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domingo, 26 de julho de 2026

ROYAL CINEMA, MAIS DO QUE UMA SALA DE CINEMA.

Por Rostand Medeiros

Inaugurado em 1913, esse certamente foi um dos maiores símbolos da vida cultural e do lazer da capital potiguar, desempenhando um papel fundamental na modernização e na vida social dos natalenses nas primeiras décadas do século XX, funcionava na Cidade Alta, na esquina das ruas Ulisses Caldas e Vigário Bartolomeu. Ao lado do Cine Polytheama, localizado na Ribeira, dominava a exibição dos grandes filmes que chegavam à cidade, transformando-se em um dos principais pontos de encontro da sociedade natalense.

O Royal Cinema também conquistou um lugar especial na história da música brasileira. Foi para ele que o genial compositor potiguar Tonheca Dantas escreveu, por encomenda, a célebre valsa Royal Cinema, criada para ser executada ao piano ou por orquestras durante as sessões e os intervalos. A composição ultrapassou as fronteiras do Rio Grande do Norte e do Brasil, alcançando reconhecimento internacional. Durante a Segunda Guerra Mundial, chegou a ser executada pelo serviço internacional da rádio BBC britânica.

A rivalidade entre o Royal Cinema e o Cine Polytheama tornou-se uma curiosa página da história de Natal. Segundo historiadores, havia uma espécie de acordo informal entre as duas casas: muitas vezes, a sessão de um cinema só começava quando a do outro terminava, permitindo que os apaixonados pela sétima arte assistissem aos filmes exibidos em ambos os locais. Mais do que uma sala de exibição, o Royal Cinema foi um verdadeiro palco da vida social natalense, onde cultura, música, elegância e entretenimento se encontravam. Sua história permanece viva na memória da cidade e no patrimônio cultural do Rio Grande do Norte.

#natalrn #riograndedonorte #cinema #filmes #setimaarte #tokdehistoria #rostandmedeiros

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com


ELA FOI LAVADEIRA DE LAMPIÃO ?

   Por Helton Araújo

Helton Araújo à direita

Na época, contando com seus avançados 110 anos de idade, residindo na cidade de Quixadá no Ceará, a senhora Maria Teresa da Penha, nascida na Paraíba no ano de 1883 foi entrevistada pelo periódico " Diário do Nordeste ".


A história dessa senhora é bem interessante, em entrevista ela revela que seu filho, Odilon Pinto ( na época da entrevista já falecido ) fazia parte do bando de Lampião, a mesma na época, decidiu procura-lo e acabou andando com o bando por um tempo, sendo a lavadeira do bando.
A senhora mostra orgulho em ter sido amiga do afamado cangaceiro, cujo qual, ela chamava de " Capitão ". Além do mais, na imagem vemos dona Penha com uma arma, que segundo ela, ganhou de presente de Virgolino Ferreira da Silva, o famigerado Lampião.
Ela diz que o " Capitão " lhe tratava com muito respeito e carinho, lembra que Lampião era violento com os traidores e caridoso com os pobres necessitados. Suas últimas palavras na entrevista foram " Ele matava para não morrer ".
A matéria faz questão de ressaltar que dona Penha, estava lúcida, muito ativa, ainda cozinhava e varria o quintal, sendo por vezes visitada por curiosos de vários lugares para conhecer sua história com o rei do cangaço.
Quero deixar claro que essas palavras de exaltação ao cangaceiro Lampião, são de totais responsabilidades do periódico e da entrevistada em questão. Faço um adendo, que não posso de forma alguma comprovar se de fato dona Penha andou com Lampião ou são invencionices da anciã.
Quanto ao seu filho, Odilon Pinto, citado na matéria, o jornal não dá mais informações sobre o mesmo. Vulgo, companheira, como saiu do cangaço e etc ...
Bem, assim finalizo com essa matéria informativa a nível de curiosidade relacionada ao tema CANGAÇO.
Foto e Fonte : Jornal Diário do Nordeste
Data : 27/07/1993
Edição Arquivo Digital Helton Araújo

https://www.facebook.com/profile.php?id=100075011314548

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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