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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

FONTES HISTÓRICAS.

Por Antonio Neilton Medeiros.


Nas leituras sobre o cangaço, observa-se que os estudos recorrem, majoritariamente, a fontes históricas como jornais, processos-crime e depoimentos orais. Tais fontes, entretanto, não podem ser analisadas de forma isolada, sob pena de se produzir uma narrativa parcial ou distorcida dos acontecimentos.

Nas leituras sobre o cangaço, observa-se que os estudos recorrem, majoritariamente, a fontes históricas como jornais, processos-crime e depoimentos orais. Tais fontes, entretanto, não podem ser analisadas de forma isolada, sob pena de se produzir uma narrativa parcial ou distorcida dos acontecimentos.
Os jornais, por exemplo, embora frequentemente se apresentem como imparciais, alguns não o são. Ao contrário, historicamente sobreviveram — e ainda sobrevivem — de posicionamentos políticos, interesses econômicos e alinhamentos ideológicos, o que compromete sua neutralidade e exige do pesquisador uma leitura crítica de seus conteúdos. Assim, não podem ser tomados como registros fidedignos da realidade sem a devida problematização.
Os processos-crime, por sua vez, também apresentam limitações significativas. Muitos dos interrogatórios e testemunhos que os compõem foram obtidos em contextos de violência institucional, sob tortura, coerção ou conveniências políticas e pessoais, o que compromete a veracidade das informações ali registradas e afasta tais documentos de uma representação fiel dos fatos.
A história oral, embora extremamente valiosa, igualmente requer cautela. Os depoimentos são construídos a partir da memória dos indivíduos, que pode ser seletiva, falha ou intencionalmente manipulada, seja para benefício próprio, de terceiros, ou mesmo por vaidade e desejo de reconhecimento.
Diante disso, torna-se evidente que a escrita da história — especialmente no caso do cangaço — exige o cruzamento sistemático dessas diferentes fontes. É na confrontação entre jornais, documentos judiciais e relatos orais que o historiador pode minimizar distorções, identificar contradições e se aproximar, de forma mais crítica e rigorosa, da complexidade dos acontecimentos históricos.

Enviado pelo o autor.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

MARIA MARQUES, FERRADA POR ZÉ BAIANO.

Por Crônicas Históricas

Maria Marques, vítima do cangaceiro Zé Baiano (1900-1936), em Sergipe, em 1929. Maria foi marcada no rosto com ferro em brasa, o mesmo utilizado para assentar gado. José Baiano (JB) foi um dos mais temíveis cangaceiros do bando de Lampião.

Maria morava em Canindé, cidade sergipana às margens do rio São Francisco, e não tinha nada com Zé Baiano, como era conhecido um dos mais violentos integrantes do bando de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. Ocorre que ela possuía um irmão, Vicente, que trabalhava para as forças volantes, os comandos de caça aos cangaceiros. Não se sabe se os irmãos mantinham boas relações ou se ela aprovava a atuação de Vicente como policial, que era no mínimo controversa: certo dia, para pressionar a mãe de Zé Baiano a fornecer informações sobre o filho, aplicou-lhe uma surra.
O fato é que, quando soube da agressão à mãe, Zé Baiano decidiu retribuir a violência da mesma maneira machucando, em vez do próprio Vicente, alguma mulher ligada a ele. Foi assim que Maria, cujo único "erro" era ser irmã de Vicente Marques, teve o rosto carimbado com as iniciais do nome de um cangaceiro. Numa foto de Maria já idosa, ela tem semblante de dor, com a testa franzida, os lábios finos recolhidos sobre uma boca encovada, o olhar assustado e as letras JB eternizadas na lateral do rosto.

https://www.facebook.com/jose.mendes.pereira.52603

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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CANGACEIRO GASOLINA.

Por Cangaço Eterno

A partir de hoje, passarei a apresentar histórias de cangaceiros dos quais, infelizmente, não existem fotografias conhecidas, mas cujos nomes ficaram cravados na violenta história do cangaço.

GASOLINA
João Félix, vulgo Gasolina I, nasceu em Jatobá, atual Petrolândia (PE). Era filho de Antônio Félix do Nascimento, um dos acusados de envolvimento no assassinato do coronel Delmiro Gouveia, em 1917.
A vida de Gasolina foi um verdadeiro “rosário de violências”. Após a prisão do pai, ingressou no cangaço, atuando principalmente na divisa entre Pernambuco e Alagoas.

Chegou a integrar o temido bando dos Porcinos, onde teria conhecido Lampião, onde ao lado do mesmo seguiu sua vida de crimes.
Temido e conhecido por sua brutalidade, Gasolina foi preso nos primeiros anos da década de 1920. Depois de cumprir pena, protagonizou mais um capítulo trágico: em 1953, assassinou o próprio pai a cacetadas. Pouco tempo depois, já residindo em Glória (BA), teve o mesmo fim, morto também a cacetadas pelo cunhado, Arlindo José de Santana.
Esse é apenas um recorte da vida infame e marcada pela violência do cangaceiro Gasolina.
Vale lembrar que, na novela Guerreiros do Sol, da TV Globo, o ator @eniosacavalcante interpretou um personagem de vulgo Gasolina, igualmente retratado como extremamente violento, embora a trama principal faça alusão ao cangaceiro Zé Baiano.
Fonte: Cangaceiros de Lampião de A a Z (3ª edição), de Bismarck Martins de Oliveira.
Por: @heltonaraujo9
Gostou das informações? Quer que eu traga mais histórias de cangaceiros que tiveram seus nomes e imagens silenciados pelo tempo?
Obs.: Foto 1: Montagem em IA, baseada no personagem Gasolina (foto 2) da novela Guerreiros do Sol.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2316541958844255&set=gm.1447509483703202&idorvanity=414354543685373

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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