Por Canto da Inspiração
Roberto Carlos, aos 84 anos, surge ao volante de um automóvel simples que percorre uma estrada de terra batida em Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo. O sol de maio começa a despedir-se atrás das montanhas, tingindo os campos de laranja e dourado, enquanto o vento levanta pó sobre a carroçaria.
Ele observa pela janela a paisagem que um dia foi o seu quintal infinito, um território onde pés descalços e os sonhos juvenis se misturavam em tardes de esperança. Há um silêncio profundo dentro do carro, quebrado apenas pelo som de uma música instrumental que lembra vagamente uma melodia sua, como se viesse de muito longe.
O olhar fixo de Roberto, ora firme, ora perdido, revela que não se trata de uma simples viagem, mas de um regresso a um tempo em que tudo ainda estava para acontecer. Poucos sabem o que levou Roberto a refazer esse caminho passados tantos anos. O público conhece o ícone, o artista aplaudido, o rei da música romântica.
Mas o homem, por detrás do mito, transporta memórias que não se apagam, cicatrizes emocionais que insistem em manifestar-se no silêncio da maturidade. Ao optar por voltar à sua cidade natal, não procura a fama, não procura públicos, procura algo mais íntimo, quase secreto, o reencontro com o menino, que um dia acreditou que poderia transformar melodias em eternidade.
E é neste retorno que uma história surpreendente começa a desenrolar-se. O carro avança pela estrada sinuosa e o cenário de campo parece orientar o espectador para dentro de um tempo esquecido. Roberto, em voz off, fala baixo, como se conversasse apenas consigo mesmo, lembrando-se da primeira vez que segurava uma guitarra, das tardes em que observava o movimento simples da vizinhança e do cheiro a pão quente vindo das casas.
Leia a história completa nos comentários
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você me ver sempre
chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.
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