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terça-feira, 1 de abril de 2025

FUTEBOL SANTANENSE

 Clerisvaldo B. Chagas, 31 de março de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.217

A trajetória do futebol santanense, talvez apareça em escritos esporádicos como uma crônica, um artigo, um comentário, porém estar faltando um abnegado, sobrevivente da catástrofe futebolística da cidade para contá-la em livro. O tempo de Ipanema, era um mundo à parte. O tempo de Ipanema e Ipiranga é outro discorrer de riquezas detalhista. A proliferação de outras agremiações ao mesmo tempo com grande potencial, como o São Pedro, o Independente e mais uns três, representam um complemento indispensável à história consistente do esporte em Santana do Ipanema. Épocas em que muitos dos atletas da cidade se tornaram monstros sagrados na região como a série de goleiros do Ipanema: Josa, Zuza, Tina, Torquato, Petrúcio (Lata d’água).

Outros monstros adorados pelo povo: Joãozinho, Lau, Luís de Praça. Ainda podem ser entrevistados, três que restaram: Severiano (hoje Paraná) mecânico, Torquato, aposentado, ambos vivendo no Bairro Camoxinga. Mais Josa. Será que não vai aparecer ninguém, absolutamente, ninguém que viveu dentro desse mundo da bola que registre em livro esses momentos gloriosos do nosso passado? Estamos perdendo definitivamente pedaços da história por falta de registros completos em livros específicos sobre o Padre Bulhões, O DENER e DNOCS e o futebol. Já resgatei OS CANOEIROS DO IPANEMA, A IGREJINHA DAS TOCAIAS, SANTANA, REINO DO COURO E DA SOLA, mas essas acima não são comigo. Será mesmo que ninguém vai se habilitar? Quanto mais o tempo passa mas, desaparece gente, protagonistas da época.

Santana do Ipanema entristeceu muito, com o desaparecimento gradual de todos seus grandes times. E não dar para entender, uma cidade polo do Sertão alagoano sem futebol. A cara dos esportistas é de um sentido velório. Todo mundo sabe do poder infinito de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a única força deste mundo e dos mundos capaz de fazer o futebol voltar à Santana do Ipanema e, com a mesma pujança de antigamente. E assim vamos vivendo de lembranças que no final traz amarguras e revoltas dos que contribuíram para a extinção do melhor lazer que havia.

FOTO RARA DO IPANEMA, 1959 (O BOI, A BOTA E A BATINA, HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA).

DE PÉ: TIDE, TINA, LULA, LULA PASSARINHO, LAU E GERALDO BELO.

AGACHADOS: SANTOS, GORDINHO, CELEDINO, RENATO E JOÃOZINHO V8.


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24 DE MARÇO FAZ LEMBRAR O NASCIMENTO DE PADRE CÍCERO

 Por Valdir José Nogueira

24 de março é uma importante data pois faz lembrar o nascimento do Pe. Cícero . Polêmicas e gosto pessoal a parte pra mim o padre Cícero sempre será modelo de fé e liderança e imagem de alguém a frente do seu tempo que procurou de modo profético e sábio alertar as pessoas para que preservassem a Caatinga. Viva meu Padim!!!

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DO ESCONDERIJO DE LAMPIÃO NA SERRA DO CATOLÉ

Por Valdir José Nogueira

“Deslumbrante e maravilhoso o panorama descortinado de lá de cima. De um lado, a serra da Pedra do Reino, com dois gigantescos monólitos no cimo, esguios e irmãos, coroados de malacacheta faiscante aos raios do sol. Envoltos, esses grandiosos blocos, nos mistérios da lenda sebastianista do desencanto, ao bárbaro custo de sangue e vidas, de um rei outrora desaparecido...

Ou envolvidos das névoas que, descendo, se esgarçavam, se estendendo e se espalhando, pelas imensuráveis ondulações mansas dos vales e vargedos, até o desalcance da vista... Tudo agora verde com o inverno copioso, espelhando também em filetes de riachos e córregos e em conchas de lagoas, o prateado de suas águas abendiçoadas. O sertão virando mar...”
(Frederico Bezerra Maciel em Lampião, Seu tempo e Seu Reinado (pag. 148)
Foto: Visão panorâmica da Pedra do Reino Encantado a partir do mirante da gruta da Casa de Pedra de Lampião, na Serra do Catolé, São José do Belmonte PE. Foto tirada no mês de julho de 2018.

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EM 23 DE MARÇO DE 1924, LAMPIÃO FOI GRAVEMENTE FERIDO NO PÉ...

 Por Valdir José Nogueira de Moura

HÁ 101 ANOS. 23 DE MARÇO DE 1924, APÓS SER FERIDO GRAVEMENTE NO PÉ, O REI DO CANGAÇO BUSCOU REFÚGIO NA “CASA DE PEDRA” DA LENDÁRIA SERRA DO CATOLÉ, EM SÃO JOSÉ DO BELMONTE (PE).

Frondosa e ainda existente, a árvore do tipo “pau-ferro”, localizada bem às margens da lendária Lagoa do Vieira, a pouca distância da Pedra do Reino, testemunhou o combate travado no dia 23 de março de 1924, com uma volante comandada pelo major da polícia de Pernambuco Theophanes Ferraz, onde o cangaceiro Lampião foi seriamente atingido no pé e morta sua montaria, tombando o animal sobre sua perna. Tendo se livrado do peso do animal morto e mesmo ferido, o cangaceiro consegue reagir à altura da situação. Na gruta conhecida como Casa de Pedra, na Serra do Catolé município de São José do Belmonte, Lampião se refugiou e iniciou sua recuperação.

Interessante apontar que da Casa de Pedra onde se refugiou Lampião, tem-se uma magnífica visão do vale onde fica a famosa área histórica conhecida como Pedra do Reino, retratada no romance de Ariano Suassuna – O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. A Lagoa do Vieira também é citada nesse famoso romance através de uma explicação dada pelo personagem Luís do Triângulo:

“Naquele momento, chegávamos a uma Lagoa rasa, situada à direita da estrada, Luís do Triângulo explicou:

- Essa é a Lagoa do Vieira! Os Vieiras eram parentes do Rei João Ferreira e estiveram, também, metidos na “Guerra do Reino”! Diziam 8eles que esta Lagoa era encantada e que, aqui, Dom Sebastião tinha uma mina de ouro para os pobres!”.

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PRÉ-VENFDA

Por Fabiana Agra

 ATENÇÃO!

Entre em contato com a autora pelo WhatsApp 83 98142-8365, porque esta está sendo a última semana de promoção de pré-venda do livro MOSSORÓ: OS 37 DIAS QUE ABALARAM LAMPIÃO.
Somente até o próximo domingo você poderá adquirir a obra pelo preço promocional de R$ 80 + frete grátis.
Uma amostra do que você irá encontrar no livro:
SUMÁRIO
Prefácio
Apresentação
Prólogo
Tomo I
PARA CONHECER MOSSORÓ ATÉ A DÉCADA DE 1920
Parte 1
O “NORTE SECO” DOS BEATOS, CORONÉIS E CANGACEIROS
Os vastos sertões das capitanias do Norte – O Norte Seco e a Grande Seca – Dos Beatos e das beatas – Dos Coronéis & Cangaceiros.
Parte 2
MOSSORÓ: TERRA DE SECAS E DE SAL
Quando Mossoró era do Siará Grande – Ave, Mossoró! – 1877-79: a seca dos mil dias em Mossoró – A estrada de ferro que chegou tarde à Meca da Liberdade – A presença do cangaço na região oesteana e na ribeira do Apody-Mossoró – Os potentados da fronteira oeste potiguar
Tomo II
OS 37 DIAS QUE ABALARAM LAMPIÃO
Parte 1
LAMPIÃO ANTES DE MOSSORÓ
Virgulino Ferreira – Lampião – Capitão Virgulino Lampião.
Parte 2
O ATAQUE DE MASSILON A APODY
Tropelias lampiônicas em três estados – Massilon entra em cena – O ataque de Massilon a Apody – Lampião comanda o terror na extrema paraibana – O encontro de Lampião com Massilon – Mossoró dormia – mas Rodolpho, não...
Parte 3
O ATAQUE DE LAMPIÃO À CIDADE DAS QUATRO TORRES
O início da marcha rumo a Mossoró – Invasão ao povoado de Boa Esperança – A chacina no sítio Caboré e o sequestro do coronel Gurgel –13 de junho de 1927 – Bandidos versus resistentes – A fuga do bando de Lampião
Parte 4
CORRENDO DE LIMOEIRO, ATÉ CHEGAR AO SERTÃO DO PAJEÚ
O desfile lampiônico na cidade vazia – O fogo da Roda – O combate da Macambira e a descida para o Cariri – A traição de Isaías Arruda
Parte 5
LAMPIÃO DEPOIS DE MOSSORÓ
Lampião na gangorra do destino – O fogo da Piçarra e o desaparecimento do Carcará de Lampião – Velho Chico: o Rubicão de Virgulino
Tomo III
POR QUE MOSSORÓ?
E outras anotações
Parte 1
RECORTES DE JORNAIS E CARTA
Cem horas de terror em solo potiguar – Primeiras notícias sobre o ataque a Mossoró – Notícias sobre a Resistência, com “erre” maiúsculo – Lampião e Rodolpho: informes sobre os dois generais – Notícias sobre Jararaca – Carta de Paulo Fernandes a Nertan Macedo
Parte 2
QUATRO POBRES-DIABOS E UM QUASE-SANTO
Colchete, Dois de Ouro, Mormaço e Bronzeado – “Matou a cobra, mas não mostrou o pau”, ou o quase-santo Jararaca.
Parte 3
HONÓRIO DE MEDEIROS: O “PLANO DENTRO DO PLANO”
Hipóteses levantadas por Honório de Medeiros sobre o real motivo do ataque a Mossoró – Apontamentos de Marcos Pinto sobre o ataque a Mossoró – Alguns dados inéditos na obra de Calixto Junior – Novamente Honório e Marcos: ligações e conluios para o ataque a Mossoró – Crítica de Cid Augusto Rosado à hipótese de que o ataque a Mossoró resultou de um plano político
Parte 4
SÉRGIO DANTAS: POR MUITOS CONTOS DE RÉIS
O caminho percorrido pelo bando até chegar a Mossoró – A atuação das forças públicas no combate ao bando de Lampião no Rio Grande do Norte – Não foi por poder, foi por dinheiro
Parte 5
(IN)CONCLUSÕES
Respostas (ou mais dúvidas) às 22 questões propostas por Honório de Medeiros sobre a hipótese da motivação política para o ataque a Mossoró – Dinheiro ou Política?
Epílogo
Referências

https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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TVE DOCUMENTA - LAMPIÃO - OS ÚLTIMOS DIAS DO REI DO CANGAÇO (PARTE 1)

 Por Educativa TV (TV Educativa)

https://www.youtube.com/watch?v=FhV8O5VDqts

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CANGAÇO - A TRAGÉDIA DO SITIO TARÁ #LAMPIÃO

 Por Nas Pegadas da História

https://www.youtube.com/watch?v=wCd2UryKP8Y

Contribua com qualquer valor a partir de 1 Real com o Canal: chave PIX jflavioneres@gmail.com

⬇️⬇️LIVROS SOBRE O CANGAÇO, CLICK NO LINK ABAIXO: https://bit.ly/49uEqv5 CANAIS PARCEIROS: UMA HISTÓRIA PARA A MEMÓRIA https://url.gratis/EKbuum

ROSINHA VIDA MINHA:   / @rosinha-vidaminha7399   Pr. FLÁVIO NERES :   / @pastorflavioneres7450   Cangaço - A tragédia do Sitio Tará #lampião

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A VERDADE SOBRE O OURO ESCONDIDO DO SERTÃO - LAMPIÃO FICOU RICO?

 Por A História do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=xDVpDRBiW6s

Diziam que, sob o altar de uma antiga igreja no sertão, dormia um baú cheio de ouro, enterrado por um coronel fugido da guerra. Desde menino, Lampião ouvia essa história — e carregava o desejo de descobrir a verdade. Anos depois, já como o Rei do Cangaço, ele decide invadir a cidade, enfrentar as volantes e escavar o chão da casa de Deus. Mas o que ele encontrou dentro daquele baú mudou sua vida para sempre…

Uma história real com lições profundas sobre fé, ganância e redenção.
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