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sexta-feira, 2 de março de 2012

NOVO LIVRO SOBRE O CORONEL DELMIRO GOUVEIA

Autor: Gilmar Teixeira
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Peça logo o seu, leitor!

 
Edição do autor:
152 págs.

Contato para aquisição

Valor: R$ 30,00 + R$ 5,00 (Frete simples)

Total R$ 35,00

No Gabinete do Professor

Por: Kiko Monteiro
Kiko, Sra. René e Antonio Amaury

Na ultima Quarta-feira, 29 em estadia na grande selva de Pedra, intimado pelo anfitrião e seguindo as coordenadas do conterraneo Marcelo Rocha fomos bater na casa do amigo Antonio Amaury. Sim, matamos a vontade de conhecer o nº 156 da Rua Grajurus.

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Ivanildo Silveira até ligou nos encomendando uma entrevista, mas findou sendo uma visita formal. Indagações até foram feitas, mas somente mera curiosidade que complementam informações já sabidas. 
A matéria aqui é uma forma de registrar nosso momento e agradecer a atenção e recepção deste escritor, virtude conhecida por muitos dos confrades que estão lendo este arquivo... Bem, não sei se tiveram o mesmo privilégio de provar o almoço de Dona René) - outro ponto alto da visita. 
Claro que tiveram, a satisfação e deferencia deste casal é a mesma com todos que lhe foram tomar a benção.
Fomos apresentados ao acervo de relíquias e parte do material que resultou nas suas mais de dez obras. Dastaque para a gravação do depoimento de cangaceiros convidados para uma feijoada ocorrida no ano de 1969 na antiga residencia dele. Entre estes estava "Formiga", "Sila", "Zé Sereno" e "Dadá". 
Destaco como interesse em particular pois Dadá começa a recordar músicas no que logo é acompanhada pelos colegas. 
Amaury nos apresentou duas peças muito estimadas sendo um punhal que pertenceu ao cangaceiro Luis Pedro e uma Luger "Parabéllum" que foi de um volante desconhecido. Ambos foram doação de amigos.

No mais, tivemos oportunidade de visualizar as correspondências que ele recebeu do escritor lagartense Ranulpho Prata na época em que estes debatiam as concepções do seu famoso Livro "Lampião".
No momento, Amaury aguarda e avisa aos confrades sobre a segunda edição do Livro "Lampião as mulheres e o cangaço". Que será lançado dentro em breve pela editora Traço. Acompanhamos um contato entre ele e o editor.

Capa da 1ª edição.
Como se não bastasse a minha incoveniencia que já durava meio dia ele se ofereceu como guia e nos acompanhou até o centro histórico de São Paulo - numa inédita viagem de metrô - olha eu ali, um matuto provando os "avanços" da cidade grande. Neste passeio nos contou sobre alguns fatos ocorridos na capital dos nordestinos e nos apresentou prédios daquela região que são símbolos de sua história.

Reafirmo minha gratidão à familia Correia de Araújo. Um dia eu volto, quem sabe. 
Ah! ele não posa porque serviu de fotógrafo, as fotos foram cortesia de Carlos Elydio de Araújo, filho do mestre.
Lampião Aceso

Deputado José Airton (PT-CE): “A Paraíba presta justa homenagem a

Francisco Julião
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e a Agassiz Almeira, grandes brasileiros

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Integrado a um projeto de preservação da História e Memória do país, de personagens atingidos pela Ditadura Militar de 64 e que a ela resistiram, como Gregório Bezerra, Miguel Arraes, Djalma Maranhão, Elisabeth Teixeira, Agassiz Almeida, Paulo Cavalcanti, Seixas Dória, David Capistrano, Carlos Lamarca e Francisco Julião, entre outros, o deputado federal José Airton (PT-CE), interpretando este objetivo nacional ao qual se integra a  Comissão Nacional da Verdade, pronunciou, recentemente, na Câmara dos Deputados, discurso de apoio às homenagens que a Paraíba, através de várias Câmaras de Vereadores, prestou a Francisco Julião e Agassiz Almeida, ex- deputados federais, cujas atuações na vida pública dignificaram a nossa história, e que ademais marcaram com decisivo empenho o processo de organização das Ligas Camponesas, através das quais conseguiram conquistar avanços sociais e políticos para o homem do campo, até então um condenado por quatro séculos de latifúndio.

Acentuou o deputado cearense:

A Paraíba presta justa homenagem a esses grandes brasileiros por suas histórias de luta, pela resistência no enfrentamento à Ditadura Militar de 64, por incansável embate por justiça social, pela ruptura de velhas estruturas políticas e, sobretudo, porque desafiaram um sistema agrário de opressão contra milhões de camponeses.
               
Onde esses personagens, deputados estaduais à época, se fizeram arautos das grandes conquistas das classes trabalhadoras? Francisco Julião mobilizou a primeira greve de camponeses na história do país, em 1960. Ele foi advogado dos camponeses, escritor e fundador das Ligas Camponesas. Agassiz Almeida, após  inflamados discursos contra os latifundiários responsáveis pela morte de João Pedro Teixeira, em 1962, requereu à Assembleia Legislativa da Paraíba, Comissão Parlamentar de Inquérito- CPI, a fim de apurar os responsáveis  pela morte do líder camponês, e também apontou os criminosos  de Pedro Fazendeiro.

Há cerca de 50 anos, Agassiz Almeida e Francisco Julião defendiam a reforma agrária através das Ligas Camponesas e despertaram o país e amplos setores do exterior para o quadro de miséria em que se achava mergulhada a massa camponesa.

Encerrando, presto homenagem especial à memória de João Pedro Teixeira, cujo filho, Isaac Teixeira, médico formado em Cuba, no seu retorno ao país coordenou o Programa de Saúde da Família no município de Icapuí, Ceará, período em que eu exercia o mandato de prefeito.

Fonte: Dados colhidos nos Anais da Câmara dos Deputados.

Os homenageados

Francisco Julião. Escritor, advogado, ex-deputado estadual, ex-deputado federal. Teve o mandato de deputado  cassado com o Golpe Militar de 64, principal organizador e fundador das Ligas Camponesas.

Ações relevantes: Enfrentou o grupo do latifundiário José Lopes Siqueira. Participou juntamente com Fidel Castro e Leonel Brizola da luta pela derrubada da Ditadura Militar de 64. Em 31 de março de 1964, pronunciou célebre discurso contra o Golpe Militar.

Agassiz Almeida. Escritor, ex-deputado estadual e ex-deputado federal constituinte.  Com o Golpe Militar de 64, teve o mandato cassado.

Ações relevantes: Desafiou, ao final da década de 50, o coronelismo dos Heráclito do Rego, na região de Cabaceiras-PB. Em 1962, requereu CPI para apurar os responsáveis pelo assassinato de João Pedro Teixeira. Em setembro de 1987, participou de Assembleia Internacional, em Santiago, Chile, pela derrubada da ditadura de Pinochet.

Centro de Referência dos Direitos Humanos do Agreste da Paraíba - CRDHA.
             
Enviado para este blog por Jorge Brito 
  

MARÇO, O MÊS DE SÃO JOSÉ


São José - Xilogravura de Hamurabi Batista (Juazeiro-CE)
O povo cearense espera ansioso pela data 19 de março, dia do seu padroeiro SÃO JOSÉ, que constitui a derradeira esperança para o início da quadra invernosa. O fato é narrado de maneira exemplar no poema A TRISTE PARTIDA, de Patativa do Assaré e também na música A FESTA DO MILHO, interpretada por Luiz Gonzaga: "Em março queima o roçado / a 19 ele planta / a terra já está molhada / ligeiro o milho levanta..."
Para lembrar uma data tão importante para os nordestinos, resolvi publicar esse maravilhoso poema de Zé Laurentino, também gravado por Rolando Boldrin, intitulado: ESMOLA PRA SÃO JOSÉ:
Titulo: Esmola para São José
Autor: José Laurentino


Tem certas coisa sêo moço,
que eu num gosto muito não.
por inzempro: ouví contar
estória de operação,

de arrancamento de dente
ouví estória de briga,
eu posso inté escuíta,
mas me dá uma fadiga...

Mas, pru arte dos pecado,
ou por minha pouca fé
todo dia lá im casa
passa um veio andando a pé
pru sina, muito feliz
chega im minha casa,
bate parma e diz:
---esmola pra S. José.

E o diabo da muié
que é muito cuvitêra
eu nunca vi uma muié
que num fosse resadêra
adiquére um tanto-ou-quanto
corre e vai lá dar prô santo...
Santo...prô veio fazê a fera

Muitas veis, logo cedinho
eu vô tomá meu café
quando dô fé, é o grito:
---esmola pra S. José.

Isso foi me enchendo o saco
cada dia enchendo mais
um dia cheguei im casa
com a barguia virada pra tráis,

sentei num sêpo de pau
tomei uma de rapé
e ouví a voz lá da porta...
---Esmola pra S. José.
Pru morde dá a esmola
a muié se remecheu
mas eu gritei, num vá não,
hoje quem vai dá essa esmola sô eu.

Quando eu cheguei na porta
o véio teve um espanto,
e eu disse:--vá trabaiá vagabundo
que eu não dô esmola pra Santo.

Pois eu acho que os santo
não tem muita precisão,
afiná eu nuca vi
um santo comê feijão


Troque o Santo numa enxada
deixe de ser preguiçoso
pois Santo num qué esmola,
deixe de ser mentiroso.

O véio me oiou, e disse:
---que S. José te perdoe,
e se Deus tive te ouvindo.
Que ele te abençoe.

E que cubra vossa casa,
de paz, amor, união,
sossego, prosperidade,
conforto e comprienção.

E se um dia o sinhô,
precisá deste véinho
ele não mora tão perto,
mas eu lhe ensino o caminho,

Fica no sitio Cauã
onde já morô meu pai,
a direira de quem vêm
a esquerda de quem vai

Se um dia o sinhô passá
por alí cum precisão
de fome o sinhô num morre
também num dorme no chão,

Quando o véio disse aquilo
eu senti naquele instante,
cumo se eu fosse uma frumiga
sob os pé de um elefante,
tava cum as perna tremendo
digo e num péço segredo
que esse véio me deu uma surra
sem me tocá com um dedo,

Eu com tanta ignorância
ele tanta mansidão
fez eu pagá muito caro
a farta de inducação

então naqueçe momento
eu gritei pra Salomé
mandei trazê pra véinho
uma boa chicra de café
e fui contá meu dinheiro,
tinha somente um cruzero,
dei tudinho a S. José.

TONNI LIMA

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"Você pode se arrepender se for necessário, desistir, se cansou da caminhada, mudar, se for pro seu melhor...


Só não deve fazer do outro um novo item dessa lista de mudança. Ninguém é uma coisa..."

Tonni Lima


Um trabalho ao alcance de todos

Lampeão de A a Z

Autor: Paulo Medeiros Gastão
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Paulo Gastão Aderbal Nogueira
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20,00 Reais
nesta conta:
José Mendes Pereira
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Agência: 3526-2
C/C 7011-4
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E-mail:
josemendesp58@hotmail.com
josemendesp58@gmail.com
ou para o autor:

Luiz Gonzaga: Sebasteão Carvalho e as lembranças do Rei do Baião na fazenda Museu do Sertão

Por: João de Sousa Lima

Dia 01 de março de 2012 estivemos, eu, Gilmar Teixeira e o jornalista AC Zuca, da Revista Mais Destaque na fazenda de Sebasteão Carvalho.


O intuito da visita foi a realização de uma entrevista e a captação de imagens para um documentário sobre a ligação de Luiz Gonzaga com a cidade de Paulo Afonso. Sebasteão Carvalho foi grande amigo do Rei do Baião.
Nos surpreendeu o grande e importante acervo exposto em sua bela residência, lembranças da história nordestina e sertaneja. Logo na entrada da casa sede podemos ver em azulejos o nome da fazenda que é em homenagem a uma música de Luiz Gonzaga.
Entre seu gosto apurado destaca-se a criação de cavalos de raça e uma grande coleção de cachaças.
Em processo a abertura do Museu da Cachaça e a criação de um alambique. Sebasteão produziu uma cachaça chamada Cangaceira Bonita e outra em lembrança ao amigo Luiz Gonzaga, com o nome de uma de suas músicas, Estrada da Vida.
Na entrada da casa sede belas esculturas dos Reis do Cangaço saúdam os visitantes, uma obra de arte quase em tamanho natural.
O acervo de Gonzagão impressiona.
Sebasteão nos proporcionou uma sessão de música do Rei do Baião com sua importante coleção de vinil.
Criação de cavalos de raça é um dos passatempos de Sebasteão.
AC Zuca, Sebasteão e João Lima em pose próximo ao acervo que lembra Lampião, Maria Bonita e Luiz Gonzaga.
João e Sebastião
AC Zuca entrevista Sebasteão para a Revista Mais Destaque, enquanto Gilmar Teixeira realiza imagens para um documentário que será lançado em julho de 2012.
Cachaça Cangaceira Bonita, uma das produções do alambique de Sebasteão Carvalho.
Enviado pelo escritor e pesquisador do cangaço:
João de Sousa Lima
 

Uma pulseira de ouro de Maria Bonita

Por: Rubens Antonio
A esposa do cangaceiro Lampeão dispôs de algumas jóias coletadas por este ao longo da sua jornada.
Provavelmente as principais foram aquelas levadas quando do seu saque da residência da Baronesa de Água Branca
Quando do massacre de Angicos, que exterminou o grupo de Lampeão, várias jóias da antiga baronesa foram encontradas e levadas pelos volantes.
Comandante João Bezerra
Algumas destas jóias foram levadas pelo comandante João Bezerra e doados à esposa de Getúlio Vargas. Dentre estas estavam um relógio, um trancelim e uma pulseira, todos em ouro.
Getulio e Darcy Vargas
Aqui a pulseira, atualmente pertencente a acervo particular, gravada "Maria", identificando a esposa de Virgulino Ferreira, o Lampeão, identificada e fotografada pelo estudioso Orlins Santana, que gentilmente forneceu as imagens a este blog.
Enviado pelo professor e pesquisador do cangaço:
Rubens Antonio, do blog Cangaço na Bahia.











Nazaré do Pico e a Caravana Cariri Cangaço

Por: Manoel Severo
Capela de Nazaré do Pico
Quando Aderbal Nogueira publicou seu testemunho sobre a Caravana Cariri Cangaço-GECC, externou o sentimento de todos nós. Por quantas vezes passamos por aquelas terras, por tantas oportunidades vivenciamos momentos marcantes e inesquecíveis, cheios de história, memória e muito afeto. Em um desses a saudade e lembrança foram enormes: Nazaré do Pico. Era fundamental para nós, logo que entrávamos na Vila de Nazaré, encontrar logo em seus primeiros metros... A velha e conhecida cadeira de balanço na calçadinha de uma das primeiras casas: João Gomes de Lira.

Desta vez não mais o encontramos, sua missão agora não é mais está entre nós. Todas as suas batalhas, vitorias, experiencias, ficaram guardadas, e bem guardadas como todo o carinho e atenção que ele e sua família sempre nos dedicaram, e dedicaram a todos que o visitavam. Grande tenente João Gomes de Lira esta postagem é em sua homenagem.


Nazaré e as homenagens a seus bravos filhos: Primeira Placa em homenagem aos muitos que tombaram na luta contra o cangaceirismo, aqui a homenagem a Gomes Jurubeba, pai de João Gomes de Lira e a placa da rua principal, Coronel Manoel Neto.
Chegamos a Nazaré do Pico por volta das 15 horas, o sol a pino mostrava a vila quase deserta... De repente ao descer do carro e caminhar pela rua principal: Coronel Manoel Neto, se aprochega um grande amigo de "outros carnavais"; Ulisses de Sousa Ferraz, filho do lendário Euclides Flor, comandante de Volante, Nazareno da Gema. Ulisses foi vereador por sete mandatos e vice-prefeito de Floresta, hoje se dedica a perpetuar a memória do seu lugar e de seus valentes antepassados.

Ulisses de Sousa Ferraz, filho de Euclides Flor
Caravana Cariri Cangaço-GECC em Nazaré
Primeiro foi Ulisses Ferraz, depois um a um foram se chegando e nós também fomos nos aproximando e de repente toda a vila de Nazaré estava novamente revivendo a memória de seus ilustres filhos. Dona Nanã, ou Ana Severo, que costumava dançar "muito" com Manoel Neto, seu Afonso, sobrinho do brioso militar; seu Totonho que ainda lembra a dor sofrida com a perca do pai, Hercílio Nogueira no fogo da Maranduba, seu Neco Gomes, que guarda na cabeça detalhes do dia a dia dos valentes nazarenos. Pouco a pouco a história era revivida, passo a passo, lá do céu o sol parecia ter dado uma trégua, como se também quisesse ouvir os fenomenais relatos...

Ana Severo, Nanã e Manoel Severo
Seu Totonho Nogueira, Ulisses e Lívio Ferraz e seu Afonso de Sá Sobrinho
Seu Neco Gomes sendo entrevistado por Múcio Procópio
Aderbal Nogueira e a "garimpagem" de fragmentos da história
Por fim é dizer de nossa grande satisfação e alegria em novamente visitar Nazaré do Pico ou, a Vila de Carqueja ou simplesmente Nazaré dos Nazarenos. Aqui sem dúvidas foi palco e cenário de grandes emoções, que se perpetuam com o passar dos anos. Desse solo saíram os mais aguerridos e determinados perseguidores de Lampião. Homens que não sabiam o que significava ter medo...
Múcio, Lívio, Juliana, Afrânio e Pedro Luiz
A bela e simpática Nazaré, nos acolheu sob a guarda da Serra do Pico
A João Gomes de Lira; a todos os valentes Nazarenos, suas famílias, amigos, a essa terra de gente forte, o nosso mais profundo
respeito e admiração.
A vocês dedicamos essa postagem.

Cariri Cangaço.


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Em meio a muita festa e alegria foi inaugurada na noite desta quinta-feira a Escola Técnica de AURORA

Por: José Cícero
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Secretária de Educação do Estado do Ceará Profª Izolda Cela no momento da sua fala
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Dr. Paulo Napoleão Quezado(filho da homenageada) quando do seu discurso na solenidade
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Prefeito municipal Adailton Macedo durante o seu discurso na solenidade
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Apresentação da Banda de música(Fanfarra) da Escola Técnica de Juazeiro do Norte
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Apresentação da fanfarra juazeirense durante a abertura do ato inaugural























Imagens da solenidade de inaguração da Escola Técnica profissionalizante de Aurora-CE
Num clima de muito entusiasmo e alegria aconteceu na noite desta quinta-feira, dia 1º de março a inauguração oficial da Escola Técnica profissionalizante de Aurora que recebeu a denominação de Leopoldina Gonçalves Quezado.
A população de Aurora, assim como muitos convidados da região circunvizinha lotaram as dependências do mais novo estabelecimento de ensino público do Sul do Ceará, por sinal um dos mais belos já edificados no Cariri. Uma obra realmente monumental para os padrões locais. O contentamento pela conquista de tão importante iniciativa saltava, por assim dizer, os olhos de todos os que estiveram conhecendo a escola pela primeira vez.
A solenidade de inauguração contou com a presença da secretária de educação do Estado, a professora Izolda Cela que esteve representando o governador Cid Gomes que por questão de agenda não pôde vir à Aurora. Também esteve presente no ato inaugural o Dr. Paulo Quezado como filho da homenageada que emprestou seu nome a escola – a 1ª tabelião de Aurora, professora e ex-vereadora D. Leopoldina Quezado conhecida pelos aurorense até hoje por Dona Louzinha. Prefeitos de várias cidades da região, assim como diversas outras autoridades também estiveram prestigiando o acontecimento.
Num discurso dos mais eloqüentes e emocionados o Dr. Paulo Quezado agradeceu a homenagem feita a memória de sua genitora. Falou ainda do seu profundo amor por Aurora – a sua terra natal e colocou em relevo todo o profícuo trabalho empreendido pelo prefeito Adailton Macedo nos seus três nãos de mandado a quem chamou de “o roceiro que deu certo”.
O prefeito Adailton por sua vez, também estava inspirado na noite, quando fez um dos seus melhores discursos sendo por diversas vezes ovacionados e aplaudido pela população presente. Ressaltou o seu esforço em prol de uma Aurora melhor para todos e, inclusive, do seu empenho para trazer a escola técnica, quando a mesma quase foi perdida devido a um certo descaso cometido pelo seu antecessor. Também aproveitou para anunciar outro leque de novas inciativas já garantidas, inclusive pelo governador Cid Gomes. Ainda fizeram uso da palavra o diretor do estabelecimento Isnard Gonçalves e a secretária de educação do Ceará Izolda Cela.
Logo após o descerramento da placa, toda a população pode finalmente adentrar a grande escola para conhecer in loco as suas estruturas físicas assim como a sua parte instrumental. Todos ficaram por demais alegres e entusiasmados diante da grandiosidade daquele empreendimento educacional. “Coisa de primeiro mundo, afirmou o senhor Risalvo”. “Parece até que não estamos em Aurora, disse o jovem morador do Araçá Damião Gomes”.
Uma verdadeira multidão lotou as dependências da escola tanto no térreo quanto no 1º andar. O prefeito Adailton Macedo ao lado do Dr. Paulo Quezado e demais autoridades também estiveram visitando passo a passo todos os ambientes internos da obra. Um verdadeiro marco na história da educação e da gestão pública de Aurora. De modo que o sentimento de gratidão ao governador Cid Gomes era algo visível no semblante de todos os que estiveram presentes na solenidade. Antes da solenidade aconteceu um show musical sob a animação da banda local Forró Xoteado em ritmo de forró de pé de serra.
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Da Redação do Blog da Aurora.
Fotos: J.Cícero e Edson Morreira(Seculte-Aurora)
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Enviado pelo Secretário de Cultura de Aurora-CE - José Cícero