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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

QUANDO SETEMBRO VIER

 Clerisvaldo B. Chagas, 27 de agosto de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3468

 

PRIMAVERA (ARTHUR SARNOFF).

Os montes circundantes de Santana do Ipanema, iniciaram o processo de degradação por falta de chuvas suficientes. Estão com suas folhagens migrando do verde bonitão para o verde desbotado, para o amarelo feio no caminho para o cinza  característico de árvore pelada.  Vêm provando o que tanto já dissemos sobre as chuvas do inverno do ano passado e deste: chuvas finas e esporádicas que terminam em escassez total. E assim, vai chegando o mês da primavera onde a esperança de todos se renova. E isso nos faz lembrar a fase de rapaz, quando o bancário do Banco do Brasil, sujeito alto, muito inteligente e filho de outras plagas, convidava alguns amigos para irmos até a Associação Atlética Banco do Brasil – AABB – hoje, clube fechado.

E o homem foi falando sobre as maravilhas do computador que era novidade chegando e substituindo a máquina de escrever. Depois colocou algumas páginas musicais de qualidade e bom-gosto, assim como “Tema de Lara”, “Moendo Café” e “Quando vier a primavera”... Ulisses casou-se com uma colega minha, aluna no Ginásio Santana  puxae, algum tempo depois, sumiu de Santana. Nunca mais soube notícias do casal. O AABB pareceu ficar mais pobre com a ausência do intelectual. E, na minha vida, vez em quando eu escrevo quase a mesma coisa quando se aproxima a primavera. E a primavera não é somente a esperança das coisas que tanto desejamos realizar, mas também nos faz recordar um longo final de inverno frio, cinzento e  carrancudo  e momentos felizes de outras primaveras.

Estamos chegando devagar ao mês das flores, ao mês da realidade dos sonhos enovas lembranças invadem  o baú de guardar recordações. É aí que canções tocadas com a alma na AABB, puxa  também pelo saudoso prefixo do cine-Glória, um dos pontos da velha elite da minha terra. Todavia, pode-se mesmo dissertar com firmeza que passado é passado e que muitas outras primaveras virão. E que bom que elas virão, mas não podemos dizer duvidar do cantador quando dizia “Tudo passa, na vida tudo passa, mas nem tudo que passa a gente esquece”. E o resto, só pontear da viola amaciando a vida.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/08/quando-setembro-vier-clerisvaldo-b.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

UMA DAS PIORES CRUELDADES DE LAMPIÃO COM UMA MULHER GRÁVIDA E INOCENTE ELA E SEU ESPOSO. ESSA BARBARIE ACONTECEU NO POVOADO SANTA ROSA DE LIMA NO MUNICÍPIO DE UAUÁ BAHIA. O CRIME É DE CORTAR O CORAÇÃO DE QUEM FIZER LEITURA ABAIXO.

Por Robson Rodrigues

(JOANA FACÃO )
Numa de suas passagens pelo sertão da Bahia, Lampião e seu bando, vindo da região de Santa Rosa de Lima, dirigiram-se ao arraial de São Paulo, chamado de São Paulinho. O alvo era Manoel José Cardoso, um homem ativo no comércio de itens diversos pela micro-região. Conhecido inicialmente como José do Sítio do Félix, logo ficou famoso como José Félix. Era casado com Joana Epiphania dos Santos, que após o matrimônio passou a se chamar Joana Epiphania Cardoso. Aos 23 anos, por vezes também chamada de Ana Epifania, ela residia com o marido na Fazenda Flores, município de Uauá Bahia, e já tinha dois filhos pequenos, Maria Lucila e Isaías José.
Naquele abril de 1931, Joana estava grávida de oito meses daquela que viria a ser sua filha Anália. Seu marido, Manoel, tinha os movimentos limitados após um corte num dos pés. Por isso, depois de quinze dias, alguns itens de consumo estavam em falta, especialmente o sal. Além disso, um compadre do casal, João Vieira, encontrava-se doente, e entenderam ambos que deviam visitá-lo. Deslocaram-se, então, compartilhando um único cavalo, até o arraial da Fazenda São Paulo, um povoado de cerca de 15 casas e 70 pessoas, situado a 30 km ao sul de Uauá.
Entre 7 e 8 horas da manhã do dia 11 de abril, Joana conversava com a comadre quando avistou um tropel a galope e percebeu a agitação geral. Era o bando de Lampião assaltando o arraial. Elas tentaram escapar pela porta dos fundos, mas foram vistas pelos cangaceiros. Detidas e intimidadas, foram levadas para o centro da povoação.
Lampião, de posse de uma chibata, encarou as pessoas sentadas no chão. No espaço central, bateu em quase todas. Gritou furioso, afirmando querer saber quem dali avisara a polícia de Uauá, em outra ocasião, sobre a sua presença nas proximidades. "Ou dizem quem avisou, ou eu tôco fogo em tudo isso e mato todo mundo!", ameaçou.
A verdade é que, após a passagem anterior do bando, Manoel Cardoso, efetivamente inquirido pelo segundo tenente Manoel Campos de Menezes, contara o que vira. Aos ouvidos do rei do cangaço, chegou que ele teria ido à localidade especificamente para esse fim. Sabendo ser a causa do problema, Manoel levantou-se. Joana levantou-se também, foi ao seu lado segurando seu braço e apresentou-se ao cangaceiro.
"Então é você, seu Manoel...?", perguntou Lampião.
"Eu mesmo,capitão", respondeu ele, sem encarar o bandoleiro, baixando os olhos para o chão.
"Ah,temos velhas contas a ajustar. De outra feita você foi avisar os macacos da minha presença aqui. Vai ver agora como ninguém pode lhe valer, viu? Essa 'zinha' é sua mulher?"
Sem esperar resposta, Lampião virou-se para seus comandados: "Tira as roupas do traidor que eu vou ensinar os deveres!" Manoel e Joana tiveram as vestes rasgadas e arrancadas, enquanto levavam bofetadas e chutes. Em seguida, foram amarrados com cordas no pescoço e nos braços, e assentados na garupa das montarias de dois cangaceiros. Assim, desfilaram pela Vila, enquanto os bandoleiros espancavam e roubavam outros moradores.
O bando seguiu até a capelinha local, levando o casal. A eles juntou-se o Coronel José Antônio Cardoso. Lampião então determinou a seus cabras que chamassem todos os moradores para "assistir uma coisa bonita". Começaram a chegar homens, mulheres e crianças, todos conduzidos sob gritos, empurrões e coices de armas.
Lampião dirigiu-se ao casal, portando uma espingarda de caça. Disse que não gastaria boa munição com coisa tão ruim, fez pontaria e atirou em Manoel José Cardoso na altura do ouvido. O homem caiu, agonizando, e recebeu mais um disparo na boca. Percebendo que a vítima ainda estava viva, o chefe bandoleiro desembainhou seu punhal e enterrou os 75 cm de lâmina no corpo de Manoel até o cabo. Enquanto isso, as testemunhas forçadas soltavam gritos de horror.
"Morreu o bate-pau de macaco?",perguntou Lampião.
Quando se preparava para matar a mulher, o outro prisioneiro, o Coronel José Antônio Cardoso, pediu clemência. Alegou que ela não tinha ligação com os atos do marido, estava grávida e tinha dois filhos pequenos. O chefe cangaceiro aceitou poupar-lhe a vida, mas veio a contraposição: "Deixa a mulher do José Félix sofrer mais um bocado, pra ver se é bom denunciar um homem de bem como o capitão!"
Irritado, Lampião agarrou Joana por um braço, forçando-a a ajoelhar. Sacou o facão afiado, cortou-lhe o cabelo e os pelos pubianos. Fez uso feroz da chibata. No início, ela gritou; depois, sangrando, sofreu em silêncio, tomada por um súbito tremor e perdendo o controle da bexiga. Lampião, afinal, empurrou-a com o pé e a derrubou no chão.
Assim, Lampião se vingou, mas insaciado, mandou retirar a cela de um burro e obrigou Joana a montar, cobrindo sua nudez apenas com o próprio sangue. Ela seguiu com imensa dificuldade, tentando manter-se sobre a montaria. Após quase 6 km, Lampião ordenou que descesse e retornasse a São Paulo, nua e a pé.
Após um tempo, Joana percebeu a aproximação de um cavaleiro e escondeu-se na mata, mas foi vista. Era o Coronel José Antônio Cardoso, que seguira o rastro do bando na esperança de ajudá-la. Ele a chamou, tirou o paletó e a envolveu com ele. Montaram no cavalo e retornaram ao povoado de São Paulinho.


Joana Epiphania Cardoso foi, em 11 de abril de 1931, vítima de algumas das piores violências. Apelidada pela população de "Joana Facão", carregou as marcas da brutalidade pelo resto da vida. Teve sua filha, Anália, e cometeu viver muito, falecendo em 15 de julho de 1996.
Por Robson Rodrigues
Fonte Foto Adelsomota Mota
Em 10 de outubro de 2025

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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CAFÉ DO MANÉ CAPÉ.

 Por José Mendes Pereira

www.guiarestauranteseleto.com.br

O café ou bar do Mané Capé funcionava na esquina da Rua Alfredo Fernandes com a Rua José de Alencar, mesmo no centro da cidade de Mossoró, onde hoje funciona as Lojas Riachuelo.

Noutros tempos, os pequenos bares e cafés eram pontos certos para conversas fiadas, quando muitos levavam as suas fofocas para distribuírem com outros, que também faziam partes das galhofas contra alguém, e geralmente, as conversas eram em torno  dos mais variados assuntos, principalmente sobre homens traídos, homens metidos a afeminados, ou até mesmo de moças faladas em relação à sua virgindade.

Algumas fofocas eram de grandes importâncias, e muitos fofoqueiros não queriam presenciar aqueles comentários, temendo uma chamada na delegacia, para provar o que ele  ouvira, ou ele mesmo era o principal dono da fofoca.

Outras fofocas eram apenas calúnias que as pessoas não acreditavam, mas ficavam na dúvida e se perguntando: - Será que é verdade o que me falaram sobre fulano ou sicrano?

paduacampos.com.br

Com o avanço da cidade os cafés e bares foram perdendo um pouco os fregueses, devido os mais sofisticados restaurantes e shopping que foram aparecendo. Hoje quase não se ver gente que costumava frequentar esses antigos ambientes em Mossoró, e acredito que em todas as cidades brasileiras, este movimento de pessoas em bares, diminuiu muito.

O café do Mané Capé era um desses que no meio daquela gente, surgiam vários assuntos, mas que ele não era o responsável pela fofoca, apenas as ouvia, pois o seu maior interesse era vender o seu peixe, como por exemplo: cafés, bolos, pães, coxinhas, refrigerantes, cervejas, conhaques, e principalmente, a mais solicitada de todas em um bar, a pinga (cachaça). 

Não tenho informação se o Mané c Capé ainda permanece entre nós. Sei que ele residia ali, na Ilha de Santa Luzia em Mossoró.

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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