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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

LIVRO...

Pelas palavras do amigo e notável pesquisador, Luiz Ruben F. A. Bonfim, tenho a grata satisfação de apresentar a este Grupo de Estudo do Cangaço, o livro Lagoinha - seu Povo sua História, o qual traz informações importantes e inéditas do tema cangaço:

"Por meio de Lagoinha – seu Povo e sua História, Adauto Bezerra da Silva presenteia a região com um trabalho de inegável valor histórico e cultural, resgatando com sensibilidade e acuidade episódios marcantes e informações relevantes sobre seus concidadãos. Como o próprio título antecipa, o autor eleva Lagoinha, seu berço natal – situado no coração do sertão alagoano e distrito da notável cidade de Delmiro Gouveia –, a um merecido patamar de reconhecimento e respeito.
– Diante de mim, estava o principal desafio a ser superado: sair da minha zona de conforto, no 22º andar do apartamento onde moro, na cidade de Osasco, Estado de São Paulo, e embarcar numa jornada desconhecida de traduzir em letras minha memória afetiva daquele pedaço de chão – confidenciou-me certa vez o autor, que felizmente nos brinda com o seu trabalho concluído.

Foram anos em busca de testemunhos orais, tirando do anonimato dezenas de pessoas do seu querido local de nascimento, e fora dele. O leitor prontamente perceberá a acuidade para com os colaboradores entrevistados, que ele denomina 'guardiões da História'. Sua escuta sensível, aliada a uma notável capacidade de discernimento, captou com precisão o que de mais genuíno e significativo esses interlocutores tinham a revelar. O resultado é um mosaico de vozes que, reunidas, compõem um retrato multifacetado e autêntico de Lagoinha.
Embora, a princípio, o livro tenha sido concebido para os moradores do próprio distrito, como me foi alertado previamente, a leitura logo revela que sua relevância vai muito além das fronteiras locais. Ao concluir a leitura dos manuscritos, percebi que a ideia inicial subestimava seu alcance: esta obra não é apenas um registro precioso da memória de Lagoinha, mas uma contribuição significativa à historiografia regional e nacional, com potencial para ecoar por todo o Brasil e, quem sabe, além-fronteiras, onde quer que existam filhos saudosos de sua terra.
Assim, destaco alguns temas de particular relevância para a formação do lugar, abordados no livro, a que ele chama de sua missão de vida: a colonização dos sertões; a chegada do coronel Delmiro Gouveia à vila da Pedra e o seu trágico assassinato; a origem e evolução do distrito Lagoinha e sua infraestrutura atual; narrativas verídicas retratadas em cordel; as comunidades circunvizinhas; 'ecos do passado' nas vozes dos moradores; o cangaço na Lagoinha e os cangaceiros locais; o ataque de Corisco ao Povoado; a visita do imperador Dom Pedro II; curiosidades do sobrenome Bezerra; registros de nascimentos, casamentos e óbitos de seus antecessores; árvores genealógicas; e, por fim, imagens que valem por mil palavras.
Sou também um entusiasta pesquisador do singular tema cangaço, e registro minha surpresa com as informações colhidas pelo autor, especialmente no que tange à figura de Maria Bonita e sua insuspeitada relação com o Povoado. Para este veterano, são revelações inéditas, não encontradas em milhares de livros publicados ou jornais folheados, principais vertentes de minhas pesquisas. Tais informações, ausentes em milhares de obras e publicações, enriquecerão significativamente o repertório disponível sobre esse fascinante e controverso período da história nordestina.
Foi ele também quem tirou do anonimato a figura da cangaceira Dulce, a partir de uma intermediação para reportagem a uma importante emissora de televisão. Desvendou o paradeiro dos cangaceiros Pitombeira e Quitéria. Por fim, esclareceu de uma vez por todas a verdadeira data de nascimento do emblemático cangaceiro Corisco – um feito que nenhum outro pesquisador, por mais experiente que fosse, havia logrado êxito.
Este livro, portanto, não é apenas uma celebração de Lagoinha, mas um marco de valorização da história oral, das memórias afetivas e dos laços identitários que os unem ao solo natal. Enfim, uma oferenda de pertencimento. Por isso, enalteço a importância de trabalhos análogos, como o do nobre amigo. Obras como esta são essenciais para preencher lacunas e consolidar os fragmentos dessa vasta colcha de retalhos que compõe o imaginário do Nordeste.
Que Lagoinha – seu Povo e sua História inspire outras mãos, outras vozes, e que sua mensagem ecoe pelos sertões e pelas metrópoles, como um canto de resistência, memória e amor à terra."
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

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