No meio do mato, sempre acompanhado por um cachorro, nas entranhas da Fazenda
Coruripe em Poço Redondo, sertão sergipano, apontando o local onde foi
enterrado o cangaceiro Canário em 38, morto à traição pelo também cangaceiro
Penedinho.
Canário quando posou para
Benjamin Abrahão.
Do livro "Lampião
entre a espada e a Lei",
de Sérgio Augusto de Souza
Dantas.
Enterrado sem a cabeça, vez que a mesma fora levada como troféu macabro por Zé
Rufino, terrível e temido caçador de cangaceiros. É por isso que Totonho
Catingueira dizia:
“Vosmicê num pisa no chão de Poço
Redondo pra num pisar num rastro de cangaceiro ou de volante. Tomem num anda
num lugar pra não sentir um vurto de cabra estirado. A mata aina zune. Aina
hoje, eu mermo só entro no mato com medo daquelas aparição, daqueles homens de
sangue nos óio e venta sortano fogo. Poço Redondo num era nem pra se chamar
Poço redondo, mai Poço do Cangaço. O cangaço inté parece que foi todim aqui.
Ali foi um fogo, acolá foi uma
emboscada, mais adiante um acaba-mundo da gota serena. É cuma aina a sombra de
Lampião tivesse aqui, tomem de Corisco, de Zé Sereno, de Corisco, de Mané
Moreno e tudo mais. É cuma aina a gente ouvisse a bala zunindo e o grito de
dor. Menino, foi um escorrimento de sangue de num acabar mais. Eu mermo aina
sinto o cheiro suarento do cangaço e o fedor da volante.
Pro todo lugar existe cangaço, e
aina como se o medo deixasse o cabelo em pé. Conheci a Véia Gerusa que mermo
adespois da morte de Lampião ainda continuava com saco arrumado pra correr a
quarqué hora. O maluquim Oreba continua dizeno que toda noite sonha com a
cangaceirama e que Lampião virou rei com coroa e tudo, e que seu reinado é
pelas banda da Maranduba, debaixo de um daquele sete umbuzeiro. Sei não, viu.
Sei não... Eita Poço Redondo das história cangaceira. Mai vou dizê uma coisa,
sem medo de errar: se as morte do cangaço fosse todinha marcada em cruz,
entonce Poço Redondo todim era um cemitero. Pro todo lugar haveria de ter uma
cruz, aqui debaixo dos meus pé, ainda debaixo do seu...”.
Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo,.
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém poderá apertar o gatilho.
Em entrevista concedida ao escritor Epitácio Andrade, neste dia 05 de outubro de 2015, no restaurante Mangai, em Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte, o cidadão nonagenário Francisco Lobo Maia ¨Chico Lobo¨, de 92 anos, narrou com riqueza de detalhes a invasão da Fazenda Dois Riachos, localizada na zona rural dos municípios de Catolé do Rocha e Belém de Brejo do Cruz, ambos no Alto Sertão paraibano, pelo bando do cangaceiro pombalense Ulisses Liberato de Alencar e do famigerado Sinhô Pereira, um dos mentores do não menos afamado Virgulino Ferreira, o Lampião.
Epitácio Andrade com Chico Lobo
O bando era formado por 20 facínoras, dentre eles, Gato Vermelho, Gavião, Polvinha e o maníaco Chá Preto, que bolinou os seios de uma senhora presente no momento da invasão à fazenda. Na segunda década do século XX, a disputa pelo mandonismo 'coronelístico' no Sertão nordestino motivou o fatídico ataque à fazenda do coronel da guarda nacional Valdivino Lobo, genitor do senhor Chico Lobo.
Coronel Valdivino Lobo
Depois de sair, por divergências com o chefe político José Queiroga do município de Pombal, na Paraíba, onde se localiza a Fazenda Estelo, propriedade de seu genitor Francisco Liberato de Alencar, lugar onde nascera em 1894. Ulisses Liberato migrou em 1918 para Milagres, no cariri cearense, onde ficou homiziado na Fazenda Trapiá do major-coiteiro José Inácio de Souza, conhecido como major Zé Inácio do Barro.
A mando do major-coiteiro Zé Inácio do Barro, Sinhô Pereira e Ulisses Liberato comandaram o ataque à fazenda Dois Riachos. Cuja empreita envolvia semelhante ação criminosa contra outras fazendas vizinhas, como as pertencentes a Adolfo Maia e a Rochael Maia.
A fazenda de Adolfo Maia foi depredada por Sinhô Pereira e a fazenda de Rochael Maia não chegou a ser invadida. No percurso do Ceará a Paraíba, o bando enfrentou uma força pública próximo a cidade de Catolé do Rocha o que motivou sua entrada na cidade de Jericó, onde promoveu depredações e roubos. Antes da invasão, os cangaceiros pernoitaram na Fazenda Santana, do senhor Antônio Saldanha, na zona rural de Catolé do Rocha.
Na época da invasão à Fazenda Dois Riachos, o almocreve e já cangaceiro Ulisses Liberato, casado com a sertaneja Santina Benevides, desde 1919, tinha o Povoado do Jordão, localizado entre os municípios de Patu e Caraúbas, como seu ponto estratégico. No livro Jordão e seus Habitantes, prefaciado pelo mestre sertanista Raimundo Soares de Brito (Raibrito), a escritora caraubense Raimunda Dalila de Alencar Gurgel informa que o povoamento do Jordão começou em 1870. Em 1892, foi construído o açude.
E foi reconstruído em 1926, depois de arrombar numa cheia.
Escritora Dalila Alencar
Raibrito com A saga dos limões (2011)
Em 1937, foi construída a capelinha de Imaculada Conceição, pelos pedreiros Tião Maia e Zé Pequeno. As senhoras Raimunda Godeiro e Maria dos Anjos auxiliavam na realização das novenas. A imagem da santa foi trazida do Rio de Janeiro/RJ, por dona Brígida Saboia.
Capela do Jordão
Em 23 de setembro de 1943, foi realizada a primeira festa da padroeira.
Em 1964, foi adquirido o harmônio.
Harmônio
No período de 20 a 22 de julho de 1950, ocorreram missões de Frei Damião e Frei Fernando, acompanhados pelo bispo João Batista Portocarreiro.
Em 1926, foi construída a casa de Quincas Godeiro.
Em 1930, teve início o roço da caatinga para a construção da estrada de ferro Mossoró-Souza.
https://www.youtube.com/watch?v=KBqsdnX2P4M
Em 1936, o engenheiro Manoel Marques entregou a estrada de ferro. Da Fazenda Dois Riachos foram subtraídos dois contos e oitocentos mil réis, além de 120 libras esterlinas. Valores integralmente entregues ao major Zé Inácio do Barro, que recompensou Ulisses com 200 mil réis pelo serviço.
Depois do assalto, Ulisses ficou refugiado em Juazeiro por dois meses. No mesmo ano da invasão a sua fazenda, o coronel Valdivino viajou ao Rio de janeiro, capital federal do Brasil, para um encontro com o presidente Epitácio pessoa que fora seu contemporâneo no ciclo ginasial.
Epitácio Pessoa
Era o tempo da ¨Política das Salvações¨, que pretendia instituir uma nova ordem e defendia um combate ao coronelismo. A invasão à Fazenda do coronel Valdivino teve grande repercussão na imprensa.
O presidente depois de ouvir o relato do ex-colega articulou a integração de autoridades das províncias do nordeste para unir forças numa perseguição implacável ao major-coiteiro Zé Inácio do Barro e um combate sem tréguas ao cangaceirismo. No dia 11 de setembro de 1922, Ulisses Liberato, sem o bando, foi preso na comunidade de Alagoinha, em Lavras da Mangabeira, no Ceará e, em seguida, recambiado para a cadeia do Crato sendo minuciosamente interrogado no dia 24 de janeiro de 1923 pelo delegado major Raimundo de Mores Brito e recolhido à prisão, onde já se encontrava Chá Preto e Polvinha. Chá Preto teve a mão direita decepada à machadada. A pretexto de ser feita a sua barba foi chamado um barbeiro, que realizou um trabalho de um ofício medieval, o barbeiro-cirurgião.
Barbeiro-cirurgião
Cravando-lhe um punhal na subclávia, o maníaco agonizou até a morte.
O major Zé Inácio não resistindo a implacável perseguição, resolveu emigrar para Goiás, aonde veio a ser assassinado, em São José do Duro (uma corruptela de São José do Ouro, hoje no estado de Tocantins). Em setembro de 1923, Ulisses Liberato, com 29 anos foi sumariamente fuzilado. Polvinha o acompanhou na linha de fuzilamento.
Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo,.
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém poderá apertar o gatilho.
Trago aos amigos duas fotos do
afamado sargento Optato Gueiros, sendo uma inédita (primeiro post) e uma rara
(segundo post). Ambas são da década de 1930 — 1932 e 1937, respectivamente.
A primeira fotografia é bem
interessante pois se trata da sua participação na Revolução Constitucionalista
de São Paulo, ocorrida em 1932. Da mesma forma, na Revolução de 1930, as forças
dos estados nordestinos estiveram sempre presentes nos inquietantes conflitos
que ocorreram em todo o país. Para defender aqueles que apoiavam a
"constituinte", foram mandadas inúmeras tropas pernambucanas,
comandadas pelo coronel Jurandyr Mamede, para a capital paulista.
Nas "tropas do Norte",
destacavam figuras de extrema importância na guerra contra o cangaceirismo,
como o próprio Optato, o sargento Higino Belarmino (conhecido como Nêgo Higino
por Lampião e demais companheiros ou inimigos), e o coronel Theodureto Camargo,
de Alagoas.
Na imagem, vemos (da esquerda
para a direita) o sargento Optato Gueiros, o coronel Mamede e o voluntário
Osmundo Borba — diretor de estatística — quando já estavam dispostos para
guerrear em São Paulo. Registro do mês de outubro de 1932.
Na segunda fotografia, vemos o
militar trajando sua farda de campanha quando perseguia os bandoleiros nos
sertões brasileiros. De chapéu quebrado, punhal, fuzil e calçado de alpercatas,
brigou com Virgolino e seus sequazes em boa parte dos territórios pernambucanos;
como também "fez miséria" no Massacre do Caldeirão, em 1937, que
foram massacrados os "romeiros" do beato José
Lourenço.
Vale lembrar também que, no fim
do cangaceirismo, o então sargento publicou o livro "Memórias de um
Oficial, Ex-comandante de Forças Volantes”, no ano de 1953, em que conta suas
participações de conflitos entre cangaceiros, e denúncias de alguns "colegas
de farda" que sujaram a profissão pelas arbitrariedades que cometeram.
Mesmo comandando verdadeiras
feras, se orgulhava por nunca ter maltratado um coiteiro, ou então de ter feito
crimes contra sertanejos. Era evangélico, e lia a Bíblia em inglês.
Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo,.
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém poderá apertar o gatilho.
15h - Auditório da Escola Municipal Benevenuto Mariano
Rua Manoel Mariano, Centro Uiraúna
Conferência
"Os heróis da resistência de Uiraúna -A inteligência venceu o Cangaço"
Conselheiro Cariri Cangaço Dannylo Maia
16h Visita aos Cenários da Resistencia
Inauguração do Monumento da Chegada de Lampião à Rua da Proa
Rotatória - Rua Francisco Leão Veloso
16h20 Consagração de Lugar de Memória
Inauguração do Monumento aos Heróis da Resistência
Igreja Matriz Jesus, Maria e José
17h Visitas ao Sítio Canadá e fixação de Placas Comemorativas
Casarão do senhor Teodoro Figueiredo
Palavras pelo proprietário, senhor Teodoro Figueiredo
Casa Grande da Família Roque
Palavras por representante da Família Roque
18h Praça de Eventos Joca Claudino
Espaço Cultural - Vila do Artesão Josefa Maria da Conceição
Exposição e Peça Teatral "Os Heróis da Resistência"
Orquestra de Frevo de Uiraúna
06 fevereiro 2026 Sexta-feira
Sousa-PB
9h Saída para Rota "Caminhos da Invasão a Sousa"
Caminhada pelas ruas do centro da cidade, cenário da invasão do
bando de Lampião em julho de 1924
Visitas conduzidas pelo pesquisador Gabriel Mariz
Consagração "Lugar de Memória"
Conselheiros Manoel Severo e Luma Hollanda
9h Concentração
Largo da Estação Ferroviária
Cenário Histórico precioso para toda a região, o Largo da Estação Ferroviária; espaço restaurado e revitalizado; nos transporta no tempo, com o Museu do Ferroviário de Sousa, localizado nos antigos prédios da REFESA, e ao próprio passado da cidade de Sousa.
10h Visita Técnica
Casarão do Coronel Emídio Sarmento
O Casarão do coronel Emídio Sarmento é um dos importantes representantes do patrimônio histórico e arquitetônico de Sousa; hoje é a sede do Memorial Coronel Emídio, uma das mais destacadas personalidades da historia politica e econômica da região, o Memorial nos traz a historia da família, através de seu Museu com acervo vasto.
10h15 Comenda de Mérito Cultural ao Memorial Coronel Emídio
10h45 Visita Técnica
Casarão da Família Mariz
A família Mariz; um dos mais tradicionais nucleos familiares do nordeste; com raízes antigas em Sousa, com figuras históricas como o Padre Antônio Marques da Silva Guimarães, que foi o primeiro prefeito de Sousa em 1854 e mais recentemente o governador Antônio Mariz, encontra no Casarão dafamília Mariz; hoje sede da Fundação Antônio Mariz; um espaço precioso e fundamental para entendermos a história não só da família e seus destacados membros, mas e principalmente a própria política e desenvolvimento de Sousa e de toda Paraíba.
11h40 Visita Técnica
Casarão do Juiz Archimedes Soutto Mayor
Dr. Archimedes Soutto Mayor, juiz de direito da cidade de Sousa em julho de 1924, uma das maiores vítimas da selvageria cangaceira por ocasião da invasão. o cangaceiro “Paizinho” tinha queixas pessoais contra o magistrado, a quem acusava de tê-lo condenando injustamente. Retirado ainda com roupas de dormir, o Juiz foi submetido a todo tipo de suplicia e humilhação, sendo forçado a andar de cangalha e em posição vexatória pelas ruas de Sousa. O ato final seria o assassinato do magistrado, mas Chico Pereira interveio e evitou a consumação do ato extremo.
Almoço
15h Visita ao Parque dos Dinossauros
19h Fundação Antônio Mariz
Dr. José Mariz, n° 20 – Centro – Sousa-PB
19h15 Comenda de Mérito Cultural a Fundação Antônio Mariz
19h30 Conferência
"O Cenário Político e Econômico da Região de Sousa na época da Invasão"
Conselheiro Cariri Cangaço José Otavio Maia de Vasconcelos
20h10 Conferência
"A Invasão de Sousa pelo Bando de Lampião"
Conselheiro Cariri Cangaço Bismark Martins de Oliveira
07 fevereiro 2026 - Manhã do sábado
Nazarezinho-PB
9h Saída para a Fazenda Jacu
Lendária Fazenda Jacu da família de Chico Pereira
9h30 Fazenda Jacu - Nazarezinho
Consagração e Consolidação como Lugar de Memória
11h Visita ao Centro de Nazarezinho - Rua Velha
Local da antiga "Bodega de seu João Pereira"
11h15 Auditório da Escola Maria do Carmo Mendes Pedroza
Centro Nazarezinho
11h10 - Entrega de Comenda do Mérito Cultural Cariri Cangaço
Conselheiro Cariri Cangaço José Tavares de Araújo Neto
Almoço
07 fevereiro 2026 - Tarde do sábado
Aparecida-PB
14h30 Saída para a Aparecida
15h30 - Fazenda Acauã
Visita Guiada por Laércio Filho
e Conselheiro Cariri Cangaço Manuel Dantas Vilar Suassuna
Lendária Fazenda Acauã, construída ainda no século XVIII, marcou a infância do Mestre Ariano Suassuna e foi palco de inúmeros eventos políticos marcantes ao longo de seus quase 300 anos.
16h30 - Entrega de Comenda do Mérito Cultural Cariri Cangaço
Prefeito Municipal João Rabelo de Sá Neto
Secretário Laércio Filho
Escritor José Almeida Pereira
Manuel Dantas Suassuna - Dantinhas
Conselheiro Cariri Cangaço Manuel Dantas Vilar Suassuna
16h50 Conferência e Lançamento
"A Lendária Fazenda Acauã"
José Almeida Pereira
18h Documentário
"A Pedra do Reino e o Sertão de Dom Pantero"
Manuel Dantas Vilar - Dantinhas
Roda de Conversa
Conselheiro Cariri Cangaço Valdir Nogueira
Conselheiro Cariri Cangaço Carlos Alberto Silva
Encerramento
Expedições Cariri Cangaço 2026
Sousa, Uiraúna, Nazarezinho e Aparecida
Paraíba - Nordeste do Brasil
Realização
Conselho Alcino Alves Costa - Cariri Cangaço
Apoio na Realização
Prefeitura Municipal de Sousa
Prefeitura Municipal de Uiraúna
Prefeitura Municipal de Nazarezinho
Prefeitura Municipal de Aparecida
Acauã Produções Culturais
Memorial Coronel Emídio
Fundação Antônio Mariz
Apoio Institucional
SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço
ABLAC - Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço
ABRAES - Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino
GECC - Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará
GPEC - Grupo Paraibano de Estudos do Cangaço
GECAPE - Grupo de Estudos do Cangaço de Pernambuco
Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo,.
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém poderá apertar o gatilho.