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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

AS CANTORAS GÊMEAS.

Por Saudade Sertaneja

Célia Mazzei (Célia) e Celma Mazzei (Celma) nasceram em Ubá, Minas Gerais, em 2 de novembro de 1952. Irmãs gêmeas, iniciaram-se na música ainda crianças, influenciadas pelo pai, fotógrafo profissional e músico amador.

Aos cinco anos, já cantavam no rádio e em circos, participavam de festas religiosas e serenatas pelas ruas da cidade.

Estudaram música no Rio de Janeiro e se diplomaram pelo Instituto Villa-Lobos, passando a atuar profissionalmente em orquestras de baile. Em 1975, apresentaram-se por seis meses no Japão com música brasileira. Em 1990, participaram da novela Ana Raio e Zé Trovão.

Receberam, em 1995, o título de Embaixadoras do Centenário de Minas Gerais. Desde 1998, produzem e apresentam o programa Célia e Celma no Canal Rural, dedicando-se à música de raiz e ao folclore brasileiro.

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LANÇAMENTO DE LIVRO.

 Por José Di Rosa Maria


Com Dani Santos e George Vagner,

No lançamento do livro: O Poeta Ao Sol:
Autor: Gustavo Luz/ Mossoró Café -Mossoró-RN, 27-12-2025.

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" O ARMAMENTO DE LAMPIÃO ".

Por Luis Bento

O Deputado Federal, Floro Bartolomeu da Costa havia trazido para Juazeiro cerca de 2 mil fuzis zerados, ainda encaixotados da fábrica, armar o bando de Lampião, com a finalidade de barrar possível passagem da Coluna Prestes pelo Cariri.
Lampião recebeu de 50 a 60 fuzis e o restante ficou guardado no depósito da Prefeitura Municipal. Alguns foram vendidos ou ofertados aos coronéis do Cariri. Tempos depois, veio um Oficial do Exército e recolheu o restante do armamento.
Lampião não se deu bem com os fuzis: além de pesados, tinham o cano longo, dificultando a macha dentro do mato, sem falar na munição que era difícil. Passando por Jardim Ce sob o peso de tão incômodo armamento, Lampião mandou serrar os canos dos fuzis, transformando-os em mosquetões. Em Jardim os ferreiros encarregados do serramento do fuzis foram Zuca de Barro, Juvêncio de Barros e José Pereira, que fundiram facas lombadas muito bonitas, verdadeiros mimos, chamadas pelo povo de " Facas Jardineiras ".
Estava devidamente explicada a grande mudança do armamento de Lampião. Com os fuzis mauser modelo brasileiro do ano de 1909, Lampião não conseguiu barrar a Coluna Prestes, porque ela não passou pelo Cariri. Assim sendo, o armamento privativo do Exército, oferecido a Lampião, praticamente não serviu de nada, porque os Cangaceiros preferiam mesmo era o conhecido rifle " Papo Amarelo ", leve, portátil, funcional, e de munição encontrada em Juazeiro e outras Cidades de igual porte.
É o caso de se dizer como o povo:
" Pimenta do reino não é para caititu ".
Fonte: Cariri, Cangaço, Coiteiros e Adjacências de Napoleão Tavares Neves Pág. 68.
LUIS BENTO DE SOUSA
Diretor de Cultura
APOIO
Prefeitura Municipal de Jati-Ce.

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O MASSACRE DA FAMÍLIA SALINAS"

Por Helton Araújo

Em novembro de 1932, nas mediações de Jeremoabo-BA, na Fazenda Almesca, propriedade de Manoel Francisco de Brito, conhecido como Manoel Salinas, ocorreu um dos episódios mais cruéis da história do cangaço.
Em plena seca de 1932, Manoel Salinas, agricultor e pai de dez filhos, lutava pela sobrevivência junto aos filhos e colaboradores, mantendo a tradicional farinhada. Nesse contexto de miséria extrema, teria recebido de Lampião um bilhete exigindo dinheiro. Sem recursos e tomado pelo medo, buscou auxílio das volantes, atitude que o chefe cangaceiro teria interpretado como traição, após saber dos fatos.
Tempos depois, durante a jornada de trabalho, a família foi surpreendida pelo bando de Lampião. O destino já estava selado. Amarrados, humilhados e torturados, Manoel Salinas foi obrigado a assistir à morte brutal de filhos e colaboradores.
Um dos filhos mais jovens conseguiu fugir pelo telhado, beneficiado pela “vista grossa” de um cangaceiro. A esposa e as filhas foram poupadas, mas presenciaram o suplício do patriarca, que sofreu agressões severas antes de ser executado.
Uma das versões relata que Lampião ainda obrigou Manoel Salinas, gravemente ferido, a cavalgar até a casa de outro filho, onde o rapaz foi morto diante do pai agonizante. Em seguida, Manoel Salinas teve sua vida ceifada, e ainda teve seu coração arrancado do corpo, pelas mãos do próprio Lampião, encerrando ali uma das maiores chacinas do cangaço.
O silêncio da injustiça envolveu esse crime por décadas, reflexo de um sertão abandonado e esquecido.
Obs.: Existem outras versões para o ocorrido. Uma aponta que Manoel Salinas teria sido chefe de quarteirão e agredido um parente de Ângelo Roque, (em outra cidade) motivando vingança. Outra afirma que ele repassava informações às volantes.
O filho que escapou, anos depois, ingressou nas forças volantes para vingar o pai e os irmãos.
Por: @heltonaraujo9

 Para você, qual versão se mostra mais plausível nessa trágica página da história do cangaço?

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O HOMEM QUE SEPULTOU O PAI DE LAMPIAO:

 Por Lampião, Cangaço e Nordeste


NUM VELHO CASARÃO DE UMA FAZENDA SERTANEJA, EM PLENA CAATINGA PERNAMBUCANA DO MUNICíPIO DE ITAÍBA, RESIDE O ANCIÃO MAURICIO VIEIRA BARROS, QUE EM MAIO DE 1921 SEPULTOU O PAI DE LAMPÍAO, MORTO POR UMA FORÇA VOLANTE ALAGOANA.
O SR: MAURICIO VIEIRA DE BARROS NASCEU EM 2 DE ABRIL DE 1886, AOS 33 ANOS FOI COMISSÁRIO DE POLICIA DO ESTADO DE ALAGOAS, E JA AOS 4O ANOS, CHEGOU AO POSTO DE SARGENTO NA POLICIA MILITAR DE PERNAMBUCO
A DERRADEIRA TESTEMUNHA VIVA DO INÍCIO DE UMA TRAGEDIA SERTANEJA, A TRANSFORMAÇÃO DO CANGACEIRO MANSO VIRGULINO FERREIRA UM BANDIDO PROFISSIONAL QUE CONVULSIONARIA OS SERTÕES NORDESTINOS. ANOS MAIS TARDE, LAMPIAO POUPOU A VIDA DE MAURÍCIO, NO POVOADO MARIANA, EM GRATIDÃO PELO SEPULTAMENTO DE SEU PAI.
FONTE: DIARIO DE PERNAMBUCO, 29 DE MARÇO DE 1973, TERCEIRO CADERNO, PAGINA 3.

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JOÃO BEZERRA E LAMPIÃO

 Por Crônicas Poéticas do Cangaço

Depois de alguns anos da morte de Lampião, João Bezerra falou:

- Se Lampião fosse vivo, eu não permitia que ninguém encostasse o dedo nele, hoje eu não acho que ele era bandido. "

João Bezerra

Livro:

O Incrível Mundo do Cangaço.

Antônio Vilela de Souza

#crônicaspoéticasdocangaço

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