártir da luta contra o imperialismo e de pobretão (órfão de pai e mãe, ex-vendedor de passagens em trem) que fizera fortuna graças ao próprio esforço.

Nasceu em 1863, em Ipu, interior do Ceará. Perdeu o pai aos 5 anos. Sua mãe migrou para Pernambuco, trabalhou como empregada doméstica e morreu pouco tempo depois. Ele tinha 15 anos. Nenhum lugar do mundo é bom para um órfão de pai e mãe, nessa idade — muito menos o Recife da segunda metade do século 19. Mas Delmiro Gouveia contrariou o destino esperado para alguém na situação dele. A história registra um dos seus empregos — o de cobrador de trem. Mais tarde, a origem humilde seria alvo de zombaria dos seus adversários ricos.

Nas suas viagens ao interior, teve o seu faro empreendedor despertado para produtos típicos da região, peles e couros de bode, cabra, carneiro. Tornou-se comerciante desses produtos, e conseguiu chamar a atenção de uma firma americana, com quem fez sociedade, passando a exportar os couros dos bichos para Europa e Estados Unidos, onde eram itens cobiçados. Saía de cena o órfão pobre de Jó, e entrava “o empresário jovem, elegante e charmoso que despontava no mundo dos negócios”, segundo expressão da professora da USP Telma de Barros Correia, autora de uma das muitas obras que narram a vida de Delmiro (Pedra: plano e cotidiano operário no Sertão, lançado em 1998, pela Editora Papirus).

Em 1899, aos 36 anos, ele inaugura o Mercado do Derby — se o leitor, ao ler este nome, imaginou (com todo respeito) carnes, moscas, frutas e caldo de cana espalhado por todo o recinto, permita-me dizer que está completamente enganado. O de Delmiro reunia um centro de comércio, hotel, velódromo e parque de diversões. Sim, nele se comercializava alimentos, mas também itens sofisticados, tecidos, calçados, louças, jornais, livros. Sua concepção o aproximava “do conceito do shopping center atual”, e quem diz isso não é um pernambucano bairrista, e sim a professora da USP, Telma Correia. Há também outro testemunho insuspeito de bairrismo — o da escritora americana Marie Robinson Wright, que o descreveu no livro The New Brazil (1890): “(...) Um dos melhores hotéis da América do Sul, o Hotel do [Mercado] do Derby é um dos maiores estabelecimentos do seu tipo, no Brasil, e está equipado para os amplos negócios que diariamente são nele realizados”.

Nos conflitos entre Delmiro e governantes locais, o Mercado acabou pagando o pato: foi incendiado pela polícia, em 1890. Três anos depois, Delmiro mudou-se para Alagoas. Comprou uma fazenda no Sertão alagoano, no povoado de Pedra (atual município de Delmiro Gouveia, a 300 km de Maceió). Lá idealiza a construção de uma fábrica de linhas de costura — não havia nenhuma no Brasil. Para isso precisava antes de energia elétrica. Em 1913 ele implanta uma usina hidrelétrica próxima à Cachoeira de Paulo Afonso (BA) — e daí sai a energia para a fábrica em Pedra.

No auge do funcionamento, a fábrica tinha 2.000 funcionários, submetidos a jornada de 8 horas de trabalho e com creches para os filhos. O empreendimento tinha outra experiência inovadora: uma vila operária, formada de casas de alvenaria. A comunidade vivia sob rígidos códigos de higiene (as ruas e as casas tinham de estar sempre limpas; era proibido cuspir na rua) e conduta (quem “mexesse” com as mulheres operárias, era “punido” com o casamento obrigatório). Cuidava-se também do lazer dos trabalhadores: havia sessões de cinema, bailes, pista de patinação, campo de futebol e parque de diversões.

As inovações de Delmiro Gouveia para o Nordeste morreram com ele, na tocaia. “E o que se vê, em 1917, naquele tenebroso 10 de outubro”, diz o historiador pernambucano Frederico Pernambucano de Mello, que cunhou a melhor definição sobre o assassinato dele, “é nada menos que a morte do futuro pelas piores energias do passado”.

Foto: Arquivo/DP

* O texto acima retrata única e exclusivamente a opinião do autor.

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=905412196289564%2C905228726307911%2C905062876324496%2C905026712994779%2C905006439663473&notif_id=1507581605601942&notif_t=group_activity

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PROGRAMAÇÃO DIA DO PROFESSOR


No domingo, às 9h a programação se inicia com uma série de atividades voltadas paras as crianças. As brincadeiras serão realizadas em alusão ao Dia da Criança, comemorado em 12 de outubro. As atividades serão coordenadas pelo palhaço Rafinha e haverá uma praça de alimentação voltada exclusivamente para o público infantil.

Às 11h a Diretoria da ADUERN lança a campanha de doação de livros para o sindicato. A proposta da Gestão “Sindicato é pra lutar” é que os associados doem livros antigos para a biblioteca da entidade, mas também que professores e professoras que são escritores realizem o lançamento de suas obras na ADUERN.

Na oportunidade, também será apresentado à categoria o cronograma da “Semana em defesa da UERN”, ciclo de atividades voltadas para o fortalecimento da universidade e da luta contra seu desmantelamento. A “semana” acontece entre os dias 16 e 20 de outubro e mobilizará todos os campi da instituição.

Às 12h será servida a feijoada do Dia do Professor com música ao vivo e palco aberto para os associados e associadas

Jornalista

Cláudio Palheta Jr.


Telefones Pessoais :

(84) 96147935

(84) 88703982 (preferencial) 

Telefones da ADUERN: 


ADUERN
Cep: 59.625-620
Mossoró / RN
Seção Sindical do Andes-SN
Presidenta da ADUERN

Rivânia Moura

Enviadopelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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FANATISMO E CANGAÇO

Por Joel Reis

O alagoano ARTHUR RAMOS de Araújo Pereira (Pilar - AL, 07.07.1903) – (Paris, 31.10.1949) – (professor, médico psiquiatra, psicólogo social, etnólogo, folclorista e antropólogo) escreveu o livro "FANATISMO E CANGAÇO”, entretanto, não sei se chegou a publicar, pois, conforme a carta abaixo (imagem) de 21 de março de 1940, a pessoa elogia seu trabalho e esclarece o motivo de ainda não ter EDITADO esse livro.


Procurei em suas obras (centenas), mas não encontrei na lista esse livro. Existem algumas imagens (1939) do cangaceiro “Volta Seca” sendo submetido a exame antropométrico, através do Dr. Arthur Ramos, além de que a Biblioteca Nacional (BN) digitalizou fotos originais do cangaço que pertenceram aos estudos sobre antropologia e etnologia (com imagens retratando costumes do povo), desenvolvidos por ele (Arthur Ramos). Provavelmente todo esse material fizeram parte desse livro.


A pergunta é: 

Será que foi publicado o livro "FANATISMO E CANGAÇO” de Arthur Ramos?

REFERÊNCIA DA IMAGEM

DJACIR. [Carta a Arthur Ramos acusando o recebimento do livro "Criança-Problema", elogia seu trabalho e esclarece o motivo de ainda não ter editado o seu livro "Fanatismo e Cangaço]. Fortaleza: [s.n.], 21 mar. 1940. 1 p. Disponível em: <http://objdigital.bn.br/…/div_man…/mss1297428/mss1297428.jpg>. Acesso em: 11 out. 2017.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1560767470654810&set=gm.714745225401091&type=3&theater&ifg=1

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O CURRÍCULO ESCOLAR E O USO DO VÍDEO EM SALA DE AULA

https://www.agbook.com.br/book/242767--O_CURRICULO_ESCOLAR_E_O_USO_DO_VIDEO_EM_SALA_DE_AULA

Currículo, vídeo, motivação, ensino-aprendizagem e recursos didáticos

A presente pesquisa teve por objetivo analisar uma prática de ensino que se utiliza de vídeos como recurso didático inserido no currículo, independentemente do nível de escolarização. A metodologia utilizada foi à abordagem exploratória. O estudo ocorreu em duas etapas distintas: na primeira buscou-se conhecer a opinião dos professores; na segunda etapa os alunos foram submetidos a um questionário. A análise dos dados e depoimentos dos entrevistados mostra que a utilização de vídeos é importante e possibilita um melhor aprendizado. De igual modo, contribuiu para o aprendizado dos alunos em várias questões. O estudo destacou a aplicabilidade do vídeo e, especificamente de vídeos online – como instrumento muito útil no processo de motivação e facilitação da aprendizagem. As discussões sobre as formas de percepção da realidade social, objetivação e apropriação das tecnologias no espaço escolar, enquanto resultantes de um processo cultural, fizeram das teorizações de Peter Berger, Durkheim e Pierre Lévy, referenciais analíticos fundamentais para o desenrolar desse estudo. Trata-se da análise das condicionantes tecnológicas de apropriação das TIC no processo ensino-aprendizagem e virtualização. A aceitação ou refutação de tais influências, ou mesmo a consciência desse fenômeno, são condições importantes, pois elas são definidoras de perfis de apropriação e condicionantes das concepções pedagógicas para a utilização das TIC como ferramenta potencializadora do processo ensino-aprendizagem. A alteração da cena escolar histórica, em função do poder de virtualização das TIC, fez das teorizações de Levy sobre virtualidade, o viés analítico fundamental desse trabalho.

Selos de reconhecimento

Impresso
De R$ 31.91 por: 
R$ 27,50

Ebook (PDF)
R$ 9,69

Tema: Literatura NacionalDidáticosArtes e EntretenimentoPalavras-chave: aprendizagem., currículo., didáticos, motivação., recursos, vídeo.

Características

Número de páginas: 194 
Edição: 1(2017) 
Formato: A5 148x210 
ISBN: 978-85-9563-105-2 
Coloração: Preto e branco 
Acabamento: Brochura c/ orelha 
Tipo de papel: Offset 75g
Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.

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EX-CANGACEIRA "DULCE" E, SUA FILHA MARTHA MENEZES

Por Voltaseca Volta

A única cangaceira que, ainda, está viva e, tem mais de 90 anos de idade.

Ela estava em ANGICO em 28 de julho de 1938, ocasião da morte de Lampião e mais 10 pela volante do Ten. João Bezerra.

A essa mulher guerreira nossa admiração e apreço.

Foto: Cortesia Martha Menezes Menezes

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/

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REFLEXÃO PARA O DIA DA CRIANÇA

Por Ivone Boechat

Como você vai comemorar o DIA DA CRIANÇA? 
                       
        Ivone Boechat

Todos os dias, mais muito mais de 18 mil crianças são espancadas no país, segundo dados da UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância. As mais agredidas são meninas, entre sete e 14 anos.
Mais de 100 crianças morrem por dia no Brasil, vítimas de maus tratos – negligência, violência física, abuso sexual e psicológico - segundo pesquisa realizada pelo Laboratório de Estudos da Criança/USP.
Dados do Ministério da Saúde revelam que 38% das mortes de pessoas com até 19 anos são causadas por agressões.
Disque 100 - Denuncie! O serviço do Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes é coordenado e executado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), em parceria com a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobrás) e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria).
• No Brasil, com uma população de quase 67 milhões de crianças de até 14 anos, são registrados, por ano, 500 mil casos de violência doméstica de diferentes tipos. Em 70% dos casos os agressores são os próprios pais biológicos.


A violência contra a criança é crescente e nem sempre ocorre na forma de abuso sexual. Levantamento do Núcleo de Atenção à Criança Vítima de Violência, da Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ) mostra, com base de dados coletados entre 1996 a 2011 que:
Ø 29,1% de meninos e meninas são vítimas de abuso físico.
Ø A violência sexual aparece em segundo lugar – 28,9%
Ø 25,7% sofreram negligência (todo tipo de abandono)
Ø 16,3% abuso psicológico (pressão - 300 mil meninas são vítimas de incesto todos os anos e um terço delas tenta o suicídio - Lacri-USP)
Ø 11,5% das crianças de oito e nove anos são analfabetas, segundo o IBGE.

Ø 114.000.000 (cento e catorze milhões) de crianças não recebem instrução sequer ao nível básico;
Ø 6.000.000 (seis milhões) de crianças morrem por ano por má nutrição, antes de fazer cinco anos de idade;
Ø 800.000.000 (oitocentos milhões) de pessoas deitam-se todas as noites com fome; 300.000.000 trezentos milhões são crianças;
Ø 50.000.000 (cinquenta milhões) de abortos são cometidos no mundo por ano.

A UNICEF estima que existem 158 milhões de crianças menores de 15 anos vítimas de trabalho infantil em todo o mundo e que mais de 100 milhões (quase 70 por cento da população laboral infantil), trabalham na agricultura em áreas rurais onde o acesso à escola e ao material educativo é muito limitado.
No Brasil, cerca de 4 milhões de crianças trabalham no meio rural e somente 29% delas recebem remuneração. São escravas. Entre as crianças de 5 a 9 anos, somente 7% recebem remuneração e um grande número não têm acesso à educação.
O Brasil tem mais de 680 mil crianças que não frequentam a escola.
Relatório divulgado pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) concluiu que faltam 245 mil professores no ensino médio.
 Não é falta de profissionais excelentes e qualificados: faltam profissionais que suportem “viver” com o salário que se paga ao professor.
Você não vai poder resolver o problema da fome, do abandono, da falta de professores, da escassez de assistência aos clamores da humanidade! Impossível! Então, comece por atender o grito de socorro da sua família, do seu vizinho, da sua cidade! Ouça o seu próprio grito!

Olha o que está na lei:

“Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.”
(Art. 5º. Estatuto da Criança e do Adolescente)

E qualquer que receber em meu nome um menino, tal como este, a mim me recebeMt 18:5         

Uma sugestão: criminalizar a incompetência política!

Enviado pela professora universitária Ivone Boechat

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TELA: "ALVORADA DA RESISTÊNCIA". AUTOR: AIRTON CILON


Participou do II SALÃO DORIAN GRAY De Artes Potiguares onde o tema foi os 90 anos da resistência de Mossoró ao bando de Lampião. A tela retrata de forma simbólica a derrocada do bando de Lampião em 13 de junho de 1927.


Autor: Airton Cilon
Dimensões: 80x64cm
Técnica: Mista
Interessados: só ligar - (84) 9 91853933 zap


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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CONVITE!









Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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O OUTRO LADO DA MOEDA NA GUERRA CONTRA O CANGAÇO.


Lampião teria realizado suas estrepolias pelos sertões do Nordeste bem mais sossegado se não fosse perseguido e tivesse em seu calcanhar a Força Policial Volante de Nazaré (Pernambuco) que cujos membros ficaram conhecidos na história cangaceira como “Nazarenos”.

Os Nazarenos tiveram papel importante e fundamental no combate ao cangaceirismo/banditismo que assolava os sertões do Nordeste naquela época. Muitos de seus membros, inclusive, eram movidos por dívidas de sangue o que aumentava ainda mais a garra e determinação desses homens em meio à caatinga em busca do aniquilamento de seus inimigos.

A valentia e a coragem demasiada desses homens fizeram com quê muitos sofressem ferimentos gravíssimos durante as refregas e até mesmo ocasionado a morte de vários de seus componentes.


Na fotografia em anexo estão os irmãos Aureliano Nogueira (Esquerda) e Hercílio Nogueira (Direita) membros da Força de Nazaré. Hercílio Nogueira foi morto durante um combate ocorrido na Fazenda Maranduba contra o bando de Lampião no dia 08 de janeiro de 1932, ainda no princípio do embate ente os cangaceiros e a Força Policial.

Geraldo Antônio de Souza Júnior

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