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quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

EM JUNHO DE 2022 FOI ELEITA A NOVA DIRETORIA DA SBEC.

   

Professor Lemuel Rodrigues, eleito novo presidente da SBEC

Aconteceu na manhã do ultimo dia 15 de junho de 2022, nas dependências da Biblioteca Municipal Ney Pontes no centro da cidade de Mossoró, a eleição e posse da nova diretoria da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço. Na oportunidade foi realizada uma prestação de contas pelo presidente Benedito Vasconcelos que esteve a frente da instituição pelos últimos anos.

SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, criada a partir do sonho e do empreendedorismo do pesquisador Paulo Gastão

A Chapa única apresentada ao pleito tem como presidente o pesquisador Lemuel Rodrigues, na vice presidência a pesquisadora Patrícia Gastão, como secretário temos Geraldo Maia tendo como suplente o escritor Leandro Cardoso Fernandes e como tesoureiro, o pesquisador Marcílio Falcão com Honório de Medeiros como suplente. A chapa apresentada foi eleita por unanimidade e em ato contínuo foi declarada empossada pela diretoria que encerrava seu mandato.

Ricardo Meira, Manoel Severo, Benedito Vasconcelos, Susana Goreti e Graça Gastão
Paulo Gastão, fundador da SBEC

Uma das presenças marcantes na solenidade de eleição e posse da nova diretoria da SBEC foi da senhora Graça Gastão, viúva e grande companheira do fundador e primeiro presidente da SBEC, o inesquecível Paulo Gastão. "Novamente nos emocionamos e temos certeza que Paulo esta conosco também na manha de hoje, ao lado dos amigos que ele tanto gostava e da SBEC que ele amava", palavras de Graça Gastão. 

Para o ex-presidente Benedito Vasconcelos, "depois de muitos desafios conseguimos através desta competente Comissão Eleitoral realizar o pleito nesta manha, só temos a agradecer a confiança em mim depositada inicialmente por Paulo Gastão e a todos os sócios e confrades da SBEC ao longo desses anos. Destaco aqui a instituição das comendas: Alcino Alves Costa que teve como primeiro comendador, o nobre curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo Barbosa e da comenda Paulo Gastão, que teve como primeira comendadora, para nossa honra, sua esposa, Graça Gastão; comendas essas que com certeza serão mantidas pela nova diretoria".

Benedito Vasconcelos
Benedito Vasconcelos e Manoel Severo

Em seguida à posse da diretoria, o novo presidente Lemuel Rodrigues no uso de suas palavras ressaltou as primeiras ações que serão assumidas por sua diretoria com destaque para as possíveis regulamentações burocráticas necessárias, uma ampla renovação cadastral e as primeiras ações no planejamento tanto dos Fóruns do Cangaço como do futuro Congresso Nacional do Cangaço.

Lemuel Rodrigues e Marcilio Falcão
Professor Lemuel Rodrigues, novo presidente da SBEC

Para o curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo, "testemunhar a eleição e posse da nova diretoria da SBEC é sem dúvidas uma grande honra; na verdade o Cariri Cangaço é resultado do amplo e irrestrito apoio recebido a partir da SBEC. Gostaria de ressaltar a figura de Gastão, sempre a nos orientar e nos mostrar os caminhos para consolidar nosso Cariri Cangaço que hoje é uma realidade, e mais, uma diretoria recém eleita com a qualidade de seus integrantes como Lemuel Rodrigues, a Patrícia, Geraldo, Marcilio, Leandro e Honório, é garantia de tempos alvissareiros, salve nossa SBEC; desses ilustres confrades, tenho a honra de ter dois deles; Leandro e Honório; Conselheiros Cariri Cangaço", conclui Manoel Severo.   

Eriberto Oliveira e Manoel Severo

Para o jornalista Heldemar Garcia, assessor do Cariri Cangaço, e também presente à solenidade, um dos pontos importantes do encontro da SBEC "foi também a apresentação aos presentes do projeto do Cariri Cangaço Mossoró 2023, realizado pelo Severo, e sem dúvidas Cariri Cangaço, SBEC, Museu do Sertão, UERN, Prefeitura, enfim, irmanados iremos realizar mais um espetacular Cariri Cangaço, isso para 2023", revela Heldemar.

Para o presidente eleito da SBEC, professor Lemuel Rodrigues, "estaremos realizando em breve, uma reunião da atual diretoria para apresentar a proposta de realização do Cariri Cangaço em Mossoró". revela o atual presidente da SBEC.

Eleição da Nova Diretoria da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, cidade de Mossoró em 15 de junho de 2022, nas dependências da Biblioteca Municipal Ney Pontes.

https://cariricangaco.blogspot.com/2022/06/eleita-nova-diretoria-da-sbec.html

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VONTADE DE DESCASCAR FERIDAS.

 Por José Mendes Pereira

Escola Estadual José Martins de Vasconcelos

A Escola Estadual Professor José Martins de Vasconcelos, foi a  minha segunda casa no mundo da educação, porque a primeira, foi a Escola Estadual Professor Manoel João, no grande Alto de São Manoel. 

Escola Estadual Professor Manoel João de Mossoró - http://blogdadired12.blogspot.com/2014/08/e-e-prof-manoel-joao-realiza-caminhada.html

A última escola que trabalhei durante seis meses, e era completando o meu tempo de serviço, para eu requerer a aposentadoria foi, a Escola Estadual Antonio de Sousa Machado, este patrono, foi o fundador de Mossoró, no conjunto Nova Vida (Malvinas).


Muita saudade eu sinto da Martins de Vasconcelos, dos(as) amigos(as) que lá deixei, e que não citarei nomes de nenhum, simplesmente para não deixar amigos e amigas sem frisá-los, apenas falo "discente e docente", mas nela, por duas vezes, fui decepcionado por uma pessoa, e que isto nunca saiu da minha mente. Fui desprezado e decepcionado.

Às vezes, eu fico num canto parado, revendo a Martins de Vasconcelos, e na minha mente, observando todos os cômodos, classes, direção, sala de professores, biblioteca, sala de vídeo e corredores, mas de repente, me aparece na minha frente, como se eu estivesse vendo novamente, o desrespeito da pessoa que me agrediu com palavras, repetindo tudo, e isso me apodero de um tédio invencível, e me dar vontade de ainda descascar feridas, e ir saber o porquê de ter me decepcionado no meio daquela gente que me viu chegar ali. 

Eu não sou uma pessoa vingativa, mas sou igual a todos os seres racionais, sou humano, rio quando preciso, choro quando sinto dores, tenho um coração que bate, e pelas minhas veias, correm sangue escarlate. 

A segunda vez que eu fui repreendido, pela mesma pessoa, no meio do corpo docente, me apareceram pensamentos contrários, mas sou controlado por forças maiores.

De repente, aparecem as minhas inquietações, querendo saber qual foi a finalidade de me atacar. Teria sido pelo fato de me apresentar calmo, tranquilo? Se o que disse a mim, por duas vezes, se tivesse dito a outra pessoa, tinha engolido o que não passa pela sua garganta? Posteriormente, vi que tudo aquilo contra mim, era sem dúvida, marcação, e, tentando tomar a minha vaga na escola para colocar uma pessoa sua. Mas ela não tinha condições para isso, porque, eu era um dos fundadores da escola. Nem ela e nem ninguém me tiraria dali. Nem a própria "DIRED" podia fazer isso contra a mim. Eu não estava fazendo nada de errado no meu trabalho, na minha função.

Mas o tempo é pouco, e por enquanto, eu vou me aguentando, para não descascar feridas. Não sei se qualquer dia descascarei as feridas que me incomodam. Eu sei que já se passaram muitos anos, mas dizer a verdade a quem não tem caráter, nunca será tarde, ainda há tempo, nunca é tarde. 

O meu pensamento absurdo sempre me vem, quando me lembro da amaldiçoada direção. Direção sem caráter..., sem prestígio, sem sapiência,, burra em todos os sentidos, que caiu de para-queda, sem ter o mínimo conhecimento como se dirige um órgão público. 

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NO TEMPO DA CACHAÇA

 Clerisvaldo B. Chagas, 28 de dezembro de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.821


Vamos escrevendo para uma cidade sem memória e uma juventude que não encontra a história do município. Com essa conversa atual de rota da cachaça, em Alagoas, lembramos mais uma vez que tivemos uma cidade fabril, inclusive com fabriquetas de aguardente. O senhor João Aquino tinha uma fábrica de refrigerante, “Guaraná Globo”. O senhor Júlio Pezunho tinha uma fábrica de colchões, o senhor Antônio tinha uma fábrica de vinagre. No bairro Floresta havia uma fábrica de cordas. Três fábricas de calçados, uma fábrica de bolos e duas fábricas de carne-de-sol. Quanto ao fabrico da aguardente, em Santana do Ipanema, servia bem para abastecer o mercado local. Quanto a qualidade, nunca ouvimos falar sobre se o líquido era bom ou ruim.

Na esquina da Travessa Antônio Tavares para a Rua Nova, casa comprida de Manoel ou José Lopez, dizia o povo que se produzia cachaça.  No comércio, muito mais abaixo da igrejinha de São Sebastião, o irmão do padre Bulhões, Antônio Bulhões mantinha uma fábrica de cachaça e fazia as entregas no caçuás em lombo de jumento. Por trás da atual Loja Maçônica, “Amor à Verdade”, havia a destilaria do senhor Sinval, morador da rua Nova, jovem ainda, bigode a Castro Alves e que gostava de recitar poesias do poeta Zé da Luz. Algumas dessa fabriquetas de aguardente também produziam vinagre. Ainda não vivíamos o auge de marcas de aguardentes famosas e fabricada em larga escala pelo estado vizinho de Pernambuco, mas já se falava numa tal de “Azuladinha das Alagoas”.

Quanto a fruta jurubeba, produz uma bebida também chamada jurubeba e está incluída nas bebidas alcoólicas do estado. Embora houvesse muitas plantas nativas jurubeba na região de Santana do Ipanema, a bebida era importada e de cunho popular. E nas margens da rodovia Palmeira dos Índios – Arapiraca, via Igaci, proliferava a planta jurubeba ao longo de toda rodovia. Surgiu uma fábrica no distrito Canafístula, Palmeira dos índios, cujo depósito de madeira era tão alto que parecia uma louvação à bebida. Tempos depois fomos visitá-la, mas a fábrica de jurubeba havia cerrado suas portas.

Atualmente se fala muito em rota da cachaça na região agrestina, porém, Santana do Ipanema não possui mais nenhuma fábrica de aguardente.

Entretanto, com fábrica ou sem fábrica, com destilaria ou sem, os bebinhos da Terra de Senhora Santana continuam sem trégua na rota da cachaça.

DESTILARIA



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O OLHAR DE JORGE REMÍGIO PELOS CAMINHOS DO CARIRI CANGAÇO SERRA TALHADA.

 

Sertão abençoado por Deus... Nesses treze anos de Cariri Cangaço, em andanças intermináveis pelas veredas sagradas das caatingas nordestinas aprendemos a valorizar ainda mais o chão de nossa origem, nosso berço sertanejo com a força de todo um país. A cada edição do Cariri Cangaço, novos cenários, novos caminhos, novas emoções. Hoje trazemos o "olhar apurado e sensível" de nosso amigo Jorge Remígio; pesquisador da cidade de Custódia em Pernambuco, Conselheiro Cariri Cangaço; registros fotográficos de momentos imorredouros em Serra Talhada, Calumbi e Bom Nome...

O sol a pino nos impõe uma resiliência própria dos apaixonados pelos cenários sertanejos; Jorge Remígio com sua sensibilidade ímpar, reuniu cenários e personagens, impressões e emoções, todas reunidas a partir de momentos únicos de encontro entre a natureza exuberante do sertão e o principal protagonista de todas as histórias: o homem. Aqui e ali anônimos e destacados personagens se apresentam como parte de um balé mudo e ensurdecedor, que a todos encanta com a magia do momento. Cariri Cangaço mais que um evento, um sentimento.


Cariri Cangaço Serra Talhada-Calumbi-Bom Nome
11 a 15 de novembro de 2022
Imagens : Jorge Remígio, pesquisador, 
Conselheiro Cariri Cangaço da cidade de Custódia PE

https://cariricangaco.blogspot.com/2022/12/o-olhar-de-jorge-remigio-pelos-caminhos.html

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UMA NOITE PARA NÃO ESQUECER : ABERTURA DO CARIRI CANGAÇO EM SERRA TALHADA

Por Manoel Severo

 

Betinho Numeriano, Ana Gleide, Manoel Severo e Bia Numeriano

A noite do último dia 11 de novembro de 2022 marcou a chegada do Cariri Cangaço ao município de Serra Talhada; antiga Vila Bela, berço de Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, mas também berço de Sinhô Pereira, Luiz Padre e tantos outros personagens importantes da historia do nordeste. Serra Talhada encravada no maravilhoso e emblemático Pajeú pernambucano; uma área densa e tradicional do estado com seus 8.689,7 km² e formada por 17 municípios e uma população estimada de quase de 350 mil habitantes; recebeu em festa o Brasil de Alma Nordestina para mais uma edição do Cariri Cangaço, a 29ª Edição em 13 anos de existência.

Luiz Ferraz Filho, Bismarck Oliveira, Adriano Carvalho, Luiz Ruben Bonfim, Archimedes Marques, Professor Pereira, Valdir Nogueira e José Bezerra
Mestre Folheteiro Jurivaldo e Rita Pinheiro
Padre Agostinho e Bia Numeriano
Junior Almeida, Zé Bezerra, Geraldo Ferraz, Fagner Lopes, Vilson da Piçarra, 
Otavio Cardoso e Ciço do Pife
Mestre Jurivaldo e Felipe Teles
Gilmar Teixeira
Ivanildo Silveira, Betinho Numeriano, Ana Gleide, Luiz Ferraz Filho e Moustafa Veras
Quirino Silva
Betinho Numeriano, Valdir Nogueira e Ana Gleide
Ivanildo Silveira, Manoel Severo e Fábio Vila
Luiz Ruben Bonfim, Valdir Nogueira, Bruna Vaqueira, Cilene Pereira e Quirino Silva

Costumamos dizer que o Cariri Cangaço é uma construção de muitas mãos e muitos corações. Os propósitos que norteiam nosso empreendimento agrega o que temos de mais precioso: o amor por nosso chão, nossas raízes, por tudo aquilo que nos faz sentir verdadeiramente nordestinos. Em Serra Talhada não foi diferente, sertanejos daqui e de lá, de todas as partes, fizeram de toda agenda do evento; Serra Talhada, Calumbi e Bom Nome; um verdadeiro Território de Grandes Encontros.

A Alma Pernambucana recebe a 
Alma Nordestina do Cariri Cangaço

A cada aperto de mão, a cada abraço, a cada reencontro, a certeza de que estamos no caminho certo, como em Paulo Afonso e Piranhas, novamente pesquisadores, escritores, jornalistas, documentaristas, artistas de todas as artes, professores, estudantes, brasileiros apaixonados por nossa historia e memória, nos davam a certeza de que tudo vale a pena. "Um evento desse aqui em Serra Talhada, Calumbi e Bom  Nome, à exemplo de Paulo Afonso e Piranhas; demanda muito tempo, planejamento, pesquisa, trabalho árduo para proporcionar o melhor. Aqui em Serra começamos a preparar esse Cariri Cangaço há um ano, foram 12 meses de uma gestação prazerosa e que hoje colhemos este espetacular fruto" Confessa Manoel Severo, curador do Cariri Cangaço.

Jorge Remígio, Bismarck Oliveira, Augusto Martins, Archimedes Marques, Ronaldo de Dja, Zenon Pereira, Valdir Nogueira e Adriano Carvalho
Idemberg Sena e João de Sousa Lima
Célia Maria, Jorge Figueiredo e Dorotéia
Manoel Severo e Alysson Frazão
Archimedes Marques, Luiz Ruben Bonfim, Ivanildo Silveira, 
Bismarck Oliveira e Leonardo Gominho
Jacielma Silva e caravana de Calumbi
Felipe e Louro Teles
Fernando Ferraz , Adriano Carvalho e Luiz Gonzaga Ferraz
Dona Lúcia, Padre Agostinho, Augusto Martins, Diana Rodrigues, Louro e Felipe Teles
Poeta Rossi Magne
Idemberg Sena e João Paulo

Contamos com a presença de participantes de 15 estados do Brasil: Pará, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e Santa Catarina, mostrando o tamanho do fôlego do Cariri Cangaço, realmente uma iniciativa que mostra a verdadeira essência da integração da pátria sertaneja. "Penso que essa força toda do Cariri Cangaço, por exemplo aqui em Serra reunindo 15 estados do país; é resultado sim, de um grande trabalho em equipe, desenvolvido ao longo dos anos, mas tem um "tempero" especial que  nosso curador, Manoel Severo sempre nos lembra, "O Cariri Cangaço cuida acima de tudo das pessoas" e penso que é isso que o torna diferente e grande, surpreendente" revela Luma Holanda, Conselheira Cariri Cangaço da cidade de João Pessoa.

Junior Almeida, Bismarck Oliveira, Julierme do Nascimento, Adriano Carvalho, José Tavares, Celsinho Rodrigues, Thiago Pereira, Luiz Ferraz Filho e João Costa
Junior Almeida, Adriano Carvalho, Manoel Belarmino e Rose Souza
Vilson da Piçarra e Padre Agostinho
Geraldo Ferraz, Quirino Silva, Ivanildo Silveira, Moustafa Veras e Luiz Ferraz Filho
Jair Tavares e Luiz Antônio
Geraldo Ferraz, Quirino Silva, Ivanildo Silveira e Moustafa Veras
Bismarck Oliveira
Augusto Martins, Junior Almeida, Luiz Ferraz, Luís Bento, Ivanildo Silveira, Ciço do Pife, Klécio Novaes, João de Sousa Lima, Felipe e Louro Teles
Júnior Almeida, Archimedes Marques, Vilson da Piçarra, Zé Bezerra e Ismael Maria
Ivanildo Silveira, Ana Gleide Leal e Padre Agostinho
José Bezerra, Zenon Pereira, Sérgio Wanderley, Joaquim Pereira e Abelardo
Criscélio Carvalho, João Paulo, Ângelo Osmiro, Tomaz Cisne, Luiz Ferraz, Julierme do Nascimento, Luiz Antônio, Jorge Remígio, José Tavares, Ismael Maria e Junior Almeida

"Nessa maravilhosa noite de abertura aqui em Serra Talhada, podíamos mensurar o tamanho do sucesso do evento, não só pelo número de pessoas, mas pelo numero de municípios representados, sinceramente extraordinário. Chegou fulano de tal cidade em tal estado, chegou beltrano de tal cidade de tal estado e isso todo tempo, realmente espetacular" conta Manoel Belarmino, Conselheiro Cariri Cangaço da cidade de Poço Redondo.

A força de Calumbi no Cariri Cangaço
Gilmar Teixeira, Ivanildo Silveira e Manoel Severo
Euclides Flor Neto, Archimedes Marques, Adriano Carvalho, Luiz Ferraz Filho, 
Geraldo Ferraz e Joaquim Pereira
Família Numeriano
Ângelo Osmiro, Adriano Carvalho e Bismarck Oliveira
Ivanildo Silveira, Padre Agostinho, Joao de Sousa Lima e Ciço do Pife
Moustafa Veras e Ivanildo Silveira
Moustafá Veras
Ivanildo Silveira e João Paulo
João Paulo, Ezequias, Ângelo Osmiro, Tomaz Cisne, Ivanildo Silveira, 
Clênio Novaes e Criscélio Carvalho
Diana Lopes Rodrigues, Manoel Severo e dona Lúcia
Quirino Silva, Kécia, Luma Holanda, João de Sousa e Telma

Realmente chamou a atenção de todos a grande representatividade de municípios, estados, instituições literárias e de estudos, governos municipais, academias de letras e artes, enfim, prestigiando o fomento ao estudo, pesquisa e aprofundamento da historia do sertão. "O Cariri Cangaço é sem dúvidas uma das mais exitosas, talvez a mais exitosa experiência do gênero. Em seus 13 anos de existência já realizou quase 300 conferencias e debates, quase o mesmo numero de visitas técnicas, quase 90 obras literárias lançadas em seus encontros e esse trabalho todo se traduz em credibilidade, confiança, seriedade. Com certeza isso tudo esta traduzido na grande festa de abertura dessa noite aqui em Serra Talhada" fala Valdir Nogueira, Conselheiro Cariri Cangaço da cidade de São José de Belmonte. 

Adriano Carvalho, Luiz Ruben Bonfim, Archimedes Marques, 
Professor Pereira e Valdir Nogueira
Klécio Novaes, Manoel Severo e Luís Bento
Célia Maria, Diana Rodrigues e Dorotéia
Adriano Carvalho, Ângelo Osmiro, João Paulo e Jorge Figueiredo
Junior Almeida, Luiz Ferraz Filho, Luís Bento, Ivanildo Silveira e Ciço do Pife
Idemberg Sena e Bismarck Oliveira

Pernambuco recebeu de braços e corações abertos o Cariri Cangaço. Anteriormente já havia acontecido edições do Cariri Cangaço nos territórios pernambucanos de Exu, Serrita, Floresta; Nazaré do Pico; e São José de Belmonte, edições marcantes e inesquecíveis que agora com Serra Talhada, Calumbi e Bom Nome, consolidam ainda mais Pernambuco como território sagrado Cariri Cangaço. "Vejam; toda essa mobilização, gente de todo o Brasil lotando os auditórios, participando ativamente das palestras e das visitas, curiosos em aprofundar o assunto, são sem dúvidas o principal combustível de todos nós que fazemos o Cariri Cangaço. Esses dias estava dizendo a Severo: Severo você tem notado que a cada edição a família aumenta? novos pesquisadores, novos escritores, sedentos de conhecimento? Isso é muito bom, a isso chamo Cariri Cangaço" revela Professor Pereira, livreiro e Conselheiro Cariri Cangaço da cidade de Cajazeiras.

Valdir Nogueira
Amélia Araújo e Artemis Diniz
Manoel Severo
Cilene Pereira Valões
Valdir Nogueira
Hesdras Souto
Augusto Martins, Louro Teles, Quirino Silva e Rossi Magne
Vilson da Piçarra e Cardinale Gomes

A noite de Abertura foi um recado a todos do que estava por vir. Cinco dias de intensa agenda reunindo programações nos três municípios anfitriões: Serra Talhada, Calumbi e Bom Nome que é distrito de São Jose de Belmonte. A certeza de que muita coisa boa virá. Cariri Cangaço, mais que um evento, um sentimento!

Cariri Cangaço Serra Talhada-Calumbi-Bom Nome ; 11 de novembro de 2022 - Noite de Abertura, Câmara Municipal

Créditos da Fotos: Vários