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sexta-feira, 20 de março de 2020

LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS"


Depois de onze anos de pesquisas e mais de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos e estudiosos do fenômeno do cangaço o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.

Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.

O autor José Bezerra Lima Irmão

Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.

Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.

Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.

Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.

Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.
O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Peça: franpelima@bol.com.br
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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A IGREJA DE SÃO JOÃO E A GRIPE ESPANHOLA

Clerisvaldo B. Chagas, 20 de março de 2020
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.278
  
ESTERTORES DA IGREJA. (FOTO: B. CHAGAS/ARQUIVO).
A chamada gripe espanhola – que de espanhola não tinha nada – matou entre 50 a 100 milhões de pessoas no mundo, entre 1918 e 1919, época da Primeira Grande Guerra. Preocupado com o que estava acontecendo no mundo, foi erguida na Maniçoba, subúrbio de Santana do Ipanema, Alagoas, uma igreja para barrar a Influenza. A iniciativa partiu do artesão de chapéu de couro de bode e festeiro do lugar, João Lourenço. A igreja foi erguida em homenagem a São João com os pedidos veementes dos fiéis contra a doença que avassalava o mundo. Muitas procissões noturnas saíam da Maniçoba, bem iluminadas, em direção à Matriz de Senhora Santana. Era a fé viva em São João como o grande intercessor pelo povo da terra. A Maniçoba emenda com o Bebedouro formando uma rua muito comprida.
Com o tempo, outros proprietários compraram aquelas terras e um deles profanou a igreja de São João, levando mulheres para suas farras sexuais. A igreja ficou abandonada e o tempo foi aos poucos acabando com tudo. Os santos foram recolhidos para abrigos seguros enquanto as intempéries acabavam com o restante. Passei  ali em minhas pesquisas e fotografei as ruínas que hoje representam relíquias da história de Santana. Presenteei o museu particular do professor Alberto Nepomuceno Agra, com uma fotografia artística da frente da igreja quando apenas havia um braço da cruz no adro. Era a única fotografia que havia sobre a igreja. Uma relíquia. Infelizmente o museu não foi levado à frente; mas a foto está no livro “O Boi, a Bota e a Batina, História Completa de Santana do Ipanema”, com o histórico do edifício.
Até padres pensavam que a igreja era dos primórdios de Santana. De jeito nenhum. A igreja de São João foi erguida em 1917 com a finalidade acima. Muito embora o forte da gripe espanhola tenha acontecido entre 1918/1919, talvez a gripe estivesse começando em 1917, motivo da sua construção. Pode também ter sido iniciado o templo em 1917, mas logo foi dedicado à causa em defesa do planeta.
Nunca ninguém demonstrou interesse em recuperar a igreja de São João, nem religiosos, nem políticos, empresários ou estudiosos. Pelo menos ficou demonstrado como se combate o vírus com fé nas coisas divinas.
Quanto ao novo vírus matador, bem que os acomodados de hoje precisam de outra IGREJA DE SÃO JOÃO... Ou de barro e tijolo ou de sentimento no peito sem compromisso.

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2020/03/a-igreja-de-sao-joao-e-gripe-espanhola.html

NA NOITE

*Rangel Alves da Costa

Os lenços não sabem o quanto vão ser molhados. Os olhos não sabem quem rio vão se transformar. O coração que pulsa contente não sabe que sofrer. O dia inteiro assim, para quando a noite chegar tudo se transformar.
Noite. Com a escuridão o despertar maior dos sentimentos. Sob o seu véu um emaranhado de segredos, mistérios e fotografias, tudo querendo se revelar de uma só vez, ou manter-se ainda nos labirintos da alma.
Noite. Talvez noite chuvosa, mais pesada, mais entristecida. Os pingos que caem vão alimentando os íntimos mais escondidos para, de repente, tudo aflorar como flores vivar de lembranças, saudades e nostalgias.
A janela aberta para o negrume lá fora é chamado ao sofrimento. O horizonte escurecido aclara-se somente para vislumbrar as distâncias existentes somente dentro do ser. Os reflexos estarão nos olhos e no coração.
Uma velha fotografia vai surgindo à mão. O olhar encontra a parede e nela as imagens emolduradas. O velho baú é reaberto e as cartas e os bilhetes ressurgem entre o aflitivo e o melancólico. Ali um passado que faz doer pela recordação.
Em noites assim, em negrumes fechados assim, as janelas e portas da memória e da saudade se abrem de vez. E tudo vai chegando, tudo vai tomando conta, tudo vai transformando os instantes em dolorosos percursos.
Um amor distante, um amor desamado, um abandono, um adeus que não desejava ter. Palavras e imagens, sons e pensamentos, diálogos íntimos, reencontros indesejados, eis o percurso até que o descontrole passe a domar aquilo que parecia já resolvido na alma.
Mesmo sem música alguma ao redor, de repente uma velha canção vais surgindo. As folhagens farfalham vozes já ouvidas, a leve ventania para declamar poesia. Um rastro de lua vai deixando suas marcas em meio ao negrume que o olhar desejava transformar em reencontro.
A pessoa parece estar bem, quer estar bem, imagina que daquela vez não irá deixar que a saudade e o entristecimento novamente provoquem enxurradas. O contextual, contudo, entre o instante que chama e o interior que desperta, vai rompendo seus laços e os transbordamentos se tornam inevitáveis.
São em noites assim que as lágrimas procuram vazões no subsolo da alma e vão surgindo como pequenos veios de angústias e aflições. Primeiro, o noturno, depois a moldura do instante, depois as imagens e as recordações que vão surgindo. E depois e depois...
Depois os olhos queimando na febre da saudade. Depois os olhos marejando para se derramar em rios ardentes de aflição. Depois os prantos e os soluços inevitáveis. A pessoa já não está mais em si. A partir daí somente responde ao que a propensão interior desejar.
São em noites assim que os lençóis são encharcados, que os travesseiros são molhados, que os lenços são alagados, que os rios transbordam toda lágrima de dor, de saudade, de relembrança, de nostalgia. São em noites assim que a pessoa navega e naufraga dentro da própria memória.
Os outros passam pelas calçadas, pelas ruas, ao redor, e de ondem passam avistam apenas uma casa fechada, uma janela fechada, uma noturna solidão. Logo imaginam que assim pelo recolhimento da hora, pelo repouso noturno. Nem sempre imaginam que após aquela janela ou porta, dentro da casa, alguém sofre, alguém agoniza.
Na cama ou no sofá, na cadeira de balanço ou num vão qualquer, apenas a pessoa, suas lágrimas, seus soluços e suas dores. Quem está distante ou quem deu causa a tamanho sofrimento, sequer imagina a triste cena noturna do silêncio e do soluço.
E os rios transbordam, inundam, a tudo invade, até que o alvorecer ressurja sem trazer consigo todo o retrato passado. Mas a saudade não passa. A verdadeira saudade nunca passa. Um amor verdadeiro jamais é esquecido.

Escritor
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CORONEL SIMPLÍCIO PEREIRA DA SILVA - UM DOS PROPRIETÁRIOS DA NASCENÇA



"A fazenda Nascença pertenceu aos Santos até 1850, data em que foi adquirida pelo coronel Simplício Pereira da Silva, célebre mandatário do Pajeú. Depois de Simplício, a Nascença passou, respectivamente, às mãos de João Alves Biró, Manuel Inácio Medeiros, Antônio Leite Rabelo da Cunha, Raimundo Tavares de Souza, Basílio Gomes da Silva e José Jacinto de Araújo." (Otacílio Anselmo e Silva).

Simplício Pereira da Silva, o "Peinha de Mão", nascido no ano de 1784, consta ter falecido na fazenda Baixa Grande, freguesia de Jardim, Ceará, aos 10 de janeiro de 1859, com 75 anos de idade. Capitão, depois Tenente Coronel da Guarda Nacional, promovido em 19 de novembro de 1842, quando prendeu os implicados na Revolta do Exú, denominada de Pré-Praieira, foi proprietário das fazendas Olha D'água da Boa Vista e Cachoeira, residia em Belmonte (atual São José do Belmonte) e seus interesses políticos abrangiam as vilas de Barbalha e Santo Antônio na Barra de Jardim, também comarca de Crato. Foi um grande líder da família Pereira do Pajeú, destemido e inquieto.

Por sua pequena estatura era alcunhado por Peinha de Mão. Cel. Simplício participou de muitas aventuras e a literatura diz que gostava de matar índios. Entre batizados e pagãos, matou até perder a conta. Peinha de Mão lutou com um bando de cabras do Pajeú contra o Coronel de milícias, Joaquim Pinto Madeira, o homem da "Coluna, do Trono e do Altar". O coronel Simplício foi um dos principais combatentes dos fanáticos da Pedra do Reino, ocorrido em Belmonte, Pernambuco, em 1838. Neste fato triste e cruel, Simplício Pereira perdeu dois irmãos: Alexandre Pereira da Silva e Cipriano Pereira da Silva.

Dizem que Simplício Pereira, guiado por um índio traiçoeiro, assassinou na Serra Negra, município pernambucano de Floresta, o chefe do Partido Liberal em Pajeú de Flores, o Cel. Francisco Barbosa Nogueira Paz.

O coronel Simplício casou duas vezes, primeiro com Ana Joaquina do Amor Divino (Dona Ana Nunes), falecida na fazenda Baixa Grande, em Jardim, aos 12 de junho de 1878, com origens na Casa da Torre, filha de Aniceto Nunes da Silva e de Antônia Lourenço Aragão. O segundo casamento foi com Cândida Firmino dos Santos, realizado no pátio da Fazenda Nascença, no arraial de Brejo dos Santos, freguesia de Jardim, adquirida em 1850. Sua permanência lá durou ao menos até 1858, quando foi batizada sua filha Maria Pereira dos Santos, fruto do segundo casamento.

As histórias sobre Simplício Pereira, em seu tempo, são infinitas. O apelido de Peinha de Mão ocorria por ser um homem pequeno, porém o que lhe faltava em altura, sobrava em coragem e ousadia. "Conta-se que certa vez Simplício foi aprisionado por sete ou oito índios e um deles o levava nas costas amarrado. Por ser ele pequeno como a peia que se colocava nas patas dianteira dos cavalos no sertão, conseguiu soltar-se com uma faca que trazia escondida e cravou o índio, saindo em desembalada correria para a casa da fazenda, ali assediado de flechas, entrincheirou-se e matou os índios que o levavam preso".

O Brejo é Isso!
por Bruno Yacub Sampaio Cabral
Fonte Bibliográfica
- NEVES, Venício Feitosa; O Patriarca, Crispim Pereira de Araújo "Ioiô Maroto"; Editora e Gráfica Real; Cajazeiras - PB; 2016;
- OLIVEIRA, Tomas Paoliello Pacheco de; Revitalização étnica e dinâmica territorial, Alternativas contemporâneas à crise da economia sertaneja; Contra Capa Livraria Ltda; Rio de Janeiro - RJ; 2012;
- SILVA, Otacílio Anselmo e, Esboço Histórico do Município de Brejo Santo, em revista Itaytera N° 2, Instituto Cultural do Cariri, Crato - CE, 1956;
- CABRAL, Bruno Yacub Sampaio; Dos Santos do Brejo ao Brejo dos Santos; Revista O Brejo; Ano 1; N° 1; 2019; Brejo Santo – CE.
— em Brejo Santo.


ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES MOSSOROENSES (ASCRIM)


RESOLUÇÃO ASCRIM Nº 003/2020, de 16.03.2020

I. NA QUALIDADE DE PRESIDENTE DA ASCRIM, NO INTUITO PRIMAZ DE SEGUIR A RECOMENDAÇÃO INTELIGENTE DAS AUTORIDADES SANITÁRIAS, DA MEDICINA, E GOVERNAMENTAIS DO BRASIL, DIANTE DA PANDEMIA DECRETADA PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE-OMS, CONFORME ME FACULTA AS DISPOSIÇÕES ESTATUTÁRIAS:
1. CONSIDERANDO QUE, NESSE ESTÁGIO PANDÊMICO, A SAÚDE HUMANA, CRUCIAL, ESTÁ, DATA VÊNIA, ACIMA DE QUAISQUER REALIZAÇÕES CULTURAIS,
2. CONSIDERANDO QUE, NA MELHOR DAS HIPÓTESES, A TÍTULO DE PREVENÇÃO E SENSATEZ RACIONAL CONTRA A PROPAGAÇÃO DO NOVO CORONAVÍRUS, FATÍVEL NOS “GRUPOS DE RISCOS” CONTEMPLADOS EM NOSSA ATIVIDADES CULTURAIS, ADMITE-SE A LOGÍSTICA DO DISTANCIAMENTO SOCIAL,
3. CONSIDERANDO QUE, O INSTITUTO DE PRESERVAR A VIDA DOS QUE FAZEM CULTURA, GARANTE QUE ELA, A CULTURA, CONSERVE SEUS MAGNIFICENTES MONUMENTOS, INSTALANDO-SE O INDISPENSÁVEL DEFENSÓRIO DA INTELECTUALIDADE,
RESOLVO:

4. SUSPENDER AS ATIVIDADES CULTURAIS DA ASCRIM, A PARTIR DESTA DATA, ATÉ O DIA 25 DE ABRIL DE 2020 E/OU POR TEMPO INDETERMINADO, COM POSSIBILIDADES DO RETORNO, INCLUSIVE EM DATA MAIS FAVORÁVEL, CASO MUDE O PANORAMA DA PANDEMIA DO CORONAVÍRUS – DESCRITO NO PREÂMBULO DESTA RESOLUÇÃO.
II. NO PERÍODO INSCRITO NO ITEM “4”, TODAS ATIVIDADES CULTURAIS DA ASCRIM ESTARÃO SUSPENSAS, EXCETO PROGRAMAÇÕES ESPECÍFICAS, JÁ COMUNICADAS OFICIAL E TEMPESTIVAMENTE CONFIRMADAS, ANTES DA PUBLICAÇÃO DESTA RESOLUÇÃO.
III. EM CARÁTER EXCEPCIONALÍSSIMO, PARA DESPACHAR COMPROMISSOS EXTERNOS E ADMINISTRAR OBRIGAÇÕES EXTERNAS, URGENTES, ESPECÍFICAS DA PRESIDÊNCIA, EM ANDAMENTO, APENAS O PRESIDENTE DA ASCRIM, OU O SEU SUBSTITUTO LEGAL, MANTERÁ EXPEDIENTE COM PLANTÃO LÍTERO-CULTURAL, PARA CUMPRIR ESSE MISTER, REMOTAMENTE.
1. EVIDENTEMENTE, CASO ALGUM ASSOCIADO DELIBERADA E ESPONTANEAMENTE QUEIRA PARTICIPAR DESSE PLANTÃO, JUNTO AO PRESIDENTE, SERÁ CONVOCADO.
IV. DE OUTRO MODO, OS INTEGRANTES DO CORPO SOCIAL DA ASCRIM, ENQUANTO ASSOCIADOS REGULARES INSCRITOS, PODERÃO PARTICIPAR APENAS DE ATIVIDADES LÍTEROS-CULTURAIS EM QUE A PRESIDENCIA TENHA CONFIRMADO SUAS PRESENÇAS, ANTES DO INÍCIO DA PRESENTE DECISÃO RESOLUTIVA.
V. OS PRAZOS DA ASCRIM ESTARÃO SUSPENSOS NO PERÍODO DO RECESSO SUPRAMENCIONADO, DEVENDO REINICIAR A CONTAGEM NO 1º DIA ÚTIL SUBSEQUENTE AO TÉRMINO DESTA SUSPENSÃO.
VI - ESTA “ASCRIM RESOLUÇÃO Nº 003/2020”, entra em vigor na data de sua publicação, transmitido para todo o corpo social da ASCRIM - por analogia literal do art. 47.

EXPEDE-SE, PUBLIQUE-SE, REGISTRE-SE NOS ANAIS DA ASCRIM E CUMPRA-SE, revogando-se, as disposições em sentido contrário.

MOSSORÓ(RN), 16 DE MARÇO DE 2020,

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO  
PRESIDENTE DA ASCRIM

Enviado pela ASCRIM

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NOTA OFICIAL DO CARIRI CANGAÇO EM SOLIDARIEDADE A ANTÔNIO AMAURY CORREA DE ARAUJO.



Os momentos históricos se perpetuam e eternizam através dos tempos, existem personalidades que se confundem com os mesmos. Dentro da Historiografia do Cangaço; tema que possui uma força extraordinária, por toda sua gênese e capilaridade; vamos encontrar a mais preciosa dessas personalidades: ANTONIO AMAURY CORREA DE ARAUJO; paulistano de nascença, nordestino de coração e por paixão; profissional odontólogo que dedicou sua vida ao estudo e a pesquisa do cangaço, desbravando um universo ainda pouco conhecido, dedicando-se de corpo e alma para nos legar e legar à posteridade o mais completo conjunto de informações, entrevistas e depoimentos, daquela época tão cruenta de nosso sertão, que foram, são e serão sempre fontes imprescindíveis a todos que buscam conhecer a história nordestina. 

No momento em que acompanhamos, descabidos, desqualificados e injustos insultos não só ao pesquisador, mas ao homem Antônio Amaury, o CARIRI CANGAÇO vem de público repudiar e condenar as referidas e condenáveis atitudes oriundas certamente de uma mente doente e irresponsável, que desprovida de absoluto desconhecimento tanto da história de nosso sertão como e principalmente da seriedade, honestidade e hombridade desse grande brasileiro; paulistano, nordestino, dentista e apaixonado pelo nordeste e pela historia do cangaço. 

A você Dr Amaury, como todos nós respeitosamente o chamamos; apresentamos nossa mais absoluta solidariedade, respeito e afeto, saiba que a cada dia consolida-se como um Gigante, um Gigante que engrandece a história do sertão, a história de todos nós. 

À sua família: Dona Renê, Amaury Junior, Sérgia, querido Carlo Araujo, genro, netos, recebam nosso abraço fraterno para esse ser humano ímpar, esse extraordinário Esposo, Pai, Avô, Amigo.

MANOEL SEVERO - CURADOR DO CARIRI CANGAÇO.


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DR. ANTÔNIO AMAURY HOMENAGEADO


A TV MARIA BONITA Reafirma cada palavra do Dr. Leandro Cardoso em desagravo e elogios ao nobre Dr. Antônio Amaury, grande pesquisador e historiador do CANGAÇO.



O Dr. LEANDRO CARDOSO falando o que a grande maioria dos pesquisadores e historiadores do Cangaço querem dizer. A TV MARIA BONITA reafirma essa homenagem.

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NOTA DE REPÚDIO.


O mundo do Cangaço mais uma vez se abala. Hoje dia 19 de março de 2020 levamos uma tapa na cara dada por um cabrunco com seu "ego ferido".

Nós do grupo (Lampião governador do sertão) avisamos que estamos ao lado em defesa do nosso mestre supremo, DR. ANTÔNIO AMAURY CORREA DE ARAUJO.

O doutor Antônio Amaury dedicou grande parte de sua vida para o estudo do Cangaço. Hoje ele é um oráculo sagrado deste tema.

Há vários tempos nós recebemos as notificações de várias pessoas informando que um senhor dono de um canal no YouTube chamado (RICO INGLÊS) vem prestando um desserviço às pessoas que estudam o Cangaço.

Até aí nós não temos nada contra. O problema é que hoje ele lançou um vídeo no seu canal onde ele atacou o doutor Amaury de maneira fútil e vulgar.

Convido a todos para juntos somarmos força contra esta aberração ambulante. Não vamos deixar o nosso mestre sozinho nesta hora tão difícil, já que o doutor Antônio Amaury encontra-se impossibilitado até mesmo de falar por conta da sua idade avançada.

Este canal no YouTube não merece respeito. Nós sugerimos a censura voluntária a este senhor.

Deus está no comando.


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O VIRUS QUE TENTA DESTRUIR A HISTÓRIA DO CANGAÇO

Por Arquimedes Marques

Em tempo de novos vírus, de um vírus que tenta destruir a humanidade, eis que surge outro vírus, o vírus que tenta destruir a história do cangaço.

E esse vírus que nada sabe sobre o cangaço, um vírus que sequer conversou com uma pessoa que vivenciou a história do cangaço, um vírus que sequer historiador algum o conhece, um vírus que sequer em tempo algum foi visto nos sertões, nos carrascais, nos locais das contendas, nas áreas dos fatos, um vírus que sequer conhece a Grota do Angico é esse mesmo vírus que agora aparece tentando destruir a história do cangaço.

Um vírus que recentemente tentou desabilitar um grande pesquisador como ADERBAL SIMÕES NOGUEIRA, com mentiras e invencionices escabrosas. Um vírus que tentou destruir esse historiador que entrevistou e gravou em vídeos dezenas de depoimentos de ex-cangaceiros, volantes, coiteiros e demais pessoas que vivenciaram esse tempo é o mesmo vírus que agora tenta destruir a história do cangaço.
O vírus que na sua insana vontade de destruir a tudo e a todos, também tentou desmerecer o historiador LUIZ RUBEN DE ALCÂNTARA BOMFIN, nobre escritor, autor de 13 livros sobre o tema, todos eles regiamente pesquisados com os mais requintados cuidados, é o vírus que tenta destruir a história do cangaço.

É esse mesmo vírus que agora tenta desconceituar, movido por inveja patológica camuflada por trás de um pseudônimo, o mais notável pesquisador sobre Cangaceirismo, o grande Mestre ANTONIO AMAURY CORRÊA DE ARAUJO, um homem que entrevistou mais de mil pessoas que vivenciaram a era do Cangaço, que possui no seu acervo milhares de horas de gravação em áudio entre cangaceiros sobreviventes, policiais volantes, coiteiros, familiares das vítimas dentre outras tantas pessoas que de perto sentiram esses problemas, comprovando a sua cátedra sobre o tema, cujas gravações geraram a escrita de 15 livros sobre a temática, o pesquisador que participou de centenas de conferências e debates nos seus gloriosos tempos, o pioneiro em muitos aspectos, dentre os quais a abordagem das mulheres no Cangaço, o estudo organizado com o confronto de depoimentos entre as partes conflitantes, o pesquisador que deu visibilidade nacional à pesquisa do Cangaço quando participou do programa televisivo Global 8 ou 800, sem errar uma pergunta sequer, um premiado com louvor é agora atacado por esse vírus que se diz entendido no assunto, quando na verdade nada sabe, o vírus que tenta destruir a história do cangaço.

Mas o que se esperar de um vírus? É preciso dizer o nome desse vírus se além de tudo esse vírus se esconde atrás de um pseudônimo?...

Ele é apenas um vírus!...
Aracaju, 19 de março de 2020.
Archimedes José Melo Marques
Pesquisador e escritor do tema Cangaço.


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PROFESSOR AMAURY UMA REFERÊNCIA

Por Aderbal Nogueira

VÍDEO DE REPÚDIO, a um imbecil que atacou Dr.Amaury (autor de 15 livros s/ o cangaço), e que encontra... se, convalescendo em uma cama e, sem chance de defesa.


Tudo que essa pessoa que falou de Amaury contesta em relação a Angico já foi debatido em inúmeros eventos ao longo de mais de 30 anos, com a presença de centenas de pesquisadores e curiosos. Todos os assuntos já estão é cansados de ser debatidos (veneno, cabeça de Lampião, fuga de Lampião, conivência com coronéis poderosos e alguns militares, etc). O que ele diz, como se fosse uma grande novidade, é a mesmice que todos que conhecem a história já conhecem.

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