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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MARIA BONITA CASOU-SE COM LAMPIÃO NA NOITE DESTE SÁBADO EM NOVA FLORESTA, VEJA A MATÉRIA E ENTENDA

Escrito por: Gustavo Camelo
 foto: Flavio Silva

Um casamento evangélico e diferente ocorreu na noite deste sábado (23), na cidade de Nova Floresta, no Curimataú paraibano.

Na frente do pastor, "Lampião e Maria Bonita"  disseram sim a união e o amor. O casório dos 'cangaceiros de Nova Floresta', ocorreu no Nova Floresta Club e contou com a presença de amigos e familiares do casal.

  foto: Flavio Silva 

O noivo Moisés é natural de Campina Grande, e como um bom cangaceiro, percorreu mais de 120 km para encontrar a sua alma gêmea. A noiva é Ângela, filha do saudoso vaqueiro "Arnaldo de Nozinho".

O convite  foi  a rigor, em meio a mata, o casal com trajes de cangaceiros, pousaram para foto que ilustrou o passaporte dos convidados.


Moises mencionou que escolheu o tema porque é fascinado pela história de Lampião, segundo ele, dentro de um justiceiro fora da lei, estava um homem que amava a sua companheira e a respeitava diante do bando.

O casal contou ao Noticiando PB,  que ambos são desbravadores, assim como foi Lampião e Maria Bonita."Enfrentamos muitas coisas juntos. Já fomos para Campina Grande e Natal encima de uma moto POP, dai você tira a nossa coragem (risos)", disse Moises.

VEJA O VÍDEO:

O pr. Antonio Olimpio, da Igreja Cristo no Brasil, que celebra casamentos há mais de 40 anos, disse que esse é o segundo casamento inusitado que celebrou durante essas  4 décadas. O Pastor ainda destacou que não são todas as igrejas evangélicas que permite esse tipo de enlace matrimonial. "Já realizei um casamento Havaiano na beira da praia em Natal-RN há um tempo atrás, agora de cangaceiros foi a primeira vez e achei bastante interessante", concluiu.

http://www.noticiandopb.com.br/2016/01/maria-bonita-casou-se-com-lampiao-na.html?m=1

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NA CIDADE

Por Rangel Alves da Costa*

A cidade grande já se mostra estranha demais, mesmo nela já tendo vivido desde muito tempo. A capital sergipana, mesmo ainda considerada pacata, já não me atrai como antigamente. Tornei-me quase como um estranho.

Consequência disso é a minha ausência em muitos aspectos de sua vida. É como se a cidade fosse um mundo diferente depois da porta da frente, e da porta pra dentro um distanciamento sem fim. E sempre prefiro estar no retraimento solitário dentro das quatro paredes.

Talvez eu esteja errado por considerar como distância aquilo que não conheço o percurso. Talvez eu esteja errado por resolver me afastar daquilo que costumeiramente nunca me aproximei. Assim, o mundo lá fora pode não ser aquilo que imagino.

Na verdade, sempre há um motivo para atrair. Tudo depende dos gostos, das predisposições, daquilo que se deseja encontrar. Há a noite para quem gosta da curtição, há diversas praias para quem gosta de banho de sol e de mar, há barzinho para quem gosta de bate-papo casual, há museus para quem gosta de reencontro com o passado, há diversas opções para quem gosta de arte, de folclore, de história.

Não significa que eu não goste de tais ambientações e suas possibilidades. Sou sempre adepto de tudo que diga respeito a manifestações culturais, a história, ao conhecimento útil. O que implica mesmo é o distanciamento dessa realidade, é a ausência onde tais aspectos se manifestam.

Possuo uma visão diferente do conhecimento da cidade. Entendo que visitas pontuais a museus, centros culturais e outros locais onde se manifestam as tradições populares (artesanato, dança, comida típica, música regional), não são suficientes para o enriquecimento cultural perante o que a cidade apresenta.

Creio existir outras formas importantes de compreender não só a cidade como sua história e suas feições sociológicas e culturais. Aprendi que olhar para o alto, acima dos andares térreos dos edifícios e construções antigas, possibilita encontrar, através das formas arquitetônicas, aspectos primordiais da história de sua história.


Igualmente aprendi que numa mesma fachada há dois momentos que devem ser compreendidos. No centro da cidade, a parte térrea sempre apresenta uma feição diferenciada daquela avistada mais acima. O que está embaixo, na linha da rua, apresenta a feição comercial urbana, com fachada descartável e bem diferente da estrutura do prédio em si.

Olhando um pouco mais acima será possível avistar uma arquitetura antiga, imponente, com linhas não mais utilizadas nas modernas construções. Desse modo, se abaixo há a representação da cidade moderna, acima há a representação da cidade histórica, de como ela foi evoluindo através de suas construções.

Por toda a cidade existem detalhes impressionantes. A maioria das construções antigas, principalmente nas residências senhoriais, palacetes e casarões, contém a data de sua construção inserida na própria arquitetura. Poucos são aqueles que observam e cotejam as datas com os marcos históricos. E também poucos os que procuram saber sobre a história das grandes edificações, sua serventia no passado e sua atual propriedade.

Também as ruas contam muito sobre a história da cidade. E neste aspecto ganha relevo a sociologia urbana. Em Aracaju, principalmente nos bairros que ficam no entorno de onde nasceu a cidade, o tradicionalismo das ruas ainda continua preservado em muitos aspectos. As fachadas antigas, bem adornadas, ainda estão presentes em bairros como o Industrial e o Santo Antônio.

Muitas dessas casas ainda possuem quintais, árvores e pomares, e também moradores que gostam de sentar nas suas calçadas. Significa dizer que são moradias e moradores que não perderam as feições passadas, que ainda preservam um jeito de ser e viver ao modo interiorano, no relacionamento com a vizinhança e na valorização de sua rua.

Desse modo, atualmente, nas poucas vezes que caminho pela cidade é objetivando observar seus pequenos detalhes, as pessoas que correm de lado a outro, o que se manifesta pelos mercados centrais, o antigo e o novo comércio, onde ainda está o velho e onde a modernidade se impõe. E, observando, compreender seu percurso.

Mas, como dito, apenas raramente saio por aí olhando para o alto, observando os pequenos detalhes por onde passo. O antigo é muito mais fácil de ser reencontrado que o novo. O moderno surge e já evapora. Por isso que vou atrás do passado.

Poeta e cronista
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A MORTE DE MANOEL NETO - UM BRAVO COMBATENTE DO CANGAÇO.

Matéria do Jornal Diário de Pernambuco de 11 de novembro de 1979.

O relógio de um dos apartamentos do Hospital da Policia Militar de Pernambuco marcava exatamente 7h 15m horas do dia 03 de novembro deste ano, quando falecia um dos maiores heróis da história do combate ao cangaço em Pernambuco.

Tratava-se de Manoel de Souza Neto, conhecido em seis Estados do Nordeste como Mané Neto e apelidado por Lampião como Mané Fumaça, pois segundo a lenda, aparecia repentinamente em vários locais ao mesmo tempo.

Manoel Neto vivia sozinho, residindo num dos hotéis da cidade de Ibimirim, quando foi acometido de uma doença renal. Ao tomar conhecimento de que o Coronel era portador de moléstia incurável, o comandante da Policia Militar de Pernambuco, João Lessa, determinou a sua imediata remoção para o hospital do Derbi. Lá o velho combatente do cangaço faleceu aos 88 anos, após 14 dias de internamento. Seu corpo foi traslado para o município de Carqueja, onde foi sepultado com honrarias militares.

Além da luta ao bando de Lampião, Manoel Neto também participou de revoluções, chegando inclusive a ser homem de confiança dos governadores Carlos de Lima Cavalcanti e Estácio Coimbra. Perdeu a farda por ocasião da derrota do partido que defendia, mas conseguiu voltar a ativa em virtude do reconhecimento de seu trabalho e atos de bravura.

Transcrito por: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

Fonte: facebook
Página: Geraldo Júnior
Grupo: ‎O Cangaço

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CHAPÉU QUE PERTENCEU AO EX-CANGACEIRO ZÉ SERENO.


Esse chapéu apesar de não ter sido utilizado durante o cangaço pertenceu ao célebre cangaceiro Zé Sereno que inclusive chegou a posar para fotos (Revistas) utilizando essa peça que se transformou no símbolo maior do cangaço, conforme podemos observar na imagem abaixo.

Material gentilmente cedido pela amiga Gila Sousa Rodrigues filha do casal cangaceiro Sila e Zé Sereno.

Fonte: facebook
Página Geraldo Júnior
Grupo: O Cangaço

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ANTONIO SILVINO ERA PAI DE ANTONIO ERMÍRIO DE MORAIS OU NÃO?

Por José Mendes Pereira
O ex-cangaceiro Antonio Silvino

Vamos devagar para entendermos bem o que o escritor José Bezerra Lima Irmão fala sobre uma possível paternidade de Antonio Silvino sendo o pai do empresário da "Votorantim" Antonio Ermírio de Morais.


No livro "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" na página 52, o autor José Bezerra Lima Irmão não afirma,  diz que quem afirmava isso, eram os sertanejos, que o cangaceiro "rifle de ouro", Antonio Silvino seria o pai do empresário Antonio Ermírio de Morais. 


Olhando bem para as fotos dos dois famosos um cangaceiro e o outro um dos maiores empresários do Brasil, ligeiramente como costumamos dizer, há uma certa semelhança entre eles, mas isso não quer dizer que eles têm sangues próximos. 

Vendo a biografia do empresário Antonio Ermírio de Morais ele nasceu em São Paulo, no dia 04 de junho de 1928, neste período o ex-cangaceiro Antonio Silvino ainda continuava cumprindo pena na Casa de Detenção em Recife, no Estado de Pernambuco, porque havia sido preso em Taquaritinga (PE), em 28 de Novembro de 1914. Então não há nenhuma possibilidade do ex-cangaceiro Antonio Silvino ser pai de Antonio Ermínio de Morais.

Antonio Ermírio de Moraes e Dix-huit Rosado – 1964 - Acervo Lindomarcos Faustino

O pai de Antonio Ermínio de Morais  o engenheiro  José Ermírio de Moraes era Pernambucano, e a sua mãe Helena Rodrigues Pereira, era natural de Boituva, no Estado de São Paulo, teve quatro filhos com José Ermírio, dos quais Antônio Ermírio foi o segundo.

Mesmo o pai do empresário sendo Pernambucano não havia nenhuma possibilidade de Antonio Ermínio de Morais ser filho do cangaceiro, pois a sua mãe era paulista, e tenho real certeza que ela era uma senhora de alto respeito, jamais iria trair o seu esposo com homem nenhum, muito menos com cangaceiro que não tinha compromisso com ninguém. 

Esta é a minha opinião, e lembrando ao leitor que em nenhum momento o escritor afirma isto, ele diz em seu maravilhoso trabalho que quem dizia eram os sertanejos.

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O CARA NÃO TOCA, HUMILHA!

https://www.youtube.com/watch?v=DQuF_BQRIe4

Enviado em 21 de nov de 2011
O cara toca violão pra CARAMBA!
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Informação: Estamos fazendo esta postagem porque o blog está com problema para postagens maiores. Quando normalizar postaremos matérias sobre cangaço

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ENQUANTO NÃO VEM CANGAÇO - CRIANÇA CHINESA DE 5 ANOS TOCANDO PIANO GENIAL

https://www.youtube.com/watch?v=RrTEVdvz0Dw

CRIANÇA CHINESA DE 5 ANOS TOCANDO PIANO GENIAL

Publicado em 4 de set de 2013 - Criança gênio de 5 anos tocando piano.
Categoria - Música - Licença padrão do YouTube

Informação: Estamos com dificuldades para fazermos postagens com textos maiores.

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LIBERATO DE CARVALHO - ATUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES

Por Rubens Antonio

Documento da Assembléia Legislativa da Bahia:
Dep. Liberato de Carvalho
:: Dados Pessoais
Nome: Liberato Matos de Carvalho
Profissão: Militar e Médico
Nascimento: 13 de agosto de 1903, Vila Serra Negra, Pedro Alexandre-BA
Filiação: Pedro Alexandre de Carvalho e Guilhermina Maria
Cônjuge: Carmem Siqueira de Carvalho
Filhos: José Carlos, Liberato José (in memorian)
Falecimento: 16 de março de 1996

:: Formação Educacional Cursou o Primário e o Secundário em Aracaju-SE. Estudou na Escola Militar na Academia de Agulhas Negras, Rio de Janeiro-RJ. Formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina da Bahia, Salvador-BA.

:: Atividade Profissional
Tenente-coronel por decreto de 16 de dezembro de 1932, para comandar as Forças de Operação do Nordeste dos Estados - FONE.
Promovido a Coronel, 1935.
Nomeado Comandante da Polícia Militar da Bahia, 23-02-1935 a 11-11-1937.
Foi antecedido pelo Coronel João Felix de Souza, que comandou a Polícia Militar de 20-11-1931 a 23-02-1935, e sucedido pelo Cel Tito Coelho Lamêgo , que comandou a Polícia Militar de 11-11-1937 a 28-03-1938.
Comandante do Batalhão do Exército, Recife-PE;
capitão da Infantaria do Exército Nacional, reformou-se como General de Brigada. Secretário estadual de Segurança Pública e do Interior do estado de Alagoas.


Liberato de Carvalho aparatado, na sua ação como volante. - Fonte da imagem: livro "Derrocada do Cangaço", de Felippe de Castro.



Liberato e sua volante, em Jeremoabo:


:: Mandato Eletivo:
Eleito deputado estadual Constituinte pela União Democrática Nacional - UDN, 1947-1951.

:: Filiação Partidária
UDN.

:: Atividade Parlamentar
Na Assembléia Legislativa, titular da Comissão de Polícia Civil e Militar (1947-1950).

Setor responsável: Diretoria Parlamentar / Divisão de Pesquisa
ALBA - ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA BAHIA
Palacio Dep. Luis Eduardo Magalhaes, 1a avenida, 130, CEP: 41.745-001, CAB, Salvador-Bahia


Liberato de Carvalho na época da sua participação no combate de Maranduba.

Sepultura no Cemitério Jardim da Saudade - Salvador - Bahia



Atualmente existe a Praça General Liberato de Carvalho, em Pedro Alexandre, Bahia.


Extraído do http://cangaconabahia.blogspot.com do professor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio.

http://cangaconabahia.blogspot.com.br/2016/01/liberato-de-carvalho-atualizacao-de.html

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