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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

GECAPE - GRUPO DE ESTUDOS DO CANGAÇO DE PERNAMBUCO


Por Wasterland Ferreira

A Presidência do GECAPE- Grupo de Estudos do Cangaço de Pernambuco, na pessoa dos pesquisadores Wasterland Ferreira (presidente) e Itamar Da Silva Baracho (vice-presidente), vem divulgar a data da nossa próxima reunião: sábado, 18 de janeiro de 2020, das 09h:00 às 11h:00, no auditório da BPE- Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, localizada na Rua João Lira, S/N, Santo Amaro, Recife.

Na ocasião iremos discutir uma série de assuntos que formam a nossa pauta, como também sobre as diretrizes do GECAPE para 2020.

A partir de fevereiro, daremos início às atividades neste ano do nosso Grupo de Estudos, tais como palestras, estudos, visitas técnicas e etc.

GECAPE- Grupo de Estudos do Cangaço de Pernambuco.


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NAZARÉ EM PAUTA!


Por Aderbal Nogueira

Museu da força volante que combateu Lampião.!
Nazaré do Pico...PE...!
Já iniciou..se a construção e, as reuniões estão a todo vapor. ! Confira no vídeo de Aderbal Nogueira.


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INIMIGOS.

Por Maelbe Nogueira 

Nascidos na propriedade Lagoa do Arroz Mirandiba-PE, dona Maria Guedes com seus filhos: Antônio Joaquim dos Santos (Batoque), José Joaquim dos Santos (Zé Guedes) e Francisco Joaquim dos Santos (Chico Guedes) fixaram residência na propriedade Lemos, no Município de Serra Talhada, para trabalhar como vaqueiros dos Nogueiras. Posteriormente, com inicio da questão entre os Ferreiras e Saturnino, José Guedes passou a trabalhar no serviço da espingarda para José Saturnino.

Zé Saturnino quebra o acordo vindo a Nazaré, em 1918, acompanhado de José Cipriano. A tarde ao regressar foram alvejados de emboscada por Virgulino e outros. No dia seguinte, Saturnino retorna com dezesseis homens que cercaram a casa de dona Jacoza no Poço do Negro. Depois de algumas horas de cerrado fogo, Saturnino deixou a luta com o companheiro José Joaquim dos Santos (José Guedes) ferido.

Seu irmão Francisco Joaquim dos santos (Chico Guedes) que tinha problemas mentais foi assassinado por Lampião quando trabalhava na roça. Em seguida, sua mãe devido o acontecimento veio a falecer.

Em outra ocasião, José Guedes foi preso. Sabendo que sua situação era difícil e que poderia morrer, ficou olhando para todos os lados sem saber o que faria para sair daquela situação. Entretanto, no meio do grupo de cangaceiros havia um que era compadre de José Guedes, denominado Antônio Viturino, esse piscou para Zé Guedes no momento de distração dos demais cangaceiros, dando tempo para Zé Guedes escapar, que saiu correndo e recebendo pelas costas rajadas de tiros, porém não foi atingido.

Após esse acontecimento, tanto Zé Guedes como Batoque foram morar em Nazaré e casaram-se com as irmãs Ana Maria e Verônica Maria da propriedade Poço do Negro e parentes da esposa de Gomes Jurubeba.

Batoque foi uns dos primeiros a se alistar na força volante nazaré juntamente com David Jurubeba, Pedro Gomes, João Domingos e Ângelo Caboclo.


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CAUSOS DE SARGENTO ELIAS

Por Aderbal Nogueira
https://www.youtube.com/watch?v=h3aFjef_yjI&feature=share&fbclid=IwAR3gXTky_9S3DQj_LSlQk08JN0TtgvIUApryTiF2Z8nLaM4uP5hhSM3wzy0


Sargento Elias fala sobre: A morte de uma cangaceira. O ataque à Princesa. A valentia de Lampião.
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SÓ COMO ARQUIVO - MINHA SEPARAÇÃO ME DEIXOU TÃO TRISTE!

Por José Mendes Pereira

Meus manos e amigos dos anos vividos entre a Casa de Menores Mário Negócio e a Editora Comercial S.A. Jorge Braz, Manoel Flor, Pedro do Nascimento, Railton Melo, Antonio Galdino da Costa e Eraldo Xaxa:

Certa vez um amigo meu me segredou que a coisa pior que já passou em toda sua vida foi quando se separou do seu conjuge. Vários dias e noites ele caminhou sem rumo, na espera de aceitar o porquê daquele sofrimento tão presente e incomodador, e, não sabia se estava vivendo ou vegetando naquele momento. O seu amor tinha decidido diante de uma missa de corpos presentes que não mais faria parte daquele relacionamento tão sofrido, assim achava ela, retornaria com urgência à casa dos seus pais de malas e um chapéu de palha atufado em sua cabeça.

A cada dia que se passava a dor e a saudade do cônjuge mais doía em sua mente. Quando via o seu quarto sem a presença dela era como se o mundo todo estivesse contra ele. Sentia uma solidão tão profunda que só Deus e ele sabiam. As noites eram tão longas que algumas vezes imaginou que duravam uma porção de dias para findar. Não comia e nem bebia direito, só ingerindo álcool e fumando como se os dois vícios fizessem ele esquecer aqulela mulher. Mas que na verdade, com a continuação do tempo, percebeu que um homem só esquece uma mulher quando põe outra em sua vida.

Assim também se passou comigo no dia em que eu me separei da minha companheira de todas as horas, foi um fim de mundo. Quebrado o nosso acordo que tínhamos começado o romance quando em uma tarde nós nos encontramos em Mossoró na Avenida Presidente Dutra em uma loja à beira do rio, e foi amor à primeira vista. Ela estava tão elegante porque tinha tomado um banho de loja, e que não resisti de tentar um amor sincero, e ali fiquei, não demorou muito para que ela caisse em meus braços.

Não observei se ela fez pranto quando embora foi, e se fora satisfeita para ser comandada por um outro que fizesse merecer o que ela por mim fazia, e quem sabe, talvez, um outro indivíduo mais desalmado do que eu. Mas o único culpado fui eu, por não aceitar a sua presença na minha vida, na minha companhia, e a entreguei ao seu novo cônjuge de expontânia vontade, na bandeja, de mãos para mãos, sem saber o compromisso de zelar por quem por alguns anos me fez feliz, sorrir e rir ao mesmo tempo. Entreguei também todas as suas roupas que ali eram guardadas com cuidado, e que nada fosse se destruíndo com o passar dos tempos. Seus calçados de borrachas sempre estavam em seus pés, alguns usados que não mais aproveitavam, também ficaram bem acomodados num quarto de despejo.

Ela não falava porque era surda e o surdo só não fala porque não ouve o que se ensina, mas entendia tudo o que eu dizia. Não comia, só bebia para não causar tantas despesas, e eu batia palmas quando fazia economia, porque ela sabia dos meus pensamentos e das minhas dificuldades. E quando nós saíamos à rua ela mesma me guiava. Tinha uma visão extraordinária, e tanto fazia de dia ou de noite, ao longe avistava o perigo que na frente estava. Era fogosa até demais, mas também pudera, ainda não havia feito a sua festa "debutante", e eu já com duas vezes a sua idade não tinha condições de aproveitar o seu esterismo na hora do vamos lá

Nunca conheci seus pais e nem mais ninguém da sua família, mas me parece que eram descendentes da Itália. Desisti dela porque eu precisava tentar ir mais além, mas com muita tristeza, por não puder cuidar dela. E assim que ela foi embora o meu coração bateu forte como se quizesse parar ali mesmo. Arrependi-me, mas o que fazer? Era uma decisão minha e não dela, até que um dia, não sei, eu poderia encontrá-la novamente e negociar com o novo companheiro o seu retorno para o meu comando e para os meus braços.

Quando nós nos casamos eu a batizei de "Mariola" e até os meus amigos não a chamavam pelo seu verdadeiro nome, e sim, "Mariola". Já era um nome registrado no meio de todos os meus conhecidos e amigos.

Ao me verem, assim me perguntavam:

- Como está a sua querida "Marilola"?

E eu com orgulho respondia-lhes:

- Muito bem!

Um dia vi na sua Certidão de Nascimento expedida pela Itália com letras bem legíveis o seu verdadeiro nome. “LAMBRETA”.

Fiquei sem a minha companheira porque eu precisava ampliar uma oficina de esquadrias metálicas, e assim, fui obrigado vendê-la.. Nunca mais a vi. Por onde anda a minha inesquiecível lambreta? Será que foi parar no ferro velho?


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SUBINDO E DESCENDO SERRAS

Clerisvaldo B. Chagas, 14 de janeiro de 2020
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.245

Os montes sempre fascinaram pessoas comuns, poetas, pesquisadores e religiosos. Todos são pessoas, mas o fascínio faz morada em cabeças especiais. Desde os tempos bíblicos que as grandes elevações do Oriente Médio atraem habitantes e peregrinos como poderosos imãs de segredos.
SERRA DAS PIAS. (FOTO: B. CHAGAS).

Em Alagoas as serra são modestas girando em torno dos mil metros para baixo. Encontramos belas muralhas da natureza na Mata, Sertão e Agreste, cada qual mais simpática e atrativa do que as outras. Fontes de pomares, nascentes e vegetação de porte, hoje em dia as serras também vão sendo desmatadas, lixiviadas e amargam prejuízos para a Natureza e o Homem.
Entre tantos montes famosos do estado, é destaque também a serra das Pias, no município de Palmeira dos Índios. Encosta na divisa com Pernambuco e liga por rodovia àquela cidade a Bom Conselho (PE). Ainda hoje se discute sua denominação: Pia ou Pinhas? O mais provável é que o correto seja serra das Pias, apesar de Palmeira dos Índios ser chamada de “Terra da Pinha Doce”. Mas o plantio do produto em grande escala, ainda é recente. Isso não quer dizer que não existam pinhas na serra, mas a denominação se perde no tempo. Em Alagoas, chamamos as rochas que acumulam água da chuva de “caldeirão”, “pilão de pedra” e “pedra d’água”.  Em Sergipe é costume chamar esse fenômeno de “pia”. Pernambuco também,
Seguindo a tradição de Sergipe algumas partes fronteiriças de Alagoas, no rio São Francisco, confirmam essa tradição. Exemplo: temos a chamada “Pia de Corisco”, lugar frequentado pelo famoso cangaceiro e onde nasceu o filho de Dadá e seu, Silvio Bulhões.
Inúmeras vezes subi e desci a serra das Pias em automóvel e ônibus com destino a Garanhuns, Arco Verde, Caruaru ou mesmo Recife. Ninguém fica indiferente à altura e a falta de segurança. Presenciei várias mudanças na paisagem, entristecido com o desmatamento (foto abaixo).
Pois, o topônimo “serra das Pias” parece o mais correto por existir essas “pias”, lajeiros, lajedos ou lajeados, rochas côncavas que afloram e acumulam água.


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ALCINO: PALAVRAS DE UM FILHO

*Rangel Alves da Costa


Nascido em 17 de junho de 1940, em berço familiar de Emeliana Marques e Ermerindo Alves Costa, no seu querido chão de Poço Redondo, dia 17 de junho deste ano Alcino estaria completando 80 anos. Seu adeus terreno ocorreu em 1º de novembro de 2012, aos 72 anos de vida. Sete anos já se passaram sem suas havaianas serem avistadas cruzando as ruas e esquinas de seu solo sagrado.
As mesmas havaianas que acompanharam todos os seus passos no chão sertanejo, desde o menino ao político, desde o homem simples e do povo ao prestigiado pesquisador, escritor, compositor, radialista, conferencista, e muito mais. Nem o ensino primário Alcino concluiu, mas concluiu com louvor os muitos ofícios que chamou a si por amor a terra: descrever a saga sertaneja em sua pujança e grandiosidade.
Partiu em 2012, contudo. E partiu ainda na flor da luta, ainda cheio de planos, ainda com a certeza que muito poderia fazer. Exemplos disso são os seus livros ainda não publicados, os seus muitos escritos ainda não transformados em outros livros, os seus rascunhos cheios de surpreendentes revelações e a sua letra miúda mostrando sua preocupação em guardar a fidelidade de cada detalhe da história sertaneja e cangaceira.
Eu, Rangel, sou filho de Alcino e guardião do muito que ele deixou. Toda a vida de Alcino hoje está comigo, em minha vida, sob os meus cuidados. Contudo - confesso -, difícil demais para mim que seja assim. Doloroso, até. Imaginem vocês um filho a cada dia encontrando e reencontrando, folheando e lançando o olhar, sobre uma vastidão de coisas, escritor e fatos, que ninguém imaginaria existentes. E tudo maravilhosamente grandioso, belo, como a demonstrar do quanto foi capaz aquele menino que sequer terminou o ensino primário.
Como eu disse, doloroso até. As pastas são muitas, muitas vezes as folhas desordenadas, os rascunhos, uma infinidade de descobertas ali guardadas e transcritas para a posteridade. Mas que posteridade, pois Alcino já partiu sem ter publicado sequer a metade de sua produção literária e de suas pesquisas? O que eu faço com isso, indago. E sem falar nos livros acabados e que estão à espera somente de serem publicados: “Canoas: o caminho pelas águas”, “Vaqueiro, Cavalo e Boi”, “João dos Santos, o Caçador da Curituba”, “Lendas e Causos do Sertão”, “A História de Santa Rosa do Ermírio”, “Artigos Jornalísticos”, “Artigos, Trovas e Versos”, e outros e outros. Sobre o cangaço, certamente mais uns três livros.
Fazer o que com tudo isso? Então eu indago. E novamente imaginem a cena. Eu sozinho no Memorial, com a mesa cheia de Alcino e mais Alcino por todo lugar, lendo Alcino, separando Alcino, procurando ordenar tanta coisa bela, e espantado com tudo aquilo. E que espanto bom e triste, quanta surpresa boa e dolorosa. Eu perante tudo aquilo que meu pai deixou e agora eu com ele convivendo, através dos escritos. Como se com ele eu estivesse constantemente dialogando. E dialogo, sim.
A graça divina mais uma vez lançou suas benevolentes mãos sobre mim. A graça concebida de ser filho de Alcino e Dona Peta, e também a graça de ser o filho escolhido para jamais ser desapartado do pai. Sempre na presença do pai, pois a cada instante dialogando com a grandeza da vida de Alcino: sua obra. A cada momento reencontrando Alcino naquilo que ele fez, escreveu e deixou como pedras fincadas em sua imortalidade. Imortal, pois, é Alcino. Não está mais aqui, mas enraizou-se tão fortemente no seu sertão e em sua história que para sempre estará presente.
Por último, uma confissão. Quando eu retorno a Poço Redondo, quanto eu ultrapasso os portões da antiga casa, eu não chego apenas ao Memorial. Eu vou encontrar meu pai!

Escritor
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JESUÍNO BRILHANTE, O PRIMEIRO DOS GRANDES CANGACEIROS, EM BREVE

Por Honório de Medeiros

"O que levou alguns homens a não se conformarem com o papel que lhes foi destinado pelas circunstâncias e ousarem tomar seus destinos com as mãos e construírem suas próprias histórias? Como explicar a vida de alguns homens que parecem ter surgido do nada, de tempos em tempos, e adquirido brilho próprio, escrevendo páginas inigualáveis durante suas existências, quando comparadas com a dos seus contemporâneos? Homens ou mulheres que não esquecemos, como São Francisco de Assis e Hitler? Em uma escala menor, 
Padre Cícero do Juazeiro e Lampião?"

BREVE: 

"Jesuíno Brilhante, O Primeiro dos Grandes Cangaceiros". 
Abril de 2020.
Honório de Medeiros
Pesquisador e escritor, Natal - RN
Conselheiro Cariri Cangaço.


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VIDA NO CANGAÇO, MORTE NO PERDÃO.

Por João Filho de Paula Pessoa

Após a morte de Lampião o governo concedeu perdão e anistia aos cangaceiros que se rendessem e com isso vários cangaceiros remanescentes se entregaram ao poder público, foi a fase das entregas e dentre os que entregaram estava o Cangaceiro Português e seu bando. 

Certo dia de Fevereiro de 1939, Português estava sentado no pátio do quartel de Santana de Ipanema/Al, onde estava preso, quando de repente adentra um jovem e franzino rapaz com arma em punho, dirige-se rapidamente a Português e lhe acerta seis tiros em sua cabeça, saindo em seguida calmamente sem nenhum importuno por parte dos soldados, que assistiram a tudo impassivamente. 

Tratava-se do jovem Pedro Aquino Filho vingando a morte de seu pai, um comerciante, ocorrida três anos antes, em 1936, pelas mãos daquele cangaceiro que ele acabara de justiçar. 

Contra o rapaz não foi aberto nenhum inquérito sequer, pelo contrário lhe alistaram naquele mesmo dia na polícia alagoana. 

(João Filho de Paula Pessoa, Fortaleza/Ce.) 17/10/2019.


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O RETRATISTA DAS CABEÇAS.


Por João Filho de Paula Pessoa

Nos anos 30 surgiu no sertão do nordeste a figura do Retratista, aquele que batia retratos, ou seja, o fotógrafo. Estes retratistas vagavam pelos interiores captando imagens de Famílias, Casais, Fazendas, Igrejas, Eventos e coisas ou situações que pudessem render algum dinheiro com a venda das fotos e, quanto mais impactante fosse a foto mais vendia. Com isso, passaram a registrar as cabeças decaptadas dos cangaceiros pois era venda certa, vendiam às autoridades, à coronéis, em feiras e principalmente à jornais e periódicos da época. Dentre estes retratistas estava o alagoano João Damasceno Lisboa, o Joãozinho Retratista, que não era apenas fotógrafo, mas também artista plástico e escultor nato, dentre outros talentos. Joãozinho Retratista, com seu talento, inovou as fotos do cangaço morto, pois ele não batia a foto pura e simplesmente na forma em que as encontrava, ele fazia uma Arte Plástica com as cabeças, envolvendo os despojos do falecido, arrumava-as e posicionava-as de forma artística para o registro. Foi dele a histórica foto das cabeças de Angicos, de Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros, devidamente arrumadas e posicionadas na escadaria da Igreja de Piranhas, com os objetos, chapéus, armas, bornais, cantis, cartucheiras, máquinas de costura e demais pertences emoldurando as cabeças ao centro, criando um inovador e impactante efeito visual para a época. Joãozinho ficou famoso também como escultor e faleceu em 1990 deixando muitas obras de arte pelo Sertão do Nordeste. 

João Filho de Paula Pessoa, Fortaleza/Ce. 13/01/2020.


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CAPITÃO ARLINDO ROCHA



Capitão Arlindo Rocha Deu Fim Em Sabino Gomes Sertã Feita Em Um Tiroteio Viu um sombra passar colocou o mosquetão em ponto Dando fim Neste Cangaceiro . O Capitão Arlindo Rocha marcou Também sua história . Capitão em pé Atrás De Thofales.


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