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terça-feira, 6 de março de 2012

"PARÁBOLA DA ÁGUIA E DA GALINHA"

Obs: Imagem extraída do site: imagensporfavor.com
“PARABÓLA DA ÁGUIA E DA GALINHA”


Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa.
Conseguiu pegar um filhote de águia. Coloco-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros.
Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:

- Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.

- De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha. Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.

- Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas.
 - Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou:

- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia.

E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe: 
- Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe!

Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.

O camponês sorriu e voltou à carga:

- Eu lhe havia dito, ela virou galinha!

- Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia.
Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar. 
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: 
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! 
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. 
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre se mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento... 
E Aggrey terminou conclamando:
- Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.
Obs: Parabóla do livro: “O despertar da águia”, do autor: Leonardo Boff, Editora:Vozes, Petrópolis, RJ, ano: 2004.

Extraí do blog da professora Angélica

Dia internacional da mulher... Cangaceira - Nesta quinta-feira, 8 de março, dois eventos imperdíveis


Vera Ferreira e Germana Araujo pousam em solo baiano para lançamento oficial, além da Exposição que fica até o dia 23 deste.
E em Recife...

O aguardado livro da nossa estimada Wanessa Campos tem lançamento oficial
A jornalista Wanessa Campos, do JC, lança, no dia 8 de março, no Centro Cultural dos Correios, no Recife Antigo, "A Dona de Lampião", contando a história de vida de Maria.
Maria Gomes de Oliveira, mais conhecida pela alcunha de "Maria Bonita", foi o grande amor da vida de Virgolino Ferreira da Silva, vulgo Lampião. Na mesma oportunidade, a jornalista lança um blog sobre mulheres cangaceiras.
Na década de 90, quando entrei no JC, Wanessa assinava a coluna Polígono do Jornal do Commercio, um espaço totalmente voltado para a notícia do interior do nosso Estado. “Amo o interior, o Sertão, tudo de lá. Quando a imprensa quer uma boa matéria vai para o interior. É lá onde as grandes pautas existem”, diz.

Nos dias de hoje, Wanessa cuida da coordenação do setor de pesquisa do Jornal do Commercio, guardiã da memória do jornal.

Jornalista por vocação e advogada, Wanessa é natural de Triunfo, onde teve contato com o jornalismo ainda criança. O seu pai, Sigismundo Pinto, era proprietário do Jornal “A Voz do Sertão”, que circulou durante 28 anos, por toda a região interiorana. Após ser alfabetizada com 5 anos, começou a ter contato com os jornais e adquiriu o hábito de ler.

Com mais de 28 anos de batente, a jornalista iniciou sua trajetória como estagiária no Jornal do Commercio e depois foi para o Diario de Pernambuco. Trabalhou na Assessoria de Imprensa do Governo do Estado e voltou para o JC com uma missão de criar uma Editoria Regional.

http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/arquivo/2012/marco/index.php

Adquiri este artigo no blog: "Lampião Aceso"
http://lampiaoaceso.blogspot.com

Informações:

Ontem, dia 05, este blog fechou às 21:00 horas,  registrando um total de 2.436 visualizações.

Hoje, dia 06, fechou às 21:00 horas, registrando um total de 2.717 visualizações.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com/ 

Alinhamento raro do Sol e da Lua precedeu naufrágio do Titanic

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Foto de 1º de setembro de 2010 mostra o Titanic no fundo do oceano.

Nos meses que antecederam o acidente, proximidade entre a Lua e a Terra foi a maior em cerca de 1.400 anos. Aproximação pode ter contribuído para marés mais altas do que o normal.

A colisão do Titanic com um iceberg em 1912 pode ter sido consequência de um raro alinhamento do Sol e da Lua ocorrido mais de quatro meses antes, segundo um artigo publicado na edição de abril da revista "Sky & Telescope".

Aproveitando a renovada fascinação em torno do naufrágio do transatlântico, pela proximidade do centenário do acidente no qual morreram aproximadamente 1,5 mil pessoas, os astrônomos da Universidade Estadual do Texas Donald Olson e Russell Doescher explicaram sua hipótese sobre a abundância de icebergs na rota da embarcação.

Na noite do dia 14 de abril de 1912, o navio, que segundo a publicidade da época "nem Deus era capaz de afundar", bateu em um iceberg e naufragou.

Outras embarcações que responderam aos chamados de socorro encontraram na região do Atlântico Norte uma abundância incomum de icebergs.

Junto com a proliferação de reportagens, romances e filmes que transformaram o afundamento do Titanic no "acidente do século 20", se multiplicaram por décadas as perguntas sobre a existência de um número de icebergs superior ao habitual na área.

Os astrônomos partiram do trabalho do oceanógrafo Fergus J. Wood, da Califórnia, um estudioso das marés que sugeriu que uma aproximação rara da Lua à Terra, ocorrida em 4 de janeiro de 1912, pode ter contribuído para marés também mais altas do que o normal.

Olson e Doescher descobriram que nessa data também ocorreu um acontecimento pouco comum: a Lua e o Sol se alinharam de uma maneira que fez com que sua atração gravitacional se reforçasse mutuamente, formando o que é conhecido como maré de sizígia.

Além disso, a proximidade da Lua foi a maior registrada em cerca de 1.400 anos e ocorreu dentro dos seis minutos de uma lua cheia. Já a aproximação máxima do Sol havia ocorrido no dia anterior.

"Foi a maior aproximação da Lua à Terra em mais de 1.400 anos e esta configuração maximizou as forças lunares que levantam as marés nos oceanos da Terra", disse Olson.

Inicialmente, os pesquisadores procuraram determinar se marés mais cheias tinham aumentado os desprendimentos de icebergs na Groenlândia, que é o local de origem da maioria dos icebergs dessa região atlântica.

Mas logo se deram conta que, para chegar à rota de navegação do Titanic por volta de abril, os icebergs desprendidos das geleiras da Groenlândia em janeiro deveriam ter se deslocado muito rápido e em sentido contrário às correntes.

No entanto, segundo o depoimento das tripulações dos outros navios que responderam ao chamado do Titanic, havia muitos icebergs na área, tantos que pelo resto da temporada de 1912 as rotas de navegação foram desviadas para o sul.

A resposta à questão sobre a procedência de tantos icebergs na região está nos icebergs encalhados e à deriva.

À medida que os icebergs desprendidos da Groenlândia se movimentam para o sul, muitos ficam encalhados nas águas menos profundas do litoral de Terra Nova e Labrador (Canadá).

Normalmente, os icebergs ficam ali e não conseguem se movimentar até que derretam o suficiente para voltar a flutuar, ou até que uma maré alta os libere.

Assim, os astrônomos do Texas levantaram a hipótese de as marés mais elevadas do que o normal de janeiro de 1912 terem desencalhado estes icebergs, que se deslocaram rumo ao sul pelas correntes oceânicas e em direção às rotas de navegação.

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Lampião observando de luneta de guerra, que ganhou do Sírio Libanês,

Por: Guilherme Machado Machado
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os passos do guerreiro, o tenente comunista Luis Carlos Prestes em 1926, logo após a sua saída do Juazeiro do Norte - Ceará.
Lampião observando os passos do guerreiro Prestes e seus 3.500 homens. preparados e  bem  armados. Inteligentemente Lampião desistiu da ideia de atacá-lo com mais ou menos 10 homens, quando viu o contigente do Tenente Prestes,  abriu no oco do mundo.

Não são poucos os que vêem Lampião um Robin Hood nordestino. "Ele foi bandido, mas também teve atitudes de distribuir o que tomava", diz o pesquisador Antônio Amaury C. de Araújo, de São Paulo, que escreveu seis livros sobre o cangaço. Ex: em 1927, o bando entrou em Limoeiro do Norte (CE) jogando moedas para as crianças. Cena semelhante acontecera em Juazeiro, quando,  Lampião foi convocado para combater a Coluna Prestes. A coluna Prestes foi um movimento entre os anos de 1925 e 1927, encabeçado por líderes tenentistas. 
Os tenentistas foi um movimento que ganhou força entre os militares de médio e baixa patente, durante os últimos anos da República Velha. Nesse movimento se mostraram favoráveis às tendências políticas republicanas liberais. Entre outros pontos reivindicavam uma reforma constitucional capaz de trazer critérios mais justos ao cenário político nacional. Exigiam que o processo eleitoral fosse feito com o uso do voto secreto e criticavam os vários episódios de fraude e corrupção que marcavam as eleições.  Eram favoráveis à liberdade dos meios de comunicação.
 A coluna Prestes fez grandes jornadas para o interior do país, procurando fazer insurgir o povo contra o regime oligárquico vigente durante a presidência de Artur Bernardes, ainda no período da República Velha. A Coluna Prestes ainda pregava ao povo a necessidade da destituição do presidente e a imediata reformulação econômica e social do país, pregando a nacionalização das empresas estrangeiras fixadas no Brasil e o aumento de salários de trabalhadores em todos os setores rurais e industriais. Em suas jornadas, que se estenderam em uma distância de por volta de 25.000 quilômetros.
A coluna Prestes ganhar muita força, as tropas do governo começam a pedir reforço a todos ate mesmo ao bando de Lampião.
Janeiro: o bandido é convocado
Com a coluna se aproximando do Ceará, Floro Bartolomeu, deputado federal do Estado, recruta uma força de defesa, os Batalhões Patrióticos, e vai com ela para Campos Sales (CE). Prepara uma carta convocando Lampião e a manda para o Padre Cícero endossar. Um mensageiro vai atrás de Lampião. Enquanto isso, Bartolomeu, adoentado, segue para o Rio.
Fevereiro: confusão entre inimigos
Aparentemente sem ter recebido a carta de Bartolomeu, Lampião cuida de seus interesse pessoais em Pernambuco. Invade a fazenda de um antigo inimigo, mata dois, fere dois e incendeia a casa. Saindo desse ataque, no mesmo dia, tem um combate com a coluna, mas pensa que está lutando com a polícia.
Março: defensor público por pouco tempo
Lampião recebe a carta e segue para Juazeiro. Acampa com 49 homens perto da cidade e mais de 4 000 curiosos vão vê-lo. No dia 5, se encontra com o Padre Cícero e recebe uma patente de capitão dos Batalhões Patrióticos, assinada, acredite, por um funcionário do Ministério da Agricultura. Mais tarde esse homem diria que, naquelas circunstâncias, assinaria até exoneração do presidente. Todos os cangaceiros recebem uniformes e fuzis automáticos. No dia 8, Floro morre.
Lampião parte decidido  a cumprir o combinado, mas é perseguido em Pernambuco, o que o desaponta. Volta para falar com o Padre Cícero. Como este não o recebe, interrompe sua carreira de defensor público e retoma a rotina de crimes.

Extraído do blog:
"Portal do Cangaço de Serrinha - Bahia", do pesquisador do cangaço, Guilherme Machado.

Cangaceiro ou Bandoleiro Tipo Mexicano:

Por: Guilherme Machado
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 Observar nos trajes do bando de Antonio Silvino, que terminou antes de começar a sua saga de cangaceiro. Aqui ver-se uma das melhores fotos de Silvino, em Recife -  Pernambuco, em 1937.
Antonio Silvino com pose de Gangster, no Recife, em 1937.
Aqui nesta foto ver-se Antonio Silvino, o segundo, em Pé, Observem os trajes se não lembra o bando do bandoleiro mexicano Sancho Pança,  com bigode e sombreiros mexicanas.

Antônio Silvino (ou Manoel Baptista de Morais, Ingazeira, PE, 2 de novembro de 1875Campina Grande, PB, 30 de julho de 1944) foi um cangaceiro, filho de Francisco Batista de Morais e Balbina Pereira de Morais. Faleceu em Campina Grande, em casa de uma prima, no dia 30 de julho de 1944.
Apelidado de Batistinha ou Nezinho, inicia-se no cangaço em 1896, juntamente com o irmão Zeferino, após a morte do pai, o bandoleiro "Batistão do Pajeú".
Adota o nome de guerra de Antônio Silvino em homenagem a um tio, Silvino Aires Cavalcanti de Albuquerque, também bandoleiro. Por outros, é apelidado de o "Rifle de Ouro". Conforme a pesquisadora da Fundaj, Semira Adler Vainsencher, ele representou, um pouco antes de Lampião, o mais famoso chefe de cangaço, substituindo cangaceiros célebres tais como Jesuíno Brilhante, Adolfo Meia-Noite, Preto, Moita Brava, o tio - Silvino Aires - e o próprio pai.
Entre suas façanhas, arrancou trilhos, prendeu funcionários, e sequestrou engenheiros da Great Western, que implantava o sistema ferroviário na Paraíba.
Nesse estado, um dos seus maiores perseguidores, nos primeiros anos do Séc. XX, foi o alferes Joaquim Henriques de Araújo, que mais tarde viria a ser Comandante da Polícia Militar paraibana. Em Pernambuco, uma década depois, foi perseguido pelo alferes Teófanes Ferraz Torres, delegado do município de Taquaritinga, que finalmente o prendeu em 1914, no governo do general Dantas Barreto.
Tornando-se o prisioneiro número 1122, da cela 35, do Raio Leste da antiga Casa de Detenção do Recife, teve comportamento exemplar. Em 1937, é libertado através de um indulto do presidente Getúlio Vargas.


Extraído do blog "Portal do Cangaço de Serrinha - Bahia", do pesquisador do cangaço: Guilherme Machado

"Lampeão de A a Z"

Paulo Gastão, Manoel Severo, Lemuel Rodrigues e Aderbal Nogueira
Para você adquiri-lo basta depositar
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José Mendes Pereira
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Conheça Mossoró: "Teatro Municipal"

Por: Ítala Alves

Vamos voltar a conhecer a minha cidade?
Hoje eu trouxe para vocês o Teatro Municipal Dix-Huit Rosado Maia
Construído pela Prefeitura com parceria da Petrobrás, o Teatro Municipal Dix-Huit Rosado Maia tem uma capacidade de acomodação de público de 740 lugares. Dispõe do que há de mais moderno em estrutura de teatro.
Área Construída: 2.570 m²
Área Coberta: 2.179 m²
740 lugares (600 cadeiras; 68 nos camarotes; 64 nas galerias; 08 lugares para portadores de deficiência física).
Tipo do Palco: Italiano
 
Essa foto ai de vista panorâmica é antiga, anterior a construção da Praça da Convivência e do Memorial da Resistência, dos quais eu falo nas próximas semanas!!!
 Se visitarem minha cidade, se informem se há alguma coisa ocorrendo no teatro, vale super a pena conhecê-lo.
Bjs e até
Ítala Alves

Projeto cria programa de incentivo a novos escritores

 
A Câmara analisa proposta que cria o Programa de Apoio e Incentivo a Novos Escritores Brasileiros (Paineb), com o objetivo de estimular novos talentos literários a desenvolverem, divulgarem e publicarem os próprios trabalhos. De acordo com o PL 3199/12, do deputado João Paulo Lima (PT-PE), será considerado novo escritor quem não possuir mais de três obras publicadas ou quem tiver pelo menos um livro concluído e ainda não publicado.
O texto determina que a União poderá oferecer apoio financeiro para permitir a publicação de obras selecionadas. O apoio financeiro envolverá todas as todas as etapas relacionadas à publicação – correção ortográfica, confecção de capa, diagramação de página e aquisição do ISBN (International Standard Book Number).
O benefício será concedido aos novos escritores que tenham concluído e registrado a obra no Escritório de Direitos Autorais e que comprovarem renda até um dois salários mínimos.
Na opinião do autor, o Brasil é um país de talentos, sobretudo nas artes, mas, em muitos casos, os autores enfrentam diversas dificuldades em razão do preço cobrado pelas editoras para publicar livros de autores desconhecidos. “Essas dificuldades afetam principalmente jovens escritores que não têm suporte financeiro da família”, argumenta Lima. “O objetivo é exatamente democratizar as oportunidades, estendendo a novos escritores incentivos que normalmente são restritos a escritores já reconhecidos do mercado editorial e do livreiro”, completa.
Dedução do IR
Ainda conforme o programa, editoras, agências literárias e pessoas físicas ou jurídicas de finalidade similar poderão deduzir do imposto de renda devido, sob a forma de patrocínio ou doação, às quantias efetivamente despendidas com a publicação de novos autores. O valor máximo das deduções será fixado anualmente com base em um percentual da renda tributável.
Novos escritores
Entre outros mecanismos de estímulo ao surgimento de novos talentos literários, o Paineb prevê a concessão de prêmios voltados exclusivamente para novos escritores. O texto ainda prevê a realização de palestras e eventos de divulgação do programa em escolas da rede pública e privada.
Tramitação
O projeto ainda será distribuído para tramitação nas comissões temáticas da Câmara.
Íntegra da proposta:
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Regina Céli Assumpção

Rei Dom Manuel I – O Venturoso

Dom Manoel
Dom Manuel I o venturoso
 
Foi rei da Segunda Dinastia e o décimo quarto Rei de Portugal. Filho de Dom Fernando, Duque de Viseu e de Dona Beatriz, que nasceu em Alcochete a 31 de Maio de 1469 e morreu em Lisboa a 13 de Dezembro de 1521. Dom Manoel está sepultado em Lisboa, no Mosteiro dos Jerônimo.
Dom Manoel casou com Dona Isabel de Aragão e teve como descendentes legítimos: Dom Miguel, Dona Isabel, Dona Beatriz, Dom Luís, Dom Fernando, Dom Afonso, Dom Henrique, Dona Maria, Dom Duarte, Dom Antônio, Dom Carlos. Começou a governar em 1495 e terminou em 1521.
Em circunstâncias normais, Dom Manuel não seria nunca rei de Portugal. Mas a sorte bafejou-o. O seu antecessor, Dom João II, não deixou descendentes direto, pois o seu único filho legítimo, Dom Afonso, morrera aos dezesseis anos, devido a uma queda de cavalo.
O parente mais próximo eram precisamente Dom Manuel, neto paterno do rei Dom Duarte e primo e cunhado de Dom João II. Mas não foi apenas por herdar o trono que Dom Manuel foi cognominado de “O Venturoso”. É que, à exceção dos casamentos (enviuvou duas vezes), tudo lhe correu bem na vida.
 
Assim, durante o seu reinado, Vasco da Gama descobriu o caminho marítimo para a Índia;
Pedro Álvares Cabral anunciou a descoberta oficial do Brasil;
http://viajandonotempo.blogs.sapo.pt/7622.html
 Afonso de Albuquerque dominou a Índia e assegurou para Portugal o monopólio do comércio das especiarias.

Agradecimento aos Portugueses

Agradeço aos Portugueses que muito têm visitado este humilde blog. Gostaria de agradecer um por um, mas como não disponho de e-mails, vou agradecendo coletivamente.
Depois do Brasil, o país que mais tem acessado estas páginas, é realmente o nosso querido pai, Portugal.
Muito obrigado por vocês confiarem nos bons trabalhos dos nossos escritores, pesquisadores e historiadores do cangaço do nordeste brasileiro. 
José Mendes Pereira

Queremos a Copa, mas não de joelhos e tampouco com chute no traseiro...

Por: José Cícero
José Cícero Silva

Parece mesmo que não tem mais jeito. Esse negócio de copa do mundo no Brasil está mesmo virando motivo de chacota contra o povo brasileiro, além de comprometer até mesmo a nossa própria soberania. Ademais, diríamos que por trás dos holofotes midiáticos (e também na frente deles) nem mesmo Ricardo Teixeira – o pseudodono da CBF - nem Joseph Blatter da FIFA dispõem de qualquer credibilidade para nos dá conselhos e, tampouco nos exigir coisíssima alguma, desde que não seja dentro dos rigorosos princípios da mais absoluta normalidade jurídica e diplomática.
http://3.bp.blogspot.com/-IKEsCPqzAvw/T1YOujvAZOI/AAAAAAAALYI/toyzeb1TZkE/s400/Bola-dinheiro-2.jpg

Há sem dúvida, uma sensação estranha no ar. E agora, como se ainda não bastasse, vem este tal de Jérôme Valcke arrogânte secretário geral da FIFA querer fazer gracinha diante da imprensa, tirando sarro da nossa gente e das reais condições técnicas e operacionais do nosso país. Com uma infeliz declaração de que “os brasileiros deveriam levar um chute no traseiro”. Além de uma opinião da mais profunda deselegância, por sua vez, também demonstra o nível dos que fazem esta tal de FIFA que está longe (anos-luz) de ser uma entidade séria como deveria. Tão pior e tão suspeita quanto a própria CBF. Portanto, o ministro dos Esportes Aldo Rabelo neste caso, está correto em não mais reconhecer este francês como interlocutor daqui pra frente nos assuntos relacionado à organização da copa.

Porém tudo isso já nos era esperado, diante da posição submissa que aceitamos dada a votação desta vergonha chamada Lei Geral da Copa. Um atentado gritante contra a nossa Constituição Federal, nossa soberania e todo arcabouço jurídico do Brasil. Recomendo que todos os brasileiros procurem ler o que eles estão nos impondo e exigindo draconianamente neste esbulho chamado de lei. E, pasmem, ainda existe quem os defenda tanto na imprensa marrom (leia-se Galvão Bueno e TV Globo, claro) quanto no próprio Congresso Nacional, o que ainda é muito mais grave.
Todos os que agem desta maneira, estão prestando um imenso desserviço à nação brasileira. Nem num estado de guerra chegaremos a tanto. Rasgar nossa Carta Magna – que representa uma conquista histórica - para permitir que cafetões do imperialismo, cartolas do futebol sujo e demais empresários possam levar vantagens com um espetáculo que mesmo grandioso, não tem mais o antigo brilho do passado. Até porque, (infelizmente) o Brasil não mais dispõe sequer de uma seleção razoável. Não possuímos mais talentos e nem craques sequer com empatia popular. Hoje é como se nossa seleção estivesse sendo formada por atletas estrangeiros e alienígenas. Uma equipe cujo nível mal se equipara ao futebol da Escandinávia. Chegamos ao cúmulo de não mais conseguir superar a técnica da seleção da Bósnia. É óbvio. No momento, não dispomos de um time com condições competitivas sequer para sonharmos um modesto terceiro lugar. E é difícil pensar que até a realização da copa possamos dá a volta por cima. Torço, porém não acredito neste milagre.
Ora bolas, se querem levar a copa de volta que a levem... Mas não podemos nos prestar a este papel ridículo e vergonhoso de ficarmos de joelhos diante destes ‘anjos do mal’; representantes do capitalismo esportivo mundial. E, mais – se temos políticos alinhados demais com as intenções espúrias de todos eles – eu proponho: Vamos igualmente exigir que o façam uma lei geral da Educação, da saúde, da Cultura. Vamos à toque de caixa e sob pressão, construir escolas, hospitais, teatros, vilas olímpicas, estradas etc... Só estádios, hotéis e aeroportos não irão resolver em quase nada, a difícil situação do povo brasileiro.
Sem esquecermos que o nosso atual potencial futebolístico está uma lástima, dentre outras coisas pela absurda voracidade dos nossos atletas por fama, poder e por dinheiro... Nossa seleção, infelizmente, ainda se mostra pelo mundo afora, consumindo por assim dizer, a fama que lhe resta e que fora conquistada no passado. E parte do atual fracasso da nossa seleção, tem muito destes que, ao contrário do povo torcedor, lucram rios e rios de dinheiro com estes tipos de eventos. De modo que não estão nem aí para o resultado.
E por falar nisso, em se tratando de FIFA, CBF e Futebol empresa todos nós sabemos quem de fato merecem um forte e certeiro chute a La Nelinho no traseiro, mas não seremos nós que o daremos. Pois, ao contrário deles, somos educados e elegantes... Deixemos que o tempo implacável e como senhor de tudo, cumpra inexoravelmente o seu papel histórico.
Queremos sediar esta copa mesmo que este sonho de grandeza se transforme em pesadelo – mas não podemos nos rebaixar tanto. Ficarmos de joelho é estarmos no mais puro estado de vergonha. E isso não é nada interessante para o Brasil – antes chamado de o país do futebol. Portanto, com a mais absoluta da altivez, temos sim que exigir respeito. E mais: a soberania do povo brasileiro terá que ser algo inegociável...
José Cícero
Secretário de Cultura, Turismo e Esportes.
Aurora – CE.

Imagem ilustrativa da Internet. In -
phoris.blogspot.com

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Uma Bonita Maria


Para os tempos antigos Maria Bonita já se vestia  muito bem, até aparentando uma atriz de Hollywood, uma Sofhia Loren, Gigliola Cinqueti... Ver-se que mesmo dentro das caatingas, ela não abria mão da sua elegância, do cuidado com a beleza.


Não sei se os estudiosos do cangaço consideram esta foto a mais bonita de todas de Maria Bonita, mas para mim é a mais linda que a cangaceira fez nas caatingas.

Uma Maria que amou, foi amada, sofreu, foi julgada, perseguida em alguns momentos, perseguidora em outros.  

SERTÃO VIOLA E AMOR

Por: Alcino Alves Costa
Vilela, Alcino e Rubinho

Sem se comparar com as sublimes e ternas palavras pai, mãe, filhos e netos, existem três outras designações que são mágicas e cercadas de esplendorosa ternura e luminosidade. Quais são elas? SERTÃO VIOLA E AMOR.

Além das acima mencionadas, as palavras SERTÃO VIOLA E AMOR estão entranhadas em meu sentimento e em minha aura. Desde a aurora de minha infância que estas três palavras fazem parte de minha vida. Em 1992, levado pela sensibilidade de nosso Luís Eduardo Costa, que me convidou, aceitando uma solicitação de Inácio Loiola, então prefeito de Piranhas e hoje deputado por Alagoas, a fazer um programa em sua nova emissora, a Xingó FM, de Canindé de São Francisco.

Mesmo sem jamais me imaginar fazendo um programa de rádio aceitei o desafio. Fiz apenas uma imposição. O programa seria de música sertaneja, aquela da viola e do dueto. E lá estava eu, o caipira de Poço Redondo, divulgando a tão combalida música violeira, pois era e sou um apaixonado pela “moreninha das dez cordas” e tenho nas músicas de Tonico e Tinoco a terapia de minha vida.

SERTÃO? Foi e é o esplendor e a magia do mundo do caboclo e do caatingueiro. A beleza do sertão não tem similar. Ele consegue ser lindo e encantado mesmo durante as tremendas secas que com seu sol inclemente torra a caatinga, desnuda a terra e deixa os riachos, tanques e lagoas sem água para o homem e o animal. Esta mesma beleza, só que em outra forma e em outra roupagem, aflora das entranhas de nossa mãe terra por ocasião das trovoadas e invernos, com as benditas chuvas empapando os nossos campos sertanejos, abarrotando de água os riachos e lagoas, tanques e barreiros. É neste instante da vida sertaneja, que como se fosse um passe de mágica aflora lá do fundo da terra, o verde da esperança e da felicidade do camponês, o verde que significa bonança e fartura na mesa do campônio. .

Este é o meu sertão, este é o nosso amado sertão, este é um dos maiores tesouros da humanidade. Sertão é uma palavra sagrada que faz parte do meu viver.

VIOLA? É a emanação da poesia brasileira. De suas cordas se expande o som divino que é sem dúvida alguma o mais terno e lindo do universo; o som de uma viola acalenta os que passam por alguma atribulação e faz com que aqueles que a escuta sinta o seu espírito voando tranquilo e no mais completo alento; viola é quem me acarinha em meus instantes de solidão e tristeza; viola é o hino sagrado que toma conta de meu sentimento e me faz, ainda mais, acreditar no amor e na felicidade; viola é a luz que ilumina o meu espírito e enleva o meu coração a Deus.

AMOR? É a firmeza de sentimento em nossas raízes, origens e tradições; é a ternura maior que um ser humano pode carregar em sua existência; é o anseio daqueles que ainda guarda dentro do mais profundo de seu coração o desejo de paz e felicidade; é o elo fortíssimo que tem o poder de unir as pessoas que se conhecem e se relacionam; é o símbolo maior que o homem e a mulher jamais poderiam perdê-lo.

Foi num instante de grandiosa inspiração que eu batizei o nosso programa com estas três maravilhosas palavras. E assim, o SERTÃO VIOLA E AMOR correu a estrada do tempo. Lá se vão quase duas décadas. Os sertões de quatro estados nordestinos têm em nosso programa um companheiro sem ofensas e sem abusos. Um companheiro que adentra a sua casa, o seu lar e ao lado de sua família, de sua esposa e de seus filhos ele oferece instantes de prazer e felicidade; fazendo com que todos, embevecidos, escutem com atenção, e emoção, as mensagens e histórias que são eternos clássicos de nosso cancioneiro e fazem parte da discografia sertaneja. O tinido de uma viola, com seus acordes que mais parece uma sinfonia celestial, faz à alegria e a felicidade de nosso povo nas tardes dos dias de sábado.

O SERTÃO VIOLA E AMOR se transformou em livro, em música, em título de CD, e vive nos corações dos povos sertanejos, mandando mensagens, contando histórias de nosso povo, o povo que faz parte de nossa família sertaneja. Eis abaixo a foto da capa do CD e a letra da canção de minha autoria, em parceria com Dino Franco, o maior compositor vivo da música sertaneja, reverenciando o SERTÃO VIOLA E AMOR, que está na faixa 2, do CD, SERTÃO VIOLA E AMOR.


No nordeste brasileiro
Uma onda se espalhou
Na voz da rádio Xingó
Com seu apresentador
Foi uma bênção divina
A um povo sofredor
O violeiro cantando
Sertão viola e amor.

O cavaquinho no samba
Num canto se encostou
O tamborim fez silêncio
Pra longe se retirou
A natureza sorriu,
Ouvindo o seu trovador.
No rádio leu-se a mensagem,
Sertão viola e amor.

Cantigas e mais cantigas,
De um tempo que já passou;
As trovas apaixonadas,
Do poeta cantador.
Histórias de vaquejadas,
Maravilhas, sim senhor!
Me alegra quando ouço,
Sertão viola e amor

O nordeste, leste, oeste,
O povo se admirou.
Ouvindo a rádio Xingó
E seus poemas de amor.
Canta, canta, minha gente,
Pois violeiro também sou.
O Brasil todo conhece,
Sertão viola e amor


Publicado, no dia 15 de janeiro de 2011, pelo JORNAL DA CIDADE, Aracaju, Sergipe

Saudações

Alcino Alves Costa
O Caipira de Poço Redondo - SE


Enviado pelo escritor e pesquisador do cangaço:
Alcino Alves Costa

Passagem das Pedras e a Caravana Cariri Cangaço

Por: Manoel Severo
Manoel Severo Gurgel Barbosa

Um personagem inusitado roubou toda a cena por ocasião da visita da Caravana Cariri Cangaço-GECC ao Sítio Passagem das Pedras, berço do maior de todos os cangaceiros, Virgulino Ferreira da Silva.
Esse personagem trata-se de uma pequena ovelha, linda; preta e branca; que por sua docilidade e domesticidade parece mais um animalzinho domestico; com um pequeno esforço, "passaria por um gato ou um pequeno cachorro..." A ovelhinha segue todos os passos da caseira do local, obedece a seu chamado e come arroz com leite, até parece personagem de Ariano Suassuna no Auto da Compadecida. Quando visitarem a Passagem das Pedras não esqueçam de cumprimentar esse pequeno personagem que é sem igual.
O personagem principal do último dia da Caravana Cariri Cangaço-GECC
Totalmente restaurada a fazenda Passagem das Pedras traz à memória a infância do menino Virgulino
Como comenta nosso confrade e proprietário do lugar, Carlos Eduardo "Ali é um lugar polêmico e importante. Uns dizem que o parto foi de um lado da cerca, outros dizem que foi do outro lado. Mas foi naquele chão que veio ao mundo o Capitão Virgulino......." , o fato é que de um lado ou do outro da cerca, nasceu Virgulino Lampião, bem vizinho as terras da família de Zé Saturnino e o resto todos já sabem...

Múcio Procópio e o registro da visita
Juliana Ischiara
Aderbal Nogueira e Afranio Gomes
A Casa de dona Jocosa se transforma em Museu sob a guarda da famosa Serra Vermelha...
Hoje a fazenda mantém a casa de dona Jocosa (avó de Virgulino) totalmente restaurada, o pequeno museu mantido em parceira com a Fundação Cabras de Lampião; de Anildomá Willians e Cleo, é ponto de visita obrigatório para todos os amantes do tema cangaço. Uma das visões mais impressionates da própria fazendo são as da Serra Vermelha, vislumbrada ao longe, mais ao sul da fazenda. Marcante como tudo o que relaciona com a vida de Lampião.
Manoel Severo
Cariri Cangaço