Por Hélio Xaxá
Que culpa tenho eu
Se dois olhos me foram dados
E dedos para escrever
E boca para falar?
Jamais meu olhar ficará calado...
Diante de tamanha beleza
De glúteos tão bem desenhados...
A inteligência me é afrodisíaca...
Mas este contorno bem apanhado
Deixa o meu juízo lezinho...
E o meu coração quase enfartado...
Minha vista é vitrine destas belezuras
E eu só de olho então
Faço verso inversado...
Imagino-te além da imaginação
Encho-me de poéticas loucuras
E te abraço com os olhos da paixão.
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