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sábado, 20 de junho de 2026

UMA PRAÇA CHEIA DE RECORDAÇÕES PARA MUITOS QUE ESTUDARAM NA ESCOLA TÉCNICA DE COMÉRCIO UNIÃO CAIXEIRAL.

 

Por José Mendes Pereira
Foto de Florina Escóssia

Quem estudou na "Escola Técnica de Comércio União Caixeiral" de Mossoró, desde as primeiras décadas do século XX, estendendo-se até a década de 90, do mesmo século, com certeza guarda muitas e belas recordações desta Praça da Redenção, localizada no centro da cidade, e durante o dia, ela acolhia os alunos desta escola, os quais estudavam "ginásio", e ao anoitecer, a praça da Redenção ficava completamente lotada de  futuros contabilistas de Mossoró.

blogdetelescope.blogspot.com

Eu frequentei esta "Praça", porque no ano de 1968 eu era aluno desta escola, no curso ginasial, que a "União Caixeiral" mantinha em seu prédio, e posteriormente, em 1976, retornei a esta  "Praça e escola", e desta vez, era acadêmico do curso de letras da Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte - FURRN. A minha sala do curso de letras ficou neste estabelecimento, devido ao enorme número de alunos que foi aprovado no vestibular, e a universidade resolveu matricular todos aprovados, talvez para não escolher alunos por cara, tomando emprestado uma sala na "Escola Técnica de Comércio União Caixeiral". Mas, posteriormente, nós fomos transferidos para o Campus da FURRN em Mossoró.

 Antônio da Graça Machado - 1974 - www.azougue.org

Nesta escola, fui aluno dos seguintes mestres: Um professor que lecionava matemática, e que passou por lá durante o período em que eu estudava na "União Caixeiral - ginásio", foi o saudoso Antonio da Graça Machado, que infelizmente não teve a sorte de continuar a sua vida como educador, e que foi assassinado muito jovem ainda, por um delinquente, e segundo a sua nora Ariane Machado me informou, que o seu falecimento aconteceu  no dia 04 de julho de 1982, em Tremembé, no Estado do Ceará.

Dr. Genivan Josué Batista

Também foi meu professor na "Escola Técnica de Comércio União Caixeiral", o doutor Genivan Josué Batista, médico odontológico, e atualmente é um dos maiores e mais sucedidos empresários de Mossoró. Não me recordo qual disciplina ele lecionava neste estabelecimento de ensino, mas me parece que era ciências.

Dr. José Araújo, ex-diretor da "União Caixeiral, Aluízio Alves, ex-governador do Rio Grande do Norte, Maysa Almeida Costa, Elza Senna, Irmã Socorro, Sueli Freire e a professora Sergina Leão. 1966 - http://www.azougue.org/conteudo/dobumba235.html

Além destes, tive a honra de ser aluno de uma das professoras mais rígidas de Mossoró, a professora Sergina Leão, que não dava se quer, a menor chance ao aluno para usar as suas espertezas, no que se refere à colas. Dona Sergina era rigorosa, e quando começava falar sobre o "Oiapoque e o Arroio Chuí", ela não queria mais parar este assunto. Exímia conhecedora disto, e quando a pessoa domina um determinado assunto, o bom mesmo é retalhá-lo vez por outra.

Eu não tinha o dia, mês e ano que a Praça da Redenção foi fundada, apenas informação adquirida em um dos artigos do jornalista Geraldo Maia do Nascimento, sobre a Estátua da Liberdade. 

https://blogdomendesemendes.blogspot.com/2020/07/geraldo-maia-do-nascimento.html

Diz o jornalista: 

"- A Estátua da Liberdade fica na Praça da Redenção, em frente ao prédio da União Caixeiral. Foi inaugurada no dia 30 de setembro de 1904, por iniciativa do dr. Sebastião Fernandes de Oliveira, na época promotor de Justiça de Mossoró, sendo o mesmo o orador oficial da solenidade, proferindo vibrante discurso na ocasião". 

http://www2.uol.com.br/omossoroense/0905/geraldo.htm

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

Se você gosta de ler histórias sobre "Cangaço" clique no link abaixo:
http://blogdomendesemendes.blogspot.com

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

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BERIMBAU DE OURO.

Por Adelson Mota

Berimbau de Ouro 2017 - Valorização e reconhecimento: Historiador Rubens Antonio da Silva Filho, nascido em 1960, carioca do bairro de Realengo, neto de baianos de Belmonte e Valença e de sergipano de Estância, filho de baianos de Itapebi e Ilhéus, pai de baiano de Salvador, reside na Bahia, desde 1984.

Cursou Geologia, pela UFRRJ, Artes Plásticas, licenciatura e bacharelado em História pela UFBa. É mestre em Geologia.

Servidor público do Estado da Bahia, teve trajetória pelas Coordenação da Produção Mineral, Superintendência de Geologia e Recursos Minerais, Companhia Baiana de Pesquisa Mineral, Coordenação de Mineração, Diretoria de Mineração e Museu Geológico da Bahia.

Na Universidade do Estado da Bahia – UNEB, lecionou Elementos de Geologia, Estudos Evolutivos da Geosfera, Epistemologia, Paleontologia, Sedimentologia, Antropologia, História da Ciência e Metodologia do Trabalho Científico.

Esteve, a trabalho e/ou passeio, em todos os 417 municípios baianos.

Tem resultados de seus trabalhos presentes nos mapas geológicos da Bahia e de Minas Gerais. É co-autor de mpas e textos do Mapa Metamórfico da Bahia. Em artigos ou resenhas publicados no Caderno Cultural do jornal “A Tarde” integrou estudos filosóficos e históricos. Coordenou e co-autorou o livro “Mineração na Bahia – Ciclos Históricos e Panorama atual”. É autor do livro “História Geológica da Bahia” publicado, em 2010, pela Sociedade Brasileira de Geologia, pela Companhia Baiana de Pesquisa Mineral e pelo Serviço Geológico do Brasil. É autor da peça de teatro “Felipa”, em torno da Inquisição na Bahia.

Ministra cursos e profere palestras sobre Cangaço na Bahia, Epistemologia, Antropologia e as Histórias da Arte, da Ciência, de Salvador e Geológica da Bahia. Concebeu e ministrou curso para cegos sobre geoformas, utilizando modelos reduzidos que esculpiu e produziu em resina e fibra de vidro.

É sócio do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia.

Livre pensador, propõe-se a um trabalho holístico em seu senso mais amplo possível. Neste senso, aproxima-se da antiga visão integral do historiador natural, com gradações a filósofo natural, solicitando a busca de um conhecimento que agregue percepções emocionais e racionais. Defende a necessidade de ações constantes de expressivas divulgação e popularização científicas. Credito Máximo Brito, via Rubens Silva.

https://www.facebook.com/adelsomota.mota

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS".

 

Depois de onze anos de pesquisas e mais de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos e estudiosos do fenômeno do cangaço, o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.

Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós, para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.

O autor José Bezerra Lima Irmão

Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.

Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.

Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.

Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.

Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.
O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:

Peça através destes e-mails:

franpelima@bol.com.br

Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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