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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

MORRE DUDU BRAGA AOS 52 ANOS APÓS LUTA CONTRA O CÂNCER.

Dudu Braga com Roberto Carlos (Foto: Globo)

Dudu Braga, filho de Roberto Carlos, morreu nesta quarta-feira (8) após uma batalha contra o câncer. Ele enfrentava um câncer no peritônio (membrana que envolve a parede abdominal), desde setembro do ano passado. A morte foi confirmada por fontes de Quem. O radialista e produtor deixa a mulher Valeska, com quem era casado há 17 anos e tinha Laura, de 5 anos, e os filhos Giovanna, de 22 anos, e Gianpietro, de 17 anos, frutos de um relacionamento anterior. 

LEIA MAIS: Famosos lamentam morte de Dudu Braga, filho de Roberto Carlos: "Foi um guerreiro"

Esta foi a terceira vez que Dudu enfrentou a doença depois de vencer duas batalhas contra o câncer de pâncreas em 2019.

Em agosto deste ano, Dudu oficializou a união com Valeska. A cerimônia, para apenas 12 convidados, foi abençoada pelo padre Antônio Maria e contou com a presença de Roberto Carlos, que tem seguido uma rígido isolamento social desde que a pandemia estourou no Brasil.

Rafael, Luciana e Dudu Braga (Foto: Reprodução/Instagram)

Em entrevista para Quem, ele falou sobre o tratamento. "O meu câncer voltou ano passado, apareceram três pontinhos no peritônio. Fiz o tratamento, fiquei bem e voltou [o câncer] há um mês. Comecei a ter umas recidivas de ter que voltar para o hospital. O meu aparelho digestivo estava ficando inflamado com uma certa facilidade", explicou ele, em conversa com Quem direto do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde estava sendo tratado pelo oncologista Fernando Maluf.

Dudu Braga - que foi diagnosticado com glaucoma logo ao nascer e perdeu a capacidade visual - é um dos quatro filhos de Roberto Carlos. Ele nasceu em 1969, fruto do casamento com Cleonice Rossi, que morreu de câncer de mama em 1990. Deste casamento também nasceu Luciana. Além de Dudu e Luciana, Roberto é pai de Ana Paula - morta em 2011 após uma parada caríaca - e Rafael.

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Esta música Roberto fez para Ana Paula sua filha adotiva quando ele se separou da sua mãe

https://www.youtube.com/watch?v=pFChxUJzzdE&ab_channel=RobertoCarlosVEVO

https://revistaquem.globo.com/QUEM-News/noticia/2021/09/morre-dudu-braga-aos-52-anos-apos-luta-contra-o-cancer.html

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LAMPIÃO ENJEITOU

 Clerisvaldo B, Chagas, 8 de setembro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica:2.583

Quando em 1926 correu a notícia de que o bando de Lampião havia penetrado em Alagoas pelo Oeste do Estado, foi um alvoroço. Mais notícias sucessivas alertavam que o bandido se dirigia bem montado para a área do Médio sertão, rumo a Olho d’Água da Flores e Santana do Ipanema. A cidade de Santana tratou de se articular. Não havia uma estrutura permanente de defesa. Com os berros de alerta famílias inteiras tentaram escapar da sanha do bandoleiro, fugindo para a zona rural. Outras com mais condições financeiras correram para municípios distantes do Sertão. A família do futuro escritor Breno Accioly mandou o menino para Palmeira do Índios no limiar do Agreste, para onde rodaram dois automóveis fugitivos.

O prefeito Benedito Melo estava em crise asmática, mas homens resolutos se uniram para escavacar rifles e voluntários pela cidade, entre eles o próprio padre Bulhões, Ormindo Barros, Joel Marques e Firmino Rocha.  Nunca se pensou que tivesse tantas armas amofambadas em Santana do Ipanema, diz o escritor Valdemar Lima. Reunindo soldados do quartel, recrutas do Tiro de Guerra e alguns civis, a resistência fez barricada com fardos de algodão na Rua da Poeira, hoje Rua Delmiro Gouveia e Manoel Medeiros. Mas havia outros grupos em lugares também estratégicos na entrada oeste de Santana. Mês de inverno, muito frio e, os homens heróis nas barricadas passaram a noite inteira aguardando a invasão do bandido.

O novo dia de inverno amanheceu primaveril e nada de Lampião. A fome apertava nas barricadas e foi autorizada a saída de alguns voluntários para à compra de massas numa padaria próxima. Lampião enjeitara a invasão a terra de Santa Ana. Preferiu agir ao longe na zona rural, pegando pessoas indefesas na sanha demoníaca. Depois de vários assaltos nos sítios da região, guiado pelo cangaceiro santanense Gato Bravo, comandou sua caterva em direção à vila de Olho d’Água das Flores que foi invadida por 24 horas. Vale salientar que em Santana do Ipanema ainda não tinha o Batalhão de Polícia de combate ao banditismo que só chegou em 1936 e vingou as atrocidades do chefe cangaceiro pondo fim na sua vida criminosa em 1938.

Baseado no livro Lampião em Alagoas.

RUA DA POEIRA (MANOEL MEDEIRO, ATUAL) (FOTO: B. CHAGAS).

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2021/09/lampiaoenjeitou-clerisvaldob-chagas-8.html

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LIVRO LANÇA UM OLHAR FEMININO SOBRE A HISTÓRIA DE MARIA BONITA

  Por Cairé Andrade

Escritora Nadja Claudino

Com novas percepções sobre a história de Maria Gomes de Oliveira (1910-1938), mais conhecida como Maria Bonita, a pesquisadora paraibana Nadja Claudino lança o livro Maria Bonita: entre o punhal e o afeto (Arribaçã Editora, 252 páginas, R$ 50,00), abordando discursos, histórias e movimentos sobre o cangaço, além de curiosidades sobre a famosa companheira de Virgulino Ferreira da Silva (1898-1938), vulgo Lampião.

A obra é o resultado de um interesse que surgiu na pesquisadora durante sua adolescência. De acordo com Nadja, a própria mãe a chamou para assistir a um documentário sobre o cangaço quando mais jovem e, desde então, foi despertado o desejo em se aprofundar sobre o tema. “Quando fui cursar História, escolhi o tema para escrever meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e, dentro dele, escolhi falar sobre Maria Bonita, pois percebi que faltava algo que problematizasse esses muitos discursos”, lembra.

Escrito por pesquisadora paraibana, “Entre o punhal e o afeto” traz novas perspectivas sobre o cangaço

Para a pesquisadora, uma novidade acerca da imagem de Maria Bonita é perceber como ela era interpretada pelo olhar majoritariamente masculino e sobre o papel feminino na sociedade da época. “A partir de Maria Bonita podemos perceber como as mulheres foram – e são – representadas pelos discursos masculinos. Procuro fazer isso no meu livro, lançar esse olhar sobre a história que vem sendo contada há mais de 80 anos por jornais, cordéis e outros livros”

Segundo Nadja Claudino, as cangaceiras – apesar de passarem por conflitos através do contexto em que viviam – se portavam, na maioria dos aspectos, como as outras sertanejas, devendo obediência e fidelidade ao seu companheiro e sem tanto poder nas decisões de grupos. “As mulheres quando escolheram o cangaço ou quando foram levadas para essa vida involuntariamente, perceberam que seus papéis não eram mais os mesmos de quando viviam no seio da sociedade sertaneja”, analisa. “Essas mudanças não se deram apenas no âmbito social: o papel da mulher mudou nas questões ligadas à maternidade e também à feminilidade. As mulheres cangaceiras pariam, mas não maternavam seus filhos, pois o ambiente do cangaço já havia inserido as mulheres mas nunca foi espaço para crianças, frutos das relações amorosas dos cangaceiros. Deixar de ser mãe, no sentido do cuidado com seu filho, subverteu a lógica de uma feminilidade que só seria completa com a maternidade”.

As mulheres, como lembra a autora, não entravam nos bandos como um reforço armado, mas sim para servir como companhia aos cangaceiros. “Penso que Lampião e os outros não pretendiam deixar a vida do cangaço e procuraram formar uma sociedade em que houvesse espaço para a ‘vida doméstica’”.

Mesmo sendo reescrito e interpretado há mais de 80 anos na TV, no cinema e no teatro, nos folhetins de cordel, além de estar presente no imaginário popular, como reforça a pesquisadora, ainda há muitos questionamentos sobre o cangaço e isso só reforça a importância de se estudar o movimento mais profundamente. “O Sertão, as poucas informações e o isolamento geográfico do qual os cangaceiros se aproveitavam para burlar as leis, serviram também para que surgisse uma narrativa misteriosa, cheia de imprecisões e também cativante para o nordestino, em particular para os que vivem na região sertaneja”, enumera. “Principalmente pela forma como as histórias dos cangaceiros foram passadas através do verso popular que alcançava espaços e se fazia entender pelo povo, ao trazer elementos da vida do sertão para os textos”, comenta.

Hoje se pode perceber, como aponta na obra, que Maria Bonita passou por pré-julgamentos a partir do próprio nome pelo qual se tornou conhecida, que são vistos na atualidade como posicionamentos estereotipados. “O olhar lançado sobre ela atende muito às discussões do momento que estamos vivendo de empoderamento das mulheres e de questionamentos sobre os papéis que nos foram impostos pela sociedade”, reforça a escritora. “Eu discuto o nome Maria Bonita, que era usado por jornalistas, mas não era usado dentro do grupo. É um nome que adjetiva apontando para a sua beleza, de como ela foi alvo de uma escrita libidinal, e de como a beleza é cobrada de nós, mulheres, e foi cobrada dela, até mesmo depois de morta”.

A “rainha sertaneja e mulher guerreira”, termos apontados por Nadja Claudino, são problemáticos por reduzir a imagem da mulher. “’Guerreira’ é um adjetivo utilizado incontáveis vezes para designar mulheres que sofrem, que mantém duplas jornadas de trabalho, ganham salários menores e se mantêm ‘belas’, suaves, amorosas, ‘maternais’ e ‘femininas’. Somos muitas Marias Bonitas e precisamos vencer grandes barreiras e julgamentos para escrevermos o nosso destino”, diz Claudino, que ressalta: “ A história de Maria Bonita é atualíssima”.


As histórias da mais famosa mulher do cangaço – como conta a pesquisadora Nadja Claudino, na obra Maria Bonita: entre o punhal e o afeto – não podem ser comprovadas, já que ela não sobreviveu para se lembrar do próprio passado.

“Ao contrário de Sila ou Dadá, que sobreviveram ao fim do cangaço, tudo o que se tem sobre Maria Bonita foi dito por pessoas que conviveram com ela ou saiu da imaginação dos escritores. Não encontrei nada que Maria Bonita tenha dito em entrevistas ou relatos próprios, e esse silêncio foi propício para que os outros falassem por ela”, julga.

A pesquisadora revela encontrar diversas representações da companheira de Lampião nas artes. “No cordel, por exemplo, Maria Bonita aparece como uma mulher capaz de derrotar um grupo de volantes, de comandar homens, de ser de fato uma guerreira. Numa minissérie televisiva da Rede Globo, ela aparecia cortando as orelhas das rivais. Surge também como uma mulher que intercedia junto à Lampião pela vida de algum sertanejo que ela julgasse inocente. Em matérias de jornais como o Diário de Pernambuco, ainda na época do cangaço, aparecia como mulher que dava chicotadas na cara das vítimas do banco”.

A pesquisa da paraibana, portanto, baseia-se também nessas possibilidades retratadas da companheira de Lampião. “É justamente sobre essas histórias que pode construir meu trabalho, não querendo trazer à tona uma verdade impossível de ser apreendida, mas sim os discursos criados sobre Maria Bonita. O que se sabe de fato é que ela pagou com a vida sua ousadia, teve que romper com o seu mundo para viver um amor radical com um fora da lei e foi e continua sendo alvo de julgamentos”.

Há, ainda, por outro lado, muito a ser descoberto sobre a figura histórica tão relevante para o Nordeste sertanejo. Partindo do que resultou em Maria Bonita: entre o punhal e o afeto, Nadja Claudino pretende explorar outros temas que conversam com o que ela aborda em seu livro. “Pretendo partir para outro tema que, de certa forma, dialoga muito com esse. Por enquanto, não penso em escrever outro livro sobre cangaço, mas tenho muito interesse que essa produção cresça e que a história das cangaceiras seja repensada”, finaliza.

Cairé Andrade

caireandrade@gmail.com

(Matéria publicada no jornal A União, em 26 de abril de 2020)


https://cariricangaco.blogspot.com/2021/08/livro-lanca-um-olhar-feminino-sobre.html

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LIVRO DO RUBENS ANTONIO

  Por Edinardo Marques

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PEÇA LOGO ESTES...

       Por José Mendes Pereira 

A primeira obra é "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" que já está na 5ª. edição, e aborda o fenômeno do cangaço e a vida do maior guerrilheiro das Américas. Um homem que não temeu às autoridades policiais  e muito menos aqueles que lutavam contra a sua pessoa, na intenção de desmoralizá-lo nas suas empreitadas vingativas, e eliminá-lo do solo nordestino. Realmente foi feito o extermínio do homem mais corajoso e mais admirado do Nordeste do Brasil, na madrugada de 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, no Estado de Sergipe, mas não em combate, e sim, através de uma emboscada muito bem organizada pelo alagoano tenente João Bezerra da Silva. 


O Segundo livro da trilogia do escritor e pesquisador do cangaço é: "FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE" com 332 páginas, e um grande acervo de fotos relacionado ao assunto. E para aqueles que gosta de ler e ver fotos em uma leitura irá se sentir realizado com todas as fotos.


O terceiro livro da trilogia também do escritor José Bezerra Lima Irmão é: "CAPÍTULOS DA HISTÓRIA DO NORDESTE" resgata fatos sobre os quais a história oficial silencia ou lhes dá uma versão edulcorada ou distorcida: o "desenvolvimento" do Brasil, o desumano progresso de colonização feito a ferro e fogo, Guerra dos Marcates, Cabanada, Balaiada, Revolução Praieira, Ronco da Abelha, Revolta dos Quebra-Quilos, Sabinada, Revolta de Princesa, as barbáries da Serra do Rodeador e da Pedra do Reino, Guerras de Canudos, Caldeirão e Pau-de-Colher, dando ênfase especial à saga de Zumbi dos Palmares, Invasões Holandesas, Revolução Pernambucana de 1817, Confederação do Equador e Guerras da Independência, incluindo o 2 de Julho, quando o Brasil se tornou de fato independente... São assuntos que dão gostos a gente lê-los.  

Adquira-os com o professor Pereira através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

ou com o autor através deste g-mail: 

josebezerralima369@gmail.com

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NÃO CONSIGAMOS NOS ESQUECER

Por Veridiano Dias Clemente

Quando penso em você
Penso d'aqui , você de lá
São sonhos a se entrelaçar
D'aqueles feito um bom laço
E quando nos damos arrocho
Eu te beijo no pescoço
E tu me matas de abraço
Fico louco ! O que eu faço ?
Já até não mais respiro
Nossos olhos têem o brilho
Até mesmo na escuridão
Tú tens essa linda luz
Esse teu cheiro me seduz
E perco minha razão
Poderia até ser emoção
Mas te tenho de outro jeito
Bate forte o meu peito
Me falta até respiração
Nunca soltarei teu abraço
Perdi a formula do.laço
Prá desamarrar o coração
Poeta VERÍ
Do país de Caruaru-PE
Poesia editada em Vitória de Santo Antão - PE
Em 08 / 09 / 2021
Às 06h55

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ASCRIM/ACADEM PRESIDENCIA – CONFIRMAÇÃO DA MAGNÍFICA REITORA LUDIMILL -MENSAGEM PARA O DR. ELDER HERONILDES - ASCRIM/ACADEM PRESIDENCIA – CONFIRMAÇÃO E RETRANSMISSÃO DA “PROGRAMAÇÃO ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DO DR. ELDER HERONILDES DA SILVA” OF. Nº 0...

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ASCRIM/ACADEM PRESIDENCIA – “RESPOSTA AO NOSSO EXPEDIENTE 0F. 039/2021,” OF. Nº 040/2021.    

    

MOSSORÓ-RN, 07 de SETEMBRO de 2021.     

  

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA ACJUS,  

M.D. DR. JOSÉ WELLINGTON BARRETO 

  

“RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(A).”    

  

    REF. PROPOSITURA DA MAGNÍFICA REITORA DA UFERSA, M.D. DRA. LUDMILLA SERAFIM OPORTUNIZAR COMPARECIMENTO PRESENCIAL À MISSA NA CATEDRAL DE SANTA LUZIA, DIA 08/09/21 (QUARTA-FEIRA), ÀS 17H. “AÇÃO DE GRAÇAS A DEUS, PELO ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DO DR. ELDER HERONILDES DA SILVA 

 

      VERIFICAMOS QUE VEICULOU NO email planesilva@msn.com ONTEM, RESPOSTA AO NOSSO EXPEDIENTE “ASCRIM/ACADEM PRESIDENCIA – CONFIRMAÇÃO DA MAGNÍFICA REITORA LUDIMILLA SERAFIM A MISSA NA CATEDRAL DE SANTA LUZIA,” OF. Nº 039/2021.  

     ACONTECE QUE A ACADÊMICA Taniamá Vieira da Silva Barreto (Cadeira 04 ACJUS e Cadeira 08 da AMOL), AUTORA DA RESPOSTA, EQUIVOCOU-SE NO PREENCHIMENTO DO ENDEREÇO ELETRÔNICO DESTINATÁRIO DA ASCRIM(asescritm@hotmail.com ). 

    MORMENTE, INTUITO DE EVITAR DILAÇÕES, TENDO EM VISTA A REALIZAÇÃO IMINENTE DO EVENTO "MISSA", TRANSCREVEMOS ABAIXO A ÍNTEGRA DA SUPRAMENCIONADA RESPOSTA: 

  “Bom dia ,  

Amanhã, dia 08/09 às 17h, na Catedral Santa Luzia, haverá a MISSA em AÇÃO DE GRAÇAS ao nosso ilustre homenageado Elder Heronildes da Silva. 

Importante, caso esteja em Mossoró compareça, presencialmente; se não, ACESSE O CANAL YouTube e assista virtualmente, em 

    https://www.youtube.com/c/Par%C3%B3quiaSantaLuziaMossor%C3%B3 

Contamos com sua presença 

Taniamá Vieira da Silva Barreto (Cadeira 04 ACJUS e Cadeira 08 da AMOL)  

          

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,  

  

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO  

-PRESIDENTE DA ASCRIM E ACADEM  

  

MARIA GORETTI ALVES DE ARAÚJO  

-VICE-PRESIDENTA INTERINA DA ASCRIM-  

 

C/CÓPIA PARA MAGNÍFICA REITORA DA UFERSA M.D. DRA. LUDMILLA 

C/CÓPIA PARA COMISSÃO ORGANIZADORA DA PROGRAMAÇÃO ALUSIVA AO ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DO DR. ELEDER HERONILDES DA SILVA  


Enviado pela ASCRIM


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