Por José Mendes Pereira
Em relação à formatura de 3º. grau, sou o precursor das famílias Mendes, Galdino, Néo e talvez, 5º. ou 6º. da família Xaxá, porque, sou neto de uma Xaxá da gema, e bisneto de um casal de Xaxás, Galdino Pereira Xaxá e Maria Joana do Vale Xaxá.
Francisca Rodrigues Duarte - dona Chiquinha Duarte.
Eu gostaria que todos os meus primos, primas e parentes tivessem tido a mesma sorte ou oportunidade que eu tive, quando fui encaminhado por Francisca Rodrigues Duarte, matriarca da família Duarte, e madrasta do senador Duarte Filho, para um internato que não mais existe, "Casa de Menores Mário Negócio", instituição totalmente mantida pelo governo estadual, que desde os 14 aos 18 anos como interno, e dos 18 aos 21 anos, como hóspede daquela casa, porque, o meu direito de interno já não existia, por já ser maiores de idade, fiquei por lá.
Sou precursor/pioneiro sim, porque, sou o primeiro destas famílias a conseguir um diploma de curso superior em uma Universidade de Mossoró, e que graças a muitas oportunidades que foram oferecidas por alguns governos, hoje, em nossa família, têm muitos parentes proprietários de diplomas de faculdades, tanto em Mossoró, como em outros Estado brasileiros. Mas que digo sem sombra de dúvidas, fui o primeiro dono de um curso superior. Mas de forma alguma, estou menosprezando as minhas famílias.
Ela foi a 2ª. esposa do fazendeiro Francisco Duarte, e também considerada como sendo a primeira motorista que dirigiu um automóvel nas terras Mossoroenses.
Dona Chiquinha Duarte nasceu no dia 17 de Julho de 1895, na cidade de Ereré, no Estado do Ceará. Era filha de Manoel Lucas Sobrinho e Maria José de Souza.
Conheci bastante a sua mãe dona Maria José de Souza, e diariamente, eu a visitava em sua residência na Fazenda Duarte, bem próxima a casa em que meus pais e eu morávamos de favor. Mas meu pai nunca foi empregado do fazendeiro Chico Duarte, e nem da viúva dona Chiquinha Duarte.
Quando antes não tinha propriedade, meu pai fazia empreitas de algumas atividades da fazendeira, e colocava trabalhadores para executarem aquela obrigação empreitada.
Manoel Duarte Ferreira Dona Chiquinha era madrasta de Manoel Duarte Ferreira, que na história sobre a invasão de Lampião à Mossoró, no Rio Grande do Norte, no dia 13 de junho de 1927, ele é considerado o matador do cangaceiro "Colchete", e teria baleado o José Leite de Santana - o famoso facínora Jararaca. Mas alguns estudiosos do cangaço afirmam que existem controvérsias. Se há controvérsias ou não, não posso afirmar.
José Leite de Santana - O cangaceiro Jararaca.Francisca Rodrigues Duarte foi quem me colocou na Casa de Menores Mário Negócio em Mossoró, para estudar, e assim, eu cheguei à porta de uma universidade, para cursar Letras, na Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte - FURRN, que em 29 de setembro de 1997, através da Lei Estadual nº 7.063, o Governador Garibaldi Alves Filho, transformou-a em Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, criando no entanto, a sigla UERN. a Lei 7.761, de 15 de dezembro de 1999, publicada no DOE de 16.12.1999, alterou a denominação anterior para Universidade do Estado do Rio Grande do Norte-UERN.
O Decreto 14.831, de 28 de março de 2000, publicado no DOE do dia 29.03.2000, modifica a denominação da mantenedora para Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte-UERN.
Dona Chiquinha Duarte queria que todos os filhos dos seus moradores estudassem, mas somente eu cheguei a uma faculdade, muito embora, outros iniciaram os seus estudos, e por uma razão qualquer, não concluíram nem se quer o ginásio.
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video "O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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