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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

O PRIMEIRO INIMIGO DE LAMPIÃO: ZÉ SATURNINO

Por Tesouros Reais

Zé Saturnino

Antes de se tornar o temido “Rei do Cangaço”, Lampião teve seu primeiro grande adversário ainda nos primórdios de sua trajetória: Zé Saturnino.

José Saturnino Rodrigues era fazendeiro e vizinho da família Ferreira, no sertão de Pernambuco. As desavenças entre as duas famílias começaram por disputas de terra, criação de gado e acusações de pequenos furtos — conflitos comuns no sertão da época, onde honra e território valiam mais que qualquer documento em cartório.

A rivalidade cresceu rapidamente. Trocas de tiros, emboscadas e provocações passaram a fazer parte da rotina. O que começou como uma rixa local acabou empurrando Virgulino Ferreira para um caminho sem volta. A perseguição policial que se seguiu aos conflitos contribuiu para que ele mergulhasse de vez na vida do cangaço, tornando-se Lampião.

Muitos estudiosos apontam que o embate com Zé Saturnino foi a faísca inicial que incendiou uma das histórias mais marcantes do sertão nordestino. A partir dali, o jovem sertanejo deixava de ser apenas mais um homem em disputa de terras para se transformar numa das figuras mais controversas da história do Brasil.

Que história incrível — e dura — é o cangaço, meus amigos. Entre pólvora, honra e vingança, o sertão escreveu capítulos que até hoje ecoam na memória do Nordeste.

https://www.facebook.com/jose.mendes.pereira.52603

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

LIVRO...

Pelas palavras do amigo e notável pesquisador, Luiz Ruben F. A. Bonfim, tenho a grata satisfação de apresentar a este Grupo de Estudo do Cangaço, o livro Lagoinha - seu Povo sua História, o qual traz informações importantes e inéditas do tema cangaço:

"Por meio de Lagoinha – seu Povo e sua História, Adauto Bezerra da Silva presenteia a região com um trabalho de inegável valor histórico e cultural, resgatando com sensibilidade e acuidade episódios marcantes e informações relevantes sobre seus concidadãos. Como o próprio título antecipa, o autor eleva Lagoinha, seu berço natal – situado no coração do sertão alagoano e distrito da notável cidade de Delmiro Gouveia –, a um merecido patamar de reconhecimento e respeito.
– Diante de mim, estava o principal desafio a ser superado: sair da minha zona de conforto, no 22º andar do apartamento onde moro, na cidade de Osasco, Estado de São Paulo, e embarcar numa jornada desconhecida de traduzir em letras minha memória afetiva daquele pedaço de chão – confidenciou-me certa vez o autor, que felizmente nos brinda com o seu trabalho concluído.

Foram anos em busca de testemunhos orais, tirando do anonimato dezenas de pessoas do seu querido local de nascimento, e fora dele. O leitor prontamente perceberá a acuidade para com os colaboradores entrevistados, que ele denomina 'guardiões da História'. Sua escuta sensível, aliada a uma notável capacidade de discernimento, captou com precisão o que de mais genuíno e significativo esses interlocutores tinham a revelar. O resultado é um mosaico de vozes que, reunidas, compõem um retrato multifacetado e autêntico de Lagoinha.
Embora, a princípio, o livro tenha sido concebido para os moradores do próprio distrito, como me foi alertado previamente, a leitura logo revela que sua relevância vai muito além das fronteiras locais. Ao concluir a leitura dos manuscritos, percebi que a ideia inicial subestimava seu alcance: esta obra não é apenas um registro precioso da memória de Lagoinha, mas uma contribuição significativa à historiografia regional e nacional, com potencial para ecoar por todo o Brasil e, quem sabe, além-fronteiras, onde quer que existam filhos saudosos de sua terra.
Assim, destaco alguns temas de particular relevância para a formação do lugar, abordados no livro, a que ele chama de sua missão de vida: a colonização dos sertões; a chegada do coronel Delmiro Gouveia à vila da Pedra e o seu trágico assassinato; a origem e evolução do distrito Lagoinha e sua infraestrutura atual; narrativas verídicas retratadas em cordel; as comunidades circunvizinhas; 'ecos do passado' nas vozes dos moradores; o cangaço na Lagoinha e os cangaceiros locais; o ataque de Corisco ao Povoado; a visita do imperador Dom Pedro II; curiosidades do sobrenome Bezerra; registros de nascimentos, casamentos e óbitos de seus antecessores; árvores genealógicas; e, por fim, imagens que valem por mil palavras.
Sou também um entusiasta pesquisador do singular tema cangaço, e registro minha surpresa com as informações colhidas pelo autor, especialmente no que tange à figura de Maria Bonita e sua insuspeitada relação com o Povoado. Para este veterano, são revelações inéditas, não encontradas em milhares de livros publicados ou jornais folheados, principais vertentes de minhas pesquisas. Tais informações, ausentes em milhares de obras e publicações, enriquecerão significativamente o repertório disponível sobre esse fascinante e controverso período da história nordestina.
Foi ele também quem tirou do anonimato a figura da cangaceira Dulce, a partir de uma intermediação para reportagem a uma importante emissora de televisão. Desvendou o paradeiro dos cangaceiros Pitombeira e Quitéria. Por fim, esclareceu de uma vez por todas a verdadeira data de nascimento do emblemático cangaceiro Corisco – um feito que nenhum outro pesquisador, por mais experiente que fosse, havia logrado êxito.
Este livro, portanto, não é apenas uma celebração de Lagoinha, mas um marco de valorização da história oral, das memórias afetivas e dos laços identitários que os unem ao solo natal. Enfim, uma oferenda de pertencimento. Por isso, enalteço a importância de trabalhos análogos, como o do nobre amigo. Obras como esta são essenciais para preencher lacunas e consolidar os fragmentos dessa vasta colcha de retalhos que compõe o imaginário do Nordeste.
Que Lagoinha – seu Povo e sua História inspire outras mãos, outras vozes, e que sua mensagem ecoe pelos sertões e pelas metrópoles, como um canto de resistência, memória e amor à terra."
https://www.facebook.com/

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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FOTOGRAFIA REGISTRADA NO ANO DE 1925 DA VOLANTE PARAIBANA ESTACIONADA EM PRINCESA, PARAÍBA, QUE TINHA O COMANDO DO VALENTE SARGENTO ZÉ GUEDES.

Por Volta Seca

Zé Guedes que foi promovido por ter enfrentado com bravura o bando de Lampião no épico combate do Serrote Preto (Mata Grande, Alagoas), onde foram mortos os tenentes paraibanos Francisco Oliveira e Joaquim Adaucto, além de vários outros soldados que participaram do combate. Por ter liderado o que sobrou da tropa após a morte dos comandantes, Zé Guedes foi agraciado com a patente de sargento e com o comando da Força Policial Volante paraibana a partir daquele momento. Uma ação imprudente e sem nenhum planejamento por parte dos tenentes que quase proporcionou a total aniquilação dos seus componentes, que foram salvos graças a intervenção de Zé Guedes diante da tropa, que estava naquele momento sendo dizimada pelos cangaceiros entrincheirados no interior de uma velha casa.
A partir desse momento Zé Guedes passou a ser um incansável inimigo e perseguidor de Lampião e de seus homens, travando combates acirradíssimos contra os cangaceiro, como foi o caso do Combate do Sítio Tenório (Baixa do Juá) no município pernambucano de Flores, onde foi abatido Levino Ferreira, irmão de Lampião e outros cangaceiros.
Na fotografia que ilustra a matéria destaca o sargento Zé Guedes e Belarmino de Morais o Belo Morais que é um dos apontados como sendo o autor da morte de Levino o vulgo Vassoura, irmão de Lampião.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1524015453066053&set=a.224293846371560

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

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LIVRO...

 Por Guilherme Velame Wenzinger

Ontem chegou em minha casa a nova obra do mestre Jose Tavares De Araujo Neto. Hoje começarei a ler a saga de Clementino Quelé. Quem quiser adquirir o livro, que tem um valor bem acessível e já inclui frete, pode entrar em contato com José.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=26494115550250394&set=gm.3028419420700315&idorvanity=179428208932798

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

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FONTES HISTÓRICAS.

Por Antonio Neilton Medeiros.


Nas leituras sobre o cangaço, observa-se que os estudos recorrem, majoritariamente, a fontes históricas como jornais, processos-crime e depoimentos orais. Tais fontes, entretanto, não podem ser analisadas de forma isolada, sob pena de se produzir uma narrativa parcial ou distorcida dos acontecimentos.

Nas leituras sobre o cangaço, observa-se que os estudos recorrem, majoritariamente, a fontes históricas como jornais, processos-crime e depoimentos orais. Tais fontes, entretanto, não podem ser analisadas de forma isolada, sob pena de se produzir uma narrativa parcial ou distorcida dos acontecimentos.
Os jornais, por exemplo, embora frequentemente se apresentem como imparciais, alguns não o são. Ao contrário, historicamente sobreviveram — e ainda sobrevivem — de posicionamentos políticos, interesses econômicos e alinhamentos ideológicos, o que compromete sua neutralidade e exige do pesquisador uma leitura crítica de seus conteúdos. Assim, não podem ser tomados como registros fidedignos da realidade sem a devida problematização.
Os processos-crime, por sua vez, também apresentam limitações significativas. Muitos dos interrogatórios e testemunhos que os compõem foram obtidos em contextos de violência institucional, sob tortura, coerção ou conveniências políticas e pessoais, o que compromete a veracidade das informações ali registradas e afasta tais documentos de uma representação fiel dos fatos.
A história oral, embora extremamente valiosa, igualmente requer cautela. Os depoimentos são construídos a partir da memória dos indivíduos, que pode ser seletiva, falha ou intencionalmente manipulada, seja para benefício próprio, de terceiros, ou mesmo por vaidade e desejo de reconhecimento.
Diante disso, torna-se evidente que a escrita da história — especialmente no caso do cangaço — exige o cruzamento sistemático dessas diferentes fontes. É na confrontação entre jornais, documentos judiciais e relatos orais que o historiador pode minimizar distorções, identificar contradições e se aproximar, de forma mais crítica e rigorosa, da complexidade dos acontecimentos históricos.

Enviado pelo o autor.

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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