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terça-feira, 21 de julho de 2026

PHOLHAS

 Por Wikipédia


Pholhas é uma banda de rock brasileira, da cidade de São Paulo.
Histórico

A banda foi criada em 1969 com a seguinte formação: Helio Santisteban (teclado), Paulo Fernandes (bateria), Oswaldo Malagutti (baixo) e Wagner "Bitão" Benatti (guitarra), com os quatro se revezando nos vocais. Começaram fazendo covers de bandas dos EUA e Inglaterra e passaram a compor também em inglês.


Seu primeiro LP, "Dead Faces", lançado em 1972 pela RCA, continha apenas canções em inglês. Um compacto simples extraído desse álbum, com a música "My Mistake", chegou ao primeiro lugar das paradas, vendendo 400 mil cópias em apenas três meses. Em seguida, outras canções foram lançadas em compactos, como "She Made Me Cry", "I Never Did Before" e "Forever", todas atingindo vendagem superior a 300 mil cópias. Em 1975, o álbum de estréia foi lançado no mercado hispânico com o título de "Hojas", dando ao grupo mais um Disco de Ouro.

Em 1977 o grupo mudou de orientação, lançando o LP "O Som das Discotheques", com covers dos principais sucessos do gênero, e chegando a 150 mil cópias vendidas.

Logo em seguida, Hélio Santisteban resolveu seguir carreira solo e em seu lugar entrou Marinho Testoni, ex-Casa das Máquinas. Isso levou a outra mudança no grupo, que lançou um disco de rock progressivo, e pela primeira vez com letras em português. O disco vendeu bem menos que os anteriores, mas tornou-se cult para um segmento de público.

Em 1978, foi Oswaldo Malagutti quem deixou a banda, sendo substituído pelo baixista João Alberto, também ex-"Casa das Máquinas". Malagutti criou com Santisteban o Estúdio MOSH (acrônimo de seus nomes) e até hoje trabalha com produção e masterização de CDs e DVDs musicais.

Em 1980 Hélio Santisteban retornou ao grupo, que retomou a tradição de cantar e compor em inglês, lançando então o LP "Memories". Poucos meses depois, com a saída de Marinho, o Pholhas chegou à seguinte formação: Bitão (guitarra), Paulo Fernandes (bateria), Hélio Santisteban (teclados) e João Alberto (baixo).

No final de 2007 Hélio Santisteban deixa definitivamente a banda, a partir de então Bitão, Paulinho e João Alberto resolvem não ter mais um tecladista fixo e sim um tecladista especialmente convidado para cada apresentação. Essa formula deu tanto certo que virou um atrativo a mais dos shows.

Ainda na estrada depois de 42 anos, a banda PHOLHAS continua apresentando espetáculos em todo o Brasil e exterior, com recriações de sucessos do rock inglês e norte-americano, especialmente de Bee Gees, Creedence Clearwater Revival, Elvis Presley, Rolling Stones e Beatles.


Se você gosta de ler histórias sobre "Cangaço" clique no link abaixo:

http://mendespereira.blogspot.com 

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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LAMPIÃO NÃO ENTROU EM SANTANA (UM POUCO DA HISTÓRIA DE GATO BRAVO O CANGACEIRO DE SANTANA DO IPANEMA ALAGOAS).

 Clerisvaldo B. Chagas, 22 de maio de 2017

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica 1.674

Enfurecido feito demônio, o bandido Lampião desceu do Juazeiro do Norte enganado com a suposta patente de capitão. Uns tirinhos bestas aqui outros acolá, penetrou e deixou Pernambuco para se aventurar em Alagoas.

Até hoje as perguntas de curiosos ainda são as mesmas de 1926. Indagam pelo motivo de Lampião não ter entrado na cidade de Santana do Ipanema. Embora o marginal não tenha invadido à cidade, saiu fazendo arrastão pelo extenso município em sítios e fazendas até desaguar na vila de Olho d’Água das Flores pertencente a Santana na época.


Escritores presentes na cidade como Oscar Silva e Valdemar Cavalcanti registraram a agitação formada na urbe com a notícia de aproximação de Virgolino com mais de cem homens. Ambos são irônicos e fazem referências às promessas feitas por pessoas exóticas, possivelmente não sadias do juízo, Carneiro e Maria Cabeça Amarrada. Maria era uma beata que só vivia na igreja. Outros comentaram que a padroeira do município era uma santa e que Lampião prometera a ele mesmo não invadir lugares que tivesse santa como padroeira. Outra hipótese fala em negociação secreta do chefe do bando com algum mandachuva da política. Não deixando de aparecer opiniões, o próprio cangaceiro santanense Gato Bravo diria mais tarde em entrevista para jornal que Lampião não entrara em Santana, graças a ele, Gato Bravo.

A realidade é que depois de muita gente se esconder no mato e a saída de dois automóveis rumo a Palmeira dos Índios. Haveria resistência.

Santana procurou se defender de improviso movida pela resolução de civis. Foi apresentado 25 atiradores do Tiro de Guerra 33, unidade do exército que funcionava no chamado “sobrado do meio da rua”. Estes eram comandados pelo instrutor Brigada Antônio Ribeiro Cavalcante. Do quartel que funcionava na antiga Rua do Sebo, na Cadeia Velha, saíram 15 homens dispostos à luta. A resistência foi organizada pelo prefeito Benedito Melo, padre Bulhões e o juiz Manoel Xavier Accioly. Não foi registrado o número de civis, mas dizem que nunca tinha sido vistos tantos rifles pelas ruas de Santana. Com os quarenta militares e um bom grupo de homens resolutos, barricadas foram feitas em pontos estratégicos, mas o bando passou ao largo de Santana do Ipanema.

E de todas as hipóteses apresentadas, a mais lógica era o receio de Virgolino ser perseguido pelo exército após um possível ataque. Ele queria ver o cão, mas tinha um receio da peste da farda verdinha do Exército Brasileiro.

O certo mesmo é que a cidade de Santana do Ipanema ficou livre de um longo trauma naquele mês de junho de 1926.


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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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LIVRO SOBRE CANGAÇO É COM O PROFESSOR PEREIRA.

Por José Mendes Pereira

Se está preocurando livros sobre cangaço adquira-os com Francisco Pereira Lima, o professor Pereira, lá de Cajazeiras, no Estado da Paraíba, através deste endereço eletrônico:

franpelima@bol.com.br

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

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CORISCO

Por Abdias Filho

O cangaceiro Cristino Cleto é, sem dúvida o número dois do cangaço. Muito o chamam de braço direito de Lampião, mas quanto a isso precisamos fazer uma observação. Corisco esteve nesta posição enquanto não se separou do chefe formando seu próprio bando. Aí entra outro detalhe; existiam os diversos subgrupos e os dois bandos. Bando de Lampião e Bando de Corisco. Tanto no bando de Lampião quanto no de Corisco existiam frações chamadas de subgrupos. Entretanto, Corisco nunca deixou de reconhecer a liderança final à pessoa de seu compadre Virgulino.

https://www.facebook.com/abdias.castro.1

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 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
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MINHA SOGRA SILA, A CANGACEIRA COMPANHEIRA DO CANGACEIRO ZÉ SERENO.

 Por Susi Ribeiro Campos

Wilson Ribeiro e Susi Ribeiro filho e nora dos ex-cangaceiros Sila e Zé Sereno

Boa Noite amigo José Mendes Pereira, lá de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte!

Como lhe prometi, venho finalizar meu relato sobre minha convivência com minha sogra Sila. Em 13 de novembro de 1995 meu pai que já morava em Rio Claro sofreu um derrame Cerebral, e minha mãe em desespero nos telefonou avisando.

Wilson meu esposo e eu, corremos para casa de meu pai que já se encontrava internado, e após 12 dias de internação veio a falecer no dia 25 do mesmo. Meu casamento com Wilson já estava marcado e resolvemos nos casar mesmo eu ainda estando de luto por meu pai, pois era um grande desejo dele que nós casássemos e nosso também. O casamento foi então uma cerimônia simples, apenas os noivos, minha mãe que já  demonstrava sinais de Mal de Alzheimer, nossos padrinhos e alguns amigos. Sila estava no Nordeste e a família de Gilaene não compareceu.

Prosseguimos nossa vida, Sila estava trabalhando em suas reportagens, minha mãe ficou completamente sozinha e doente em uma casa enorme..., tive que deixar Wilson em São Paulo trabalhando para cuidar de minha mãe em Rio Claro.

Logo no início de 1996 Wilson sofreu seu primeiro derrame cerebral, estava sozinho em casa, pois eu estava cuidando de minha mãe em Rio Claro. Foi socorrido às pressas pelos vizinhos que o viram cair e rastejar até a escada da frente da casa, pedindo ajuda.

Foi por eles encaminhado imediatamente ao Hospital da USP e logo me ligaram avisando. Não tive tempo para pensar, peguei minha mãe doente e fui com ela para São Paulo. Graças a Deus Wilson não apresentava maiores sequelas, apenas um problema na mão direita.

Avisei uma amiga em Rio Claro para cuidar dos meus animais e fiquei na casa de Sila cuidando dos dois, de minha mãe, que já se encontrava bem desorientada, e de Wilson acamado. Algum tempo depois, Sila foi avisada e retornou do Nordeste.

Voltei para Rio Claro com minha mãe, e Sila ficou cuidando do Wilson que já estava quase bom e Graças  Deus, como um dia eu havia previsto, havia parado completamente de beber qualquer tipo de bebida alcoólica e cigarro.

Minha mãe queria permanecer em sua casa, então Wilson começou a pedir transferência para Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ em Piracicaba-SP, cidade próxima a Rio Claro para que pudéssemos cuidar de minha mãe. Afinal, Sila tinha Gilaene e três netos adultos!

Nós mudamos e cuidei de minha mãe por cinco anos, até seu falecimento por falência dos órgãos. Permanecemos em Rio Claro, pois agora Wilson trabalhava em Piracicaba e sonhava com a aposentadoria.

Sila foi muitas vezes nos visitar, levava suas novas histórias, seus trabalhos. Wilson sofria muito com reumatismo (gota) herança do álcool e por várias vezes cuidei dele em casa. Lembro-me de uma vez em que ele piorou muito, o reumatismo agravou-se para febre reumatoide, e ele não conseguia andar. Através da ESALQ ele foi internado em Piracicaba, e Sila veio de São Paulo, mas ele não tinha alta nunca, sua internação já contava 17 dias.

Wilson pedia que a enfermagem nos telefonasse, estava desesperado para sair, o médico não lhe dava alta, acredito que devido a persistência da febre. Nós duas, desesperadas em casa, comecei a ficar indignada com aquela situação, liguei para o Hospital, mandei chamar o médico, que negou a alta.

Eu sabia que correria riscos pela saúde dele, mas ele implorava para ficar em repouso em casa e uma febre, Deus me ajudaria a controlar. Então respondi ao médico, do qual, não me recordo o nome: "- O Senhor pode dar alta a meu esposo, pois daqui há no máximo quarenta minutos estarei aí para buscá-lo"(tempo de viagem entre Rio Claro/Piracicaba).

O médico se ofendeu e em tom áspero do outro lado da linha gritou: "- A Senhora sabe com quem está falando?" rsrsrsrsrs.

Ao que lhe respondi enfaticamente: "Não me interessa, você pode ser o Papa, vou aí buscar meu marido e não saio daí sem ele de jeito nenhum".

Sila me olhou assustada:" Parece Lampião" rsrsrsrs com certeza de onde ele estivesse deveria estar nos protegendo e orientando sim. Chovia muito, entramos no carro e eu disse a ela: “Confie Madrinha, vamos buscar nosso Wilson". Ela sorriu, e assim como eu, confiante no Bom Deus e seus anjos.

E o trouxemos de volta para casa, Graças a Deus!

Logo que Wilson se recuperou Sila aproveitando sua estadia em Rio Claro realizou um Lançamento e Exposição de seu Livro: Sila, memórias de Guerra e Paz, era o ano de 2001 e foi a última vez que a vi com saúde.

Logo Sila voltou a seus trabalhos no Nordeste e Wilson e eu passamos por uma fase muito difícil de nossas vidas (quando nos afastamos por completo de Gilaene), as tentativas de engravidar através de fertilização in vitro em Sorocaba-SP, a tristeza devido aos resultados dos exames de infertilidade dos dois, os três abortos e o falecimento de nosso único filho ao nascer, natimorto.

Após esse período, doei todo meu enxoval para as crianças carentes e começamos a fazer planos e entrevistas para adotar uma menina. Mas infelizmente não houve tempo, porque em 12/02/2003 Wilson faleceu de ataque cardíaco e derrame cerebral. Gila foi chamada pelos estranhos que roubaram minha casa, veio ao enterro, recolheu tudo que pertencia ao Cangaço e estava com Wilson e foi embora, sem ao menos uma palavra... Sila apareceu no enterro em cadeira de rodas...essa imagem me marcou muito, ela era tão forte.

Dois anos mais tarde, em Janeiro de 2005, lutando sozinha para reconstruir minha vida, fiquei sabendo através dos antigos vizinhos de São Paulo, que Gila havia vendido a casa de Sila, que na verdade lhe pertencia e Sila estava internada em um Asilo em Guarulhos!

Consegui o telefone e liguei.

Do outro lado a enfermeira atendeu:

- Você que é a Susi?

Respondi:

- Sim, sou eu, porque?

- Olha, dona Sila já  está muito debilitada, mas é consciente e chama muito por você. Diz que você é a pessoa que virá tirá-la daqui.

Quem me dera! Pensei comigo, mesmo que eu quisesse... eu ainda não estava restabelecida e sofria muito, morava no meio de ruínas nessa época. Uma chácara em construção no meio do mato. Pedi para falar com ela, ela chorou ao telefone, e eu também. Prometi:

- Madrinha, quando minha situação melhorar você vem morar comigo, tá?

Sila, mais conhecida como Ilda Ribeiro de Souza faleceu no dia 15 de fevereiro de 2005 em São Paulo e foi enterrada ao lado de seu esposo e também ex-cangaceiro Zé Sereno, José Ribeiro Filho.

Encontrou sua tão querida Paz.

Descanse em paz Sila, um dia iremos todos nos reencontrarmos. Muito Obrigada porque Tudo, mas tudo mesmo, valeu a pena, a seu lado e de "Nosso Wilson".

Com carinho da nora.
Susi Ribeiro Campos.

Enviado pela a autora.

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