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domingo, 2 de agosto de 2026

O CANGACEIRO BALIZA.

 Por José Mendes Pereira

O verdadeiro nome do cangaceiro Baliza era José Dedé (Vale chamar a atenção dos leitores que, o pesquisador do cangaço Geraldo Júnior, diz abaixo que o nome do cangaceiro Baliza é José de Souza Ferraz), foi famoso como atirador, e era natural do Estado de Pernambuco. Não encontrei nenhuma informação sobre quem seriam os seus pais, a cidade ou sítio, fazenda ou campo onde nasceu. 

Na primeira fase do cangaço integrou-se a nos bandos de Sinhô Pereira e do capitão Lampião. Era irmão do cangaceiro João Dedé (conhecido conhecido no mundo d crime como "Criança"). Entrou para o mundo do crime devido a conflitos de honra e vingança.

LEIA O QUE ESCREVEU O PESQUISADOR DO CANGAÇO GERALDO JÚNIOR


PRIMEIRA FOTOGRAFIA DE LAMPIÃO COMO CHEFE DE BANDO CANGACEIRO.
Na fotografia estão os cangaceiros. E logo abaixo, os nomes de cada facínora.


01 - Antônio Ferreira vulgo Esperança (Irmão de Lampião).
02 - Virgolino Ferreira da Silva vulgo Lampião.
03 - Antônio Rosa vulgo Antônio do Gelo.
04 - Tiburtino Inácio de Souza vulgo Gavião (Primeiro).
05 - José Terto Pereira Brasil ou José Pereira Terto ou ainda Joaquim Araújo da Silva (Nome adotado pós-cangaço) Cajueiro (Primeiro).
06 - José de Souza Ferraz vulgo Baliza.
07 - Antônio Saturnino.
08 - João de Souza Ferraz vulgo Criança I.
09 - Desconhecido.
10 - Desconhecido.
11 - Antônio Augusto Feitosa (Antônio Bagaço) vulgo Meia-Noite (Primeiro).
12 - Chá Preto.
13 - Nezinho Leogivildo.
14 - Salú Leogivildo.
15 - Zéca Leogivildo.
16 - Graveto.
17 - Livino Ferreira da Silva vulgo Vassoura (Irmão de Lampião).

Texto: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal Cangaçologia".

CONTINUANDO A BIOGRAFIA RESTRITA

Em fins do ano de 1922 Lampião e seus aliados foram fotografados na Fazenda Pedra localizada no município paraibano de Princesa (Paraíba), atual Princesa Isabel, pelo popular Genésio Gonçalves de Lima, pouco tempo depois de ter assumido a liderança do bando herdada do ex-chefe Sinhô Pereira, que por motivo de saúde se viu obrigado a abandonar o cangaço.

Seu apelido de "Baliza" nasceu por causa de ter uma excelente pontaria. Ele mirava e acertava com precisão invejável alvos de madeira chamados de baliza. Começou no grupo de Sinhô Pereira, um dos pioneiros respeitados da região.

Posteriormente integrou-se ao bando de Virgulino Ferreira Lampião, como comprovação, registrado em fotos históricas do bando no início da década de 1920 na divisa de Pernambuco com a Paraíba. Era bastante temido por sua coragem extrema, valentia e conheedor das trilhas da caatinga.

A morte de O Baliza" é um dos episódios mais controversos e debatidos da história do cangaço, ocorrido em 20 de outubro de 1922, durante o ataque à casa do comerciante Luiz Gonzaga Lopes Ferraz, em Belmonte - no Estado de Pernambuco.

A Versão do "Fogo Amigo" (Mais Aceita)

Essa interpretação foi apoiada pelo João Dedé seu irmão, e por outro fora da lei chamado Cajueiro, e sugeriram que este assassinato foi orquestrado por Lampião.

O cangaceiro Baliza era um cabra que tinha grande experiente noque diz respeito a cangaço, e era considerado como um concorrente direto do capitão Lampião pelo comando e liderança do bando. Experiência e coragem representavam uma ameaça à autoridade crescente de Virgulino Ferreira da Silva.

No momento da refrega e a tentativa de arrombamento da porta da frente da casa de Luiz Gonzaga, o cangaceiro Baliza foi atingido mortalmente. O cangaceiro Cajueiro disse que viu quando Baliza foi atingido por um tiro pelas costas, à queima-roupa, e  ao olhar para trás, quem estava presente era o cangaceiro Antônio Rosa.

A morte deste cangaceiro foi considerada por historiadores como um "fogo amigo". Eliminando um rival de Lampião de forma disfarçada em um combate com a polícia. 

A versão oficial da época, relata que o cangaceiro foi em confronto direto com as forças volantes. Baliza foi morto enquanto tentava arrombar a porta principal da casa de Luiz Gonzaga Lopes Ferraz. O tiro que o atingiu teria sido disparado pelo soldado Heleno Tavares, que também morreu no episódio. Hoje, Tavares é homenageado com o nome de uma rua na localidade. Como pesquisadores biográficos, temos que aceitarmos as versões versão, para não contrariarmos os estudos cangaceiros, que são elaborados pelos escritores, pesquisadores e cineastas com muito gosto e responsabilidade.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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sábado, 1 de agosto de 2026

MEU PERSONAGEM SEU GALDINO

 Por José Mendes Pereira


Meu personagem seu Galdino Borba(gato) Mend(onça) Filho, vendendo rapadura e caldo de cana.

Imagem criada por Adelmo Leite de Oliveira através de IA.

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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E AGORA?

 Clerisvaldo B. Chagas, 27 de julho de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3450

 

Hoje, domingo 26, mais um dia estiado em final de julho. Encerramento da festa da padroeira de Santana do Ipanema, uma atração enorme para todo o Sertão alagoano que vem congregar na fé. E assim, com o sol brilhando entre algumas brancas nuvens, o santanense procura os passeios as fazendas, às chácaras, as visitas domingueiras, enquanto aguarda o final  do dia para a procissão que segue por ruas e avenidas até o início  da noite. É pena não ouvirmos mais o repicar dos sinos da torre nas mãos habilidosas do sineiro “Major”,  quilombola e educado zelador da Matriz de senhora Santana (memória). Mas, mesmo sem o dobrar dos sinos, vamos encerrando mais um episódio religioso tradicional e robusto do semiárido de Alagoas.

E como é praxe nessa época do ano, o rio Ipanema mostra pouca água,  apenas acumulada em poços, aqui e ali. A cumpridez do seu leito, nessa frieza de julho, parece de um mundo distante onde não transitam humanos. Uma solidão de fim de mundo. Os vegetais  é de baixadas, montes e planuras, vão desbotando o verde robusto das chuvas acentuadas e ficando pálido com intervalos prolongados das lágrimas divinas. Nas fazendas, sítios e povoados as cabeças são sempre giratórias para o céu, ora branco, ora azul. As interrogações são as mesmas sobre prolongamento ou não do inverno e sobre o ânimo fraco das águas que têm chegado. Porém, o melhor  mesmo é pegar a roupa nova e marchar satisfeito rumo à procissão.

Alguns festeiros já antecipam o evento de São Cristóvão, como se outubro fosse ali na esquina. Mexem no cocuruto antes mesmo dos agradecimentos de Santa Ana e São Joaquim. Mas, é como dissemos outras vezes, no sertão santanense é festa o ano todo. E neste momento em que escrevo estas palavras, estou ouvindo católicos do lugar cânticos da procissão distante e às vezes, somente o barulho, o eco de sons e sentimos assim por onde anda o cortejo de fé. Após a beleza do encerramento, ficará nos corações dos católicos do lugar, uma sensação do dever cumprido, mas também uma sensação de um vazio longo para o novo festejo do ano que vem.  

Final de festa, final de mês.

Viva o mês de julho!!!

MATRIZ DE SENHORA SANTANA (foto; DIVULGAÇÃO).


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/07/e-agora-clerisvaldo-b.html

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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O CANGACEIRO NÉ DADU.

Por José Mendes Pereira

Manoel Pereira da Silva Filho, era o cangaceiro conhecido como Né Dadu ou Né Pereira Era muito importante como líder cangaceiro, no início do século XX no sertão do Estado de Pernambuco. Céleble por liderar o clã dos Pereiras lutando contra a família rival Carvalho. 

Era filho de Manoel Pereira da Silva e famoso membro da tradicional família Pereira lá da região do Pajeú, no Estado pernambucano. Assumiu a frente de um bando armado após o assassinato de seu tio, o Padre Pereira (Manoel Pereira da Silva Jacobina), que foi no ano de 1907, durante a disputa de terras e poder político contra a família Carvalho. 

Liderou `vários ataques ``as fazendas dos rivais, cujas eram as propriedades Umburana, Piranhas e Várzea do Ú. Sua morte ocorreu quando sofreu intensa perseguição da polícia de Pernambuco, por causa dos conflitos na região. 

Sua morte se deu em 16 de outubro de 1916, na Fazenda Serrinha, em Serra Talhada (PE), tendo sido assassinado enquanto dormia, feita por um de seus próprios comandados.

A sua morte se deu por Zé Grande (ou Palmeira), que teria sido comprado ou incitado pela família Carvalho. Seu irmão, o célebre Sinhô Pereira, assumiu a chefia do bando, abrindo caminho para a entrada de Virgulino Ferreira da Silva (Lampião) no grupo pouco tempo depois.

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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