Por José Mendes Pereira
Conta-se que o cangaceiro Antônio Silvino, e alguns cabras chegaram à fazenda Lágea Formosa,
no município de São Rafael, no Rio Grande do Norte, do Coronel Luiz Martins de Oliveira Barros e
exigiram ajuda. O Coronel juntou o solicitado, e entregando ao cangaceiro, pediu
que não molestasse a sua família, pois sua esposa estava prestes a dar à luz.
Antônio Silvino recebeu a quantia e partiu dali, dizendo: “- Eu não poderia
atacar um homem tão bom para os pobres como o Senhor, Coronel”.
Conta-se ainda que certo dia, Antônio Silvino estava arranchado bem perto de
uma estrada, e lá vinha um senhor montado em um jumentinho que carregava uns caçoas.
E antes que o homem passasse, ele o interrompeu perguntando:
- Para onde o sinhô vai?
- Vou à feira senhor, fazer compras.
- E quanto leva im seu bôço?
- Levo vinte mil réis.
- Poiz mi dê!
O homem já sabendo que se tratava do cangaceiro Antônio Silvino, não
recusou, passou-lhe o dinheiro. E puxando as rédeas do animal, dirigiu-se
voltando para casa.
- O sinhô disse qui ia fazê feira. Pur qui vai vortá? - Disse Antônio Silvino.
- Eu ia Senhor, mas o dinheiro o senhor me pediu?
Antônio Silvino enfiou a mão no bolso, tirou o que era do homem, mais outro do seu, e lhe deu dizendo:
- Agora vá à cidade e compri o dobro de alimentos pra seus fios...
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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